Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959) – Bachianas Brasileiras Completas (CD 1 de 3)

Nota: esta postagem, assim como todas as demais com obras de Heitor Villa-Lobos, não contém links para arquivos de áudio, pelos motivos expostos AQUI

 

Atualização de 24/11/2007:

Aqui está o arquivo que substitui as faixas 7 e 8 deste CD. Acho estranho que, após 634 downloads, tais faixas passem a apresentar problemas, ainda mais se considerarmos que ouvi os arquivos mp3 que foram upados e eles estão OK. Coloco as duas faixas porque um comentarista disse que o problema estava localizado na faixa 7, Prelúdio das Bachianas Nº 3, só que a faixa 7 é O Trenzinho Caipira, último movimento das Bachianas Nº 2. Então, subi as duas.

– Quem foram os maiores artistas brasileiros?
– Guimarães Rosa, Machado, Tom Jobim, Portinari, Iberê, Drummond, Bandeira, Oscar Niemeyer…
– Ah, não vai citar Villa-Lobos? Então toma!

(Quando estamos sem tempo para escrever algo decente, a gente ficamos engraçadinhos…)

P.Q.P. Bach

Bachianas Brasileiras No. 1 for Cello Ensemble
Performed by:Royal Philharmonic Orchestra
Cellos Conducted by:Andrew Mogrelia
I. Introduction: Embolada
II. Preludio: Modinha
III. Fugue: Conversa (Conversation)

Bachianas Brasileiras No. 2 for Chamber Orchestra, “O trenzinho do Caipira”
Performed by:Royal Philharmonic Orchestra
Conducted by:Enrique Bátiz
I. Preludio: O Canto do capadocio (Scamp’s Song)
II. Aria: O Canto da nossa terra (Song of Our Land)
III. Danza: Lembranca do Sertão (Remembrance of the Bush)
IV. Toccata: O trenzinho do Caipira (The Peasant’s Little Train)

Bachianas Brasileiras No. 3 for Piano and Orchestra
Jose Feghali, piano
Performed by:Royal Philharmonic Orchestra
Conducted by:Enrique Bátiz
I. Preludio: Ponteio
II. Fantasia: Devaneio (Digression)
III. Aria: Modinha
IV. Toccata: Picapau

BAIXE AQUI (DOWNLOAD)

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Obra Completa para Violão Solo

Nota: esta postagem, assim como todas as demais com obras de Heitor Villa-Lobos, não contém links para arquivos de áudio, pelos motivos expostos AQUI

 

Antes deste notável CD, uma explicação: o blog P.Q.P. Bach é construído desorganizada e maravilhosamente (…?) através do acervo pessoal de três melômanos, um de Porto Alegre, RS, Brasil (P.Q.P. Bach, o fundador), o segundo de Blumenau, SC, Brasil (F.D.P. Bach, que foi convidado nos primeiros dias de vida do blog) e agora temos uma terceira colaboradora, recém chegada de Portugal (Clara Schumann, nossa musa inspiradora da qual nunca vimos sequer uma foto). Não conhecemos pessoalmente um ao outro, não temos uma programação de postagens, não temos poder de veto sobre os posts, não temos freqüência pré-definida de uploads e não sabemos claramente porque fazemos isto. A melhor explicação foi-me dada por uma querida e benigna amiga que me disse que o que fazíamos era uma polinização de beleza que, se não dá sentido às vidas de outras pessoas, dá-lhes valor. Quando li tal opinião, aspirei bastante ar e pensei: puxa, gostei disso. Espero que tal definição faça-nos a mim, à Clara e ao F.D.P. crescer alguns centímetros. No meu caso, é necessário; só tenho 1,70m.

Era isso.

Abraços aos homens, beijos às mulheres e boas audições a todos. (Se a Clara quiser inverter esta saudação de despedida, que o faça!).

 

P.Q.P. Bach.

Sobre Turíbio Santos: violonista desde criança, Turíbio tem mais 50 registros em discos e CDs. O primeiro foi aos 18 anos, para o Museu Villa-Lobos. Foi também o primeiro disco do Museu, no qual foram gravados os 12 estudos de Villa-Lobos. Mas Turíbio pretendia ser arquiteto. Em março de 1964, quando ocorreu o Golpe Militar no Brasil, Turíbio estava cursando o 3.º ano de Arquitetura e, em razão da situação do país, decidiu abandonar o curso para ser violonista, pois pensou que assim teria mais controle sobre sua vida.Em junho de 1965 ele venceu o Concurso Internacional da Rádio e Televisão Francesa. O Concurso da ORTF abriu uma série de possibilidades para ele na Europa. Logo após, foi convidado a lecionar no maior conservatório municipal de Paris, com 1500 alunos. Decidiu que iria ficar um ano, mas acabou ficando dez. Lá, nasceram seus dois filhos.

Em 1974, regressou ao Brasil por não desejar que os filhos perdessem o vínculo com o país. Hoje, além de suas atividades como concertista, dirige o Museu Villa-Lobos. Em 2002 Turíbio Santos lançou um livro autobiográfico Mentiras … ou não? Uma quase autobiografia pela editora Jorge Zahar, em comemoração aos seus 40 anos de atividade profissional. Coordena a série Violão Amigo, de partituras de obras brasileiras, também da Zahar, já com três volumes publicados.

Sobre esta gravação: você deve baixar este CD e guardar direitinho, com back-up e tudo. Escandalosamente, o CD Villa-Violão – Obra Completa para Violão Solo de Villa-Lobos, na interpretação do genial Turíbio Santos, está fora de catálogo. É melhor que você carregue nos seus ouvidos e memória este que é um de nossos maiores legados culturais: Villa-Lobos. Não confie nas gravadoras, nas salas de concertos, em ninguém. Afinal, Villa está virando raridade no Brasil e, para conseguir algumas obras, só importando… Sim, é para se matar.

Cinco Prelúdios (1940)
1. Prelúdio Nº 1
2. Prelúdio Nº 2
3. Prelúdio Nº 3
4. Prelúdio Nº 4
5. Prelúdio Nº 5

6. Choros Nº 1 (1920)

Doze Estudos (1929)
7. Estudo Nº 1
8. Estudo Nº 2
9. Estudo Nº 3
10. Estudo Nº 4
11. Estudo Nº 5
12. Estudo Nº 6
13. Estudo Nº 7
14. Estudo Nº 8
15. Estudo Nº 9
16. Estudo Nº 10
17. Estudo Nº 11
18. Estudo Nº 12

Suíte Popular Brasileira
19. Mazurka-Choro (1908)
20. Schottisch-Choro (1908)
21. Valsa-Choro (1912)
22. Gavota-Choro (1912)
23. Chorinho (1923)

Turíbio Santos, violão.

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50 anos sem Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Nelson Freire interpreta Villa-Lobos

Nota: esta postagem, assim como todas as demais com obras de Heitor Villa-Lobos, não contém links para arquivos de áudio, pelos motivos expostos AQUI

Este é um álbum que me agrada por demais, pois ele nos dá uma boa amostra da literatura pianística de Villa-Lobos. O cd apresenta peças, como a empolgante e técnica Prole do Bebê Nº 1, o lírico Prelúdio das Bachianas Brasileiras Nº 4, as singelas Três Marias e a grande obra-prima para piano de Villa-Lobos, o monumental Rudepoema, tudo isso nas mãos do competentíssimo Nelson Freire.

As Obras

A Prole do Bebê Nº 1, é um marco importante na biografia de Villa-Lobos: Arthur Rubinstein, o grande pianista polonês, encantou-se por essa coleção de oito peças inspiradas basicamente em canções folclóricas: passou a tocá-la por todo o mundo (sobretudo o Polichinelo, que ele gostava de dar como extra): e foi assim que a fama de Villa-Lobos transpôs as nossas fronteiras.

Nas mãos de Nelson Freire, essa primeira Prole aparece, aqui, em toda a sua concentrada poesia e colorido, Villa-Lobos, nesta série, ainda está próximo do impressionismo francês (o que não aconteceria com a segunda Prole, de 1921).

A escrita é a mais transparente, exige um domínio absoluto da técnica. Mas, por baixo desses cristais franceses, lá está o Villa profundo, cantando logo na Boneca de Louça, que abre a série. A Boenca de Massa, que se segue, é como um rio que corre, infinito, cheio de sombras e luzes, uma verdadeira criação em termos de linguagem pianística, tanto mais extraordinária quanto Villa-Lobos nunca foi um grande pianista, muito mais ligado, como intérprete, ao violão e ao violoncelo.

Já se disse que Villa-Lobos, é um compositor caudaloso que não consegue controlar a sua própria produção. Pois ei-lo aqui, no Prelúdio das Bachianas Brasileiras Nº 4, trabalhando só o essencial: uma linha melódica muito pura, de fragrância realmente bachiana, e uma linha de baixo. É quase só isso; e também uma regularidade absoluta, que contribui para a atmosfera de paz transcendente, Nelson Freire sublinha essa grandeza clássica através do seu fraseado, e da mais cuidadosa gradação dinâmica.

“Essencial” é também o Villa-Lobos de As Três Marias, três pequenas peças da sua maturidade, onde ele se compraz em reproduzir a luz álgida das estrelas, trabalhando na região aguda do piano. É como que uma prefiguração das Cartas Celestes de Almeida Prado, num clima de depuração completa. Este pequeno tríptico foi escrito em 1939 a pedido de Edgar Varèse, e estreado por José Vieira Brandão, no mesmo ano, no Rio de Janeiro.

Com o Rudepoema, escrito entre 1921 e 1926, chegamos finalmente ao Villa-Lobos torrencial, ciclópico, numa peça em que ele se propunha a fazer o retrato musical de Arthur Rubinstein. Não se sabe se Rubinstein se reconheceu no retrato. Talvez seja mais próprio falar de um auto-retrato do Villa-Lobos irredutível a formas, a limitações, às vezes selvático, refletindo um temperamento fortíssimo, uma inspiração vulcânica. Poucas peças existem que coloquem tantas exigências ao intérprete, não só de técnica mas, sobretudo, de discernimento para caminhar no meio desta selva. A versão de Nelson Freire é um ótimo guia para essas complexidades, um monumento ao compositor e ao intérprete.

Fonte: Encarte do cd – Luiz Paulo Horta

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Nelson Freire interpreta Villa-Lobos

A Prole do Bebê Nº 1
01 Branquinha – A Boneca de Louça (2:17)
02 Moreninha – A Boneca de Massa (1:28)
03 Caboclinha – A Boneca de Barro (2:22)
04 Mulatinha – A Boneca de Borracha (1:46)
05 Negrinha – A Boneca de Pão (1:07)
06 A Pobrezinha – A Boneca de Trapo (1:37)
07 O Polichinelo (1:21)
08 Bruxa – A Boneca de Pano (2:25)

09 Prelúdio – Bachianas Brasileiras Nº 4 (3:38)

10 As Três Marias (3:23)

11 Rudepoema (17:58)

Nelson Freire, piano

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Marcelo Stravinsky

50 anos sem Heitor Villa-Lobos (1887-1959): Uirapuru & Sergei Prokofiev (1891-1953): Cinderela

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Fazia um tempo que eu tinha prometido fazer essa postagem e, mesmo não sendo um álbum com obras exclusivas de Villa-Lobos,  acho que não poderia ter havido hora melhor, senão nesse dia tão especial e com tantas homenagens. Uma excelente gravação com a sempre magistral e histórica interpretação do grande Stokowski. Vamos as obras!

Uirapuru – Poema Sinfônico

Há um interessante paralelo entre o poema sinfônico Uirapuru de Heitor Villa-Lobos e O Pássaro de Fogo, de Igor Stravinsky. Ambos são uma representação pictórica musicada de um pássaro encantado que é transformado num ser humano, e ambos foram compostos durante os primeiros períodos de suas carreiras de compositores, apontando-lhes o caminho que suas composições seguiriam nos anos seguintes.
Uirapuru, foi composto em 1917. Foi um dos primeiros sucessos das obras sinfônicas nas quais Villa-Lobos utilizou material folclórico que ele havia reunido durante suas viagens feitas pelo interior brasileiro.
A instrumentação de Uirapuru é extensa e inabitual. Ao lado da instrumental convencional orquestração, inclui o violinofone (um violino com uma trompa adaptada) e desta forma produzindo sons latino-americanos como o coco, tamborim, surdo e o reco-reco.
Na partitura do Uirapuru Villa-Lobos modela uma determinada história sobre a qual o poema sinfônico é baseado. É um conto original, que o compositor organizou com muitas e diferentes lendas brasileiras.

Modinha das Bachianas Brasileiras Nº 1

Em sua série de nove Bachianas Brasileiras que é composta para várias combinações de instrumentos e vozes, Villa-Lobos temperou numa amálgama magnífica, o espírito e a técnica de seu ídolo, Bach, com os melódicos contornos da música folclórica brasileira. A primeira dessas imensamente atrativas pequenas suítes datam de 1930. Foi composta para uma orquestra de violoncelos e em três movimentos. Embolada (Introdução); Modinha (Prelúdio) e Conversa (Fuga). Embolada subentende-se “expansão”; Modinha, é uma forma de canção brasileira e é aqui tratada à maneira de uma ária de Bach. Conversa, como sua denominação faz subentender, é uma forma de conversação. A lírica Modinha é frequentemente apresentada fora do contexto e como um movimento autônomo, tal qual é ouvida nesta gravação.

Cinderela (A Gata Borralheira) – Suite de Balé

A Gata Borralheira é o seguinte do último bailado de Sergei Prokofiev. Começa em 1941, foi interrompido quando da invasão da Rússica pela Alemanha e não completado até 1944. Inicialmente foi apresentado como a primeira nova obra pós-guerra no Teatro Bolshoi em Moscou, em fins de 1945. O libreto é de Nicolai Volkov, coreografia de Rostislav Zakharov, quadros de Peter Williams e Galina Ulanova, dançando o papel-título. Esta versão difere alguma coisa de outras das familiares audiências americanas, como terão sido apresentadas em “tournées” e na televisão, pelo Royal Ballet. A última alardeada coreografia foi de Frederick Ashton e quadros de Jean-Denis Malclés. A primeira apresentação na Europa Ocidental deu-se no Covent Garden de Londres, em dezembro de 1948, com Maria Shearer substituindo a Gata Borralheira por indisposição de Margot Fonteyn, que posteriormente se tornou a principal intérprete desta parte da obra. Com excessão da retirada dos trechos menores, ambas as versões seguem o familiar conto de fadas de Perrault.
Para a Gata Borralheira, Prokofiev escreveu alguma de sua mais insinuante música, uma combinação de seus melhores esforços como compositor de música de contos de fadas e música para bailado. Tempos depois, completando a Gata Borralheira, extraiu duas suites de concerto da partitura original que foram publicadas como suas Opus 107 e 108. Nenhuma dessas suites seguiu a sequência do balé; cada uma delas foi arranjada como um balanço musical e variado, antes que por exatidão cronológica. No presente arranjo dos seis movimentos da suite, Leopold Stokowski intentou combinar elementos de ambos Opus, agrupando-os na ordem do bailado e, de cada tempo, concluindo a variedade musical. Em assim fazendo, ele retirou dois movimentos de cada suite e somou dois movimentos – Gata Borralheira e o Príncipe, e Apoteose – Finale, do corpo da partitura do bailado.

Fonte: Encarte do cd

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Villa-Lobos: Uirapuru & Sergei Prokofiev: Cinderela

01 Uirapuru (14:07)

02 Modinha (Prelúdio) de Bachianas Brasileiras Nº 1 (7:56)

Gata Borralheira (Cinderela)
03 Fada da Primavera e Fada do Verão (4:00)
04 Gata Borralheira vai ao Baile (1:00)
05 Gata Borralheira no Castelo (7:00)
06 Gata Borralheira e o Príncipe (4:09)
07 Valsa da Meia-Noite da Gata Borralheira (4:00)
08 Apoteose – Finale (3:31)

Stadium Symphony Orchestra Of New York
Leopold Stokowski

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Marcelo Stravinsky

50 anos sem Heitor Villa-Lobos (1887-1959): Guia Prático de 1 a 9

Nota: esta postagem, assim como todas as demais com obras de Heitor Villa-Lobos, não contém links para arquivos de áudio, pelos motivos expostos AQUI

Cheio de alegria, o Guia Prático são composições — na maior parte das vezes são “transcrições” de canções populares — para piano solo, “cantadas” aqui por Sonia Rubinsky. Por ser uma coleção de mais de cem peças baseadas em canções tradicionais de todas as regiões do Brasil, montado por Villa-Lobos para o Conservatório Nacional do Coral Canto, o Guia Prático foi largamente utilizado no ensino brasileiro de meados do séculoXX. Esta coleção da Naxos traz pela primeira vez todas as peças do Guia Prático para piano solo. Elas foram registradas completas, na sua ordem original. Infelizmente, não possuo o CD complementar com o Guia Prático X e XI.

VILLA-LOBOS: Piano Music, Vol. 5 (Guia pratico I-IX)

Guia pratico I
1. No. 1. Acordei de madrugada (I Woke up Very Early) 00:01:30
2. No. 2. A mare encheu (The Tide Flowed) 00:01:34
3. No. 3. A roseira (The Rosebush) 00:01:00
4. No. 4. Manquinha (The Little Limping Girl) 00:02:12
5. No. 5. Na corda da viola (On the String of the Guitar) 00:01:52

Guia pratico II
6. No. 1. Brinquedo (Play) 00:01:05
7. No. 2. Machadinha (Little Axe) 00:01:15
8. No. 3. Espanha (Spain) 00:00:53
9. No. 4. Samba – Lele 00:01:34
10. No. 5. Senhora Dona Viuva (Mrs. Widow) 00:01:53

Guia pratico III
11. No. 1. O pastorzinho (The Little Shepherd) 00:01:03
12. No. 2. Joao Cambuete 00:01:20
13. No. 3. A freira (The Nun) 00:00:59
14. No. 4. Garibaldi foi a Missa (Garibaldi went to Mass) 00:01:26
15. No. 5. O piao (Oh Whirligig) 00:01:10

Guia pratico IV
16. No. 1. O pobre e o rico (The Pauper and the Rich) 00:00:44
17. No. 2. Rosa amarela (Yellow Rose) 00:02:19
18. No. 3. Olha o passarinho, domine! (Look at the Little Bird, Domine!) 00:00:40
19. No. 4. O gato (The Cat) 00:02:21
20. No. 5. O sim! (Oh Yes!) 00:00:53

Guia pratico V
21. No. 1. Os pombinhos (The Little Doves) 00:00:39
22. No. 2. Voce diz que sabe tudo (You Say You Know Everything) 00:02:21
23. No. 3. Co, Co, Co! 00:01:26
24. No. 4. O bastao ou mia gato (The Stick or Cat Miaow) 00:01:44
25. No. 5. A condessa (The Countess) 00:02:46

Guia pratico VI
26. No. 1. Sonho de uma creanca (A Child’s Dream) 00:01:35
27. No. 2. O corcunda (The Hunchback) 00:00:56
28. No. 3. Caranguejo (Crab) 00:01:27
29. No. 4. A pombinha voou (The Little Dove Flew Away) 00:01:40
30. No. 5. Vamos atraz da serra, oh! Calunga! (Let’s Go Behind the Mountain, Oh! Calunga!) 00:01:18

Guia pratico VII
31. No. 1. No fundo do meu quintal (In My Backyard) 00:01:09
32. No. 2. Vai abobora! (Some Pumpkin!) 00:00:55
33. No. 3. Vamos, Maruca (Let’s Go, Maruca) 00:01:41
34. No. 4. Os pombinhos (The Little Doves) 00:00:55
35. No. 5. Anda a roda (Round the Circle) 00:01:53

Guia pratico VIII
36. No. 1. O limao (Oh Lemon) 00:00:49
37. No. 2. Carambola 00:00:29
38. No. 3. Pobre cega (Poor Blind One) 00:01:08
39. No. 4. Pai Francisco (Father Francisco) 00:01:06
40. No. 5. Xo! passarinho (Shoo! Little Bird) 00:01:07
41. No. 6. Sinh’Aninha (Miss Aninha) 00:00:37
42. No. 7. Vestidinho branco (Little White Dress) 00:01:01

Guia pratico IX
43. No. 1. Laranjeira pequenina (Small Orange Tree) 00:00:59
44. No. 2. Pombinha, rolinha – brinquedo de roda (Little Dove, Little Pigeon – round song) 00:01:40
45. No. 3. O ciranda, o cirandinha – round song 00:00:45
46. No. 4. A velha que tinha nove filhas (The Old Woman Who Had Nine Daughters) 00:01:06
47. No. 5. Constante (Faithful) 00:00:57
48. No. 6. O castelo (The Castle) 00:01:22

Total Playing Time: 01:03:14

Sonia Rubinsky, piano

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PQP

50 anos sem Heitor Villa-Lobos (1887-1959): Os Choros de Câmara

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Aqui vai um CD antológico da saudosa gravadora Kuarup. Insuperável.

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Heitor Villa-Lobos – Os Choros de Câmara

01 Choros nº 1
02 Choros nº 2
03 Choros nº 3 (Picapau)
04 Choros nº 4
05 Choros nº 5 (Alma Brasileira)
06 Choros nº 2 – transcrição para piano
07 Choros nº 7 (Settimino)
08 Dois Choros (Bis)

“Primeira gravação completa da série dos Choros para formação de câmara. Gravada no Rio com os principais solistas villa-lobianos regidos por Mário Tavares, com participações especiais de Sérgio Assad (violão), Paulo Moura (sax), Murilo Santos (piano) e o coro masculino da Associação de Canto Coral”. – Retirado do site da Kuarup.

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CVL

50 anos sem Heitor Villa-Lobos (1887-1959): Música para Piano – Bachianas Brasileiras No. 4 / Carnaval das Crianças

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Bachianas Nº 4 em grande interpretação. Prescinde de comentários, certo?

VILLA-LOBOS: Piano Music, Vol. 4 (Bachianas Brasileiras No. 4 / Children’s Carnival)

Bachianas brasileiras No. 4 for Piano
1. Preludio: Introducao 00:06:18
2. Coral: Canto do sertao 00:04:36
3. Aria: Cantiga 00:05:28
4. Dansa: Miudinho 00:03:30
Sonia Rubinsky, piano

Poema singelo (Simple Song)
5. Poema singelo (Simple Song) 00:06:09
Sonia Rubinsky, piano

Carnaval das Criancas (Children’s Carnival)
6. I. O Ginete do Pierrozinho (The Little Pierrot’s Pony) 00:01:08
7. II. O Chicote do Diabinho (The Little Devil’s Wrap) 00:01:40
8. III. A Manha da Pierrete (The Pierrette’s Ruse) 00:02:14
9. IV. Os Guizos do Dominozinho (The Little Domino’s Jingle Bells) 00:01:11
10. V. As Peripecias do Trapeirozinho (The Little Ragpiper’s Adventures) 00:01:31
11. VI. As Traquinices do Mascarado Mignon (The Masked Boy’s Pranks) 00:01:35
12. VII. A Gaita de um Precoce Fantasiado (The Fife of a Precocious Daydreamer) 00:02:50
13. VIII. A Folia de um Bloco Infantil (The Gaiety of a Children’s Band) 00:03:15
Tatjana Rankovich, piano
Sonia Rubinsky, piano

Francette et Pia
14. Francette et Pia 00:15:35
Tatjana Rankovich, piano
Sonia Rubinsky, piano

A Fiandeira (The Spinner)

15. A Fiandeira (The Spinner) 00:02:56
Sonia Rubinsky, piano

Simples Coletanea (Simple Collection)
16. Valsa mistica (Mystic Valtz) 00:01:40
17. Num berco encantado (In an Enchanted Cradle) 00:02:33
18. Rhodante (Round Dance) 00:01:52
Sonia Rubinsky, piano

Valsa romantica
19. Valsa romantica 00:03:43
Sonia Rubinsky, piano

Total Playing Time: 01:09:44

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PQP

George Frederic Haendel (1685-1759) – Rinaldo – Bartoli

Dentre nossos inúmeros leitores-ouvintes, um tem se destacado nos últimos tempos por seus insistentes e irritantes pedidos de postagem. Já há algum tempo resolvi ignorar, porém um pedido seu me chamou atenção há umas duas semanas atrás, e era exatamente a ópera “Rinaldo” de Handel.
Como eu e mano PQP estamos promovendo um verdadeiro festival barroco nas últimas semanas, resolvi atender ao pedido, mas aviso que será o primeiro e último do ano, ao menos de minha parte. Se o ouvinte em questão soubesse do trabalho que dá a postagem, seria menos insistente em seus pedidos. Subir uma ópera com quase três horas de duração para o rapidshare com a internet que tenho é de testar a paciência de qualquer um.
Mas vamos ao que interessa. Essa gravação que trago é magnífica, e traz Cecilia Bartoli, Bernarda Fink e o contratenor David Daniels nos papéis principais, e todos sob o comando de Christopher Hogwood e a Academy of Ancient Music. Esta gravação ganhou o “Editor´s Choice” de 2001 da prestigiosa revista “Grammophone”. O texto abaixo é retirado da wikipedia:

Rinaldo was the first opera Handel produced for London and the first Italian opera composed specifically for the London stage. It was first performed at the Queen’s Theatre in The Haymarket on 24 February 1711. It was a great success thanks in part to the participation of two of the leading castrati of the era, Nicolo Grimaldi and Valentino Urbani. The strains of financing its grand production, however, resulted in liens from the unpaid craftsmen, and the Lord Chamberlain’s office revoked the impresario Aaron Hill’s license nine days after the opening of Rinaldo.
The pastoral idyll of the plot (Armida’s hate for the crusaders turned into love for one crusader, Rinaldo) appealed to many Baroque artists; see also List of operas set in the Crusades. The libretto was initially written in some form by Aaron Hill, who had taken up the management of the Queen’s Theatre for the season 1710–11, and translated into Italian by Rossi, as opera seria in any other language was unthinkable on the London stage. The extent of Hill’s involvement is disputed: in modern terms it might be said that he provided the “treatment” of Tasso’s poem. Hill provided a preface to the published libretto, outlining his artistic purposes, which were to add to recently heard imported Italian operas, which, however, had been “compos’d for Tastes and Voices, different from those who were to sing and hear them on the English Stage” and to provide the features that London audiences had come to expect “the Machines and Decorations, which bestow so great a Beauty on their Appearance”, which had their London origins in the Restoration spectaculars, or “machine plays”. He hoped therefore “to fill the eye with more delightful Prospects, so to give Two Senses equal pleasure’”. Musicologist Anthony Hicks writes, “In essence he wanted to re-create the spectacular stage effects which had been a feature of the semi-operas of the previous decade (notably Purcell’s King Arthur) while allowing the music to take the new Italian form dominated by solo arias connected by recitative.”
The opera was revived in each of the next three years with various changes of cast and consequent revisions, although detailed information has not survived. Librettos for later revised versions performed in 1717 and 1731 do, however, exist.

Synopsis

At the time of the First Crusade, forces led by Goffredo (Godfrey of Bouillon) are laying siege on Jerusalem which is under the rule of the Saracen king Argante. Aiding Goffredo are his brother Eustazio and Goffredo’s daughter Almirena, who is in love with the knight Rinaldo. But Rinaldo is taken hostage by Armida, Argante’s ally, who is the Queen of Damascus and a powerful enchantress.

Act 1

The Christian camp outside the gates of Jerusalem. Rinaldo, a knight, reminds Goffredo, the captain general of the Crusade force, that Goffredo promised him the hand of his daughter Almirena, if the city is conquered. Armida, Queen of Damascus, enchantress and mistress of Argante, the Saracen king of Jerusalem, arrives in a fiery chariot and tells him that they will only conquer the city if Rinaldo is detached from the Christian army. In a grove, Almirena and Rinaldo affirm their love. Armida leads Almirena away. When Rinaldo resists, the women are carried away in a black cloud and Rinaldo is devastated. Goffredo and his brother Eustazio enter and the latter advises consulting a hermit to defeat Armida. Rinaldo calls on tempests to help him.

Act 2

On a seashore, amid mermaids, Rinaldo and Goffredo complain about how far they must travel to find the hermit. Eustazio tells them they are close to their destination. Rinaldo is lured into a boat by a spirit in the form of a lovely woman who tells him Almirena has sent her. His companions are unable to prevent him entering the boat. In Armida’s enchanted palace garden, Argante makes advances to Almirena, saying he can prove his love by breaking Armida’s spell. She pleads to be left alone. Armida is pleased at Rinaldo’s capture and offers him her love. When he refuses, she changes her appearance to that of Almirena. Taken in at first, he is furious when the deception is revealed. On Argante’s arrival, she again changes her appearance which only exposes his affection for Almirena. She calls for revenge.

Act 3

The hermit’s cave at the bottom of a mountain with a palace at the top. The hermit-magician tells Goffredo and Eustazio that Rinaldo and Almirena are prisoners in the palace. The Christians’ first attempt to release them is repelled by ‘ugly’ spirits, they escape back to the cave and the magician gives them special wands to conquer witchcraft. They strike the palace gates, the mountain disappears, leaving Goffredo and Eustazio clinging to the sides of a huge rock in the middle of the sea. Armida tries to stab Almirena, Rinaldo draws his sword but is restrained by spirits. His companions arrive and use their wands to transform the garden into the area near the city gate at Jerusalem. They are reunited with Rinaldo. Armida again tries to stab Almirena, Rinaldo attacks her and she vanishes. Argante and Armida are reconciled. The armies prepare to fight. The Christians win, thanks to Rinaldo. Argante and Armida are captured and profess the Christian faith. Almirena and Rinaldo are united.

O Libretto da ópera pode ser encontrado aqui . Aviso: texto original em italiano, sem tradução nem para o inglês.

CD 1
1. Rinaldo / Act 1 – Ouverture
2. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Delle nostre fatiche
3. Rinaldo / Act 1 – Aria: Sovra balze
4. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Signor, già dal tuo senno David Daniels
5. Rinaldo / Act 1 – Aria: Combatti da forte
6. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Questi saggi consigli
7. Rinaldo / Act 1 – Aria: Ogn’indugio
8. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Signor, che delle stelle
9. Rinaldo / Act 1 – Aria: Sulla ruota di fortuna
10. Rinaldo / Act 1 – Aria: Sibilar gli angui d’Aletto
11. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Goffredo, se t’arrise
12. Rinaldo / Act 1 – Aria: No, no, che quest’alma
13. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Infra dubbi di Marte
14. Rinaldo / Act 1 – Aria: Vieni, o cara Gerald Finley
15. Rinaldo / Act 1 – Aria: Furie terribili Luba Orgonasova
16. Rinaldo / Act 1 – Recitativo ed Accompagnato: Come a tempo giungesti
17. Rinaldo / Act 1 – Aria: Molto voglio
18. Rinaldo / Act 1 – Aria: Augellette, che cantate
19. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Adorato mio sposo
20. Rinaldo / Act 1 – Duetto: Scherzano sul tuo volto
21. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Al valor del mio brando Luba Orgonasova
22. Rinaldo / Act 1 – Prelude
23. Rinaldo / Act 1 – Aria: Cara sposa
24. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Ch’insolito stupore
25. Rinaldo / Act 1 – Aria: Cor ingrato
26. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Io all’ora impugno il brando
27. Rinaldo / Act 1 – Aria: Col valor, colla virtù
28. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Di speranza un bel raggio
29. Rinaldo / Act 1 – Aria: Venti, turbini

CD2

1. Rinaldo / Act 2 – Aria: Siam prossimi!
2. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: A quei sassa bramato
3. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Per raccor d’Almirena
4. Rinaldo / Act 2 – Aria a 2: Il vostro maggio
5. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Qual incognita forza
6. Rinaldo / Act 2 – Aria: Il Tricerbero umiliato David Daniels
7. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Signor, strano ardimento!
8. Rinaldo / Act 2 – Aria: Scorta rea di cieco amore
9. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Ciò fu indegna
10. Rinaldo / Act 2 – Aria: Mio cor
11. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Armida dispietata!
12. Rinaldo / Act 2 – Aria: Lascia ch’io pianga
13. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Ah! Sul bel labbro Amore
14. Rinaldo / Act 2 – Aria: Basta che sol tu chieda
15. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Cingetemi d’allori
16. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Perfida, un cor illustre
17. Rinaldo / Act 2 – Duetto: Fermati!
18. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Crudel, tu ch’involasti
19. Rinaldo / Act 2 – Aria: Abbrucio, avvampo e fremo
20. Rinaldo / Act 2 – Recitativo accompagnato: Dunque i lacci d’un volto
21. Rinaldo / Act 2 – Aria: Ah! Crudel!
22. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Riprendiam d’Almirena
23. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Adorata Almirena
24. Rinaldo / Act 2 – Aria: Vo’far guerra

CD 3

1. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Quivi par che rubella
2. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: La causa che vi spinge
3. Rinaldo / Act 3 – Sinfonia
4. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Qui vomita Cocito
5. Rinaldo / Act 3 – Aria e Recitativo: Andate, o forti
6. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Mori svenata
7. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Nella guardata soglia
8. Rinaldo / Act 3 – Aria: Sorge nel petto
9. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Al trionfo s’affretti
10. Rinaldo / Act 3 – Aria: E un incendio
11. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Chiuso fra quelle mura
12. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Per fomentar lo sdegno
13. Rinaldo / Act 3 – March
14. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: In quel bosco si strali
15. Rinaldo / Act 3 – Duetto: Al trionfo del nostro furore
16. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Di quel strani accidenti
17. Rinaldo / Act 3 – Aria: Bel piacere
18. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Signor, l’oste nemica
19. Rinaldo / Act 3 – Aria: Di Sion nell’alta sede
20. Rinaldo / Act 3 – March
21. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Se ciò t’è in grado, O Prence
22. Rinaldo / Act 3 – Aria: Or la tromba
23. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Miei fidi, ecco là un campo
24. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Magnanimi campioni
25. Rinaldo / Act 3 – Aria: Sola del brando
26. Rinaldo / Act 3 – Battaglia
27. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Goffredo, ecco il superbo
28. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Ecco, german, la cruda
29. Rinaldo / Act 3 – Coro: Vinto è sol dalla virtù

Bernarda Fink – Goffredo
Cecilia Bartoli – Almirena
David Daniels – Rinaldo
Eustazio – Daniel Taylor
Argante – Gerald Finley
Armida – Luba Organosova
Mago Cristano – Bejun Mehta
Donna Sirenna II – Ana-Maria Rincón
Sirena I – Catherine Bott
Un araldo – Mark Padmore

The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood

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Georg Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures – Vol. 2

Estou já há alguns dias só ouvindo esta série, um excepcional trabalho de Patrick Peire frente ao Collegium Instrumentale Brugellense. Cada peça é uma obra prima, e traz toda a genialidade deste tão menosprezado compositor (mas que felizmente tem sido redescoberto pelas novas gerações), considerado o maior de sua época, lembrando que ele é contemporâneo de papai, mas foi o compositor que fez o maior sucesso de sua época. Após concluir esta série de 9 cds, quero trazer outras gravações dele, alguns concertos, e talvez um oratório, vai depender de meu tempo disponível e minha paciência para aturar a boa vontade da minha operadora de telefonia.
Estou postando os três cds do segundo volume. Devo trazer o último volume no próximo final de semana, se não ocorrer nenhum contratempo.

CD 1
01 – Ouverture ‘Ouverture jointes d’une Suite tragi-comique’ TWV 55-D22
02 – Le Podagre (Loure(
03 – Reméde expérimenté; La Poste et la Dance (Menuet)
04 – L’Hypocondre (Sarabande-Gigue-Sar-Bourré-Sar-Hornpipe-Sar-La Suave)
05 – Reméde; Souffrance héroique – Marche
06 – Le Petit-Maitre
07 – Reméde; Petite-maison (Furies)
08 – Ouverture TWV 55-e7
09 – Le Contentetement
10 – Gavotte
11 – Loure
12 – Menuet
13 – Rondeau
14 – Canarie
15 – Ouverture TWV 55-h4
16 – Gavotte
17 – Loure
18 – Rejouissance
19 – La Bravoure
20 – Menuets I & II
21 – Rodomontate
22 – Ouverture TWV 55-e3
23 – Les Cyclopes
24 – Menuet Trio
25 – Galimatias en Rondeau
26 – Hornpipe

CD 2
01 – Ouverture TWV 55-d3 – Ouverture
02 – Menuet 1 & 2
03 – Gavotte
04 – Courante
05 – Air
06 – Loure
07 – Hornpipe
08 – Canaries
09 – Gique
10 – Ouverture TWV 55-F4 – Ouverture
11 – Pastorelle en rondau
12 – Sarabande
13 – Menuet
14 – Bouree
15 – Ouverture ‘La Bourse’ TWV 55-B11 – Ouverture
16 – Le repos interrompu
17 – La guerre en la paix
18 – Les Vainqueurs vaincus
19 – La Solitude associée
20 – L’Espérance de Missisippi )Vivement)21 – Ouverture TWV 55-ES1 – Ouverture
22 – La Douceur
23 – Menuet 1 & 2
24 – Les Coureurs
25 – Air
26 – Les Cladiateurs
27 – Les Querelleurs

CD 3
01 – Ouverture TWV 55-C6
02 – Harlequinade
03 – Espaniol
04 – Bourée en Trompette
05 – Sommeille
06 – Rondeau
07 – Menuets 1 & 2
08 – Gigue
09 – Ouverture TWV 55-f1
10 – Menuets 1 & 2
11 – Rondeau
12 – Sarabande
13 – Passepied
14 – Plainte
15 – Allemande
16 – Chaconne
17 – Gigue
18 – Ouverture ‘Burlesque’ TWV 55-B8
19 – Scaramouches
20 – Harlequinade
21 – Colombine
22 – Pierrot (viste)
23 – Menuets 1 & 2
24 – Mezzetin en Turc
25 – Ouverture TWV 55-g9
26 – Gavotte en Rondeau
27 – Loure (Gravement, se joue la 2me fouis alternativement doux et fort)
28 – Gigue (Legérement)
29 – Menuets 1 & 2
30 – (Bourré)
31 – Chaconne

Dirk Lippens, Dirk Lievens – Violins
Phillip Benoit, Linden Vanden Berk – Flutes
Elizabeth Schollaert, Ban Nolf – Oboes
Luc Loubry – Basson
Collegium Instrumentale Brugellense
Patrick Peire – Director

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SENSACIONAL CONCURSO – RESULTADOS FINAIS

Foram recebidas 55 respostas. CRISTIANE MIRANDA é a cara!!! Respondeu em primeiro lugar, com vários corpos de vantagem. Parabéns … essa mulher é um gênio!
A classificação dos 7 primeiros que responderam com 100% de acerto é:

1º lugar: Cristiane Miranda
2º lugar: Marcelo Herbert
3º lugar: Wellinton Martins
4º lugar: Wagner Clemente
5º lugar: Humberto Rodrigues de Sá
6º lugar: Eduardo Nakaguma
7º lugar: Herbert Vasconcelos

Mensão honrosa aos dois gênios que afirmaram ser Maria Madalena dos Anzóis Pereira a mulher com quem o Pe. José Maurício teve 5 filhos! A esses dois iluminados, recomendo a leitura aqui.

Abaixo, as respostas corretas:

1. Em qual estado da federação fica o Museu da Música de Mariana?
a) SP
b) RS
c) MS
d) MG

2. Por que são 9 CDs e tem somente 7 livros de partituras disponíveis?
a) Contamos errado.
b) Dois exemplares já foram doados aos descendentes de um compositor.
c) 7 é um número fantasioso.
d) A prova dos nove de 9 + 7 dá 7.

3. O que significam as iniciais CPM, seguidas de um número, que às vezes aparecem nas obras do Pe. José Maurício?
a) Cadastro Público de Mariana, orgão municipal, guardião das partituras das obras do Pe. José Maurício.
b) Cadastro do Padre Maurício, elaborado pelo Episcopado de Mariana.
c) Coleção Padre Maurício, organizado pelo Museu da Música de Mariana.
d) São as iniciais de Cleofe Person de Mattos, musicóloga e maestrina que catalogou as obras do Pe. José Maurício.

4. Como se chamava a mulher com quem o Pe. José Maurício teve 5 filhos?
a) Maria Madalena dos Anzóis Pereira
b) Domitília de Castro e Canto Melo
c) Severiana Rosa de Castro
d) Luciana Gimenez

5. Qual foi o imperador brasileiro que compôs o “Hino da Carta Constitucional”?
a) Adriano
b) Pedro I
c) Pedro II
d) Pedro Bó

6. Sigismund von Neukomm foi o discípulo predileto de:
a) Haydn
b) Beethoven
c) Hitler
d) Mozart

7. A 5ª Sinfonia de Beethoven foi importante na II Guerra Mundial, pois:
a) Acalmava e revigorava os ânimos dos soldados aliados, enquanto descansavam das árduas batalhas.
b) No Código Morse, seus 4 primeiros acordes formam a letra “V”, de Vitória. Quando a BBC de Londres tocou a 5ª Sinfonia, foi dado o sinal para as tropas aliadas iniciarem a invasão da Normandia, no Dia D.
c) Era a música que tocava enquanto Roosevelt, Churchill e Stalin redesenhavam as fronteiras da Europa pós-guerra, na Conferência de Yalta. Foi a música escolhida para influenciar subliminarmente Stalin a ceder a Criméia ao bloco ocidental.
d) Que ideia! A 5ª tem tanto a ver com a II Guerra como com a guerra do tráfico nos morros do Rio de Janeiro.

8. Em qual filme Ingrid Bergman pronunciou a famosa frase: Play it again, Sam.
a) A um passo da eternidade
b) O homem que sabia demais
c) Casablanca
d) nenhuma das respostas acima. Foi a grande “pegadinha” que derrotou muita gente. Veja aqui

9. Com qual conjunto Juscelino Kubitschek gravou um LP de serestas:
a) Grupo de Serestas de Diamantina
b) Coral de Ouro Preto
c) Seresteiros de Diamantina
d) Exaltasamba

10. Quando ocorreu a primeira postagem no PQPBach?
a) 7 de setembro de 2007
b) 21 de abril de 2006
c) 25 de dezembro de 2007
d) 15 de novembro de 2006

11. Don McLean compôs e interpretou uma belíssima canção que homenageia um pintor daltônico. Quem é ele?
a) Vincent van Gogh
b) Salvador Dali
c) Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso
d) Paul Cézanne

12. “Onde não há prazer não há proveito.”
a) Cicciolina
b) William Shakespeare
c) Fernando Gabeira
d) Bruna Surfistinha

13. No dia 17 de novembro comemora-se 50 anos da morte de qual músico(a)?
a) Buddy Holly
b) Ritchie Valens
c) Heitor Villa-Lobos
d) Dolores Duran

14. Se não houver mesmo marmelada e eu fosse um dos 7 contemplados, me interessaria pelo:
a) Volume I – Pentecostes
b) Volume II – Missas
c) Volume III – Sábado Santo
d) Volume V – Natal
e) Volume VI – Quinta-Feira Santa
f) Volume VIII – Ladainha de Nossa Senhora
g) Volume IX – Música Fúnebre
h) Pela Penélope Cruz. (Sentiu-se injuriada com as respostas. Antes de sair batendo a porta, esbravejou: Esses brasileiros preferem os volumes de Mariana aos meus!)

Solicito aos sete vencedores enviarem seus endereços para [email protected], sem esquecer o CEP.

A todos, meu muito obrigado pela vibrante participação! Ao PQP, obrigado pela colaboração.

Até a próxima,

Avicenna

George Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures – Vol. 1 – CD 3

Começou a chover forte aqui na minha cidade, depois de uma semana de calor infernal, sempre próximo aos 40 graus, o que não nos deixa com vontade para fazer nada.

Eis o terceiro cd que faltava do primeiro volume das aberturas de Telemann, e que devido à problemas técnicos acabei perdendo. A boa notícia é que já consegui o terceiro volume que virá com o tempo, claro que depois do segundo, e claro que depois da analisar a receptividade da postagem.

A postagem está sempre à cargo do excelente Collegium Instrumentale Brugense sob a direção de Patrick Peire.

George Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures – Vol. 1 – CD 3
01 – Ouverture TWV 55-C6
02 – Harlequinade
03 – Espaniol
04 – Bourée en Trompette
05 – Sommeille
06 – Rondeau
07 – Menuets 1 & 2
08 – Gigue
09 – Ouverture TWV 55-f110 – Menuets 1 & 2
11 – Rondeau
12 – Sarabande
13 – Passepied
14 – Plainte
15 – Allemande
16 – Chaconne
17 – Gigue
18 – Ouverture ‘Burlesque’ TWV 55-B8
19 – Scaramouches
20 – Harlequinade
21 – Colombine
22 – Pierrot (viste)
23 – Menuets 1 & 2
24 – Mezzetin en Turc
25 – Ouverture TWV 55-g9
26 – Gavotte en Rondeau
27 – Loure (Gravement, se joue la 2me fouis alternativement doux et fort)
28 – Gigue (Legérement)
29 – Menuets 1 & 2
30 – (Bourré)
31 – Chaconne

Os solistas são os mesmos dos cds anteriores.

Collegium Instrumentale Brugense
Patrick Peire – Director

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Piotr Ilich Tchaikovsky (1840-1893) – Sleeping Beauty – Gergiev

Para desespero do mano PQP, mais um Tchaikovsky, e mais um balé dele, sempre pelas mãos competentes de Valery Gergiev e sua Kirov Orchestra, uma galera altamente especializada nesse repertório.
Para variar, sem muito tempo e paciência para entrar em maiores detalhes, os deixo em excelentes mãos.
Ah, ess cd traz uma versão “highlights” da obra, que dura originalmente 3 cds (creio que mano PQP se enforcaria na primeira árvore que encontrasse pelo caminho se tivesse de encarar essas três horas de balé).

Um resumo do enredo da obra pode ser encontrado aqui.

Piotr Ilich Tchaikovsky – Sleeping Beauty – Gergiev

1. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Introduction
2. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 1. Marche
3. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 2. Scène dansante
4. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 3. Pas de six: Variation V (Violente)
5. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 3. Pas de six: Variation VI (La Fée des lilas)
6. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 3. Pas de six: Coda
7. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 4. Final
8. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 2. 17. Panorama
9. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 2. 19. Entracte symphonique (Le sommeil) et scène 10. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 2. 20. Final
11. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 22. Polacca
12. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre
13. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation I (La fée-Or)
14. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation II (La Fée-Argent)
15. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation III (La Fée-Saphir)
16. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation IV (La Fée-Diamant)
17. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Coda
18. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 24. Pas de caractère (Le chat botté et la chatte blanche)
19. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 25. Pas de quatre
20. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 25. Pas de quatre: Variation I (Cendrillon et Fortuné)
21. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 25. Pas de quatre: Variation II (L’Oiseau bleu et la princesse Florine)
22. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 26. Pas de caractère (Le petit chaperon rouge et le loup)
23. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 27. Pas berrichon (Le petit poucet, ses frères et l’ogre)
24. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 28. Pas de deuv: Variation I (Désiré)
25. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 28. Pas de deuv: Variation I (Aurore)
26. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 1. 8. Pas d’action: Adagio “de la rose”
27. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 1. 6. Valse

St Petersburg Kirov Orchestra
Valery Gergiev – Conductor

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SENSACIONAL CONCURSO!! GANHE PREMIOS NO P.Q.P. BACH!! É AGORA QUE VOCÊ VAI REALIZAR SEUS SONHOS MAIS ERÓTICOS !!

Os 9 CD’s da famosa coleção do Museu da Música de Mariana já foram postados. Queremos agora compartilhar os respectivos livros de partituras originais com nossos ouvintes, através deste concurso dificílimo. Impossível alguém acertar todas as respostas.

Veja o filme sobre estes livros de partituras no Youtube!

Regulamento:
1 – Os 7 primeiros que acertarem o maior número de perguntas receberão gratuitamente pelo Sedex um dos livros de partituras original do Museu da Música de Mariana.
2 – Serão consideradas as respostas recebidas até domingo, 08.11.09, às 21:00 horas e os vencedores serão anunciados na segunda-feira seguinte, 09.11.09, às 19:00 horas.
3 – Os protestos e discordâncias serão devidamente analisados e julgados de forma arbitrária, fascista e aleatória pela Comissão Julgadora.

Responda as perguntas abaixo. Envie suas respostas para [email protected]. Não responda nos “Comentários”.

1. Em qual estado da federação fica o Museu da Música de Mariana?
a) SP
b) RS
c) MS
d) MG

2. Por que são 9 CDs e tem somente 7 livros de partituras disponíveis?
a) Contamos errado.
b) Dois exemplares já foram doados aos descendentes de um compositor.
c) 7 é um número fantasioso.
d) A prova dos nove de 9 + 7 dá 7.

3. O que significam as iniciais CPM, seguidas de um número, que às vezes aparecem nas obras do Pe. José Maurício?
a) São as iniciais de Cadastro Público de Mariana, orgão municipal guardião das partituras das obras do Pe. José Maurício.
b) São as iniciais de Cadastro do Padre Maurício, elaborado pelo Episcopado de Mariana, para melhor catalogar as obras do Pe. José Maurício.
c) São as iniciais de Coleção Padre Maurício, organizado pelo Museu da Música de Mariana, gestor das obras do Pe. José Maurício, segundo seu testamento.
d) São as iniciais de Cleofe Person de Mattos, musicóloga e maestrina que catalogou as obras do Pe. José Maurício.

4. Como se chamava a mulher com quem o Pe. José Maurício teve 5 filhos?
a) Maria Madalena dos Anzóis Pereira
b) Domitília de Castro e Canto Melo
c) Severiana Rosa de Castro
d) Luciana Gimenez

5. Qual foi o imperador brasileiro que compôs o “Hino da Carta Constitucional”?
a) Adriano
b) Pedro I
c) Pedro II
d) Pedro Bó

6. Sigismund von Neukomm foi o discípulo predileto de:
a) Haydn
b) Beethoven
c) Hitler
d) Mozart

7. A 5ª Sinfonia de Beethoven foi importante na II Guerra Mundial, pois:
a) Acalmava e revigorava os ânimos dos soldados aliados, enquanto descansavam das árduas batalhas.
b) No Código Morse, seus 4 primeiros acordes formam a letra “V”, de Vitória. Quando a BBC de Londres tocou a 5ª Sinfonia, foi dado o sinal para as tropas aliadas iniciarem a invasão da Normandia, no Dia D.
c) Era a música que tocava enquanto Roosevelt, Churchill e Stalin redesenhavam as fronteiras da Europa pós-guerra, na Conferência de Yalta. Foi a música escolhida para influenciar subliminarmente Stalin a ceder a Criméia ao bloco ocidental.
d) Que ideia! A 5ª tem tanto a ver com a II Guerra como com a guerra do tráfico nos morros do Rio de Janeiro.

8. Em qual filme Ingrid Bergman pronunciou a famosa frase: Play it again, Sam.
a) A um passo da eternidade
b) O homem que sabia demais
c) Casablanca
d) nenhuma das respostas acima

9. Com qual conjunto Juscelino Kubitschek gravou um LP de serestas:
a) Grupo de Serestas de Diamantina
b) Coral de Ouro Preto
c) Seresteiros de Diamantina
d) Exaltasamba

10. Quando ocorreu a primeira postagem no PQPBach?
a) 7 de setembro de 2007
b) 21 de abril de 2006
c) 25 de dezembro de 2007
d) 15 de novembro de 2006

11. Don McLean compôs e interpretou uma belíssima canção que homenageia um pintor daltônico. Quem é ele?
a) Vincent van Gogh
b) Salvador Dali
c) Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso
d) Paul Cézanne

12. “Onde não há prazer não há proveito.”
a) Cicciolina
b) William Shakespeare
c) Fernando Gabeira
d) Bruna Surfistinha

13. No dia 17 de novembro comemora-se 50 anos da morte de qual músico(a)?
a) Buddy Holly
b) Ritchie Valens
c) Heitor Villa-Lobos
d) Dolores Duran

14. Se não houver mesmo marmelada e eu fosse um dos 7 contemplados, me interessaria pelo:
a) Volume I – Pentecostes
b) Volume II – Missas
c) Volume III – Sábado Santo
d) Volume V – Natal
e) Volume VI – Quinta-Feira Santa
f) Volume VIII – Ladainha de Nossa Senhora
g) Volume IX – Música Fúnebre
h) Pela Penélope Cruz

A sorte está lançada e o relógio já começou a cronometrar!! Boa sorte!

Galina Ustvolskaya (1919 – 2006): Trio – Sonata – Octeto

É difícil escrever uma lista extensa com o nome de grandes compositoras mulheres. O nome da freira Hildegard von Bingen (1098 – 1179), cuja vida fascinante , embebida de misticismo e visões, talvez possa ser colocada em primeiro lugar. Sua contribuição para música foi importantíssima no momento que a música, a nossa música, ainda estava em gestação. E depois dela? Pulando vários séculos, chegam os nomes de Clara Schumann e Fanny Mendelssohn. Duas compositoras do século XIX. É possível encontrar algumas gravações (ainda muito poucas) que nos mostram duas mulheres bem competentes. Lili Boulanger (1893 – 1918) foi uma das grandes promessas da música. Sua famosa irmã Nadia Boulanger, cuja vida no primeiro momento foi dedicada a composição, reconheceu a enorme superioridade e genialidade da irmã. Tornou-se professora por esse motivo. Mas Lili não suportou a doença e morreu muito jovem.
Hoje, quando penso nos principais compositores da atualidade (incluindo homens também), não titubeio em dizer: Gubaidulina e Saariaho. Elas são duas mulheres ativas e inovadoras que merecem nossa total atenção. Mas devo confessar que de todas essas encantadoras mulheres a minha preferida é a russa Galina Ustvolskaya. Cito aqui as palavras do seu mais importante professor, Dmitri Shostakovich: “Não sou eu quem está te influenciando, mas sim o contrário”. É verdade, a música de Ustvolskaya não se parece com a do mestre Shostakovich, nem mesmo na sua obra de estudante – o Trio para violino, clarinete e piano (1949) – aliás, sua música não lembra a de nenhum outro compositor. Alguns classificam sua música como neo-primitivista, devido a sua rudeza e repetições (não diria minimalista). Boa parte de suas composições nunca foram apresentadas ao vivo ou sequer gravadas, chegou ao ocidente apenas na década de 1980.
O octeto para 2 oboés, 4 violinos, tímpano e piano (1950), também uma obra de mocidade, é absurdamente atual e impactante. Pretendo postar outras obras dessa extraordinária e injustiçada compositora.

CDF
Faixas:
1 – Trio
2 – sonata for violin and piano
3 – Octet

The St. Petersburg soloists
Oleg Malov

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Ravi Shankar (1920) & Philip Glass (1937): Passages

Este é um álbum que sempre aparece nas minhas listas de mp3 para ouvir enquanto dirijo. O disco é composto por seis faixas de uma música predominantemente indiana e da melhor qualidade. É interessante salientar que apesar das distancias geográficas que separam os dois compositores, Glass em Nova Yorque e Shankar em Madras, o álbum possui uma unidade surpreendente.

É um trabalho que transcende ao mero rótulo exótico de crossover. É a perfeita fusão do Tao – Yang/Yin. Os módulos repetitivos que são marca do minimalismo de Glass (vozes e violoncelos lembrando muito o Villa-Lobos das Bachianas), têm tudo a ver com as ragas indianas.

Passages traz duas composições de Glass sobre temas de Shankar; duas de Shankar sobre temas de Glass; e uma peça autônoma de cada compositor. É uma música envolvente e hipnótica, como a naja. Não fossem Shankar e Glass dois hábeis encantadores de serpentes.

Simplesmente imperdível!

.oOo.

Ravi Shankar & Philip Glass: Passages

01 Offering 9:43
Composed by Ravi Shankar

02 Sadhanipa 8:37
Composed by Philip Glass

03 Channels And Winds 8:00
Composed by Philip Glass

04 Ragas In Minor Scale 7:37
Composed by Philip Glass

05 Meetings Along The Edge 8:09
Composed by Ravi Shankar

06 Prashanti 13:42
Composed by Ravi Shankar

Musicians

Strings
Tim Baker, violin – Barry Finclair, violin, viola – Mayuki Fukuhra, violin – Regis Iandiorio, violin – Karen Larlsud, violin – Sergiu Schwartz, violin – Masako Yanagita, violin, viola – Al Brown, viola – Richard Sortomme, viola – Seymour Barab, cello – Bervely Laudrisen, cello – Batia Lieberman, cello – Joe Carver, bass

Woodwinds
Thereza Norris, flute – Jack Kripl, flute, soprano saxophone – Jon Gibson, soprano saxophone – Pichard Peck, tenor, alto saxophone – Lenny Pickett, tenor, alto saxophone

Brass
Peter Gordon, french horn – Ron Sell, french horn – Keith O’Quinn, trombone – Allan Raph, trombone

Gorden Gottleib, percussion

Jeanie Gagne, voice

Michael Rieman, piano

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Marcelo Stravinsky

SENSACIONAL CONCURSO. GANHE PREMIOS NO P.Q.P. BACH!!

Os 9 CD’s da famosa coleção do Museu da Música de Mariana já foram postados.
Queremos agora compartilhar os respectivos livros de partituras originais com nossos ouvintes.
Um rico, exaustivo e dispendioso trabalho de 150 profissionais que durou 3 anos.

Fiquem ligados! Na quarta-feira, 04.11.09, às 19:00 horas lançaremos um “quiz” com 14 perguntas.
Os 7 primeiros que acertarem mais respostas receberão gratuitamente um dos livros de partituras pelo Sedex, além de uma noite com Mônica Bellucci num motel.
O concurso será acompanhado pelos auditores independentes da Bob Jefferson & Juíz Edilson Auditores Mui Honestos Ltda.
Os casos não previstos em nosso regulamento serão decididos pela comissão formada por Avicenna e sua consciência. Aqueles que reclamarem de suas justas decisões serão mandados à merda, sem direito à desagravo.

Veja o filme sobre estes livros de partituras no Youtube!

NÃO PERCAM!! NÃO É SEMPRE QUE TRATAMOS VOCÊS BEM!! FIQUEM LIGADOS!!

.: interlúdio: Christian McBride – Live at Tonic :.

Christian McBride é provavelmente o melhor baixista da sua geração — é um jovem, nasceu em 1972. Conquistou-me definitivamente com este disco, de um jazz ousado na forma, embora purista; mais tarde fui descobrir que McBride entrou com os dois pés no mundo do fusion e do groove. Neste Live at Tonic (NY) esta avenida é escancarada — o allaboutjazz diz o aponta como o melhor disco de funk jazz desde Agartha, de Miles Davis.

São três CDs que vão caminhando em direção à modernidade; o primeiro, principal, é fusion tradicional. No último há até DJs executando scratches enquanto os metais evocam tempos antigos de James Brown. Impossível não se deixar sorrir com as intervenções da plateia e imaginar a energia do show. Escandalize seus vizinhos tocando-o bem alto no dia de Finados que está chegando. É o que eu pretendo fazer. Quem quer ficar lamentando, que fique longe de mim!

Christian McBride – Live at Tonic /2006 [V2]

Christian McBride: acoustic and electric bass
Geoffrey Keezer: keyboards
Terreon Gully: drums
Ron Blake: tenor, baritone and soprano saxophones, flute
Charlie Hunter: guitar (CD 2)
Jason Moran: piano (CD 2)
Jenny Scheinman: violin (CD 2)
DJ Logic: turntables (CD 3)
Scratch: beatbox (CD 3)
Eric Krasno: guitars (CD 3)
Rashawn Ross: trumpet (CD 3)
Produzido por Andy Blackman Hurwitz e Christian McBride para a Rope-a-Dope

download (mediafire)
parte 1parte 2parte 3
(os pedaços estão compactados separadamente – pode baixar o primeiro e já sair escutando!)

download (rapidshare)
parte 1parte 2parte 3
(os pedaços estão compactados separadamente – pode baixar o primeiro e já sair escutando!)

CD 1 (10/01/2005)
01 Technicolor Nightmare
02 Say Something
03 Clerow’s Flipped
04 Lejos De Usted
05 Sonic Tonic
06 Hibiscus
07 Sitting on a Cloud
08 Boogie Woogie Waltz
CD 2 (10 e 11/01/2005)
01 See Jam, Hear Jam, Feel Jam
02 Out Jam/Give It Up or Turnit Loose
03 Lower East Side/Rock Jam
04 Hemisphere Jam
05 Bitches Brew
06 Out Jam/Via Mwandishi
07 Mwandishi Outcome Jam
08 The Comedown (LSD Jam)
CD 3 (11/01/2005)
01 E Jam
02 Ab Minor Jam
03 D Shuffle Jam
04 D Shuffle Jam (part 2)

Boa audição!
Blue Dog

Amaral Vieira (1952) – Te Deum e Requiem in memoriam

Dá pra perceber que, mesmo aparecendo pouco, tenho estado bastante lacônico – isso devido aos meus afazeres profissionais. Fica difícil canalizar boas ideias, mesmo que curtas, para compartilhar com vocês.

Se não tenho preparado textos tão bacanas quanto antes, pelo menos tenho tentado compensar com algumas gravações solicitadas, tal qual esta. Mas pretendo dar um basta em Amaral Vieira ainda este ano, pois tem gente na fila. É porque os fãs do compositor paulista constituem uma claque garantida neste blog – ainda por cima, muito educada e muito entusiasmada.

Volto no dia 17 de novembro…

***

Amaral Vieira – Te Deum e Requiem in memoriam

1. Te Deum, Op.181: I. Te Deum Laudamus
2. Te Deum, Op.181: II. Te Ergo Quaesumus
3. Te Deum, Op.181: III. Aeterna Fac
4. Te Deum, Op.181: IV. Salvum Fac Populum
5. Te Deum, Op.181: V. In Te Domine Speravi
6. Requiem in Memoriam, Op.203: I. Introitus
7. Requiem in Memoriam, Op.203: Kyrie
8. Requiem in Memoriam, Op.203: II. Offertorium
9. Requiem in Memoriam, Op.203: III. Sanctus
10. Requiem in Memoriam, Op.203: Benedictus
11. Requiem in Memoriam, Op.203: IV. Agnus Dei

Solistas: Vladimir Kubovcik, Denisa Slepkovska, Adriana Kohutkova, Simon Somorjai
Orquestra Sinfônica Eslovaca, regida por Marian Vach

BAIXE AQUI

CVL

Anacleto de Medeiros (1866-1907): Por Rogério Duprat

Um belíssimo e raro registro com algumas das mais importantes peças de Anacleto de Medeiros, com arranjos e regências de Rogério Duprat. Infelizmente o encarte do cd não informa a banda ou conjunto instrumental regido por Duprat.

Muitas páginas de Anacleto ficaram mais conhecidas pelas adaptações com letras de Catulo da Paixão Cearense, tendo os seus títulos modificados, como é o caso do famoso schotisch (xote) Yara, que passou a se chamar “Rasga o Coração”, sendo, ainda, usado por Villa-Lobos no seu Choros Nº 10.

Sobre o compositor

Anacleto de Medeiros foi um compositor carioca, filho de uma escrava liberta, que viveu, no Rio de Janeiro, na Ilha de Paquetá, na segunda metade do século XIX. Faleceu muito cedo, no início do século XX, vítima de colapso cardíado, com apenas 41 anos.

Anacleto foi aprendiz no Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, ali estudando música com o mestre Antônio dos Santos Bocot. Aprendeu a tocar flautim e saxofone em uma banda de Paquetá. Aos 18 anos, matriculou-se no Conservatório de Música (depois Escola Nacional de Música), tornando-se aluno de clarineta de Antônio Luís de Moura, tendo Francisco Braga como colega. Aos 20 anos recebia seu diploma de “professor de clarineta”.

Fundou, com músicos da extinta Banda de Paquetá, o Recreio Musical Paquetaense, para o qual compôs cantos sacros, missas e um Te Deum, que foram cantados em diversas igrejas do Rio de Janeiro, principalmente Paquetá.

Em 1896, foi convidado pelo comandante interino do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, tenente-coronel Eugênio Jardim, para dirigir a banda da corporação, a ser formada. Nessa época, Anacleto, que contava 30 anos de idade, já tocava todos os instrumentos de sopro, desde a flauta, seu primeiro instrumento, ao sax-soprano, o predileto, e a tuba, que executava com perfeição.
A frente da Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Anacleto de Medeiros tornou-se um dos pioneiros da gravação em nosso país, realizando cilindros e discos de cêra para a Casa Edison do Rio de janeiro.

Solteiro, muito moço ainda, faleceu na rua Paquetá, a 14 de agosto de 1907. Seu túmulo, no cemitério de Paquetá, está abandonado e sua obra (cerca de cem páginas, entre elas obras-primas como Yara, Terna Saudade, Farrula, Implorando e Jubileu) é pouco frequentada.

Fonte: Encarte do CD

Mais informações sobre Anacleto de Medeiros e sua obra

.oOo.

Anacleto de Medeiros: Por Rogério Duprat

Obs.: Entre aspas, títulos das peças que tiveram adaptação de Catulo da Paixão Cearense

01 Os Bohêmios “O boêmio” (tango) 3:11
02 Três Estrelinhas “O que tu és” (polca) 4:13
03 Implorando “Palma de martírio” (xote) 1:41
04 Em Ti Pensando (polca) 2:43
05 Não Me Olhes Assim (xote) 2:07
06 No Baile (quadrilha) 3:25
07 Terna Saudade “Por um beijo” (valsa) 2:25
08 Yara “Raga o coração” (xote) 2:23
09 Carolina (polca) 2:25
10 Benzinho “Sentimento Oculto” (xote) 3:25
11 Nenezinha e Catitinha (polca) 3:09
12 Cabeça de Porco (xote) 2:07

Arranjos e regências de Rogério Duprat

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Marcelo Stravinsky

Vixe, esqueci de te contar!

Vixe PQP, esqueci de te contar uma coisa engraçada que me aconteceu em São Paulo. Lá estava eu na fila da Sala São Paulo tentando conseguir ingressos para o Zubin Mehta (os quais eu não consegui), e encontro um grupo de amigos lá por perto. Minha amiga me apresenta para um desconhecido como Gilberto, que estuda composição. E não é que o cara vira e me pergunta:

— Gilberto Agostinho, aquele que publicou no PQP?

Tô ficando famoso graças a você.

Grande abraço,
Gilberto Agostinho (por e-mail)

PQP

Baroque Duet: Battle & Marsalis

Para ratificar a minha característica de imprevisibilidade, depois de postar Piazzolla, ataco agora com algo totalmente diferente. Quero apresentar um singelo álbum com peças em estilo barroco de renomados compositores alemães e italianos, Baroque Duet.

Acho que já é notória a pouca apreciação que tenho pela música vocal, porém “dou meu braço a torcer” em relação a esta gravação. Gosto do álbum por inteiro, mas confesso que tenho uma quedinha especial pelas 4 faixas retiradas das 7 Arie con Tromba Sola de A. Scarlatti, realmente algo de beleza transcendental.

Ao contrário do álbum Bach: Árias para Soprano e Violino, com Battle e Perlman (já postado aqui no blog), em que o violino tenta rivalizar com a voz em peças essencialmente vocais, o mesmo não ocorre neste cd, em que o dueto se dá entre Battle e Marsalis, vocal e trumpete. Kathleen demonstra todo o seu virtuosísmo lírico em contraponto a espantosa técnica do não menos espetacular Wynton, sem digladiações de ego. As duas estrelas se fundem e se completam em uma perfeita harmonia. Um belíssimo casamento.

Simplesinho, mas bonitinho! Vale a pena conferir!

.oOo.

Baroque Duet: Battle & Marsalis

Handel
01 Let The Bright Seraphim

A. Scarlatti (from 7 Arie con Tromba Sola)
02 Nº 1 – Si suoni la tromba
03 Nº 3 – Con voce festiva
04 Nº 4 – Rompe sprezza
05 Nº 6 – Mio tesoro per te moro

A. Scarlatti
06-13 Su le sponde del Tebro (Cantata)

Handel
14 Eternal Source

Predieri
15 Pace una volta (from Zenobia)

Stradella
16-19 Sinfonia before Il baecheggio (Part 1)

Bach
20 Seufzer, Tranen, Kummer, Not

Handel
21 Alle voci del bronzu guerriero

Bach (from Jauchzet Gott in allen Landen, Cantata Nº 51)
22 I – Aria
23 IV – Chorale; Alleluja

Kathleen Battle, soprano
Wynton Marsalis, trumpet
Orchestra Of St. Luke´s
John Nelson, conductor
Anthony Newman, harpsichord continuo

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Marcelo Stravinsky

George Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures

Mais barroco, e desta vez, um pacotaço de primeira. Tenho certeza de todos irão gostar. Estas aberturas de Telemann são de admirável qualidade, só reforçando a estima e admiração que tenho por este compositor, injustamente esquecido durante algumas décadas.
A coleção tem três volumes, com 3 cds cada. Por motivos técnicos, neste primeiro momento, estarei trazendo os dois primeiros cds do primeiro volume.
Telemann foi o compositor mais famoso de sua época, e sua produção é impressionante. Já foi inclusive listado no Guiness Book como o mais prolífico compositor de todos os tempos, com mais de 3000 obras reconhecidas, apesar de algumas ainda perdidas. Maiores informações biográficas podem ser encontradas na Wikipedia.
O Conjunto “Collegium Instrumentale Brugense” me era desconhecido até então, mas sua interpretação é perfeita, e seus solistas e seu diretor Patrick Peire também fazem um trabalho exemplar. Excelente escolha do selo “Brilliant Classics” e uma excelente forma para se passar este domingo.

Mas vamos ao que interessa.

George Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures  – CDs 1 e 2

CD 1
01 – Ouverture TWV 55-D18
02 – Menuet 1-Menuet 2
03 – Gavotte (En rondeau)
04 – Passacaille
05 – Air (Lentement)
06 – Les Postillons
07 – Fanfare (Tres vite)
Manu Mellaerts, Steven Devolder – Trumpets

08 – Ouverture ‘Burlesque de Quixotte’ TWV 55-G10
09 – Le Reveil de Quixotte
10 – Son Attaque des Moulins a Vent (Tres vite)
11 – Ses Soupirs amoureux apres la Princesse Dulcinee
12 – Sanche Panse berne
13 – Le Galope de Rosinante-Celui d’Ane de Sanche
14 – Le Couche de Quixotte
15 – Ouverture TWV 55-c2
16 – Air (Vivement)
17 – Rondeaux
18 – Fugue (Vivement)
19 – Gavotte 1-Gavotte 2
20 – Menuet 1-Menuet 2
21 – Gig
Elisabeth Schollaert, Bran Nolf – Oboes

22 – Ouverture TWV 55-D4
23 – Menuet 1-Menuet 2
24 – Furies (Tres viste)
25 – Entree
26 – Passepied 1-Passepied 2
27 – Loure
28 – Canaries
29 – Chaconne
30 – Air (Doucement)
Dirk Lippens, Dirk Lievens – Violin
Elisabeth Schollaert, Bran Nolf – Oboes
Marc Peire – Recorder

Collegium Instrumetale Brugense
Patrick Peire – Conductor

CD 2

01 – Ouverture ‘Alster Ouverture’ TWV 55-F11
02 – Die Canonierende Pallas
03 – Das Alster Echo
04 – Die Hamburgischen Glockenspiele
05 – Der Schwanen Gesang
06 – Der Alster Schaffer Dorf Music
07 – Die concertierenden Frosche und Krahen
08 – Der ruhende Pan
09 – Der Schaffer und Nymphen eilfertiger Abzug
Ivo Hadermann, Johan Van Neste, Rik Vercruysse, Bart Cypers Horns

10 – Ouverture ‘Volker Ouverture’ TWV 55-B5
11 – Menuet 1-Menuet 2 (Doucement)
12 – Les Turcs
13 – Les Suisses (Grave-Viste)
14 – Les Moscovites
15 – Les Portugais (Grave-Viste)
16 – Les Boiteux alternat.
17 – Les Coureurs

18 – Ouverture TWV 55-d2
19 – Rondeau
20 – Irlandoise
21 – Rejouissance
22 – Sarabande
23 – Les Scaramouches
24 – Menuet 1
25 – Menuet 2 (Doucement)
26 – Entree
Elisabeth Schollaert – Oboe

27 – Ouverture TWV 55-B7
28 – Rejouissance
29 – Loure
30 – Rondeau
31 – Menuet en Trio
32 – Gigue
Elisabeth Schollaert, Jan Maebe – Oboe
Koen Coppé – Basson
Collegium Instrumentale Brugense
Patrick Peire – Conductor

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

FDP Bach

SENSACIONAL CONCURSO. GANHE PREMIOS NO P.Q.P. BACH!!

Os 9 CD’s da famosa coleção do Museu da Música de Mariana já foram postados.
Queremos agora compartilhar os respectivos livros de partituras originais com nossos ouvintes.
Um rico, exaustivo e dispendioso trabalho de 150 profissionais que durou 3 anos.

Fiquem ligados! Na quarta-feira, 04.11.09, às 19:00 horas lançaremos um “quiz” com 14 perguntas.
Os 7 primeiros que acertarem mais respostas receberão gratuitamente um dos livros de partituras pelo Sedex, além de uma noite com Mônica Bellucci num motel.
O concurso será acompanhado pelos auditores independentes da Bob Jefferson & Juíz Edilson Auditores Mui Honestos Ltda.
Os casos não previstos em nosso regulamento serão decididos pela comissão formada por Avicenna e sua consciência. Aqueles que reclamarem de suas justas decisões serão mandados à merda, sem direito à desagravo.

Veja o filme sobre estes livros de partituras no Youtube!

NÃO PERCAM!! NÃO É SEMPRE QUE TRATAMOS VOCÊS BEM!! FIQUEM LIGADOS!!