Dmitri Shostakovich (1906-1975): Os Concertos para Violoncelo (Mørk / Jansons / London Philharmonic)

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Os Concertos para Violoncelo (Mørk / Jansons / London Philharmonic)

51NSBOR-poLPois é. Esta gravação é de 1995 e o mesmo Truls Mørk a refez em 2014 com resultados ainda melhores, acompanhado do maestro Vasily Petrenko e a Filarmônica de Oslo. O registro que apresentamos neste post está longe de ser insatisfatório, apenas é inferior ao do link acima. Sobre a qualidade de ambos os concertos, vocês sabem — são obras primas. Shostakovich dedicou os dois concertos que escreveu para violoncelo ao seu ex-aluno do Conservatório de Moscou, o promissor Mstislav Rostropovich. Quando Shostakovich enviou a partitura do primeiro, dedicada ao amigo, este compareceu quatro dias depois na casa do compositor com a partitura decorada… Bem diferente foi o caso do segundo concerto, que foi composto praticamente a quatro mãos. Shostakovich escrevia uma parte, e ia testá-la na casa de Rostropovich; lá, mostrava-lhe as alternativas, os rascunhos ao violoncelista, que sugeria alterações e melhorias. Amizade.

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Os Concertos para Violoncelo

Cello Concerto No. 1 Op. 107 In E Flat Major
1 I Allegretto 6:04
2 II Moderato 12:323
3 III Cadenza 6:47
4 IV Finale: Allegro Con Moto 4:47

Cello Concerto No. 2 Op. 126
5 I Largo 14:37
6 II Scherzo: Allegretto 4:21
7 III Finale (Allegretto) 16:46

Cello – Truls Mørk
Conductor – Mariss Jansons
Orchestra – The London Philharmonic

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Truls Mørk: explicação é pra porteiro
Truls Mørk: explicação é pra porteiro

PQP

Nicolo Paganini – Works for Violin & Guitar – Luigi Alberto Bianchi e Maurizio Preda

coverAdoro estas peças para Violão e Violino de Paganini. Já postei algumas com solistas do nível de Itzak Perlman e John Williams. Curiosamente, não sei onde está este CD. Perdeu-se no meio de meu acervo.

Aqui temos dois ilustres desconhecidos, mas talentosos, o violinista Luigi Alberto Bianchi e Maurizio Preda.

Como não poderia deixar de ser, o violino é o instrumento líder aqui, o violão serve como acompanhamento. Bianchi é um instrumentista de muito talento, sabe explorar todas as nuances do instrumento, e não se deixa cair em tentações com excessos de virtuosismo e malabarismos pirotécnicos, comuns em se tratando de Paganini.  esta coleção é muito grande, 9 cds ao todo, não sei se irei postar todos, talvez uns dois ou três para mostrar do se que trata.

CD 1

1 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 1 in A minor: I. Introduzione – Allegro maestoso – Tempo di marcia
2 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 1 in A minor: II. Rondoncino: Allegro
3 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 2 in D major: I. Adagio cantabile
4 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 2 in D major: II. Rondoncino andantino – Tempo di polacca
5 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 3 in C major: Centone di sonate, Op. 64: Sonata No. 3 in C major
6 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 4 in A major: I. Adagio cantabile
7 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 4 in A major: II. Rondo: Andantino allegretto
8 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 5 in E major: I. Allegro assai
9 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 5 in E major: II. Andantino vivace, 3 variazioni
10 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 6 in A major: I. Larghetto cantabile
11 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 6 in A major: II. Rondo: Allegro assai
12 Cantabile in D major, Op. 17, MS 109 (arr. for violin and guitar)

Disc 2

1 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 7 in F major: I. Allegro giusto
2 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 7 in F major: II. Polacca: Andantino allegretto
3 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 8 in G major: I. Andante cantabile
4 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 8 in G major: II. Rondo: Allegretto
5 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 9 in A major: I. Allegro maestoso – Tempo di marcia
6 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 9 in A major: II. Tema: Andante placido
7 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 9 in A major: II. Variazione 1
8 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 9 in A major: II. Variazione 2
9 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 9 in A major: II. Variazione 3, piu mosso
10 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 10 in C major: I. Allegro risoluto
11 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 10 in C major: II. Rondo: Andantino vivace, tempo di pastorale
12 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 11 in A minor: I. Cantabile, andante appassionato, con flessibilita
13 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 11 in A minor: II. Tema: Allegro moderato
14 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 11 in A minor: II. Variazione 1
15 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 11 in A minor: II. Variazione 2, minore
16 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 11 in A minor: II. Finale: Tempo di valtz
17 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 12 in D major: I. Andante cantabile
18 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 12 in D major: II. Rondo: Allegretto

Disc 3

1 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 13 in E major: I. Introduzione: Maestoso
2 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 13 in E major: II. Larghetto – Cantabile
3 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 13 in E major: III. Rondo Allegretto: Con brio
4 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 14 in G major: I. Andante Adagetto
5 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 14 in G major: II. Rondo: Allegro molto vivace
6 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 15 in A major: I. Introduzione: Maestoso
7 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 15 in A major: II. Tema: Andante moderato
8 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 15 in A major: Variation 1
9 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 15 in A major: Variation 2: Minore
10 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 15 in A major: Variation 3: Maggiore
11 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 15 in A major: IV. Rondo: Allegretto
12 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 16 in E major: I. Allegro vivace
13 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 16 in E major: II. Minuetto a valtz: Allegro vivo
14 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 17 in A major: I. Introduzione: Andante – Corrente
15 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 17 in A major: II. Andante – Cantabile
16 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 17 in A major: III. Rondo: Allegro vivo
17 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 18 in C major: I. Allegro – Presto
18 Centone di sonate, Op. 64, MS 112: Sonata No. 18 in C major: II. Rondo – Balletto: Allegro vivissimo

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José Antônio Rezende de Almeida Prado (1943-2010): Rios

José Antônio Rezende de Almeida Prado (1943-2010): Rios

24xo2vrAqui está a minha obra favorita do Almeida Prado, Rios, para piano, escrita em 1976 e dedicada ao pianista que a grava aqui, Antonio Guedes Barbosa, nome pelo qual tenho um carinho enorme. Existe uma outra gravação da peça, com o Sérgio Monteiro, muito mais rápida e visivelmente virtuosística. Gostaria de postá-la também para comparações, mas notei anteontem que a perdi (encontrei a gravação no MBC. Quem quiser, pode baixar o cd de lá). De qualquer forma, ela me anima bem menos. A peça é muito inquieta, densa, mas não faz uso com frequência de recursos que indicam isso. Ao contrário, parece guardar uma adorável placidez. Abaixo segue o texto do vinil, escrito pelo próprio Almeida Prado (foi lançado em 1981, junto com a Bachianas 4 do Villa):

Ao Antonio Guedes Barbosa – obra encomendada pela Divisão de Difusão Cultural do Ministério das Relações exteriores- Itamaraty. Campinas, 1976.

Pequena nota:

Quando li o livro sobre os mitos dos índios do Xingu, dos irmãos Villas Boas, fiquei fascinado sobretudo pela magia telúrica contida no texto.

O mito de “Iamulumulu: a formação dos rios” me deu sobretudo inúmeras idéias e emoções que resolvi então transformar em música.

Assim nasceu a idéia da obra “Rios” – para piano, dedicada ao grande artista que é Antonio Guedes
Barbosa.

A obra se divide em três partes:

I. As águas de Canutsipém
II. Jakui Katu, Mearatsim, Ivat, Jakuiaep, os espíritos que habitam o fundo das águas.
III. A descida das águas, e a formação dos Rios Ronuro, Maratsauá e Paranajuva.

Não procurei o caminho da música descritiva, nem da impressionista. Longe disso.

A magia telúrica desse texto me motivou emocionalmente a entrar no mundo do mistério e da encantação, e me deixar envolver impressionado e totalmente, realizando a minha expressão sonora, dentro do mundo mítico do Xingu.”

Almeida Prado (1943-2010)

Rios (1976), para piano
I. As águas de Canutsipém
II. Jakui Katu, Mearatsim, Ivat, Jakuiaep, os espíritos que habitam o fundo das águas.
III. A descida das águas, e a formação dos Rios Ronuro, Maratsauá e Paranajuva.

Antonio Guedes Barbosa, piano

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History of the Sacred Music vol 05/06: The Polyphonic Mass from the Middle Ages to the Renaissance- (c.1300-c.1600)

cd5Harmonia Mundi: História da Música Sacra
vol 05/06: A missa polifônica, da Idade Média à Renascença (c.1300-c.1600)

Repostagem para incluir a versão em  FLAC do CD # 5, gentilmente cedida pelo nosso estimado ouvinte Wagner Matos Ribeiro. Não tem preço !!!

A Missa era a forma musical mais importante para os compositores da Ars Nova e Renascença.

Durante a Idade Média, a música tinha evoluído da monodia gregoriana para a polifonia vocal e instrumental. Em termos modernos, diríamos que a missa era o contexto onde os compositores aplicavam mais significativamente os seus esforços criativos. Algumas missas caracterizavam-se por usarem um tema base – o cantus firmus – geralmente tomado de empréstimo, e que funcionava como uma espécie de viga melódica sobre a qual se construía o edifício polifônico.

A fonte podia ser sagrada ou profana; depois era isorritmicamente tornada irreconhecível e colocada, com o texto litúrgico, nas vozes interiores (tenor e alto) ao longo da missa, unificando assim as várias partes: Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus & Agnus Dei.

Guillaume Dufay, um dos primeiros grandes mestres franco-flamengos, foi pioneiro no uso decanções populares em missas de cantus firmus, como a missa L’Homme Armé, obra que sobreviveu através de livros iluminados. Mas cinqüenta anos de pois, já na era da música impressa, Josquin Desprez – “o príncipe dos compositores” – inovou a tradição, alargando o cantus firmus às outras vozes, em missas como L’Homme Armé, publicada em 1502 pelo editor Petrucci de Veneza.

O Renascimento trouxe uma expressiva evolução tanto para a música sacra quanto para a secular. Na música sacra os compositores concentravam seus esforços em missas e motetos. As melodias do Canto Gregoriano tinham-se constituído no material básico das primeiras composições polifônicas das missas, porém Guillaume Dufay (c. 1400-1474) e outros usaram canções seculares com a mesma finalidade.

Músicos dos Países Baixos dominaram o cenário musical europeu durante a segunda metade do séc. XV. O estilo polifônico estabelecido por Johannes Ockeghem (1425-1495) e Josquin des Près (1440-1521) ampliou a dimensão sonora e persistiu até o início do séc. XVI; gradualmente, porém, diversos estilos e formas nacionais começaram a surgir. Na Alemanha, o coral luterano estabeleceu suas raízes, enquanto na Inglaterra o hino (o equivalente protestante do moteto latino) assumiu seu lugar na liturgia da Igreja Anglicana.

CD06_FRONTA missa polifônica alcançou seu apogeu através da obra de três grandes compositores: o italiano Giovanni Palestrina (1525-1584), o espanhol Luis de Victoria (1548-1611) e o flamengo Orlando de Lassus (1532-1594). Em Veneza, um estilo multicoral mais rebuscado foi desenvolvido por Andrea Gabrieli (1510-1586) e seu sobrinho e aluno Giovanni Gabrieli (1557-1612).

Giovani Pierluigi da Palestrinha indica os rumos da música na Igreja Católica, organizando e simplificando o contraponto. No ambiente da Contra Reforma, Palestrina foi incumbido de escrever uma música que buscasse uma maior compreensão do texto litúrgico
(http://www.dellisola.com.br/musica/MISSA.pdf)

Palhinha: ouça a integral de Messe “La Bataille”

History of the Sacred Music vol. 05: The Polyphonic Mass from the Middle Ages to the Renaissance (c.1300-c.1600)-1
Guillaume de Machaut (sometimes spelled Machault) (France, c.1300-April 1377)
Estonian Philharmonic Chamber Choir, Maestro Paul Hillier
01. Messe de Notre Dame – 1. Kyrie
02. Messe de Notre Dame – 2. Gloria
03. Messe de Notre Dame – 3. Credo
04. Messe de Notre Dame – 4. Sanctus
05. Messe de Notre Dame – 5. Agnus Dei
06. Messe de Notre Dame – 6. Ite, missa est
Josquin Desprez (Franco-Flemish, c.1450 to 1455 – 1521)
Ensemble Clément Janequin & Dominique Visse (countertenor)
07. Missa Pange lingua – 1. Kyrie
08. Missa Pange lingua – 2. Gloria
09. Missa Pange lingua – 3. Credo
10. Missa Pange lingua – 4. O Salutaris
11. Missa Pange lingua – 5. Agnus
Clément Janequin (France, c.1485 – 1558)
Ensemble Clément Janequin & Dominique Visse (countertenor)
12. Messe “La Bataille” – 1. Kyrie
13. Messe “La Bataille” – 2. Gloria
14. Messe “La Bataille” – 3. Credo
15. Messe “La Bataille” – 4. Sanctus
16. Messe “La Bataille” – 5. Agnus Dei

History of the Sacred Music vol. 05: The Polyphonic Mass from the Middle Ages to the Renaissance-1 – 2009

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XLD RIP | FLAC | 309,0 MB

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MP3 320 kbps | 155,4 MB

powered by iTunes 12.2.3 | 1 h 09 min

History of the Sacred Music vol. 06: The Polyphonic Mass from the Middle Ages to the Renaissance (c.1300-c.1600) – 2
Orlande de Lassus (also Orlandus Lassus, Orlando di Lasso, Roland de Lassus, or Roland Delattre) (Franco-Flemish, 1532/1530-1594)
Huelgas-Ensemble. Maestro Paul Van Nevel
01. Missa ‘Tous les regretz’ – 1. Kyrie
02. Missa ‘Tous les regretz’ – 2. Gloria
03. Missa ‘Tous les regretz’ – 3. Credo
04. Missa ‘Tous les regretz’ – 4. Sanctus
Giovanni Pierluigi da Palestrina (Italy,1525-1594)
La Chapelle Royale & Ensemble Organum. Maestro Philippe Herreweghe
06. Missa ‘Viri Galilaei’ – 1. Kyrie
07. Missa ‘Viri Galilaei’ – 2. Gloria
08. Missa ‘Viri Galilaei’ – 3. Credo
09. Missa ‘Viri Galilaei’ – 4. Sanctus
10. Missa ‘Viri Galilaei’ – 5. Benedictus
11. Missa ‘Viri Galilaei’ – 6. Agnus Dei – I
12. Missa ‘Viri Galilaei’ – 7. Agnus Dei – II
William Byrd (England, 1540 – 1623)
Pro Arte Singers. Maestro Paul Hillier
13. Mass for 4 Voices – 1. Kyrie
14. Mass for 4 Voices – 2. Gloria
15. Mass for 4 Voices – 3. Credo
16. Mass for 4 Voices – 4. Sanctus
17. Mass for 4 Voices – 5. Benedictus
18. Mass for 4 Voices – 6. Agnus Dei

History of the Sacred Music vol. 06: The Polyphonic Mass from the Middle Ages to the Renaissance (c.1300-c.1600) – 2

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XLD RIP | FLAC | 289,5 MB

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MP3 320 kbps | 151,5 MB

powered by iTunes 12.2.3 | 1 h 10 min

Encarte e letras dos 30 CDs – AQUI – HERE

Boa audição.

 

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Avicenna, com um empurrão do FDP!