.: interlúdio :. Brad Mehldau – After Bach

51nrWXrNrJL._SS500Eis a resenha do Jornal inglês “The Guardian” referente a este CD:

No composer looms over modern jazz quite like Johann Sebastian Bach, whose harmonic rigour seems to have provided the basis for bebop and all that followed. Listen to the endlessly mutating semiquavers tumbling from Charlie Parker’s saxophone and it could be the top line of a Bach fantasia; the jolting cycle of chords in John Coltrane’s Giant Steps could come straight from a Bach fugue and Bach’s contrapuntal techniques crop up in countless jazz pianists, from Bill Evans to Nina Simone.

Bach certainly casts a long shadow over US pianist Brad Mehldau: even when he’s gently mutilating pieces by Radiohead, Nick Drake or the Beatles, he sounds like Glenn Gould ripping into the Goldberg Variations. Which is why it comes as no surprise to see Mehldau recording an entire album inspired by Bach.
However, this is not a jazz album. Instead of riffing on Bach themes, as the likes of Jacques Loussier or the Modern Jazz Quartet have done in the past, After Bach sees Mehldau using Bach’s methodology. Mehldau plays five of Bach’s canonic 48 Preludes and Fugues, each followed by his own modern 21st-century response. For instance, after a straight performance of the Prelude No 3 in C-sharp major, Mehldau responds by resetting Bach’s original riff in a jerky 5/4 rhythm and taking it into a harmonically adventurous labyrinth. Similarly, a romantic, rubato-heavy reading of the F minor Prelude and Fugue is followed by a dreamlike meditation on some of the themes hinted at in Bach’s original. The effect is as if someone has taken pages from The Well-Tempered Clavier, turned them upside down and reflected them in a wobbly fairground mirror.
Where Bach’s preludes and fugues are like gentle sudoku puzzles, Mehldau’s cryptic harmonies sometimes feel as if you’re grappling with an insoluble 5×5 Rubik’s Cube and the results – as with the opening track, Benediction – can sometimes be headache-inducing. However, by the two closing tracks, Ostinato and Prayer for Healing, Mehldau is wearing his chops lightly and starting to tug at the heartstrings.”

1 Before Bach: Benediction
2 Prelude No. 3 in C# Major from The Well-Tempered Clavier Book I, BWV 848
3 After Bach: Rondo
4 Prelude No. 1 in C Major from The Well-Tempered Clavier Book II, BWV 870
5 After Bach: Pastorale
6 Prelude No. 10 in E Minor from The Well-Tempered Clavier Book I, BWV 855
7 After Bach: Flux
8 Prelude and Fugue No. 12 in F Minor from The Well-Tempered Clavier Book I, BWV 857
9 After Bach: Dream
10 Fugue No. 16 in G Minor from The Well-Tempered Clavier Book II, BWV 885
11 After Bach: Ostinato
12 Prayer for Healing

Brad Mehldau – Piano

BAIXAR AQUI  – DOWNLOAD HERE

Brad Mehldau mostrando a que veio.
Brad Mehldau mostrando a que veio.

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.

front

200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.

.

Durante sua segunda estada em Paris, em 1778, Mozart compôs várias obras de variações sobre um tema, um gênero que estava muito em voga nos salões da aristocracia da época. Escolhendo temas populares das óperas por Dezède, Grétry ou Beaumarchais, ele compôs alguns de suas melhores obras de variações para teclado, misturando habilmente seus estilos francês e alemão. 
 .
Ao mesmo tempo, enquanto alguns músicos franceses, tais como Balbastre ainda estavam dando deslumbrantes e virtuosas performances, outros, como Jadin ou Méhul, estavam se movendo em direção ao “Romantismo”, com composições inovadoras movidas por paixão e melancolia.
 ..
back
 
CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.
Claude – Bénigne Balbastre (França, 1727 – 1799)
01. Prélude en ut majeur
Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
02. Sonate Parisienne K. 310: 1. Allegro maestoso
03. Sonate Parisienne K. 310: 2. Andante cantabile
04. Sonate Parisienne K. 310: 3. Presto
Hyacinthe Jadin (França, 1776 – 1800)
05. Sonate en ré majeur op.5 nº 2:  1. Allegro
06. Sonate en ré majeur op.5 nº 2:  2 Andante
07. Sonate en ré majeur op.5 nº 2:  3. Final: Presto
Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
08. Neuf Variations sur l’air ‘Lison dormait’ K264
Andreas Staier, pianoforte
.
200 Anos de Música em Versailles
CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.
.
box frontCD 18/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 237 MB
 .
CD 18/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
MP3 | 320 kbps | 118 MB
.
Encarte/Scans – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – HD, 190 MB, para a edição toda
.
powered by iTunes 12.7.4 | 30 min
.

Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
.
When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Triple Concerto for Piano, Violin & Cello, op. 56, Trio for Clarinet, Celo & Piano, op. 11 – Gastinel, Angelich, Shaham, Ottensamer, FRSO, Järvi

coverSim, eu sei que recém trouxe para os senhores uma caixa com 60 cds dedicados à musica de Beethoven, mas não vejo nada que impeça de trazer um lançamento do ótimo selo Näive com excelentes solistas, orquestra e regente idem. O Concerto Triplo é  uma obra tão única que sempre terá um lugar especial aqui no PQPBach.
Temos aqui três solistas respeitados no Concerto Triplo, acompanhados pela Sinfônica da Rádio de Frankfurt, dirigida pelo Paavo Järvi, maestro que vem se destacando em gravações de excelente qualidade e bem resenhadas na imprensa especializada.
O CD traz também uma obra um tanto quanto desconhecida de Beethoven, o Trio para Clarinete op. 11, esplendidamente interpretado pelo jovem clarinetista Andreas Ottensamer. Lembrem-se deste nome, senhores. Ainda ouviremos muito falar nele. É a nova geração chegando e pedindo passagem.

Triple Concerto for Piano, Violin, Cello and Orchestra op.56 (1804)

1 Allegro
2 Largo
3 Rondo alla Polacca 12’28

Anne Gastinel – Cello
Gil Shaham – Violin
Nicholas Angelich – Piano
Frankfurt Radio Symphony Orchestra
Paavo Järvi – Conductor

Trio for Clarinet, Cello and Piano in B Flat Major op.11 (1798)

4 Allegro con brio
5 Adagio
6 Tema con variazioni

Anne Gastinel – Cello
Nicholas Angelich – Piano
Andreas Ottensamer – Clarinet

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

coverO violoncelista Jan Vogler, que mora entre Nova York e Dresden, gravou três concertos duplos para violino, violoncelo e orquestra com sua esposa, a notável violinista Mira Wang, com a Royal Scottish National Orchestra sob a direção de Peter Oundjian. É claro que Mira Wang também mora entre Nova York e Dresden. O concerto duplo de Brahms é espetacular com seus sons românticos, solos eloquentes e grande participação orquestral. A imprensa inglesa escreveu a respeito: “Vogler, em particular, tratou suas seções solo como um recitativo de ópera, mesmo nas seções mais rápidas do Vivace. Wang, sua esposa, combinou com ele em virtuosismo e em beleza de tom. O destaque, no entanto, foi a abertura do movimento lento, que traz sensacionais timbres de legato, com solistas e orquestra entrando um no outro como em círculos concêntricos, criando um som como o de chocolate derretido”. Bem… O compositor norte-americano John Harbison (nascido em 1938) compôs o concerto duplo para a Boston Symphony Orchestra, encomendado pelo Friends of the Dresden Festival. A estreia mundial altamente elogiada com Jan Vogler e Mira Wang ocorreu em 8 de abril de 2010 em Boston, sob a direção de Carlos Kalmar. Agora, este trabalho colorido e dinâmico, repleto de virtuosismo cintilante, pode ser ouvido pela primeira vez em uma gravação. O compositor alemão Wolfgang Rihm (nascido em 1953) é considerado um dos mais importantes compositores do nosso tempo. Seu “Duo Concerto”, apresentado no Carnegie Hall em Nova York por Jan Vogler e Mira Wang com Orpheus Chamber Orchestra em 2015, completa este grande CD.

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

Wolfgang Rihm (1952)
1. Duo Concerto for Violin, Cello and Orchestra 22:41

Johannes Brahms (1833-1897)
2. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : I. Allegro 17:19
3. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : II. Andante 07:40
4. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : III. Vivace non troppo 08:55

John Harbison (1938)
5. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : I. Affetuoso, poco inquieto 06:58
6. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : II. Notturno. Adagio 07:41
7. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : III. Tempo giusto 06:15

Personnel:
Mira Wang (violin)
Jan Vogler (violoncello)
Royal Scottish National Orchestra
Peter Oundjian (conductor)

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Wang e Vogler mandando bala.
Wang e Vogler mandando bala.

PQP

.: interlúdio :. Victor Wooten, Dennis Chambers & Bob Franceschini – 2017 – Trypnotyx

coverEste petardo que ora vos trago foi gravado por três grandes músicos, sendo que dois deles já considero lendas vivas, e que mostram a que nível de sofisticação e aprimoramento técnico os músicos deste início de século XXI chegaram.

Tive a grata satisfação de ver o imenso baterista Dennis Chambers ao vivo, em technicolor, há meros 50 metros de distância, na conservadora Florianópolis do início dos anos 2000, em um bar temático mexicano, onde a maior parte dos seus clientes não sabiam, nem entendiam e nem se interessavam em saber o que estava acontecendo no palco e pude constatar seu virtuosismo absurdo, seu domínio do instrumento e sua versatilidade e criatividade em um solo de vinte e cinco minutos, que cronometrei sim. Naquele momento ele tocava com a banda do guitarrista Mike Stern, que tinha como saxofonista este mesmo Bob Franceschini que toca neste CD aqui. O talento de Dennis Chambers é nato, mas foi aperfeiçoado e forjado em décadas de dedicação à causa, desde os tempos do “Funkadelic” até seu período tocando com Carlos Santana. O cara é o rei do groove.

Victor Wooten é um caso a parte. Não consigo classifica-lo, nem pretendo. É um monstro, um legítimo sucessor do legado de gigantes do nível de Stanley Clarke ou Jaco Pastorius, músicos estes que ajudaram a elevar o nível de virtuosismo na execução do baixo elétrico. Ouçam a faixa “Funky D” para entenderem do que estou falando.

Poderia ficar horas falando sobre estes três caras, mas vou parar por aqui e pedir para os senhores ouvirem este CD. Seus estilos e técnicas são uma evolução natural do jazz, elevado à enésima potência em se tratando de virtuosismo.
P.S. Lembro que Victor Wooten já apareceu cá pelas plagas do PQPBach, tocando com outro lendário músico, o tocador de Banjo Béla Fleck. procurem em postagens antigas e ouçam, por favor.

Victor Wooten, Dennis Chambers & Bob Franceschini – 2017 – Trypnotyx

01 Take Off
02 Dc10
03 Liz & Opie
04 Cruising Altitude
05 Funky D
06 The 13th Floor
07 A Little Rice and Beans
08 A Soul Full of Ballad
09 Caught in the Act
10 One Hand
11 Trypnotyx
12 Final Approach
13 Cupid
14 Landing

Victor Wooten – Bass
Dennis Chambers – Drums
Bob Francheschini – Tenor Sax

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Não se deixem levar pelas aparências. Estes três representam a evolução do jazz neste final da década de 10 do século XXI.
Não se deixem levar pelas aparências. Estes três representam a evolução do jazz neste final da década de 10 do século XXI.

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

81GQ8smjzUL._SX355_Um CD muito original. A harpista Flora Papadopoulos interpreta, com boa dose de liberdade, várias obras escritas originalmente para violino. J. S. Bach, Biber, Marini e Corelli são quatro das principais figuras da música barroca, mas ninguém os associaria à harpa. No entanto, eles trabalharam em ambientes onde há ampla evidência de que os harpistas estavam ativos, e onde certamente existia um repertório solo de harpa, mesmo que nunca fosse escrito. O ambicioso projeto de Papadopoulos parte dessa premissa e é o resultado de uma pesquisa profunda em fontes originais. Sugere que o repertório para violino, um instrumento que compartilha de suas características idiomáticas com a harpa, era uma fonte de inspiração para os harpistas. Assim, aqui algumas das peças mais conhecidas e mais virtuosas para o violino foram arranjadas para harpa, dando a essas composições um novo sopro de vida e lançando luz sobre novas e inesperadas nuances e reflexões. Flora Papadopoulos, após colaborações significativas com conjuntos como a Cappella Mediterranea e o Concerto Italiano agora faz seu primeiro álbum solo. Explorando caminhos pessoais, altamente experimentais e empíricos, ela revive uma fascinante prática musical há muito perdida.

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

01. Mystery Sonata No. 1 in D Minor, “The Annunciation”: I. Praeludium
02. Mystery Sonata No. 1 in D Minor, “The Annunciation”: II. Variatio-Aria allegro-Variatio-Adagio-Finale
03. Arie madrigali et corenti, Op. 3: Romanesca per violino solo e basso se piace
04. Sonate, symphonie, canzoni, passe’mezzi, baletti, corenti, gagliarde e retornelli, Op. 8: Sonata Quarta per il violino per sonar con due corde
05. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: I. Preludio. Adagio
06. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: II. Allemanda. Allegro
07. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: III. Sarabanda. Largo
08. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: IV. Gavotta. Allegro
09. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: V. Giga. Allegro
10. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: I. Adagio
11. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: II. Fuga
12. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: III. Siciliana
13. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: IV. Presto

Composers:
Bach, Johann Sebastian (1685-1750)
Biber, Heinrich Ignaz Franz von (1644-1704)
Corelli, Arcangelo (1653-1713)
Marini, Biagio (c.1597-1665)

Flora Papadopoulos, harpa

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Flora Papadopoulos
Flora Papadopoulos

PQP

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.

front

200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.

.

Depois da “revolução instrumental” da primeira parte do século XVIII, que viu a consagração do violino, do violoncelo e dos instrumentos de sopro, o fim da Era do Iluminismo foi marcado pelo brilhante surgimento das obras sinfônicas. A abertura do programa, a sinfonia, o concerto e a sinfonia concertante eram todos gêneros “modernos”, ideais para realçar a riqueza e a cor da orquestra clássica.
.
Gossec, Leduc, Rigel e Saint-George, entre outros, chegaram à fama à frente de um dos grandes conjuntos instrumentais da capital e, em poucos anos, Paris tornou-se a cidade mais importante da Europa para a criação de obras sinfônicas.
 ..
back
 
CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.
.
François-Joseph Gossec (Bélgica, 1734 – França, 1829)
01. Symphonie concertante du ballet Mirza (excerpt) : Allegro
Simon Leduc (França, 1742 – 1777)
02. Symphonie en mi bémol major: I. Maestoso, Allegro vivace
03. Symphonie en mi bémol major: II. Adagio sostenuto
04. Symphonie en mi bémol major: III. Rondo moderato
Henri-Joseph Rigel (Alemanha, 1741 – França, 1799)
05. Symphonie en ré mineur opus 21 nº 2 : I. Allegro maestoso
06. Symphonie en ré mineur opus 21 nº 2 : II. Adagio
07. Symphonie en ré mineur opus 21 nº 2 : III. Presto
 
Le Cercle de l’Harmonie, Jérémie Rhorer, dir.
.
200 Anos de Música em Versailles
CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.
.
box frontCD 17/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 167 MB
 .
CD 17/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
MP3 | 320 kbps | 82 MB
.
Encarte/Scans – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – HD, 190 MB, para a edição toda
.
powered by iTunes 12.7.4 | 30 min
.

Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
.
When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Julliete Hurel – Bach Inspiration

MI0004379399Um baita CD este que vos trago do Selo Alpha, onde temos a flauta como principal personagem, e Julliete Hurel como solista.
A extraordinária Suite nº 2 in B Minor abre o CD e nos mostra uma solista perfeitamente a vontade, e muito bem acompanhada por um conjunto chamado ‘Ensemble les Surprises’. Não lembro quando foi que ouvi esta obra pela primeira vez, provavelmente com Karl Richter, ou Pinnock, já há muito tempo atrás, e nunca canso de ouvi-la. Ela é extraordinária, magnífica, e curiosamente me surpreende até hoje quando a ouço..
Hurel acompanha a soprano Mailys de Villoutreys em três momentos, em árias tiradas da Paixão Segundo Mateus, do Oratório da Páscoa, da Cantata do Café e de outra Cantata, de BWV 82a.
No melhor momento do CD, Hurel encara sozinha a famosa partita para flauta, BWV 1013, mostrando que grande flautista que ela é.
Enfim, um CD para ser apreciado sem moderação. É Bach, portanto, merece toda a nossa concentração, quem sabe assim possamos assimilar melhor estes difíceis momentos em que vivemos em nosso país.

1 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ I. Ouverture
2 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ II. Rondeau
3 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ III. Sarabande
4 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ IV. Bourrées I & II
5 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ V. Polonaise & Double
6 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ VI. Menuet
7 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ VII. Badinerie
8 – Matthäus-Passion, BWV 244_ _Aus Liebe will mein Heiland sterben_
9 – Partita in A Minor, BWV 1013_ I. Allemande
10  – Partita in A Minor, BWV 1013_ II. Corrente
11 – Partita in A Minor, BWV 1013_ III. Sarabande
12 – Partita in A Minor, BWV 1013_ IV. Bourrée anglaise
13 – Oster-Oratorium, BWV 249_ IV. Aria _Seele, deine Spezereien_
14 Trio Sonata in G Major, BWV 1038_ I. Largo
15 – Trio Sonata in G Major, BWV 1038_ II. Vivace
16 – Trio Sonata in G Major, BWV 1038_ III. Adagio
18 – Coffee Cantata, BWV 211_ IV. Aria _Ei! Wie schmeckt der Kaffee süsse_
19 – Cantata BWV 82a Ich habe genug_ I. Aria _Ich habe genug_

Julliete Hurel – Flute
Maïlys de Villoutreys – Soprano
Ensemble Les Suprises
Louis Noel Bestion de Camboulas – Organ, Harpsinhord, Director

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Johann Strauss Jr. (1825-1899): Die Fledermaus (The Bat – O Morcego)

Johann Strauss Jr. (1825-1899): Die Fledermaus (The Bat – O Morcego)

CapaJohann Strauss Jr. (Viena, 25 de outubro de 1825 — Viena, 3 de junho de 1899) o rei da valsa e mestre do compasso ternário foi um astro da música na segunda metade do século 19, compunha um sucesso novo praticamente a cada semana, fosse valsa, mazurca ou polca. Tudo estava bem até que num belo dia o compositor francês Jacques Offenbach disse ao seu colega austríaco “Você deveria escrever operetas, Herr Strauss”. Assim nasceu a opereta na vida de Strauss Jr. “Die Fledermaus (O Morcego)” é a terceira opereta, foi composta por Strauss Jr. durante um período de dois anos a partir de 1873 e o enredo é inteiramente de natureza frívola, sem pretensão de passar nenhuma mensagem, apenas entretenimento. Strauss estava na regência da primeira apresentação do “Die Fledermaus”, que aconteceu no Theater an der Wien em 5 de abril de 1874. Sua absoluta acessibilidade fez com que fosse um sucesso incontestável (no ano da estréia, a opereta foi apresentada 58 vezes no teatro em Viena), e assegurou que Strauss se inspirasse em escrever uma opereta após outra nos próximos vinte e cinco anos. Por definição Opereta é algo semelhante a comédia e em sua maioria são relativamente curtas e com enredos leves, sem aqueeele dramalhão.

Esta montagem é o meu Fledermaus favorito (particularmente gosto muito do Carlos Kleiber regendo óperas), os arquivos que compartilho com vocês foram extraídos do DVD Die Fledermaus apresentado na Bavária em 1987 (o scan da capa e encartes estão no resumo em “pdf” junto com os arquivos). O elenco é excelente em todos os sentidos, atores e músicos do mais alto nível, é alegre e divertida, sobretudo muito musical. Para mim esta apresentação de Die Fledermaus é a melhor, não sei, tem uma eletricidade entre todos os envolvidos no dia, regente, cantores músicos e platéia, fica mais deliciosa ainda se vocês entenderem o dialeto austríaco; Uma palavra: WOW! Um presente perfeito para os amantes da música de ópera ligeira no seu melhor estilo. Música maravilhosa, cantores maravilhosos ….. bonito em todos os aspectos.

Quem não conhece esta opereta provavelmente vai gostar, tem a famosa e maravilhosa Valsa vienense e canções de muito bom gosto (apesar dos longos trechos de “bate papo” entre os personagens em puro alemão vianense do fim do Séc. XIX). Uma certeza: não dá para ficar indiferente ou entediado com essa opereta, a dinâmica dela é excelente. Desde a explosiva e famosa abertura – que lembra uma saraivada de rolhas de champanhe seja pela energia crescente da “Valsa Fledermaus” seja pelos numerosos momentos cômicos, dos quais o final do segundo ato “Duidu” transbordam alegria e energia vibrante.

Uma curiosodade sobre ” Die Fledermaus ” é que a história se passa no último dia do ano, e em algumas casas de ópera alemãs muitas vezes têm performances à noite do último dia do ano.

A História: Die Fledermaus, opereta de Johann Strauss Jr., foi composta com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, com base no vaudeville francês Le Réveillon. A opereta reúne música, balé e entretenimento. A história acontece durante uma festa de réveillon e apresenta os disparates do burguês Eisenstein nas mãos do diretor de teatro, senhor Falke. Este prepara uma vingança contra Eisenstein, que o deixou certa vez em situação ridícula: vestido de morcego, bêbado, na rua, ao fim de uma festa à fantasia. Numa trama de acontecimentos, Falke, fantasiado de morcego, joga habilmente com a vaidade de todos. Eisenstein e sua esposa, Rosalinde, enfrentam uma sucessão de mal-entendidos e aventuras.

No primeiro ato, Eisenstein está para ser preso por desacato a autoridade e passa em casa para se vestir, antes de ir para a cadeia. Mas, escondido de Rosalinde, desvia o caminho e comparece à festa do príncipe Orlofsky. A empregada de ambos, Adele, também havia sido convidada. E Rosalinde acaba seguindo para a mesma festa, depois de colocar na prisão, no lugar do marido, um admirador que a persegue.

No segundo ato, todos estão disfarçados – são falsos nobres franceses, condessas húngaras falsificadas ou vedetes de can-can. Sem saber de quem se trata, Eisenstein faz corte à própria esposa.

O terceiro ato abre-se na prisão, onde Alfred, admirador de Rosalinde, está preso no lugar de Eisenstein. Todos vão para lá e assim se desenreda finalmente a trama armada pelo “morcego”, em sua vingança final.

Esta opereta é incrivelmente alegre, quem não aguenta os diálogos e quer uma recomendação direta ouça a Valsa (faixa 01) depois pule para a faixa 17 e deixe rolar até a faixa 21, é do outro mundo, sensacional (é só ouvir a reação do público nesta representação ao vivo) !!!!!

Coloquei também uma faixa bonus com a Kathleen Battle e o Maestro Karajan – Voices of Spring – gravado ao vivo em 1987 no evento Vienna New Year’s Concert.

A história “passo a passo” com fotos do encarte original do DVD estão junto no arquivo de download com as faixas, ao resumo da ópereta foi extraído do livro “As mais Famosas Óperas”, Milton Cross (Mestre de Cerimônias do Metropolitan Opera). Editora Tecnoprint Ltda., 1983.

Pessoal, abrem-se as cortinas e divirtam-se com a música de Strauss Jr. !

Johann Strauss Jr. (1825-1899): Die Fledermaus (The Bat – O Morcego)

2 – Overture
ACT ONE
3 – Täubchen, das entflattert ist (Alfred, Adele, Rosalinde)
4 – Adele bittet um Ausgang (Adele, Rosalinde, Alfred)
5 – Nein, mit solchen Advokaten (Eisenstein, Rosalinde, Blind, Adele, Falke)
6 – Komm mit mir zum Souper (Eisenstein, Rosalinde, Adele, Falke)
7 – So muB allein ich bleiben (Rosalinde, Eisenstein, Adele, Alfred)
8 – Trinke, Liebchen, trinke schnell (Alfred, Rosalinde)
9 – Ich höre Stimmen (Alfred, Rosalinde, Frank)
10 – Mein Herr, was dächten Sie von mir (Alfred, Rosalinde, Frank)
11 – Mein schönes, GraBes Vagelhaus (Alfred, Rosalinde, Frank)

ACT TWO
12 – Ein Souper heut uns winkt (Chor, Adele, Ida, Orlofsky, Falke, Ivan, Eisenstein)
13 – Ich lade gern mir Gäste ein (Adele, Ida, Orlofsky, Falke, Eisenstein)
14 – Ach, meine Herr’n und Damen (Chor, Adele, Orlofsky, Falke, Eisenstein)
15 – Mein Herr Marquis (Chor, Adele, Ida, Orlofsky, Falke, Ivan, Eisenstein, Frank, Rosalinde)
16 – Dieser Anstand, so manierlich (Adele, Ida, Orlofsky, Eisenstein, Frank, Rosalinde)
17 – Klänge der Heimat (Orlofsky, Falke, Ivan, Eisenstein, Rosalinde, Chor)
18 – Im Feuerstrom der Reben (Orlofsky, Eisenstein, Adele, Chor)
19 – Herr Chavalier, ich GrüBe Sie! (Orlofsky, Falke, Adele, Eisenstein, Rosalinde, Chor, Frank)
20 – Brüderlein un Schwesterlein (Orlofsky, Falke, Adele, Eisenstein, Rosalinde, Chor, Frank, Ida)
21 – Polka, Unter Donner und Blitz op.324
22 – Genung damit, genung (Orlofsky, Falke, Adele, Eisenstein, Rosalinde, Chor, Frank, Ida)

ACT THREE
23 – entr’acte
24 – Die Nacht im Gefängnis (Frosch, Alfred)
25 – Frank versucht die ersten (Frank, Frosch, Adele, Ida)
26 – Spiel’ ich die Unschuld vom Lande (Adele, Ida, Frank, Frosch)
27 – Eisenstein und Frankl haben einige Mühe (Eisenstein, Frank, Frosch, Blind, Alfred)
28 – Ich stehevoll Zagen (Rosalinde, Alfred, Eisenstein, Frosch, Frank, Adele, Ida)
29 – O Fledermaus, o Fledermaus (Rosalinde, Alfred, Eisenstein, Falke, Frank, Adele, Ida, Orlofsky, Chor)

Gabriel von Eisenstein – Eberhard Wächter
Rosalinde – Pamela Coburn
Frank – Benno Kusche
Prinz Orlofsky – Brigitte Fassbaender
Alfred – Josef Hopferwieser
Dr. Falke – Wolfgang Brendel
Dr. Blind – Ferry Gruber
Adele – Janet Perry
Frosch – Franz Muxeneder
Ivan – Ivan Unger
Ida – Irene Steinbeisser

Bavarian State Opera Chorus
Gravado ao vivo no Bavarian State Orchestra, 1987
Conductor: Carlos Kleiber

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Johann Strauss, o rei da valsa.
Johann Strauss, o rei da valsa.

AMMIRATORE

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

R-10995633-1508211845-5034.jpeg

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Rameau é maravilhoso. É sempre interessante, alegre, cheio de musicalidade. E este super trio nos traz performances equilibradas e refrescantes que nos mostram a graça e a mistura caleidoscópica de cores instrumentais do compositor. Pinnock está animado e envolvente, Podger está inspiradora e inspirada, ambos toando com clareza e frases bem feitas. Manson responde da mesma forma. Os ‘Tambourins’ são arrepiantes, o resto também. Mais uma joia que o PQP disponibiliza para os amantes do barroco.

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

Premier Concert
1 La Coulicam 3:25
2 La Livri 3:04
3 Le Vézinet 3:26

Deuxième Concert
4 La Laborde 5:56
5 La Boucon 5:31
6 L’Agaçante 2:46
7 Premier Menuet En Rondeau. Deuxième Menuet En Rondeau 4:51

Troisième Concert
8 La La Ploplinière 3:54
9 La Timide, Premier Rondeau Gracieux. La Timide Deuxième Rondeau Gracieux 7:09
10 Premier Tambourin En Rondeau. Deuxieme Tambourin En Rondeau 2:01

Quatrième Concert
11 La Pantomime 4:31
12 L’Indiscrète 1:38
13 La Rameau 4:14

Cinquième Concert
14 La Forqueray 4:26
15 La Cupis 6:25
16 La Marais 2:29

Trevor Pinnock, cravo
Rachel Podger, violino
Jonathan Manson, viola da gamba

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Jean-Philippe Rameau: talento espetacular, alegria e música luminosa
Jean-Philippe Rameau: talento espetacular, alegria e música luminosa

PQP

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.

front

200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.

.

Sob Luís XVI e Maria Antonieta, as grandes tragédias, incluindo “la Duplant”, “la Saint-Huberty” e “la Levasseur”, foram apresentadas em casas cheias da Académie Royale de Musique (Opéra), em obras de Gluck, Sacchini, Piccinni e Gossec.
 .
Muitas vezes, no entanto, eles foram ofuscados pelos homens, especialmente o tenor Legros e o grande barítono Larrivée, que apareceram em todos os trabalhos realizados na Académie Royale de Musique entre 1770 e 1785 – um repertório “heróico” anunciando a grande ópera romântica do século seguinte. Ao mesmo tempo, os artistas da Opéra – Comique tentavam superar a virtuosidade e a expressividade da música, tão moderna quanto Grétry, Monsigny e Philidor.
 ..
back
 
CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.
.
Antonio Maria Gasparo Gioacchino Sacchini (Itália, 1730 – França, 1786)
01. Dardanus: Ouverture
Rodolphe Kreutzer (França, 1766 – Suiça, 1831)
02. La Mort d’Abel: L’aurore a dissipé les ombres
Pierre-Alexandre Monsigny (França, 1729 – 1817)
03. Le Déserteur: Il m’eut été si doux de t’embrasser
Jean-François Le Sueur (França, 1760 – 1837)
04. La Caverne: Dans ce péril certain
François-Joseph Gossec (Bélgica, 1734 – França, 1829)
05. Sabinus: 1. Tambourin
06. Sabinus: 2. Air des vieillards
07. Sabinus: 3. Air en passacaille
08. Sabinus: 4. Gigue pour les enfants
François-André Danican Philidor (França, 1726 – Inglaterra, 1795)
09. Ernelinde princesse de Norvège : Transports, tourments jaloux
André Ernest Modeste Grétry (Bélgica, 1741 – França, 1813)
10. Le Huron: Ouverture
11. La Fausse Magie: Comme un éclair
12. L’Amant jaloux: Ô douce nuit, sous ton ombre paisible
 
Les Agrémens; Guy van Waas, dir.
Pierre-Yves Pruvot, barítono
Isabelle Poulenard, soprano
.
200 Anos de Música em Versailles
CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.
.
box frontCD 16/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 312 MB
 .
CD 16/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
MP3 | 320 kbps | 156 MB
.
Encarte/Scans – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – HD, 190 MB, para a edição toda
.
powered by iTunes 12.7.4 |1 h 02 min
.

Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
.
When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

W. A. Mozart (1756-1791): Quartetos de Cordas Nº 17 e 15

W. A. Mozart (1756-1791): Quartetos de Cordas Nº 17 e 15

R-5405754-1392562712-9172.jpegVelha gravação do Smetana Quartet, grupo fundado em 1943 e desfeito em 1989. São dois notáveis quartetos de Mozart. São também consistentes e parrudos, mas o Smetana exagerou na paulada. Bem, era o habitual nos anos 60. Há que considerar também que o quarteto era especializado em música romântica e tratava de trazer tudo para esta seara. Hoje, esta gravação tem um sabor de coisa do passado, mas era assim que ouvíamos Mozart. Competência máxima, afinação máxima, delicadeza nenhuma.

Quartet No.17 in B major, K.458 “Hunt”
1. I – Allegro vivace assai
2. II – Menuetto: Moderato
3. III – Adagio
4. IV – Allegro assai

Quartet No.15 in D minor, K.421(417b)
5. I – Allegro assai
6. II – Andante
7. III – Menuetto [Allegretto]
8. IV – Allegro ma non troppo (Allegretto non troppo)

Smetana Quartet

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Não dá pra dizer que eles não tocavam juntos, eles tocavam quase enfiando o arco um no olho do outro, de tão juntos.
Não dá pra dizer que eles não tocavam juntos, eles tocavam quase enfiando o arco um no olho do outro, de tão juntos.

PQP

 

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final) (Beaux Arts)

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final) (Beaux Arts)

AB-SO-LU-TA-MEN-TE IM-PER-DÍ-VEL !

Quem perder esta postagem é mulher do padre. Isto é óbvio. O quarteto Op. 26 forma uma dupla e tanto com o Op. 25. O Op. 25  é mais extrovertido e virtuoso que seu grande companheiro. Sim, é a música de câmara mais longa de Brahms. São mais de 50 minutos, tempo maior do que qualquer uma de suas sinfonias e concertos, embora a Primeira Sinfonia e o Segundo Concerto para Piano chegarem perto. Entre todos os trabalhos com números de opus, apenas Um Réquiem Alemão leva mais tempo para executar. Todos os quatro movimentos duram mais de 10 minutos e são ricos em conteúdo. É música boa pra mais de metro. O Trio Opus Póstumo não é uma loucura, mas depois que a gente se apaixona pela densidade brahmsiana, quer conhecer tudo o que o hamburguês escreveu.

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final)

Piano Quartet In A, Op. 26
1 Allegro Non Troppo 15:21
2 Poco Adagio 12:36
3 Scherzo. Poco Allegro 11:05
4 Finale. Allegro 9:36

Piano Trio In A, Op. Posth.
5 Moderato 9:12
6 Vivace 5:44
7 Lento 8:47
8 Presto 6:18

Beaux Arts:
Piano – Menahem Pressler
Violin – Isidore Cohen (1-4), Daniel Guilet (5-8)
Cello – Bernard Greenhouse
Mais:
Viola – Walter Trampler

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

O Beaux Arts em 1960: ainda com Daniel Guilet ao violino. Depois entraria Isidore Cohen em seu lugar
O Beaux Arts em 1960, ainda com Daniel Guilet ao violino. Depois entraria Isidore Cohen em seu lugar

PQP

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD15/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Italianos na Corte Francesa.

front

200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD15/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Italianos na Corte Francesa.

.

Muito antes de realmente viverem na França, Piccinni e Sacchini haviam conquistado o público francês com suas melodias fluidas, acompanhamentos animados e, acima de tudo, a pirotecnia de suas virtuosas partes vocais. A partir de 1770, suas árias italianas (peças de concerto ou cenas de óperas) eram realizadas diariamente no Concert Spirituel e em outras sociedades de concertos da capital. A consagração desses dois músicos veio alguns anos depois com suas respectivas obras em francês, Didon (1783) e Œdipe à Colone (1786).
 ..
back
 
CD15/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Italianos na Corte Francesa.
Antonio Maria Gasparo Gioacchino Sacchini (Itália, 1730 – França, 1786)
01. Œdipe à Colone: 1. Ouverture
02. Œdipe à Colone: 2. Tout mon bonheur
03. Œdipe à Colone: 3. Gavotte
04. Œdipe à Colone: 4. Je ne vous quitte point
05. Œdipe à Colone: 5. Ballet final
Niccolò Piccinni (Itáia, 1728 – França, 1800)
06. Didon: 1. Ouverture: Allegro maestoso – Andantino sostenuto – Allegro
07. Didon: 2. Qui, moi, le flatter?
08. Didon: 3. Andantino
.
09. Didone abbandonata: Son regina e son amante
Cappella della Pietà de’ Turchini; Antonio Florio, dir.
Roberta Invernizzi, soprano
.
200 Anos de Música em Versailles
CD15/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Italianos na Corte Francesa.
.
box frontCD 15/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 267 MB
 .
CD 15/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
MP3 | 320 kbps | 127 MB
.
Encarte/Scans – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – HD, 190 MB, para a edição toda
.
powered by iTunes 12.7.4 | 51 min
.

Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
.
When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (I) (Beaux Arts)

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (I) (Beaux Arts)

AB-SO-LU-TA-MEN-TE IM-PER-DÍ-VEL !

Você talvez fique se perguntando: por que PQP colocou um álbum duplo em duas postagens em vez de entregar logo tudo? Ora, simples. É que é impossível ouvir apenas uma vez cada um destes CDs. (Calma, amanhã virá o segundo). Não é algo comum que passa por nossos ouvidos como uma brisa. Quem conhece estas obras sabe que são monumentos centrais da música de câmara. Além disso, desconheço melhor interpretação para estas obras do que a do Beaux Arts Trio. O que o Pressler, Cohen e Greenhouse fazem aqui merece ser ouvido por todos os dias que desejem ser lindos.

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (I)

Piano Quartet In G Minor, Op. 25
1-1 Allegro 13:10
1-2 Intermezzo. Allegro Ma Non Troppo 8:34
1-3 Andante Con Moto 9:39
1-4 Rondo Alla Zingarese. Presto 7:58

Piano Quartet In C Minor, Op. 60
1-5 Allegro Ma Non Troppo 9:59
1-6 Scherzo. Allegro 3:55
1-7 Andante 9:54
1-8 Finale. Allegro 9:39

Beaux Arts:
Piano – Menahem Pressler
Violin – Isidore Cohen
Cello – Bernard Greenhouse
Mais:
Viola – Walter Trampler

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Beaux Arts: vistos assim, parece gente normal
Beaux Arts: vistos assim, parece gente normal

PQP

Antonio Vivaldi – Sacred Music cds 9 e 10 de 10 – The King´s Consort, Robert King

frontVamos encerrar a série?

CD 9
1 – 9 – Laudate pueri, RV 602
10 – 15 – Salve Regina, RV 618
16 – 18 – Ascende laeta, RV 635
19 – Gaude mater Ecclesia, RV 613
20 – 23 – Vos aurae per montes, RV 634
24 –  Gloria Patri, RV 602a (from Laudate pueri)

Carolyn Sampson – Soprano
Susan Gritton – Soprano
Joanne Lunn – Soprano
Joyce DiDonato – Mezzo Soprano
Nathalie Stutzmann – Contralto
Choir of The King´s Consort
The King´s Consort
Robert King – Conductor

CD 10

1 – 12 – Gloria, RV 589
13 – 20 – Vivaldi Nisi Dominus, RV 803
21 – 23 – Ostro picta, RV 642
24 – 34 – Ruggieri Gloria, RV ANH 23

Carolyn Sampson – Soprano
Joanne Lunn – Soprano
Joyce DiDonato – Mezzo Soprano
Tuva Semmingsen – Mezzo Soprano
Robin Blaze – Countertenor
Hilary Summers – Contralto
Choir of The King´s Consort
The King´s Consort
Robert King – Conductor

CD 9 – BAIXE AQUI -DOWNLOAD HERE

CD 10 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Bartók / Kodály: Concertos para Orquestra

Bartók / Kodály: Concertos para Orquestra

51uhpkaYheLIM-PER-DÍ-VEL !!!

Esta é a melhor gravação que já ouvi do Concerto para Orquestra de Bartók, obra que ouço há de quarenta anos. O checo Jakub Hrůša realiza um notável trabalho em torno dos dois Concertos para Orquestra escritos pelos compositores húngaros Bartók e Kodály, que foram amigos e pesquisadores e fundadores da etnomusicologia.

O Ilha Quadrada nos fez o favor de escrever muito bem a respeito do espetacular Concerto para Orquestra de Bartók:

Eu já disse que homem é homem, menino é menino, sinfonia é sinfonia, concerto é concerto, concerto grosso é concerto grosso, sinfonia concertante é sinfonia concertante… e concerto para orquestra, que raios é isso?

Siga a lógica: se concerto é para solista e concerto grosso é para um grupo principal de instrumentistas, o concerto é para orquestra quando esse grupo principal é a orquestra toda. Entendeu? Há algo de “comunismo” nesse conceito – todos os instrumentos são importantes, todos têm frases virtuosísticas e claramente destacadas, todos são de alguma maneira solistas. (Na sinfonia não há isso: a orquestra sempre soa homogênea, “sinfônica”.)

Esse lance todo surgiu no começo do século 20, com os neoclássicos dos anos 1920. Parece que o primeiro a cunhar o termo foi Paul Hindemith. Desde Hindemith dezenas de concertos para orquestra apareceram no repertório. Desses, alguns se estabeleceram: Kodály, Lutoslawski, Carter e, principalmente, o de Béla Bartók, de 1943.

Bartók foi um dos cabras mais machos da história da música. Passou até fome, mas nunca se curvou a nenhum ditador, nunca puxou o saco de ninguém e manteve-se artística e politicamente íntegro até o fim. Sofreu um bocado. Se pensarmos que sua Hungria foi um barril de pólvora constante desde sempre, com a chegada constante de austríacos, fascistas, nazistas, soviéticos, incas venusianos (não, esses não!)…

Quando um regime nazifascista se estabeleceu na Hungria durante a Segunda Guerra Mundial, Bartók, totalmente discordante dele, emigrou para os Estados Unidos. Lá, passou perrengue. Doente e paupérrimo, foi sobrevivendo graças à ajuda de amigos. Um deles foi fundamental: Serge Koussevitzky, regente russo que dirigiu a Sinfônica de Boston por 25 anos.

Koussevitzky foi um dos mais importantes mecenas da música do século 20, encomendando e estreando dezenas de obras. Ele rapidamente estendeu a mão para o necessitado Bartók e encomendou-lhe uma obra para orquestra, “do jeito que você quiser”. Bartók escreveu o Concerto para orquestra, que se tornaria das peças mais populares do século e certamente a sua mais famosa.

Em termos de estrutura, o Concerto para orquestra tem o formato concêntrico, simétrico, clássico de Bartók: cinco movimentos, allegro-scherzo-andante-scherzo-allegro. Como já comentamos, Bartók era fã de geometria e proporções matemáticas. A forma em cinco partes é provavelmente a mais equilibrada de todas – um fit perfeito!

As marcas do estilo de Bartók não se restringem a isso: o movimento central é uma elegia em tudo devedora da típica “música noturna” bartokiana; os movimentos intermediários destacam características de execução (os pares de solistas bem caracterizados no segundo movimento, e a valsa caricata “invadida” no quarto movimento); e o finale que une a música popular húngara a um contraponto mais cerrado.

O que mais chama a atenção, no entanto, é a transparência da orquestração: o título da obra não é à toa. Cada seção da orquestra é destacada claramente, cada instrumentista tem o seu momento de brilhar e de estabelecer diálogos. Em pouquíssimos momentos a orquestra soa “cheia”. A textura é límpida a todo momento. É quase uma sinfonia, é meio um concerto, é totalmente fascinante.

Chega de falar. O momento agora é de ouvir. Toca Bartók!

Bartók / Kodály: Concertos for Orchestra

Zoltán Kodály
1 Concerto for Orchestra, K. 115 16:26

Béla Bartók
2 Concerto for Orchestra, Sz. 116, BB 123: I. Introduzione. Andante non troppo – Allegro vivace 10:28
3 Concerto for Orchestra, Sz. 116, BB 123: II. Presentando le coppie. Allegretto scherzando 6:44
4 Concerto for Orchestra, Sz. 116, BB 123: III. Elegia. Andante non troppo 7:36
5 Concerto for Orchestra, Sz. 116, BB 123: IV. Intermezzo interrotto. Allegretto 4:20
6 Concerto for Orchestra, Sz. 116, BB 123: V. Finale. Pesante – Presto 9:52

Rundfunk-Sinfonieorchester Berlin
Jakub Hrůša

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Béla Bartók, Ernst von Dohnányi e Zoltan Kodály em momento de alegria
Béla Bartók, Ernst von Dohnányi e Zoltan Kodály em momento de alegria

PQP

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD14/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: O Renascimento da Orquestra Francesa.

front

200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD14/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: O Renascimento da Orquestra Francesa.

.

Entre Lalande e Mondonville, a orquestra francesa foi gradualmente transformada através do trabalho de brilhantes orquestradores como Campra, Rameau e Boismortier. Da grande tradição de Versailhes sob Luís XIV – com o famoso Vingt-quatre Violons du Roi como modelo – a orquestra foi gradualmente modernizada até que, na década de 1750, tomaram corpo as grandes orquestras sinfônicas do período Clássico.
 ..
back
 
CD14/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: O Renascimento da Orquestra Francesa.
Michel Richard de Lalande (France, 1657-1726)
Ensemble Baroque de Limoges; Christophe Coin, dir.
01. Les Folies de Cardenio: 1. Ouverture
02. Les Folies de Cardenio: 2. Air de trompettes
03. Les Folies de Cardenio: 3. Air martial
04. Les Folies de Cardenio: 4. Loure
05. Les Folies de Cardenio: 5. Rondeau
06. Les Folies de Cardenio: 6. Air léger
07. Les Folies de Cardenio: 7. Sarabande légère
08. Les Folies de Cardenio: 8. Menuet
09. Les Folies de Cardenio: 9. Marche pour les Masques
10. Les Folies de Cardenio: 10. Chaconne légère pour les Maures
11. Les Folies de Cardenio: 11. Air pour les Chinois
12. Les Folies de Cardenio: 12. Menuet pour les mêmes
13. Les Folies de Cardenio: 13. Air pour les Pagodes
14. Les Folies de Cardenio: 14. Air des Combattants
15. Les Folies de Cardenio: 15. Appel des Bergers
16. Les Folies de Cardenio: 16. Marche des Bergers
17. Les Folies de Cardenio: 17. Muzette
18. Les Folies de Cardenio: 18. Bourrées
19. Les Folies de Cardenio: 19. Menuets
20. Les Folies de Cardenio: 20. Air sur la ‘LaCassandre’
21. Les Folies de Cardenio: 21. Air pour les flûtes
22. Les Folies de Cardenio: 22. Air pour les Indiens
23. Les Folies de Cardenio: 23. Entrée des Matelots
24. Les Folies de Cardenio: 24. ‘La Tempète’
.
Jean-Joseph Cassanéa de Mondonville (França, 1711 – 1772)
Les Musiciens du Louvre; Marc Minkovski, dir.
25. Sonate nº 4: I.Allegro
26. Sonate nº 4: II. Aria. Andante gratioso
27. Sonate nº 4: III. Gigha
28. Sonate nº 6: I. Allegro
29. Sonate nº 6: IIa. Larghetto
30. Sonate nº 6: IIb. Amoroso
31. Sonate nº 6: III. Gigha : Allegretto
.
200 Anos de Música em Versailles
CD14/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: O Renascimento da Orquestra Francesa.
Michel Richard de Lalande (France, 1657-1726)
.
box frontCD 14/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 349 MB
 .
CD 14/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
MP3 | 320 kbps | 182 MB
.
Encarte/Scans – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – HD, 190 MB, para a edição toda
.
powered by iTunes 12.7.4 | 1 h
.

Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
.
When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

Antonio Vivaldi – Sacred Music cds 7 e 8 de 10 – The King´s Consort, Robert King

front Sem mais delongas, vamos dar continuidade a esta extraordinária série. Espero que estejam gostando.

CD 7

01 – Laetatus sum, RV 607
02 – 10 – Laudate pueri, RV 601
11 – 14 – Vestro Principi divino, RV 633
15 – 17 –  Jubilate, o amoeni chori, RV 639
18 – 27 – Gloria, RV 588

CD 8

1 – 4 – Sum in medio tempestatum, RV 632
5 – 14 – Laudate pueri, RV 600
15 – 17 – Cur sagittas, cur tela, RV 637
18 – Sanctorum meritis, RV 620
19 – 24 – Salve Regina, RV 616

CD 7 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 8 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

FDPBach

.: interlúdio :. Chet Baker – “Blood, Chet and Tears” (1970)

.: interlúdio :. Chet Baker – “Blood, Chet and Tears” (1970)

2zz25qfNuma postagem anterior na qual tivemos o formidável disco “Diane”, comecei o texto comentando que tudo já se houvera falado sobre Chet Baker, e terminei dizendo que sempre haveria algo a mais que se falar sobre ele. Pois bem, ei-lo aqui de volta, pois é uma daquelas figuras que, como o cometa Halley, sempre volta a cruzar os céus e nos encantar. Comentei também como o seu biógrafo James Gavin esmiuçou suas mazelas em detalhes anatômicos e sórdidos. Gavin é um daqueles autores tipicamente biófagos, que apesar de não escreverem desprezivelmente, investem nas polêmicas e põem no microscópio cada célula de suas vítimas no afã de venderem o máximo possível; pecando enfim no que deveriam ser mais fortes – na apreciação da obra. Espero neste texto trazer comentários e relatos em sentido contrário ao que Gavin andou semeando, por mais verdadeiras que tenham sido suas informações. Ora, que Baker vivia na agulha nem vale comentar, assim como milhares que chafurdam no pó e outros paraísos artificiais, porém, sem a glória de trazerem ao mundo sequer um mísero grão de beleza. Em finais dos anos 60 Chet atingiu o ponto mais crítico de sua carreira, ao ser espancado e perdendo alguns dentes (pesadelo de todo trompetistas, bem sei) – embora ele já viesse tocando por séculos sem um dos incisivos frontais, perdido na infância devido a uma pedrada travessa. Em 1966 Baker foi atacado na saída de um clube de jazz em São Francisco. Alguns dizem que o ataque estaria relacionado a drogas. Possivelmente. Qualquer que fosse sua motivação, custou a Baker os dentes e com eles a maior parte de seu sustento. Tal perda inviabilizou quase totalmente a sua atuação ao trompete – além do seu estado psicológico e do descredito no qual estava afundado.

2072pmv

O baterista Artt Frank é mais conhecido por sua amizade e associação profissional com Baker, com quem trabalhou por muitos anos. No final de 1969 ele estava tentando o seu melhor para despertar Chet de seu pesadelo, e foi ele quem fez “Blood, Chet e Tears” acontecer graças à sua amizade com alguns dos principais executivos da MGM Records. A MGM ofereceu a Baker um contrato para um disco ser lançado na Verve e centrado em torno da recente produção do grupo Blood, Sweat & Tears. Chet tocaria sua música em seu próprio estilo Jazzístico, e dessa forma, tanto a gravadora quanto o trompetista, seriam capazes de atingir um grupo muito maior de ouvintes. O álbum foi finalmente gravado durante a primavera de 1970, no Sunwest Recording Studios, sob a direção musical do veterano produtor Jerry Styner. Publicado em 6 de julho de 1970, “Blood, Chet and Tears” não vendeu bem e Baker, infelizmente, voltou a cair na obscuridade por mais alguns anos.

5ldy8n

É assim que Artt Frank se lembra do dia em que a gravação de “Blood, Chet and Tears” aconteceu: “No dia da sessão de gravação, Chet estava em minha casa antes das 7h30. Ele estava animado, mas chateado e ansioso por terminar logo o trabalho. Ele não estava nem um pouco feliz por ter que gravar aquela música, mas empolgado por ser capaz de ganhar o dinheiro que ele e sua família precisavam. […] Durante a viagem, Chet estava nervoso e não disse uma palavra até chegarmos no estúdio de gravação. ‘Eu realmente não gosto de ter que fazer esse álbum, cara – disse ele. Eu realmente não sei. Eu sei o quanto você trabalhou para fazer tudo acontecer, e agradeço tudo que você fez Artt, mas eu não me sinto bem em ter que tocar esse tipo de merda, você sabe?’ Ele discursou sobre o rock, como este gênero não teria nada a dizer, que era um nada que dominou o país, a indústria fonográfica e a maioria dos shows nos clubes. Ele falou sobre como os músicos de rock estavam fazendo grana com muitos trabalhos, enquanto grandes músicos de jazz estavam ralando e passando dificuldades. A coisa que o irritava mais e achava o mais injusto era que quase todos os músicos de rock fumavam maconha, tomavam pílulas e heroína, mas a sociedade parecia dar as costas para tudo isso, enquanto que perseguiam os músicos do jazz. Ele não conseguia entender. Eu concordei com ele completamente, mas também o lembrei que Mike Curb (presidente da MGM Records) tinha conseguido uma data de gravação para ele. Sugeri que ele fosse ao estúdio, gravasse a coisa e terminasse com isso. Ele não disse uma palavra por alguns minutos, depois sorriu. ‘Você está certo, cara’, ele concordou. Fomos para o escritório e fomos imediatamente recebidos pelo engenheiro de som, Donn Landee, e pelo produtor diretor musical do álbum, Jerry Styner. Um enorme teto à prova de som, uma janela de vidro separava o escritório do estúdio de gravação, do outro lado um grupo de músicos olhava para nós. Depois das apresentações Chet queria ir direto ao assunto. Jerry levou os músicos de volta ao estúdio e dirigiu Chet para uma cadeira de couro com encosto alto ao lado dos músicos. […] Jerry colocou as coisas em andamento e a primeira música que eles fizeram foi ‘’Easy Come, Easy Go”. Eu só podia imaginar o que Chet estava passando. Eles terminaram com aquela faixa e fizeram outra chamada “Sugar, Sugar”, e quando isso terminou, Chet fez uma música dos Beatles chamada “Something”. Para minha surpresa, parecia muito bom. Depois disso, eles fizeram mais quatro músicas, com Chet cantando novamente na música “Come Saturday Morning”. Mais uma vez ele parecia ótimo. Eles tocaram mais duas músicas e a sessão de gravação acabou. Chet e eu entramos na sala do engenheiro e ouvimos as reproduções juntos. Uma jovem artista gráfica, Laura Thompson, estava desenhando Chet enquanto ele tocava a peça final, que Mike acabou usando para a capas de frente e de trás do álbum. Jerry Styner e Donn Landee estavam completamente satisfeitos com o resultado das tomadas, então nos fomos. Chet ficou aliviado por ter acabado. Ele achava que tinha tocado bem e estava satisfeito com seu canto em “Something”, uma canção escrita por George Harrison; e também “Come Saturday Morning”, popularizada por The Sandpipers e escrita por Fred Karlin e Dory Previn. Mas Chet nunca mais quis voltar a tocar esse tipo de música novamente. Naquela noite fomos a um restaurante para comemorar. […] No caminho de volta para casa, eu estava dirigindo para o sul em La Cienega, e assim que cruzei o Beverly Boulevard, Chet de repente se sentiu mal e queria que eu parasse e parasse o mais rápido que pudesse. Eu saí do tráfego e fui até o meio-fio e assim que o fiz, ele abriu a porta traseira, enfiou a cabeça para fora e vomitou a deliciosa refeição que acabara de comer. Mais tarde ele me disse que achava que havia se prostituído e que não podia suportar isso.”

117h9py

No final dos anos 1960, Artt Frank estava morando no sul da Califórnia com sua família, tocando bateria nas noites e pintando casas como seu trabalho diário. Certa noite passou por um clube de jazz no qual se anunciava o ‘Quarteto Chet Baker’. Ele entrou, pegou uma cerveja e sentou-se em uma mesa bem em frente ao palco. Mesmo que não houvesse uma taxa de couvert a multidão era extremamente escassa, e quando Frank ouviu Baker tocar ele entendeu o porquê. “Ele não estava tocando bem, diz Frank. Ele terminou meio solo e desceu do palco para terminar o set. Eu disse: Ei, Chet, lembra de mim? Ele disse que não. Desculpe, cara. E continuou andando. Eu disse: Chet, você se lembra de quando me disse uma vez que se não fosse um trompetista ia ser piloto de corridas e dirigir em Le Mans? De repente, ele parou e disse: Sim. Sim, cara. Em Boston. Então ele veio e apertou minha mão e sentou-se”. Conversaram e Chet lhe explicou porque estava naquele estado no seu instrumento. Tinha cicatrizes e sentia dores quando tocava. Este encontro levou a uma amizade duradoura entre Frank e Baker. Um amigo de Frank contratou Baker, que não estava bem financeiramente, para ajudá-lo a pintar casas. Frank encorajou o trompetista a começar a praticar de novo a sério – o que ele fez apesar das dores e dormências na mandíbula. Em 1969, depois que Chet tornou a tocar melodias, o baterista começou a tentar agendar shows para o retorno de Baker. Mas todos os clubes, incluindo os antigos redutos de jazz de Baker, não queriam apostar num homem que eles consideravam como desmoralizado e pouco confiável. Frank perseverou e espalhou contínuos anúncios da volta do trompetista à cena musical. As coisas começaram a acontecer, finalmente encontrando um lugar chamado Melody Room, Baker usando um flugelhorn emprestado por Herb Alpert – sim, aquele do Tijuana Brass! Numa chuvosa sexta feira à noite, “Chet não queria entrar, lembra Frank. Nós ficamos lá fora, praticamente ensopados, e ele finalmente confessa para mim que está com medo. Ele não queria decepcionar as pessoas. Eu disse: Chet, se você não for lá agora, nunca mais vai voltar a trabalhar nesta cidade. Você não vai fazer isso. Eu estava carregando seu trompete e de repente sinto sua mão sobre a minha mão, seus dedos em volta dos meus dedos no estojo do instrumento. Ele disse: ‘Estou pronto, Artt. Vamos entrar’. Então nós abrimos a porta e entramos na história.”

Isso tudo daria (e deu) um filme  sobre superação e drogas ou vice-versa, porém para os fãs do jazz, bastidores e anedotas sempre serão bem vindas e fazem parte desse contexto musical, de forma pitoresca, poética e também documental. Falando sobre o presente disco, como citamos acima, são peças do mundo musical pop-rock. Acontece que, apesar da aversão de Baker por este trabalho, ele se sai muitíssimo bem, pois que era um artista com a incrível capacidade de adaptar-se a diferentes idiomas. Lamento que não tenha gravado álbuns somente de músicas brasileiras, vide as maravilhosas gravações que fez com o tecladista e compositor brasileiro Rique Pantoja nos anos 80. A propósito disso, acrescentei como brinde uma faixa rara e muito simpática, na qual ele toca Tom Jobim, o tema ‘Dindi’. Esta faixa está originalmente em um disco chamado “Sign of the times” (este sim, um disco bastante abaixo das capacidades do artista, apesar desta atraente faixa), no qual o grande guitarrista Joe Pass também estava em plenos anos 60, apelando para o pop-rock. Realmente, um sinal dos tempos nos quais o império do rock quase veio a sufocar os outros gêneros. Gostaria de destacar duas faixas, pontuando que onde Chet atua ao trompete é sempre criativo, cálido, belo, sempre ele mesmo. Melhor por exemplo do que as suas atuações em discos de Mariachis nos quais andou colhendo uns níqueis. A faixa “Come Saturday Morning”, na qual apenas canta, é uma pequena e despretensiosa joia e a faixa “Something”, na qual canta com encantadora nonchalance, traz um solo de apenas meio chorus que é simplesmente genial. Não caberia aqui uma análise teórica de porque é genial, porém, talvez possam crer na palavra de um trompetista: Sim, é genial.

Para concluir este texto que acabou se estendendo demais, algo mais das narrativas do Artt Frank sobre o amigo: “Uma vez, estávamos sentados em um restaurante Denny’s, logo abaixo da Strip, no Melody Room. Era cerca de 2:30 da manhã. Chet está comendo panquecas e ovos, café, e olha pela janela e diz: Olhe para aquele pobre coitado, Artt. Eu olhei para fora, e havia um cara cavando em uma lata de lixo. E ele pegou algo e começa a comer. Chet diz: Quantas pessoas você acha que se preocupam com aquele pobre coitado? Então ele se levanta, sai da mesa e vai para fora. Eu posso vê-lo enfiar no bolso e colocar algo na mão do cara. Deve ter sido cinco ou dez dólares, porque ele não tinha muito. Então ele traz o cara para se sentar com a gente e ele lhe compra um café da manhã.” E ainda: “Em 1975, estávamos tocando em um lugar chamado Lush Life em Nova York, eu e Chet. Nós estamos andando pela rua um dia e estava muito frio. Muitas crianças negras, mexicanas e crianças porto-riquenhas estavam em volta de um fogo, tentando se aquecer. Todo mundo tinha um casaco, exceto um dos garotos. Então Chet parou e disse: Ei, cara. Tente isso. Ele tirou o casaco e deu ao menino, dizendo: Como se sente? O garoto disse: Bom, cara. Chet lhe diz: Fique com ele. É seu. E continuamos andando. Essas são as histórias de Chet Baker, conclui Frank, Esse é o tipo de cara que Chet Baker era.”

Há quem considere este seu pior disco, não é. Talvez o pior, tecnicamente falando, seja Albert’s House de 1969, onde transita apenas entre as notas mais graves e o registro médio; e também teria sido uma tentativa de reabilita-lo em sua carreira. Apesar disso, ele está muito nas concepções e o que estraga o disco é a má equalização e um horroroso teclado de brinquedo. A presente gravação está a anos luz de ‘Diane’ e outros grandes títulos de Baker, porém é um registro raro e curioso. Talvez alguns apreciem por certa nostalgia do repertório, outros talvez o deplorem. Gosto por que mesmo na lama o artista não perdeu o brilho. Seu trompete e performance vocal, em si, nos tocam tanto quanto nos seus melhores momentos discográficos.

Chet Baker – “Blood, Chet and Tears” (1970)

  • Easy Come, Easy Go
  • Sugar, Sugar
  • Something
  • Spinning whell
  • Vehicle
  • The Letter
  • And When I Die
  • Come Saturday Morning
  • Evil Ways
  • You’ve Made Me So Very Happy
  • Dindi – Chet Baker & Joe Pass

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Deep in a Dream
Deep in a Dream

WellBach

Gustav Mahler (1860-1911): Des Knaben Wunderhorn

Gustav Mahler (1860-1911): Des Knaben Wunderhorn

coverIM-PER-DÍ-VEL !!!

Um esplêndido disco. Imaginem uma belíssima obra de Mahler, regida por George Szell tendo nas mãos uma extraordinária orquestra e, como se não bastasse, com Dietrich Fischer-Dieskau e Elisabeth Schwarzkopf! É como diz na capa: uma das Grandes Gravações do Século XX. E é Grande Música!

As canções de Des Knaben Wunderhorn (A Trompa Maravilhosa do Menino) referem-se a um objeto mágico como a cornucópia. Trata-se de uma coleção de textos de canções populares, publicada em três volumes em Heidelberg pelos poetas e escritores alemães Achim von Arnim e Clemens Brentano entre 1805 e 1808. A coleção contém canções da Idade Média até o Século XVIII. As canções foram musicadas por Gustav Mahler entre 1892 a 1901.

Gustav Mahler (1860-1911): Des Knaben Wunderhorn

1 Revelge 7:01
2 Das Irdische Leben 2:37
3 Verlorne Müh 2:29
4 Rheinlegendchen 3:05
5 Der Tambourgesell 5:49
6 Der Schildwache Nachtlied 6:14
7 Wer Hat Dies Liedlein Erdacht? 1:58
8 Lob Des Hohen Verstandes 2:41
9 Des Antonius Von Padua Fischpredigt 3:56
10 Lied Der Verfolgten Im Turm 3:41
11 Trost Im Unglück 2:08
12 Wo Die Schönen Trompeten Blasen 7:36

Dietrich Fischer-Dieskau
Elisabeth Schwarzkopf
The London Symphony Orchestra
George Szell

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

George Szell
George Szell

PQP

Sofia Gubaidulina (1931): A Paixão Segundo São João

Sofia Gubaidulina (1931): A Paixão Segundo São João

MI0001050182Ainda não conhecia esta gravação da compositora russa Sofia Gubaidulina. Assustei-me com os badalos iniciais de sinos revoltos. Toda a trascendentalidade do Evangelho segundo São João torna-se num áspero e místico grito pela revelação da alma humana. Existe uma espiritualidade latente nas composições de Gubaidulina, o que torna suas obras em confissões abstratas de fé. A compositora é praticante do cristianismo ortodoxo dos russos. Dos livros evangélicos, João é aquele que revela um Cristo místico, semelhante ao Pai em conteúdo, infinitude e substância. Faço duas menções a este fato: (1) Aquela em que o evangelista diz que “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus; e o Verbo era Deus”; e (2) aquela passagem na qual Cristo debate com os fariseus, religiosos ortodoxos do antigo Judaísmo, e afirma: “Antes que Abraão existisse EU SOU”. Tal afirmação abriga implicações filosóficas e teológicas. Gubaidulina consegue, por meio de sua religiosidade, transpor com uma linguagem muito própria, os aspectos mais profundos do evangelho segundo João. Sendo muito mística, a compositora busca fazer uma confissão entre ela e o Absoluto. A sua música é o símbolo, a ponte, que viabiliza a ligação. Não deixe de ouvir esta impressionante gravação. Boa apreciação!

Sofia Gubaidulina (1931): A Paixão Segundo São João

DISCO 1

01 – The Word
02 – The Washing of Feet
03 – The Commandment of Faith
04 – The Commandment of Love
05 – Hope
06 – Liturgy in Heaven
07 – Betrayal, Denial, Flagellation, Condemnation

DISCO 2

01 – The Way to Golgotha
02 – A Woman Clothed with the Sun
03 – Entombment
04 – The Seven Bowls of Wrath

Orchestra de Mariinky-Theatre St. Petersburg
Valery Gergiev, regente
Natalia Korneva, soprano
Viktor Lutsiuk, tenor
Fedor Mozhalev, barítono
Genady Bezzubenkov, baixo

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Sofia Gubaidulina
Sofia Gubaidulina

Carlinus

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Mozart in London

Ian Page - The Mozartists - The Mozartists- Mozart in London Disc 1As gravações constantes deste Cd duplo foram realizadas por ocasião dos eventos em comemoração aos 250 anos de nascimento de Mozart. Mostra a produção do compositor enquanto ainda criança, em sua visita a Londres. Não traz apenas composições suas, mas também de seus contemporâneos, e mostra o ambiente musical londrino daquele final de século XVIII.
O projeto foi arquitetado, produzido e dirigido por Ian Page, um especialista no repertório. Maiores informações no booklet em anexo.
Esta postagem nos foi solicitada por nosso querido Mestre Avicenna, que gentilmente nos repassou esse CD e perguntou se algum de nós estaria disposto a botar no ar tal jóia.

01 Symphony No. 1 in E-flat major, K16 – I. Molto allegro
02 Symphony No. 1 in E flat major, K16 – II. Andante
03 Symphony No. 1 in E-flat major, K16 – III. Presto
04 Aria ”Sleep gentle Cherub! Sleep descend”
05 Aria ”O torment great, too great to bear”
06 Aria ”Amid a thousand racking woes”
07 Aria ”O too lovely, too unkind”
08 Harpsichord Concerto in D major, Op. 1 No. 6 – I. Allegro assai
09 Harpsichord Concerto in D major, Op. 1 No. 6 – II. Andante
10 Harpsichord Concerto in D major, Op. 1 No. 6 – III. Allegro moderato
11 Aria ”Non so d’onde viene”
12 Aria ”Confusa, smarrita”
13 Aria ”O Dolly, I part”
14 Duet ”To speak my mind of womankind”
15 Aria ”Hist, hist! I hear my mother call”
16 Symphony No. 4 in D major, K19 – I. Allegro
17 Symphony No. 4 in D major, K19 – II. Andante
18 Symphony No. 4 in D major, K19 – III. Presto
19 Aria ”Caro mio bene, addio”

CD 2

01 Symphony in F major, K19a – I. Allegro assai
02 Symphony in F major, K19a – II. Andante
03 Symphony in F major, K19a – III. Presto
04 Recitativo accompagnato ”Ah, come mi balza il cor”
05 Aria ”Deh lascia, o ciel pietoso”
06 Aria ”Cara la dolce fiamma”
07 Overture to The Capricious Lovers – I. Allegro
08 Overture to The Capricious Lovers – II. Allegretto
09 Overture to The Capricious Lovers – III. Allegro
10 Aria ”Thus laugh’d at, jilted and betray’d”
11 Aria ”In this I fear my latest breath”
12 Concert Aria ”Va, dal furor portata” K21
13 Aria ”Se no ti moro a lato”
14 Symphony in E-flat major, Op. 7 No. 6 – I. Allegro
15 Symphony in E-flat major, Op. 7 No. 6 – II. Andante
16 Symphony in E-flat major, Op. 7 No. 6 – III. Presto

The Mozartists
Ian Page – Conductor

CD 1 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

CD 2 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

FDPBach

Heinrich Ignaz Franz Biber (1644-1704): Mysterien Sonaten

Heinrich Ignaz Franz Biber (1644-1704): Mysterien Sonaten

00465261_mediumUma boa gravação das Mystery Sonatas, mas inferior a esta aqui. Mesmo assim, vale muito a audição. Como são lindas estas Sonatas Pré-Bach! Sabe-se pouco acerca de Biber. Ele nasceu na atual República Checa, tinha boa reputação, e suas habilidades no violino eram altamente apreciadas. Suas principais obra são estas pitorescas e virtuosísticas Sonatas, que incluem novas técnicas e tonalidades incomuns. No mais, ele é um compositor que tem subido muito na consideração de muita gente que ouve barrocos, como eu.

Heinrich Ignaz Franz Biber: Mysterien Sonaten

CD 1:
Mystery Sonatas (16), for violin & basso continuo (or solo violin), C. 90-105
1. L’annonciation [05:21]
2. La Visite A Elisabeth [04:30]
3. La Naissance Du Christ [06:35]
4. La Presentation Au Temple [07:31]
5. Jesus Au Temple [06:26]
6. Le Jardin Des Oliviers [07:19]
7. La Flagellation [07:19]
8. La Couronne D’epines [06:29]

CD 2:
Mystery Sonatas (16), for violin & basso continuo (or solo violin), C. 90-105
1. Le Chemin De Croix [08:01]
2. La Crucifixion [10:11]
3. La Resurrection [07:12]
4. L’ascension [06:52]
5. L’esprit Saint [07:13]
6. L’assomption [08:16]
7. Le Couronnement De La Vierge [11:55]
8. L’ange Gardien [08:22]

Musicians:
Heinrich Ignaz Franz von Biber – Composer
Alice Pierot – Conductor, Violin
Les Veilleurs de Nuit – Ensemble

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Alice Pierot, violinista barroca francesa | Foto: YouTube
Alice Pierot, violinista barroca francesa | Foto: YouTube

PQP

Igor Stravinsky (1882-1871): Petrushka (Danon) / A Sagração da Primavera (Leibowitz)

Igor Stravinsky (1882-1871): Petrushka (Danon) / A Sagração da Primavera (Leibowitz)

R-7345961-1446831770-5834.jpegResolvi quebrar o gelo duplamente – postar algo depois de tanto tempo e compartilhar minha mais nova aquisição stravinskyana, pois eu, especificamente, jamais tinha disponibilizado aqui no blog um álbum só com obras de Igor Stravinsky.

Estava louco atrás desse cd e finalmente consegui por as mãos nele. Não, não se trata de novos arranjos para as obras do meu amado tio. Optei por colocar os nomes dos regentes ao lado das devidas obras no título da postagem, para diferenciar das outras.

Depois de ouvir as gravações de René Leibowitz para algumas obras de Mussorgsky, fiquei fascinado e andei feito desesperado procurando por gravações do regente francês, principalmente, por causa de suas impactantes interpretações.  Aliado a isso, temos o selo Chesky que é conhecido pela excelente qualidade de áudio. Diante desse quadro, talvez eu tenha superestimado a presente gravação da Sagração da Primavera, mas ainda que não tenha me agradado completamente, trata-se de um registro respeitável e vale muito a pena conferir.

Não esperava muita coisa da interpretação de Petrouchka por Oscar Danon, até porque eu nunca tinha ouvido falar no cara, porém, a gravação não deixou nada a desejar. É excelente! Baixe sem medo e aproveite, pois não se trata de um registro que se encontra em qualquer esquina, sendo talvez o único link para tal álbum em toda Internet.

Uma ótima audição!

.oOo.

Stravinsky – Petrushka & The Rite of Spring

Petrushka “Burlesque Scenes in four tableaux”

Tableau I: The Shrove-tide Fair
01 Beginning (0:54)
02 The Crowds (4:23)
03 The Charlatan’s Booth (2:00)
04 Russian Dance (2:47)

05 Tableau II: Petrushka’s Room (4:17)

Tableau III: The Moor’s Room
06 Beginning (2:38)
07 Dance of the Ballerina (0:43)
08 Waltz (Ballerina and the Moor) (2:53)

Tableau IV: The Shrove-tide Fair (near evening)
09 Beginning (1:09)
10 Dance of the Nursemaids (2:38)
11 Dance of the Peasant and Bear (1:43)
12 Dance of the Gyspy Girls (0:54)
13 Dance of the Coachmen and Grooms (2:01)
14 The Masqueraders (2:16)
15 The Conclusion (Petrushka’s Death) (2:51)

Royal Philharmonic Orchestra
Oscar Danon

The Rite Of Spring “Pictures of Pagan Russia”

Part I: The Adoration of the Earth
16 Introduction (3:46)
17 Dances of the Young Girls (3:05)
18 Mock abduction (1:34)
19 Spring Round Dances (4:04)
20 Games of the Rival Tribes (2:06)
21 Procession of the Wise Elder (0:44)
22 Adoration of the Earth (The Wise Elder) (0:26)
23 Dance of the Earth (1:09)

Part II: The Sacrifice
24 Introduction (5:08)
25 Mystical Circles of the Young Girls (2:48)
26 Glorification of the Chosen Victim (1:34)
27 Summoning of the Ancients (0:44)
28 Ritual of Ancients (3:38)
29 Sacrificial Dance (The Chosen Victim) (4:45)

London Festival Orchestra
René Leibowitz

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Stravão rindo de tudo.
Stravão rindo de tudo.

Marcelo Stravinsky