200 Anos de Música em Versailles Uma viagem ao coração do Barroco Francês.
CD13/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: A Capela Real nos Tempos de Luiz XV.
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Numa época em que a ópera, o repertório sinfônico e a música de câmara monopolizavam a atenção das platéias de concertos, peças de órgãos escritas para os cultos da igreja também aspiravam à modernidade. A expressão sagrada afastou-se dos cânones do “Barroco” para fazer pleno uso dos acentos apaixonados e dramáticos do novo estilo clássico e enviar novos sons ecoando pelas catedrais e capelas.
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Isto é mostrado sem dúvida nas peças escritas por Daquin, Balbastre, Corette e alguns outros. André Campras foi um dos maiores compositores da sua geração. Seu estilo evoluiu para levar em conta as sucessivas estéticas que foram defendidas pelo envelhecido Louis XIV, o regente Philippe de Orleans, então o jovem Luís XV. Os muitos grands motets que ele compôs para a Capela Real são obras-primas de pureza e equilíbrio.
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Um pouco mais tarde no século, Mondonville tomou como modelo as obras de Lalande e Campra e desenvolveu ainda mais a luxuria da orquestra e a sinuosidade das vozes. O caráter eminentemente operista de seus grands motets também atraiu as audiências dos concertos do século XVIII.
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André Campra (França, 1660-1744) 01. Confitebor tibi domine: 1. Confitebor tibi 02. Confitebor tibi domine: 2. Magna opera 03. Confitebor tibi domine: 3. Confessio et magnificentia 04. Confitebor tibi domine: 4. Memoriam fecit 05. Confitebor tibi domine: 5. Memor erit 06. Confitebor tibi domine: 6. Fidelia omnia 07. Confitebor tibi domine: 7. Redemptionem misit Dominus 08. Confitebor tibi domine: 8. Sanctum et terribile 09. Confitebor tibi domine: 9. Intellectus bonus omnibus Jean-Joseph Cassanéa de Mondonville (França, 1711 – 1772) 10. Nisi Dominus: 1. Nisi Dominus 11. Nisi Dominus: 2. Vanum est vobis 12. Nisi Dominus: 3. Cum dederit dilectis 13. Nisi Dominus: 4. Sicut sagittae 14. Nisi Dominus: 5. Beatus vir 15. Nisi Dominus: 6. Non confundetur Le Parnasse Français, Louis Castelain, dir.
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Claude-Bénigne Balbastre (França, 1724 – 1799) 16. Livre d’orgue de Dijon (excerpts): Air 17. Livre d’orgue de Dijon (excerpts): Duo Michel Corrette (França, 1707 – 1795) 18. Noël: Vous qui désirez sans fin Louis-Claude Daquin (França, 1694 – 1772) 19. Noël sur les jeux d’anches Olivier Latry, orgue.
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200 Anos de Música em Versailles CD13/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: A Capela Real nos Tempos de Luiz XV.
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Hélène Grimaud é uma boa pianista. Não é daqueles pianistas da absoluta primeira linha, mas ela tem algo muito peculiar e importante: é uma notável escolhedora de repertório. Ela quase sempre pinça obras importantes de diferentes compositores que acabam por se combinar maravilhosamente. A Sonata de Liszt é grandiosa, sensacional. Por incrível que pareça, a peça do romântico fica ainda mais linda após Berg e precedendo Bartók. Não amei o Mozart de Grimaud, mas o CD para facilmente em pé. Vale a audição, ô, se não vale.
Mozart / Berg / Liszt / Bartók: Resonances
Mozart — Piano Sonata No. 8 In A Minor K. 310 (300d)
1 1. Allegro Maestoso 7:55
2 2. Andante Cantabile Con Espressione 10:22
3 3. Presto 2:55
Berg — Piano Sonata Op. 1
4 Piano Sonata Op. 1 – Mäßig Bewegt 11:37
Liszt — Piano Sonata In B Minor S 178
5 Piano Sonata In B Minor S 178 – Lento Assai – Allegro Energico – Grandioso – Recitativo – Andante Sostenuto – Allegro Energico – Andante Sostenuto – Lento Assai 30:13
Bartók — Román Népi Táncok BB 68
6 1. Joc Cu Bâtă 1:09
7 2. Brâul 0:28
8 3. Pe Loc 1:05
9 4. Buciumeana 1:23
10 5. Poargă Românască 0:29
11 6. Măruntel 0:59
A gravação que ora vos trago foi realizada pelo grande maestro alemão Klaus Tenstedt durante o período em que foi Diretor Artístico da Filarmônica de Londres. E que gravação, senhores. Segundo informações, Tenstedt não era muito afeito à música de ballet, mas rendeu-se à estas duas obras, ‘Petrouchka’ e ‘O Pássaro de Fogo’. Veio a falecer logo após a realização destas gravações.
As notas abaixo foram retiradas do booklet do CD:
“No balé russo clássico, o coreógrafo era rei: a música vinha mais abaixo na lista de prioridades. Então, é um sinal do radicalismo criativo dos ‘Ballets Russes’ de Diaghilev que Petrushka foi concebido por seu compositor. Stravinsky lembrou que no verão de 1910, enquanto se recuperava após a estreia de The Firebird, “eu queria me refrescar compondo uma peça orquestral na qual o piano tocaria a parte mais importante”.
Eu tinha em mente uma imagem distinta de um fantoche, subitamente dotado de vida, exasperando a paciência da orquestra com cascatas diabólicas de arpejos.
Quando Diaghilev visitou Stravinsky na Suíça pouco depois, ele foi cativado e imediatamente persuadiu Stravinsky a expandir a ideia em um balé de corpo inteiro. “Nós estabelecemos a cena da ação: a feira, com suas multidões, seus estandes, o pequeno teatro tradicional, o caráter do mago com todos os seus truques; e a vinda da vida dos bonecos ”, lembrou Stravinsky.”
1. Petrushka_ Tableau 1, The Shrovetide Fair
2. Petrushka_ Tableau 2, Petrushka’s Room
3. Petrushka_ Tableau 3, The Moor’s Room
4. Petrushka_ Tableau 4, The Shrovetide Fair (Evening)
5. The Firebird Suite_ I. Introduction
6. The Firebird Suite_ II. The Firebird and Its Dance
7. The Firebird Suite_ III. Variation of the Firebird
8. The Firebird Suite_ IV. Ring Dance of the Princesses
9. The Firebird Suite_ V. Infernal Dance of King Kashchey
10. The Firebird Suite_ VI. Lullaby
11. The Firebird Suite_ VII. Finale
London Philharmonic Orchestra
Klaus Tenstedt – Conductor
Lembram aquelas seleções de clássicos dos anos 70 e 80 que tinham gatinhos na capa? Ali, o Aleluia de Handel podia vir antes de Rhapsody in Blue, a qual era seguida da Abertura 1812, por exemplo. Mas, óin, as capas tinham gatinhos… Enfim, o apelido “Disco de Gatinhos” é de autoria do Júlio e da D. Cristina lá da King`s Discos, esplêndida loja que ficava na Galeria Chaves. Eles não gostavam muito daquelas seleções. Nem eu. Pois a grande surpresa aqui é o fato de eu ter gostado deste disco de gatinhos barrocos de Daniel Hope. Achei um mui digno caça-níqueis pontuado por obras inesperadas neste tipo de seleções. É o gênero de disco que as gravadoras fazem para popularizar de vez um artista muito bom e ganhar uma bela grana. E Hope é boníssimo e tem bom gosto. Se não tivesse, faria o habitual: uma salada sem gosto.
Andrea Falconieri (1585 – 1656)
1. Chaconne in G Major [3:14]
George Frideric Handel (1685 – 1759)
Suite No.15 in D minor for Harpsichord, HWV 447
2. 3. Sarabande [3:07]
Diego Ortiz
3. Ricercata segunda [1:25]
Andrea Falconieri (1585 – 1656)
4. La suave melodia [3:10]
Biagio Marini (1597 – 1665)
5. Passacalio in G minor [3:38]
Nicola Matteis
6. “La Vecchia Sarabanda” [4:17]
Johann Pachelbel (1653 – 1706)
Canon and Gigue in D major
7. 1. Canon [3:41]
8. 2. Gigue [1:25]
Georg Philipp Telemann (1681 – 1767)
Concerto for Violin concertato, Strings and Basso continuo in A minor, TWV 51:A1
9. Adagio [2:59]
10. Allegro [2:22]
11. Presto [1:41]
Johann Paul von Westhoff (1656 – 1705)
Sonata for Violin and Continuo III
12. Imitazione delle Campane [1:55]
Nicola Matteis
13. Ground after the Scotch Humour [1:50]
Francesco Geminiani
Concerto grosso No.5 in G minor
Arr. from Corelli’s Sonata Op.5 No. 5
14. 1. Adagio [3:02]
15. 2. Vivace [1:38]
16. 3. Adagio [2:45]
17. 4. Allegro [1:40]
Antonio Valente
18. Gagliarda Napolitana [1:51]
Andrea Falconieri (1585 – 1656)
19. Passacaglia in G Minor [2:56]
Jean-Marie Leclair (1697 – 1764)
20. Tambourin [1:44]
Anonymous
21. Greensleeves [4:40]
Johann Paul von Westhoff (1656 – 1705)
Sonata “La guerra” in A Major
22. La Guerra cosí nominata di sua maestà [0:46]
Sonata for Violin and Continuo II
Sonata for Violin and Continuo “Consacrate al Grand’ Apolline di questi tempi”
23. Imitazione del Liuto. Presto [2:26]
Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
Suite No.3 in D, BWV 1068
24. 2. Air [5:01]
Cello – Jonathan Cohen (7), William Conway
Double Bass – Enno Senft
Engineer – Mike Hatch
Executive-Producer – Dr. Alexander Buhr
Harpsichord, Organ – Kristian Bezuidenhout
Lute, Guitar, Theorbo – Stefan Maass, Stephan Rath (2)
Percussion – Hans-Kristian Kjos Sørensen
Photography By [Cover] – Harald Hoffmann
Producer – John West*
Viola – Stewart Eaton
Violin – Lucy Gould
Violin [Solo Violin Ii] – Lorenza Borrani
Violin, Executive Producer, Liner Notes – Daniel Hope
200 Anos de Música em Versailles Uma viagem ao coração do Barroco Francês.
CD12/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: No “Concert Spirituel”.
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O Concert Spirituel, a primeira sociedade de concertos públicos na França, foi inaugurada em Paris em 1725 e ao longo do século XVIII foi palco de intensa atividade criativa. As obras de compositores como Lalande, Mondonville, Rameau e muitos outros foram realizados lá regularmente.
Rameau é conhecido sobretudo por suas muitas óperas. Mas ele não começou a escrever para o palco até 1733, quando tinha cinquenta anos. Antes disso, ele já havia escrito alguns trabalhos muito bons, incluindo peças para cravo, cantatas e, especialmente, grands motets que estão entre as mais belas obras já escritas no gênero. Eles são tão elaborados quanto as cantatas de Bach, tão eloqüentes quanto os motetos de Lully ou Lalande e tão modernos quanto os oratórios de Handel; eles são insuperáveis. Suas características – árias refinadas, coros poderosos e sinfonias descritivas – anunciam suas futuras óperas.
Ao mesmo tempo, Mondonville ganhava fama internacional com seus motetos, escritos em um estilo brilhante e combinado.
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Jean-Joseph Cassanéa de Mondonville (França, 1711 – 1772) 01. Dominus regnavit: 1. Dominus regnavit 02. Dominus regnavit: 2. Et enim firmavit 03. Dominus regnavit: 3. Parata sedes 04. Dominus regnavit: 4. Elevaverunt flumina 05. Dominus regnavit: 5. Testimonia tua 06. Dominus regnavit: 6. Gloria Patri Jean-Philippe Rameau (France, 1683-1764) 07. In convertedo: 1. In convertendo 08. In convertedo: 2. Tunc repletum 09. In convertedo: 3. Magnificat Dominus 10. In convertedo: 4. Converte Domine 11. In convertedo: 5. Laudate nomen Dei 12. In convertedo: 6. Qui seminant in lacrimis 13. In convertedo: 7. Euntes ibant et flebant Les Arts Florissants, William Christie, dir. . 200 Anos de Música em Versailles CD12/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: No “Concert Spirituel”.
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The Photographer é uma performance em três partes para mídia mista acompanhada de música — a peça é também às vezes referida como uma ópera de câmara. O libreto é baseado na vida e no julgamento do fotógrafo inglês do século XIX Eadweard Muybridge (1830-1904). Em 1874, morando em São Francisco, Muybridge descobriu que sua esposa tinha um amante, o Major Harry Larkyns. Em outubro de 1874, ele procurou Larkyns e disse, “Good evening, Major, my name is Muybridge and here is the answer to the letter you sent my wife” (Boa noite Major, meu nome é Muybridge e aqui está a resposta para a carta que você enviou para minha esposa). Então, matou o Major com um tiro de espingarda. Muybridge foi absolvido por este ser considerado “um homicídio justificável”. Encomendado pelo Festival da Holanda, a ópera foi montada pela primeira vez em 1982 no Palácio Real de Amsterdã.
A música de The Photographer é muito boa.
Um dos trabalhos de Muybridge
Philip Glass (1937): The Photographer
A1 ACT I: “A Gentleman’s Honor” (Vocal) Lead Vocals – Marlene VerPlanck 3:17
A2 ACT II 16:25
A3 “A Gentleman’s Honor” (Instrumental) 3:15
B ACT III 19:17
Chorus – Adrienne Albert, Betty Baisch, Dora Ohrenstein, Maeretha Stewart, Marlene VerPlanck, Mary Sue Berry, Rose Marie Jun
Flute, Soprano Saxophone, Baritone Saxophone, Alto Saxophone – Jack Kripl
French Horn – Bob Carlisle, Ron Sell
Keyboards, Piano, Synthesizer [Bass], Engineer, Conductor – Michael Riesman
Producer, Engineer – Kurt Munkacsi
Producer, Music By, Organ [Electric] – Philip Glass
Strings – Carol Pool, Jeanne Ingraham*, Jill Jaffe, Judy Geist, Lew Eley*, Maureen Gallagher, Ted Israel*
Strings, Concertmaster – Marin Alsop
Trombone – Alan Raph, Jim Pugh
Trumpet – Ed Carroll*, Lew Soloff
Violin – Paul Zukofsky
Estas obras de Mendelssohn são obras de juventude, quando ele mal tinha completado 14 anos. Mas não se deixem iludir pela idade. O jovem Felix já era um compositor conhecido, e estas obras mostram que o rapaz tinha talento desde cedo. Classifiquei anteriormente este CD como IM-PER-DÍ-VEL e repito: este CD é IM-PER-DÍ-VEL. Podem baixar à vontade e ouçam com atenção. Obras de juventude geralmente são alegres, cheias de energia, e estas não são diferentes. O Concerto para Violino e Piano mostra um grande virtuosismo em sua escrita, e o cabeludo Ronald Brautigam não deixa por menos, toca com energia e vitalidade, muito bem acompanhado por uma violinista chamada Isabelle Van Keulen, que eu desconhecia até então. A Nieuw Sinfonietta Amsterdam é excelente, principalmente suas cordas, que dão um show no Concerto.
Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847): Concerto para Violino, Piano e Cordas e outras obras para Piano e Orquestra
01 – Concerto in D minor for Violin Piano and String Orchestra – Allegro
02 – Concerto in D minor for Violin Piano and String Orchestra – Adagio
03 – Concerto in D minor for Violin Piano and String Orchestra – Allegro Molto
04 – Capriccio brillant, Op 22, for Piano and Orchestra – Andante – Allegro con fucco
05 – Rondo brillant, Op. 29, for Piano and Orchestra
06 – Serenade and Allegro giocoso, Op. 43 for Piano and Orchestra – Andante
Ronald Brautigam – Piano
Isabelle Van Keulen – Violino
Nieuw Sinfonietta Amsterdam
Lev Markiz – Condutor
200 Anos de Música em Versailles Uma viagem ao coração do Barroco Francês.
CD11/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: Entretenimento para o teatro dos Petits-Appartements.
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A partir de 1745, quando se mudou para Versalhes, a favorita de Luís XV, Madame de Pompadour, teve uma forte influência sobre a vida no palácio.
Amante da música e ela mesma uma música realizada, ela entreteve o rei com performances em seu teatro no Petits-Appartements, em que ela figurou no elenco. La Pompadour encomendou obras de vários compositores, incluindo François Colin de Blamont, uma figura importante da ópera francesa da época. Égine estava entre seus últimos trabalhos.
Ele era um grande admirador de Rameau e ficou impressionado com o seu trabalho. No final de sua vida, ele renovou seu estilo; a partir desse período, alguns trabalhos magistrais e altamente originais. Pode-se dizer que Colin de Blamont se parece com Campra em suas melodias, Mondonville em seu brio e Rameau em sua elaborada harmonia, enquanto mostra uma personalidade e talento próprios.
. François Colin de Blamont (França, 1690 – 1760) 01. Égine : Prologue 1. Ouverture 02. Égine : Prologue 2. Mes flots embrassent l’Univers 03. Égine : Prologue 3. Air pour les Tritons 04. Égine : Prologue 4. La Seine exempte des horreurs 05. Égine : Prologue 5. Cependant la Discorde 06. Égine : Prologue 6. Prélude 07. Égine : Prologue 7. Mercure impatient de servir vos désirs 08. Égine : Prologue 8. L’impétueuse Victoire 09. Égine : Prologue 9. Se lasse-t-on de vaincre 10. Égine : Prologue 10. Des Mers puissante Souveraine 11. Égine : Prologue 11. Il triomphe, Il pardonne 12. Égine : Prologue 12. Menuet 13. Égine : 1. Prélude 14. Égine : 2. Ah ! barbare Sysiphe 15. Égine : 3. Faut-il trembler pour toi 16. Égine : 4. Tous mes sens épuisés 17. Égine : 5. Charmante Égine, Eh quoy 18. Égine : 6. Dans un songe les Dieux m’ont annoncé 19. Égine : 7. Ah ! D’un songe si vain 20. Égine : 8. Sysiphe daigne encor 21. Égine : 9. Prélude pour les vents 22. Égine : 10. Qu’entends-je! quel bruit effroyable 23. Égine : 11. Le présage pour vous doit ètre favorable 24. Égine : 12. Voyez des ses faveurs une nouvelle image 25. Égine : 13. Marche pour les Peuples nouveaux 26. Égine : 14. Pour goûter de ce bien 27. Égine : 15. Vous Jupiter ! 28. Égine : 16. Vous m’aimez, je vous adore 29. Égine : 17. Prélude 30. Égine : 18. Mais un char enflammé 31. Égine : 19. Chaconne 32. Égine : 20. Que de nos chants tout retentisse
Les Nouveaux Caractères, Sébastien d’Hérin, clavecin & dir.
200 Anos de Música em Versailles CD11/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: Entretenimento para o teatro dos Petits-Appartements.
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“Na década de 1920, a sugestão de que Vivaldi tivesse composto um corpus significativo de música vocal sagrada soaria absurda. Quase nenhuma música da igreja por ele composta era conhecida por ter sobrevivido e, desde que ele nunca tinha sido maestro di cappella em qualquer igreja, era difícil conceber circunstâncias em que ele teria sido solicitado a fornecer tal música a granel. É verdade que ele era um padre e, por essa razão, estaria familiarizado com o repertório sagrado e, supõe-se, simpatizaria com sua estética, mas isso em si não prova nada. Afinal de contas, vários clérigos entre os compositores, sendo Tartini o exemplo mais pertinente, evitavam totalmente a música vocal. A situação só mudou quando a enorme coleção de manuscritos de Vivaldi veio à luz e foi adquirida para a Biblioteca Nacional de Turim. Tornou-se então evidente que sua produção de música eclesiástica era substancial – mais de cinquenta obras sobreviveram e a existência de muitas mais é gravada – e que essa música era variada, ambiciosa em forma e expressão e em um nível artístico pelo menos igual a o de seus concertos”.
O texto acima foi livremente traduzido pelo Google Translator, mas consegue expressar perfeitamente seu sentido, e está inserido no booklet que acompanha esta série, a saber, estas obras sacras de Vivaldi até há pouco mais de um século atrás eram totalmente desconhecidas. Até então Vivaldi, mesmo sendo padre, era um compositor de obras instrumentais, não vocais.
Neste quinto CD temos algumas obras primas deste catálogo de Turim, como “In turbato mare RV627”, o magnífico “Stabat Mater”, O capricho desta série é tal que temos um libreto traduzido em alguns idiomas detalhando cada obra, e ainda nos oferecendo o texto latino original.
CD 5
01. In turbato mare, RV 627 – 1. In turbato mare irato
02. In turbato mare, RV 627 – 2. Splende serena, o lux amata
03. In turbato mare, RV 627 – 3. Respende, bella
04. In turbato mare, RV 627 – 4. Alleluia
05. Non in pratis aut in hortis, RV 641 – 1. Non in pratis aut in hortis
06. Non in pratis aut in hortis, RV 641 – 2. Ibi spinis confixus
07. Non in pratis aut in hortis, RV 641 – 3. Pro me caput spinas habet
08. Non in pratis aut in hortis, RV 641 – 4. Quaesone facias, Domine
09. Stabat mater, RV 621 – 1. Stabat mater dolorosa
10. Stabat mater, RV 621 – 2. Cuius animam gementem
11. Stabat mater, RV 621 – 3. O quam tristis et afflicta
12. Stabat mater, RV 621 – 4. Quis est homo, qui non fleret
13. Stabat mater, RV 621 – 5. Quis non posset contristari
14. Stabat mater, RV 621 – 6. Pro peccatis suae gentis
15. Stabat mater, RV 621 – 7. Eia Mater, fons amoris
16. Stabat mater, RV 621 – 8. Fac ut ardeat cor meum
17. Stabat mater, RV 621 – 9. Amen
18. O qui caeli terraque serenitas, RV 631 – 1. O qui caeli terraque serenitas
19. O qui caeli terraque serenitas, RV 631 – 2. Fac ut sordescat tellus
20. O qui caeli terraque serenitas, RV 631 – 3. Rosa quae moritur
21. O qui caeli terraque serenitas, RV 631 – 4. Alleluia
22. Deus tuorum militum, RV 612
23. Confitebor tibi, Domine, RV 596 – 1. Confitebor tibi, Domine, in toto corde meo
24. Confitebor tibi, Domine, RV 596 – 2. Memoriam fecit mirabilium suorum
25. Confitebor tibi, Domine, RV 596 – 3. Sanctum et terribile nomen eius
26. Confitebor tibi, Domine, RV 596 – 4. Intellectus bonus omnibus facientibus eum
27. Confitebor tibi, Domine, RV 596 – 5. Gloria Patri, et Filio
28. Confitebor tibi, Domine, RV 596 – 6. Et in saecula saeculorum
SUSAN GRITTON soprano
JEAN RIGBY contralto
ROBIN BLAZE countertenor
CHARLES DANIELS tenor
NEAL DAVIES bass
THE KING’S CONSORT
ROBERT KING
SUSAN GRITTON soprano
NATHALIE STUTZMANN – Contralto
HILARY SUMMERES – Contralto
ALEXANDRA GIBSON – Contralto
THE KING’S CONSORT
CHOIR OF THE KING´S CONSORT
ROBERT KING
Um tremendo disco ao vivo de Barenboim com a Filarmônica de Berlim. Uma historinha? Vamos lá!
Da Humana Pretensão
É sempre da mais falsa das suposições que ficamos mais orgulhosos. SAUL BELLOW
Alexandre chegou apressadamente a seu consultório antes do horário habitual. Sentou-se na confortável cadeira em que ouvia seus pacientes e pegou o telefone. Aguardando que sua respiração se apaziguasse, revisava mentalmente tudo o que desejava dizer a ela – àquela bela mulher que conhecera através de amigos na noite anterior. Limpou a garganta e discou. Tinha planejado uma postura que poderia ser assim descrita: seria gentil, agradável, carinhoso, inteligente, divertido, interessado e, dependendo do andamento da conversa, também picante. Era cedo, ela devia ainda estar em casa. Porém, a voz que tanto ansiava reencontrar chegou-lhe burocrática, pedindo-lhe para deixar um recado logo após o sinal. Tomado de agitação, procurou em seus pensamentos algo espirituoso. Depois de alguma confusão, finalizou a mensagem:
– Dora, se queres me conhecer melhor, ouve o segundo movimento da Sétima Sinfonia de Beethoven. Sou eu, Alexandre. Um beijo.
Desligou o telefone sentindo-se um idiota. Permaneceu primeiramente avaliando aquele “Sou eu, Alexandre”. Dora pensaria que sua intenção seria a de dizer que o segundo movimento da Sétima descrevia a pérola de homem que ele era ou concluiria tratar-se apenas da assinatura final do recado? Ou, de forma mais benigna, será que Dora presumiria que o intento de Alexandre seria o de proporcionar-lhe uma lembrança agradável ou de fazer uma piada? Mas antes, ele dissera “…se queres me conhecer melhor, ouve…”. Como assim? Poderia alguém ser descrito por uma seqüência de notas musicais? E Beethoven retrataria alguém como Alexandre logo por aquelas notas? O que Dora pensaria? Tinham conversado bastante na noite anterior a respeito do concerto a que assistiam com amigos comuns. No intervalo, ela disse ser uma ouvinte contumaz de Beethoven, também declarou que, em sua opinião, faltava aos barrocos do concerto daquela noite o drama e as afirmativas curtas e repetidas de seu compositor predileto.
– Vim a este concerto por insistência da Carla e do João. Há meses fico em casa com meu filho. Sou uma descasada recente.
Alexandre ficara instantaneamente apaixonado, transtornado mesmo. Desejava aquela mulher linda e inteligente, queria ser admirado por ela, mas, sentado em sua sala, começava a desesperar-se com a evidente bobagem da mensagem que gravara. O que significava aquilo de comparar-se ao compositor que ela amava? Ontem, para agradar a Dora, ele tinha derramado todo o conhecimento musical que lembrava sobre o compositor alemão. Ao final do intervalo, trocaram seus telefones a pedido dele. Agora, ainda sentado, pôs a cabeça entre os joelhos e disse em voz baixa que até a megalomania tinha que ter seus pudores.
E Dora? Acreditaria que toda a perfeição daquele segundo movimento pudesse ser uma representação de Alexandre? Iria recusá-lo por pretensioso? Ficaria constrangida e oprimida? Fugiria por não ser-lhe digna? Faria piadas com os amigos? Ou será que pensaria que ele, romanticamente, ambicionava ombrear-se aos semideuses para ser-lhe digno?
– Burro, burro, burro – pensou Alexandre, caminhando pela sala.
Dora ligou dali a três dias. Alexandre procurou marcar um jantar, porém foram-lhe impostas tantas restrições de horário, fosse para um jantar, fosse para um almoço ou café… Enfim, ela parecia ter tantos compromissos – principalmente para cuidar de seu filho -, que ele entendeu tratar-se de uma negativa e despediram-se sem marcar um reencontro específico.
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Dali a dias, durante a festa do Dia dos Pais, Alexandre, um pouco alcoolizado, perguntou a seu pai:
– Pai, se tu quisesses conquistar uma mulher e tivesses a idéia de sugerir uma música para ela ouvir, que música poderia te representar?
– Ora, meu filho, sugeriria que minha futura amada ouvisse uma música que a Maria Bethânia canta.
– Que música?
– Gostoso demais.
Sem dúvida, há megalomanias e megalomanias.
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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Concerto para Piano No. 1 e Sinfonia No.7
1. Concerto For Piano And Orchestra, No.1 In C Major, Op.15: Allegro con brio
2. Concerto For Piano And Orchestra, No.1 In C Major, Op.15: Largo
3. Concerto For Piano And Orchestra, No.1 In C Major, Op.15: Rondo: Allegro scherzando
4. Symphony No.7 In A Major, Op.92: Poco sostenuto – Vivace
5. Symphony No.7 In A Major, Op.92: Allegretto
6. Symphony No.7 In A Major, Op.92: Scherzo: Presto
7. Symphony No.7 In A Major, Op.92: Finale: Allegro con brio
The Berlin Philharmonic
Daniel Barenboim, piano e regência
Posso estar enganado, mas acho que já faz algum tempo que não trazemos o Concerto para Piano de Tchaikovsky. Então resolvi trazer uma gravação histórica, com o saudoso pianista alemão Werner Haas, um especialista no repertório romântico e do século XX, principalmente Debussy e Ravel. O regente é o lendário Eliahu Inbal, que aqui dirige a Orquestra Nacional de Monte Carlo.
Um dos pilares do Romantismo, o Concerto nº 1 de Tchaikovsky é um dos mais executados, e possivelmente um dos mais gravados. Werner Haas, fazendo jus à sua natureza germânica, nos traz uma interpretação correta, mas sem aqueles arroubos emotivos tradicionais a que estamos acostumados com alguns outros intérpretes (que eu adoro, só para constar).
O interessante deste cd duplo é que traz os outros dois concertos que Tchai escreveu, mas que não fizeram tanto sucesso quanto o primeiro.
Espero que apreciem. Eu gostei bastante.
Disc: 1
1. Piano Concerto No. 1 In B Flat Minor, Op. 23: Allegro non troppo e molto maestoso – Allegro con spirito
2. Piano Piano Concerto No. 1 In B Flat Minor, Op. 23: Andantino simplice – Prestissimo – Tempo I
3. Piano Concerto No. 1 In B Flat Minor, Op. 23: Allegro con fuoco
4. Piano Concerto No. 3 In E Flat, Op. 75: Allegro brillante
5. Andante And Finale, Op. 79 For Piano And Orchestra: Andante
6. Andante And Finale, Op. 79 For Piano And Orchestra: Finale (Allegro maestoso)
Disc: 2
1. Piano Concerto No. 2 In G, Op. 44: Allegro brillante
2. Piano Concerto No. 2 In G, Op. 44: Andante non troppo
3. Piano Concerto No. 2 In G, Op. 44: Allegro con fuoco
4. Concert Fantasy, Op. 56 For Piano And Orchestra: Quasi Rondo (Andante mosso)
5. Concert Fantasy, Op. 56 For Piano And Orchestra: Contrastes (Andante cantabile)
Werner Haas – Piano
Orchestre National de l´Opéra De Monte-Carlo
Eliahu Inbal – Conductor
Quadro Cervantes: Música Medieval, Renascentista & Barroca
1979
O Conjunto “Quadro Cervantes” possui um verbete na Wikipedia contando muito brevemente sua história.
Trilha extraída da internet e aqui postada, a pedido do Matheus. (Algumas faixas não estão boas.)
Esta postagem é dedicada a Helder Parente, membro do Quadro Cervantes, que mudou para o céu em 2017. Conheça mais sobre Helder Parente neste artigo da revista Concerto.
Vai Helder, tocar, cantar e dançar com os anjos, enquanto aqui choramos a sua perda. (Rosana Lanzelotte)
Quadro Cervantes Música Medieval, Renascentista & Barroca – 1979
Anônimo séc. XVIII 01. Cuando El Rey Nimrod Alfonso X, El Sabio (1221-1284) 02. Maravillosos Et Piadosos 03. Des Oge Mais John Dowland (Inglaterra, 1563 – 1626) 04. Fine Knacks For Ladies Henry Purcell (Inglaterra, 1659-1695) 05. Music For A While Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767) 06. Triosonata Em Fá Maior a. Vivace 07. Triosonata Em Fá Maior b. Mesto 08. Triosonata Em Fá Maior c. Allegro Johann Sebastian Bach (Alemanha, 1685-1750) 09. Schafe Können Sicher Weiden John Bartlet (Inglaterra, ca. 1580 – ca. 1620) 10. Whither Runneth, My Sweetheart François Couperin (França, 1668 – 1733) 11. Les Barricades Mystérieuses Anônimo 12. Corten Espadas Afiladas 13. Mariam Matrem Jean Hotteterre (França, 1677 – 1720) 14. Les Noces Champétres a. Premiere Marche 15. Les Noces Champétres b. Appel De Rassemblement 16. Les Noces Champétres c. Sarabande 17. Les Noces Champétres d. Air I & II 18. Les Noces Champétres e. Marche Du Retour
Um baita CD. Com toda a certeza um dos meus preferidos. Haydn foi muito ousado ao compor o concerto para trompete, já que o concerto foi composto para inaugurar o trompete de válvulas. Neste concerto, o trompete pode aparecer meio áspero, mas isso é porque o músico está usando instrumento de época.
Percebam também que os trinados característicos da época são feitos diretamente na embocadura, ou seja, a nota não se altera, a frequência dela é que se altera. Isso para nós é inconcebível. Vale lembrar também que a flauta que se usa na orquestração também é de época. A maioria das passagens é feita por flauta, logo dá-nos a impressão de quebra. Já que o trompete parece áspero e a flauta tem um som super doce. O contraste é maravilhoso aos ouvidos de cada um.
O concerto para cravo nem precisa dizer, é super famoso. Mas Pinnock é um mestre.
Eu nunca ouvi esse primeiro movimento tão brilhante. Tão Allegro.
É isso, boa audição.
Joseph Haydn – Concerto for Oboe, Concerto for Trumpet and Concerto for Harpsichord – The English Concert – Trevor Pinnock
Concerto for Oboe and Orchestra in C major
I. Allegro spirituoso
II. Andante
III. Rondo: Allegretto
Paul Goodwin, oboe
Concerto for Trumpet and Orchestra in E flat major
I. Vivace
II. Un poco Adagio
III. Finale: Allegro
Mark Bennet, keyed trumpet
Concerto for Harpsichord and Orchestra in D major
I. Allegro
II. Andante
III. Rondo all’Ungarese: Allegro assai
Trevor Pinnock, harpsichord
Paul Goodwin, oboe
Mark Bennett, trumpet
Trevor Pinnock, harpsichord
Os últimos cds desta coleção da Sony são dedicados à obra vocal de Beethoven. Teremos então desde obras totalmente desconhecidas, ao menos para mim, como as ‘Canções das Ilhas Britânicas”, passando pela “Missa Solemnis”, o “Cristo no Monte das Oliveiras”, concluindo com a única ópera que ele escreveu, “Fidélio”.
E continuamos a ter solistas desconhecidos intercalados com outros mais conhecidos, como Zinman, que volta com a “Missa Solemnis”, e Kurt Masur, que é o condutor do “Fidelio”. Ah, ainda temos Michael Tilson Thomas, com outra obra obscura intitulada “Cantata pela Morte do Imperador Joseph II”.
As escolhas que a gravadora Sony fez podem nos parecer estranhas, mas temos de levar em consideração que ela pertence a um grupo imenso, ao qual pertencem outras gravadoras “menores”. Entendo então que eles deram voz a este catálogo menos conhecido. Na soma total, o resultado me pareceu satisfatório. Destacaria as Sinfonias com o David Zinman, o Christian Tetzlaff no Concerto para violino e Yefim Bronfman nos Concertos para Piano.
Temos diversas outras opções aqui no PQPBach da maior parte destas obras, os senhores podem procurá-las para fazerem as devidas comparações.
Espero que tenham apreciado o esforço. Demorou, mas consegui completar essa coleção.
P.S. O CD 61 traz um riquissimo booklet com importantes informações sobre cada uma das obras. O que deixa a desejar é um informativo melhor sobre os intérpretes.
CD 54
01. Songs from The British Isles – Music, love and wine
02. Songs from The British Isles – Bonny Laddie, Highland Laddie
03. Songs from The British Isles – I’ll praise the saints
04. Songs from The British Isles – Sally in our Alley
05. Songs from The British Isles – Sunset
06. Songs from The British Isles – Faithfu’ Johnie
07. Songs from The British Isles – Behold, my love
08. Songs from The British Isles – His boat comes on the sunny tide
09. Songs from The British Isles – Enchantress, farewell
10. Songs from The British Isles – The pulse of an Irishman
11. Songs from The British Isles – To the Aeolian Harp
12. Songs from The British Isles – O Charlie is my darling
13. Songs from The British Isles – Duncan Gray
14. Songs from The British Isles – To the blackbird
15. Songs from The British Isles – ‘Tis sunshine at last
16. Songs from The British Isles – Cease your funning
17. Songs from The British Isles – Oh sweet were the hours
18. Songs from The British Isles – Save me from the grave and wise
19. Songs from The British Isles – Farewell bliss and farewell Nancy
20. Songs from The British Isles – Love without hope
21. Songs from The British Isles – Farewell thou noisy town
22. Songs from The British Isles – He promis’d me at parting
23. Songs from The British Isles – The monks of Bangor’s March
24. Songs from The British Isles – Robin Adair
25. Songs from The British Isles – O swiftly glides the bonny boat
26. Songs from The British Isles – Sad and luckless was the season
27. Songs from The British Isles – Come draw we round a cheerful ring
28. Songs from The British Isles – The sweetest lad was Jamie
29. Songs from The British Isles – Come, fill my good fellow
Elaine Woods – Soprano
Carolyn Watkinson – Contralto
Josef Protschka – Tenor
Richard Salter – Baritone
Christian Alternburger- Violin
Julius Berger – Cello
Helmuth Deutsch – Piano
CD 55
01. Christ on the Mount of Olives Op.85 – Introduction; Recitative and Aria – Jesus
02. Christ on the Mount of Olives – Recit. & Aria-Seraph. Chorus-Seraph & Choir of Angels
03. Christ on the Mount of Olives Op.85 – Recitative and Duet – Jesus and Seraph
04. Christ on the Mount of Olives Op.85 – Recit. – Jesus; Chorus – Choir of Soldiers
05. Christ on the Mount of Olives – Recit.-Jesus. Chorus-Choirs of Disciples and Soldiers
06. Christ on the Mount of Olives – Recit.-Jesus and Peter. Trio & Chorus-Seraph, Jesus and Peter
07. Christ on the Mount of Olives Op.85 – Final Chorus – Choir of Angels
Judith Raskin – Soprano
Richard Lewis – Tenor
Herbert Beattie – Bass
The Temple University Choir
The Philhadelphia Orchestra
Eugene Ormandy – Conductor
CD 56
01. Mass in C Major Op.86 – Kyrie
02. Mass in C Major Op.86 – Gloria
03. Mass in C Major Op.86 – Credo
04. Mass in C Major Op.86 – Sanctus
05. Mass in C Major Op.86 – Benedictus
06. Mass in C Major Op.86 – Agnus Dei
Essemble of Tokyo
Tokyo Oratorio Society
Wolfdieter Maurer – Conductor
CD 57
01. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Kyrie – Kyrie Eleison
02. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Kyrie – Christe Eleison
03. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Kyrie – Kyrie – Tempo 1
04. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Gloria – Gloria in Excelsis Deo
05. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Gloria – Gratias – Meno Allegro
06. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Gloria – Qui tollis – Larghetto
07. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Gloria – Quoniam – Allegro maestoso
08. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Gloria – Amen – Poco piu allegro
09. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Credo – Credo in unum Deum
10. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Credo – Et incarnatus est – Adagio
11. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Credo – Et resurrexit – Allegro
12. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Credo – Et vitam venturi
13. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Credo – Allegro con moto
14. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Credo – Grave
15. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Sanctus – Sanctus
16. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Sanctus – Pleni sunt coeli
17. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Sanctus – Osanna – Presto
18. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Sanctus – Praeludium
19. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Benedictus – Benedictus
20. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Agnus Dei – Agnus Dei
21. Missa Solemnis Op.123 in D Major – Agnus Dei – Dona nobis pacem
Luba Orgonasova – Soprano
Anna Larsson – Alto
Rainer Trost – Tenor
Fraz-Josef Selig – Bass
Schweizer Kammerchoir
Tonhalle Orchestra Zurich
David Zinman – Conductor
CD 58
01. Concert Aria ‘Ah, perfido’ Op.65 in G Major
Régine Crespin – Soprano
New York Philharmonic Orchestra
Thomas Schippers – Conductor
02. Cantata on the Death of Emperor Joseph II – Choir – ‘Mors! Personat acerba nox
03. Cantata on the Death of Emperor Joseph II – Recitative – ‘Immane monstrum’
04. Cantata on the Death of Emperor Joseph II WoO 87 – Aria – ‘Venit Joseph’
05. Cantata on the Death of Emperor Joseph II – Aria and Choir-‘Exsurgunt, ad lucem’
06. Cantata on the Death of Emperor Joseph II – Recitative-‘Nunc dormit ab angustiis’
07. Cantata on the Death of Emperor Joseph II – Aria-‘Nunc dormit in tranquilla pace’
08. Cantata on the Death of Emperor Joseph II WoO 87 – Choir – ‘Rex est defunctus’
Martina Arroyo – Soprano
Justino Diaz – Bass
Camerata Singers
New York Philharmonic Orchestra
Thomas Schippers – Conductor
09. Bundeslied Op.122 in C Major
Ambrosian Opera Chorus
London Symphony Orchestra
Michael Tilson Thomas – Conductor
CD 59
01. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Overture
02. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug-Jetzt, Schatzchen, jetzt sind wir allein
03. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – O war’ ich schon mit dir vereint
04. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Mir ist so wunderbar
05. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Hat man nicht auch Gold beineben
06. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Gut, Sohnchen, gut, hab’ immer Mut
07. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Marsch
08. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Ha, welch ein Augenblick
09. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Jetzt, Alter, jetzt hat es Eile
10. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug – Abscheulicher, wo eilst du hin
11. Fidelio – Opera in two Acts – 1.Aufzug- O welche Lust- Nun sprecht, wie ging’s
CD 60
01. Fidelio – Opera in two Acts – 2.Aufzug – Gott, welch Dunkel hier
02. Fidelio – Wie kalt ist es hier – Nur hurtig fort, nur frisch gegraben
03. Fidelio – Opera in two Acts – 2.Aufzug – Euch werde Lohn in bessern Welten
04. Fidelio – Opera in two Acts – 2.Aufzug – Er sterbe! Doch er soll erst wissen
05. Fidelio – Opera in two Acts – 2.Aufzug – O namenlose Freude
06. Fidelio – Heil sei dem Tag, Heilsei der Stunde- Es sucht der Bruder seine Bruder
07. Overture Leonore III Op.72a in C Major – Overture
J. Altmeyer – Soprano
Carola Nossek – Soprano
Siegdfried Jerusalem – Tenor
Rüdiger Wohlers – Tenor
Siegmund Nimsgern – Bass
Peter Meven – Bass
Theo Adam – Bass
Rundfunkchoir Leipzig
Men´s Choir Runddfunkchoir Berlin
Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur – Conductor
A gravação de Masaaki Suzuki do Réquiem incompleto de Mozart é baseada em uma nova edição da partitura feita por seu filho, o cravista e organista Masato Suzuki. Aqueles que estão familiarizados com a versão Süssmayr irão notar algumas mudanças. O assistente de Mozart, Franz Süssmayr, recebeu a tarefa de completar o Réquiem após a morte do compositor. Mas Joseph Eybler — um músico que Mozart aparentemente admirava — já havia feito algumas intervenções que Suzuki preferiu às de Süssmayr. Em vários lugares, Eybler corrigiu alguns dos escritos defeituosos pelos quais Süssmayr foi criticado por muito tempo. Mais notavelmente, ele acrescenta um refrão de Amen para o Lacrimosa, baseado em um esboço genuíno descoberto em Berlim em 1960. Ele também segue a primeira edição da partitura (de 1800) ao repassar a maior parte do trombone do Tuba Mirum para o fagote, embora esta versão seja incluída apenas como um apêndice.
Requiem In D Minor, K 626
1 I. Introitus: Requiem 4:22
2 II. Kyrie 2:20
III. Sequentia
3 1. Dies Irae 1:56
4 2. Tuba Mirum 2:49
5 3. Rex Tremendae 1:57
6 4. Recordare 4:04
7 5. Confutatis 2:18
8 6. Lacrimosa 3:06
9 7. Amen 0:58
IV. Offertorium
10 1. Domine Jesu 3:09
11 2. Hostias 3:15
12 V. Sanctus 1:22
13 VI. Benedictus 5:09
14 VII. Agnus Dei 3:35
15 VIII. Communio: Lux Aeterna 5:09
Vesperae Solennes de Confessore, K 339
16 I. Dixit Dominus (Psalm 109) 4:09
17 II. Confitebor (Psalm 110) 4:10
18 III. Beatus Vir (Psalm 111) 4:45
19 IV. Laudate Pueri (Psalm 112) 3:08
20 V. Laudate Dominum (Psalm 116) 4:08
21 VI. Magnificat 4:14
–
22 Requiem In D Minor, K 626 – III. Sequentia: 2. Tuba Mirum 2:51
Baritone Vocals – Christian Immler
Mezzo-soprano Vocals – Marianne Beate Kielland
Soprano Vocals – Carolyn Sampson
Tenor Vocals – Makoto Sakurada
Chorus, Orchestra – Bach Collegium Japan
Directed By – Masaaki Suzuki
200 Anos de Música em Versailles Uma viagem ao coração do Barroco Francês.
CD10/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: Entretenimento para Luis XV, o Bem-Amado.
1.745 foi o ápice do reinado de Luís XV: tendo vencido muitas batalhas na Guerra da Sucessão da Áustria, o rei era visto como herói magnânimo. Compositores trabalharam com zelo extra para cantar os louvores do “Bem Amado”.
Foi nesse contexto de júbilo popular que Rebel e Francoeur compuseram uma das obras mais bem sucedidas daquele ano, Zélindor, roi des Sylphes. Esta curta ópera de um ato retrata a difícil relação entre um rei com poderes mágicos e uma bela mortal: naturalmente o amor vence, e a obra termina com um divertissement colorido com Sylphs, Gnomes, Ondins e Salamanders.
200 Anos de Música em Versailles Entretenimento para Luis XV, o Bem-Amado.
François Rebel (França, 1701 – 1775) François Francoeur (França, 1698 – 1787) Zélidor, Roi des Sylphes 1. Ouverture 2. Un souverain génie 3. Pourquoi me refuser 4. Prélude dansé 5. Air instrumental 6. Il faut que tout seconde 7. Sur vos pas 8. Première et deuxième Gavotte 9. C’en est assez 10. Ah! Combien vous m’aimerez 11. Prélude pour les Génies élémentaires 12. Air pour le Feu 13. Que dans les airs 14. Air instrumental 15. Quel amant sous vos lois 16. Gavotte 17. Vos destins changent leurs cours 18. Chaconne Ausonia, Frédérick Haas et Mira Glodeanu, dirs.
200 Anos de Música em Versailles CD10/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV. Entretenimento para Luis XV, o Bem-Amado.
Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.
Tomei um susto esta manhã. Procurei este CD que estou postando e não o encontrei. Iniciei uma busca em meio aos meus outros discos. Depois de quase meia hora de investigação, logrei êxito. Quando o vi, respirei aliviado. Coloquei-o rapidamente no som para apreciar Hancock. A primeira faixa Empty Pockets, de início, já nos revela a mestria do jazz-men à frente do seu Fender Rhodes, o piano elétrico que o imortalizou. Herbie nasceu em Chicago em 1940. É considerado como um dos mestres do estilo jazzístico. Tocou com Miles Davis em um dos quintetos mais viscerais e antológicos da história do jazz, formado de 1964-1968: Miles Davis (trompete), Herbie Hancock (piano), Ron Carter (contrabaixo), Tony Williams (bateria) e Wayne Shorter (saxofone tenor). A discografia vasta de Hancock pode surpreender alguns, pois o compositor é um experimentalista. A Wikipédia afirma: “Sua discografia inclui discos voltados para o Jazz assim como algumas incursões pelo Fusion, Funk e Música Clássica. Poucos pianistas têm ou tiveram uma carreira tão fecunda quanto Hancock, que já atravessa algumas décadas como um dos maiores pianistas da história do Jazz”. Hancock nasceu numa família de músicos amadores. Desde muito cedo revelou certa facilidade para tocar piano. Aos 11 anos de idade, Hancock chegou a tocar o primeiro movimento do Concerto para Piano em Ré Menor, de Mozart, em um concerto de músicos jovens com a Orquestra Sinfônica de Chicago. Até essa época seu repertório limitava-se a peças de Chopin, Mendelssohn e outros autores de música clássica. O despertamento definitivo para o jazz veio, quando aos 13 anos ouviu um trio de Jazz. Aquilo abriu a sua percepção para um outro tipo de universo musical completamente novo, cheio de possibilidades. Daí para frente, começa a frequentar os espaços onde se executava o jazz. Em poucos termos, é assim que se dá o despertamento de Herbie para o jazz. O CD que ora posta é uma coletânea com algums composições de som apetecível; ótimos para quem deseja se iniciar em Hancock. Boa degustação!
Herbie Hancock: Jazz Profile
1 Empty Pockets
Bass – Butch Warren
Drums – Billy Higgins
Tenor Saxophone – Dexter Gordon
2 Jack Rabbit
Bass – Paul Chambers (3)
Congas, Bongos – Osvaldo Martinez
Drums – Willie Bobo
4 Eye Of The Hurricane
Tenor Saxophone – George Coleman
5 Cantaloupe Island
6 The Sorcerer
Drums – Mickey Roker
7 I Have A Dream
Bass – Buster Williams
Bass Clarinet – Jerome Richardson
Bass Trombone – Tony Studd
Drums – Albert “Tootie” Heath*
Flute – Hubert Laws
Tenor Saxophone – Joe Henderson
Trombone – Garnett Brown
Trumpet – Johnny Coles
Credits
Bass – Ron Carter (tracks: 4 to 6)
Drums – Tony Williams* (tracks: 3 to 6)
Mastered By – Ron McMaster
Piano, Written-By – Herbie Hancock
Recorded By – Rudy Van Gelder
Trumpet, Cornet – Freddie Hubbard (tracks: 1, 4, 5)
Sharon Bezaly é uma excelente flautista que já demonstrou seus dotes em várias gravações da BIS, seja em concertos escritos para ela por renomados compositores contemporâneos, incluindo Sofia Gubaidulina e Kalevi Aho, seja em clássicos da literatura de flauta, como os concertos para flauta de Mozart. Ao longo do caminho, gravou uma grande variedade de discos que são recitais imaginativamente programados, com foco nas grandes sonatas de flauta, bem como na tradição da flauta francesa. Neste disco, Bezaly visita o período em que a flauta transversa se estabeleceu como instrumento solo por si só. Foi apenas no século XVIII que os músicos começaram a se especializar em flauta transversa, em vez de ficarem só no oboé ou na flauta doce. Este disco reflete este desenvolvimento do gosto musical com um programa de seis sonatas para flauta e cravo, com e sem o apoio de um instrumento de baixo. Uma joia!
Händel / Bach / Telemann: Sonatas para Flauta e Contínuo
1. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: I. Largo (2:06)
2. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: II. Vivace (3:02)
3. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: III. Andante (1:50)
4. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: IV. Presto (1:13)
5. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: V. Adagio (1:41)
6. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: VI. Alla Breve (2:34)
7. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: VII. A Tempo Di Minuet (1:42)
8. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: I. Adagio Ma Non Tanto (2:40)
9. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: II. Allegro (2:39)
10. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: III. Andante (3:17)
11. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: VI. Allegro (4:37)
12. Johann Sebastian Bach – Sonata In A Major for Flute and Harpsichord, BWV 1032: I. Vivace (5:09)
13. Johann Sebastian Bach – Sonata In A Major for Flute and Harpsichord, BWV 1032: II. Largo e Dolce (2:47)
14. Johann Sebastian Bach – Sonata In A Major for Flute and Harpsichord, BWV 1032: III. Allegro (4:26)
15. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: I. Adagio Ma Non Tanto (2:16)
16. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: II. Allegro (2:55)
17. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: III Siciliano (3:08)
18. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: IV. Allegro Assai (3:12)
19. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Flat Major for Flute and Harpsichord, BWV 1031: I. Allegro Moderato (3:35)
20. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Flat Major for Flute and Harpsichord, BWV 1031: II. Siciliano (2:09)
21. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Flat Major for Flute and Harpsichord, BWV 1031: III. Allegro (4:43)
22. Georg Philipp Telemann – Sonata In F Major for Flute and Continuo, TWV 41:F4: I. Vivace (2:10)
23. Georg Philipp Telemann – Sonata In F Major for Flute and Continuo, TWV 41:F4: II. Largo (1:32)
24. Georg Philipp Telemann – Sonata In F Major for Flute and Continuo, TWV 41:F4: III. Allegro (2:12)
200 Anos de Música em Versailles Uma viagem ao coração do Barroco Francês
CD9/20: O Refinamento de Versailles sob Luis XV: Rameau na Académie Royale de Musique.
Tendo glorificado Lolly, a França encontrou um novo Orfeu em Rameau. Por mais de trinta anos, através da pura habilidade e beleza de seus trabalhos de palco, o compositor reinou supremo na Academie Royale de Musique. Ao lado dele toda uma geração de músicos se aplicou para renovar o repertório operístico francês, Royer, Mondonville, Lechir e Dauyergne estavam entre os compositores mais importantes da época, produzindo muitas obras excelentes.
200 Anos de Música em Versailles Rameau na Académie Royale de Musique.
Jean-Philippe Rameau (France, 1683-1764) 01. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 1. Ritournelle 02. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 2. Laisse-moi respirer, implacable Furie! 03. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 3. Dieux, n’est-ce pas assez des maux que j’ai soufferts? 04. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 4. Contente-toi d’une victime! 05. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 5. Prélude 06. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 6. Sous les drapeaux de Mars 07. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 7. Mais cette gloire, enfin, fallait-il la ternir ? 08. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 8. Pour prix d’un projet téméraire 09. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 9. Eh bien ! je remets ma victime 10. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 10. Qu’a servir mon courroux tout l’Enfer se prépare ! 11. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 11. Premier air infernal 12. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 12. Deuxième air 13. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 13. Pluton commande, vengeons notre Roi ! 14. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 14. Dieux, que d’infortunés gémissent dans ces lieux ! 15. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 15. La mort, la seule mort a droit de vous unir 16. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 16. Du Destin le vouloir suprême 17. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 17. Ah ! qu’on daigne du moins 18. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 18. Non, Neptune aurait beau t’entendre 19. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 19. Prélude 20. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 20. Jupiter tient les cieux sous son obéissance 21. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 21. C’en est fait, je me rends 22. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 22. Quelle soudaine horreur, ton destin nous inspire ! 23. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 1. Le sort conduit vers nous ces sujets de Diane 24. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 2. Faisons partout voler nos traits ! 25. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 3. Premier Air 26. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 4. Dexième Air : Rondeau 27. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 5. Premier et Deuxième Menuets 28. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 6. Quel bruit ! quel vents, Ô ciel ! 29. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 7. Quelle plainte en ces lieux m’appelle Les Musiciens du Louvre, Marc Minkowski, dir.
30. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 1. Ouverture 31. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 2. Pour rendre à mon Hymen tout l’Olympe propice 32. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 3. Musette en rondeau 33. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 4. Tambourin en rondeau 34. Hippolyte & Aricie (1733): 1. Ouverture 35. Hippolyte & Aricie (1733): 1. Temple sacré 36. Hippolyte & Aricie (1733): 3. Quels doux concerts 37. Zoroastre (1756) : 1. Reviens c’est l’amour qui t’appelle 38. Zoroastre (1756) : 2. Premiere entrée de peuples différents Les Talens Lyriques, Christophe Rousset, dir.
200 Anos de Música em Versailles CD9/20: O Refinamento de Versailles sob Luis XV: Rameau na Académie Royale de Musique.
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Este Händel dá uma boa ideia dos corais (com orquestra) criados pelo compositor. Mas tudo parece um sub-Messias, meio sem graça, na minha opinião. O Oratório foi um gênero que Händel consolidou na Inglaterra a partir da tradição dos anthems (hinos), textos sacros postos em música com solos e coros usados no culto anglicano, como se percebe nos Chandos Anthems e em vários outros. Sua estrutura e escala eram bastante semelhantes aos oratórios que ele desenvolveu mais tarde, introduzindo um dramatismo e pujança que os anthems desconheciam e dando-lhes independência da liturgia. Mas as motivações de Händel para se dedicar ao gênero não são claras. É possível que fosse uma tentativa de contornar a proibição de música operística durante a Quaresma, mas representações de dramas sacros faziam parte também de uma tradição de educação moral e religiosa estabelecida por Racine entre famílias ricas e piedosas na França.
Georg Friedrich Händel (1685-1759): Anthems (Hinos)
1. Sonata (Largo) (Allegro) (Chandos Anthem No 8 O come, let us sing unto the Lord)
2. O come, let us sing unto the Lord
3. O come, let us worship
4. Glory and worship are before him
5. Tell it out among the heathen that the Lord is King
6. O magnify the Lord
7. The Lord preserveth the souls of the saints
8. For look as high as the heaven is
9. There is sprung up a light for the righteous
10. Sonata (Larghetto)- Allegro (Chandos Anthem No 6a As pants the hart)
11. As pants the hart for cooling streams
12. Tears are my daily food
13. Now when I think thereupon
14. In the voice of praise and thanksgiving
15. Why so full of grief, O my soul?
16. Put thy trust in God
17. Sonata Andante-Allegro (Chandos Anthem No 5a I will magnify thee, O God)
18. I will magnify thee, O God
19. Ev’ry day will I give thanks unto thee
20. One generation shall praise thy works unto another
21. The Lord preserveth all them that love him
22. The Lord is righteous in all his ways
23. Happy are the people that are in such a case
24. My mouth shall speak the praise of the Lord
Susan Gritton, soprano
Iestyn Davies, contratenor
Thomas Hobbs, tenor
The Choir of Trinity College Cambridge
Orchestra of the Age of Enlightenment
Stephen Layton
A ascensão de Cecile McLorin Salvant (1989) é irresistível. WomanChild, o primeiro álbum da cantora foi indicado ao Grammy de 2014 como melhor álbum de jazz vocal. O segundo, For One to Love, levou para casa o Grammy de 2016 na mesma categoria. Após sua vitória no Grammy, McLorin Salvant lançou seu terceiro álbum na Mack Avenue Records, chamado Dreams and Daggers, um disco duplo gravado principalmente ao vivo com sua banda durante várias noites no Village Vanguard — o venerável clube de jazz do Greenwich Village. Outras faixas na coleção de 23 foram posteriormente gravadas em estúdio com um quarteto de cordas
Aqui, ela retrabalha alguns standards com audácia, imaginação e tempo dramático infalível. Alguns dizem que Salvant evita modelos de jazz, mas a grande Betty Carter é uma influência significativa, mesmo que Salvant e seu ótimo pianista Aaron Diehl planejem as músicas muito mais meticulosamente. As canções contemporâneas também são excelentes.
Cecile McLorin Salvant será muito conhecida no mundo inteiro. Anotem aí.
Cecile McLorin Salvant: Dreams And Daggers (2017)
01 – And Yet
02 – Devil May Care
03 – Mad About the Boy
04 – Sam Jones’ Blues
05 – More
06 – Never Will I Marry
07 – Somehow I Never Could Believe
08 – If a Girl Isn’t Pretty
09 – Red Instead
10 – Runnin’ Wild
11 – The Best Thing for You (Would Be Me)
12 – You’re My Thrill
13 – I Didn’t Know What Time It Was
14 – Tell Me What They’re Saying Can’t Be True
15 – Nothing Like You
16 – You’ve Got to Give Me Some
17 – The Worm
18 – My Man’s Gone Now
19 – Let’s Face the Music and Dance
20 – Si j’étais blanche
21 – Fascination
22 – Wild Women Don’t Have the Blues
23 – You’re Getting to Be a Habit with Me
Produced by Al Pryor & Cécile McLorin Salvant.
Recorded live at the Village Vaguard and the DiMenna Centre.
Musicians:
Cécile McLorin Salvant – vocals
Aaron Diehl – piano
Paul Sikivie – double bass
Lawrence Leathers – drums
+ CATALYST QUARTET – strings
O imenso violinista que foi Yehudi Menuhin dá um show nestes CD duplo, mesmo já adentrado em certa idade (as gravações foram realizadas entre os anos 60 e 70), mostrando o porque de ser considerado um dos maiores violinistas do século XX. Estamos oferecendo aqui uma das grandes jóias da discografia do século XX, um primor tanto em matéria de execução quanto de gravação. É tudo tão intenso que fica difícil para mim dimensionar o que estou ouvindo. Técnica, criatividade, versatilidade, virtuosismo, são adjetivos por demais óbvios para definir estas execuções. Alguns comentaristas da amazon fazem algumas reclamações sobre a ‘queda de qualidade em suas interpretações devido a idade’, mas, jesuisamado, mas mesmo assim o elemento deu cinco estrelas… Meio contraditório, não acham? Ok, vamos levar em consideração este fator idade. Mas o cara tinha entre cinquenta e sessenta anos de idade neste período de sua vida. O que eles querem? Ok, Menuhin foi um Mozart do violino, antes dos 10 anos de idade já era considerado um fenômeno. Já estava então cansado nesta época? É melhor nem comentar.
Baixem, ouçam e me contem o que acharam. Estou exagerando?
Yehudi Menuhin – Violin, Viola
New Philharmonia Orchestra
Antal Dorati – Conductor
06 – Rhapsody No. 1 for violin and Orchestra, BB 94b – I. Lassu. Moderato – II. Friss. Allegretto moderato
07 – Rhapsody No. 2 for violin and Orchestra, BB 96b – I. Lassu. Moderato – II. Friss. Allegretto moderato
BBC Symphony Orchestra
Pierre Boulez – Conductor
CD 2
01 – Violin Concerto No. 2, BB 117 – I. Allegro non troppo
02 – Violin Concerto No. 2, BB 117 – II. Andante tranquillo
03 – Violin Concerto No. 2, BB 117 – III. Allegro molto
Yehudi Menuhin – Violin, Viola
New Philharmonia Orchestra
04 – 44 Duos for two violins, BB 104 – 28 – Bankodas (Sorrow)
05 – 44 Duos for two violins, BB 104 – 31 – Ujekoszonto 4 (New Year’s Greeting 4)
06 – 44 Duos for two violins, BB 104 – 33 – Arataskor (Harvest Song)
07 – 44 Duos for two violins, BB 104 – 36 – Szol a duda (Bagpipes)
08 – 44 Duos for two violins, BB 104 – 41 – Scherzo
09 – 44 Duos for two violins, BB 104 – 42 – Arab dal (Arabian Song)
Yehudi Menuhin, Nell Gotkovsky – Violins
10 – Sonata for solo violin, BB 124 – I. Tempo di ciaccona
11 – Sonata for solo violin, BB 124 – II. Fuga. Risoluto, non troppo vivo
12 – Sonata for solo violin, BB 124 – III. Melodia. Adagio
13 – Sonata for solo violin, BB 124 – IV. Presto
200 Anos de Música em Versailles Uma viagem ao coração do Barroco Francês
CD8/20: Os “prazeres” de Versailles durante o reinado de Luis XIV: Missas e Motetos para as Paróquias.
200 Anos de Música em Versailles Missas e Motetos para as Paróquias. Marc-Antoine Charpentier (France, 1643-1704) 01. Messe des morts à 4 voix (H10): 1. Kyrie 02. Messe des morts à 4 voix (H10): 2. Dies irae 03. Messe des morts à 4 voix (H10): 3. Sanctus 04. Messe des morts à 4 voix (H10): 4. Pie Jesu 05. Messe des morts à 4 voix (H10): 5. Benedictus 06. Messe des morts à 4 voix (H10): 6. Agnus Dei Sébastien de Brossard (França 1655 – 1730) 07. In Convertendo: 1. Preludio 08. In Convertendo: 2. In Convertendo 09. In Convertendo: 3. Tunc repletum 10. In Convertendo: 4. Tunc dicent 11. In Convertendo: 5. Magnificavit Dominus 12. In Convertendo: 6. Converte, Domine 13. In Convertendo: 7. Qui seminant 14. In Convertendo: 8. Euntes ibant et flebant 15. In Convertendo: 9. Venientes autem Henry Desmarest (France, 1661-1741) 16. Usquequo Domine 1. Usquequo Domine 17. Usquequo Domine 2. Quamdiu 18. Usquequo Domine 3. Usquequo exaltabitur 19. Usquequo Domine 4. Illumina oculos meos 20. Usquequo Domine 5. Qui tribulant me 21 Usquequo Domine 6. Exultabit cor meum
200 Anos de Música em Versailles CD8/20: Os “prazeres” de Versailles durante o reinado de Luis XIV: Missas e Motetos para as Paróquias.
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Nelson Freire foi admirador, e depois amigo pessoal, de Guiomar Noves. Em entrevista recente, Nelson disse:
Toquei muito o 1º Concerto de Chopin nos anos 1960 e 70, mas é com o 2º que tenho, de certa maneira, a relação mais pessoal. Ouvi este concerto tocado por Guiomar Novaes – com Eleazar de Carvalho regendo – antes de me mudar do Rio para estudar em Viena. Ela era diferente dos outros. Era singular, à parte, uma verdadeira artista. Foi ela que me fez descobrir boa parte do repertório de Schumann e Chopin. Esses dois compositores se encontravam no centro do seu repertório, assim como no centro do meu.
Nelson Freire também escreveu, na época dos 200 anos de nascimento de Chopin:
A brasileira Guiomar Novaes costumava dizer, divertida, que Chopin exige tudo do intérprete, “que precisa tocá-lo com cabeça, coração, com o pé, com a mão, com tudo”. Já Martha Argerich me confessou, em uma de nossas muitas conversas sobre sua música, que acha Chopin o autor mais difícil de tocar. “Os pianistas erram nele mais do que com a obra de qualquer outro compositor.”
Desde criança mantenho relação estreita com essa música. Mas eu me lembro, aos 14 anos, do impacto provocado pela leitura da Guiomar para o Concerto nº 2 para Piano e Orquestra. Foi paixão à primeira audição. Bastava ouvir os dois primeiros compassos do segundo movimento para perceber como essa música era incrível – e como a sua leitura a reinventava, forçando a própria orquestra, comandada por Otto Klemperer, a uma leitura diferente do que estávamos acostumados. Comecei a colecionar gravações ao vivo desse concerto com Guiomar. E, desde então, ele tem um lugar especial na minha vida e na minha carreira.
Os dois Concertos para Piano de Chopin foram compostos em Varsóvia quando Chopin tinha entre 19 e 20 anos. Eles seguem a tradicional forma usada por Mozart:
– um primeiro movimento longo, em que o piano faz uma entrada majestosa após uns dois minutos de introdução orquestral,
– um segundo movimento lento e açucarado,
– um terceiro movimento rápido e virtuoso em que o pianista sua para chegar até o final.
A Fantasia em fá menor foi composta em 1841, 11 anos após o concerto na mesma tonalidade. Nessa época, exilado em Paris, Chopin compôs principalmente em formas livres, obras em um único movimento como as Polonaises, as Baladas, os Scherzos, a Barcarola e esta Fantasia. As exceções são as Sonatas (duas para piano solo e uma para piano e violoncelo).
Frédéric Chopin (1810-1849)
Concerto para piano nº 2 em fá menor
1. Maestoso
2. Larghetto
3. Allegro vivace
4. Fantasia em fá menor, opus 49 (1841)
Guimar Novaes, piano
Wiener Symphoniker, Otto Klemperer
LP alemão: OPERA 1037 (mono)
Um CD de alta temperatura romântica que fui ouvindo sem maior interesse até que chegaram a meus ouvidos uma maravilhosa Siciliana (faixa 8), um irresistível Andante (Sonata Nº 2) e outro belíssimo Andante acompanhado por órgão (faixa 13). Ou seja, o CD não passou em branco, pois seus picos de qualidade são realmente admiráveis. Me agrada muito a forma com Fauré ligou seu romantismo com o modernismo nascente. O cara nasceu com Chopin ainda vivo e morreu ouvindo jazz e atonalismo. Não foi fácil, mas ele permaneceu em pé.
Gabriel Fauré (1845-1924): Trabalhos Completos para Violoncelo
1 Romance, Op. 69 3:26
2 Elégie, Op. 24 6:50
Sonata No. 1, Op. 109 in D Minor (17:48)
3 I. Allegro 5:13
4 II. Andante 6:54
5 III. Final: Allegro commodo 5:35
6 Allegro moderato for two cellos 0:51
Cello [2nd Cello] – David Waterman
7 Sérénade, Op. 98 3:00
8 Sicilienne, Op. 78 3:47
9 Papillon, Op. 77 2:40
Sonata No. 2, Op. 117 in G Minor (18:45)
10 I. Allegro 6:10
11 II. Andante 8:00
12 III. Allegro vivo 4:28
13 Andante (original version of Romance, Op. 69) 4:33
Organ – Francis Grier