J. S. Bach (1685-1750): Variações Goldberg

J. S. Bach (1685-1750): Variações Goldberg

Já postei mais de dez versões das Goldberg nos últimos anos e não me canso de fazê-lo. Simone Dinnerstein (1972) é uma pianista norte-americana. Ele se tornou célebre, tanto crítica  quanto comercialmente, com esta gravação autofinanciada das Variações Goldberg, de 2007. Esta versão, poética e pessoal demais, talvez não seja a melhor porta de entrada para a obra, mas é um biscoito fino para conhecedores e bom assunto para brigas intermináveis. O grande problema está justamente no coração das Goldberg, a Variação 25, que Dinnerstein transforma numa pavana sem maior significado ou profundidade. É uma redução chocante que tem de ser compensada pela delicadeza do conjunto. Ouçam e julguem!

J. S. Bach (1685-1750): Variações Goldberg

1. Goldberg Variations: Aria – Goldberg Variations: Aria 5:39
2. Goldberg Variations: Variation 1 – Goldberg Variations: Variation 1 1:47
3. Goldberg Variations: Variation 2 – Goldberg Variations: Variation 2 2:35
4. Goldberg Variations: Variation 3 (Canone all’Unisono) – Goldberg Variations: Variation 3 (Canone all’Unisono) 3:24
5. Goldberg Variations: Variation 4 – Goldberg Variations: Variation 4 1:10
6. Goldberg Variations: Variation 5 – Goldberg Variations: Variation 5 1:23
7. Goldberg Variations: Variation 6 (Canone alla Seconda) – Goldberg Variations: Variation 6 (Canone alla Seconda) 1:22
8. Goldberg Variations: Variation 7 – Goldberg Variations: Variation 7 2:32
9. Goldberg Variations: Variation 8 – Goldberg Variations: Variation 8 1:53
10. Goldberg Variations: Variation 9 (Canone alla Terza) – Goldberg Variations: Variation 9 (Canone alla Terza) 1:53
11. Goldberg Variations: Variation 10 (Fughetta) – Goldberg Variations: Variation 10 (Fughetta) 1:31
12. Goldberg Variations: Variation 11 – Goldberg Variations: Variation 11 1:58
13. Goldberg Variations: Variation 12 (Canone alla Quarta) – Goldberg Variations: Variation 12 (Canone alla Quarta) 2:59
14. Goldberg Variations: Variation 13 – Goldberg Variations: Variation 13 5:15
15. Goldberg Variations: Variation 14 – Goldberg Variations: Variation 14 2:02
16. Goldberg Variations: Variation 15 (Canone alla Quinta) – Goldberg Variations: Variation 15 (Canone alla Quinta) 2:54
17. Goldberg Variations: Variation 16 – Goldberg Variations: Variation 16 1:59
18. Goldberg Variations: Variation 17 – Goldberg Variations: Variation 17 1:36
19. Goldberg Variations: Variation 18 (Canone alla Sesta) – Goldberg Variations: Variation 18 (Canone alla Sesta) 1:36
20. Goldberg Variations: Variation 19 – Goldberg Variations: Variation 19 1:49
21. Variation 20 – Goldberg Variations: Variation 20 1:48
22. Goldberg Variations: Variation 21 (Canone alla Settima) – Goldberg Variations: Variation 21 (Canone alla Settima) 4:20
23. Goldberg Variations: Variation 22 – Goldberg Variations: Variation 22 2:26
24. Goldberg Variations: Variation 23 – Goldberg Variations: Variation 23 1:58
25. Goldberg Variations: Variation 24 (Canone all’Ottava) – Goldberg Variations: Variation 24 (Canone all’Ottava) 2:15
26. Goldberg Variations: Variation 25 – Goldberg Variations: Variation 25 4:38
27. Goldberg Variations: Variation 26 – Goldberg Variations: Variation 26 1:44
28. Goldberg Variations: Variation 27 (Canone alla Nona) – Goldberg Variations: Variation 27 (Canone alla Nona) 2:05
29. Goldberg Variations: Variation 28 – Goldberg Variations: Variation 28 1:45
30. Goldberg Variations: Variation 29 – Goldberg Variations: Variation 29 2:17
31. Goldberg Variations: Variation 30 (Quodlibet) – Goldberg Variations: Variation 30 (Quodlibet) 2:00
32. Goldberg Variations: Aria – Goldberg Variations: Aria 3:29

Simone Dinnerstein, piano

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Simone Dinnerstein: grave acidente no Km 25
Simone Dinnerstein: grave acidente no Km 25

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Béla Bartók, Peter Eötvös e György Ligeti: Concertos para Violino e Orquestra

Béla Bartók, Peter Eötvös e György Ligeti: Concertos para Violino e Orquestra

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este CD duplo recebeu o Prêmio de Gravação do Ano de 2013 da Revista Gramophone. E, olha, é bom demais mesmo.

Patricia Kopatchinskaja nasceu em 1977 na Moldávia. Aqui, ela executa três concertos de primeira linha de compositores nascidos ali do lado, na Hungria, mais exatamente na Transilvânia, com um brio e um elã que vou lhes contar. Ou não, melhor vocês ouvirem. Não nego a importância da orquestra regida por Peter Eötvös, mas o destaque é o desempenho de — diga rápido! — Kopatchinskaja. Ela tem fantasia e fluidez ímpares. E mais não escrevo.

E o Concerto de Bartók? Uma obra-prima indiscutível, né?

Bela Bartók, Peter Eötvös e György Ligeti: Concertos para Violino e Orquestra

Bartók: Violin Concerto No. 2, Sz 112
1 Violin Concerto N°2: I. (Allegro non troppo) 16:57
2 Violin Concerto N°2: II. (Andante tranquillo) 10:01
3 Violin Concerto N°2: III. (Allegro molto) 12:07

Peter Eötvös: Seven
4 Seven: I. (First Cadenza) 1:29
5 Seven: II. (Second Cadenza) 0:47
6 Seven: III. (Third Cadenza) 2:55
7 Seven: IV. (Fourth Cadenza) 5:44
8 Seven: V. (Part II) 12:02

Ligeti: Violin Concerto
1 Violin concerto: I. (Praeludium: Vivacissimo luminoso) 3:57
2 Violin concerto: II. (Aria – Hoquetus – Choral: Andante con moto) 7:13
3 Violin concerto: III. (Intermezzo: Presto fluido) 2:24
4 Violin concerto: IV. (Passacaglia: Lento intenso) 7:06
5 Violin concerto: V. (Appassionato: Agitato molto) 7:05

Patricia Kopatchinskaja, violino
Frankfurt Radio Symphony Orchestra
Ensemble Modern (no Ligeti)
Peter Eötvös

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Patricia Kopatchinskaja: gênia total
Patricia Kopatchinskaja: gênia total

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Dmitri Shostakovich (1906-1975): Piano Concertos Nos. 1 & 2, Cello Concerto No. 1

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Piano Concertos Nos. 1 & 2, Cello Concerto No. 1

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco de gravações antigas e muito boas. Shostakovich escreveu o seu segundo concerto para piano para seu filho Maximilian em meio a uma enorme sensação de alívio com a morte de Stalin. O movimento lento é sem dúvida um dos mais belos já escritos para o piano — maravilhosamente romântico, nada sentimental. Os primeiro e terceiro movimentos são de pura alegria para o solista e a orquestra. Difícil ficar parado com eles. Bernstein sola e rege. Um espanto.

O concerto primeiro para piano é um Shosta absolutamente sarcástico. Já vimos tanta gente sofrendo com ele em Porto Alegre que é uma alegria ver Previn tirando um sarro. Para ser irônico e debochado na música há que saber ser deste modo na vida, creio. Os últimos fiascos deste concerto em Porto Alegre foram constrangedores. Não me refiro à boa versão de Catarina Domenici, mas àqueles meninos simples que o tocaram no Theatro São Pedro nos últimos anos. Um deles foi este ano. O outro suava horrivelmente e errava mais e mais. Eu, que amo Shosta e penso que a tortura seja crime hediondo, fiquei nervosíssimo. E o maestro ainda chamou um bis do movimento final!

O concerto para violoncelo é uma das grandes obras para esse instrumento. É a única gravação digital do CD. Yo-Yo Ma está soberbo. Sua cadenza são dez sessões psiquiátricas a menos para pagar, chega a ser uma perversão. É uma versão de absurda beleza e fidelidade ao espírito do russo. Destaque para o sensacional trompista.

Um disco deslumbrante.

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Piano Concertos Nos. 1 & 2, Cello Concerto No. 1

Concerto No. 1 for Piano and Orchestra, Op. 35
1 I – Allegretto – Allegro Vivace 5:54
2 II – Lento 7:45
3 III – Moderato 1:57
4 IV – Allegro Con Brio 6:26

Conductor – Leonard Bernstein
Orchestra – The New York Philharmonic Orchestra
Piano – André Previn
Trumpet – William Vacchiano

Concerto No. 2 for Piano and Orchestra No. 2, Op. 102
5 I – Allegro 7:08
6 II – Andante 6:36
7 III – Allegro 5:24

Orchestra – The New York Philharmonic Orchestra
Piano, Conductor – Leonard Bernstein

Concerto No. 1 in E-flat Major for Cello and Orchestra, Op. 107
8 I Allegretto 6:17
9 II – Moderato 11:06
10 III – Cadenza 5:24
11 IV – Allegro Con Moto 4:40

Cello – Yo-Yo Ma
Conductor – Eugene Ormandy
Orchestra – The Philadelphia Orchestra

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Yo-Yo Ma: economia no psiquiatra
Yo-Yo Ma: economia no psiquiatra

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Tchaikovsky (1840-1893): Concerto para Violino, Op. 35 / Sibelius (1865-1957): Concerto para Violino, Op. 47

Tchaikovsky (1840-1893): Concerto para Violino, Op. 35 / Sibelius (1865-1957): Concerto para Violino, Op. 47

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Primeiro: estes concertos fazem parte daquilo que é imprescindível conhecer em música erudita. Os Concertos para Violino e Orquestra de Tchai e Sibelius fazem parte do repertório básico e ponto. São obras de primeiríssima linha. Segundo: Viktoria Mullova e Seiji Ozawa sempre serão referência. Então…

O disco é realmente um primor. Mullova e Ozawa estavam em seus auges e é ocioso encher este disco de elogios. Ouçam e fim. Beijos.

(O pequepiano RN completa nos comentários: “Uma curiosidade:este disco de 1985 foi o primeiro que a violinista gravou após a sua fuga da Rússia em 1983”.)

Tchaikovsky (1840-1893): Concerto para Violino, Op. 35 / Sibelius (1865-1957): Concerto para Violino, Op. 47

Tchaikovsky – Violin Concerto in D, Op. 35
01. I Allegro moderato
02. II Canzonetta
03. III Finale

Sibelius – Violin Concerto in D minor, Op. 47
04. I Allegro moderato
05. II Adagio di molto
06. III Allegro ma non tanto

Victoria Mullova, violino
Boston Symphony Orchestra
Seiji Ozawa

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Mullova, que não gosta?
Mullova, quem não gosta?

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Georg Friedrich Händel (1685-1759): Opera Arias & Cantatas

Georg Friedrich Händel (1685-1759): Opera Arias & Cantatas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Esta é uma notável seleção de árias esplendidamente interpretadas pelo soprano espanhol María Bayo. Tais seleções montadas por cantores podem ser lamentáveis ou excelentes. Emma Kirkby, por exemplo, montou duas coletâneas de árias de Handel cheias de raridades sem graça. Aqui, Bayo equilibra peças conhecidas com outras desconhecidas e atira-se a elas com grande musicalidade e compreensão do autor. A turma que a acompanha — Skip Sempe e seu Capriccio Stravagante — leva a coisa com grande categoria. Se alguém ainda acha as óperas de Handel algo de segunda linha, melhor rever seus conceitos.

Handel (1685-1759): Opera Arias & Cantatas

1. Giulio Cesare: Da Tempeste
2. Giulio Cesare: V’adoro, Pupille
3. Rinaldo: Lascia Ch’io Pianga
4. Cantate HWV 170: Aria & Recitativo: ‘Tra Le Fiamme…’
5. Cantate HWV 170: Aria & Recitativo: ‘Pien Di Nuovo…’
6. Cantate HWV 170: Aria & Recitativo: ‘Voli Per L’aria…’
7. Giulio Cesare: Che Sento? Oh Dio!
8. Giulio Cesare: Se Pieta
9. Cantate HWV 140: Aria & Recitativo: ‘No Se Emendara Jamas…’
10. Cantate HWV 140: Aria: ‘Dicente Mis Ojos…’
11. Alcina: Torna Mi A Vagheggiar
12. Alcina: Si, Son Quella!
13. Alcina: Mi Restano Le Lagrime

María Bayo, soprano
Capriccio Stravagante
Skip Sempe

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Que linda gravação, María Bayo!
Que linda gravação, María Bayo!

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Krzysztof Penderecki (1933): Concerto for Violin & Orchestra No. 2 “Metamorphosen” / Béla Bartók (1881-1945): Sonata for Violin & Piano No. 2

Krzysztof Penderecki (1933): Concerto for Violin & Orchestra No. 2 “Metamorphosen” / Béla Bartók (1881-1945): Sonata for Violin & Piano No. 2

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Penderecki dedicou seu Concerto Nº 2 para violino e orquestra para Anne-Sophie Mutter. Fez mais: regeu esta gravação. Sem exageros, é uma das melhores peças escritas no século XX. É um concerto em seis movimentos, com um tema de abertura bem definido que é repetido no movimento final. É tudo muito intenso e belo. Mutter escreve no encarte que a peça termina “com uma cena de enterro”. É verdade, mas há um Scherzando engraçadíssimo bem no coração do concerto. O violino de Mutter é intimista e frágil. A orquestra é dialógica, nunca esmagando o solista. Uma composição notável que ganha vida por meio de um desempenho incrível. A Sonata pata Violino e Piano de Béla Bartók é tonal, mas altamente dissonante, utilizando o piano de forma percussiva. Suas melodias são folclóricas, o meio escolhido por Bartók para dar vazão a seu avançado pensamento musical. A Sonata foi escrita no “Ano do Piano” de Bartók, 1926.

Mutter é a deusa do violino da música moderna.

(Esqueçam a mancada no nome do arquivo. O Penderecki é a principal peça deste CD.)

Krzysztof Penderecki: Concerto for Violin & Orchestra No. 2 “Metamorphosen” (1992-95) / Béla Bartók: Sonata for Violin & Piano No. 2, Sz 76 (1922)

1. Penderecki: Metamorphosen, Konzert für Violine und Orchester Nr. 2 – 1. Allegro ma non troppo 14:22
2. Penderecki: Metamorphosen, Konzert für Violine und Orchester Nr. 2 – 2. Allegretto 3:21
3. Penderecki: Metamorphosen, Konzert für Violine und Orchester Nr. 2 – 3. Molto 4:32
4. Penderecki: Metamorphosen, Konzert für Violine und Orchester Nr. 2 – 4. Vivace 2:06
5. Penderecki: Metamorphosen, Konzert für Violine und Orchester Nr. 2 – 5. Scherzando 5:07
6. Penderecki: Metamorphosen, Konzert für Violine und Orchester Nr. 2 – 6. Andante con moto 8:34

7. Bartók: Sonata No.2 for violin & piano, Sz.76 – 1. Molto moderato 8:03
8. Bartók: Sonata No.2 for violin & piano, Sz.76 – 2. Allegretto 11:43

Anne-Sophie Mutter, violino
London Symphony Orchestra
Krzysztof Penderecki, regente
Lambert Orkis, piano

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Não sou mais aquela menininha, mas ouve só como eu toco.
Não sou mais aquela menininha, mas ouve só como eu toco.

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Schoenberg (1874-1951), Berg (1885-1935), Webern (1883-1945): Os Quartetos de Cordas da Segunda Escola de Viena

Schoenberg (1874-1951), Berg (1885-1935), Webern (1883-1945): Os Quartetos de Cordas da Segunda Escola de Viena

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Uma paulada!

Arnold, Alban e Anton… Schoenberg, Berg e Webern… a Segunda (ou Nova) Escola de Viena. Quando ouvi este disco pela primeira vez, numa caixona de vinil que pegara emprestada da biblioteca do Instituto Goethe de Porto Alegre, achei tudo muito estranho e impenetrável, radical mesmo. Mas a sensibilidade muda e hoje não entendo como achava tudo isso tão complicado. Estes quartetos são lindos e naturalmente inseridos na história da música do século XX. Ouve-se Mahler e Bruckner, ouve-se Viena. Pergunto ao jovem do final dos anos 70 onde estava a dificuldade. A interpretação do Quarteto Lasalle é imbatível! Indico fortemente.

CD 1:
Arnold Schoenberg (1874 – 1951)
String Quartet No.1 in D minor, Op.7

1) 1. Nicht zu rasch – [12:02]
2) 2. Kräftig (nicht zu rasch) – [11:48]
3) 3. Mäßig (langsame viertel) – [11:52]
4) 4. Mäßig (heiter) [7:26]
String Quartet No.2, Op.10
5) 1. Mäßig [5:55]
6) 2. Sehr rasch [6:43]
7) 3. Litanei (Langsam) [5:40]
8) 4. Entrückung (Sehr langsam) [10:56]

CD 2:
Arnold Schoenberg (1874 – 1951)
String Quartet No.3, Op.30

1) 1. Moderato [8:57]
2) 2. Adagio [8:17]
3) 3. Intermezzo (Allegro moderato) [6:52]
4) 4. Rondo [6:14]
String Quartet No.4, Op.37
5) 1. Allegro molto, energico [9:06]
6) 2. Comodo [7:10]
7) 3. Largo [7:31]
8) 4. Allegro [8:03]

CD 3:
Arnold Schoenberg (1874 – 1951)
String Quartet in D major (1897)
1) 1. Allegro molto [6:20]
2) 2. Intermezzo. Andantino grazioso [3:42]
3) 3. Andante con moto [6:52]
4) 4. Allegro [4:41]
Anton Webern (1883 – 1945)
5 Movements for String Quartet, Op.5

5) 1. Heftig bewegt [2:23]
6) 2. Sehr langsam [2:19]
7) 3. Sehr bewegt [0:41]
8) 4. Sehr langsam [1:37]
9) 5. In zarter Bewegung [3:23]
10) String Quartet (1905) [12:10]
6 Bagatelles for String Quartet, Op.9
11) 1. Mässig [0:35]
12) 2. Leicht bewegt [0:23]
13) 3. Ziemlich fliessend [0:22]
14) 4. Sehr langsam [0:45]
15) 5. Äusserst langsam [1:12]
16) 6. Fliessend [0:34]
String Quartet, Op.28
17) 1. Mässig [3:56]
18) 2. Gemächlich [1:46]
19) 3. Sehr fliessend [2:18]

CD 4:
Alban Berg (1885 – 1935)
Lyric Suite for String Quartet (1926)
1) I. Allegretto gioviale [2:55]
2) II. Andante amoroso [5:35]
3) III. Allegro misterioso – Trio estatico [3:17]
4) IV. Adagio appassionato [4:59]
5) V. Presto delirando – Tenebroso [4:27]
6) VI. Largo desolato [5:27]
String Quartet, Op.3
7) 1. Langsam [8:57]
8) 2. Mässige viertel [9:37]

Quarteto Lasalle

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O grupão
O grupão

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Dmitri Shostakovich (1906-1975): Concertos para Piano / Sonata para violino e piano Op.134

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Concertos para Piano / Sonata para violino e piano Op.134

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O notável Concerto Nº 2 para Piano e Orq. de Dmitri Shostakovich foi dedicado e estreado por seu filho, o pianista e regente Maxim (é mole?). Pois bem, ele é luminoso como deve ser a juventude e traz todo o gênero de brincadeiras entre pai e filho. No terceiro movimento, por exemplo, há alguns exercícios de piano com que Maxim, na infância, torturava seu pai… Neste incrível CD, Alexander Melnikov respeita o espírito da cada música. A Sonata para Violino e Piano foi dedicada a David Oistrakh, que colaborou com sugestões. O trabalho da dupla que Melnikov forma com Isabelle Faust merece todos os elogios. É música muito contrastante e revela como Shosta sentia-se em 1968, ano da composição. O Concerto Nº 1 para Piano, Trompete e Cordas é fenomenal. Aqui temos a juventude de Dmitri. É um concerto onde lirismo e sarcasmo demonstram que podem combinar muito bem. Este é um disco para você guardar no ventrículo esquerdo, que é onde o coração bate mais forte.

Shostakovich (1906-1975): Concertos para Piano / Sonata para violino e piano Op.134

1 – Piano Concerto no.2 op.102 – I. Allegro
2 – Piano Concerto no.2 op.102 – II. Andante
3 – Piano Concerto no.2 op.102 – III. Allegro

4 – Sonata for violin and piano op.134 – I. Andante
5 – Sonata for violin and piano op.134 – II. Allegretto
6 – Sonata for violin and piano op.134 – III. Largo

7 – Concerto [no.1] for piano, trumpet and string orchestra op.35 – I. Allegro moderato
8 – Concerto [no.1] for piano, trumpet and string orchestra op.35 – II. Lento
9 – Concerto [no.1] for piano, trumpet and string orchestra op.35 – III. Moderato
10 – Concerto [no.1] for piano, trumpet and string orchestra op.35 – IV. Allegro con brio

Isabelle Faust, violino
Alexander Melnikov, piano
Mahler Chamber Orchestra
Teodor Currentzis

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Retrato de compositor com gato
Retrato do compositor com gato

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J. S. Bach (1685-1750): Variações Goldberg (Ottavio Dantone)

J. S. Bach (1685-1750): Variações Goldberg (Ottavio Dantone)

Dantone-K03[Decca]Esta gravação de Ottavio Dantone — o sujeito da capa ao lado — é excessivamente pessoal, talvez amalucada. Ele improvisa e ornamenta demais, o que poderia ser interessante se as novidades valessem a pena. Nem na repetição da ária de abertura ele deixa de incluir notas. O resultado deixa a desejar, principalmente se compararmos com a versão campeã de Pierre Hantaï, além das de Leonhardt, Gould e Karl Richter, mas, mesmo assim, a obra resiste. Dantone tem uma festejada integral das Sonatas de Domenico Scarlatti e gravou as Sonatas para Violino e Cravo com Viktoria Mullova — um registro também elogiadíssimo –, porém aqui derrapou na curva.

Não encontrei este CD na Amazon.

J. S. Bach – Variações Goldberg

Aria
Variation 1 à 1 clavier
Variation 2 à 1 clavier
Variation 3 Canone all’Unisuono à 1 clavier
Variation 4 à 1 clavier
Variation 5 a 1 ô Vero à 2 claviers
Variation 6 Canone alla Seconda à 1 clavier
Variation 7 à 1 ô vero à 2 claviers Al tempo di Giga
Variation 8 à 2 claviers
Variation 9 Canone alla Terza à 1 clavier
Variation 10 Fughetta à 1 clavier
Variation 11 à 2 claviers
Variation 12 Canone alla Quarta à 1 clavier
Variation 13 à 2 claviers
Variation 14 à 2 claviers
Variation 15 Canone alla Quinta – Antante à 1 claviers
Variation 16 Ouverture à 1 clavier
Variation 17 à 2 claviers
Variation 18 Canone alla Sexta à 1 clavier
Variation 19 à 1 clavier
Variation 20 à 2 claviers
Variation 21 Canone alla Settima à 1 clavier
Variation 22 Alla breve à 1 clavier
Variation 23 à 2 claviers
Variation 24 à 2 claviers
Variation 25 Adagio à 2 claviers
Variation 26 à 2 claviers
Variation 27 Canone alla Noma à 2 claviers
Variation 28 à 2 claviers
Variation 29 à 1 ô vero à 2 claviers
Variation 30 Quolibet à 1 clavier
Aria da Capo e Fine

Ottavio Dantone, cembalo

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E não adianta me olhar com essa cara!
E não adianta me olhar com essa cara!

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György Ligeti (1923-2006): Lontano, Violin Concerto, Atmosphères e San Francisco Polyphony

György Ligeti (1923-2006): Lontano, Violin Concerto, Atmosphères e San Francisco Polyphony

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Imperdível, mas só para quem tem ouvidos que não se chocam com o moderno. Na minha inútil opinião, Ligeti foi o maior compositor da segunda metade do século XX. Com um pé na tradição europeia — tendo tomado impulso em seu compatriota Béla Bartók — e uma imaginação delirante, este húngaro criou uma obra ao mesmo tempo rigorosa, compreensível e bem humorada. Eu amo Lontano, o Concerto para Violino e a micropolifonia de Atmosphères, aqui magnificamente interpretados pelo pessoal da Rádio da Finlândia. É uma linguagem que me agrada sobremaneira.

Toda aquela bagunça
Quero ver tudo isso organizado até o meio-dia, György!

György Ligeti (1923-2006): Lontano, Violin Concerto, Atmospheres e San Francisco Polyphony

01. Lontano
02. Violin Concerto – I. Praeludium
03. Violin Concerto – II. Aria, Hoquetus, Choral
04. Violin Concerto – III. Intermezzo
05. Violin Concerto – IV. Passacaglia
06. Violin Concerto – V. Appassionato
07. Atmospheres
08. San Francisco Polyphony

Benjamin Schmid, violino
Finnish Radio Symphony Orchestra
Hannu Lintu

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Dizem que se pronuncia Lígeti, como proparoxítona. Confere, produção?
Dizem que se pronuncia Lígeti, como proparoxítona. Confere, produção?

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Dmitri Shostakovich (1906-1975): Os Quartetos de Cordas (Completos)

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Os Quartetos de Cordas (Completos)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Tornou-se lugar comum e é verdade. Talvez os Quartetos de Béla Bartók e os de Shostakovich sejam as obras que melhor descrevam o que foi o século XX. Erico Verissimo dizia que muitas vezes, durante a Guerra do Vietname, evitava ouvir os quartetos de Bartók — que amava –, por sentir transcritos neles uma visão muito clara daquele tempo. Creio que Shostakovich — artista e humanista que vivia sob a ditadura stalinista ao lado de gente como o genial Bulgákov — também faça isso, só que em outro registro. Porém, este espaço não serve bem às conjeturas políticas.

Então, como mais ou menos escreveu o crítico James Leonard, se você gosta que seu Shostakovich seja servido de forma um pouco brutal, você vai adorar esta versão do Emerson. Os músculos do quarteto estão em perfeita forma, os ataques são afiados e os ritmos implacáveis. As passacaglias são poderosas, de sonoridades maciças e estruturas monumentais. Os allegretti são agressivos, irônicos e sarcásticos.

Se você gosta que seu Shostakovich seja servido de forma suave e sensível, cheio de sorrisos por vezes falsos, você vai adorar esta versão do Emerson. Os andantes estão melodiosos e tranquilos, com harmonias bem destacadas e cores quentes. Os adágios estão lindos, os largos perfeitos, cheios de contrapontos expressivos e claros.

Se, no entanto, você gosta que seu Shostakovich seja sem gelo e paixão, ou seja, se vocês prefere uma versão de Shostakovich que não é bem o russo Shostakovich, não ouça o Emerson. O quarteto é imparável, incapaz de se conter-se. Há extraordinárias interpretações no Nº 1, 8, 10 e 11. Há crueza nos acordes de abertura do Nº 4. Há nostalgia no Nº 9. Há sentimentalismo no 14º. O som ao vivo da DG é nítido, limpo, profundo e detalhado com o público se a intrometer apenas com aplausos. Aplausos histéricos. Iguais àqueles como os quais você vai querer homenagear o compositor e o quarteto.

O Emerson String Quartet enclausurado.
O Emerson String Quartet enclausurado.

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Os Quartetos de Cordas (Completos)

Quartet No. 1 In C Major, Op. 49
I. Moderato 3:55
II. Moderato 3:59
III. Allegro Molto 2:23
IV. Allegro 3:44

Quartet No. 2 In A Major, Op. 68
I. Overture: Moderato Con Moto 7:57
II. Recitative And Romance: Adagio 9:05
III. Waltz: Allegro 5:28
IV. Theme With Variations: Adagio – Moderato Con Moto – Allegretto – Più Mosso – Allegro Non Troppo – Allegro – Adagio 10:43

Quartet No. 3 In F Major, Op. 73
I. Allegretto 6:52
II. Moderato Con Moto 4:22
III. Allegro Non Troppo 3:50
IV. Adagio – Attacca: 4:44
V. Moderato – Adagio 8:18

Quartet No. 4 In D Major, Op. 83
I. Allegretto 3:50
II. Andantino 6:23
III. Allegretto – Attacca: 4:35
IV. Allegretto 9:37

Quartet No. 5 In B-flat Major, Op. 92
I. Allegro Non Troppo – Attacca: 11:18
II. Andante – Andantino – Andante – Andantino – Andante – Attacca: 8:29
III. Moderato – Allegretto – Andante 10:29

Quartet No. 6 In G Major, Op. 101
I. Allegretto 6:44
II. Moderato Con Moto 4:59
III. Lento – Attacca: 3:57
IV. Lento – Allegretto – Andante – Lento 6:33

Quartet No. 7 In F-sharp Minor, Op. 108
I. Allegretto – Attacca: 3:41
II. Lento – Attacca: 2:48
III. Allegro – Allegretto – [Adagio] 5:12

Quartet No. 8 In C Minor, Op. 110
I. Largo – Attacca: 4:33
II. Allegro Molto – Attacca: 2:37
III. Allegretto – Attacca: 4:05
IV. Largo – Attacca: 4:45
V. Largo 3:41

Quartet No. 9 In E-flat Major, Op. 117
I. Moderato Con Moto – Attacca: 4:24
II. Adagio – Attacca: 3:47
III. Allegretto – Attacca: 4:02
IV. Adagio – Attacca: 3:00
V. Allegro 9:36

Quartet No. 10 In A-flat Major, Op. 118
I. Andante 4:12
II. Allegretto Furioso 3:57
III. Adagio – Attacca: 4:48
IV. Allegretto – Andante 8:40

Adagio (Elegy) For String Quartet, After Katerina’s Aria From Scene 3 Of The Opera “Lady Macbeth Of The Mtsensk District,” Op. 29 4:34
Allegretto (Polka) For String Quartet, After The Polka From The Ballet “The Age Of Gold,” Op. 22 2:47

Quartet No. 11 In F Minor, Op. 122
I. Introduction: Andantino – Attacca: 2:11
II. Scherzo: Allegretto – Attacca: 2:41
III. Recitative: Adagio – Attacca: 1:08
IV. Etude: Allegro – Attacca: 1:14
V. Humoresque: Allegro – Attacca: 1:01
VI. Elegy: Adagio – Attacca: 4:12
VII. Finale: Moderato – Meno Mosso – Moderato 3:38

Quartet No. 12 In D-flat Major, Op. 133
I. Moderato – Allegretto – Moderato – Allegretto – Moderato 6:29
II. Allegretto – Adagio – Moderato – Adagio – Moderato – Allegretto 19:23

Quartet No. 13 In B-flat Minor, Op. 138
Adagio – Doppio Movimento – Tempo Primo 19:08

Quartet No. 14 In F-sharp Major, Op. 142
I. Allegretto – Meno Mosso – Allegretto – Meno Mosso – Allegretto 8:13
II. Adagio – Attacca: 8:52
III. Allegretto – Poco Meno Mosso – Adagio 8:05

Quartet No. 15 In E-flat Minor, Op. 144
I. Elegy: Adagio – Attacca: 12:36
II. Serenade: Adagio – Attacca: 5:47
III. Intermezzo: Adagio – Attacca: 1:38
IV. Nocturne: Adagio – Attacca: 4:30
V. Funeral March: Adagio Molto – Attacca: 4:35
VI. Epilogue: Adagio – Adagio Molto 6:18

Emerson String Quartet:
Violin – Philip Setzer
Violin – Eugene Drucker
Cello – David Finckel
Viola – Lawrence Dutton

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Shostakovich (centro) com os únicos caras que podem vencer o Emerson String Quartet, os membros do Quarteto Borodin.
Shostakovich (centro) com os únicos caras que podem vencer o Emerson String Quartet, os membros do Quarteto Borodin.

PQP

J. S. Bach (1685-1750): Trauerode BWV 198 Cantate BWV 78 (Herreweghe)

J. S. Bach (1685-1750): Trauerode BWV 198 Cantate BWV 78 (Herreweghe)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Johann Sebastian Bach — 332 anos hoje. Comemore com cerveja.

Este é um CD muito especial, especialíssimo. Trata-se de duas das maiores Cantatas de Bach interpretadas por esse monstro chamado Philippe Herreweghe e La Chapelle Royale. Para ficar melhor ainda, são duas Cantatas pouco divulgadas, pouco gravadas e que apenas pessoas como o Ranulfus (assim como este filho de Bach) reconhecem como obras-primas indiscutíveis. Não preciso consultar bibliografia nenhuma para concluir que, quando compôs a BWV 198, Bach certamente possuía um excelente coral à disposição, pois ele o explora como raramente fez em Cantatas. Um CD verdadeiramente extraordinário, desses de comprar para mostrar.

A Cantata 78 já foi cantada em prosa e verso pelo Ranulfus neste post. E eu digo que ela PERDE para a espetacular 198, mas, como não estamos numa disputa, quem ganha são os melômanos do PQP Bach.

J. S. Bach(1685-1750): Trauerode BWV 198 Cantate BWV 78

1. Trauerode, BWV 198: Coro “Laß, Fürstin, laß noch einen Strahl” 5:58
2. Trauerode, BWV 198: Recitativo (S) “Dein Sachsen” 1:10
3. Trauerode, BWV 198: Aria (S) “Verstummt!” 3:52
4. Trauerode, BWV 198: Recitativo (A) “Der Glocken bebendes Getön” 0:58
5. Trauerode, BWV 198: Aria (A) “Wie starb die Heldin so vergnügt” 7:23
6. Trauerode, BWV 198: Recitativo (T) “Ihr Leben ließ die Kunst zu sterben” 1:08
7. Trauerode, BWV 198: Coro “An dir, du Fürbild großer Frauen” 2:08
8. Trauerode, BWV 198: Pars secunda: Nach gehaltener Trauerrede. Aria (T) “Der Ewigkeit saphirnes Haus” 4:07
9. Trauerode, BWV 198: Pars secunda. Recitativo (B) “Was Wunder ist?” 2:28
10. Trauerode, BWV 198: Pars secunda. Chorus ultimus “Doch, Königin!” 5:09

11. Jesu, der du meine Seele, BWV 78: Coro “Jesu, der du meine Seele” 5:31
12. Jesu, der du meine Seele, BWV 78: Aria, duetto (S, A) “Wir eilen” 5:17
13. Jesu, der du meine Seele, BWV 78: Recitativo (T) “Ach! ich bin ein Kind der Sünden”2:09
14. Jesu, der du meine Seele, BWV 78: Aria (T) “Dein Blut” 3:22
15. Jesu, der du meine Seele, BWV 78: Recitativo (B) “Die Wunden, Nägel, Kron und Grab” 2:36
16. Jesu, der du meine Seele, BWV 78: Aria (B) “Nun du wirst mein Gewissen stillen” 3:09
17. Jesu, der du meine Seele, BWV 78: Choral “Herr, ich glaube” 1:05

Ingrid Schmithüsen
Charles Brett
Howard Crook
Peter Kooy

Collegium Vocale
La Chapelle Royale
Philippe Herreweghe

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Não, Philippe, a Cantata do Café a gente posta outro dia, tá?
Não, Philippe, a Cantata do Café a gente posta outro dia, tá?

PQP

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Trio Sonatas Completas para Órgão Solo BWV 525-530

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Trio Sonatas Completas para Órgão Solo BWV 525-530

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Johann Sebastian Bach — 332 anos hoje. Comemore com cerveja.

Certa literatura musical lá dos anos 20, 30 e 40 do século passado chamava essas Trio Sonatas como “a maior obra composta em todos os tempos” ao lado dos Concertos de Brandenburgo. Há pessoas que precisam ver pódios e há muitos anos este posto informal e bobo parece ter sido ocupado pela Missa em Si Menor, também de Bach. Lembro de como, nos anos 70, eu COMI o álbum duplo da Archiv (vinil) em que o organista Helmut Walcha tocava maravilhosamente essas obras. Peguei  emprestado na Biblioteca do Instituto Goethe de Porto Alegre e devolvi quase chorando 15 dias depois, não sem antes gravar tudo em mais de um cassete para garantir. O mundo deu muitas voltas e hoje Bach completa 332 anos de renascimentos diários em nossas mentes, estudos, ensaios, gravações e salas de concerto. Mesmo após tantos anos ouvindo estas obras elas ainda me causam arrepios. Achei linfa a abordagem de Benjamin Alard. Acho que vocês vão gostar também.

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Trio Sonatas Completas para Órgão Solo BWV 525-530

01. Trio Sonata for organ No.1 in E flat major, BWV 525 (BC J1) – I
02. Trio Sonata for organ No.1 in E flat major, BWV 525 (BC J1) – II. Adagio
03. Trio Sonata for organ No.1 in E flat major, BWV 525 (BC J1) – III. Allegro

04. Trio Sonata for organ No.2 in C minor, BWV 526 (BC J2) – I. Vivace
05. Trio Sonata for organ No.2 in C minor, BWV 526 (BC J2) – II. Largo
06. Trio Sonata for organ No.2 in C minor, BWV 526 (BC J2) – III. Allegro

07. Trio Sonata for organ No.3 in D minor, BWV 527 (BC J3) – I. Andante
08. Trio Sonata for organ No.3 in D minor, BWV 527 (BC J3) – II. Adagio e dolce
09. Trio Sonata for organ No.3 in D minor, BWV 527 (BC J3) – III. Vivace

10. Trio Sonata for organ No.4 in E minor, BWV 528 (BC J4) – I. Adagio – Vivace
11. Trio Sonata for organ No.4 in E minor, BWV 528 (BC J4) – II. Andante
12. Trio Sonata for organ No.4 in E minor, BWV 528 (BC J4) – III. Un poco allegro

13. Trio Sonata for organ No.5 in C major, BWV 529 (BC J5) – I. Allegro
14. Trio Sonata for organ No.5 in C major, BWV 529 (BC J5) – II. Largo
15. Trio Sonata for organ No.5 in C major, BWV 529 (BC J5) – III. Allegro

16. Trio Sonata for organ No.6 in G major, BWV 530 (BC J6) – I. Vivace
17. Trio Sonata for organ No.6 in G major, BWV 530 (BC J6) – II. Lento
18. Trio Sonata for organ No.6 in G major, BWV 530 (BC J6) – III. Allegro

Benjamin Alard, órgão

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Vocês podem não acreditar, mas estas são as mãos de Benjamin Alard
Vocês podem não acreditar, mas estas são as mãos de Benjamin Alard

PQP

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Toccata & Fuge

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Toccata & Fuge

R-8201297-1457032379-1579.jpegJohann Sebastian Bach — 332 anos amanhã. Comemore com cerveja. Ele adorava!

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Muitos compositores posteriores a Bach utilizaram-se do quarteto de cordas para seus voos mais experimentais. Nascido antes da invenção de Haydn, Bach dava seus voos mais originais no atualmente fora de moda órgão. Esta é uma gravação lá dos anos 80, com Simon Preston jovem inteiramente à vontade. A maior parte da produção organística de Bach data da primeira parte de sua carreira, quando ocupou vários postos como organista. Depois de 1717 essa função não foi mais exercida oficialmente, ainda que seu interesse pelo instrumento jamais desaparecesse. Boa parte parece ter sido música de ocasião, dada a maneira dispersa que chegou a nós, sem circunstâncias claras, datas exatas ou maiores indicações. Chegaram a nós em cópias de baixa qualidade, para divertimento de estudiosos. Somente no final de sua vida ele se preocupou em revisar, organizar e publicar diversos trabalhos em coleções. Convencionou-se dividir em dois grupos principais essa parte de sua produção: um de peças baseadas em hinos luteranos, e outro de peças de livre inspiração, mas isso não implica a separação entre o seu uso litúrgico e não-litúrgico, havendo sobreposição neste aspecto. As peças de livre inspiração ocupam um lugar importante no conjunto de sua produção, compreendendo os tipos tocata, canzona, passacalha, fantasia, prelúdio e fuga e outros. De modo geral apresentam um estilo rapsódico típico dos mestres alemães da geração anterior a ele. São obras exuberantes e de grande efeito. Confiram!

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Toccata & Fuge

Toccata & Fuge D-Moll BWV 565
1 Toccata
2 Fuge

Fantasie & Fuge G-Moll BWV 542
3 Fantasie
4 Fuge

Praeludium & Fuge F-Moll BWV 534
5 Praeludium
6 Fuge

Toccata & Fuge D-Moll BWV 538 “Dorische”
7 Toccata
8 Fuge

Orgelkonzert Nr.2 A-Moll BWV 593 (sobre o Concerto de Vivaldi Op. 3 Nº 8)
9 1. Ohne Tempobezeichnung
10 2. Adagio
11 3. Allegro

Choralvorspiele
12 Wachet Auf, Ruft Uns Die Stimme BWV 645
13 Kommst Du Nun, Jesus, Vom Himmel Herunter BWV 650
14 Schmücke Dich, O Liebe Seele BWV 654
15 Nun Danket Alle Gott BWV 657

Simon Preston, orgão

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Simon Preston feliz.
Simon Preston feliz.

PQP

J.S.Bach (1685-1750): Concerto Italiano, Fantasia e Fuga Cromática e Suítes Francesas (completas, de 1 a 6) (Rübsam)

J.S.Bach (1685-1750): Concerto Italiano, Fantasia e Fuga Cromática e Suítes Francesas (completas, de 1 a 6) (Rübsam)

Johann Sebastian Bach — 332 anos amanhã. Comemore com cerveja. Ele adorava!

Bem, é o Concerto Italiano, a Fantasia e Fuga Cromática e a integral das Suítes Francesas. É óbvio que você deve ouvir tudo isso e ainda conhecer bem, muito bem. Wolfgang Rübsam é um pianista e organista com mais de 130 registros em CD, incluindo duas integrais da obra para órgão de Bach, a obra completa de Dietrich Buxtehude, Felix Mendelssohn-Bartholdy, César Franck e Louis Vierne para órgão. Como se não bastasse gravou boa parte das obras para cravo de meu pai em pianos modernos da marca Bösendorfer. Estas gravações são decididamente boas. O melhor de tudo são alguns andamentos realmente surpreendentes, que chamam a atenção do ouvinte. Baita CD duplo da Naxos!

J.S.Bach – Italian Concerto, Chromatic Fantasia & Fugue, French Suites Nos. 1 to 6

CD1:
Italian Concerto, BWV 971
– Allegro
– Andante
– (presto)

Chromatic Fantasia and Fugue in D Minos, BWV 903

French Suite No.1 in D Minor, BWV 812
– Allemande
– Courante
– Sarabande
– Menuets I & II
– Gigue

French Suite No.2 in C minor, BWV813
– Allemande
– Courante
– Sarabande
– Air
– Menuets I & II
– Gigue

CD2:
French Suite No.3 in B-minor BWV 814
– Allemande
– Courante
– Sarabande
– Anglaise
– Menuets I & II
– Gigue

French Suite No.4 in E flat-major BWV 815
– Allemande
– Courante
– Sarabande
– Gavotte
– Menuet
– Air
– Gigue

French Suite No.5 in G-major BWV 816
– Allemande
– Courante
– Sarabande
– Gavotte
– Bouree
– Loure
– Gigue

French Suite No.6 in E-major BWV 817
– Allemande
– Courante
– Sarabande
– Gavotte
– Menuet polonais
– Petit Menuet
– Bouree
– Gigue

Wolfgang Rubsam, piano

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Quero ver ele é num teclado de computador, escrevendo uma matéria sobre o Eduardo Cunha
Quero ver ele é num teclado de computador, escrevendo uma matéria sobre o Eduardo Cunha

PQP

G.P. Telemann (1681-1767): Peças orquestrais — Domestic Music (Vol. 3)

G.P. Telemann (1681-1767): Peças orquestrais — Domestic Music (Vol. 3)

Como não amar Telemann? Ouça o início deste CD. Ele desarma a gente e diz, pronto, está tudo bem, pode descansar agora. Este disco faz um apanhado da música instrumental e vocal “doméstica” de Telemann. São peças que podiam servir pata diversão familiar ou para serem tocadas entre amigos. Nada de grandes dramas, tudo leve, fluido e bonito, o que não impede que Telemann mostre sua maestria como compositor. Não tem nada a ver com o disco, mas vocês sabiam que, em 1722, Telemann começou a dirigir a Ópera de Hamburgo — que estava mergulhada em crise — e conseguiu animar a vida musical desta cidade? Sabem como ele fez? Ora, permitindo o acesso de todos os cidadãos — e não apenas os nobres — aos concertos, mediante o pagamento de uma entrada bem baratinha, mas que animou bastante os combalidos cofres da instituição. É bom este Telemann!

G.P. Telemann (1681-1767): Peças orquestrais — Domestic Music (Vol. 3)

1. Trio for Two Violins and Continuo in E flat major
2. Trio for Two Violins and Continuo in E flat major
3. Trio for Two Violins and Continuo in E flat major
4. Trio for Two Violins and Continuo in E flat major

5. Singe-, Spiel- und Generalbass-Ubungen
6. Singe-, Spiel- und Generalbass-Ubungen
7. Singe-, Spiel- und Generalbass-Ubungen
8. Singe-, Spiel- und Generalbass-Ubungen

9. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor
10. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor
11. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor
12. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor
13. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor
14. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor
15. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor
16. Suite No. 5 for Flute, Violin and Continuo in A minor

17. Moralische Cantata : Das Massige Gluck
18. Moralische Cantata : Das Massige Gluck
19. Moralische Cantata : Das Massige Gluck

20. Sonata for Two Violins in E minor
21. Sonata for Two Violins in E minor
22. Sonata for Two Violins in E minor
23. Sonata for Two Violins in E minor

24. 24 theils erstafte, theils scherzende, Oden
25. 24 theils erstafte, theils scherzende, Oden

26. Quartet for Flute, Two Violins and Continuo in G major
27. Quartet for Flute, Two Violins and Continuo in G major
28. Quartet for Flute, Two Violins and Continuo in G major
29. Quartet for Flute, Two Violins and Continuo in G major

Collegium Musicum 90
Simon Standage

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Vermeer: A Lição de Música
Vermeer: A Lição de Música

PQP

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Quartetos Nros 1, 8 e 14 / Two Pieces for String Quartet

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Quartetos Nros 1, 8 e 14 / Two Pieces for String Quartet

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O Quarteto Borodin foi fundado em 1945 na então União Soviética. Imaginem que sua formação inicial teve alguns alunos do Conservatório de Moscou Quartet… O violoncelista era um rapaz chamado Mstislav Rostropovich, mas havia Rudolf Barshai na viola e Rostislav Dubinsky e Nina Barshai no primeiro e segundos violinos. É um dos quartetos mais duradouros de todos os tempos. Fez 70 anos neste 2015. Eles se notabilizaram durante a Guerra Fria, através de concertos nos Estados Unidos e na Europa e através de gravações feitas na União Soviética. têm um som sinfônico, denso, moderno e depois que vocês ouvirem a rapidez da sincronia na troca de instrumentos no Allegretto final do Quarteto Nº 14, talvez se perguntem se aquilo foi mesmo verdade.

O Borodin teve uma relação estreita com Shostakovich, que pessoalmente consultava-os acerca de cada um dos seus quartetos. Eles gravaram todos os quartetos de cordas de Shostakovich, bem como todos os quartetos de Beethoven. Você tem que ouvir. Digamos que o sotaque russo cai muito bem em Shosta.

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Quartetos Nros 1, 8 e 14 / Two Pieces for String Quartet

String Quartet No.1 in C major Op.49
01. I. Moderato
02. II. Moderato
03. III. Allegro molto
04. IV. Allegro

String Quartet No.8 in C minor Op.110
05. I. Largo
06. II. Allegro molto
07. III. Allegretto
08. IV. Largo
09. V. Largo

String Quartet No.14 in F sharp major Op.142
10. I. Allegretto
11. II. Adagio
12. III. Allegretto

Two Pieces for String Quartet Op.36a
13. I. Elegy
14. II. Polka Borodin Quartet

Quarteto Borodin

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O atual Borodin: selo de qualidade
O atual Borodin: selo de qualidade

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Shostakovich (1906-1975): Cello Concertos / Schnittke (1934-1998): Dialogue for Violoncello and 7 Instruments

Shostakovich (1906-1975): Cello Concertos / Schnittke (1934-1998): Dialogue for Violoncello and 7 Instruments

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Natalia Grigoryevna Gutman é conhecida no Brasil apenas entre os especialistas. Aluna de Mstislav Rostropovich, esposa de Oleg Kogan, ela é um fenômeno. Hoje, aos 72 anos, dedica-se principalmente ao ensino. Gravou com muitas orquestras russas e outros solistas do país, tocou muito com Sviatoslav Richter. Não é uma grande figura pública, mas nada fica a dever a Rostropovich. Suas interpretações de Shostakovich — e a de seus acompanhantes — têm o sotaque russo e o sarcasmo que tanto faz falta a alguns que se aventuram neste repertório. O que vocês vão ouvir é algo de intensidade demoníaca. Terrível, assustador e belíssimo, é um CD para se guardar em local especial.

Ah, gravação ao vivo e ao vivo, sem correções. Quem errou, errou. Adoro esse tipo de registro.

Shostakovich (1906-1975): Cello Concertos /
Schnittke (1934-1998): Dialogue for Violoncello and 7 Instruments

Dmitri Shostakovich
Cello Concerto No. 1 in E flat major, Op. 107
1 1. Allegretto 6:11
2 2. Moderato 11:17
3 3. Cadenza 5:44
4 4. Allegro con moto 4:46

Cello Concerto No. 2 in G major, Op. 126
5 1. Largo 13:36
6 2. Allegretto 4:26
7 3. Allegretto 16:17

Alfred Schnittke
8 Dialogue, for cello & 7 instruments 12:42

Natalia Gutman, violoncelo
USSR Radio and TV Symphony Orchestra conducted by Kyril Kondrashin (Conc Nº 1)
Moscow State Philharmonic Orchestra conducted by Dmitri Kitajenko (Conc Nº 2)
Gnessin Chamber Orchestra conducted by Yuri Nikolaevsky (Schnittke)

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Natalia Gutman
Natalia Gutman

PQP

G.P. Telemann (1681-1767): Peças orquestrais — La Changeante (Vol. 1)

G.P. Telemann (1681-1767): Peças orquestrais — La Changeante (Vol. 1)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Os pequepianos amantes do barroco poderão se locupletar nos próximos três dias. Afinal, haverá três Telemann chegando. Telemann era uma espécie de Vivaldi alemão. Bom e prolífico compositor, não alcançava — e nem tentava — as profundidades de seu conterrâneo e contemporâneo Johann Sebastian,  mas sua qualidade era também muito alta. Aliás, o Livro Guinness coloca Telemann como o compositor mais prolífico de todos os tempos com mais de 3000 trabalhos creditados, muitos das quais estão agora perdidos ou foram destruídos durante a Segunda Guerra Mundial. Esta excelente coleção será capitaneada por Simon Standage e seu Collegium Musicum 90, garantias absolutas de qualidade. Open your ears e mandem bala.

G.P. Telemann (1681-1767): Peças orquestrais — La Changeante (Vol. 1)

1 Violin Concerto in A Minor, TWV 51:a1: I. Adagio 3:09
2 Violin Concerto in A Minor, TWV 51:a1: II. Allegro 2:38
3 Violin Concerto in A Minor, TWV 51:a1: III. Presto 1:48

4 Concerto for Flute and Violin in E Minor, TWV 52:e3: I. Allegro 2:48
5 Concerto for Flute and Violin in E Minor, TWV 52:e3: II. Adagio 1:40
6 Concerto for Flute and Violin in E Minor, TWV 52:e3: III. Presto 1:08
7 Concerto for Flute and Violin in E Minor, TWV 52:e3: IV. Adagio 0:45
8 Concerto for Flute and Violin in E Minor, TWV 52:e3: V. Allegro 2:48

9 Concerto for 4 Violins in G Major, TWV 40:201: I. Largo e staccato 2:07
10 Concerto for 4 Violins in G Major, TWV 40:201: II. Allegro 1:40
11 Concerto for 4 Violins in G Major, TWV 40:201: III. Adagio 0:49
12 Concerto for 4 Violins in G Major, TWV 40:201: IV. Vivace 1:45

13 Concerto for 4 Violins in A Major, TWV 54:A1: I. Affettuoso 2:14
14 Concerto for 4 Violins in A Major, TWV 54:A1: II. Allegro 2:25
15 Concerto for 4 Violins in A Major, TWV 54:A1: III. Adagio 0:45
16 Concerto for 4 Violins in A Major, TWV 54:A1: IV. Allegro 2:24

17 Overture (Suite) in G Minor, TWV 55:g2, “La changeante”: I. Ouverture 4:35
18 Overture (Suite) in G Minor, TWV 55:g2, “La changeante”: II. Loure 1:12
19 Overture (Suite) in G Minor, TWV 55:g2, “La changeante”: III. Les Scaramouches 2:41
20 Overture (Suite) in G Minor, TWV 55:g2, “La changeante”: IV. Menuet I and II 3:05
21 Overture (Suite) in G Minor, TWV 55:g2, “La changeante”: V. La Plaisanterie 1:03
22 Overture (Suite) in G Minor, TWV 55:g2, “La changeante”: VI. Hornpipe 1:41
23 Overture (Suite) in G Minor, TWV 55:g2, “La changeante”: VII. Avec douceur 3:40
24 Overture (Suite) In G Minor, Twv 55:G2, “La Changeante”: VIII. Canarie 2:06

25 Violin Concerto in E Major, TWV 51:E2: I. Affettuoso 4:04
26 Violin Concerto in E Major, TWV 51:E2: II. Allegro assai 2:44
27 Violin Concerto in E Major, TWV 51:E2: III. Cantabile 2:52
28 Violin Concerto in E Major, TWV 51:E2: IV. Allegro 2:37

Rachel Brown
Collegium Musicum 90
Simon Standage

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Grande Simon Standage!
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PQP

J. S. Bach (1685-1750): As Suítes Inglesas (Rübsam)

J. S. Bach (1685-1750): As Suítes Inglesas (Rübsam)

Apesar dos longos bigodes que nos fazem pensar em alguém muito expansivo e escandaloso, Wolfgang Rübsam leva as Inglesas dum jeito low profile que me agrada em alguns momentos e me desagrada em outros. Sugiro que os próprios pequepianos façam seus julgamentos. Seria demais pedir que comentem algo após a audição?

J. S. Bach (1685-1750): As Suítes Inglesas


CD1

01. Suite No1 A-Dur BWV806 – 1. Prelude
02. Suite No1 A-Dur BWV806 – 2. Allemande
03. Suite No1 A-Dur BWV806 – 3. Courante I
04. Suite No1 A-Dur BWV806 – 4. Courante II
05. Suite No1 A-Dur BWV806 – 5. Double I
06. Suite No1 A-Dur BWV806 – 6. Double II
07. Suite No1 A-Dur BWV806 – 7. Sarabande
08. Suite No1 A-Dur BWV806 – 8. Bourree I & II
09. Suite No1 A-Dur BWV806 – 9. Gigue

10. Suite No2 A-Dur BWV807 – 1. Prelude
11. Suite No2 A-Dur BWV807 – 2. Allemande
12. Suite No2 A-Dur BWV807 – 3. Courante
13. Suite No2 A-Dur BWV807 – 4. Sarabande
14. Suite No2 A-Dur BWV807 – 5. Bourree I & II
15. Suite No2 A-Dur BWV807 – 6. Gigue

16. Suite No3 G-Moll BWV808 – 1. Prelude
17. Suite No3 G-Moll BWV808 – 2. Allemande
18. Suite No3 G-Moll BWV808 – 3. Courante
19. Suite No3 G-Moll BWV808 – 4. Sarabande
20. Suite No3 G-Moll BWV808 – 5. Gavotte I & II
21. Suite No3 G-Moll BWV808 – 6. Gigue


CD2

01. Suite No4 in F Maj BWV 809 – 1. Prelude
02. Suite No4 in F Maj BWV 809 – 2. Allemande
03. Suite No4 in F Maj BWV 809 – 3. Courante
04. Suite No4 in F Maj BWV 809 – 4. Sarabande
05. Suite No4 in F Maj BWV 809 – 5. Menuet 1 and 2
06. Suite No4 in F Maj BWV 809 – 6. Gigue

07. Suite No5 in E Min BWV 810 – 1. Prelude
08. Suite No5 in E Min BWV 810 – 2. Allemande
09. Suite No5 in E Min BWV 810 – 3. Courante
10. Suite No5 in E Min BWV 810 – 4. Sarabande
11. Suite No5 in E Min BWV 810 – 5. Passepied 1 and 2
12. Suite No5 in E Min BWV 810 – 6. Gigue

13. Suite No6 in D Min BWV 811 – 1. Prelude
14. Suite No6 in D Min BWV 811 – 2. Allemande
15. Suite No6 in D Min BWV 811 – 3. Courante
16. Suite No6 in D Min BWV 811 – 4. Sarabande
17. Suite No6 in D Min BWV 811 – 5. Double
18. Suite No6 in D Min BWV 811 – 6. Gavotte 1 and 2
19. Suite No6 in D Min BWV 811 – 7. Gigue

Wolfgang Rübsam, piano

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Wolfgang Rubsam e seus belos bigodes
Wolfgang Rubsam e seus belos bigodes

PQP

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonia Nº 5 (Svetlanov)

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonia Nº 5 (Svetlanov)

Tenho a impressão de que Mahler adoraria esta versão super contrastante de Evgeny Svetlanov (1928-2002). O primeiro movimento é perigosamente lento (às vezes arrastado), porém as explosões são espetaculares. O segundo movimento é tão tempestuoso como pode ser. O terceiro movimento é não é lento, mas é mais delicado do que o habitual e tocado de forma muito bela. O Adagietto é um tiro no coração — há leitura mais profunda do que a de Svetlanov? Declaro Svetlanov o Campeão do Adagietto! É pra chorar mesmo. E o último movimento é maravilhosamente detalhado e muito poderoso. Ainda fico com os registros de Tilson Thomas e Bernstein, mas que este Svetlanov convence, ah, convence sim!

Gustav Mahler (1860-1911): Symphony No. 5
1 Trauermarsch, In Gemessenem Schritt. Streng. Wie Ein Kondukt 14:40
2 Stürmisch Bewegt. Mit Grösster Vehmenz 14:42
3 Scherzo. Kräftg, Nicht Zu Schnell 19:26
4 Adagietto. Sehr Langsam 9:55
5 Rondo-Finale. Allegro 14:17

Russian State Symphony Orchestra
Evgeny Svetlanov
Recording: Moscow, Large Hall of the Conservatory, 1995

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Svetlanov
Svetlanov

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Johann Sebastian Bach (1685-1750): Concerti pour Clavecin – BWV 1044, 1052 e 1054 (Hantaï)

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Concerti pour Clavecin – BWV 1044, 1052 e 1054 (Hantaï)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Dizer que Pierre Hantaï é um excepcional músico é chover no molhado. O mano PQP baba com a gravação deste francês para as Variações Goldberg, e não lhe tiro a razão. Mas o que este jovem instrumentista faz aqui neste CD está além de nossa capacidade de compreensão.

Tudo bem, ele foi aluno do mestre Leonhardt, mas ouso dizer que em alguns momentos ele superou o mestre, e a prova maior é com estas gravações dos Concertos para Cravo. Desde os primeiros dedilhados do Concerto BWV 1044 a gente já sente o que pode esperar: puro virtuosismo aliado à uma baita compreensão da obra de Bach, em todas as suas minúcias e detalhes. Usando sem temor o velho clichê, podemos dizer que ele tira leite da pedra, trazendo á tona uma sonoridade que dificilmente encontramos em outras gravações, mesmo as com o seu mestre Leonhardt, além de outras gravações históricas, como as de Karl Richter ou Trevor Pinnock.

O pequeno conjunto que lhe acompanha tem apenas sete músicos, mas vale por uma grande orquestra. Quando contei para o mano PQP o tamanho da “orquestra” ele respondeu: mas pra que mais?

Johann Sebastian Bach (1675-1750) – Concerti pour Clavecin – BWVs 1044, 1052 e 1054

01 – Concerto pour clavecin et cordes en ré majeur, BWV 1054 – I. Allegro
02 – Concerto pour clavecin et cordes en ré majeur, BWV 1054 – II. Adagio
03 – Concerto pour clavecin et cordes en ré majeur, BWV 1054 – III.  Allegro

04 – Prélude et fugue en si majeur, BWV 892 – I. Prélude
05 – Prélude et fugue en si majeur, BWV 892 – II. Fugue

06 – Concerto pour clavecin et cordes en ré mineur, BWV 1052 – I. Allegro
07 – Concerto pour clavecin et cordes en ré mineur, BWV 1052 – II. Adagio
08 – Concerto pour clavecin et cordes en ré mineur, BWV 1052 – III. Allegro

09 – Prélude et fugue en fa majeur, BWV 880 – I. Prélude
10 – Prélude et fugue en fa majeur, BWV 880 – II. Fugue

11 – Triple concerto en la mineur, BWV 1044 – I. Allegro
12 – Triple concerto en la mineur, BWV 1044 – II. Adagio ma non tanto, e dolce
13 – Triple concerto en la mineur, BWV 1044 – III. Alla breve

Pierre Hantaï – Clavecin et Direction
Le Concert Français

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Hantaï durante uma troca de óleo
Hantaï durante uma troca de óleo

FDP Bach (Revalidado por PQP)

Rimsky-Korsakov (1844-1908): Suíte de O Galo de Ouro / Rossini (1792-1868): Abertura Guilherme Tell / Tchaikovsky (1840-1893): Marcha Eslava / Chabrier (1841-1894): España / Franz Liszt (1811-1886): Rapsódia Húngara No. 2 e Marcha Rakoczy

Rimsky-Korsakov (1844-1908): Suíte de O Galo de Ouro / Rossini (1792-1868): Abertura Guilherme Tell / Tchaikovsky (1840-1893): Marcha Eslava / Chabrier (1841-1894): España / Franz Liszt (1811-1886): Rapsódia Húngara No. 2 e Marcha Rakoczy

Em meados do século XX, este tipo de música era considerada “ligeira”, algo para concertos ao ar livre, para o grande público tomar seu primeiro contato com os clássicos. Hoje parece apenas música erudita em disco de gatinhos. O que houve conosco?

Em 1881, Henry Lee Higginson, o fundador da Orquestra Sinfônica de Boston, escreveu sobre seu desejo de apresentar em Boston “concertos de um tipo leve de música”. Então a Boston Pops foi fundada para apresentar este tipo de música ao público, com o primeiro concerto realizado em 1885. Chamado de “Concerto de Passeio” eles duraram até 1900, eram performances de música clássica “leve”.

A Orquestra não tinha um maestro próprio até o ano de 1930, quando Arthur Fiedler começou seu mandato. Fiedler trouxe aclamação mundial à orquestra. Ele sempre foi infeliz com a reputação de que a música erudita era para a elite aristocrática, e sempre fez esforços para levar os eruditos a um público vasto. Sempre promoveu concertos gratuitos em Boston, assim aos poucos foi popularizando a música clássica na região.

Sob sua direção a orquestra fez inúmeras gravações campeãs de vendas, arrecadando um total superior a US$ 50 milhões. As primeiras gravações da orquestra foram feitas em julho de 1935 para a RCA Victor, incluindo a primeira gravação completa da Rhapsody in Blue de Gershwin.

Fiedler também é lembrado por ter começado a tradição anual da orquestra se apresentar no 4 de julho (Independência dos Estados Unidos) na praça da Esplanada, uma das celebrações mais aclamadas, que contava com um público entre 200 e 500 mil pessoas.

Após a morde de Fiedler, em 1979, John Williams tomou o cargo, em 1980. Williams continuou com a tradição de levar a música clássica ao público mais vasto. Ele ficou no cargo até 1994, quando passou para Keith Lockhart em 1995. Lockhart segua à frente da Pops, acrescentando um toque de extravagância e um dom para o drama. Williams continua sendo maestro laureado e realiza uma semana de concertos por ano.

Rimsky-Korsakov (1844-1908) – Suíte de O Galo de Ouro – Le Coq’or – Suíte, Rossini (1792-1868) – William Tell Overture, Tchaikovsky (1840-1893) – Marcha Eslava, Chabrier (1841-1894) – España e Franz Liszt (1811-1886) – Rapsódia Húngara No. 2 e Rakoczy March

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) – Suíte de O Galo de Ouro – Le Coq’or – Suíte
01. King Dodom in his Palace
02. King Dodom on the Battlefield
03. King Dodom with the Queen of Shemakha
04. March

Gioachino Rossini (1792-1868) – William Tell Overture
05. William Tell Overture

Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893) – Marcha Eslava
06. Marcha Eslava

Emmanuel Chabrier (1841-1894) – España
07. España

Franz Liszt (1811-1886) – Rapsódia Húngara No. 2 e
08. Rapsódia Húngara No. 2

Rakoczy March
09. Rakoczy March

Boston Pops Orchestra
Arthur Fiedler, regente

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Arthur Fiedler
Arthur Fiedler

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Francesco Geminiani (1687-1762): Sonatas para Violoncelo e Baixo Contínuo

Francesco Geminiani (1687-1762): Sonatas para Violoncelo e Baixo Contínuo

Bruno Cocset é daquele gênero de artista que faz não apenas música historicamente informada como é cheio de balanço, malemolência, harmonia, ritmo, eufonia, sonoridade e todos os sinônimos de musicalidade. O som de seu violoncelo é lindo, redondo e confortante. É dele a melhor gravação das Suítes para Violoncelo Solo de Bach, creio. Aqui ele volta a nos dar belíssimas versões para Sonatas de Geminiani em lindo CD da impecável Alpha.

Já Geminiani, italiano de Luca, é um compositor meio obscuro, mas do qual tudo o que ouvi é muito bom. Nosso caríssimo Gemini era um humanista do mais alto calibre. Era um intelectual interessado em todo o gênero de arte. Foi aluno dos grandes Alessandro Scarlatti e Arcangelo Corelli na Itália. A partir de 1711, foi maestro em Nápoles. Em 1714, foi a Londres para dar concertos como violinista e nunca mais voltou. Em 1715, apresentou-se em duo com Händel diante do rei Jorge I. Na Inglaterra, compôs muito e deu muita aula, além de reunir extensa coleção de obras de arte.

Francesco Geminiani (1687-1762): Sonatas para Violoncelo e Baixo Contínuo

Sonate III En Do Majeur
1 Andante 1:53
2 Allegro 4:19
3 Affetuoso 3:01
4 Allegro 2:37
Sonate XI Opus I (1716)
5 Vivace 2:34
6 Affetuoso 2:29
7 Allegro 3:09
Sonate II En Ré Mineur
8 Andante 2:17
9 Presto 2:28
10 Adagio 0:46
11 Allegro 4:14
Sonate I En La Majeur
12 Andante 1:51
13 Allegro 3:11
14 Andante 0:41
15 Allegro 3:14
“Tendrement” Pour Clavecin
16 Tendrement 3:54
Sonate V En Fa Majeur
17 Adagio 0:37
18 Allegro Moderato 1:18
19 Adagio 3:13
20 Allegro 1:44
Sonate IV En Si Bémol Majeur
21 Andante 0:22
22 Allegro Moderato 2:57
23 Grave 0:41
24 Allegro 0:53
“Tendrement” Pour Ténor De Violon, Violoncelle Et Basse
25 Tendrement 3:35
Sonate VI En La Mineur
26 Adagio 0:40
27 Allegro Assai 3:07
28 Grave 0:28
29 Allegro 4:14

Cello – Bruno Cocset
Contrabass – Richard Myron
Ensemble – Les Basses Réunies
Harpsichord – Bertrand Cuiller
Theorbo – Luca Pianca
Violin [Tenor] – Bruno Cocset
Conductor – Bruno Cocset

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Gemini, gemini, geminiano(i) / Este ano vai ser o seu ano / Ou se não, o destino não quis
Gemini, gemini, geminiano(i) / Este ano vai ser o seu ano / Ou se não, o destino não quis

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J. S. Bach (1685-1750): Os Concertos de Brandenburgo (Orchestra of the Age of Enlightenment)

J. S. Bach (1685-1750): Os Concertos de Brandenburgo (Orchestra of the Age of Enlightenment)

Preciso dizer alguma coisa sobre estes extraordinários seis concertos para os mais diversos instrumentos, cada um com sua própria cara, estilo e personalidade, cujas partituras serviram para enrolar carne no dia seguinte à sua primeira execução? Preciso dizer que é uma das maiores obras escritas pelo homem em todos os tempos? Não, né?

A gravação da Orchestra of the Age of Enlightenment não chega ao nível do Collegium Aureum, do Giardino Armonico ou do Café Zimmermann, mas está longe de ser uma mera second choice. É boa pra cacete e apenas perde para os citados.

J. S. Bach (1685-1750): Os Concertos de Brandenburgo (Orchestra of the Age of Enlightenment)

1. Brandenburg Concerto No. 1 in F BWV1046: I. [Allegro] Catherine MacKintosh/Paul Goodwin/Timothy Brown/Susan Dent/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 4:04
2. Brandenburg Concerto No. 1 in F BWV1046: II. Adagio Catherine MacKintosh/Paul Goodwin/Timothy Brown/Susan Dent/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 3:44
3. Brandenburg Concerto No. 1 in F BWV1046: III. Allegro Catherine MacKintosh/Paul Goodwin/Timothy Brown/Susan Dent/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 4:13
4. Brandenburg Concerto No. 1 in F BWV1046: IV. Menuet – Trio I – Menuet – Polonaise – Menuet – Trio II – Menuet Catherine MacKintosh/Paul Goodwin/Timothy Brown/Susan Dent/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 7:35

5. Brandenburg Concerto No. 2 in F BWV1047: I. [Allegro] Mark Bennett/Rachel Beckett/Paul Goodwin/Monica Huggett/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 5:07
6. Brandenburg Concerto No. 2 in F BWV1047: II. Andante Mark Bennett/Rachel Beckett/Paul Goodwin/Monica Huggett/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 3:44
7. Brandenburg Concerto No. 2 in F BWV1047: III. Allegro assai Mark Bennett/Rachel Beckett/Paul Goodwin/Monica Huggett/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 2:47

8. Brandenburg Concerto No. 3 in G BWV1048: I. [Allegro] Orchestra Of The Age Of Enlightenment/Alison Bury 5:36
9. Brandenburg Concerto No. 3 in G BWV1048: II. Adagio – III. Allegro Orchestra Of The Age Of Enlightenment/Alison Bury 5:00

10. Brandenburg Concerto No. 4 in G BWV1049: I. Allegro Monica Huggett/Rachel Beckett/Marion Scott/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 7:23
11. Brandenburg Concerto No. 4 in G BWV1049: II. Andante Monica Huggett/Rachel Beckett/Marion Scott/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 3:41
12. Brandenburg Concerto No. 4 in G BWV1049: III. Presto Monica Huggett/Rachel Beckett/Marion Scott/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 4:31

13. Brandenburg Concerto No. 5 in D BWV1050: I. Allegro Elizabeth Wallfisch/Lisa Beznosiuk/Malcolm Proud/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 9:22
14. Brandenburg Concerto No. 5 in D BWV1050: II. Affettuoso Elizabeth Wallfisch/Lisa Beznosiuk/Malcolm Proud/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 6:10
15. Brandenburg Concerto No. 5 in D BWV1050: III. Allegro Elizabeth Wallfisch/Lisa Beznosiuk/Malcolm Proud/Orchestra Of The Age Of Enlightenment 5:12

16. Brandenburg Concerto No. 6 in B flat BWV1051: I. [Allegro] Orchestra Of The Age Of Enlightenment/Monica Huggett 5:24
17. Brandenburg Concerto No. 6 in B flat BWV1051: II. Adagio ma non tanto Orchestra Of The Age Of Enlightenment/Monica Huggett 4:30
18. Brandenburg Concerto No. 6 in B flat BWV1051: III. Allegro Orchestra Of The Age Of Enlightenment/Monica Huggett 5:29

Orchestra of the Age of Enlightenment
Paul Goodwin
Catherine Mackintosh
Rachel Beckett
Mark Bennett
Monica Huggett
Alison Bury
Marion Scott
Lisa Beznosiuk
Malcolm Proud
Elizabeth Wallfisch
Pavlo Beznosiuk
Richard Campbell
Sarah Cunningham
William Hunt
John Toll
Richard Tunnicliffe
Timothy Brown
Susan Dent

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Foto: PQP Bach, no Southbank Center
Foto: PQP Bach, no Southbank Center

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