Alma Latina: Repertório Litúrgico de Cayetano Pagueras (Barcelona, 1778 – La Habana, 1814)

2q8zdyrMúsica Catedralícia de Cuba
Repertório litúrgico de Cayetano Pagueras
1778 – 1814

 

El intercambio entre músicos y músicas entre el Viejo y Nuevo Mundos es punto de partida para la restauración de nuestra historia cultural; en especial, cuando se aborda el trasiego de obras y documentos motivados por la composición musical para el ornato de las misas y oficios del culto católico. Es el caso de la creación musical de Cayetano Pagueras (Barcelona, siglo XVIII-¿La Habana?, siglo XIX), compositor de origen catalán radicado en Cuba entre finales del setecientos y las primeras décadas de la siguiente centuria, quien nos legara algunas de las más hermosas y antiguas obras del patrimonio musical cubano.

Pagueras ya residía en La Habana en 1778 y se sabe que procuró colocarse infructuosamente, al menos en dos ocasiones, como maestro de capilla de la Catedral de Puebla de los Ángeles, Nueva España, hoy México, donde se conservan sus únicas obras autógrafas. Vinculado desde 1795 a la Catedral de La Habana, tampoco consiguió aquí el tan preciado puesto de Maestro de capilla, por lo que debió conformarse con las plazas de contralto y organista. Más tarde pasó al Convento de la Orden de los Hermanos Betlemitas de esta misma ciudad, hasta que perdemos su rastro en 1814. Sin embargo, su actividad compositiva abarcó más de 80 títulos, inventariados en 1872 como parte del archivo de la Catedral de La Habana.

Alejo Carpentier dio su obra por perdida en las pesquisas que realizara para escribir su antológico libro ‘La Música en Cuba’ (1946). No fue hasta 1996 que, como parte de las 1zwgmzb investigaciones para mi libro ‘El archivo de música de la iglesia habanera de La Merced: estudio y catálogo’ (1998), encontré las seis primeras partituras de Pagueras en este templo. Luego aparecieron otras tres en la Iglesia de San Francisco de Asís, en Santiago de Cuba, y otras más, en el Museo Arquidiocesano de La Habana. Apenas recientemente, a finales de 2012, fueron localizadas varias en las catedrales de México y de Puebla de los Ángeles, y hasta en la pequeña Parroquia de Suchixtlahuaca, Oaxaca. Gracias al apoyo de autoridades eclesiásticas cubanas y mexicanas, pude acopiar un total de 19 obras inéditas, transcritas en su mayoría como parte del noveno volumen de la colección ‘Música Sacra de Cuba, siglo XVIII’, publicado en 2013. (Miriam Escudero – extraído do encarte)

Palhinha: assista ao vídeo do DVD que acompanha o CD:

Cayetano Pagueras (Barcelona, 1778 – La Habana, 1814)
01. Angelus domini descendit
02. Missa a cuatro voces – 1. Kyrie
03. Missa a cuatro voces – 2. Gloria
04. Missa a cuatro voces – 3. Credo
05. Missa a cuatro voces – 4. Sanctus
06. Missa a cuatro voces – 5. Agnus Dei
07. Pueri Hebraeorum
08. Gloria, laus et honor
09. Vexilla Regis
10. Cum transisset sabbatum
11. Missa de 1º tono – 1. Kyrie
12. Missa de 1º tono – 2. Gloria
13. Missa de 1º tono – 3. Credo
14. Missa de 1º tono – 4. Sanctus
15. Missa de 1º tono – 5. Agnus Dei
16. Alleluja. Dominus regnavit decorem
17. Nunc dimittis
18. Misa de Difuntos – 1. Introito y Kyrie
19. Misa de Difuntos – 2. Gradual y Sequentia
20. Misa de Difuntos – 3. Ofertorio
21. Misa de Difuntos – 4. Sanctus – Benedictus
22. Misa de Difuntos – 5. Agnus Dei
23. Misa de Difuntos – 6. Communio

Repertório Litúrgico de Cayetano Pagueras – 2013
Camerata Vocale Sine Nomine.
Maestrina Leonor Suárez

Orquesta del Instituto Superior de Arte adjunta al Lyceum Mozartiano de La Habana.
Maestro José Antonio Méndez Padrón

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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Avicenna

Música de Salão do Tempo de D. Maria I – Segréis de Lisboa – Portuguese Salon Music of the late XVIII and XIX Century (Acervo PQPBach)

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.Modinhas, cançonetas e instrumentais

Com instrumentos de época. On period instruments.


 

 

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Palhinha: ouça 10. Você trata amor em brinco

Segréis de Lisboa
Policarpo José António da Silva (fl.1770 – ca.1790)
01. Marcha e contradança
Joze Mauricio (1752-1815)
02. A paixão que sinto em mim
Anónimo
03. Já cansado do trabalho
04. Ah! Nerina em não posso
António Leal Moreira (Abrantes, 1758 – Lisbon,1819)
05. À nova conquista
Pedro Antonio Avondano (Lisboa, 1714-1782)
06. Minueto 1 em Lá Maior
José Totti (Itália, 1780 – Portugal, 1832)
07. Solitário bosco ombroso
José Palomino (Spain, 1755-1810)
08. Dueto de Marujo e Regateira
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
09. Cuidados, tristes cuidados
Domingos Caldas Barbosa (Rio de Janeiro, 1738 – Lisboa, 1800) & Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
10. Você trata amor em brinco
Francisco Xavier Baptista (Portugal, ? – 1797)
11. Sonata em Sol maior
Joaquim Manuel da Câmara (Rio de Janeiro, ca.1780 – ca.1840)
12. Quem quer comprar qu’eu vendo
José Rodrigues de Jesus
13. Já gozei da liberdade
Policarpo José António da Silva. (fl.1770 – ca.1790)
14. Perchè, vezzo sirai
João Cordeiro da Silva (Elvas, c. 1735 – Lisboa, 1808)
15. Trio em Fá Maior
José Francisco Leal (Rio de Janeiro, 1792 – 4 de julho de 1829)
16. Esta noite, oh céus que dita
Policarpo José António da Silva. (fl.1770 – ca.1790)
17. Se viver non poss’io
Manuel José Vidigal (Lisboa, ? – 1805)
18. Cruel saudade
Pedro Antonio Avondano (Lisboa, 1714-1782)
19. Sonata em Sol Maior
Joaquim Manuel da Câmara (Rio de Janeiro, ca.1780 – ca.1840)
20. Desde o dia em qu’eu nasci
Domingos Caldas Barbosa (Rio de Janeiro, 1738 – Lisboa, 1800) & Anónimo
21. Sentido, ternos amantes
João Pedro d’Almeida Mota (1744, Lisbon – 1817, Spain)
22. La pastorella mia
Pedro Antonio Avondano (Lisboa, 1714-1782)
23. Minuetto II em Fá maior

Instrumentos originais usados nesta gravação:
Pianoforte – H. Van Casteel, Lisboa, 1763
Trompa natural – França – 1800
Trompa natural – Bélgica – 1800

Música de Salão do Tempo de D. Maria I – 1994
Segréis de Lisboa
Direção de Manuel Morais

CD gentilmente cedido pelo musicólogo Prof. Paulo Castanha (http://paulocastagna.com). Não tem preço!!
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acervo-1

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Boa audição.

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Avicenna

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Concertos para Piano, BWV 1052, 1055, 1056

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Concertos para Piano, BWV 1052, 1055, 1056

Sou um fã de Maria João Pires, mas esta gravação não lhe acrescenta nada. É um registro old fashioned, de 1974, que envelheceu mal pra caralho. São concertos para cravo de Bach, tocados com piano e orquestra mais ou menos grande, utilizando instrumentos modernos. A abordagem também é romântica, então, paradoxalmente, esta tentativa de modernizar Bach soa muito antiquada. OK, nossa época pode reinterpretar obras do passado, só que com o mar de gravações historicamente informadas disponíveis hoje, o século XXI pede outro gênero de ousadia. Depois disso, Pires se tornaria uma gênia em Beethoven, Schumann, Schubert, Brahms, Mozart, Chopin…, deixando Bach para outros

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Concertos para Piano, BWV 1052, 1055, 1056

01. Piano Concerto No. 1 in D minor BWV 1052 – I. Allegro
02. II. Adagio
03. III. Allegro

04. Piano Concerto No. 4 in A major BWV 1055 – I. Allegro
05. II. Larghetto
06. III. Allegro ma non tanto

07. Piano Concerto No. 5 in F minor BWV 1056 – I. Allegro
08. II. Largo
09. III. Presto

Maria João Pires, piano
Gulbenkian Orchestra
Michel Corboz

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Eu também detesto passar minha roupa, querida Maria João
Eu também detesto passar minha roupa, querida Maria João

PQP

Anton Bruckner – Symphony nº8 in C Minor, Franz Schubert – Symphony nº 8 ‘Unfinished’ – Günter Wand, Münchner Philarmoniker

FrontVou pedir licença ao nosso mentor, PQPBach, para realizar uma postagem de um maestro muito querido por todos daqui do blog, Günter Wand.
Trata-se de cd duplo, gravado ao vivo, com a Filarmônica de Munique, orquestra que Wand conhecia muito bem. E a licença que peço é por adentrar em outra especialidade de nosso mentor, Anton Bruckner. O homem é uma enciclopédia sobre este importante compositor. E creio que tudo o que se devesse falar sobre estas sinfonias já foi falado e escrito cá por estas plagas.

Então calo-me, e deixo que os senhores se deleitem com a grandiosidade e maestria deste gigante da regência do século XX.

Cd 1

1 Bruckner – Symphony nº 8 in C Minor  – I. Allegro moderato
2. II Scherzo (Allegro moderato) & Trio (Langsam)
3 – III. Adagio (Feierlich langsam; doch nicht schleppend)

CD 2

1 – Symphony No.8 in C minor – IV. Finale Feierlich, nicht schnell
2  – Schubert  Symphony No.8 in B minor, D.759 ‘Unfinished’ – I. Allegro moderato
3 – Schubert  Symphony No.8 in B minor, D.759 ‘Unfinished’ – II. Andante con moto

Münchner Philharmoniker
Günter Wand – Conductor

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Dixit Dominus por Vivaldi, Mozart e Handel – La Capella Reial de Catalunya, Le Concert des Nations, Jordi Savall

frontDixit Dominus

Dixit Dominus – Salmo 110
Vivaldi, Mozart e Handel

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Jordi Savall

Este é um dos Salmos mais populares, pois desde a Idade Média é sempre colocado no início do ofício de domingo das Vésperas – a parte do ofício divino que é a oração da noite. Isso explicaria o número muito elevado de compositores que escreveram a música para este salmo, especialmente desde o Renascimento: muitos templos pedindo música escrita especificamente para ser realizada durante as funções religiosas das referidas celebrações, seja instruindo o mestre de capela em questão a executar esta música, ou por um pedido mais consistente a um músico de prestígio, ou mesmo em cópias feitas de versões já existentes.

De qualquer forma, o importante era ter música polifônica ou um concerto, de acordo com os gostos e costumes de cada momento, para esta parte da liturgia. Além dos compositores encontrados nesta gravação, Francisco Guerrero, Tomás Luis de Victoria, Giovanni Gastoldi, Felice Anerio, Claudio Monteverdi, Alessandro Grandi, Orazio Benevoli, Dietrich Buxtehude, Marc-Antoine Charpentier, Alessandro Scarlatti, Nicola Porpora, Johann Adolph Hasse e Giovanni Battista Pergolesi estão na lista de compositores de renome que compuseram uma música para o Dixit Dominus, além de outros mais modernos, como Andreas Romberg.

Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 1678-Viena, 1741)
01. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 1. Chorus: Dixit Dominus
02. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 2. Chorus: Donec ponam
03. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 3. Aria: Virgam virtutis
04. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 4. Duet: Tecum principium
05. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 5. Chorus: Juravit Dominus
06. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 6. Aria: Dominus a dextris tuis
07. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 7. Chorus: Judicabit in nationibus
08. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 8. Aria: De torrente in via bibet
09. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 9. Trio: Gloria Patri
10. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 10. Chorus: Sicut erat in principio
11. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 11. Chorus: Et in saecula saeculorum

Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
12. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 1. Allegro: Dixit Dominus
13. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 2. Andante: Gloria Patri
14. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 3. Allegro: Et in saecula saeculorum
15. ‘Magnificat’ KV 193 – 1. Allegro: Magnificat
16. ‘Magnificat’ KV 193 – 2. Allegro: Gloria Patri

Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685-Inglaterra, 1759)
17. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 1. Soli & Chorus: Dixit Dominus
18. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 2. Chorus: Donec ponam
19. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 3. Aria: Virgam virtutis
20. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 4. Aria: Tecum principium
21. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 5. Chorus: Juravit Dominus
22. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 6. Chorus: Tu es sacerdos
23. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 7. Chorus: Dominus a dextris tuis
24. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 8. Chorus: Judicabit in nationibus
25. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 9. Chorus: Conquassabit capita
26. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 10. Soli & Chorus: De torrente in via bibet
27. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 11. Chorus: Gloria Patri

Dixit Dominus. Vivaldi, Mozart, Handel – Savall – 2016
Marta Mathéu i Hanna Bayodi-Hirt (sopranos)
Manfredo Kraemer (concertino)
Anthony Roth Costanzo (contratenor)
Makoto Sakurada (tenor)
Furio Zanasi (baix)

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Direction : Jordi Savall

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Boa audição!

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Avicenna

 

Alma Latina: Música para la Pasión – Barroco en Bolivia

72zle1Música para la Pasión
Barroco en Bolivia
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Coral Nova
Orquesta de Cámara de La Paz

Coral Nova fue fundada en 1972 por Julio Barragán Saucedo, quien fue su Director hasta 1982. Desde entonces es Director de Coral Nova Ramiro Soriano Arce.

El objetivo principal para la actividad de Coral Nova desde el momento mismo de su creación, fue la difusión de la música boliviana, y esta filosofía se ha mantenido hasta hoy, habiéndose delimitado, con el tiempo, tres principales campos dentro de este cometido de difusión de la cultura coral boliviana: los arreglos de la música folclórica, que han sido tradicionalmente realizados por compositores miembros del propio coro, la música colonial boliviana y la música coral contemporánea de Bolivia, que se ocupa de las obras de compositores bolivianos contemporáneos.

En todas estas áreas Coral Nova ha realizado diversas grabaciones a lo largo de estos más de treinta años de labor.

La música colonial contenida en los diversos archivos de Bolivia constituye uno de los tesoros culturales más importantes del país, y, sin duda, uno de los más valiosos de América.

Coral Nova ha sido el propagandista más fiel de este repertorio desde los primeros tiempos de su actividad. En efecto, ya desde sus primeras presentaciones al principio de la década de 1970, este coro incluyó siempre al menos algún ejemplo del repertorio colonial en sus programas.

Este trabajo se intensificó notablemente desde 1995, cuando, merced a la llegada del musicólogo polaco Piotr Nawrot, Coral Nova pudo acceder a sus trabajos de transcripción, y realizar una intensa labor de difusión de esa importantísima parte de nuestro patrimonio cultural.

En ese período desde el momento de la llegada de Piotr Nawrot, que, además, coincidió con el retorno a Bolivia del maestro Ramiro Soriano, Coral Nova pudo realizar el estreno de varias obras de diverso carácter que han sido grabadas en seis discos compactos, el tercero de los cuales fue incluido en la serie “Les Chemins du Baroque” (Los Caminos del Barroco) del sello francés K617, que se especializa en música barroca americana.

En estos discos se encuentra grabada música perteneciente a los más importantes archivos de música colonial tales como el Archivo Nacional en Sucre, que contiene una enorme colección del repertorio que llamamos catedralicio, el Archivo Musical de Chiquitos en Concepción, que contiene las obras del repertorio misional chiquitano, y también obras misionales de Moxos en el departamento del Beni. ( extraído da internet)

Música para la Pasión – Barroco en Bolivia
Anónimo
01. Que vulnerata
02. Emendemus
03. Nocturno I – In Monte Oliveti (Responsorium 1)
04. Nocturno I – Tristis est anima mea (Responsorium 2)
05. Nocturno I – Ecce vidimus eum (Responsorium 3)
06. Nocturno II – Amicus meus (Responsorium 4)
07. Nocturno II – Judas mercator pessimus (Responsorium 5)
08. Nocturno II – Unus ex discipulis (Responsorium 6)
09. Nocturno III – Eram quasi agnus (Responsorium 7)
10. Nocturno III – Una hora (Responsorium 8)
11. Nocturno III – Seniores poluli (Responsorium 9)
12. Salmo 50: Miserere – Miserere mei
13. Salmo 50: Miserere – Et secundum
14. Salmo 50: Miserere – Amplius lava me
15. Salmo 50: Miserere – Asperges me
16. Salmo 50: Miserere – Auditui meo
17. Salmo 50: Miserere – Domine, labia mea
18. Salmo 50: Miserere – Quoniam si voluises
19. Salmo 50: Miserere – Tunc acceptabis
20. Salmo 50: Misererere – Tunc imponent
21. Salmo 50: Misererere – Gloria Patri
22. Popule meos (fragmentos)
23. Dulce Jesus mio
24. Stabat Mater

Música para la Pasión – Barroco en Bolivia – 1998
Orquesta de Cámara de La Paz & Coral Nova
Maestro Ramiro Soriano Arce

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MP3 320 kbps – 155,9 + 15,5 MB – 1 h
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Mais outro CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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Avicenna

Gustav Mahler (1860-1911): A Canção da Terra (Eugen Jochum)

Gustav Mahler (1860-1911): A Canção da Terra (Eugen Jochum)

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Então tá, né? O pessoal quer pesos pesados e super-postagens? Sem problemas, vamos dançar conforme a música! :¬))

Em resposta, pego o CD da coleção Originals da DG e mando um balaço procêis. Ouçam esta versão de A Canção da Terra gravada por Eugen Jochum (1922-1987) e o Concertgebouw de Amsterdam em 1963. É algo de ajoelhar-se e pedir que não acabe nunca mais. Ah, não esqueçam de conferir em detalhe a “Despedida” (Der Abschied) da versão de Jochum. O incrível é que Jochum NÃO era um mahleriano contumaz, mas sua intimidade com a música vocal e com as Missas de Bruckner foram fundamentais aqui. Outro fato notável é que o registro data de um tempo que Mahler estava sendo redescoberto e não era a unanimidade que é hoje. Ele ainda era chamado de “desigual”, de compositor dado a arroubos e se dizia que era assim porque escrevia sinfonias difíceis e cheias de sonoridades estranhas para que ele mesmo — grande maestro que era — regesse. Nada disso, nada disso mesmo…

Bem, se você gosta de Mahler, tem que ouvir isto. Cumpra-se!

Gustav Mahler (1860-1911): A Canção da Terra
Symphony for alto, tenor and large orchestra

1. Das Trinklied vom Jammer der Erde
2. Der Einsame im Herbst
3. Von der Jugend
4. Von der Schonheit
5. Der Trunkene im Fruhling
6. Der Abschied

Nan Merriman
Ernst Haefliger
Concertgebouw Orchestra
Eugen Jochum

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Eugen Jochum, o Rei da Música Sinfônica Vocal
Eugen Jochum: “Ajoelhem-se, chegou o Rei da Música Sinfônica Vocal”

PQP

Johannes Brahms (1833-1897) – Ein Deutsches Requiem – Oelze, Finley, Chapelle Royale, Collegium Vocale Gent, Orchestre des Champs-Elysées, Herreweghe

coverJá deveria ter postado esta gravação do Requiem de Brahms com Philippe Herreweghe antes do Natal, mas com a correria do dia a dia acabei esquecendo. O que é uma pena, pois privei-os até agora de uma das melhores gravações já realizadas dessa obra. E não sou só eu quem o declara. Fiz uma longa pesquisa para identificar uma das que poderiam ser consideradas como melhores, e esta estava meio que em primeiro lugar no ranking, ao menos em uns quatro ou cinco sites e revistas especializadas que fucei.

Herreweghe é um dos melhores regentes de corais da atualidade. Basta ouvir suas gravações para chegarmos a esta conclusão. E aqui neste Brahms ele mostra que sua especialidade não se restringe ao barroco. Não, ele domina com maestria o espetacular ‘Collegium Vocale Gent’ também em uma obra prima do Romantismo. Ouçam o Segundo Movimento para entenderem o que digo.

Destaque também para a cuidadosa edição do booklet, com textos em inglês, francês e alemão.

01. 1. Selig sing, die da Leid tragen
02. 2. Denn alles Fleisch, es ist wie Gras
03. 3. Ferr, lehre doch mich, da. ein Ende mit mir haben mu
04. 4. Wie lieblich sind deine Wohnungen, Herr Zebaoth
05. 5. Ihr habt mur Traurigkeit
06. 6. Denn wie haben hie keine bleibende Statt
07. 7. Selig sind die Toten, die in dem Herren sterben

Christiane Oelze – Soprano
Gerald Finley – Bariton
La Chappele Royale
Collegium Vocale Gent
Orchestre des Champs-Elysées
Philippe Herreweghe – Conductor

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FDP

1º Recital de Compositores Goianos – (Acervo PQPBach)

Captura de Tela 2017-12-31 às 17.36.001º Recital de Compositores Goianos
Nosso ouvinte Marcos Vinicius Ribeiro gentilmente digitalizou este LP de 1970, com encarte e tudo, e nos enviou. Não tem preço!

Pirenópolis – Século XIX – Interior de Goiás

Procurando visualizar a calma e bela cidade colonial, cerdada de montanhas, onde a Igreja constituia o centro cultural da comunidade, onde partiu por intermédio do Vigário da Vila, José Joaquim Pereira da Veiga (1772 – 1840), à primeira chama musical, que foi mantida viva pelo dom inato de artistas do lugar – verdadeiros autodidatas – que cumpunham para festas religiosas, Missas, Ladainhas, Hinos, Te Deum, sem nenhuma pretenção quanto a possíveis execuções futuras. Apesar de ser dedicada à Igreja, as composições tem notadamente caráter operístico, fazendo-se sentir a influência de Rossini e Verdi.

Impressionado pelo coaxar dos sapos que vivem no Rio das Almas e que, ao entardecer entoam seu canto numa complexidade original de timbres e ritmos diversos, compôs, Tônico do Padre (Antônio da Costa Nascimento), uma suite que intitulou “Concerto dos Sapos”, procurando reproduzir suas vozes com brusca interrupção ocasionada pelo ribombar dos trovões com penúncio de chuva.

Tônico do Padre foi, durate trinta e cinco anos, diretor e regente da Banda Euterpe e tentou fazê-la executar o “Concêrto dos Sapos”, por ter entretanto, provocado o riso entre os músicos de então, desistiu do intento e guardou a partitura que só agora vem a luz.

A execução desta obra no L.P. está a cargo da Banda Phênix, da Cidade de Pirenópolis, fundada em 1893 por Joaquim Propício de Pina e reorganizada em 1963 por Pompeu Cristovam de Pina. Tem como mestre o inteligente e dinâmico José Joaquim do Nascimento, que vem lecionando e introduzindo novos elementos a Banda, alguns vindos de fazendas próximas à cidade.

A parte religiosa fica a cargo da Soprano Maria Augusta Calado, cuja sensibilidade artística e riqueza de timbre podemos sentir na interpretação destas peças, acompanhada pelo conjunto musical reorganizado por Dr. Sebastião Pompeu de Pina em 1946. É seu regente e ensaiador o jovem artísta Braz Wilson Pompeu de Pina Filho, cujo trabalho merece aplausos pois, com o objetivo de difundir a música de sua terra natal, restaurou e selecionou com carinho as composições constantes dêste L.P. apresentadas ao público no dia 28 de fevereiro de 1970, na Matriz da Cidade de Pirenópolis.

(Belkiss S. Carneiro de Mendonça – Extraido do encarte)

1º Recital de Compositores Goianos
Antônio da Costa Nascimento (Tonico do Padre) – (Pirenópolis, GO, 1837-1903)
01. Concerto dos Sapos (1895) – Introdução, Cateretê no seco, Cavatina, Valsas 1 e 2, Dispersão
J. Costa (?)
02. Ave Maria (1908)
Padre José Iria Xavier Serradourada (Goiás, 1831-1898)
03. Solo das Dores (1861)
Agesislau de Siqueira (Pirenópolis, GO, 1892-1916)
04. Hino à Sant’Ana (1899)
José Odilon de Pina ((Pirenópolis, GO, 1895-1957))
05. Tantum Ergo
Elvira Rosa Ferreira (?)
06. Salutaris Hóstia
Antônio da Costa Nascimento (Tonico do Padre) – (Pirenópolis, GO, 1837-1903)
07. Salutaris Hóstia (1896)
08. Aria Para o Pregador (1877)
09. Hino do Divino

1º Recital de Compositores Goianos – 1970
Banda Phênix. Maestro José Joaquim do Nascimento. Solista Bombardino: Joaquim Viturino da Costa (faixa 1)
Canto e Orquestra do Coro da Matriz de Pirenópolis. Maestro Braz Wilson Pompeu de Pina. Solista: Maria Augusta Calado

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Partituras e outros que tais? Clique aqui

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Boa audição.

Avicenna

Alma Latina: Antología del Barroco Musical Peruano – Siglos XVII – XVIII

28gr2pdAntología del Barroco Musical Peruano
Siglos XVII – XVIII

Capilla Virreinal de la Nueva España

La presente antología comprende música de Lima, Cusco y Trujillo que fue cantada entre 1600 y 1799

No deja de ser preocupante que, a las puertas de ingresar al siglo XXI, los tesoros musicales del barroco peruano sigan mayoritariamente archivados y desconectados de la vida cultural del país. A pesar del valioso trabajo de investigación emprendido por musicólogos de la talla de Carlos Vega, Josué Teófilo Wilkes, Robert Stevenson, Samuel Claro Valdés, Andrés Sas, Rodolfo Holzmann, Arndt von Gavel, Waldemar Axel Roldán y Carmen García Muñoz, y de la labor realizada por historiadores e intelectuales como el padre Rubén Vargas Ugarte o César Arróspide de la Flor y más recientemente por Juan Carlos Estenssoro, todavía es muy incipiente la labor de difusión que se ha hecho de tantas partituras y obras de los siglos XVII y XVIII que no alcanzamos a vislumbrar el significado que encierran para el derrotero cultural del Perú.

Este disco se propone dar a conocer una muestra, no por pequeña menos significativa, de las diversas manifestaciones musicales que se han cultivado en el antiguo territorio del Virreinato del Perú, el más grande de la América del Sur y, junto con el de la Nueva España, uno de los dos más importantes de todo el continente americano.

Ciudades como Lima, Cusco, Trujillo, Arequipa o Huamanga contaron con una vida artística de gran intensidad y hacia el siglo XVII, cuando ya se había realizado la labor evangelizadora y nuevos asentamientos urbanos configuraban un perfil social distinto al de la época del incanato, las catedrales, los conventos, los teatros, alojaron la actividad de los músicos. El estrecho contacto que las catedrales de Lima y Cusco mantenían con las de Toledo y Sevilla, hizo posible que en el virreinato peruano fueran queridas y apreciadas las excelsas obras de la polifonía de Cristóbal de Morales, Francisco Guerrero, Tomás Luis de Victoria o Rodrigo de Ceballos y que géneros del tipo de villancicos o chanzonetas, romances, canciones a voz sola o polifónicas, tonadas o tonos a lo humano y a lo divino, sainetes, cantadas (versión española de la cantata napolitana), y aun óperas y zarzuelas barrocas fueran profusamente interpretadas a lo largo de los siglos XVI, XVII, y XVIII.

En las dos últimas centurias florecieron en el Perú algunos compositores cuya obra es cada vez más apreciada por la finura y perfección con que ha sido realizada. Nombres como los de Cristóbal de Belsayaga, Juan de Araujo, Tomás de Torrejón y Velasco, Roque Ceruti, José de Orejón y Aparicio, fray Esteban Ponce de León o Melchor Tapia se han vuelto ya insustituibles cuando se hace un recuento de la producción musical de América Latina. Y algunos de los códices que contienen música se han constituido en documentos esenciales para el estudio del origen de nuestras manifestaciones sonoras, como es el caso del de Gregorio de Zuola y el del obispo Martínez de Compañón.

La presente antología comprende música de Lima, Cusco y Trujillo que fue cantada entre 1600 y 1799, tanto en las catedrales como en lugares de entretenimiento de las dos primeras o cultivada en diversos poblados de la tercera. En el largo itinerario de casi doscientos años, una variedad de géneros nos muestra un sugerente panorama que coloca al Perú entre los países con mayor tradición musical de todo el continente.
(extraído do encarte)

Antología del Barroco Musical Peruano
Manuel Correa (Lisboa, 1600 – Zaragoza, 1653)
01. – Canción Profana – Dime Pedro por tu vida
Anónimo
02. Códice de Gregorio de Zuola (siglo XVII) – Canción Profana – Romance de Marizapalos
Manuel Correa (Lisboa, 1600 – Zaragoza, 1653)
03. Códice de Gregorio de Zuola (siglo XVII) – Canción Profana – Por qué tan firme os adoro
Anónimo
04. Villancico a 4 a Santa Clara – Queditito, quedo
05. Tono del francés a 5 – Un monsieur y un estudiante
José de Torres (Madrid, 1665 – 1738)
06. Cantada a solo – Por el ténaro monte
Tomás de Torrejón y Velasco (España 1664 – Perú 1728)
07. Cuatro al Santísimo Sacramento – Cuatro plumajes airosos
Baltasar Jaime Martínez Compañón (España), 1737 – 1797)
Cinco cachuas del Códice Martínez Compañón
08. Cachua a voz y bajo al nacimiento – Dennos licencia
09. Cachua – La despedida de Guamachuco
10. Cachua serranita nombrada – El buicho nuevo
11. Cachuita de la montaña llamádase – El buen querer
12. Cachua a dúo y a cuatro – Niño il mijor
Jose de Orejon y Aparicio (Huacho, Perú, 1706 – Lima, 1765)
13. Dúo a Nuestra Señora de Copacabana – Ah, del día, ah, de la fiesta!
Manuel Correa (Lisboa, 1600 – Zaragoza, 1653)
14. Quatro a la Asunción – De plumas la capilla
Roque Ceruti (Milán, ca. 1685 – Lima, 1760)
15. Dúo para el 8 de diciembre – Viva Aurora bella
Fabián García Pacheco (Escalonilla, Toledo, 1725 – Madrid 1808)
16. Cuatro al Santísimo – Céfiros alegres

Antología del Barroco Musical Peruano – Siglos XVII – XVIII – 1998
Capilla Virreinal de la Nueva España
Maestro Aurélio Tello

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Mais outro CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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Avicenna

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pygmalion & Les Fêtes de Polymnie

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pygmalion & Les Fêtes de Polymnie

Pigmaleão, na mitologia grega, foi um rei da ilha de Chipre que, segundo Ovídio, poeta romano contemporâneo de Augusto, também era escultor e se apaixonou por uma estátua que esculpira ao tentar reproduzir a mulher ideal. Ele havia decidido viver em celibato na ilha por não concordar com a atitude libertina das mulheres dali, conhecidas como cortesãs. O mito de Pigmaleão, como outros, traduz um elemento do comportamento humano: a capacidade de determinar seus próprios rumos, concretizando planos e previsões particulares ou coletivas. A lenda de Pigmalião tem atraído vários artistas. O nome da estátua, depois que ela vira mulher, Galathea, não é encontrado nos textos antigos, mas aparece em representações artísticas modernas do mito. Uma versão moderna da lenda é a peça de George Bernard Shaw, Pigmalião, ou My Fair Lady, em que, em vez de uma estátua transformada em mulher, temos uma mulher do povo transformada em mulher da alta sociedade. A peça é também um musical e um filme.

O “ato de balé” de Rameau, Pygmalion, foi o primeiro trabalho do compositor a ter essa designação. O termo denota uma ópera de um ato com os números individuais de solo, duetos e coros, intercalados com episódios de dança que, geralmente, são mais representativos do que o traçado pela trama… A “ópera” foi apresentada 30 vezes em 1748 e foi revivida com aclamação arrebatadora três anos depois.

O conjunto de Christophe Rousset dispensa comentários. É um especialista neste repertório.

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pygmalion & Les Fêtes de Polymnie

01. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52: Ouverture
02. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 1: Air «Fatal Amour, cruel vainqueur» (Pygmalion)
03. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 2: Récit «Pygmalion, est-il possible» (Pygmalion, Céphis)
04. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Récit «Que d’appas ! Que d’attraits !» (Pygmalion, la Statue)
05. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Récit «D’où naissent ces accords ?»
06. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Récit «Quel prodige ? Quel dieu ?»
07. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Air «De mes maux à jamais»
08. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Récit «Du pouvoir de l’Amour» (L’Amour, Pygmalion & la Statue)
09. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: «Jeux et ris qui suivez mes traces» ariette vive et gracieuse
10. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Les différents caractères de la danse
11. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Sarabande pour la Statue
12. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Récit «Le peuple en ces lieux s’avance»
13. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: “Air gay pour l’entrée du peuple qui vient admirer la Statue” (Pygmalion, la Statue & chœurs)
14. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Gavottes
15. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: «L’Amour triomphe» (ariette)
16. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Pantomime niaise et un peu lente
17. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Pantomime très vive
18. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: «Règne, Amour» (ariette)
19. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Air gracieux
20. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Contredanse

21. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: I. Ouverture
22. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: II. Air grave et fier
23. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: III. Mouvement de Chaconne
24. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: IV. Air grave et majestueux
25. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: V. Premier et second Menuets
26. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: VI. Premier et second Passepieds
27. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: VII. Entrée des Peuples
28. Les Fêtes De Polymnie, Suite D’Orchestre, Rct 39: VIII. Gigue
29. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: IX. Air vif
30. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: X. Air fort gai

PERSONNEL
Les Talens Lyriques
Christophe Rousset, conductor

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Pygmalion by Jean-Baptiste Regnault, 1786, Musée National du Château et des Trianons
Pygmalion by Jean-Baptiste Regnault, 1786, Musée National du Château et des Trianons

PQP

Olivier Messiaen (1908-1992): Obras para órgão, CD 3 de 6

– Você disse uma vez que a música de certos autores modernos é cinza, associada a um tipo de sentimento pessimista, uma espécie de monotonia, talvez.

O.Messiaen: Bem, bem, pode ser verdade que a escola serial escreveu apenas sobre assuntos mórbidos e obras quase sempre passadas à noite. Não é por acaso que Erwartung de Schoenberg se passa à noite e é um assunto horrível, uma mulher que vê o cadáver de seu amante…

– E podemos adicionar Wozzeck e…

O.M.: Muitas outras que são obras-primas, sem dúvida, mas são obras-primas sombrias.

No pós-guerra, Messiaen entra em seu período mais vanguardista, em que cria novos caminhos para as técnicas seriais de Schoenberg, inspirando alunos como Boulez, Stockhausen e Almeida Prado. Ao mesmo tempo, Messiaen não se prende a um único estilo, tendo dito na época: “Nunca me servi voluntariamente de um procedimento de composição. Aplico modos e ritmos de forma instintiva, sem compreender mesmo que possa ser de outro jeito. E por que banir isso ou aquilo? E se eu tiver vontade de usar o modo maior, de misturá-lo ou opô-lo aos ‘meus’ modos? E se eu tiver vontade de imitar cantos de pássaros ou ragas hindus? E se eu tiver vontade de usar em um momento a técnica ‘serial’ por ter necessidade dela neste momento?”

Desta forma, no Livre d’orgue, Messiaen usa procedimentos seriais nos movimentos 1, 5 e 6, mas talvez seja o canto de pássaros que impeça a música serial de Messiaen de ser sombria e pessimista como a da 2ª Escola de Viena.

O canto dos pássaros, para Messiaen, representa a liberdade total do ponto de vista rítmico, a autoconfiança da improvisação e um valor espiritual: os pássaros, para ele, são os mensageiros do divino. “Sempre gostei dos cantos de pássaros. Quando comecei a anotá-los devia ter 17 ou 18 anos, os transcrevia muito mal. Depois tive lições em campo com ornitólogos de renome.”

O último movimento, “64 durações”, faz a síntese completa entre serialismo e pássaros. Aqui não se trata de uma série de doze notas como as de Schoenbeg, mas de uma série de 64 durações, indo da fusa (que dura 1/32 de uma semibreve) até duas semibreves (ou seja, 64 vezes a duração inicial). Ou, na palavras do compositor, “64 durações cromáticas, de uma a 64 fusas, tratadas como um cânone retrógrado. Tudo isso populado com cantos de pássaros.”

Sempre interessado no ritmo e no Tempo, Messiaen diz ainda: “Nós percebemos durações muito longas com dificuldade. Por exemplo, uma duração de 63 notas e uma outra de 64 notas: ambas são muito longas e a diferença é quase imperceptível.”

A Missa de Pentecostes é o resultado de vinte anos de improvisações ao órgão e também mostra a liberdade de Messiaen: aqui, ao contrário do Livre d’orgue, trata-se de música religiosa, com cada movimento associado a um estágio da missa católica, mas isso não impede Messiaen de misturar ritmos hindus, canto gregoriano, cantos de pássaros e outros sons da natureza, incluindo vento e gotas d’água.

Messe de la Pentecôte
1. Les langues de feu (Entrée)
2. Les choses visibles et invisibles (Offertoire)
3. Le don de la sagesse (Consécration)
4. Les oiseaux et les sources (Communion)
5. Le vent de l’esprit (Sortie)

Livre d’orgue
6. Reprises par interversion
7. Pièce en trio (pour le Dimanche de la Sainte Trinité)
8. Les Mains de l’abîme (pour le Temps de Pénitence)
9. Chants d’oiseaux (pour le Temps Pascal)
10. Pièce en trio (pour le Dimanche de la Sainte Trinité)
11. Les Yeux dans les Roues (pour le Dimanche de la Pentecôte)
12. Soixante-quatre durées

Recorded in 1980/81
Grandes Orgues de la Cathédrale Saint Pierre, Beauvais, France

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Pierre-Laurent Aimard (dir.) sobre o legado de Messiaen (esq.): "sua música... muita luz, cores e esperança em um século muito sombrio"
Pierre-Laurent Aimard (dir.) sobre o legado de Messiaen (esq.): “sua música… muita luz, cores e esperança em um século muito sombrio”

 

Pleyel

Modinhas Cariocas na corte de D. João VI (Acervo PQPBach)

u8mztAs modinhas cariocas na corte de        D. João VI

Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, em 1808, ficou surpreso ao ouvir a música sacra de José Maurício Nunes Garcia, tendo afirmado, segundo Taunay, que se espantava com a existência de “um músico desses em uma simples dependência de Portugal…”. Quanto a um outro gênero de música vocal, cantado nos salões e nas ruas, provavelmente o príncipe regente não deve ter se surpreendido: a modinha, que dominava no Brasil, já era cultivada também em Portugal. Esta canção de apelo sentimental, presença constante nas sociedades da colônia e da metrópole desde a segunda metade do século XVIII, desempenhava um considerável papel socializante, servindo para aproximar escravos e senhores.

Um outro gênero popular de canção no final do século XVIII, o lundu – originalmente uma dança africana – era igualmente apreciado nos salões cariocas e lisboetas. Os dois tipos de canção, que pertencem àquele campo de delicada definição – algo entre o popular e o erudito – são fundamentais para a música brasileira. A força da modinha fez com que continuasse a ser cultivada até nossos dias, tanto pelos chamados eruditos, como Camargo Guarnieri, Villa-Lobos e Cláudio Santoro, como também pelos melhores compositores da música popular brasileira, como Tom Jobim, Dorlval Caymmi e Chico Buarque.

Três dos mais destacados compositores cariocas de modinhas das primeiras décadas do século XIX estão presentes em nosso CD: Candido Ignacio da Silva, Gabriel Fernandes da Trindade e Joaquim Manoel da Camera. Ainda que fossem conhecidos e apreciados durante suas vidas, e que suas composições tenham sobrevivido, seja por edições impressas ou manuscritos preservados em bibliotecas, sabe-se muito pouco acerca de suas biografias.
(Marcelo Fagerlande, extraído do encarte)

Cândido Ignácio da Silva (1800-1838)
01. Lá no Largo da Sé (Lundu brasileiro)
Gabriel Fernandes da Trindade (c.1790-1854)
02. Batendo a linda plumagem
Joaquim Manoel Gago da Camera (Séc. XVIII)
03. Se queres saber a causa (poesia inspirada em Domingos Caldas Barbosa)
04. Estas lágrimas
05. Ouvi montes
06. Desde o dia em que eu nasci (poesia inspirada em Domingos Caldas Barbosa)
07. Vem cá minha companheira (poesia inspirada em Domingos Borges de Barros)
08. Nestes bosques

Anônimo
09. Si te adoro
Gabriel Fernandes da Trindade (c.1790-1854)
10. Graças aos ceos (Lundum)
11. Quando não posso avisar te

Joaquim Manoel Gago da Camera (Séc. XVIII)
12. Triste cousa
13. Foi o momento de ver-te

Cândido Ignácio da Silva (1800-1838)
14. Hum só tormento d’amor
Gabriel Fernandes da Trindade (c.1790-1854)
15. Erva mimoza do campo (poesia inspirada em Joaquim Antonio Magalhães)
16. Adorei hum’alma impura

Cândido Ignácio da Silva (1800-1838)
17. A hora que te não vejo (poesia inspirada em Magalhaens)
Joaquim Manoel Gago da Camera (Séc. XVIII)
18. Roxa saudade
Cândido Ignácio da Silva (1800-1838)
19. Quando as glórias que gosei
20. Busco a campina serena

Joaquim Manoel Gago da Camera (Séc. XVIII)
21. Porque me dises chorando

Modinhas Cariocas – 2007
Marcelo Fagerlande, direção e cravo construído por William Takahashi, São Paulo, SP, 1997; cópia de um original de Ioannes de Perticis, Itália, séc. XVII; um teclado, dois registros de 8′ e um registro de alaúde; temperamento desigual; diapasão: lá 3 = 438 Hz.
Luciana Costa e Silva, meio-soprano
Marcelo Coutinho, barítono
Paulo da Mata, flauta transversal, construída por Rudolf Tutz, Innsbruck, Áustria, 2004; cópia de um original de Wilhelm Liebel, Desdren, ca. 1830; instrumento de madeira (buxo), com dez chaves.
Marcus Ferrer, viola de arame construída por Barros, Volta Redonda, RJ, 2004; afinação Cebolão.
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Boa audição.

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Avicenna

Alma Latina: Música Sul Americana do Século XVIII: barroco (mesmo!) do Brasil e do Peru (Acervo PQPBach)

1568r5fDia desses eu, Ranulfus, levei um vinil ao Avicenna e falei: “Olha aqui a mais antiga obra composta no Brasil já encontrada – e de resto a única propriamente barroca. Pois o Álvares Pinto que vamos postar daqui a uns dias ainda soa barroco em muitos pontos, mas ouvindo bem já não é mais, não. Aliás, preciso ser honesto, nem a peça deste disco é 100% barroca: o recitativo sim, mas a ária já se mozarteia um tanto…”

Aí o Avicenna questionou: “Mas não se fala tanto de barroco brasileiro?” E eu: “Rótulo puxado indevidamente de outras artes. Fora isto, é tudo clássico. No mínimo ‘galante’, ‘rococó’, ‘pré-clássico’; barroco não”. “Tá, mas então você pode explicar no blog, por que isto é barroco, aquilo não?” E aí eu: ‘Ih, rapaz… não me peça isso! De ouvido é tão claro, mas em palavras…”

Então tive uma idéia pra quem se interessa por essa transição tão misteriosa: pegar várias peças de mesmo gênero (p.ex., só vocal, só sacro, só instrumental solo, só concertos com orquestra), sendo algumas do barroco maduro (Vivaldi, Händel, Bach), outras de Haydn e de Mozart-quanto-mais-jovem-melhor, e ouvir, ouvir, ouvir. Depois pegar ainda Gluck e Carl Phillip Emmanuel Bach, nascidos no mesmo ano. Deste, sugiro especialmente a magnífica ‘Ressurreição e Ascensão’ (Auferstehung und Himmelfahrt) postada aqui pelo PQP: aí vocês vão poder ouvir um Bach Filho johansebastianando aqui e se mozarteando ali (antes do próprio!) – E daí? Aguarde o próximo post da série!

Mas passemos à peça descoberta nos anos 50 por Régis Duprat: um Recitativo-e-Ária composto em Salvador, com a rara particularidade de ser cantado em português.

Música dos primeiros tempos da colonização? Hehehe… Do descobrimento até essa peça se passaram 259 anos; dela até nós, só 241. A essa altura Salvador era uma capital colonial com séculos (vocês ouvirão: “esta cabeça do Orbe Americano…”), para onde o Marquês de Pombal enviou o desembargador José Mascarenhas Pacheco Pereira Coelho de Mello, ou José Mascarenhas (ufa!), para coordenar a perseguição e expulsão dos jesuítas do Brasil. Só que o Mascarenhas parece ter se enrolado com essa e outras questões, pois dali a pouco passaria 20 anos preso… Mas quando chegou a Salvador o poder ainda estava com ele – e portanto também os puxa-sacos.

E assim, “quis a mísera fortuna” (citando de novo) que a nossa obra preservada mais antiga fossem 16 minutos da mais deslavada puxação de saco a um administrador público de reputação duvidosa, a ser apresentada com soprano, violinos e contínuo numa festinha privada que comemorava seu restabelecimento de uma doença.

O compositor? Nosso disco diz “anônimo baiano”. Mais recentemente algumas fontes têm atribuído a peça ao Padre Caetano de Melo Jesus, autor de uma das mais importantes obras teóricas em Música já produzidas em português, nascido e residente em Salvador na época… mas o manuscrito não diz nada, não. Teria sido, já, um cuidado de não comprometer o nome com causas de futuro incerto?…

De Salvador o programa nos leva ao Peru – e mais uma vez os hermanos hispânicos ganham de nós em barroquismo (mesmo se na vida prática talvez seja o reverso): outro Recitativo e Ária, também em língua profana, porém não mundano: na melhor tradição da mística espanhola, o texto compara a alma a uma borboleta (mariposa) em seu esforço de se aproximar do Sol Divino. Desta vez de autor conhecido, Orejón y Aparicio, para mim é uma absoluta jóia – mas não quero influenciar o ouvir de ninguém…

E aí o programa volta ao Brasil assumindo-se clássico de vez, com uma das primeiras gravações, se não a primeira, do hoje consagrado Lobo de Mesquita: um brevíssimo porém belo Ofertório de Nossa Senhora – belo até para mim, tão mais fã do barroco que do clássico!

Sobre a qualidade técnica musical desta e de outra realização da Laudatória: no século XX o gosto brasileiro se distanciou tanto da antiga tradição do bel-canto, que por um bom tempo ficou impossível encontrar solistas suficientemente preparados para obras como estas. Hoje são um pouco menos raros, mas a dificuldade ainda existe. Creio que foi bem ousado, do Olivier Toni, gravar um programa que é 90% solo de soprano com as condições que tinha – mas também que a importância de fazer um primeiro registro audível destas obras mais que justifica a ousadia. E eu não digo que a solista é ruim: em muitos aspectos faz um belo trabalho. Mas, pelo menos na época, realmente não tinha o amadurecimento técnico necessário para enfrentar todas as exigências das obras. Então não espere embarcar na voz da soprano e relaxar: é outra a coisa que você foi convidado a apreciar aqui!

Há poucos anos o grupo Armonico Tributo, de Campinas também gravou a ‘Laudatória’ (se outros também gravaram, não sei). Encontra-se no CD duplo ‘América Portuguesa’, uma seleção notável da produção brasileira mais antiga (disponível em alguns outros blogs), e a solista (Elizabeth Ratzerdorf) se mostra mais que preparada para a tarefa. Mas infelizmente isso não significa que tenhamos aí uma realização satisfatória da obra, devido a um equívoco estilistico bastante comum hoje em dia: acreditar que todo barroco tem que ser acelerado e saltitante, e acabou. E onde fica o caráter próprio de cada peça? Será que não dá pra entender o caráter imposto a uma obra quando a primeira palavra do texto, enunciada com todo destaque, é “herói”? Não faz diferença que o herói fosse de mentira: a música não é!

Anônimo, Bahia, 1759 [Padre Caetano de Melo Jesus?]
(descoberta e revisão de Regis Duprat)
1. Laudatória para Canto, Violinos e Baixo-Contínuo: Recitativo e Ária

José de Orejón y Aparicio (Huacho, 1706-Lima,1765)
(descoberta e revisão de Andrés Sas)
2. Mariposa – Cantata Para Soprano, Violinos e Baixo-Contínuo: Recitativo e Ária

José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
(descoberta e revisão de F. Curt Lange)
3. Ofertório de Nossa Senhora

Orquestra de Câmara de São Paulo – 1965
Olivier Toni, regente – Marília Siegl, soprano solista (faixa 1 e 2)
Grupo Coral do Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, Walter Lourenção, diretor (faixa 3)
* Todas as obras aparecem aqui em primeira gravação mundial *

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Textos e comentários do encarte disponíveis em PDF AQUI

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Boa audição!

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Texto: Ranulfus
Lay-out, digitalização e mouse conductor: Avicenna

S. Prokofiev (1891-1953): Violin Concerto Nº 2, Op. 63 / Sonata for 2 violins, Op. 56 / Sonata for violin and piano, Op. 80 Nº 1

S. Prokofiev (1891-1953): Violin Concerto Nº 2, Op. 63 / Sonata for 2 violins, Op. 56 / Sonata for violin and piano, Op. 80 Nº 1

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um grande disco de 2012. Janine Jansen, aos 34 anos, estava (ainda está) tocando demais, com musicalidade, senso de estilo, clareza e limpeza absolutas. O que ela faz é puro Prokofiev, não há dúvida. O CD começa pelo Concerto mais fácil do mestre e termina pela Sonata para Piano mais difícil. Uma boa escolha. Prokofiev escrevia algo difícil — que era a expressão de sua voz autêntica –, as autoridades soviéticas caíam de pau e em resposta ele escrevia algo mais acessível. E também bonito. Escolhendo uma obra de cada um dos lados, a holandesa Jansen faz um disco maravilhoso.

(Minha mulher, que é uma violinista russa que toca numa sinfônica brasileira, diz que o Concerto Nº 2 tem uma poesia tipicamente soviética, altamente popular e sem complexidades. Ela adora ambos os concertos de Prokofiev, o pessoal e o “do partido”, por assim dizer).

S. Prokofiev (1891-1953): Violin Concerto Nº 2, Op. 63 / Sonata for 2 violins, Op. 56 / Sonata for violin and piano, Op. 80 Nº 1

01. Violin Concerto No.2 in G minor, op.63 – I. Allegro moderato
02. Violin Concerto No.2 in G minor, op.63 – II. Andante assai
03. Violin Concerto No.2 in G minor, op.63 – III. Allegro, ben marcato

04. Sonata for 2 violins in C major, op.56 – I. Andante cantabile
05. Sonata for 2 violins in C major, op.56 – II. Allegro
06. Sonata for 2 violins in C major, op.56 – III. Commodo (quasi allegretto)
07. Sonata for 2 violins in C major, op.56 – IV. Allegro con brio

08. Sonata for violin and piano in F minor, op.80 no.1 – I. Andante assai
09. Sonata for violin and piano in F minor, op.80 no.1 – II. Allegro brusco
10. Sonata for violin and piano in F minor, op.80 no.1 – III. Andante
11. Sonata for violin and piano in F minor, op.80 no.1 – IV. Allegrissimo

Janine Jansen, Violino
Boris Brovtsyn, violino
Itamar Golan, piano
London Philharmonic Orchestra
Vladimir Jurowski, regente

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É um erro pensar que nós, do PQP, somos machistas. Nós somos civilizadamente tarados.
É um erro pensar que nós, do PQP, somos machistas. Nós somos civilizadamente tarados.

PQP

Cancões brasileiras recolhidas por Spix & Martius: Anna Maria Kieffer (canto) & Gisela Nogueira (viola de arame) & Edelton Gloeden (guitarra) – Acervo PQPBach

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Cancões brasileiras recolhidas por Spix & Martius entre 1817 e 1820, e outras melodias da época

Anna Maria Kieffer (canto)
Gisela Nogueira (viola de arame)
Edelton Gloeden (guitarra).

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Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
01. Beijo a mão que me condena
Cancões populares brasileiras recolhidas por Spix & Martius em S. Paulo, 1817
02. Acaso são estes
03. Perdi o rafeiro
04. Qual Será o feliz dia
05. Escuta formosa Márcia
Cancões populares brasileiras recolhidas por Spix & Martius em Minas Gerais 1818
06. No regaço da ventura
Cancões populares brasileiras recolhidas por Spix & Martius na Bahia, 1818
07. Uma mulata bonita
08. Vais-te Josino e me deixas
09. Prazer igual ao que sinto
Melodias indígenas recolhidas por Spix & Martius, 1818-1820
10. Dança dos Muras
11. Dança dos Purís
12. Dança dos Miranhas
13. Dança do Peixe
Danças populares brasileiras recolhidas por Spix & Martius, 1819
14. Lundu
Anônimo
15. Marília meu doce bem
Cândido Ignácio da Silva (Rio de Janeiro, 1800-1838)
16. Lá no Largo da Sé
Mussurunga (Salvador, 1807-1856)
17. Saudades fugi de mim
Dr. José Maurício Nunes Garcia (Rio de Janeiro, 1808-1884)
18. Fora o regresso
Francisco Manuel da Silva ( Rio de Janeiro, 1795-1865)
19. A marrequinha

Viagem pelo Brasil – 1990
Anna Maria Kieffer (canto) & Gisela Nogueira (viola de arame) & Edelton Gloeden (guitarra)

E mais outro CD gentilmente cedido pelo musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
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Boa audição.

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Avicenna

Alma Latina: Cuban Baroque Music of the 18th Century: Esteban Salas

Captura de Tela 2017-12-30 às 16.18.23Alma Latina: música das Américas sob o domínio europeu

Esteban Salas
Le Grandes Heures du Baroque Cubain

En 1995, les Éditions Jade exhumaient un trésor musical : les œuvres du compositeur cubain Esteban Salas. Trois CD furent réalisés à Cuba avec le Chœur Exaudi de Cuba, en première mondiale. Tous furent récompensés par les Quatre Clefs de Télérama.
« Le Chœur Exaudi nous offre avec un naturel inouï une musique qui lui ressemble, au goût de rhum et de canne à sucre, luxuriante, naïve et mystérieuse. » (Télérama)
« Une émotion tendrement physique. » (Diapason)
« La belle couleur vocale du Chœur souligne de façon sensuelle les incroyables trouvailles du compositeur. » (Le Monde de la Musique)

Cuban Baroque Music of the 187h Century
Esteban Salas (Cuba, 1725-1803)
01. Un musiquito nuevo
02. Pues logra ya
03. Una nave mercantil
04. Cándido corderito
05. Si al ver en el Oriente
06. Qué niño tan bello
07. Los bronces se enternezcan
08. Toquen presto a fuego

Cuban Baroque Music of the 187h Century – 1996
Chœur Exaudi de Cuba. Maestrina María Felicia Pérez

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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Avicenna

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Trios – Beaux Arts Trio

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LINK CORRIGIDO !

Não, os senhores não morreram e foram para o céu e agora aguardam sua vez ouvindo uma música absolutamente maravilhosa e divinamente interpretada: é ‘apenas’ o Beaux Arts Trio tocando os trios de Mozart. Só isso. Tenho quase certeza de que esta será a música que ouviremos na sala de espera, antes entrarmos pelos portões do Paraíso.

Eu mesmo trouxe esta coleção há muito tempo atrás. É de se ouvir de joelhos, agradecendo aos céus por nos permitir ter acesso a ela. O Beaux Arts Trio foi o principal conjunto de câmara neste formato do século XX, e o mais longevo, estiveram em atividade.por mais de cinquenta anos. E nós brasileiros tivemos o orgulho e privilégio de termos um músico destas terras tupiniquins tocando com eles, o violoncelista Antonio Meneses.

Mas estas gravações que ora vos trago foram realizadas lá pela década de 60, com a formação clássica do grupo, tendo Menahem Pressler ao piano (que aos noventa e poucos anos de idade ainda se apresenta pelos principais festivais da Europa), isidore Cohen como violinista e Bernard Greenhouse no violoncelo.

P.S. Sim, eu tenho o privilégio de ter esta caixa que comemora os sessenta anos de fundação do grupo.

Então, aqui está a música que é tocada no Paraíso:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Trios – Beaux Arts Trio

CD 1
01. PIANO TRIO in E major, K542 I. Allegro
02. II.  Andante grazioso
03. III. Allegro
04. PIANO TRIO in B-flat major, K502 I. Allegro
05. II.  Larghetto
06. III. Allegretto
07. PIANO TRIO in G major, K564 I. Allegro
08. II.  Andante. Thema mit Variationen
09. III. Allegretto
10. PIANO TRIO in C major, K548 I. Allegro
11. II.  Andante cantabile
12. III. Allegro

CD 2
01. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major I. Allegro assai
02. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major II. Andante
03. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major III. Allegretto (Tempo di men
04. Piano Tri K496 in G major I. Allegro
05. Piano Tri K496 in G major II. Andante
06. Piano Tri K496 in G major III. Allegretto (Thema mit Variationen)

CD 3

01. Piano Trio B-dur KV 502 – 1. Allegro
02. Piano Trio B-dur KV 502 – 2. Larghetto
03. Piano Trio B-dur KV 502 – 3. Allegretto
04. Piano Trio E-dur KV 542 – 1. Allegro
05. Piano Trio E-dur KV 542 – 2. Andante grazioso
06. Piano Trio E-dur KV 542 – 3. Allegro

CD 4
01. Piano Trio C-dur KV 548 – 1. Allegro
02. Piano Trio C-dur KV 548 – 2. Andante cantabile
03. Piano Trio C-dur KV 548 – 3. Allegro
04. Piano Trio G-dur KV 564 – 1. Allegro
05. Piano Trio G-dur KV 564 – 2. Andante (Thema mit Variationen)
06. Piano Trio G-dur KV 564 – 3. Allegretto
07. [Piano Trio d-moll KV 442] – 1. Allegro
08. [Piano Trio d-moll KV 442] – 2. Tempo di minuetto
09. [Piano Trio d-moll KV 442] – 3. Allegro

Beaux Arts Trio

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Beaux Arts Trio em ação. O melhor e mais longevo conjunto de câmara do século XX
Beaux Arts Trio em ação. O melhor e mais longevo conjunto de câmara do século XX

Alma Latina: Barroco en Misiones y Catedrales de Bolivia

2lnbko4Missa Brevis de la Catedral de La Plata (Sucre)
Letanía al Sagrado Corazón de Jesús de las Misiones de Moxos

Coro Ars Viva de la Universidad Mayor de San Simón & Camerata Concertante

Com instrumentos de época. On period instruments

Era julio de 1997 cuando el maestro Giovanni Silva, fundador y director del coro universitario de San Simón “Ars-Viva”, me pidió que lo supliera en sus funciones durante dos años en los cuales estaría ausente. Acepté con agrado, más aún al comprobar que se trataba de un simpático grupo en el cual reinaba lo amisitad, el afecto, y sobre todo un ávido deseo de superación, cualidades que acompañadas de disciplina y dedicación le había permitido alcanzar, ya para entonces, prestigio y renombre en lodo el país.

Poco tiempo después “Ars-Viva” rompe fronteras realizando el estreno mundial – paro nuestra época – de la Letanía al Sagrado Corazón de Jesús y la Missa Brevis, en el 8º Festival de Música Antigua y Barroca, en Juiz de Fora – Brasil. Ambas obras fueron perfeccionados con algunos cambios que permitieron alcanzar aún más el carácter interpretativo de la época en que fueron escritas y nuevamente presentados en el 2º Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos” en Santa Cruz, con la Camerata Concertante (1998), ocasión en que recibimos orientación del musicólogo Dr. Piotr Nawrot, con mejoras aún más significativas. Ambas obras están presentes en este disco.

Como todo grupo artístico éste tiene su propia historia y también sus rasgos particulares, “Ars-Viva” nació en junio de 1993 como parte del programa de Extensión Cultural de la Universidad Mayor de San Simón. Desde su inicio y hasta la fecha se caracteriza por su gran versatilidad. Interpreta madrigales, motetes renacentistas, piezas corales del barroco, asi como jazz y también música folklórica latinoamericana o nacional. De este modo es posible investigar primero, y luego transmitir la música coral de distintos períodos de la cultura universal.

Mientras se realizaba la investigación sobre la música antigua y barroca, simultáneamente se preparaba y ejecutaba obras como el “Gloria’ de Francis Poulenc, en concierto aniversario, o la Cantata Escénica ‘Carmina Burana’ de Carl Orff en el 2º Festival Internacional COFES, así coma la presentación con el grupo “Ars Antigua” de México. El estreno del disco “Barroco en Misiones y Catedrales de Bolivia” se constituye en un gran logro paro “Ars-Viva” cuya proyección sigue rumbo hacia la realización de sus más caros anhelos, basados en el trabajo, la dedicación, la madurez y el talento de sus integrantes.

El trabajo investigativo en el campo de la música es muy amplio y se complementa en todas sus formas de expresión. Simultáneamente a la investigación realizada para la interpretación de las obras Letanía al Sagrado Corazón de ]esús y Missa Brevis, se organizó un grupo de jóvenes instrumentistas dispuestos o complementar dicho estudio, que a su vez vió la necesidad de crear una camerata que pudiese dedicar su arte a la interpretación de la música seria y de manera especial, a la ejecución auténtica de la música antigua y barroca, poco difundida en nuestro medio. Es así que en 1998 nace la Comerás Concertante.

Los componentes tocan instrumentos de la época tales como: Viola da gamba, una familia completa de flautas de pico, clavecín, entre otras, con la perspectiva de ampliar la gama.

En su corta existencia logró renombre con su participación en el 2º festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos” junto a “Ars-Viva” y en la actuación realizada con el grupo mexicano “Ars Antiqua”.

A partir de enero de 1999 la Camerata Concertante, subvencionada por la Fundación Arnoldo Schwimmer, se convierte formalmente en orquesta estable.

Tiene como meta principal seguir la investigación constante en este campo, y dar a conocer el tipo de música con el cual trabaja mediante presentaciones en plazas, barrios, parques, escuelas, zonas periurbanas, pueblas y sales de música en Bolivia, a fin de llegar al público más diverso.

En este disco, “Ars-Viva” y Camerata Concertante unen sus artes y se complementan brindando un disco que expresa el resultado de un largo proceso de trabajo, muy gratificante por los resultados obtenidos.

(Maestro Augústo Guzmán Alvarado, extraído do encarte).

Letanía al Sagrado Corazón de Jesús de las Misiones de Moxos
Anónimo. Archivo Musical de Moxos y Chiquitos
01. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: Kyrie Eleison
02. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 01. Cor Iesu in Eucharistia
03. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 02. Cor Iesu Incomprehensible
04. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 03. Cor Iesu Fidelium
05. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 04. Cor Iesu Animarum
06. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 05. Cor Iesu liiber, vita
07. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 06. Cor Iesu Afflictissimus
08. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 07. Cor Iesu Beatissima
09. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 08. Cor Iesu Schola Sanctitatis
10. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 09. Cor Iesu Salus
11. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 10. Cor Iesu Pignus
12. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 11. Cor Iesu Cultorum
13. Letaniae Sacratissimi Cordis Jesu: 12. Cor Iesu Delicia
Missa Brevis de la Catedral de La Plata (Sucre)
Anónimo. Archivo Nacional de Bolivia, Música 409
14. Missa Brevis: 01. Kyrie 1. Kyrie
15. Missa Brevis: 02. Kyrie 2. Christie
16. Missa Brevis: 03. Gloria in excelsis Deo 1. Et in terra pax
17. Missa Brevis: 04. Gloria in excelsis Deo 2. Laudamus te
18. Missa Brevis: 05. Gloria in excelsis Deo 3. Gratias
19. Missa Brevis: 06. Gloria in excelsis Deo 4. Domine
20. Missa Brevis: 07. Gloria in excelsis Deo 5. Domine Deus …. Adnus Dei
21. Missa Brevis: 08. Gloria in excelsis Deo 6. Quoniam
22. Missa Brevis: 09. Gloria in excelsis Deo 7. Iesu Christie
23. Missa Brevis: 10. Gloria in excelsis Deo 8. Cum Sancto Spiritu
24. Missa Brevis: 11. Credo 1. Patrem
25. Missa Brevis: 12. Credo 2. Et ex Patre
26. Missa Brevis: 13. Credo 3. Qui propter (Descendit)
27. Missa Brevis: 14. Credo 4. Et incarnatus
28. Missa Brevis: 15. Credo 5. Crucifixus
29. Missa Brevis: 16. Credo 6. Et resurrexit
30. Missa Brevis: 17. Credo 7. Et ascendit
31. Missa Brevis: 18. Credo 8. Qui cum Patre
32. Missa Brevis: 19. Credo 9. Et expecto
33. Missa Brevis: 20. Credo 10. Et vitam
34. Missa Brevis: 21. Sanctus

Barroco en Misiones y Catedrales de Bolivia – 1999
Coro Ars Viva de la Universidad Mayor de San Simón & Camerata Concertante.
Maestro Augusto Guzmán

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CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

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Avicenna

Hostílio Soares: Missa São João Batista e As Sete Palavras (Acervo PQPBach)

sor1b5Hostílio Soares
(Visconde do Rio Branco, MG, 1898-1988)

Missa São João Batista e As Sete Palavras

Hostílio Soares nasceu em Visconde do Rio Branco, Minas Gerais (1898-1988). Ao que tudo indica, os seus estudos iniciais de composição foram autodidatas. Suas primeiras obras foram baseadas em conhecimentos parcos que ele aprimorou com a sua ida para o Rio de Janeiro (1924), capital nacional, principal centro cultural de então e foco dos principais músicos da época. A influência mais direta sobre ele foi a do seu único professor de composição, Francisco Braga. Desta forma, as obras de Hostílio, como as do seu professor, são essencialmente tonais com a harmonia cromática do alto romantismo. Neste período, compõe peças de envergadura, pensando em aparatos orquestrais amplos, como em sua ópera A Vida e na Sinfonia Annie Besant. É notável a fluência de escrita do compositor, pois as peças são enormes e foram escritas num intervalo relativamente curto de tempo, ou seja, entre 1926 e 1928.

Em determinado momento se deixa engajar no movimento nacionalista pós-1922, compondo na forma que rezava a cartilha de Mário de Andrade, ou seja, peças com estrutura e forma clássicas, utilizando elementos nacionalistas, principalmente melódicos e rítmicos, Nesse sentido, o que se pode observar de diferente no seu processo de escrita é um maior cuidado na elaboração rítmica e na busca por elementos melódicos notadamente brasileiros. Exemplos desta fase são: a Suíte Brasileira e a Sinfonia para Cordas Krishnamurti. A partir dessa fase, pode-se observar o seu cuidado em elaborar temas próximos de uma linguagem mais popular, como se pode notar na Grande Missa São João Batista, onde perfeitamente se percebe, no tema principal, influências dos temas de dobrados de banda.

Entre 1928 e1932, retorna a Visconde do Rio Branco, onde escreve principalmente peças de caráter sacro, destinadas ao Coro Santa Cecília, da Igreja Matriz de São João Batista, fundado e dirigido por ele. São peças funcionais curtas, com várias formações vocais, todas com texto em latim, conforme a maneira de celebração litúrgica da época. As duas principais peças desta época são a Missa São João Batista e a Missa de Sábado Santo.

No período seguinte, a partir de 1932, o compositor muda-se para Belo Horizonte, onde será, por 35 anos, professor de contraponto e fuga no Conservatório Mineiro de Música, atual Escola de Música da UFMG. Sua atuação, além do magistério e da composição, se estende à regência, onde, à frente de orquestras da época, executa obras suas, além de outros compositores. Em termos de linguagem composicional sua evolução acontece com aprimoramento, e conseqüente complicação, da linguagem contrapontística. São desta época: a ópera Príncipes Românticos (1942) e As Sete Palavras de Christus Cruxificatum (1945). Sua conquista mais significante desta época foi o primeiro prêmio no concurso de suítes brasileiras inspiradas no folclore nacional, com a Suite Brasileira para coro misto e banda, instituído pelo Departamento de Cultura de São Paulo, onde o presidente dos jurados era ninguém menos do que Mário de Andrade. Somente na década de 1960 é que Hostilio novamente estaria envolvido em concursos, vencendo várias edições do Concurso para Compositores residentes em Minas Gerais.

Aposenta-se compulsoriamente em 1968, aos 70 anos de idade, a partir de quando se dedica intensamente ao movimento teosofista, ao mesmo tempo em que preocupa-se em revisar suas obras, principalmente as de sua juventude. Faleceu em 1988, em sua cidade natal.

(Maestro Arnon Sávio Reis Oliveira, in O catalogo de obras de Hostilio Soares, Per Musi, Belo Horizonte, v.5.16, 2002. p. 167-168)

Hostílio Soares: Missa São João Batista e As Sete Palavras
Hostílio Soares (Visconde do Rio Branco, MG, 1898-1988)
As Sete Palavras de Christus Cruxificatum
01. 1. Pater dimite illis, non enim sciunt quid faciunt/Pai, perdoai-lhe porque não sabem o que fazem
02. 2. Hodie mecum eris in Paradiso/Hoje estarás comigo no Paraiso
03. 3. Mulier, ecce Filius tuus/Mulher, eis aqui o teu filho
04. 4. Deus meus, ut quid dereliquisti me?/Meu Deus, porque me abandonastes?
05. 5. Sitio/Tenho sede
06. 6. Consumatum est/Tudo está consumado
07. 7. Pater, in manus tuas comendo Spiritus Meus/Pai, em tuas mãos recomendo meu espírito
Missa de São João Batista
08. 1. Kyrie
09. 2. Gloria
10. 3. Credo
11. 4. Et incarnatus
12. 5. Et Ressurexit
13. 6. Et Vitam Venturi
14. 7. Gradual
15. 8. Sanctus et Benedictus
16. 9. Agnus Dei

Hostílio Soares: Missa São João Batista e As Sete Palavras – 2003
Coro Madrigale & Orquestra Clássica de Minas Gerais
Regência: Arnon Sávio Reis Oliveira

Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

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Avicenna

W. A. Mozart (1756-1791): Violin Concertos 1 & 3, Sinfonia Concertante

W. A. Mozart (1756-1791): Violin Concertos 1 & 3, Sinfonia Concertante

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Eu desprezo o Concerto Nº 1 para Violino e Orquestra de Mozart. Já o Nº 3 é impossível desprezar, é grande música. No início de 2017, assisti este Concerto com Alina Ibragimova, Bernard Haitink e a Chamber Orchestra of Europe no Concertgebow de Amsterdam. Foi um dos mais belos momentos de minha vida. E a Sinfonia Concertante? Olha, já me visitou até em sonhos. É uma das obras que mais conheço a amo. Tudo nela é perfeito. É daquelas coisas que se melhorar piora. Mas, vamos ao CD. Após sua estreia com Concertos de Mendelssohn e Schumann, o violinista francês Renaud Capuçon escolheu gravar o primeiro e terceiro concertos de Mozart, bem como a imponente Sinfonia Concertante, esta com o excelente violinista Antoine Tamestit. Todos os três trabalhos apresentam a Orquestra de Câmara Escocesa conduzida por Louis Langrée. A leitura deles oferece novas perspectivas dessas obras familiares, particularmente durante o movimento lento e dolorido da Sinfonia Concertante. Não dê bola para o mau gosto da capa.

W. A. Mozart (1756-1791): Violin Concertos 1 & 3, Sinfonia Concertante

1. Violin Concerto No. 1. Allego moderato (6:46)
2. Violin Concerto No. 1 Adagio (8:05)
3. Violin Concerto No. 1 Presto (5:25)

4. Violin Concerto No. 3 Allegro (8:27)
5. Violin Concerto No. 3 Adagio (8:02)
6. Violin Concerto No. 3 Rondeau Allegro (6:05)

6. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra, Allegro ()
7. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra, Andante (10:43)
8. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra, Presto (6:12)

Renaud Capuçon, violino
Antoine Tamestit, viola
Scottish Chamber Orchestra
Louis Langree

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PQP

Frederic Chopin (1810-1849) – Concerto for Piano & Orchestra nº 2 in F Minor, Robert Schumann (1810-1856) – Concerto for Piano and Orchestra in A Minor, op. 54 – Istomin, Ormandy, Walter, Philadelphia Orchestra, Columbia Symphony Orchestra

CD08-1Eu conhecia Eugene Istomin apenas por algumas referências em alguns sites, e claro, por suas gravações com Isaac Stern e Leonard Rose. Nasceu em Nova York em 1925, filho de pais russos, e foi uma criança prodígio.
Neste CD ele toca dois pilares do romantismo, o Concerto nº 2 de Chopin e o belíssimo Concerto em Lá Menor de Schumann, talvez o melhor o momento do Cd. Os regentes escolhidos são dois ícones da regência do século XX, Eugene Ormandy e Bruno Walter.
Eis um belíssimo CD para se começar o ano de 2018. Bela música, romantismo no ar, excelentes músicos, enfim, melhor ainda se estiver ao lado da família e daqueles que amamos.
Feliz 2018 !!!

01. Chopin Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 – I. Maestoso
02. Chopin Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 – II. Larghetto
03. Chopin Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 – III. Allegro vivace

Eugene Istomin – Piano
Philadelphia Orchestra
Eugene Ormandy

04. Schumann Piano Concerto in A minor, Op.54 – I. Allegro affettuoso
05. Schumann Piano Concerto in A minor, Op.54 – II. Intermezzo. Andantino grazioso
06. Schumann Piano Concerto in A minor, Op.54 – III. Allegro vivace

Eugene Istomin
Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor

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Alma Latina: Música Sacra Venezolana – Orfeón Lamas & Orquesta Sinfônica

sm67mv Alma Latina: Música Sacra Venezolana
Desde la Colonia hasta el siglo XIX

¡ IM-PER-DI-BLE !

Los Autores
José Ángel Lamas fue posiblemente el más importante compositor colonial venezolano. Nacido en 1775, desde muy joven ingresó al servicio de la tribuna de la catedral de Caracas, primero como tiple y luego como bajonista. Allí permaneció hasta su muerte, ocurrida en 1814. Su vida fue sencilla y siempre transcurrió al margen de los sucesos políticos y militares de su época. En cambio, su actividad creativa fue intensa y muy productiva. La obra musical de Lamas, más que la de ninguno de sus contemporáneos, es ante todo mística, sencilla y fluida, logrando expresar musicalmente el contenido de los textos sin romper con el equilibrio de la forma. El profundo contenido religioso de sus obras refleja sin duda la mística espiritualidad de este creador.

Cayetano Carreño fue una de las figuras más relevantes de la larga estirpe musical de los Carreño, que se extendió desde las primeras décadas del siglo XVIII hasta principios del siglo XX. Nació en 1774, ingresando como teniente de organista de la catedral en 1789, cuando su padre fue nombrado maestro de capilla. En 1792 ganó la plaza de maestro de la cátedra de canto llano de la Universidad de Caracas. En 1796, a los 22 años, fue nombrado maestro de capilla de la catedral, cargo que ocupó basta su muerte ocurrida en 1836. Además de su actividad en torno a la música religiosa, Cayetano Carreño también se destacó como profesor de piano, ejecutante y director de diversas orquestas, así como compositor de un gran número de obras de diversos géneros.

Juan Francisco Meserón fue el más joven de los compositores de la “Escuela de Chacao”. Meserón vivió entre 1779 y 1842, desarrollando su actividad artística en Caracas y en Petare. Se destacó como compositor, flautista, director de orquesta, profesor y maestro de capilla, además de haber sido el autor del primer libro de música editado en el país. Juan Francisco Meserón es autor de una importante producción musical que incluye numerosas obras religiosas, diversas canciones patrióticas, así como varias oberturas orquestales y sinfonías, que son las más antiguas obras de este género que se conservan de compositores venezolanos.

Henrique León fue un importante músico y compositor de la población de Guatire que vivió entre 1854 y 1895. Realizó sus estudios musicales en Caracas bajo la guía de José Ángel Montero y Federico Villena. Luego regresó a su pueblo para desempeñarse como maestro de capilla de la iglesia parroquial de Guatire, a la par de ocuparse de la enseñanza musical, la música popular y el teatro. Henrique León fue profesor de Régulo Rico, quién a su vez inició musicalmente a Vicente Emilio Sojo. La actividad artística de Henrique León no se limitó a la música religiosa, aunque en este género se encuentran sus obras de mayor envergadura. Dentro del renglón popular, Henrique León se dedicó en forma especial a la canción romántica serenatera y al teatro.

Sobre o “Popule meus”:

Na função litúrgica em si existe um elemento específico da Sexta-feira Santa, os Improperia. Seu texto se baseia no terceiro versículo do sexto capítulo do livro de Miqueias:
Povo meu, que te fiz, ou em que te contristei? Responde-me.

Sucessivamente os versos se alternam com o canto do Trisagion, em sua única aparição na Liturgia do Rito Romano. Abundantemente utilizado em outros ritos, o Trisagion deve seu nome à tripla invocação do Senhor:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós.

Popule meus, quid feci tibi?
Responde mihi.
Aut in quo contristavi te?
Responde mihi.
 
Quia eduxite de terra Aegypti:
parasti crucem Salvatori tuo.
Popule meus, responde mihi.

Agios, o Theos.
Sanctus Deus.
Agios ischyros.
Sanctus fortis.
Agios athanatos, eleison imas.
Sanctus et immortalis, miserere nobis.

Palhinha: ouça 1. Popule Meus **, reconhecido pela crítica mundial como um dos mais contundentes Popule Meus.

Música Sacra Venezolana
José Ángel Lamas (Venezuela, 1775-1814)
1. Popule Meus **
2. Benedicta et Venerabilis **
Cayetano Carreño (Venezuela, 1774-1836)
3. Pésame a la Virgen *
Juan Francisco Meserón (Venezuela, 1779-1842)
4. Canción al Sacramento **
Cayetano Carreño (Venezuela, 1774-1836)
5. In Monte Oliveti *
Henrique León (Venezuela, 1854-1895)
6. O vos omnes *

Música Sacra Venezolana – 2004
Orfeón Lamas & Orquesta Sinfónica de Venezuela. Maestro Vicente Emilio Sojo
*  Gravado no Teatro Municipal de Caracas em 01.04.1955
** Gravado no Teatro Municipal de Caracas em 08.04.1960

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Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

caravela-clara

 

 

 

 

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Avicenna

Domingos Ferreira (1709-1771): Um violeiro português em Vila Rica (Acervo PQPBach)

Email recebido do Prof. Paulo Castagna:

Envio e agradeço divulgação do texto anexo e abaixo referido, sobre o “violeiro”, ou luthier português Domingos Ferreira (1709-1771), que produziu uma grande quantidade de violas em Vila Rica (atual Ouro Preto – MG), onde viveu de c.1730 até sua morte em 1771.

Resumo. A presença da viola de mão ou, simplesmente, viola, foi amplamente documentada nos ambientes jesuíticos brasileiros desde meados do século XVI, relacionada à catequese indígena. Apesar de suas transformações ao longo dos séculos, os instrumentos reconhecidos pelo nome viola difundiram-se bastante a partir do início do século XIX, principalmente devido à sua função no acompanhamento de modinhas e lundus.

No século XVIII, entretanto, após o declínio da atividade jesuítica e antes da fase das modinhas, os relatos sobre a prática das violas no Brasil são menos freqüentes e as informações sobre sua origem são bem mais raras. Os trabalhos de Anna Maria Kieffer, Gisela Pupo Nogueira e Rogério Budasz, que representam o ponto de partida para esta comunicação, atestam o fato de que, até o presente, não eram conhecidas informações substanciais sobre a prática e, principalmente, sobre a construção de violas no Brasil durante o século XVIII.

Visando levantar algumas questões sobre o assunto, este texto aborda o caso de Domingos Ferreira (1709-1771), um português natural da freguesia de Santa Maria de Aveleda, Arcebispado de Braga, que passou boa parte de sua vida em Vila Rica (Minas Gerais), onde “vivia de seu ofício de violeiro”, ou seja, construindo violas, até seu falecimento. A leitura de seu testamento e de seu inventário comprova que Domingos Ferreira produzia uma grande quantidade de violas e outros cordofones dedilhados, dando-nos uma idéia de que estes circulavam em meados do século XVIII, no Brasil, em uma proporção bem maior do que aquela até agora imaginada. A partir dos trabalhos já publicados sobre o assunto e de outros documentos manuscritos, tentar-se-á estabelecer uma relação entre a produção desses instrumentos e o tipo de uso e de repertório praticado em Minas Gerais no século XVIII.

CASTAGNA, Paulo; SOUZA, Maria José Ferro de; PEREIRA, Maria Teresa Gonçalves. Domingos Ferreira: um violeiro português em Vila Rica. In: LUCAS, Maria Elisabeth; NERY, Ruy Vieira. As músicas luso-brasileiras no final do antigo regime: repertórios, práticas e representações; colóquio internacional, Lisboa, 7 a 9 de junho de 2008. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda e Fundação Calouste-Gulbenkian, 2012. p.667-704. ISBN: 978-972-27-2026-7.

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Arquivo em PDF, 33 páginas, 0,9 MB

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Avicenna

Antonio Vivaldi (1678-1741): Nuova Stagione Concerti

Antonio Vivaldi (1678-1741): Nuova Stagione Concerti

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um CD excelente! Os desconhecidos de Amandine Beyer dão mais um show. E a magrona francesa parece cada vez mais apaixonada pela Itália, fazendo discos de Vivaldi e Corelli que a mostram mais italiana do que muitos que realmente o são. Para quem não sabe, houve uma Accademia degli Incogniti. Esta “Academia dos Desconhecidos” era uma sociedade de intelectuais livres, principalmente nobres, que influenciaram significativamente a vida cultural e política da Veneza do meio do século XVII. A sociedade foi fundada em 1630 e incluiu historiadores, poetas e libertários. De acordo com a historiadora Ellen Rosand, a academia, como sugere seu nome, geralmente operava nos bastidores. Os membros costumavam escrever em uma língua secreta e frequentemente publicavam seus trabalhos anonimamente. A Accademia degli Incogniti foi particularmente ativa na promoção do teatro musical em Veneza a partir da década de 1630, fundando seu próprio teatro, o Novissimo. Nos seus libretos de dramas musicais, os intelectuais iconoclastas da academia usavam um tom que era, frequentemente, chocante, franco e amoral. Então, não pensem que o nome da orquestra de Beyer é somente uma brincadeirinha.

Antonio Vivaldi (1678-1741) – Nuova Stagione Concerti

01 – Concerto for Violin and Organ in C Major, RV 808; I. Allegro
02 – II. Largo
03 – III. Allegro

04 – Concerto for Cello in A Minor, RV 420; I. Andante
05 – II. Adagio
06 – III. Allegro

07 – Concerto for Traverso in E Minor, RV 431; I. Allegro
08 – II. Andante
09 – III. Allegro

10 – Concerto for Violin in C Major, RV 194; I. Allegro ma poco
11 – II. Largo
12 – III. Allegro

13 – Concerto for Traverso in A Minor, RV 440; I. Allegro non molto
14 – II. Larghetto
15 – III. Allegro

16 – Concerto for Cello in D Major, RV 403; I. Allegro
17 – II. Andante e spiritoso
18 – III. Allegro

19 – Concerto for Violin in D Minor, RV 235; I. Allegro non molto
20 – II. Adagio
21 – III. Allegro

22 – Concerto for Violin and Organ in G Minor, After RV 517; I. Allegro
23 – II. Andante
24 – III. Allegro

Gli Incogniti
Amandine Beyer

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Amandibe Beyer divertindo-se com seu grupo Gli Incogniti
Amandibe Beyer divertindo-se com seu grupo Gli Incogniti

PQP