Hilary Hahn Spetacular – Beethoven, Brahms, Mendelssohn, Barber, Stravinsky, Shostakovich

CoverEu chamaria essa coleção de “Retrato do Artista Enquanto Jovem”, no lugar de ‘Spetacular’, título este um tanto quanto exagerado no meu entender, já que são gravações do início da carreira da artista, antes de assinar contrato com  a Deutsche Grammophon, mas tudo bem.
Mas enfim, a coleção serve para mostrar a evolução de Hilary Hahn enquanto artista. A carreira da violinista norte americana já está mais do que consolidada, e sua agenda sempre está cheia, se apresentando ao redor do mundo. São três cds, trazendo alguns dos principais concertos para violino, desde Beethoven até Barber, passando por Brahms, Mendelssohn, Stravinsky e Shostakovich.
Espero que apreciem. Conheço bem estas gravações, pois acompanho sua carreira já desde o início dos anos 2000, quando ela começou a se destacar nas salas de concerto.
Então vamos ao que viemos.

CD 1

01 Mendelssohn: Violin Concerto In E Minor, Op. 64 – 1. Allegro Molto Appassionato
02 Violin Concerto In E Minor, Op. 64 – 2. Andante
03 Violin Concerto In E Minor, Op. 64 – 3. Allegretto Non Troppo

Oslo Symphony Orchestra
Hugh Wolff – Conductor

04 Beethoven: Violin Concerto In D, Op. 61 – 1. Allegro Ma Non Troppo
05 Violin Concerto In D, Op. 61 – 2. Larghetto
06 Violin Concerto In D, Op. 61 – 3. Rondo: Allegro

Baltimore Symphony Orchestra
David Zinman – Conductor

CD 2

01 Brahms – Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77: I. Allegro non troppo
02 Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77: II. Adagio
03 Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77: III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace
04 Stravinsky – Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): I. Toccata
05 Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): II. Aria I
06 Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): III. Aria II
07 Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): IV. Capriccio

Academy of Saint-Martin in the Fields
Neville Marrimer – Conductor

CD 3

01 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 1. Nocturne
02 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 2. Scherzo
03 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 3. Passacaglia
04 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – Cadenza
05 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 4. Burlesque

Oslo Symphony Orchestra
Hugh Wolff – Conductor

06 Barber: Violin Concerto, Op. 14 – 1. Allegro
07 Barber: Violin Concerto, Op. 14 – 2. Andante
08 Barber: Violin Concerto, Op. 14 – 3. Presto In Moto

Saint Paul Chamber Orchestra
Hugh Wolff – Conductor

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CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 3 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Guillaume Lekeu (1870-1894) – Violin Sonata in G Major, Maurice Ravel (1875-1937) – Violin Sonatas, Tzigane, Berceuse – Alina Ibragimova, Cédric Tibirghien

coverAté ter acesso a esse CD o belga Guillaume Lekeu me era totalmente desconhecido. Mas graças a Alina Ibragimova pude conhecer este jovem compositor, que morreu com apenas vinte e quatro anos de idade e compôs apenas quinze obras, sendo esta sonata a sua peça mais conhecida. Ligado ao grupo de Cesar Frank, vejo Lekeu como um romântico tardio e sua belíssima sonata é extremamente emotiva desde seus primeiros compassos.
Creio que estas sonatas de Ravel já tenham aparecido cá por estas plagas, e sua Tzigane, então, nem se fala. É bem conhecida.
Alina Ibragimova, a cada novo CD, vem se firmando como uma das grandes violinistas de sua geração. Tenho certeza que este seu CD, lançado já há alguns anos atrás, vai satisfazer a muita gente.

1. Lekeu Violin Sonata in G major – Movement 1 Tres modere
2. Lekeu Violin Sonata in G major – Movement 2 Tres lent
3. Lekeu Violin Sonata in G major – Movement 3 Tres anime
4. Ravel Violin Sonata No 1 in A major
5. Ravel Violin Sonata No 2 in G major – Movement 1 Allegretto
6. Ravel Violin Sonata No 2 in G major – Movement 2 Blues. Moderato
7. Ravel Violin Sonata No 2 in G major – Movement 3 Perpetuum mobile. Allegro
8. Ravel Tzigane ‘Rapsodie de concert’
9. Ravel Berceuse sur le nom de Gabriel Faure

Alina Ibragimova – Violin
Cédric Tiberghien – Piano

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.: interlúdio :. Emerson, Lake & Palmer – Welcome Back, my Friends, to the Show that Never Ends

FrontJá declarei em outras situações que considero este um dos três melhores discos ao vivo já gravados na história da indústria fonográfica. O que estes três caras fazem aqui não é brincadeira. É um show de competência, virtuosismo e criatividade únicos.

Keith Emerson se suicidou há quinze dias, no dia 10 de março, com um tiro. Tinha setenta e um anos de idade. Há alguns anos atrás sofreu uma intervenção cirúrgica em sua mão direita, e aparentemente não conseguiu recuperar os movimentos desta mão e voltar a tocar como tocava. E isso para um músico, ainda mais um pianista de seu calibre, deve deprimir e muito.

Conheci Keith Emerson exatamente através deste CD que ora vos trago, um petardo que mostra todo o talento e versatilidade deste trio. São músicos de altíssimo nível, que exploraram ao máximo as possibilidades de seus instrumentos, vindo inclusive a inovar, criando e aperfeiçoando o que existia na época (lembro que esse disco foi gravado em 1974). O disco era um álbum triplo, e isso significou e muito. Até então, pouquíssimas bandas tinham se arriscado em algo tão longo, lembro de cabeça do “Yes Songs”, do Yes, lançado um ou dois anos antes. O nome do álbum é muito sugestivo, quando você é convidado a assistir a um show que nunca acaba. E para mim, nunca vai acabar. Foi um dos discos que mais me influenciou, faixas extensas como ‘Tarkus’, ou ‘Karn Evil 9’ me mostraram que a improvisação é a alma da música, e ‘Piano Improvisations’ foi a gota dágua que sacramentou essa minha idéia. Sumiram os rótulos, e ficou apenas a música, única e simplesmente. E no meio de seus solos, podiamos encontrar passagens de obras de Prokofiev, Stravinsky, e principalmente Aaron Copland, que me foi apresentando exatamente com a faixa que abre este álbum, o clássico “Hoedown”. Curioso que um trio inglês conseguiu extrair o que esta obra tinha de melhor, a interpretando em um órgão Hammond, em uma bateria e num contrabaixo.

Alguns anos depois eles foram convidados a tocar a música de abertura das Olimpíadas de Montreal, mas isso é conversa para outra postagem.

CD 1

01. Hoedown
02. Jerusalem
03. Toccata
04. Tarkus (a. Eruption, b. Stones Of Years, c. Iconoclast, d. Mass, e. Manticore, f. Battlefield (Including Epitaph), g. Aquatarkus)
05. Take a Pebble (a. Still… You Turn Me On, b. Lucky Man)

CD 2

01. Piano Improvisations (a. Fugue, b. Little Rock Getaway)
02. Take A Pebble (Conclusion)
03. Jeremy Bender – The Sheriff (Medley)
04. Karn Evil 9 (a. 1st Impression, b. 2st Impression, c. 3st Impression)

Keith Emerson – Keyboards
Greg Lake – Bass, Guitars & Vocal
Carl Palmer – Drums, Percussion

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CD 2 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

keith-emerson
O Mestre em seu Elemento !!!

Restaurado – Robert Schumann (1810-1856) – Der Rose Pilgerfahrt – Stallmeister, Bourvé, Vermeulen, et. all.

871-RosePilgerfahrt-2erDigipack_v02.inddÉ de se lamentar que este oratório de Schumann tenha tão poucas gravações disponíveis. E esta inspirada leitura de Christoph Spering é com certeza uma das melhores já realizadas, apesar dos músicos envolvidos serem pouco conhecidos.
Eis a descrição da obra, de acordo com o texto do libreto. A falta de tempo me impede de traduzir para os senhores:

“In 1850 Robert Schumann was enthusiastically received by the Düsseldorf public as the successor to the municipal music director Ferdinand Hiller. It was expected that he would write and perform works of his own for choral and orchestral concerts, both in the sacred and secular areas.
These expectations accommodated Schumann’s commitment to both oratorio and church music during this phase of his life. Important oratorio and ecclesiastic  compositions such as Der Rose Pilgerfahrt, Op. 112 (1851), the Missa sacra, Op. 147 and the Requiem, Op. 148 (both 1852) were composed during these years. These works have today disappeared both from the areas of church music and music for the concert hall, although they were originally decidedly intended for these venues.
Der Rose Pilgerfahrt, Op. 112 With Das Paradies und die Peri (Paradise and the Peri, 1843) and Der Rose Pilgerfahrt (1851), Schumann created two secular, fairytale-like oratorios which attained special significance in the context of his vocal-symphonic oeuvre. The composer himself put together the story line to Der Rose Pilgerfahrt from the following draft version: The elf “Rosa” requests from the elf queen to be sent to an earthly life. Insistent warnings cannot prevent her from gaining painful experiences in the world of human beings. As a miller’s daughter, however, she experiences the joys of human existence, culminating in love, marriage and motherhood.
Following her death in the childbed, she enters heaven as an angel. After receiving this extensive poem, Schumann must have been utterly fascinated with it when he started the composition. The examining magistrate from Chemnitz, Heinrich Moritz Horn, sent him his poem on 27 March 1851, probably in hopes of a composition. Schumann
replies to Horn only a month later (21 April 1851), however, with gratitude and questions concerning changes in the text for compositional reasons – by this time, most of the composition had probably long been completed. “The poem is certainly suitable for music, and a good number of melodies have already been going through my mind, but it would have to be much shortened and a great deal made much more dramatic. But this only has to do with the musical composition; far be it from me to take issue with it as a poem.” The poet complies with all of Schumann’s wishes regarding additions and new poetry, and presents the composer with many alterations up to the completely transformed end of the poem. To this, Schumann suggests: “How would it be if we had a choir of angels raised up after Rosa’s death: Rosa would not be transformed into a rose, but into an angel […]. The intensification: rose, girl, angel, seems to me poetic and, moreover, to hint at that teaching of higher transformations of beings to which we all, indeed, wish to adhere” (letter of Schumann to Horn of 9 June 1851).
The original version was never thought for being performed in a concert hall but as a kind of chamber oratorio with piano accompaniment within the family circle. Completed on 11 May 1851, Der Rose Pilgerfahrt was given its first performance on 6 July 1851 by a Singkränzchen” (singing party) in the Schumanns’ Düsseldorf flat, at which “next to Frau Schumann, who played the piano accompaniment with a wonderful poetic feeling, […] Schumann [sat] in blissful dreams and conducted” (from a tenor’s report).
Schumann did not have much enthusiasm for orchestrating the work, even though he completed this task within two weeks at the intensive urging of friends (7–27 November 1851; world premiere of the orchestral version on 5 February 1852 in Düsseldorf). The Schumann biographer Wilhelm von Wasielewski especially sees the value of the orchestration in the fact that it could “significantly increase the appeal of coloration […]“. The interpretation with historical instruments lends multiple support to this quality, above all in the possibility of instrumental timbres. Thus a “mood painting”, made up of colours indicating various frames of mind, was created out of this chamber
oratorio, following an extremely sensitive quality of composing in its sequence of genre scenes (funeral song, elves’ and hunters’ chorus, prayer, wedding dance, choir of angels). The simplicity of the text is interpreted by highly skilful orchestral writing, revealing the most modern techniques in the areas of declamation, rhythm and metre, harmony and the orchestra itself.”

O CD ainda traz um Requiem, op 48, para mim totalmente desconhecido até o momento em que adquiri este CD.

CD 1

1 -24 – Der Rose Pilgerfahrt

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CD 2
01 – Requiem, Op. 148 – Requiem
02 – Requiem, Op. 148 – Te decet hymnus
03 – Requiem, Op. 148 – Dies irae
04 – Requiem, Op. 148 – Liber scriptus
05 – Requiem, Op. 148 – Qui Mariam
06 – Requiem, Op. 148 – Domine Jesu
07 – Requiem, Op. 148 – Hostias
08 – Requiem, Op. 148 – Sanctus

Britta Stallmeister, Sopran (Rosa)
Antonia Bourvé, Sopran
Olivia Vermeulen, Mezzosopran (Elfenfürstin, Marthe, Müllerin)
Daniel Behle, Tenor [Erzähler] (Max)
Tobias Berndt, Bariton (Totengräber, Müller)
Chorus Musicus Köln · Das Neue Orchester
Christoph Spering, Dirigent

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[restaurado por Vassily em 17/6/2020]

Richard Wagner (1813-1883) – Tristan Und Isolde – An Orchestral Passion – Royal Scottish National Orchestra, Neeme Järvi

FrontJá que não postamos muitas óperas por aqui, resolvi trazer uma bela introdução para os que não conhecem a magnífica ópera de Richard Wagner, “Tristan Und Isolde”. Mas trata-se de um arranjo orquestral de um cara chamado Henk de Vlieger, que realizou a façanha de reduzir as quatro horas de duração da ópera para cinquenta e cinco minutos. Não temos então a parte cantada, apenas a orquestral. Para alguns, isso é um alívio, mas para os fãs de Wagner, isso soa blasfemo. Mas não quero entrar no mérito desta questão.
Lembro de ter sentido lágrimas nos olhos na primeira vez que ouvi a magnífica, maravilhosa, estupenda abertura, uma das mais belas páginas da história da música. Deveria ter no máximo uns quinze anos de idade. E também creio que muitos também terão essa sensação.
Espero que apreciem. Assim que possível, trago a ópera na íntegra.

1 Wagner – Das Liebesverbot, opera (or Die Novize von Palermo), WWV 38 – Overture
2 Wagner – Die Feen, opera, WWV 32 – Overture
3 de Vlieger – Tristan und Isolde, an orchestral passion (after Wagner) – 1. Einleitung
4 de Vlieger – Tristan und Isolde, an orchestral passion (after Wagner) – 2. Isoldes Liebesverlangen
5 de Vlieger – Tristan und Isolde, an orchestral passion (after Wagner) – 3. Nachtgesang
6 de Vlieger – Tristan und Isolde, an orchestral passion (after Wagner) – 4. Vorspiel und Reigen
7 de Vlieger – Tristan und Isolde, an orchestral passion (after Wagner) – 5. Tristans Vision
8 de Vlieger – Tristan und Isolde, an orchestral passion (after Wagner) – 6. Das Wiedersehen
9 de Vlieger – Tristan und Isolde, an orchestral passion (after Wagner) – 7. Isoldes Liebestod

Royal Scottish National Orchestra
Neeme Järvi – Conductor

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Hector Berlioz – The Berlioz Experience – Symphonic, Choral, Vocal Work – CD 1 de 10 – Vários Intérpretes

51Mn1jSCZPL._SS280Já há muitos anos ensaio a postagem desta coleção da Deutsche Grammophon, mas algo sempre me impedia, ou impede.
Reconheço que Berlioz é um compositor negligenciado cá pelas bandas do PQPBach. Talvez pelo fato de conhecermos apenas algumas de suas obras, principalmente sua “Sinfonia Fantástica”, ou a obra para viola e orquestra “Harolde en Italie”.
A escolha dos intérpretes deixa um pouco a desejar, ainda mais vindo da parte do selo do nível da Deutsche Grammophon.
Mas deixo os senhores formularem seus comentários. A coleção tem nove CDs, e trarei todos na medida do possível.
Neste primeiro CD temos a Sinfonia Fantástica,  e algumas outras peças menos conhecidas.

01 – Symphonie fantastique op.14_ 1. Rêveries – Passions
02 – Symphonie fantastique op.14_ 2. Un bal – Allegro non troppo
03 – Symphonie fantastique op.14_ 3. Scène aux champs – Adagio
04 – Symphonie fantastique op.14_ 4. Marche au supplice – Allegro non troppo
05 – Symphonie fantastique op.14_ 5. Songe d’une nuit de Sabbat – Larghetto-Allegro
06 – ‘Benvenuto Cellini ‘ op.23_ Overture
07 – ‘Le Corsaire’ op.21_ Overture

Orchestre de L´Opéra Bastille
Myung-Whun Chung

08 – ‘Les Troyens’, Act IV_ Chasse royale et orage

RIAS Kammerchor – Rundfunkchor Berlin
Berliner Philharmoniker
James Levine – Conductor

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Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847) – Musique de Chambre – Cds 4 e 5 de 5

frontPois estão vamos concluir essa belíssima série, que traz a obra de câmara de Mendelssohn. Alguns artistas são bem conhecidos, outros nem tanto, mas as gravações são muito boas. Vale a audição, e muito.

Disc: 4
1. String Quartet No. 3 in D major, Op.44/1: IV. Presto con brio
2. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: I. Allegro assai appassionato
3. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: II. Scherzo (Allegro di molto)
4. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: III. Andante – Attaca
5. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: IV. Presto agitato
6. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: I. Allegro vivace
7. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: II. Allegro assai
8. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: III. Adagio
9. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: IV. Finale (Allegro molto)

Disc: 5
1. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: I. Allegro assai – Presto
2. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: II. Allegro assai
3. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: III. Adagio
4. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: IV. Finale (Allegro molto)

Cherubini Quartett

5. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: I. Allegro con moto
6. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: II. Intermezzo (Andante sostenuto)
7. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: III. Scherzo (Allegro di molto)
8. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: IV. Allegro vivace

Hausmusic

9. Concert Piece for clarinet, basset horn & piano No. 1 in F major, Op. 113
10. Concert Piece for clarinet, basset horn & piano No. 2 in D minor, Op. 114

Sabine Meyer – Clarinet
Wolfgang Meyer – Basset Horn
Würtembergische Kammerorchester Hellbronn

CD 4 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 5 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

.: interlúdio :. In Montreal – Egberto Gismonti & Charlie Haden

front GISMONTIIM-PER-DÍ-VEL !!!

Juntar dois excepcionais músicos do calibre de Egberto Gismont e Charlie Haden só poderia gerar um belíssimo CD, daqueles que nos emocionam e que não cansamos de ouvir.

Essa gravação ao vivo foi realizada em 1989 e o CD só foi lançado em 2001, e devo ter adquirido esse CD lá por 2009, algo assim. Estava guardado no meio de minha bagunça, e ao abrir determinada gaveta, deparei-me com ele. Fazia algum tempo que não o ouvia. E lamento muito não ter prestado mais atenção nele quando o adquiri.

01. Salvador
02. Maracatu
03. First Song
04. Palhaco
05. Silence
06. Em Familia
07. Loro
08. Frevo
09. Don Quixote

Charlie Haden _ Double Bass
Egberto Gismonti – Guitar, Piano

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Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847) – Musique de Chambre – CD 1, 2 e 3 de 5 – Tortelier, Previn, Chung, Meyer, et all.

frontNesta série de cinco cds que vou trazer nos próximos dias, quem não conhece muito bem pode apreciar o talento e genialidade de Mendelssohn, um dos maiores representantes do romantismo alemão. Poderão ouvir outras coisas que não o indefectivel Concerto para Violino ou alguma de suas sinfonias.
Então neste três primeiros CDs teremos as duas sonatas para Violoncelo e Piano, os trios, o Octeto e os três primeiros quartetos. Os solistas são do primeiro time da EMI, liderados pelo grande violoncelista Paul Tortelier, um dos grandes em seu instrumento no século XX.

CD 1

01. Sonata for Cello and Piano no.1 – 01 Allegro vivace
02. Sonata for Cello and Piano no.1 – 02 Andante
03. Sonata for Cello and Piano no.1 – 03 Allegro assai
04. Sonata for Cello and Piano no.2 – 01 Allegro vivace
05. Sonata for Cello and Piano no.2 – 02 Allegretto scherzando
06. Sonata for Cello and Piano no.2 – 03 Adagio
07. Sonata for Cello and Piano no.2 – 04 Molto allegro e vivace

Paul Tortelier – Piano
Maria de La Pau – Piano

08. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 01 Molto allegro edagitato
09. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 02 Andante con moto tranquillo

Andre Previn – Piano
Kyung-Wha Chung – Violin
Paul Tortelier – Cello (Trio nº1)

CD 2

01. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 03 Scherzo_ Leggiero e vivace
02. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 04 Finale_ Allegro assai appassionato

Andre Previn – Piano
Kyung-Wha Chung – Violin
Paul Tortelier – Cello (Trio nº1)

03. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 01 Allegro energico e con fuoco
04. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 02 Andante espressivo
05. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 03 Scherzo_ Molto allegro quasi presto
06. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 04 Finale_ Allegro appassionato

Grieg Trio
Solve Siegerland – Piano
Ellen Margrete Fiesjo – Violin
Vebjorn Anvik – Violoncello

07. Octet for Strings – 01 Allegro moderato, ma con fuoco
08. Octet for Strings – 02 Andante
09. Octet for Strings – 03 Scherzo_ Allegro leggierissimo
10. Octet for Strings – 04 Presto

Membres du Melos Esemble de Londres

CD 3

01. String Quartet no.1 – 01 Adagio sostenuto_ Allegro
02. String Quartet no.1 – 02 Canzonetta
03. String Quartet no.1 – 03 Andante espressivo_ Attaca
04. String Quartet no.1 – 04 Molto allegro e vivace
05. String Quartet no.2 – 01 Adagio_ Allegro vivace
06. String Quartet no.2 – 02 Adagio non lento
07. String Quartet no.2 – 03 Intermezzo
08. String Quartet no.2 – 04 Presto_ Adagio non lento
09. String Quartet no.3 – 01 Molto allegro vivace
10. String Quartet no.3 – 02 Menuetto_ Un poco allegro
11. String Quartet no.3 – 03 Andante espressivo ma con moto

Cherubini Quartett

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Maurice Ravel (1875-1937): Obras Completas para Piano Solo — Bavouzet

Maurice Ravel (1875-1937): Obras Completas para Piano Solo — Bavouzet

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um grande, excelente, notável álbum! Ravel é um de meus compositores favoritos, e o de muita gente que sabe que sua obra vai muito além do famigerado “Bolero”, e sua produção pianística é uma das mais belas do século XX. E é essa obra que estou trazendo nesta postagem dupla, com o excelente pianista francês Jean-Efflam Bavouzet, gravação que ganhou 5 estrelas da maior parte dos comentaristas e clientes da amazon. Se não me engano, Bavouzet viria se apresentar no Brasil esse ano. Alguém tem alguma informação? Não sei se pelo Mozarteum Brasileiro, Cultura Artística, ou por algum outro destes patrocinadores. Uma curiosidade: Bavouzet nesta gravação utiliza um piano Steinway construído em 1901, ou seja, muito semelhante ao utilizado por Ravel para compor estas obras.

CD 1
1. Gaspard de la nuit, for piano: Ondine
2. Gaspard de la nuit, for piano: Le Gibet
3. Gaspard de la nuit, for piano: Scarbo
4. Jeux d’eau, for piano
5. Sonatine for piano in F sharp minor: Modéré
6. Sonatine for piano in F sharp minor: Mouvement de Menuet
7. Sonatine for piano in F sharp minor: Animé
8. Miroirs, for piano (or orchestra): Noctuelles
9. Miroirs, for piano (or orchestra): Oiseaux tristes
10. Miroirs, for piano (or orchestra): Une barque sur l’océan
11. Miroirs, for piano (or orchestra): Alborada del gracioso
12. Miroirs, for piano (or orchestra): La vallée des cloches

CD 2
1. Le tombeau de Couperin, for piano: Prélude
2. Le tombeau de Couperin, for piano: Fugue
3. Le tombeau de Couperin, for piano: Forlane
4. Le tombeau de Couperin, for piano: Rigaudo
5. Le tombeau de Couperin, for piano: Menuet
6. Le tombeau de Couperin, for piano: Toccata
7. Prélude, for piano
8. Sérénade grotesque, for piano
9. À la manière de. . . , for piano: A la manière de Borodine (Valse)
10. À la manière de. . . , for piano: A la manière de Chabrier (Paraprhase sur un air de Gounod)
11. Menuet antique, for piano (or orchestra)
12. Menuet sur le nom d’Haydn, for piano
13. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): I. Modéré – très franc
14. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): II. Assez lent
15.Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): III. Modéré
16. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): IV. Assez animé
17. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): V. Presque lent
18. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): VI. Vif
19. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): VII. Moins vif
20. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): VIII. Epilogue. Lent
21. Pavane pour une infante défunte, for piano (or orchestra)

Jean-Efflam Bavouzet – Piano

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Bavouzet dobrando-se a Ravel
Bavouzet curvando-se a Ravel

FDPBach

.: interlúdio :. Wes Montgomery – The Montgomery Sessions

81XXbK0+M8L._SL1425_Eis uma trilha sonora ideal para um começo de manhã… jazz de primeiríssima qualidade, com músicos excepcionais liderados pelo grande Wes Montgomery. As coisas funcionam tão bem neste cd duplo que a gente fica se perguntando como podem surgir excrecências como o que temos ouvido nos rádios e na televisão ultimamente …???

Trata-se de um disco gravado em família, onde Wes junta-se aos seus irmãos Monk e Buddy, além, é claro, de outros músicos convidados, Para a audição deste CD duplo sugiro que os senhores sentem-se em suas melhores poltronas, abram uma garrafa de um bom vinho, e prestem atenção a cada detalhe e nuance. Nenhum dos irmãos tinham educação musical, aprenderam a tocar de ouvido, como dizemos. E Wes se transformou em um dos maiores guitarristas da história do jazz, inovando a técnica de tocar, sem a utilização de palhetas, e usando o polegar para solar. Leiam o texto do booklet para entenderem o que estou dizendo.

CD 1

01 – Finger Pickin’
02 – Sound Carrier
03 – Lois Ann
04 – Bud’s Beaux Arts
05 – Bock To Bock
06 – All The Things You Are
07 – Billie’s Bounce
08 – Far Wes
09 – Leila
10 – Old Folks
11 – Wes’ Tune
12 – Hymn To Carl
13 – Montgomeryland Funk
14 – Stompin’ At The Savoy
15 – Love For Sale

CD 2

01 – Summertime
02 – Monk’s Shop
03 – Falling In Love With Love
04 – Renie
05 – Ouverture
06 – And This Is My Beloved
07 – Fate
08 – Stranger In Paradise
09 – Baubles, Bangles And Beads
10 – Not Since Nineveh
11 – A Good Git Together
12 – Feed Me
13 – Music In The Air
14 – Pretty Strange
15 – The Shouter
16 – Social Call
17 – Out Of The Past

Wes Montgomery – Guitars
Freddy Hubbard – Trumpet
Wayman Atkinson, Alonso Johnson – Tenor Saxophone
Buddy Montgomery – Vibraphone
Joey Bradley – Piano
Monk Montgomery – Bass
Paul Parker – Drums
Et all … (verificar listagem completa dos músicos no booklet em anexo, riquíssimo em informações)

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BOOKLET – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

booklet_07
Wes Montgomery – Um Grande Guitarrista !!!

.: interlúdio :. Pat Metheny – Last Train Home

folderNão sou muito fã de coletâneas mas até que gostei desta do Pat Metheny, principalmente por trazer músicas de uma fase que gosto muito dele, quando ainda tocava com a trinca Lyle Mays, Steve Rodby e Paul Wertico e outros músicos convidados. Canções como “Last Train Home”, “Have Your Heard”, “Minuano (Six Eight)”  se tornaram clássicas para mim, pois em determinado momento de minha vida estive em uma ponte rodoviária semanal, indo e voltando, na estrada o tempo todo, e estas músicas foram minhas companheiras de solidão nestas longas horas. Me afeiçoei a elas de tal forma que posso dizer que foram a trilha sonora de minha vida naqueles dez anos que passei na estrada. Por este motivo, sempre que ouço estas canções parece que estou transitando em uma longa estrada, que leva ao infinito.
Reminiscências a parte, não temo em dizer que sou fã deste músico fenomenal, excepcional guitarrista, arranjador e compositor. E sei que muita gente também gosta, por isso estou trazendo este CD.

01. Last Train Home
02. Have You Heard
03. Minuano (Six Eight)
04. Third Wind
05. Here to Stay
06. As It Is
07. Better Days Ahead
08. Follow Me
09. Stranger in Town
10. Letter from Home
11. The First Circle (live)
12. The Road to You (live)

Pat Metheny Goup

Pat Metheny – Guitar
Lyle Mays – Keyboards
Steve Rodby – Bass
Paul Wertico – Drums
David Blamires – Vocals, Percussions
Mark Ledford – Fluglelhorn, French Horn, Trumpet, Vocals, etc.

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.:interlúdio:. Sinatra – Nothing But the Best – Frank Sinatra

51dIJECHBMLNão há nenhuma dúvida de que Frank Sinatra virou uma instituição, não apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Seu nome e voz são reverenciados até hoje, mesmo já passados vários anos de sua morte.
Esta coletânea que ora vos trago mostra um pouco do talento da lenda. Adoro os arranjos, o swing, o estilo único com que canta. Não canso de ouvir este CD e acho que os senhores também irão gostar bastante. E não se inibam se sentirem vontade de sairem dançando pela sala. A boa música tem esse poder sobre nós.

CD 1
01- Come Fly With me
02- The best is yet to come
03- The way you look tonight
04- Luck be a  lady
05- Bewitched
06- The good life
07- The girl from Ipanema
08- Fly me to the moon (in other words)
09- Summer wind
10- Strangers in the night
11- Call me irresponsible
12- Somethin stupid with nancy sinatra
13- My kind of town
14- It was a very good year
15- Thats life
16- Moonlight serenade
17 Nothing but the best
18 Drinking again
19- All my tomorrows
20- My way
21- Theme from new york new york_(bonus_track)
22- Body and soul (previously_unissued)

CD 2

201- White christmas
202-Its christmas time again
203-Go tell it on the mountain
204-An old fashioned christmas
205-when angels sang of peace
206-The little drummer boy
207-I heard the bells on christmas day
208- Do you hear what i hear
209- The secret of christmas
210-The twelve days of christmas
211-christmas candles
212-We wish you the merriest

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Henry Purcell (1659-1695) – Royal and Cerimonial Odes – The King´s Consort, Robert King

01Faço esta postagem ciente de estar navegando por águas desconhecidas. Conheço muito pouco a obra de Henry Purcell apesar de ter bastante coisa dele. Mas também sei que nosso mentor PQPBach é fã confesso dele. Já pensei em postar estes dois cds em outras ocasiões mas desisti.
Acho que trago esta coleção principalmente por causa do King´s Consort, conjunto inglês especializado no barroco e do qual sou fã. E estas gravações aqui são impecáveis, podemos reconhecer nelas que houve uma profunda pesquisa histórica para sua interpretação. E as vozes solistas estão impecáveis, principalmente o contra-tenor James Bowman.
Então neste primeiro momento vou trazer para os senhores o primeiro CD.

1 – 10 – Arise My Muse
2 – 17 – Welcome to All the Pleasures
18 – 28 – Now Does the Glorious Day Appear

The King´s Consort
Robert King – Harpsichord, Organ & Conductor

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.:interlúdio:. Thomas Quasthoff – The Jazz Album – Watch What Happens

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NOVO LINK DO PQPSHARE ATUALIZADO (de novo) !!!

Um dos maiores barítonos da atualidade, o alemão Thomas Quasthoff. me surpreendeu com este excelente CD, cantando standards do jazz. Nem preciso dizer como esse cd é bom. Começando pela voz de Quasthoff, de uma pureza e limpidez únicas. E o repertório foi escolhido a dedo para se adequar à sua voz. Começando pelo Gershwin inicial, Steve Wonder, Duke Ellington, Charles Chaplin, entre outros.
É daqueles cds para ser ouvir acompanhado de amigos, tomando um bom vinho, numa tarde de domingo chuvosa e fria…

01. There’s A Boat That’s Leavin’ Soon For New York
02. Watch What Happens
03. Secret Love
04. You And I
05. Ac-Cent-Tchu-Ate The Positive
06. I’ve Grown Accustomed To Her Face
07. Can’t We Be Friends
08. Smile
09. They All Laughed
10. My Funny Valentine
11. What Are You Doing The Rest Of Your Life
12. In My Solitude
13. Eins und eins, das macht zwei

Thomas Quasthoff – Baritone
Alan Broadbent, Chuck Loeb, Karl Schloz, Dieter Ilg, Peter Erskine, Axel Schlosser, Ruud Breuls, Fiete Felsch, Andreas Maile, Marcus Bartelt, Günter Bollmann, Uli Plettendorf

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FDPBach

Link reabilitado por René Denon em 6 de agosto de 2025

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concerto No. 16 in D Major, K. 451, 04 – Piano Concerto No. 15 in B-Flat Major, K. 450 – Brautigam,

51IAOtlTz3LSe fosse para usar um clichê para descrever a música de Mozart poderia dizer que os céus conspiraram para ele nascer genial como nasceu. E a sequência de cds que irei postar com obras dele serve apenas para constatar o óbvio.
Hoje retomo o projeto de Ronald Brautigam tocando os concertos para piano, se utlizando de um pianoforte, e amanhã começo outra coleção, com as sonatas para piano, também interpretadas com um pianoforte, porém com outro instrumentista.
Alguém comentou, ou li em algum lugar que estes concertos de número quinze e dezesseis são obras menores, mas não penso assim não. E nas mãos de um músico do quilate de Brautigam elas se tornam ainda mais preciosas. Sugiro colocarem um fone de ouvido para melhor apreciar os detalhes, as ornamentações, a sutiliza de certas passagens, enfim, assim os senhores poderão apreciar melhor estas obras, e principalmente, o talento do solista.
Se der tudo certo, semana que vem volto com outro CD desta série.

01 – Piano Concerto No. 16 in D Major, K. 451; I. Allegro assai
02 – Piano Concerto No. 16 in D Major, K. 451; II. Andante
03 – Piano Concerto No. 16 in D Major, K. 451; III. Allegro di molto
04 – Piano Concerto No. 15 in B-Flat Major, K. 450; I. Allegro
05 – Piano Concerto No. 15 in B-Flat Major, K. 450; II. Andante
06 – Piano Concerto No. 15 in B-Flat Major, K. 450; III. Allegro
07 – Rondo in D Major, K. 382

Ronald Brautigam – Pianoforte
Die Kölner Akademie
Michael Alexander Willens

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Violin Concerto in D Major, op. 61, Jean Sibelius (1865-1957) – Violin Concerto in D Minor, op. 47 – Haendel, Ancerl, CPO

41l0Vve0J3LDia destes encontrei nosso sumido colaborador Vassily Grienrikovich para trocarmos algumas palavras, entre goles de cerveja e xícaras de café. E como um encontro destes nunca demora menos de três horas, conseguimos trocar muitas palavras, em sua maoria, sobre música. O cara é uma enciclopédia musical ambulante, por isso quando falei em Ida Haendel ele não se fez de rogado e me perguntou se eu já tinha ouvido seu Sibelius. Neguei, envergonhado, dizendo que conhecia mais a fama de Ida Haendel.

Voltei para a minha cidade e procurei em meu acervo este CD e resolvi ouvi-lo com atenção. Senhores, só posso dizer que os céus conspiraram neste encontro histórico entre Ida Haendel e o célebre maestro Karel Ancerl. Claro que não posso omitir deste comentário o talento destes dois excepcionais músicos. Se o Beethoven já é espetacular, o Sibelius com certeza vai deixá-los loucos de pedra. Em minha modesta opinião, esta é gravação definitiva do concerto de Sibelius. Ouçam e depois me digam se não tenho razão.

E vamos ao que viemos.

1 Concerto for Violin and Orchestra in D major, Op. 61: I. Allegro ma non troppo
2 Concerto for Violin and Orchestra in D major, Op. 61: II. Larghetto (Attaca)
3 Concerto for Violin and Orchestra in D major, Op. 61: III. Rundo, Allegro (Attaca)
4 Concerto for Violin and Orchestra in D minor, Op. 47: I. Allegro moderato
5 Concerto for Violin and Orchestra in D minor, Op. 47: II. Adagio di molto
6 Concerto for Violin and Orchestra in D minor, Op. 47: III. Allegro ma non troppo

Ida Haendel – Violin
Czech Philharmonic Orchestra
Karel Ancerl – Conductor

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ida-haendel-polska-vii-nagroda
Ida Haendel – Absoluta @!@@#

Johannes Brahms (1833-1897) – Violin Concerto in D Major, op. 77, Robert Schumann (1810-1856) – Violin Concerto in D Minor – Bell, Cleveland Orchestra, von Dohnányi

frontUm grande, mas grande CD. Nunca prestei muita atenção nesse garoto até ouvir essa sua gravação do meu amado concerto para violino de Brahms. Que delicadeza e que sensibilidade, e diria mais, que maturidade para um jovem de 29 anos, idade que Joshua Bell tinha quando encarou esse desafio. Sempre digo que o meu parâmetro de comparação para este concerto é a gravação de David Oistrack lá em meados da década de 50. E esta gravação de Bell pode facilmente ser colocada nesta minha lista dos Top Ten deste concerto. Claro, ele ainda vai gravar esta obra outras vezes, e tenho certeza de que vai se superar. Infelizmente talvez não tenha a presença deste excepcional maestro, Cristoph von Dohnányi e sua Cleveland Orchestra, um dos melhores conjuntos orquestrais norte americanos desde que George Szell o dirigiu. Aliás,não por acaso, é com Szell que Oistrakh gravou a gravação definitiva deste concerto,. e com esta mesma orquestra. Antes que eu fale do concerto de Schumann, preciso lembrar que o próprio Bell escreveu a cadenza… que grande músico. Prestem atenção no segundo movimento, senhores, uma das mais belas páginas da obra de Brahms, e me digam se não se emocionaram. Poucas vezes ouvi este movimento tocado com tanta paixão.

Mas enfim, não considero o concerto de Schumann no mesmo nível do de Brahms, não sei, algo nele não me convence. Mas ele tem seus defensores, e os respeito. Mas não gosto… falta aquele algo que Schumann conseguiu colocar em seu magnífico concerto para Violoncelo, ou até mesmo no Concerto para Piano. Falta uma identidade, sei lá… Porém, Bell o toca com propriedade e conhecimento de causa, como um grande músico o faria.

01. Brahms – Violin Concerto In D Major, Op. 77 I. Allegro non Troppo
02. Brahms – Violin Concerto In D Major, Op. 77 II. Adagio
03. Brahms – Violin Concerto In D Major, Op. 77 III. Allegro Giocoso Ma Non Trop
04. Schumann – Violin Concerto In D Minor I. In kraeftigem, nicht zu schnellem Tempo
05. Schumann – Violin Concerto In D Minor II. Langsam
06. Schumann – Violin Concerto In D Minor III. Lebhaft, doch nicht schnell

Joshua Bell – Violin
Cleveland Orchestra
Christoph von Dohnányi – Conductor

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Joseph Haydn (1732-1809) – Violin Concerto in G major, H. 7a/4, . Violin Concerto No. 1 in C major, H. 7a/1, Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra in E flat major, K. 364 (K. 320d)

51CNw8AxWdLMozart fez aniversário dia 27, 260 anos para ser mais exato, e na correria do dia a dia acabei esquecendo de postar alguma coisa em homenagem. Mas nunca é tarde.

Resolvi trazer então um CDzaço da Rachel Podger tocando a Sinfonia Concertante com o violista Pavlo Beznoziuk, e dois concertos para violino de Haydn. Falar que Rachel Podger é uma excepcional violinista já é chover no molhado, então deixarei de lado estes comentários mais que óbvios. A moça já está mais que consolidada como a grande musicista que sabemos que é.

Ah, Feliz Aniversário ao nosso querido Mozart, que tanta alegria ainda nos proporciona.

1. Violin Concerto in G major, H. 7a/4: Allegro moderato
2. Violin Concerto in G major, H. 7a/4: Adagio
3. Violin Concerto in G major, H. 7a/4: Allegro
4. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra in E flat major, K. 364 (K. 320d): Allegro maestoso
5. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra in E flat major, K. 364 (K. 320d): Andante
6. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra in E flat major, K. 364 (K. 320d): Presto
7. Violin Concerto No. 1 in C major, H. 7a/1: Allegro moderato
8. Violin Concerto No. 1 in C major, H. 7a/1: Adagio
9. Violin Concerto No. 1 in C major, H. 7a/1: Presto

Rachel Podger – Violin & Conductor
Pavlo Beznosiuk – Viola
Orchestra of the Age of Enlightenment

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Ottorino Respighi (1879-1936) – Dorati conducts Respighi – The Birds, Brazilian Impressions, The Fountains of Rome, The Pines of Rome – Dorati, LSO, MSO

CD02frontDando sequência ao trabalho de divulgar um pouco mais o compositor Ottorino Respighi, trago agora sua obra mais conhecida, ‘The Pines of Rome’. Já muito se discutiu aqui mesmo no PQPBach sobre a qualidade da obra de Respighi. Confesso que não me faz a cabeça, mas sei que existem defensores, e os respeito. Por isso trago estes cds para quem nunca teve a oportunidade de ouvir uma obra do italiano.
Dorati agora se cerca da sua querida Sinfônica de Londres e da Sinfônica de Minneapolis para nos mostrar estas obras. Trata-se de outro ótimo CD com a qualidade Mercury, e com a competência  habitual de Dorati e de seus músicos. Vale a pena conhecer.

01. The Birds – 1. Prelude
02. The Birds – 2. The Dove
03. The Birds – 3. The Hen
04. The Birds – 4. The Nightengale
05. The Birds – 5. The Cuckoo
06. Brazillian Impressions – 1. Tropical Night
07. Brazillian Impressions – 2. Butantan
08. Brazillian Impressions – 3. Song and Dance

London Symphony Orchestra
Antal Dorati – Conductor

09. The Fountains of Rome – 1. The Fountain of Valle Giulia
10. The Fountains of Rome – 2. The Triton Fountain
11. The Fountains of Rome – 3. The Fountain of Trevi at Mid-day
12. The Fountains of Rome – 4. The Villa Medici Fountain
13. The Pines of Rome – 1. The Pines of the Villa Borghese
14. The Pines of Rome – 2. The Pines Near a Catacomb
15. The Pines of Rome – 3. The Pines of the Janiculum
16. The Pines of Rome – 4. The Pines of the Appian Way

Minneapolis Symphony Orchestra
Antal Dorati – Conductor

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Ottorino Respighi (1879-1936) – Ancient Arias & Dances – Philharmonia Hungarica, Antal Dorati

CD04frontNão sei o que dizer a respeito de Ottorino Respighi. Não conheço detalhes de sua biografia, nem tenho nenhuma familiaridade com sua obra. Só sei dizer que o incansável Antal Dorati fez um belíssimo trabalho ao reunir estas obras e gravar este disco. Não sei qual a fonte de inspiração para um compositor italiano que viveu entre os séculos XIX e XX compor tão belas e delicadas peças baseadas em danças antigas. Só sei que elas são belas e delicadas.
A Philharmonia Hungarica foi uma excelente orquestra que existiu entre 1956 e 2001, quando realizou sua última apresentação. Ela reuniu músicos fugidos da Hungria após a invasão soviética. Antal Doráti foi o seu presidente honorário e principal regente, e com eles realizou dezenas de gravações pelo gravadora DECCA, entre elas a primeira integral das sinfonias de Haydn.

Espero que gostem. Eu gostei bastante.

01. Suite No.1 for Orchestra – Balleto Detto ‘Il Conte Orlando’
02. Suite No.1 for Orchestra – Gagliarda
03. Suite No.1 for Orchestra – Villanella
04. Suite No.1 for Orchestra – Passo Mezzo e Mascherada
05. Suite No.2 for Orchestra – Laura Soave – Balletto con Gagliarda, Saltarello e
06. Suite No.2 for Orchestra – Danza Rustica
07. Suite No.2 for Orchestra – Campanae Parisienses – Aria
08. Suite No.2 for Orchestra – Bergamasca
09. Suite No.3 for Strings – Italiana
10. Suite No.3 for Strings – Arie di Corte – Andante Cantabile
11. Suite No.3 for Strings – Arie di Corte – Allegretto
12. Suite No.3 for Strings – Arie di Corte – Vivace
13. Suite No.3 for Strings – Arie di Corte – Lento con Grande Espressione
14. Suite No.3 for Strings – Arie di Corte – Allegro Vivace
15. Suite No.3 for Strings – Arie di Corte – Vivacissimo
16. Suite No.3 for Strings – Arie di Corte – Andante Cantabile
17. Suite No.3 for Strings – Siciliana
18. Suite No.3 for Strings – Passacaglia

Philharmonia Hungarica
Antal Dorati – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Sonaten – Baremboim

frontTrês pilares da leitura pianística em uma interpretação muito pessoal de Daniel Baremboim. Trata-se de um CD que não consideraria imperdível, mas interessante de se ouvir. O ritmo lento que ele imprime na Sonata ao Luar talvez aborreça alguns que preferem um andamento um pouco mais rápido, mas trata-se de gosto pessoal. Eu particularmente prefiro Kempff e Rubinstein neste repertório, mas cada um é cada um. De qualquer forma trata-se de Beethoven com suas magníficas sonatas. Ainda mais em se tratando destas três aqui gravadas.

01 – Piano Sonata No.14 in C sharp minor, Op.27 No.2 -”Moonlight” – 1. Adagio sostenuto
02 – Piano Sonata No.14 in C sharp minor, Op.27 No.2 -”Moonlight” – 2. Allegretto
03 – Piano Sonata No.14 in C sharp minor, Op.27 No.2 -”Moonlight” – 3. Presto agitato
04 – Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 -”Pathétique” – 1. Grave – Allegro di molto e con brio
05 – Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 -”Pathétique” – 2. Adagio cantabile
06 – Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 -”Pathétique” – 3. Rondo (Allegro)
07 – Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 -”Appassionata” – 1. Allegro assai
08 – Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 -”Appassionata” – 2. Andante con moto
09 – Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 -”Appassionata” – 3. Allegro ma non troppo

Daniel Baremboim – Piano

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos nº 14 e 21 – Brautigam, Die Kölne Academie, Willens

6183-02qd7LO excelente pianista holandês Ronald Brautigam já compareceu por estas plagas pequepianas com uma excelente integral das sonatas para piano de Beethoven. Agora ele  vem de Mozart, e que Mozart, senhores. Apesar de utilizar-se de um pianoforte construído em 2012 baseado em um modelo de 1805, Brautigam nos traz um Mozart bem moderno, sem adornos, puro, belo e simples. E nada mais além disso. Espero que os senhores apreciem, pois pretendo trazer outros dois cds dele, também gravados neste ciclo de Concertos de Mozart.
Não acredito que alguém não possa gostar do Concerto nº 21, em  minha modesta opinião, o mais belo dos concertos que Mozart compôs. Mas precisamos deixar um pouco de lado aquele seu lado romântico, explorado à exaustão por alguns instrumentistas. Brautigam tem uma leitura não diria desapaixonada, mas mais realista.
Independente de qualquer bobagem que possa ter escrito acima, baixem esse CD e vejam como o século XXI entende Mozart, através de um dos grandes pianistas deste início de século.

01 – Piano Concerto No.21 in C Major K.467 I. Allegro maestoso
02 – Piano Concerto No.21 in C Major K.467 II. Andante
03 – Piano Concerto No.21 in C Major K.467 III. Allegro vivace assai
04 – Ch’io mi scordi di te K.505
05 – Piano Concerto No.14 in E-Flat Major K.449 I. Allegro vivace
06 – Piano Concerto No.14 in E-Flat Major K.449 II. Andantino
07 – Piano Concerto No.14 in E-Flat Major K.449 III. Allegro ma non troppo

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RonaldBrautigam
Ronald Brautigam e suas longas madeixas – Mozart para o século XXI

Georges Bizet (1838-1875) – Carmen – Berganza, Domingo, Milnes, Cotrubas, Abbado, LSO

71MVp+X+Y3L._SL1295_Sei que essa é a ópera favorita de muita gente, inclusive a minha favorita. Seus famosos temas, desde a abertura, me emocionaram desde a primeira vez que a ouvi, e já se vão mais de quarenta anos. No meio da bagunça que continua minha vida, com direito a doença na família, a obra de Bizet me inspira e muito, mesmo tendo o final trágico que tem.
Tenho umas três ou quatro versões, mas resolvi trazer essa versão do Abbado por algum motivo que não saberia explicar. Temos Placido Domingo no apogeu de sua carreira, o Abbado em um de melhores momentos de sua carreira, quando dirigia a Sinfônica de Londres, Tereza Berganza poderosíssima no papel principal, enfim, os céus conspiraram a favor dessa gravação.
Existem diversos locais em que os senhores podem encontrar o libreto dessa obra, por isso não irei me estender muito no texto.

CD 1

1 – Overture
2-20 – Act I
21-26 – Act II

CD 2

1-6 Act II (conclusion)
7-23 – Act III

Carmen – Tereza Berganza
Don Jose – Placido DOmingo
Escamilo – Sherril Mines
Micaela – Ileana Cotrubas
Frasquita – Yvonne Kenny
Mercedes – Alicia Nafé
Zuniga – Robert Lloyd
Morales – Stuart Harling
Dancairo – Gordon Sandinson
Remendado – Geoffrey Pogson

The Ambrosian Singers
George´s Watson College Boys´Chorus
London Symphony Orchestra
Claudio Abbado – Conductor

CD 1 – DOWNLOAD HERE – BAIXE AQUI
CD 2 – DOWNLOAD HERE – BAIXE AQUI

Édouard Lalo (1823-1892): Symphony espagnole, op. 21 / Camile Saint-Säens (1835-1921): Violin Concerto n°3, op 61 / Maurice Ravel (1875-1937): Tzigane, rapsodie de concert

frontChamaria este CD de temático, se fosse o caso, afinal são três obras primas do repertório violinístico compostos por franceses, mas não sei se caberia o rótulo. Trata-se de um CD que beira a perfeição, eu diria, sem medo de errar. Maxim Vengerov vem da tradição russa dos grandes violinistas, como Oistrakh, Kogan, entre diversos outros, e com certeza deixaria orgulhoso aqueles grandes mestres do passado.
Adoro essa Symphony espagnole, ainda mais que os concertos para violino que Lalo compôs. A criatividade da obra se encontra exatamente na exploração de temas que tem origem na música espanhola, é claro e óbvio, mas Lalo dá-lhe uma roupagem diferente, sem perder o sangue francês. Até conhecer essa gravação, para mim Itzah Perlman reinava absoluto na interpretação dessa obra, mas Vengerov balançou os alicerces de minhas crenças. Igualmente genial, sem medo de errar, e com um tremendo senso de responsabilidade e de certeza de estar fazendo história quando realizava a gravação.
Ah, para completar esse excelente CD, temos ainda “apenas” o Concerto n°3 de Saint-Säens e a “Tzigane” de Ravel, para fechar com chave de ouro esse cd com certeza IM-PER-DÍ-VEL !!!”

01. Lalo – Symphonie espagnole, Op.21 – I. Allegro non troppo
02. Symphonie espagnole, Op.21 – II. Scherzando Allegro molto
03. Symphonie espagnole, Op.21 – III. Intermezzo Allegretto non troppo
04. Symphonie espagnole, Op.21 – IV. Andante
05. Symphonie espagnole, Op.21 – V. Rondo Allegro – Poco più lento – Tempo 1
06. Saint-Saens – Violin Concerto No.3, Op.61 – I. Allegro non troppo
07. Violin Concerto No.3, Op.61 – II. Andantino, quasi allegretto
08. Violin Concerto No.3, Op.61 – III. Molto moderato – Allegro non troppo
09. Ravel – Tzigane, rapsodie de concert

Maxim Vengerov – Violin
Philharmonia Orchestra
Antonio Pappano – Conductor

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