Ludwig van Beethoven (1770-1827): Variações, Bagatelas, Peças para Piano

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Variações, Bagatelas, Peças para Piano

Normalmente negligenciadas pelos pianistas, esta coletânea de peças de Beethoven passa ao largo das sonatas. São Variações, Minuetos, Bagatelas e outras obras de menor porte que são quase desconhecidas do grande público, mas que revelam, se não o gênio de Beethoven, uma enorme elegância. O pianista, maestro e compositor russo Mikhail Pletnev dá-lhes tratamento de luxo. O melhor do deste CD duplo são as Bagatelas.

Bagatelas são composições breves. O termo significa o mesmo que em português: coisas descartadas ou sem importância. Só que aqui as coisas sem importância ganham outro significado: a de peças não sujeitas a um plano formal estabelecido.

O CD é bastante bom e agradável. Pletnev é efetivamente um mestre.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Variações, Bagatelas, Peças para Piano

9 Variations on a March by Dressler WoO 63
1) Thema. Maestoso – Var. I – IX [7:22]
Rondo in C major WoO 48
2 Allegretto [2:09]
Rondo in A major WoO 49
3) Allegretto [2:42]
6 Variations on a Swiss Song in F major WoO 64
4) Thema. Andante con moto – Var. I – VI [2:57]
24 Variations on Righini’s Arietta “Venni amore” WoO 65
5) Thema. Allegretto [0:47]
6) Var. I [0:43]
7) Var. II [0:43]
8) Var. III [0:37]
9) Var. IV [0:42]
10) Var. V [0:38]
11) Var. VI [0:38]
12) Var. VII [0:41]
13) Var. VIII [0:56]
14) Var. IX [0:44]
15) Var. X [0:41]
16) Var. XI [0:47]
17) Var. XII [1:05]
18) Var. XIII [0:41]
19) Var. XIV. Allegretto – Adagio [1:29]
20) Var. XV [0:34]
21) Var. XVI [0:41]
22) Var. XVII [0:53]
23) Var. XVIII [0:49]
24) Var. XIX [0:38]
25) Var. XX. Scherzando [0:41]
26) Var. XXI [0:45]
27) Var. XXII [0:41]
28) Var. XXIII. Adagio sostenuto [3:46]
29) Var. XXIV. Allegro – Allegro stringendo – Presto assai [2:12]
12 Variationen über das menuett a la vigano aus “Le Nozze Disturbate” von J. Haibel, WoO68
30) Thema. Allegretto – Var.I-XI – Var.XII.Allegro-Adagio [11:25]
6 Piano Variations in G, WoO 70 on “Nel cor più non mi sento”
31) Thema. (Andantino) – Var. I – VI [4:13]
6 Minuets WoO 10
32) No. 1 in C major [1:52]
33) No. 2 in G major [2:07]
34) No. 3 in E flat major [2:00]
35) No. 4 in B flat major [1:59]
36) No. 5 in D major [2:04]
37) No. 6 in C major [1:51]
Rondo in C, Op.51, No.1
38) Moderato e grazioso [5:11]
Rondo in G, Op.51, No.2
39) Andante cantabile e grazioso [7:43]

CD 2:
7 Bagatelles, Op.33
1) 1. Andante grazioso, quasi Allegretto [3:27]
2) 2. Scherzo (Allegro) [3:16]
3) 3. Allegretto [2:11]
4) 4. Andante [3:19]
5) 5. Allegro, ma non troppo [2:48]
6) 6. Allegretto quasi Andante [3:36]
7) 7. Presto [2:08]
6 Piano Variations in F, Op.34
8) Thema (Adagio) [1:38]
9) Variation I [1:25]
10) Variation II (Allegro ma non troppo) [1:05]
11) Variation III (Allegretto) [1:00]
12) Variation IV (Tempo di menuetto) [1:06]
13) Variation V: Marcia (Allegretto) [2:48]
14) Variation VI – Coda (Allegretto) [3:52]
Andante favori in F, WoO 57
15) Andante grazioso con moto [10:39]
Polonaise in C, Op.89
16) Alla polacca, vivace [5:50]
11 Bagatelles, Op.119
17) 1. Allegretto [3:02]
18) 2. Andante con moto [0:57]
19) 3. à l’Allemande [1:46]
20) 4. Andante cantabile [1:42]
21) 5. Risoluto [1:06]
22) 6. Andante – Allegretto leggiermente [2:02]
23) 7. Allegro ma non troppo [1:14]
24) 8. Moderato cantabile [2:06]
25) 9. Vivace moderato [0:45]
26) 10. Allegramente [0:18]
27) 11. Andante, ma non troppo [2:04]
Bagatelle in C minor WoO 52
28) Presto [3:56]
Bagatelle in C major WoO 56
29) Allegretto [1:44]

Mikhail Pletnev, piano

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Mikhail Pletnev dando uma canja no Concertgebouw de Amsterdam
Mikhail Pletnev dando uma canja, regendo a si mesmo

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J.S. Bach (1685-1750): Sonatas & Partitas para Violino Solo (von der Goltz)

J.S. Bach (1685-1750): Sonatas & Partitas para Violino Solo (von der Goltz)

GoltzIM-PER-DÍVEL !!!

Na minha opinião, a Freiburger Barockorchester é melhor orquestra de câmara atualmente em atividade. E seu Konzertmeister é Gottfried von der Goltz. Ele se divide entre ser maestro e violinista principal — nem sempre atua como spalla — da orquestra. E agora nos chega com a obra máxima do repertório para violino solo: as Sonatas e Partitas, de Johann Sebastian Bach. Quando vi a capa do CD, me entusiasmei imediatamente. E agora, após duas audições completas, minha felicidade não se arrefeceu. A interpretação é poderosa. Assim como Beyer, Podger (Artista do Ano de 2018 da revista Gramophone) e Holloway, trata-se de um violinista especialista em repertório barroco. Cada passagem parece ter sido amadurecida por muito tempo, servindo à música. Vai para o topo, juntamente com os violinistas citados e mais Busch. É uma nova e esplêndida versão inédita deste monumento musical, cheio de humanidade e vida.

J.S. Bach (1685-1750): Sonatas & Partitas para Violino Solo

1. Violin Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: I. Adagio
2. Violin Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: II. Fuga. Allegro
3. Violin Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: III. Siciliana
4. Violin Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: IV. Presto

5. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: I. Allemanda
6. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: II. Double
7. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: III. Corrente
8. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: IV. Double. Presto
9. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: V. Sarabande
10. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: VI. Double
11. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: VII. Tempo di Borea
12. Violin Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: VIII. Double

13. Violin Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: I. Grave
14. Violin Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: II. Fuga
15. Violin Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: III. Andante
16. Violin Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: IV. Allegro

17. Violin Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: I. Allemanda
18. Violin Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: II. Corrente
19. Violin Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: III. Sarabanda
20. Violin Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: IV. Giga
21. Violin Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: V. Ciaccona

22. Violin Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: I. Adagio
23. Violin Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: II. Fuga
24. Violin Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: III. Largo
25. Violin Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: IV. Allegro assai

26. Violin Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: I. Preludio
27. Violin Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: II. Loure
28. Violin Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: III. Gavotte en rondeau
29. Violin Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: IV. Menuets I & II
30. Violin Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: V. Bourée
31. Violin Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: VI. Gigue

Gottfried von der Goltz, violino

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O violinista e maestro Gottfried von der Goltz
O violinista e maestro Gottfried von der Goltz

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Giacomo Carissimi (1605-1674): Jonah / The Judgement of Solomon / Jephthah (McCreesh)

Giacomo Carissimi (1605-1674): Jonah / The Judgement of Solomon / Jephthah (McCreesh)

512ZB+E2U3LIM-PER-DÍ-VEL !!!

Um verdadeiro tesouro. São três oratórios bastante raros de Carissimi. A estrutura é semelhante à das óperas de Cavalli, com o recitativo ornamentado fluindo livremente contra partes concertantes de solistas e coro. Jonas é o mais longo e mais elaborado, dura vinte minutos, com o coro duplo criando a grande tempestade. Afinal, não é fácil estar na barriga da baleia, já dizia ZÉ RODRIX. Jephte é mais alegre e Judicium Salomonis fica entre os dois, no disco e em espírito. Roubado de um ótimo comentário que está abaixo: “Carissimi, e Jephte em particular, são citados no Doutor fausto, de Thomas Mann. Quando Adrian Leverkhun viaja à Itália, fica estudando essas partituras e se espanta com a liberdade com que tratam o texto bíblico. “

Giacomo Carissimi (1605-1674): Jonah / The Judgement of Solomon / Jephthah (McCreesh)

1. Jephte, oratorio for 6 voices & continuo
2. Judicium Salomonis, oratorio for 4 voices, 2 violins & continuo (formerly attrib. to S. Capricornus)
3. Jonas, oratorio for soloists, 5 voices, 2 violins & continuo

Gabrieli Consort & Players
Paul McCreesh

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Nossa, que belo tipo de homem !!!!
Nossa, que belo tipo de homem !!!!

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Vivaldi, Leo, J. S. Bach, Locatelli, Fasch e Handel: Concerti Virtuosi

Vivaldi, Leo, J. S. Bach, Locatelli, Fasch e Handel: Concerti Virtuosi

717pUeRpI6L._SY355_Um bom CD da canadense Tafelmusik. É a típica coletânea barroca que a quase todos agrada. Apenas me parece que aqui temos uma obra bem superior às outras: o concerto grosso de Handel. Tal fato não condena os outros autores e obras, é apenas uma constatação curiosa. Quando entra o Handel, a sala se ilumina mais. Boa música para um domingo de tempo horroroso em Porto Alegre.

Vivaldi, Leo, J. S. Bach, Locatelli, Fasch e Handel: Concerti Virtuosi

Vivaldi – Concerto for 2 oboes in la minore RV.536

1. Concerto in A Minor for 2 oboes & strings, RV 536 : I. Allegro
2. Concerto in A Minor for 2 oboes & strings, RV 536 : II. Largo
3. Concerto in A Minor for 2 oboes & strings, RV 536 : III. Allegro

Leo – Concerto for violoncello in re minore
4. Concerto in D Minor for violoncello : I. Andante grazioso
5. Concerto in D Minor for violoncello : II. Col spirito
6. Concerto in D Minor for violoncello : III. Amoroso
7. Concerto in D Minor for violoncello : IV. Allegro

J.S.Bach – Concerto for oboe d’amore in G Major, after BWV100,170,30
8. Concerto for oboe d’amore in G Major, after BWV 100, 170 & 30 : I. Allegro
9. Concerto for oboe d’amore in G Major, after BWV 100, 170 & 30 : II. Adagio
10. Concerto for oboe d’amore in G Major, after BWV 100, 170 & 30 : III. Allegro

Locatelli – Concerto grosso in D Major, op.1, no.5
11. Concerto grosso in D Major Op.1 No.5 : I. Largo
12. Concerto grosso in D Major Op.1 No.5 : II. Allegro
13. Concerto grosso in D Major Op.1 No.5 : III. Largo
14. Concerto grosso in D Major Op.1 No.5 : IV. Allegro

Fasch – Concerto in C Minor for bassoon, 2 oboes & strings
15. Concerto in C Minor for bassoon, 2 oboes & strings : I. Allegro
16. Concerto in C Minor for bassoon, 2 oboes & strings : II. Largo
17. Concerto in C Minor for bassoon, 2 oboes & strings : III. Allegro

Handel – Concerto grosso in A Minor, Op.6. no.4
18. Concerto grosso in A Minor, Op.6 No.4 : I. Larghetto affettuoso
19. Concerto grosso in A Minor, Op.6 No.4 : II. Allegro
20. Concerto grosso in A Minor, Op.6 No.4 : III. Largo e piano
21. Concerto grosso in A Minor, Op.6 No.4 : IV. Allegro

Vivaldi – Concerto in E Minor for 4 violins, op.3, no.4
22. Concerto in E Minor for 4 violins, Op.3 No.4 : I. Andante
23. Concerto in E Minor for 4 violins, Op.3 No.4 : II. Allegro assai
24. Concerto in E Minor for 4 violins, Op.3 No.4 : III. Adagio
25. Concerto in E Minor for 4 violins, Op.3 No.4 : IV. Allegro

Tafelmusik Baroque Orchestra
Jeanne Lamon

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Jeanne Lamon em dois tempos.
Jeanne Lamon em dois tempos.

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Johannes Brahms (1833-1897): O Concerto para Violino, Op. 77 — Três versões matadoras para os pequepianos com Mullova, Szeryng e Oistrakh

Johannes Brahms (1833-1897): O Concerto para Violino, Op. 77 — Três versões matadoras para os pequepianos com Mullova, Szeryng e Oistrakh

3 VEZES IM-PER-DÍVEL !!!

Bem, montei este especial aqui porque passei a sexta-feira ouvindo este concerto. Foi bom! A versão de Mullova — extraordinária, imbatível — é inédita no blog. A versão de Szeryng — extraordinária, imbatível — tinha sido postada pelo Carlinus, mas o link já não existe. O mesmo é o caso da versão de Oistrakh — extraordinária, imbatível — , a qual fora postada por FDP no falecido Megaupload.

Não sou doido de dizer qual é a melhor das versões desta absoluta obra-prima do repertório violinístico e orquestral. Amo todas e efetivamente pretendo ser fiel às três.  A única coisa que faz Mullova ser menos fabulosa é que ela está aí, vivinha, e os outros já se foram.

Ah, o CD de Oistrakh vem com um espetacular bônus: a Sonata Nº 3 para Violino e Piano. Ninguém vai reclamar, acho.

MI0000963547Johannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77

I. Allegro non troppo
II. Adagio
III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace – Poco più presto

Viktoria Mullova
Berlin Philharmonic Orchestra
Claudio Abbado

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brahms-violin-concerto-henryk-szeryng-lso-pierre-monteux-1-lp-rcaJohannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77

1. Violin Concerto in D, Op.77: Allegro non troppo [Cadenza: Joseph Joachim] – Henryk Szeryng, London Symphony Orchestra
2. Violin Concerto in D, Op.77: Adagio – Henryk Szeryng, London Symphony Orchestra
3. Violin Concerto in D, Op.77: Allegro giocoso, ma non troppo vivace –

Henryk Szeryng
London Symphony Orchestra
Pierre Monteux

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front22Johannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77

1. Concerto for Violin and Orchestra in D Op. 77 (2003 Digital Remaster): I. Allegro non troppo (cadenza: J. Joachim) 22:35
2. Concerto for Violin and Orchestra in D Op. 77 (2003 Digital Remaster): II. Adagio 9:38
3. Concerto for Violin and Orchestra in D Op. 77 (2003 Digital Remaster): III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace 8:40

4. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): I. Allegro 8:56
5. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): II. Adagio 5:49
6. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): III. Un poco presto e con sentimento 3:12
7. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): IV. Presto agitato 6:11

David Oistrakh
Vladimir Yampolsky, piano
Cleveland Orchestra
George Szell

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Quem seria, né?
Quem seria, né?

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.: interlúdio :. ConSertão – Elomar / Arthur Moreira Lima / Paulo Moura / Heraldo do Monte

.: interlúdio :. ConSertão – Elomar / Arthur Moreira Lima / Paulo Moura / Heraldo do Monte

elomar_consertaoVou contar uma coisa para vocês… Eu gostava muito deste disco nos anos 80. Porém, ao ouvi-lo novamente agora, fiquei muito decepcionado com a atuação de Arthur Moreira Lima e seu sotaque clássico em meio aos autênticos — e maravilhosos — Heraldo, Paulo Moura e Elomar. Acho que a grife de Arthur foi importante durante certa época para dar credibilidade a projetos de músicos que saíam fora dos padrões das gravadoras, mas hoje realmente não gosto da presença do moço. Há coisas maravilhosas neste LP duplo da Kuarup. Abaixo, copio descaradamente o texto de Mahatma Bode, do falecido blog Aristofonia (RIP):

Escrevo esse texto com o intuito de valorizar a música nordestina, a música do sertão, sim, SERTÃO, não essa virulenta (também no sentido da capacidade de reprodução) música supostamente chamada de sertaneja, que só para constar, nem do sertão é. Tenho certeza que uma das principais identidades da sonoridade brasileira é a nordestina, a qual recebeu muitas influências, das mais variadas origens, sem perder, certamente, suas raízes. A parte dessa cultura que vou lhes introduzir é muito amalgâmica, muito diferente em melodias e harmonias. Música essa que bebeu da cultura ibérica e árabe, vindas com a colonização portuguesa, extraindo elementos específicos de cada civilização, destacando principalmente o ritmo desenvolvido pelo povo oriental juntamente com suas escalas.

O grande expoente desse estilo musical é Elomar Figueira Mello, compositor, violeiro, violonista e cantor, nascido em Vitória da Conquista, Bahia no sangue, no ano de 1937. Esse baiano – que cresceu nas intimidades do sertão, habituado com a seca e com dificuldade da vida sertaneja – conseguiu transpassar, com suas canções de cordel, todo o sofrimento desse infausto povo, salientando a necessidade da religiosidade e da fé e, unindo ao seu violão, criou um diálogo entre o folclore musical medieval e nordestino. Expôs sua musicalidade em diversos discos, começando em 68, porém, há um que devemos não só escutar, como também parar, sentar, sentir-se confortável, para então, prestar atenção e ouvir.

Eis o “um”: ConSertão, de 1982. Neste álbum Elomar chega a seu ápice musical e, juntamente com Arthur Moreira Lima, Paulo Moura e Heraldo do Monte, cria uma obra tão única em suas características, que é muito difícil não simpatizar com ela. Deveras é um álbum muito peculiar, resultado da soma das composições do Elomar e das virtudes dos outros instrumentistas, entretanto, o grande feito do álbum é a liberdade optada pelos músicos na hora das gravações, visto que, segundo o próprio Arthur Moreira Lima, as músicas mostram a capacidade deles de arranjar, improvisar, bordar, enfeitar, tecer tramas e enredos musicais sobre temas pouco conhecidos, mas de valor musical incontestável. Ou seja, de maneira mais simples, uma jam session nordestina. Algo mais original? E não é uma simples jam session, nela estão presentes solos de piano e cravo, de Artur Moreira Lima; sax e flauta, Paulo Moura; violão e viola, Heraldo do Monte; não esquecendo da voz entristecida e surrada de Elomar.

Um álbum de música basicamente nordestina, com solos jazzísticos de sax e melodias barrocas no cravo, tem que ter seu verdadeiro valor reconhecido.

ConSertão – Elomar / Arthur Moreira Lima / Paulo Moura / Heraldo do Monte

1. Estrela maga dos ciganos/Noite de Santo Reis (Elomar)
2. Na estrada das areias de ouro (Elomar)
3. Campo branco (Elomar)
4. Incelença pra terra que o sol matou (Elomar)
5. Trabalhadores na destoca (Elomar)
6. Pau-de-arara (Luiz Gonzaga)
7. Festa no sertão (Villa-Lobos)
8. Valsa da dor (Villa-Lobos)
9. Leninia (Codó)
10. Valsa de esquina nº 12, em fá menor (Francisco Mignone)
11. Espinha de bacalhau (Severino Araújo)
12. Pedacinhos do céu (Waldir Azevedo)
13. Corban (Elomar)

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The Big Four
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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Quartetos de Cordas Completos + Quinteto de Cordas Op. 29

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Quartetos de Cordas Completos + Quinteto de Cordas Op. 29

455496IM-PER-DÍ-VEL !!!

Não lembro de um compositor que tenha escrito uma série de peças tão IMPORTANTES e BELAS do que Beethoven em seus Quartetos de Cordas. Mesmo o grupo de suas sinfonias e das Cantatas de Bach ficam abaixo em termos de repercussão no desenvolvimento musical. (Mas não pensem que, na minha opinião, Bach não seja o maior compositor de todos os tempos, DISPARADO). O quarteto de cordas parece ser a forma mais adequada às experimentações. É o melhor campo de provas e Beethoven neles plantou muitos frutos. Haydn, Mozart, Bartók, Shosta e a Segunda Escola de Viena também.

Este SUPER POST traz uma célebre gravação dos Quartetos de Cordas Completos de Beethoven: a do Quartetto di Cremona. Antes, eles tinha sido lançados em discos avulsos. Esta edição disponibiliza TODOS os Quartetos de Cordas do compositor, juntamente com o seu Quinteto de Cordas nº 29 — a única obra original de Beethoven para esta formação. É tudo da mais alta qualidade. Em seus 18 anos de existência o Quartetto di Cremona tem se firmado com um quarteto de cordas de primeira linha, tendo adquirido grande reconhecimento internacional. É muitas vezes considerado o sucessor do famoso Quartetto Italiano. Aliás, após os estudos acadêmicos, os membros do Cremona estudaram com Piero Farulli, do Quartetto Italiano. Ele influenciou uma abordagem EMOCIONAL, ROMÂNTICA e “italiana” da música. Depois, os músicos prosseguiram seus estudos com Hatto Beyerle, do Alban Berg Quartet, o que equilibrou a coisa, dando ao Cremona um estilo CLARO e mais CLÁSSICO, “alemão-austríaco”. Ambos os professores são muito referidos e elogiados pelo quarteto, que tratam de pesar naturalmente os pólos, misturando entusiasmo e senso de arquitetura musical.

Eu curti demais ouvir a integral. Ouvi duas vezes em cinco dias. Estou muito mais feliz e inteligente, até ganhei alguns centímetros a mais de sensibilidade.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Quartetos de Cordas Completos + Quinteto de Cordas Op. 29

DISC: 1

String Quartet No. 6 in B-Flat Major, Op. 18 23:16
1 I. Allegro con brio 05:54
2 II. Adagio ma non troppo 06:38
3 III. Scherzo: Allegro 03:10
4 IV. La Malinconia: Adagio – Allegretto quasi alleg 08:26

String Quartet No. 11 in F Minor, Op. 95 “Quartett 19:21
5 I. Allegro con brio 04:10
6 II. Allegretto ma non troppo – 06:37
7 III. Allegro assai vivace, ma serioso 04:32
8 IV. Larghetto espressivo – Allegretto agitato – Al 04:42

String Quartet No. 16 in F Major, Op. 135 25:00
9 I. Allegretto 06:28
10 II. Vivace 03:22
11 III. Lento assai, cantante e tranquillo 06:49
12 IV. Der schwer gefasste Entschluss: Grave, ma non 06:56

DISC: 2

String Quartet No. 8 in E Minor, Op. 59 No. 2 37:00
13 I. Allegro 09:54
14 II. Molto adagio 12:10
15 III. Allegretto 06:38
16 IV. Finale: Presto 05:41

String Quartet No. 12 in E-Flat Major, Op. 127 38:00
17 I. Maestoso – Allegro 06:33
18 II. Adagio, ma non troppo e molto cantabile – Anda 13:52
19 III. Scherzando vivace – Presto – Tempo I 08:01
20 IV. Finale 06:48

DISC: 3

String Quartet No. 4 in C Minor, Op. 18 No. 4 22:29
21 I. Allegro ma non tanto 08:39
22 II. Scherzo: Andante scherzoso quasi allegretto 07:01
23 III. Menuetto: Allegretto – Trio 03:37
24 IV. Allegro – Prestissimo 04:48

Große Fuge in B-Flat Major, Op. 133 16:00
25 Grosse Fuge in B-Flat Major, Op. 133 15:13

String Quartet No. 7 in F Major, Op. 59 No. 1 37:46
26 I. Allegro 10:05
27 II. Allegretto vivace e sempre scherzando 08:45
28 III. Adagio molto e mesto – 12:16
29 IV. Theme russe: Allegro 08:07

DISC: 4

String Quartet No. 1 in F Major, Op. 18 28:07
30 I. Allegro con brio 09:17
31 II. Adagio affettuoso ed appassionato 09:02
32 III. Scherzo: Allegro molto 03:25
33 IV. Allegro 07:04

String Quartet No. 14 in C-Sharp Minor, Op. 131 38:00
34 I. Adagio, ma non troppo e molto espressivo – 07:14
35 II. Allegro molto vivace – 03:12
36 III. Allegro moderato – Adagio – 45
37 IV. Andante, ma non troppo e molto cantabile 13:45
38 V. Presto – Molto poco adagio – 05:22
39 VI. Adagio quasi un poco andante – 01:44
40 VII. Allegro 06:53

DISC: 5

String Quintet in C Major, Op. 29 32:00
41 I. Allegro moderato 10:53
42 II. Adagio molto espressivo 10:49
43 III. Scherzo: Allegro 04:00
44 IV. Presto 09:24

String Quartet No. 15 in A Minor, Op. 132 47:00
45 I. Assai sostenuto – Allegro 09:56
46 II. Allegro ma non tanto 08:10
47 III. Heiliger Dankgesang eines Genesenden an die G 18:13
48 IV. Alla marcia, assai vivace – Più allegro – 02:11
49 V. Allegro appassionato 06:54

DISC: 6

String Quartet No. 5 in A Major, Op. 18 27:46
50 I. Allegro 06:36
51 II. Menuetto 04:37
52 III. Andante cantabile con variazioni 10:21
53 IV. Allegro 06:09

String Quartet No. 13 in B-Flat Major, Op. 130 40:00
54 I. Adagio ma non troppo – Allegro 09:56
55 II. Presto 02:02
56 III. Andante con moto, ma non troppo 06:51
57 IV. Alla danza tedesca: Allegro assai 03:11
58 V. Cavatina: Adagio molto espressivo – 06:40
59 VI. Finale: Allegro 10:15

DISC: 7

String Quartet No. 2 in G Major, Op. 18 No. 2 22:26
60 I. Allegro 08:18
61 II. Adagio cantabile 06:33
62 III. Scherzo: Allegro 04:32
63 IV. Allegro molto quasi presto 05:05

String Quartet No. 9 in C Major, Op. 59 No. 3 “Raz 28:31
64 I. Introduzione: Andante con moto – Allegro vivace 10:45
65 II. Andante con moto quasi allegretto 09:34
66 III. Menuetto: Grazioso – 05:23
67 IV. Allegro molto 05:46

DISC: 8

String Quartet No. 3 in D Major, Op. 18 22:22
68 I. Allegro 07:56
69 II. Andante con moto 08:23
70 III. Allegro 03:12
71 IV. Presto 06:10

String Quartet No. 10 in E-Flat Major, Op. 74 “Har 29:15
72 I. Poco adagio – Allegro 09:32
73 II. Adagio ma non troppo 09:14
74 III. Presto 05:10
75 IV. Allegretto con variazioni 06:45

Quartetto di Cremona + Lawrence Dutton (viola do Emerson String Quartet) no Quinteto

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Acho que não preciso dizer o que significa CREMONA em termos de instrumentos de cordas, né?
Acho que não preciso dizer o que significa CREMONA em termos de instrumentos de cordas, né?

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Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sinfonia Spirituosa — Concertos para Cordas

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sinfonia Spirituosa — Concertos para Cordas

frontIM-PER-DÍ-VEL !!!

Sinto imensa falta do Musica Antiqua Köln, que existiu entre os anos de 1973 e 2007. O grupo foi fundado por Reinhard Goebel e colegas do Conservatório de Música de Colônia. R. Goebel fora aluno do imenso Franzjosef Maier (1925-2014), líder do Collegium Aureum. Ou seja, é uma pessoa de excelente pedigree. Desde a dissolução do MAK, Goebel concentrou-se em reger orquestras maiores, tanto no repertório antigo quanto no moderno. OK, ele tem o direito de querer outra coisa, mas… Que espetacular CD este que posto agora! O repertório do disco é desigual, com obras belas e outras nem tanto, mas, céus, que orquestra! O que Telemann e a orquestra nas faixas de 1 a 3, 23 e 30… É demais, não tem explicação!

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sinfonia Spiritosa — Concertos para Cordas

»Sinfonia Spirituosa« In D Major, TWV 44:1 (For 2 Violins, Viola And Basso Continuo) (8:16)
1 1. Sinfonia Spirituosa 2:54
2 2. Largo 2:06
3 3. Vivace 3:16

Overture (Suite) In D Major, TWV 55:D6 (For Viola Da Gamba Concertata, Strings And Basso Continuo) (24:04)
4 1. Ouverture 8:29
5 2. La Trompette 1:44
6 3. Sarabande 5:40
7 4. Rondeau 1:15
8 5. Bourée 1:47
9 6. Courante 2:21
10 7. Gigue. Presto 2:48

Sonata (Concerto) In C Major, TWV 40:203 (For 4 Solo Violins) (7:24)
11 1. Grave 1:07
12 2. Allegro 3:04
13 3. Largo E Staccato 1:34
14 4. Allegro 1:39

Concerto In A Major, TWV 54:A1 (For 4 Violins, Strings And Basso Continuo) (6:32)
15 1. Affettuoso 1:21
16 2. Allegro 2:14
17 3. Adagio 0:34
18 4. Allegro 2:23

Concerto In G Major, TWV 40:201 (For 4 Solo Violins) (6:10)
19 1. Largo E Staccato 2:11
20 2. Allegro 1:31
21 3. Adagio 0:38
22 4. Vivace 1:50

Concerto In A Major (»Die Relinge«), TWV 51:A4 (For Violin Principale, 3 Violins, Viola And Basso Continuo) (10:54)
23 1. Allegro 5:58
24 2. Adagio 2:26
25 3. Menuet 2:30

Concerto In D Major, TWV 40:202 (For 4 Solo Violins) (5:49)
26 1. Adagio 0:30
27 2. Allegro 1:51
28 3. Grave 1:56
29 4. Allegro 1:32

Symphony In D Major, TWV Anh. 50:1 (For The Centenary Of The Hamburg Trade Deputation) (4:58)
30 1. Die Alte Welt. Altdeutsch – Ernsthaft – Munter 2:38
31 2. Die Mittlere Welt. Capellmäßig 1:05
32 3. Die Jüngere Welt. Lustig 1:15

Musica Antiqua Köln
Reinhard Goebel

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O grande Reinhard Goebel
O grande Reinhard Goebel

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Jean Sibelius (1865-1957): Finlândia / Valsa Triste / Tapiola / O Cisne de Tuonela (Karajan / Berliner)

Jean Sibelius (1865-1957): Finlândia / Valsa Triste / Tapiola / O Cisne de Tuonela (Karajan / Berliner)

R-1795278-1391105940-5300.jpegVelho e bom vinil que apresenta alguns dos principais poemas sinfônicos de Sibelius. Ele escreveu muitos. Este disco abre com a nacionalista — e boa — Finlândia. Depois vem O Cisne de Tuonela, que é uma peça bem legal, mas não chega aos pés da ultra famosa Valsa Triste e nem de sua maior obra no gênero, Tapiola. O Cisne de Tuonela e Tapiola são músicas glaciais baseadas em lendas finlandesas, bem no estilo do compositor. Uma coisa que sempre me encasqueta sobre Sibelius é o fato de ele ter parado de compor em 1926, ano de suas últimas e melhores composições — a Sinfonia Nº 7 e Tapiola. Daí em diante, ele ficou em silêncio, dedicando-se com devoção ao álcool e somente revendo partituras antigas. Durante alguns tempo, tentou compor uma Oitava Sinfonia, mas, para desespero dos maestros que a aguardavam, ela foi adiada, adiada, adiada… E adiada. Ou seja, passou 31 anos sem compor quase nada.

Jean Sibelius (1865-1957): Finlândia / Valse triste / Tapiola / O Cisne de Tuonela

1 Finlandia Op. 26: Andante Sostenuto – Allegro Moderato – Allegro 9:22
2 Der Schwan Von Tuonela Op. 22 Nr. 2: Andante Molto Sostenuto 7:51
3 Valse Triste Op. 44: Lento 5:59
4 Tapiola Op. 112: Largamente – Allegro moderato – Allegro – Allegro Moderato – Allegro – Allegro Moderato 20:13

Corne inglês em O Cisne de Tuonela: Gerhard Stempnik
Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan

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Acho que Sibelius recém tinha acordado ou praticado intercurso antes de tirar esta foto, sei lá
Acho que Sibelius recém tinha acordado ou praticado intercurso antes de tirar esta foto, sei lá

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Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Aberturas

Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Aberturas

FrontIM-PER-DÍ-VEL !!!

Johann Friedrich Fasch não é Bach, porém é injustamente desconhecido. E este CD é absolutamente monumental. Enquanto Bach construía a mais bela obra barroca — secular e sacra — , Fasch, mais moderno, já escolhia tijolos para a construção da ponte entre o barroco e o clássico, finalizada por meus irmãos e outros. Foi desconhecido em sua época, porém meu pai tinha muitas de suas obras copiadas. A interpretação do Il Fondamento de Paul Dombrecht deixa Trevor Pinnock e seu English Concert envergonhados por terem feito um trabalhinho bem porquinho no passado com o pobre Fasch. Há muuuuuita coisa inédita de Fasch, autor de enorme obra. Provavelmente, os próximos anos nos brindarão com várias gravações deste surpreendente compositor.

Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Aberturas

Ouverture en sol mineur (FWV K: g2) pour 3 hautbois, cordes et bc
1. Ouverture
2. Aria Largo
3. Jardiniers
4. Aria Largo
5. Aria Allegro
6. Gavotte
7. Menuet

Ouverture en ré mineur (FWV K: d4) pour 2 hautbois, basson, cordes et bc
8. Menuet
9. Air
10. Gavotte
11. Aria largo
12. Fuga
13. Menuet
14. Réjouissance
15. Menuet

Ouverture en sol majeur (FWV K: G15) pour 3 hautbois, basson, cordes et bc
16. Ouverture
17. Aria andante
18. Jardiniers
19. Aria andante
20. Bouree
21. Menuet I – Menuet II – Menuet I

Il Fondamento
dir. Paul Dombrecht

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Alaudista com Copo de Vinho | Frans Hals (1626)
Alaudista com Copo de Vinho | Frans Hals (1626)

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Concerto para Flauta e Harpa K. 299 / Sinfonia Concertante K. 297B

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Concerto para Flauta e Harpa K. 299 / Sinfonia Concertante K. 297B

Mozart SinopoliIM-PER-DÍ-VEL !!!

Sim, principalmente em razão do repertório mágico, excepcional, que ouço desde o tempo das grandes gravações de Karl Böhm e outros. A Sinfonia Concertante foi escrita para virtuoses de sopros que Mozart já tinha conhecido na famosa Orquestra de Mannheim. Ele pretendia para flauta, oboé, fagote e trompa, mas a primeira edição sobrevivente parece ter sido adulterada — a flauta é substituída por um clarinete. (Os clarinetistas têm MUITA SORTE, sempre). Suas alegres melodias são 100% mozarteanas. O lindo Concerto para Flauta e Harpa, encomendado por amadores aristocráticos, é mais suave. O som é esplendidamente nítido e claro e o resultado é tão bom quando o obtido por Böhm. É um dos dois únicos concertos duplos que Mozart escreveu, bem como a única peça de música de seu repertório mais conhecido, que emprega a harpa. Mozart escreveu este concerto em abril de 1778, durante sua estada de seis meses em Paris.

Aos 54 anos, em 20 de abril de 2001, Giuseppe Sinopoli morreu de um ataque cardíaco, enquanto conduzia a ópera Aida, de Giuseppe Verdi, na Ópera Alemã de Berlim, numa das mortes mais surpreendentes de que tenho notícia. Morreu fazendo o que sabia e gostava. 

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Concerto para Flauta e Harpa K. 299 / Sinfonia Concertante K. 297B

Concerto for flute, harp & orchestra in C major, K. 299 (K. 297c)
1 1. Allegro 10:27
2 2. Andantino 9:38
3 3. Rondeau: Allegro 9:43

Sinfonia concertante for oboe, clarinet, horn, bassoon & orchestra in E flat major, K(3) 297b (K. Anh. C 14.01)
4 1. Allegro 12:24
5 2. Adagio 8:54
6 3. Andantino con variazioni 9:02

Kenneth Smith, flauta
Bryn Lewis, harpa
John Anderson, oboé
Michael Collins, clarinete
Richard Watkins, trompa
Meyrick Alexander, fagote
Philharmonia Orchestra
Giuseppe Sinopoli

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O grande Giuseppe Sinopoli (Veneza, 2 de novembro de 1946 — Berlim, 20 de abril de 2001)
O grande Giuseppe Sinopoli (Veneza, 2 de novembro de 1946 — Berlim, 20 de abril de 2001)

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Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Orchestral Music

Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Orchestral Music

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Não é um grande disco, mas também não é mau. Aqui temos obras jamais gravadas de Fasch em um disco que celebrava o 250º aniversário de morte do compositor. Em janeiro de 2007, o Tempesta di Mare estreou em nosso tempo quatro obras orquestrais de Johann Friedrich Fasch, contemporâneo de Bach e Telemann. Richard Stone, de Tempesta di Mare, descreve as peças como “fantásticas e verdadeiras descobertas… Elas têm a amplitude e a complexidade de J.S. Bach (?) sem a austeridade (???). Tem um senso muito  evoluído de cor orquestral que é realmente extraordinário”. (Os negritos são meus, claro). O conjunto  de instrumentos de época Tempesta di Mare, baseado em Filadélfia, dá às peças uma abordagem elegante, sustentando bem os movimentos longos de Fasch, ouvindo o que o compositor tem a dizer, em vez de se sobrepor a ele.

Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Orchestral Music

Ouverture Grosso In D, FWV K : D 8 (24:49)
1 I Ouverture 9:50
2 II Rigaudon 2:00
3 III Siciliano 3:15
4 IV Menuet & Trio 2:23
5 V Aria En Pologneise 7:19

Concerto In B Flat, FWV L : B 3 (18:25)
6 I Un Poco Allegro 4:00
7 II Aria Andante 8:43
8 III Bourée & Trio 3:03
9 IV Passepied & Trio 2:36

Concerto In D, FWV L : D 15 (12:36)
10 I Allegro 4:58
11 II Andante 3:20
12 III [Allegro] 4:6

13 Andante In D, FWV L : D 15 (bis) 3:43

Tempesta di Mare
Gwyn Roberts & Richard Stone, directors

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Fasch de de conta que sou Bach.
Fasch de conta que sou Bach.

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Aram Khachaturian (1903-1978) / Dmitri Kabalevsky (1904-1987): Masquerade Suite / The Comedians

Aram Khachaturian (1903-1978) / Dmitri Kabalevsky (1904-1987): Masquerade Suite / The Comedians

R-5567213-1465547563-4680.jpegUm disco curtinho de música ligeira de boa qualidade. O estranho é que a versão que encontrei destas obras não incluem as peças de Tchaikovsky e Rimsky-Korsakov anunciadas na capa do CD ao lado. Paciência. Mas a coisa toda é de alto nível. A regência fica a cargo do grande Kiril Kondrashin (1914-1981), um cara de extrema coragem e talento. Afinal, ele foi o maestro que assumiu a regência da estreia da Sinfonia Nº 13 de Shostakovich depois que Mravinski foi pressionado e desistiu. Era um período perigoso e poucos fariam o que ele fez, ainda mais com aquele brilhantismo que hoje podemos ouvir no registro daquela noite. Aqui, ele se diverte com músicas para balé cheias de verve rítmica. E vamos para o baile.

Aram Khachaturian (1903-1978) / Dmitri Kabalevsky (1904-1987): Masquerade Suite / The Comedians

Masquerade Suite — Composed by Aram Khachaturian
1 Waltz 4:28
2 Nocturne 3:49
3 Mazurka 2:40
4 Romance 3:45
5 Galop 3:04

The Comedians, Op.26 — Composed by Dmitri Kabalevsky
6 Prologue 1:06
7 Comedians’ Galop 1:33
8 March 1:16
9 Waltz 1:21
10 Pantomime 1:52
11 Intermezzo 0:52
12 Little Lyrical Scene 1:09
13 Gavotte 1:44
14 Scherzo 1:47
15 Epilogue 2:17

RCA Victor Symphony Orchestra
Kiril Kondrashin

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Kondrashin: grande e importante figura da música soviética
Kondrashin: grande e importante figura da música soviética

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J. S. Bach (1685-1750): Integral das Sonatas para Flauta

J. S. Bach (1685-1750): Integral das Sonatas para Flauta

frontA hipobachemia é uma doença grave, que pode matar. Fiz exames hoje e foi apontado baixo nível musical em meu sangue. O médico me receitou uma Cantata pela manhã, uma Partita à tarde e um Concerto à noite, podendo alternar com Sonatas, Prelúdios, Suítes e Paixões. Fugas e Fantasias só depois de 15 dias, pois são gêneros mais ousados, que requerem um corpo mais saudável. É, não tá fácil pra ninguém.

Estas Sonatas para Flauta, de Bach, são muito queridas deste que vos escreve. Ouvi-as demais durante a juventude. Elas não têm sido muito gravadas, o que é uma injustiça, tal seu frescor e alegria. E curam a hipobachemia.

J. S. Bach (1685-1750): Integral das Sonatas para Flauta

Flute Sonata In E Minor BWV 1034
1-1 Adagio Ma Non Tanto
1-2 Allegro
1-3 Andante
1-4 Allegro

Flute Sonata In E BWV 1035
1-5 Adagio Ma Non Tanto
1-6 Allegro
1-7 Siciliano
1-8 Allegro Assai

Flute Sonata In B Minor BWV 1030
1-9 Andante
1-10 Largo E Dole
1-11 Presto

Flute Sonata In A Major BWV 1032
1-12 Vivace
1-13 Largo E Dolce
1-14 Allegro

Flute Sonata In C Major BWV 1033
2-1 Andante
2-2 Allegro
2-3 Adagio
2-4 Menuet

Sonata For Flute & Harpsichord In E Flat BWV 1031
2-5 Allegro Moderato
2-6 Siciliano
2-7 Allegro

Flute Sonata In G Minor BWV 1020
2-8 Allegro
2-9 Adagio
2-10 Allegro

Flute Sonata In G Major BWV 1039
2-11 Adagio
2-12 Allegro Ma Non Presto
2-13 Adagio E Piano
2-14 Presto

Cello – Jonathan Manson (tracks: 1-1 to 1-4, 1-5 to 1-8, 2-1 to 2-4, 2-11 to 2-14)
Flute – Emmanuel Pahud, Silvia Careddu (tracks: 2-11 to 2-14)
Harpsichord – Trevor Pinnock

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Hendrick ter Brugghen (1588-1629) -- Menino tocando flauta
Hendrick ter Brugghen (1588-1629) — Menino tocando flauta

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.: interlúdio :. Dave Brubeck – The Very Best Of (2015) — 3 CDs

.: interlúdio :. Dave Brubeck – The Very Best Of (2015) — 3 CDs

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um amigo meu diz que Dave Brubeck (1920-2012) fazia “jazz para médicos”. É que vários destes profissionais o procuram angustiados para aulas. O maior desejo deles é o de aprender a tocar Take Five… (Que, aliás, é de autoria de Paul Desmond). Brubeck é um merecido sucesso. Seu quarteto — de várias formações, mas solidificado a partir do grande sucesso do disco de 1959, Time Out —  não é espetacular. Suas improvisações – de partituras! — não chegam a impressionar. Mesmo Brubeck não é um virtuose. Porém, não se pode estender tais críticas aos temas de seu quarteto. Além de excelentes composições próprias, a escolha das músicas de outros é de muito bom gosto. Há verdadeiras obras-primas nesta seleção. Acho que vocês vão gostar, mesmo que não sejam médicos. Bem, o conjunto de comentários deste post está realmente muito bom. Deem uma olhada.

Dave Brubeck – The Very Best Of (2015)

01. Take Five
02. Three To Get Ready
03. Perdido (Live)
04. It’s A Raggy Waltz
05. Blue Moon
06. Camptown Races
07. The Trolley Song
08. Tea For Two
09. Bossa Nova U.S.A.
10. Take The A Train
11. Unsquare Dance
12. There’ll Be Some Changes Made
13. The Duke
14. These Foolish Things
15. Out Of Nowhere
16. I Feel Pretty
17. Tonight
18. Over The Rainbow
19. Blue Rondo A La Turk
20. In Your Own Sweet Way
21. Maria
22. Stardust
23. Jeepers Creepers
24. Somewhere
25. Let’s Fall In Love
26. You Go To My Head
27. Indiana

O quarteto básico da maioria das faixas:

Dave Brubeck, piano
Paul Desmond, sax
Joe Morello, bateria
Gene Wright, baixo

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The Dave Brubeck Quartet em 1967. Da esquerda para a direita: Joe Morello, Eugene Wright, Dave Brubeck and Paul Desmond
The Dave Brubeck Quartet em 1967. Da esquerda para a direita: Joe Morello, Eugene Wright, Dave Brubeck and Paul Desmond

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S. Prokofiev (1891-1953): Sonatas para Violino

S. Prokofiev (1891-1953): Sonatas para Violino

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Este é um excelente disco. Pierre Amoyal e Frederic Chiu desenvolveram uma parceria equilibrada,  alegre e espontânea em sua expressão. Chiu é um pianista espetacular e Amoyal responde à altura. Mesmo! A Sonata para Violino nº 1, escrita entre 1938 e 1946, é uma das mais sombrias e melancólicas das obras do compositor. Prokofiev recebeu o prêmio Stalin de 1947 por essa composição. O mesmo não se pode dizer da feliz Sonata Nº 2. Ela foi baseada na Sonata para Flauta do compositor, escrita em 1942, mas arranjada para violino em 1943, quando Prokofiev vivia em Perm, nos Montes Urais, um abrigo remoto para artistas soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial. Prokofiev transformou o trabalho em uma Sonata de Violino por sugestão de seu amigo David Oistrakh. Foi estreada em 17 de junho de 1944 por David Oistrakh e Lev Oborin.

S. Prokofiev (1891-1953): Sonatas para Violino

1. Violin Sonata #1 in Fm Op. 80 – i. Andante assai 38-46 (6:34)
2. Violin Sonata #1 in Fm Op. 80 – ii. Allegro brusco (7:11)
3. Violin Sonata #1 in Fm Op. 80 – iii. Andante (7:44)
4. Violin Sonata #1 in Fm Op. 80 – iv. Allegrissimo (7:28)

5. March from The Love for Three Oranges, arr Heifetz (1:41)

6. Violin Sonata #2 in D Op. 94 – i. Moderato 44 (8:23)
7. Violin Sonata #2 in D Op. 94 – ii. Scherzo (4:39)
8. Violin Sonata #2 in D Op. 94 – iii. Andante (4:02)
9. Violin Sonata #2 in D Op. 94 – iv. Allegro con brio (6:56)

10. Five Melodies Op. 35bis – i. Andante (To Pawel Kochanski) 25 (2:22)
11. Five Melodies Op. 35bis – ii. Lento, ma non troppo To Cecilia Hansen) (2:47)
12. Five Melodies Op. 35bis – iii. Animato, ma non allegro (To Pawel Kochanski) (4:21)
13. Five Melodies Op. 35bis – iv. Allegretto leggero e scherzando (To Pawel Kochanski) (1:25)
14. Five Melodies Op. 35bis – v. Andante non troppo (To Joseph Szigeti) (3:25)

Pierre Amoyal, violino
Frederic Chiu, piano

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Pierre Amoyal: trabalho fantástico com Chiu
Pierre Amoyal: trabalho fantástico com Chiu

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Anton Bruckner (1824-1896): Integral das Sinfonias com Solti e a Chicago Symphony Orchestra (10 CDs)

Anton Bruckner (1824-1896): Integral das Sinfonias com Solti e a Chicago Symphony Orchestra (10 CDs)

51iohVDieVLIM-PER-DÍ-VEL !!!

Anton Bruckner (Ansfelden, 4 de setembro de 1824 — Viena, 11 de outubro de 1896).

Não pensem que eu enlouqueci, é que meu HD está explodindo. Subi todos os CDs ao mesmo tempo. Temos aí mais de 1 Giga da poderosa música de Bruckner. Ainda não ouvi o Celibidache que o Carlinus tem postado, mas garanto que a versão de Solti rivaliza com a melhor que conheci até hoje, a de Wand. Sim, acho que Nelsons, que ora está lançando sua versão, vencerá a todos! É tanta coisa para dizer que estou até atrapalhado. Ouçam!

Anton Bruckner (1824-1896): Integral das Sinfonias com Solti e a Chicago Symphony Orchestra (10 CDs)

Symphony No. 0 In D Minor – Ré Mineur – D-Moll – Re Minore 38:13
1-1 Allegro 12:38
1-2 Andante 10:26
1-3 Scherzo: Presto 6:01
1-4 Finale: Moderato 8:48

BAIXE O CD1 AQUI — DOWNLOAD CD1 HERE

Symphony No. 1 In C Minor – Ut Mineur – C-Moll – Do Minore 47:04
2-1 Allegro 12:07
2-2 Adagio 13:01
2-3 Scherzo: Schnell – Trio: Langsam 8:09
2-4 Finale: Bewegt, Feurig 13:29

BAIXE O CD2 AQUI — DOWNLOAD CD2 HERE

Symphony No. 2 In C Minor (Ed. Nowak) – Ut Mineur – C-Moll – Do Minore
3-1 Moderato 18:09
3-2 Andante: Feierlich, Etwas Bewegt 16:48
3-3 Scherzo: Massig Schnell 6:05
3-4 Finale: Mehr Schnell 14:32
3-5 Symphony Nr. 5 In B Flat Major – Si Bémol Majeur – B-Dur – Si Bemolle Maggiore: 1. Introduction (Adagio) – Allegro (Mäßig) 20:25

BAIXE O CD3 AQUI — DOWNLOAD CD3 HERE

Symphony Nr. 5 In B Flat Major – Si Bémol Majeur – B-Dur – Si Bemolle Maggiore
4-1 Adagio, Sehr Langsam 21:37
4-2 Scherzo: Molto Vivace (Schnell) 13:25
4-3 Finale: Adagio 23:48

BAIXE O CD4 AQUI — DOWNLOAD CD4 HERE

Symphony No. 3 In D Minor – Ré Mineur – D-Moll – Re Minore 59:33
5-1 Gemäßigt, Mehr Bewegt, Misterioso 21:49
5-2 Andante: Bewegt, Feierlich, Quasi Adagio 16:39
5-3 Scherzo: Ziemlich Schnell 7:00
5-4 Finale: Allegro 13:57

BAIXE O CD5 AQUI — DOWNLOAD CD5 HERE

Symphony No. 4 In E Flat Major (Ed Nowak) – Mi Bémol Majeur – Es-Dur – Mi Bemolle Maggiore 63:07
6-1 Bewegt, Nicht Zu Schnell 17:57
6-2 Andante Quasi Allegretto 14:44
6-3 Scherzo: Bewegt 10:03
6-4 Finale: Bewegt, Doch Nicht Zu Schnell 20:13

BAIXE O CD6 AQUI — DOWNLOAD CD6 HERE

Symphony No. 6 In A Major – La Majour – A-Dur – La Maggiore 61:15
7-1 Majestoso 17:41
7-2 Adagio: Sehr Feierlich 19:22
7-3 Scherzo: Nicht Schnell 8:52
7-4 Finale: Bewegt, Doch Nicht Zu Schnell 15:14

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Symphony No. 7 I E Major – Mi Majeur – E-Dur – Mi Maggiore 68:36
8-1 Allegro Moderato 21:27
8-2 Adagio: Sehr Feierlich Und Sehr Langsam 25:12
8-3 Scherzo: Sehr Schnell 10:10
8-4 Finale: Bewegt, Doch Nicht Zu Schnell 11:45

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Symphony No. 8 In C Minor (1980 Version, Ed. Nowak) – Ut Mineur – C-Moll – Do Minore 74:15
9-1 Allegro Moderato 15:04
9-2 Scherzo: Allegro Moderato – Trio: Langsam 14:27
9-3 Adagio: Feierlich Langsam, Doch Nicht Schleppend 24:04
9-4 Finale: Feierlich, Nicht Schnell 20:21

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Symphony No. 9 In D Minor – Ré Mineur – D-Moll – Re Minore 61:00
10-1 Feierlich, Misterioso 23:37
10-2 Scherzo: Bewegt, Lebhaft 10:22
10-3 Adagio: Langsam, Feierlich 26:56

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Chicago Symphony Orchestra
Sir Georg Solti

Anton Bruckner (1824-1896)
Anton Bruckner (1824-1896)

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Giya Kancheli (1935), John Tavener (1944-2013): Styx / The Myrrh-Bearer

Giya Kancheli (1935), John Tavener (1944-2013): Styx / The Myrrh-Bearer

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IM-PER-DÍVEL (mas só o Kancheli)

A música contemporânea é muito interessante. Não há estilo comum, todo compositor tem que encontrar seu próprio caminho. Styx foi escrito por Giya Kancheli em 1999 para Yuri Bashmet. É uma bela peça que nos obriga a mais de uma audição. Um dos principais componentes estruturais são as enormes mudanças dinâmicas. Se você — como eu — gosta disso, vai adorar. A gravação de Rysanov é espetacular e foi feita em uma igreja. O eco acrescenta muito à experiência. Já The Myrrh-Bearer (1993), de John Tavener, não me impressionou tanto. Os contrastes dinâmicos também são enormes aqui, mas para mim a música é chatinha. A parte da viola é exigente, só que os ritmos e temas repetitivos da orquestra e do coro me cansaram. Fazer o quê?

Giya Kancheli (1935), John Tavener (1944-2013): Styx / The Myrrh-Bearer

Styx 35:46
1 I 6:20
2 II 4:08
3 III 4:28
4 IV 4:59
5 V 6:27
6 VI 4:22
7 VII 5:07

The Myrrh-Bearer 41:56
8 I 8:30
9 II 8:16
10 III 6:27
11 IV 6:16
12 V 8:43
13 VI 3:53

Choir – Men Of The State Choir Latvija (tracks: 8 to 13)
Conductor – Māris Sirmais
Orchestra – Liepaja Symphony Orchestra
Percussion – Rihards Zaļupe (tracks: 8 to 13)
Viola, Executive Producer – Maxim Rysanov

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F. J. Haydn (1732-1809): Haydn in London — Trios & Symphony No. 94

F. J. Haydn (1732-1809): Haydn in London — Trios & Symphony No. 94

Haydn in London - Gaia ScienzaDisco luminoso, ensolarado, alegre e feliz. Aliás…

A série de livros de “Manual do Blefador” (Ediouro) dá dicas a pessoas que não querem passar vergonha entre entendidos. Há vários desses livrinhos: sobre música, vinhos, literatura, arte moderna, filosofia, teatro, etc. Eles são ótimos, engraçadíssimos, como demonstra este verbete sobre Haydn:

Haydn.

O pai da sinfonia. Ao contrário do normal, ninguém soube quem foi sua mãe. Haydn decidiu que as sinfonias deviam ter princípio, meio e fim, primeiros movimentos nas sonatas, nas missas e nos trios. Beethoven, em seu estilo grosseiro, desconsiderou e estragou esse belo modelo convencional.

O sentimento geral é de que Haydn podia ser tão bom quanto Mozart se não tivesse sido tão incuravelmente feliz durante a vida. Esse espírito de contentamento insinuou-se por toda sua música e diluiu-se. As últimas sinfonias foram compostas em Londres para ganhar dinheiro vivo, e a sombra do contrato que pairava sobre ele acrescentou-lhe aquela pitadinha de desgraça que tanto lhe faltara antes. Talvez somente um homem verdadeiramente sem coração poderia ter composto algo tão assombrosamente feliz quanto o final da Sinfonia Nº 88.

Existem muitas e muitas sinfonias que praticamente não são tocadas e que você pode considerar suas favoritas, mas o excelente comentário sobre Haydn é afirmar que o melhor de suas músicas foram as missas — e não haverá necessidade de falar sobre isso.

Peter Gammond — Manual do Blefador: Música

F. J. Haydn (1732-1809): Haydn in London — Trios & Symphony No. 94

Haydn: Trio in D major Hob. XV 16 16:25
1 Allegro 7:15
2 Andantino più tosto Allegretto 4:45
3 Vivace assai 4:25

Haydn: Trio in G Major Hob. XV 15 18:53
4 Allegro 8:31
5 Andante 5:15
6 Finale, Allegro moderato 5:07

Haydn: Trio in F Major Hob. XV 17 12:00
7 Allegro 6:33
8 Finale, Tempo di Menuetto 5:27

Haydn: The Surprise Symphony No. 94 in G Major 16:48
9 Adagio cantabile, Vivace assai 8:00
10 Andante 4:47
11 Finale, Allegro molto 4:01

La Gaia Scienza:
Marco Brolli: traverse flute
Stefano Barneschi: violin
Paolo Beschi: cello
Federica Valli: fortepiano

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Haydn Arte Pop
Haydn Arte Pop

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.: interlúdio :. Jacky Terrasson & Stéphane Belmondo: Mother

.: interlúdio :. Jacky Terrasson & Stéphane Belmondo: Mother

MotherUm belo disco de canções levadas pelo trompete de Belmondo e o piano de Terrasson. São 14 faixas: três composições de Terrasson (Hand in hand, Mother e Fun Keys), uma de Belmondo (Souvenirs), duas curtas de improviso (Pic Saint-Loup, Pompignan), clássicos (Lover Man, In Your Own Sweet Way, You Don’t Know What Love Is e, para começar o CD com uma nota cheia de emoção a First Song de Charlie Haden. Também temos mais duas músicas de filme (Les Valseuses de Grapelli e a bela La Chanson d’Hélène composta por Philipe Sarde), além de outras. Bem, tudo isso para dizer que são canções avulsas que recebem lindo tratamento jazzístico da dupla. Destaque para a qualidade de som. Fantástica. Ouçam porque vale a pena.

Jacky Terrasson & Stéphane Belmondo: Mother

1 First Song 3:16
2 Hand In Hand 4:42
3 Lover Man 4:52
4 La Chanson d’Hélène 3:47
5 In Your Own Sweet Way 5:22
6 Pic Saint-Loup 0:42
7 Mother 5:30
8 Fun Keys 2:30
9 Les Valseuses 1:16
10 Souvenirs 3:47
11 You Don’t Know What Love Is 4:36
12 Pompignan 0:54
13 You Are The Sunshine Of My Life 4:53
14 Que Reste-t-il de Nos Amours 2:06

Stéphane Belmondo: flugelhorn, trumpet
Jacky Terrasson: piano

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Terrasson e Belmondo
Terrasson e Belmondo

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C. Debussy (1862-1918) / G. Fauré (1845-1924) / M. Ravel (1875-1937): Várias Peças com Menahem Pressler

C. Debussy (1862-1918) / G. Fauré (1845-1924) / M. Ravel (1875-1937): Várias Peças com Menahem Pressler

PresslerIM-PER-DÍ-VEL !!!

Menahen Pressler (1923) tem uma carreira gloriosa, marcada pelos 53 anos como líder do esplêndido Beaux Arts Trio (1955 – 2008), certamente o melhor trio de todos os tempos. Pois agora, aos 94 anos, Pressler vem com sua extrema classe lançar seu sexto disco solo. Aliás, todos os seus discos solo foram elogiadíssimos — e gravados após os 90 anos do pianista. Curta com todo o cuidado o mestre. Não precisa mexer no volume, deixe Pressler agir. Aos 94 anos, ele está no auge, desfilando enorme sensibilidade num repertório nada simples. Se você tiver alguma dúvida, ouça as peças mais famosas do CD. Clair de Lune reaparece belíssima com uma dinâmica única. Já a Pavana para uma Infanta Morta, transformada em peça kitsch por alguns abusadores de melodias — principalmente jazzmen –, resplandece renascida, novinha, digna e linda nas mãos deste mágico. Acho que é obrigatório ouvir — e provavelmente curvar-se a — Pressler. Uma aula de estilo e sutileza.

Debussy / Fauré / Ravel: Várias Peças com Menahem Pressler

Debussy
1 Arabesque No.1 (From Deux Arabesques, L. 66) 5:27
2 Rêverie, L. 68 5:24
3 Clair De Lune (From Suite Bergamasque, L. 75) 6:14
4 The Little Shepherd (From Childrens’s Corner, L. 113) 3:15
5 La Plus Que Lente, L. 121 5:53

Préludes Book I, L. 117
6 Danseuses De Delphes 3:49
7 Voiles 5:01
8 La Fille Aux Cheveux De Lin 3:11
9 La Cathédrale Engloutie 7:33
10 Minstrels 2:33

Fauré
11 Barcarolle No. 6 In E Flat Major, Op. 70 5:30

Ravel
12 Pavane Pour Une Infante Défunte, M. 19 7:45
13 Oiseaux Tristes (From Miroirs, M. 43) 5:13

Menahem Pressler, piano

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Menahen Pressler assinou sua foto pra nóis (mentira)
Menahen Pressler assinou sua foto pra nóis (mentira)

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.: interlúdio :. Diane Schuur: Love Walked In

.: interlúdio :. Diane Schuur: Love Walked In

R-7349908-1488108397-9008.jpegIM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco dos mais agradáveis com a baita cantora que é Diane Schuur. Ninguém que goste de grandes cantoras deve deixar de ouvir este CD. Aqui, Diane saúda sua heroína, a deusa Dinah Washington. As músicas são lindamente arranjadas. O resultado final é muito musical e sexy. Algumas das canções são curtas, o próprio CD mal passa de meia hora, deixando a gente com vontade de ouvir mais. Todas as músicas são boas e é muito difícil escolher uma. Eu escolheria How Deep Is The Ocean, Love walked in e Time after time. Mas Sunday kind of love… Enfim, as outras também são demais!

Diane Schuur: Love Walked In

1 Love Walked In 2:14
2 Time After Time 3:20
3 Say It Isn’t So 4:04
4 Blue Gardenia 3:05
5 Never Let Me Go 4:50
6 Nothing Ever Changes My Love For You 3:51
7 Sunday Kind Of Love 4:00
8 How Deep Is The Ocean 3:36
9 You’re A Sweetheart 2:37
10 I Wanna Be Loved 4:36

John Guerin – drums
Assa Drori – concert master
Wayne Bergeron – trumpet
John Patitucci – bass
Andrew Martin – trombone
Richard Todd – French horn
Gary Foster – saxophone
Diane Schuur – vocals
Philip Upchurch – guitar
John T. Johnson – tuba
Michael Wofford – piano

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Diane Schuur: ela realmente vê mais do que muita gente por aí
Diane Schuur: ela realmente vê mais do que muita gente por aí

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Franz Schubert (1797-1828): Octetos, D. 803 e D. 72

Franz Schubert (1797-1828): Octetos, D. 803 e D. 72

51Iv-V88JNL._SY355_O cara viveu 31 anos, escreveu uma obra enorme e cheia de luminosidade. Onde teria parado Schubert são não tivesse morrido tão jovem? Na verdade, eu sei que todos vocês gostariam de fazer esta pergunta. Então eu a farei novamente. Onde acabaria Schubert se não tivesse morrido aos 31 anos? Após compor os maravilhosos Quartetos 13, 14 e 15, como seria o 16° e os seguintes? E os Trios, Lieder, etc.? Por que nos deixou tão cedo, carajo? E peças como este belo Octeto 803, quantas mais teríamos? Eu sei lá. Só sei que Schubert é uma de minhas mais caras preferências neste mundo.

Franz Schubert (1797-1828): Octetos, D. 803 e D. 72

Octet in F Major, D. 803, Op. Post. 166
1. I. Adagio – Allegro 00:10:57
2. II. Adagio 00:11:25
3. III. Allegro vivace – Trio 00:06:14
4. IV. Andante with variations 00:11:52
5. V. Menuetto: Allegretto 00:07:23
6. VI. Andante molto – Allegro 00:09:51

Octet in F Major, D. 72
7. Menuetto: Allegretto – I. Trio II. Trio 00:05:23
8. Allegro 00:04:39

Schubert Ensemble

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Os óculos são fundo de garrafa, mas ele enxergava muito.
Os óculos são fundo de garrafa, mas ele enxergava muito.

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Gershwin, Bernstein, Barber, Korngold, Copland, Adams, Glass, Reich, Porter, Kern, Joplin, Ellington: American Classics (6 CDs)

Gershwin, Bernstein, Barber, Korngold, Copland, Adams, Glass, Reich, Porter, Kern, Joplin, Ellington: American Classics (6 CDs)

folderIM-PER-Dí-VEL !!!

Seis CDs maravilhosos que dão um excelente panorama da música erudita norte-americana. A influência do jazz é enorme, a presença negra é absoluta. Depois, ao menos cronologicamente, ela é substituída pelo minimalismo, o que denota a presença da cultura mais acadêmica. E o papel de Lenny Bernstein é fundamental. Ele faz jazz (ouçam Prelude, Fugue And Riffs), cria temas que caberiam em musicais e faz música erudita mais tradicional, com um pé na Europa. Gênio total. E o que dizer de George Gershwin? Cada aparição sua no CD é um facho de luz. Dá felicidade ouvir suas obras.

Destaque também para nossos contemporâneos John Adams e Steve Reich, assim como para a presença da sofisticação de Duke Ellington (jazz) e Cole Porter (canções) e da música luminosa de Scott Joplin (rags).

Korngold, Barber e Copland são bons compositores, mas para mim foi foda aguentar a música de Kern. É muito dentro do estilo dos musicais, o que me provocou certa náusea.

O CD é catadão de coisas lançadas previamente em formato separado, mas a seleção é de primeira e vocês podem ouvir sem receio porque no geral é muito bom!

Gershwin, Bernstein, Barber, Korngold, Copland, Adams, Glass, Reich, Porter, Kern, Joplin, Ellington: American Classics (6 CDs)

Disc 1
George Gershwin
1. Rhapsody In Blue (Orig. Version With Jazz Band) – Peter Donohoe/London Sinfonietta/Sir Simon Rattle
2. An American In Paris – Aalborg Symphony/Wayne Marshall
3. I Got Rhythm: Variations For Piano And Orchestra – Wayne Marshall/Aalborg Symphony
4. Piano Concerto In F Major : I Allegro – Helene Grimaud
5. Piano Concerto In F Major : II Andante Con Motto – Helene Grimaud
6. Piano Concerto In F Major : III. Allegro Agitato – Helene Grimaud

Disc 2
Leonard Bernstein
7. Prelude, Fugue And Riffs – Paavo Jarvi
8. Facsimile – Paavo Jarvi/City Of Birmingham Symphony Orchestra
9. Symphonic Dances From West Side Story: I. Prologue – Paavo Jarvi
10. Symphonic Dances From West Side Story: II. Somewhere – Paavo Jarvi
11. Symphonic Dances From West Side Story: III. Scherzo – Paavo Jarvi
12. Symphonic Dances From West Side Story: IV. Mambo – Paavo Jarvi
13. Symphonic Dances From West Side Story: V. Cha-Cha – Paavo Jarvi
14. Symphonic Dances From West Side Story: VI. Meeting Scene – Paavo Jarvi
15. Symphonic Dances From West Side Story: VII. Rumble – Paavo Jarvi
16. Symphonic Dances From West Side Story: VIII. Finale – Paavo Jarvi
17. Divertimento For Orchestra: I. Sennets And Tuckets – Paavo Jarvi
18. Divertimento For Orchestra: II. Waltz – Paavo Jarvi
19. Divertimento For Orchestra: III. Mazurka – Paavo Jarvi
20. Divertimento For Orchestra: IV. Samba – Paavo Jarvi
21. Divertimento For Orchestra: V. Turkey Trot – Paavo Jarvi
22. Divertimento For Orchestra: VI. Sphinxes – Paavo Jarvi
23. Divertimento For Orchestra: VII. Blues – Paavo Jarvi
24. Divertimento For Orchestra: VIII. In Memoriam – March “The Bso Forever” – Paavo Jarvi
25. Wonderful Town: Overture – Sir Simon Rattle/Birmingham Contemporary Music Group
26. Candide: Overture – London Symphony Orchestra/Andre Previn

Disc 3
Samuel Barber
27. Adagio For Strings Op. 11 – City Of London Sinfonia
28. Knoxville: Summer Of 1915 Op. 24 – City Of London Sinfonia
Erich Wolfgang Korngold
29. Violin Concerto In D Major, Op.35: I. Moderato Nobile – Renaud Capucon
30. Violin Concerto In D Major, Op. 35: II. Romance: Andante – Renaud Capucon
31. Violin Concerto In D Major, Op. 35: III. Finale: Allegro Assai Vivace – Renaud Capucon
Aaron Copland
32. Appalachian Spring – Suite From The Ballet – Richard Hickox
33. Fanfare For The Common Man – London Philharmonic Orchestra/Carl Davis

Disc 4
John Adams
34. The Chairman Dances – Foxtrot For Orchestra – Sir Simon Rattle/City Of Birmingham Symphony Orchestra
35. Tromba Lontana – Sir Simon Rattle/Jonathan Holland/Wesley Warren/City Of Birmingham Symphony Orchestra
36. Short Ride In A Fast MacHine – Fanfare For Orchestra – Sir Simon Rattle
37. Shaker Loops (1983): Shaking And Trembling – London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green
38. Shaker Loops (1983): Hymning Slews – London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green
39. Shaker Loops (1983): Loops And Verses – London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green
40. Shaker Loops (1983): A Final Shaking – London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green
Philip Glass
41. Facades – Christopher Warren-Green
Steve Reich
42. Eight Lines – Christopher Warren-Green
Philip Glass
43. Company – London Chamber Orchestra (Lco)

Disc 5
George Gershwin
44. A Damsel In Distress – Music From The Film – New Princess Theater Orchestra/John McGlinn
45. Girl Crazy: Overture – John McGlinn
46. Tip-Toes: Overture: Tip-Toes – John McGlinn
47. Oh, Kay!: Overture: Oh, Kay! – John McGlinn
Cole Porter
48. Anything Goes: Overture: Anything Goes – London Sinfonietta/John McGlinn
49. Can-Can: Overture: Can-Can – London Sinfonietta/John McGlinn
50. Kiss Me, Kate: Overture: Kiss Me, Kate – London Sinfonietta/John McGlinn
51. Gay Divorce: Night And Day – London Sinfonietta/John McGlinn
Jerome Kern
52. Leave It To Jane: Overture: Leave It To Jane – National Philharmonic Orchestra/John McGlinn
53. Sitting Pretty: Overture: Sitting Pretty – National Philharmonic Orchestra/John McGlinn
54. Swing Time: I. Main Title And Pickup Yourself Up (Lyrics Dorothy Fields) – Ambrosian Singers/National Philharmonic Orchestra/John McGlinn
55. Swing Time: II. The Way You Look Tonight – Ambrosian Singers/National Philharmonic Orchestra/John McGlinn
56. Swing Time: III. Waltz In Swing Time – Ambrosian Singers/National Philharmonic Orchestra/John McGlinn
57. Swing Time: IV. Never Gonna Dance – Ambrosian Singers/National Philharmonic Orchestra/John McGlinn
58. Swing Time: V. Bojangles Of Harlem (Lyrics Dorothy Fields) – Ambrosian Singers/National Philharmonic Orchestra/John McGlinn
59. Show Boat: Overture: Show Boat – London Sinfonietta/John McGlinn

Disc 6
Scott Joplin
60. The Entertainer – Katia Labeque/Marielle Labeque
George Gershwin
61. Rialto Ripples – Katia Labeque/Marielle Labeque
Scott Joplin
62. Magnetic Rag – Katia Labeque/Marielle Labeque
J.P. Johnson
63. Carolina Shout – Katia Labeque/Marielle Labeque
Scott Joplin
64. Maple Leaf Rag – Katia Labeque/Marielle Labeque
65. Elite Syncopations – Katia Labeque/Marielle Labeque
66. Strenuous Life – Katia Labeque/Marielle Labeque
67. Bethena – Katia Labeque/Marielle Labeque
68. Embraceable You – Katia Labeque/Marielle Labeque
George Gershwin
69. Porgy And Bess (Highlights): Summertime (Clara, Chorus) – Harolyn Blackwell/Glyndebourne Chorus/Craig Ruttenberg/London Philharmonic Orchestra/Sir Simon Rattle
70. Porgy And Bess (Highlights): It Ain’t Necessarily So…Shame On All You Sinners (Sporting Life, Chorus, Serena, Maria) – Damon Evans/Cynthia Clarey/Marietta Simpson/Glyndebourne Chorus/Craig Ruttenberg/London Philharmonic Orchestra/Sir Simon Rattle
71. Strike Up The Band – Overture – Aalborg Symphony/Wayne Marshall
Duke Ellington
72. Take The ‘a’ Train – Sir Simon Rattle/City Of Birmingham Symphony Orchestra/Lena Horne/Clark Terry/Bobby Watson/Joshua Redman/Joe Lovano/Regina Carter/Geri Allen/Lewis Nash/Peter Washington
73. Sophisticated Lady – Bobby Watson/Sir Simon Rattle/City Of Birmingham Symphony Orchestra
74. That Doo-Wah Thing From ‘it Don’t Mean A Thing If It Ain’t Got That Swing’: Part 2, Duet/Fugue – Lena Horne/Clark Terry/Bobby Watson/Joshua Redman/Joe Lovano/Regina Carter/Geri Allen/Lewis Nash/Peter Washington/Sir Simon Rattle/City Of Birmingham Sym
75. Come Sunday – Regina Carter/Clark Terry/Sir Simon Rattle/City Of Birmingham Symphony Orchestra

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John Adams mandando ir com tudo.
John Adams mandando ir com tudo.

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100 anos de Leonard Bernstein — Leonard Bernstein (1918-1992): Sinfonias de 1 a 3 / Serenata sobre o Simpósio de Platão

100 anos de Leonard Bernstein — Leonard Bernstein (1918-1992): Sinfonias de 1 a 3 / Serenata sobre o Simpósio de Platão

BernsteinIM-PER-DÍ-VEL !!!

Leonard Bernstein (Lawrence, 25 de agosto de 1918 – Nova Iorque, 14 de outubro de 1990). Aqui, todas as postagens desta série.

Bernstein é um cinco em um:

— Compositor de música erudita
— Compositor de jazz
— Compositor de musicais
— Pianista e
— Um dos maiores regentes de todos os tempos.

Aqui, uma versão de suas sinfonias e serenata sob a regência dele mesmo.

Leonard Bernstein (1918-1992): Sinfonias de 1 a 3 / Serenata sobre o Simpósio de Platão

DISCO 01

01. Symphony No. 1, ‘Jeremiah’. I – Prophecy. Largamente
02. Symphony No. 1, ‘Jeremiah’. II – Profanation. Vivace con brio
03. Symphony No. 1, ‘Jeremiah’. III – Lamentation. Lento

04. Symphony No. 2, ‘The Age of Anxiety’. Part 1 –The Prologue. Lento moderato
05. Symphony No. 2, ‘The Age of Anxiety’. The Seven Ages. Variations 1–7
06. Symphony No. 2, ‘The Age of Anxiety’. The Seven Stages. Variations 8–14
07. Symphony No. 2, ‘The Age of Anxiety’. Part 2 – The Dirge. Largo
08. Symphony No. 2, ‘The Age of Anxiety’. The Masque. Extremely fast
09. Symphony No. 2, ‘The Age of Anxiety’. The Epilogue. L’istesso tempo

DISCO 02
01. Symphony No. 3, ‘Kaddish’. I – Invocation. Adagio
02. Symphony No. 3, ‘Kaddish’. Kaddish 1. L’istesso tempo – Allegro molto
03. Symphony No. 3, ‘Kaddish’. II – Din-Torah. Di nuovo adagio
04. Symphony No. 3, ‘Kaddish’. Kaddish 2. Andante con tenerezza
05. Symphony No. 3, ‘Kaddish’. Kaddish 3. III – Scherzo. Presto scherzando, sempr
06. Symphony No. 3, ‘Kaddish’. Finale. Adagio come nel Din-Torah
07. Symphony No. 3, ‘Kaddish’. Allegro vivo, con gioia

08. Serenade after Plato’s ‘Symposium’. I – Phaedrus. Lento – Pausanias. Allegro
09. Serenade after Plato’s ‘Symposium’. II – Aristophanes. Allegretto
10. Serenade after Plato’s ‘Symposium’. III – Erixymachus. Presto
11. Serenade after Plato’s ‘Symposium’. IV – Agathon. Adagio
12. Serenade after Plato’s ‘Symposium’. V – Socrates. Molto tenuto – Alcibiades

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein

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O grande Leonard Bernstein
O grande Leonard Bernstein

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