Edvard Grieg (1843-1907) – Concerto for Piano and Orchestra in A Minor, op. 16, Serguei Rachmaninov (1873-1943) – Rhapsody on a Theme of Paganini, op. 43 – Entremont, Ormandy, The Philadelphia Orchestra02 Grieg Piano Concerto, Op. 16 II. Adagio

71JN1NdV4TL._SX425_Faz algum tempo que o Concerto de Grieg não dá o ar de sua graça por aqui, por isso resolvi trazê-lo novamente. Sei que muitos o amam de paixão, e entendo o porquê. Talvez este seja o concerto mais escancaradamente romântico já escrito, daqueles que aceleram os corações apaixonados. As melodias são de tirar o fôlego, e Grieg foi um maiores melodistas da  história da música. Desde a abertura do concerto já entendemos que o que vem por aí é música de primeira.

A outra obra presente é uma pedreira daquelas,  o solista tem de estar muito bem preparado, com um bom preparo físico, e com os dedos afiadíssimos, pois vai encarar a “Rapsódia sobre um tema de Paganini”, de Rachmaninov.

O pianista que escolhi é Phillippe Entremont, acompanhado pela Orquestra da Filadélfia nos seus gloriosos anos de Eugene Ormandy. Uma belíssima gravação.

01 Grieg Piano Concerto, Op. 16  I. Allegro molto moderato
02 Grieg Piano Concerto, Op. 16  II. Adagio
03 Grieg Piano Concerto, Op. 16  III. Allegro moderato molto e marcato
04 Rachmaninoff Rhapsody on a Theme of Paganini, Op. 43

Phillipe Entremont – Piano
The Philadelphia Orchestra
Eugene Ormandy – Conductor

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Booklet (13)

.:interlúdio:. Chick Corea & Return To Forever – Light as a Feather

FolderEssa pintura de disco, uma obra prima de Chick Corea, me caiu em mãos há muito tempo atrás, nem lembro quando. Me chamou a atenção por constar o nome de dois músicos brasileiros reverenciadíssimos no mundo inteiro, e pouco conhecidos por aqui, principalmente pela nova geração: Flora Purim e Airto Moreira. Ela cantora, ele percussionista, um dos melhores que já entraram em um estúdio de gravação ou que já pisaram em um palco. Junte-se a eles Stanley Clarke, um dos melhores baixistas de todos os tempos, e Joe Farrell, um gênio da flauta e do saxofone: aí está a receita de uma pintura de disco, de uma legítima obra prima. E sem esquecer que foi essa a primeira formação do “Return to Forever”, grupo que teve diversas formações, sempre brilhantemente conduzido por Corea em boa parte da década de 70 e que foi talvez o que de melhor aconteceu no jazz nos anos 70, a constatação definitiva que o jazz não precisava ser exclusivamente acústico. Claro que Miles Davis já tinha provado isso e continuava provando, mas isso é outra história.

Só pelo fato de ter sido através deste disco que Chick Corea nos apresentou sua monumental obra “Spain” valeria cada centavo gasto em sua aquisição. Mas ele tem mais que “Spain”. Muito mais. Tem um Chick Corea como sempre irrequieto, se utilizando de um piano elétrico, e nos brindando com solos memoráveis, aliás, todos os músicos envolvidos tem o seu momento de brilhantismo. É um disco democrático, com certeza. Todos tiveram sua oportunidade de brilhar.

IM-PER-DÍ-VEL !!! OBRIGATÓRIO !!!

P.S. Dedico essa postagem a Augusto Maurer, um amigo de nosso mentor, PQPBach, que tive o prazer de conhecer dias atrás, e que pacientemente aguarda esta postagem.

01. You’re Everything
02. Light As A Feather
03. Captain Marvel
04. 500 Miles High
05. Children’s Song
06. Spain

Chick Corea – Electric Piano
Joe Farrell – Tenor Saxophone, Flute
Stanley Clarke – Bass
Airto Moreira – Drums, Percussion
Flora Purim – Vocal, percussion

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Franz Léhar (1870-1948) – Overtures & Waltzes – Jurowski, RSB

61Fya0n8DmLO compositor da “Viúva Alegre” apareceu poucas vezes por aqui. O que é de se lamentar, pois sua música além de bela, também é alto astral, sempre nos deixar de bem com a vida.

Nos próximos dias irei postar alguns cds que a excelente Rundfunk-Sinfonieorchester Berlin gravou com algumas obras suas, entre aberturas, valsas e até mesmo uma Opereta. A regência de Michail Jurowski é outro destaque destes cds. Tenho certeza que os senhores irão gostar.

Começo com aberturas e valsas. Uma delícia de cd, que nos deixa com vontade de sair bailando pela sala …

01. Die lustige Witwe – Ouvertüre
02. Altwiener Liebeswalzer
03. Michail Jurowski – Der Göttergatte – Ouvertüre
04. Wilde Rosen (Valse Boston)
05. Clo-Clo – Ouvertüre
06. Grützner-Walzer
07. Adria-Walzer

Rundfunk-Sinfonieorchester Berlin
Michail Jurowski – Conductor

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Carl Orff – De temporum fine comœdia – Karajan, KRSO, Tomowa-Sintow

51FgS7FSPlLNo dia de hoje FDPBach completa 50 anos de idade, e quem recebe o presente são os fiéis leitores-ouvintes do PQPBach, que pacientemente tem nos acompanhado nestes oito anos no ar, com dedicação, carinho e alguma tensão de vez em quando, necessária, na verdade, pois nem tudo são flores.

E para comemorar a data estou trazendo para os senhores uma gravação histórica, daquelas que são obrigatórias em qualquer cdteca de respeito. Além de histórica, por se tratar da estréia da ópera de Orff, faço questão também de destacar que foi a única gravação que Herbert von Karajan realizou de alguma obra de Carl Orff.

Para não me alongar muito, indicarei dois links para os senhores poderem tirar maiores informações sobre a obra, gravada em 1973, com Herbert von Karajan regendo a Kölner Rundfunk-Sinfonie Orchester e grande coral, com uma imensa orquestração:

http://parzifal.pblogs.gr/2012/09/carl-orff-de-temporum-fine-comoedia-limpreto.html

http://en.wikipedia.org/wiki/De_Temporum_Fine_Comoedia

Carl Orff – De temporum fine comœdia –  Karajan, KRSO, Tomowa-Sintow

01 – Heis theos estin anarchos, hypermegethaes, agenaetos
02 – Opse theu g’aleusi myloi
03 – Pasin homu nyx estin isae tois pluton echusin kai ptochois
04 – Choneuso gar hapanta kai eis katharon dialexo
05 – Vae! Ibunt impii in Gehennam ignis eterni
06 – Upote, maepote, maepu, maedepote…ignis eterni immensa tormenta
07 – Unus solus Deus ab aeterno in aeternum
08 – Nicht Satanas…nicht Lucifer…damnatus nunquam condemnatus in aeternum
09 – Mundus terrenus volvitur
10 – Wann endet die Zeit-
11 – Gott, schenk uns Wahrsagung, Weissagung, Hellsicht im Traum. Gott, schenk uns d
12 – Wo irren wir hin, verloren, verlassen
13 – Kyrie! Serva nos, salva nos, eripe nos!
14 – Angor, timor, horror, terror ac pavor invadit omnes
15 – Omne genus daemoniorum caecorum, claudorum sive confusorum, attendite iussum me
16 – Vae, Portae Inferi oculus aspicit nos tenebrarius tenebris
17 – Pater peccavi
18 – Con sublima spiritualita

Ana Tomowa-Sintow – Soprano
Kölner Rundfunk-Sinfonie Orchester
Herbert von Karajan – Conductor

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.: interlúdio :. Chick Corea – Three Quartets

1Que mais eu poderia acrescentar sobre essa obra prima do jazz? Que os quatro músicos envolvidos são geniais ? Isso é desnecessário. São quatro músicos únicos, cada qual dentro de suas peculiaridades, digamos assim, e liderados por  Chick Corea, um dos maiores pianistas da história, um cara que fez parte de uma das muitas revoluções que aconteceram na história do jazz, ou seja, a eletrificação desse estilo musical tão único e ao mesmo tempo tão diversificado.
E talento disponível para alternar entre o piano acústico tradicional e os teclados cheios de recursos eletrônicos. E para de repente, sentar-se a frente de uma orquestra e gravar algum concerto para piano de Mozart. Esse é uma daquelas figuras que eu chamaria facilmente de inquieta.
Enfim, não quero me alongar. Dia destes, o nosso mentor PQPBach me perguntou se eu tinha o “Three Quartets” do Chico Correa, como carinhosamente o apelidou nosso albino genial, Hermeto Pascoal. Pensei com meus botões, tenho sim esse cd. Mas onde ele estaria no meio da minha bagunça? Durante dois dias encarei o desafio de procurar no meio de cases, porta-cds, armários, enfim, até que o achei. E agora o estou ouvindo, depois de muito tempo, não duvido que tenham passado uns dez anos desde a última vez, e como comentou um cliente da amazon, ele continua muito atual, fresquinho e ah, que saudades que me deu do Michael Brecker, e que falta que ele faz no cenário atual do jazz… como foi precoce sua morte …Eddie Gomez, com o seu indefectível bigode, mostra toda a sua versatilidade, a mesma que demonstrou tocando durante muito tempo tocando com Bill Evans, e Steve Gadd é outro cara que admiro muito.

01. Quartet No. 1
02. Quartet No. 3
03. Quartet No. 2 – Part 1 (Dedicated to Duke Ellington)
04. Quartet No. 2 – Part 2 (Dedicated to John Coltrane)
05. Folk Song
06. Hairy Canary
07. Slippery when Wet
08. Confirmation


Chick Corea – Piano
Michael Brecker – Saxophones
Eddie Gomez – Bass
Steve Gadd – Drums

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Chick Corea
Chick Corea – Esse definitivamente é o Cara !!!

 

Maurice Ravel (1875-1937): Bolero, Rapsodie Espagnole, La Valse, Ma Mère l’Oye Suite, Pavane (Munch, Boston)

Ravel com um de seus principais intérpretes, Charles Munch. Sou suspeito para falar da relação desse excepcional regente com a obra de seus conterrâneos franceses. Parecia ter um toque de midas. A delicadeza com que Munch explora as sutilezas da obra é o grande diferencial.

Munch não joga leve não, mas por incrível que possa parecer, em momento algum sua mão é pesada. A suavidade das passagens que precisam ser suaves, as nuances das cordas, o empenho dos sopros, não há como não se transportar no tempo e se imaginar nos campos gregos, vendo os faunos e as ninfas descansando ao sol, na beira de rios, o soprar de uma leve brisa… insuperável, em minha opinião.

Maurice Ravel (1875-1937) – Bolero, Rapsodie Espagnole, La Valse, Ma Mère l’Oye Suite, Pavane (Munch, Boston)

01 – Bolero
02 – Rapsodie Espagnole I. Prelude à la nuit
03 – Rapsodie Espagnole II. Malaguena
04 – Rapsodie Espagnole III. Habanera
05 – Rapsodie Espagnole IV. Feria
06 – Pavan for a Dead Princess
07 – La Valse
08 – Mother Goose I. Pavan of the Sleeping Beauty
09 – Mother Goose II. Hop-o-My-Thumb
10 – Mother Goose III. Laideronette, Epress of the Pagodas
11 – Mother Goose IV. Beauty and the Beast Converse
12 – Mother Goose V. The Fairy Garden

Boston Symphony Orchestra
Charles Munch – Conductor

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Charles Munch (1891-1968)

FDP Bach (2010)

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Bach Arias – Ophélie Gaillard, Sandrine Piau, Christophe Dumaux, Emiliano Gonzales Toro, Pulcinella

GaillardAproveitando esta verdadeira overdose de Bach que nosso querido mentor PQPBach está nos trazendo com a integral da obra de nosso Pai musical, trago uma jóia de CD de Ophélie Gaillard. É daqueles cds para serem apreciados aos poucos, pois ele traz tantas belas passagens, que fica até difícil conseguir absorver tudo de uma vez.
A violoncelista francesa é acompanhada pelo conjunto “Pulcinella” e por um trio excepcional de cantores. São árias de cantatas de Bach, interpretadas em um instrumento chamado violoncello piccolo, que tem 3/4 do tamanho do violoncelo barroco tradicional. Consegui informações adicionais sobre esse instrumento no site de Josephine van Lier . 

01 Mein glaubiges Herze, BWV 68
02 Choral Schubler, BWV 645 No. 1
03 Woferne du den edlen Frieden, BWV 41
04 Ich, dein betrubtes Kind, BWV 199
05 Jesus ist ein guter Hirt, BWV 85
06 Ach bleib bei uns, Herr Jesu Christ, BWV 649
07 Ich bin herrlich, ich bin schon, BWV 49
08 Es dunket mich, ich seh dich kommen, BWV 175
09 Choral Schubler, BWV 650 No. 6
10 Bete aber auch dabei, BWV 115
11 Ich furchte nicht des Todes Schrecken, BWV 183
12 Es ist vollbracht, BWV 159
13 Ich ruf’ zu dir, Herr Jesu Christ, BWV 639
14 Schalge doch, gewunschte Stunde, BWV 53

Sandrine Piau – Soprano
Christophe Dumaux – Alto
Emiliano Gonzales Toro – Tenor
Pulcinella
Ophélie Gaillard – Violoncelle piccolo e Direction Musicale

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Ophélie Gaillard – Lembrem desse nome, queridos. Vou trazer outras gravações dela.

Jean Sibelius – Symphonies, Orchestral Works – CD 2 de 5 – Hallé Orchestra, Barbirolli

frontA música de Sibelius, principalmente suas sinfonias, nunca foram minha praia, por assim dizer. E sou obrigado a reconhecer que faltava alguém para me mostrar as qualidades efetivas destas obras. E o maestro inglês Sir John Barbirolli, já adiantado em idade, e um pouco antes de sua morte, realizou essas incríveis leituras destas obras e mostrou efetivamente a beleza de suas melodias e a riqueza de suas orquestrações.

A partir deste segundo CD temos as sinfonias, e começamos muito bem, com Sir John Barbirolli arrebatador com a Hallé Orchestra. Música de gente grande tocada por quem sabe o que está fazendo. Vale cada minuto de sua audição.

01. Symphony No. 1 in E Minor, Op. 39 I. Andante
02. Symphony No. 1 in E Minor, Op. 39 II. Andante
03. Symphony No. 1 in E Minor, Op. 39 III. Scherzo
04. Symphony No. 1 in E Minor, Op. 39 IV. Finale
05. Symphony No. 4 in A Minor, Op. 63 I. Tempo molto moderato
06. Symphony No. 4 in A Minor, Op. 63 II. Allegro
07. Symphony No. 4 in A Minor, Op. 63 III. Tempo largo
08. Symphony No. 4 in A Minor, Op. 63 IV. Allegro

Hallé Orchestra
Sir John Barbirolli – Conductor

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Barbirolli
Sir John Barbirolli (1899-1970)

.:interlúdio:. Hiromi Uehara – Solo Live at Blue Note New York

FrontÉ um assombro o que essa japonesinha faz quando senta na frente de um piano. Vira uma gigante, o piano fica pequeno para ela.
Essas faixas que vos trago foram extraidas de um DVD gravado ao vivo em um templo sagrado do jazz em New York, a Blue Note.  São quase cem minutos de puro virtuosismo, técnica, emoção, feeling, enfim, o que mais os senhores conseguirem captar desta performance. Suas influências estão bem claras, a menina ouviu muito Keith Jarrett, Chick Corea, entre outros tantos gigantes do piano no jazz.  Impossível ficar indiferente.
Novamente gostaria de agradecer ao PQPBach por me ter apresentado essa moça.

01 – BQE
02 – Sicilian Blue
03 – Choux A La Cremea
04 – Green Tea Farm
05 – Capecod Chips
06 – Old Castle, By the River, In the Middle of a Forest
07 – Pachelbel’s Canon
08 – Show City, Show Girl
09 – Daytime in Las Vegas
10 – The Gambler
11 – Place to Be

Hiromi Uehara – Piano

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Não se deixe enganar com este rostinho angelical. Hiromi Uehara se transforma em um leão quando senta no piano.

Jean Sibelius – The Sibelius Edition – CD 1 de 7 – Finlandia – Symphonic Poema, op. 26, Karelia Suite – op. 11, Pohjola´s Daughter – Symphonic Fantasia op. 49, Valse Triste (from Kuolema – Incidental Music op. 44, Lemminkainnen´s Suite

frontDia destes recebi um email de nosso mentor, PQPBach, comentando que neste ano de 2015 comemora-se o aniversário de 150 anos de Jean Sibelius e de Carl Nielsen. Nos pediu então para postarmos obras do dito cujo, pouco presente aqui no blog, diga-se de passagem. Não tenho muita intimidade com sua obra, mas sou apaixonado por seu Concerto para Violino, uma verdadeira obra prima e talvez sua obra mais conhecida. Fui então fuçar meu acervo e encontrei essa integral das sinfonias, além de algumas outras obras orquestrais. O regente é Sir John Barbirolli, um dos maiores regentes ingleses do século XX, à frente da excelente Hallé Orchestra. Como a data de aniversário de Sibelius é dia 8 de dezembro, aos poucos vou trazendo um volume desta bela integral, além de outros cds que possuo com obras do finlandês. Neste primeiro cd temos o famoso poema sinfônico “Finlandia” e a também bem conhecida “Karelia Suite”. Belíssimas obras, que mostram um compositor centrado em sua terra natal, evocando com sua música as paisagens finlandesas e temas folclóricos locais.

1 Finlandia – Symphonic Poema, op. 26
2 Karelia Suite – op. 11 1. Intermezzo
3 2. Ballade
4 3. Alla Marcia
5 Pohjola´s Daughter – Symphonic Fantasia op. 49
6 Valse Triste (from Kuolema – Incidental Music op. 44
7 Lemminkainnen´s Suite – 2. The Swan of Tuonela
8 4 Lemminkainnen´s Return

Hallé Orchestra
Sir John Barbirolli – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concerto nº 5 in E Flat major, op. 73 – Emperor

71p4KBXsj5L._SX425_Recém postei o mesmo Concerto “Imperador” de Beethoven com outro Arthur, só que o Rubinstein. E agora o italiano Arturo Benedetti Michelangeli mostra a que veio ao mundo, e nos traz uma versão quase que imbatível do mesmo concerto, completando o ciclo das gravações dos concertos de Beethoven que realizou com o Giulini:

“Here three Titian’s- Arturo Benedetti Michelangeli, Carlo Maria Giulini, and the Vienna Symphony Orchestra unite in one of the greatest performances of Beethoven’s Emperor Concerto available. Michelangeli’s unparalleled precision aided by Giulini and the Vienna forces lush support particularly in the outer movements is particularly astounding. Deutsche Grammophon’s sound slightly favors the soloist though otherwise fully captures this extraordinary event famously.”

“Ludwig would be proud”
“An “Emperor” that ennobles the listener”
“Aristocratic pianism!”

O primeiro comentário acima é dos editorialistas da amazon, que colocam esta gravação como uma das maiores gravações de todos os tempos deste concerto. Os outros três comentários são de clientes da mesma amazon. E lhes garanto que neste caso aqui a unanimidade não é burra, como apregoava Nelson Rodrigues. Ah, esta gravação foi realizada ao vivo, com direito a palmas e tudo. Preparem seus corações, seu cálice e seu vinho favoritos e sentem-se em suas poltronas favoritas para melhor poderem apreciar, e claro, para serem transportados ao Éden, ao Valhala, ou sei lá qual paraíso que escolherem.

01. Konzert für Klavier und Orchester Nr. 5 Es-Dur, op. 73 I. Allegro
02. Konzert für Klavier und Orchester Nr. 5 Es-Dur, op. 73 II. Adagio un poco mosso –
03. Konzert für Klavier und Orchester Nr. 5 Es-Dur, op. 73 III. Rondo. Allegro

Arturo Benedetti Michelangeli – Piano
Wiener Symphoniker
Carlo Maria Giulini – Conductor

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Michelangeli-Arturo-Benedetti-02
Então, Carlo, vamos botar pra quebrar de novo?

.: interlúdio :. Larry Coryell with Paul Wertico & Marc Egan – Tricycles

FrontCerta vez tive a raríssima oportunidade de assistir a um show de Larry Coryell. Raríssima oportunidade pelo simples fato de ele ter ido tocar em Florianópolis, isso ainda no meio dos anos 90. Foi uma experiência única ter tido a oportunidade de ver ao vivo um de meus guitarristas de jazz favoritos. Desfilou um repertório eclético, indo do fusion ao clássico sem maiores preocupações ou dificuldades. Na época tocava direto em uma determinada rádio FM da cidade sua leitura para o “Bolero” de Ravel. E claro que alguém na platéia solicitou e ele, educadíssimo, acatou a sugestão, nos proporcionando a possibilidade de ouvir uma versão única em violão acústico, sem acompanhamento. E claro que a sua leitura naquele momento era totalmente diferente da versão da rádio, pois era tudo improviso. Foi aplaudido exaustivamente, e lembro de estar em uma das primeiras filas, e ver seu olhar fascinado e intrigado e muito satisfeito, como quem diz, de onde diabos esses caras me conhecem e sabem que gravei o “Bolero” ? Era acompanhado por um trio de jazz baiano, sim, sim, baiano, músicos altamente tarimbados e competentes, mas cientes de que estavam acompanhando uma lenda viva do jazz. Outro momento emocionante foi sua versão, também sem acompanhamento, do clássico “Round´ Midnight” de Thelonius Monk, em sua indefectível guitarra Ibanez semi-acústica.

Esse cd que ora vos trago é bem interessante e curioso pela formação. Paul Wertico e Marc Egan tocaram muito tempo com Pat Metheny, ou seja, são músicos muito experientes.  Ele desfile releituras de obras próprias, como “Dragon Gate” e “Space Revisited”, de sua época eletrificada, e novamente nos brinda com uma leitura absolutamente estonteante e surpreendente de “Round´Midnight”, desta vez contando com a cumplicidade de Egan e Wertico. Ah, e concluem o cd com Beatles. Versátil o rapaz, não acham?

Em outras palavras, um CD “IM-PER-DÍ-VEL !!!” para os fãs do guitarrista e da boa música. Papa finíssima, diria um amigo meu.

01 – Immer Geradeaus
02 – Dragon Gate
03 – Good Citizen Swallow
04 – Tricycles
05 – Stable Fantasy
06 – Spaces Revisited
07 – Round Midnight
08 – Three Way Split
09 – Well You Needn’t
10 – She’s Leaving Home


Larry Coryell – Guitar
Marc Egan – Bass
Paul Wertico – Drums

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Larry Coryell

 

 

Cesar Franck – Symphony in D, Symphonic Variations – Giulini, Paul Crossley, Wiener Philharmoniker

61PT6A3AV6LEssa belíssima sinfonia apareceu muito pouco aqui no PQPBach. Na verdade, nem lembro se já a postei, ou se algum outro colega o tenha feito. Estive ouvindo essa sinfonia nesta tarde chuvosa em uma gravação antiga de Pierre Monteux, realizada ainda nos anos 40, mas a qualidade da gravação era muito ruim, por isso então resolvi trazer outra leitura mais moderna, novamente com o italiano Carlo Maria Giulini regendo a Filarmônica de Viena.
Nesta obra Cesar Franck não nega sua influência wagneriana. A abertura da obra, um movimento lento belíssimo, poderia perfeitamente abrir alguma ópera de Wagner. Mas a obra logo adquire personalidade própria dando voz a Franck. Lindas passagens, românticas, densas, outras mais leves. E como não poderia deixar de ser, novamente Giulini deixa a sua marca, realizando umas das melhores gravações desta sinfonia nos últimos anos. Lembram dos Bruckner que eu trouxe há algum tempo atrás com esse mesmo maestro? Pois então, estas gravações foram realizadas neste mesmo período final da vida do maestro.
Paul Crossley fecha o cd com chave de ouro sentado ao piano, tocando as Variações Sinfônicas para Piano e Orquestra, sempre acompanhado por essa fenomenal orquestra dirigida por um dos grandes nomes da regência do século XX.

01. Symphony in D – I. Lento – Allegro non troppo
02. Symphony in D – II. Allegretto – attacca
03. Symphony in D – III. Allegro non troppo
04. Symphonic Variations

Paul Crossley – Piano
Wiener Philharmoniker
Carlo Maria Giulini – Conductor

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Ludwig van Beethoven – Piano Concerto nº5, “Emperor”, Piano Sonata nº 18 in E Flat, op. 31-3

20 (1)Segundo o Dicionário Aurélio, entre outras tantas definições dadas para a palavra gênio, uma que se encaixa bem no que pretendo expor é “Altíssimo grau, ou o mais alto, de capacidade mental criadora, em qualquer sentido”, ou então “indivíduo de extraordinária potência intelectual”. Creio que ambas as definições  se encaixam perfeitamente à Arthur Rubinstein, um indívíduo que esteve sempre à frente de seu tempo, e que soube como poucos transmitir emoções indescritíveis quando sentava-se frente a um piano. Sempre digo que existem músicos e “músicos”. Dentro desta segunda categoria, incluo facilmente Rubinstein, Heifetz e Oistrakh, a minha trinca de ouro, meus instrumentistas favoritos, aqueles que estiveram à frente no seu tempo, e que continuam até hoje a influenciar dezenas de novos músicos.

Arthur Rubinstein viveu noventa e cinco anos, quase um século, e até o final da vida, manteve-se fiel ao seu instrumento, realizando recitais no mundo inteiro, mesmo depois de completar noventa anos de idade. Tinha uma memória incrível e uma postura clássica impecável quando estava sentado em frente ao seu companheiro fiel. Olhos fechados, concentração absoluta.

Esta gravação que ora vos trago foi realizada entre 1975 e 1976, quando já estava chegando nos noventa anos. Não é a minha gravação favorita do Concerto Imperador entre as diversas que ele realizou no correr de sua vida (conheço cinco), mas mesmo assim, podemos identificar aqui sua genialidade. Ele impera soberano. O então jovem Daniel Baremboim apenas faz a sua parte, sem intervir muito, conduzindo a Filarmônica de Londres com a devida cautela, digamos assim. É assim que devemos nos portar diante de alguém que está em um degrau acima, alguém que admiramos a vida inteira, e que de repente, nos dá a oportunidade de acompanhá-lo. Lembro-me de uma frase, retirada de uma carta de Isaac Newton que diz que ” If I have seen further it is by standing on the shoulders of Giants.”.  Em uma tradução livre, “Se vi mais longe foi por estar de pé sobre ombros de gigantes”.

São estes os gigantes que nos guiam, que nos orientam, mesmo que seja “apenas” tocando piano.

1 Beethoven Piano Concerto No.5 in E-flat, Op.73 ‘Emperor’ – I. Allegro
2 Beethoven Piano Concerto No.5 in E-flat, Op.73 ‘Emperor’ – II. Adagio un poco
3 Beethoven Piano Concerto No.5 in E-flat, Op.73 ‘Emperor’ – III. Rondo. Allegro
4 Beethoven Piano Sonata No.18 in E-flat, Op.31, No.3 – I. Allegro
6 Beethoven Piano Sonata No.18 in E-flat, Op.31, No.3 – III. Menuetto. Moderato
7 Beethoven Piano Sonata No.18 in E-flat, Op.31, No.3 – IV. Presto con fuoco

Arthur Rubinstein – Piano
London Philharmonic Orchestra
Daniel Baremboim – Conductor

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Lorin Maazel Conducts Wagner – Lorin Maazel & Berliner Philharmoniker

45 (1)Sim, eu sei, faz tempo que Wagner não aparece por aqui. Não que a gente não goste dele aqui no PQPBach, mas dá tanto trabalho postar suas óperas que acabamos deixando para outras ocasiões. Já pensei em iniciar um ciclo Wagner, trazendo todas suas óperas, mas só de lembrar do trabalhão que vai dar, sinto um arrepio na espinha e acabo adiando o projeto.

Então para matar as saudades, resolvi trazer um delicioso cd com suas aberturas e prelúdios. O maestro escolhido foi Lorin Maazel, recentemente falecido, frente à Filarmônica de Berlim. Diversão garantida, não acham?

01. Wagner: Tannhauser – I. Overture
02. Wagner: Tannhauser – II. Bacchanale
03. Wagner: Die fliegende Hollander: Overture
04. Wagner: Lohengrin: Prelude to Act 1
05. Wagner: Gotterdammerung: Siegfried’s Funeral March
06. Wagner: Tristan und Isolde – I. Prelude
07. Wagner: Tristan und Isolde – II. Isolde´s Liebestod

Waltraud Meier – Mezzo Soprano
Berliner Philharmoniker
Lorin Maazel – Conductor

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.: interlúdio :. Hiromi Uehara – Alive, The Stanley Clarke Trio – Jazz in the Garden – Clarke, Uehara, White

folderFiquei tão impressionado com os cds da Hiromi Uehara que foram postados por aqui recentemente que fui atrás de maiores informações sobre a mocinha, e claro, atrás de outros cds. E encontrei essas outras duas pérolas.  Achei outros, mas vamos ver como será a recepção dos senhores para estes dois, aí quem sabe, trago outros.
Graças ao seu talento, Hiromi Uehara consegue reunir os melhores músicos para tocarem em seus discos, e foi meio que “apadrinhada” por Chick Corea, com quem gravou um cd de duos. E aqui nestes dois cds que ora vos trago ela toca com outras lendas do jazz, como Stanley Clarke e Lenny White, sem esquecer, é claro, de Simon Phillips e de Anthony Jackson. E os dois cds tem a mesma formação de Piano Jazz Trio.

Alive – The Trio Project Featuring Anthony Jackson & Simon Phillips

01 – Alive
02 – Wanderer
03 – Dreamer
04 – Seeker
05 – Player
06 – Warrior
07 – Firefly
08 – Spirit
09 – Life Goes On

Hiromi Uehara – Piano
Anthony Jackson – Bass
Simon Phillips – Drums

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Jazz In The GardenJazz in the Garden – The Stanley Clarke Trio with Hiromi Uehara & Lenny White

01. Paradigm Shift (Election Day 2008)
02. Sakura Sakura
03. Sicilian Blue
04. Take The Coltrane
05. 3 Wrong Notes
06. Someday My Prince Will Come
07. Isotope
08. Bass Folk Song No 5 & 6
09. Global Tweak
10. Solar
11. Brain Training
12. Under The Bridge

Stanley Clarke – Bass
Hiromi Uehara – Piano
Lenny White – Drums

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.:interlúdio:. Bill Bruford’s Earthworks – Footloose & Fancy Free

415MPTYT9VLPara os fãs do rock progressivo e principalmente do “Yes”, e que conhecem a carreira de Bill Bruford esse cd não chega a ser uma surpresa, ao contrário, só reforça a admiração por este fantástico baterista, que circula do rock progressivo para o jazz sem muito trabalho.
Já tenho esse cd duplo gravado ao vivo há alguns anos e não canso de ouvi-lo. É de um bom gosto indiscutível, com músicos de altíssimo nível, e Bruford sempre impecável no comando das baquetas.

Disc One

1. Footloose and Fancy Free
2. If Summer Had its Ghosts
3. A Part, and Yet Apart
4. Triplicity
5. Come to Dust
6. No Truce with the Furies
7. The Wooden Man Sings, and the Stone Woman Dances
Disc Two
1. Revel Without a Pause
2. Never the Same Way Once
3. Original Sin
4. Cloud Cuckoo Land
5. Dewey-Eyed, then Dancing
6. The Emperor’s New Clothes
7. Bridge of Inhibition

Patrick Clahar – Tenor and soprano saxophones
Steve Hamilton – Piano
Mark Hodgson – Bass
Bill Bruford – Drums

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Restaurado – Robert Schumann – The Four Symphonies – George Szell – The Cleveland Orchestra

51FQB9+aAfLA Coleção “Masterworks Heritage” do selo CBS é o equivalente à “Originals” da Deutsche Grammophon, ou seja, procura reunir as melhores gravações que o conceituado selo norte americano lançou até ser vendido para a japonesa Sony. Felizmente os japoneses preservaram estas gravações. Nas próximas postagens trarei alguns destes tesouros da indústria fonográfica.

E vou começar com um peso pesadíssimo, um arrasa quarteirão, um blockbuster, eu diria: as quatro sinfonias de Schumann nas competentíssimas mãos de George Szell, em seus gloriosos tempos frente à The Cleveland Orchestra. Com certeza uma das melhores gravações já realizadas destas sinfonias.

Divirtam-se pois isso aqui é papa finíssima, como diria um amigo meu.

CD 1

01. Symphony No. 1 – I. Andante un poco maestoso
02. II. Larghetto
03. III. Scherzo
04. IV. Allegro animato e grazioso
05. Symphony No. 2 – I. Sostenuto assai – Allegro ma non troppo
06. II. Scherzo
07. III. Adagio espressivo
08. IV. Allegro molto vivace

CD 2

01. Symphony No. 3 – I. Lebhaft
02. Symphony No. 3 – II. Scherzo – Sehr massig
03. Symphony No. 3 – III. Nicht schnell
04. Symphony No. 3 – IV. Feierlich
05. Symphony No. 3 – V. Lebhaft
06. Symphony No. 4 – I. Ziemlich langsam – Lebhaft
07. Symphony No. 4 – II. Romanze – Ziemlich langsam
08. Symphony No. 4 – III. Scherzo – Lebhaft
09. Symphony No. 4 – IV. Langsam – Lebhaft
10. ‘Manfred’ Overture

The Cleveland Orchestra
George Szell – Conductor

CD 1 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

[restaurado por Vassily em 26/5/2020]

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Violin Concerto, Romances for Violin and Orchestra, Accardo, Giulini, La Scala Philharmonic Orchestra

CoverTalvez esta seja a versão mais longa que já ouvi deste concerto de Beethoven. Até conhecê-la, era a versão de Nigel Kennedy, gravada com Klaus Tenstedt a campeã. Mas independente de tempos escolhidos pelo maestro e pelo seu solista, o que temos aqui é uma possibilidade de leitura que a muita gente pode parecer estranho. 25 minutos para o primeiro movimento pode até parecer uma eternidade.

A leveza e a sofisticação da regência de Giulini, já no final de sua vida, é bom lembrar, mostra nuances e detalhes da orquestração que podem passar desapercebidas em outras gravações com o andamento mais rápido. É como se Giulini e a excelente Filarmônica do Teatro Scala aproveitassem para explorar cada nota em toda a sua extensão. E Salvatore Accardo, com sua maestria de sempre, mostra-se totalmente à vontade em tocar seu violino com essa concepção diferente. Deixa de lado a técnica apuradíssima que sabemos possuir para nos envolver totalmente, às vezes parecendo um tanto quanto displicente, como comentou um cliente da Amazon. Não há pressa nenhuma. Apenas se utilizou de um caminho mais longo para chegar ao destino. Curiosamente, quando vi os nomes envolvidos nesta gravação, pensei, puxa, o que todo esse bando de italianos vai fazer com o sacrossanto concerto de Beethoven? Deve ser incendiária. Mas depois de ouvir atentamente, pensei com meus botões novamente: O que Carlo Maria Giulini e Salvatore Accardo ainda precisam provar? Já cumpriram e muito bem o seu “dever” na terra. Vamos então dar-lhes a oportunidade de mostrar outras facetas da genialidade de Beethoven.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Violin Concerto, Romances for Violin and Orchestra

1 Concerto for Violin and Orchestra in D major,Op.61, I. Allegro ma non troppo
2 Concerto for Violin and Orchestra in D major,Op.61, II. Larghetto
3 Concerto for Violin and Orchestra in D major,Op.61, III. Rondo.  Allegro
4 Romance for Violin and Orchestra No.1 in D major,Op.40
5 Romance for Violin and Orchestra No.2 in F major,Op.50

Salvatore Accardo – Violin
La Scala Philharmonic Orchestra
Carlo Maria Giulini – Conductor

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Sergei Prokofiev (1891-1953) – Piano Concerto nº 2 – Kissin, Ashkenazy, PO, Gutierrez, Tennstedt, BPO

71oZxLJ2oWL._SL1417_É difícil dizer qual é o meu concerto favorito para piano de Prokofiev. Fico sempre pendendo entre o segundo e o terceiro. Ambos tem momentos absolutamente brilhantes, passagens de um nível técnico altíssimo. Talvez eu penda minha balança para o Concerto de nº 2 de Prokofiev, mas com certeza ambos estão entre os meus Top 10, entre os meus concertos para piano compostos para este instrumento. E facilmente o coloco ao lado de outros monumentos da literatura pianística, como o “Imperador” de Beethoven ou o Segundo Concerto de Brahms.
5144VsDqZsLHoje vou propor uma brincadeirinha com os senhores. Duas gravações bem diferentes do mesmo concerto de nº 2 de Prokofiev, tocados por dois pianistas oriundos de escolas bem diferentes. Um de sangue latino, quente, que faz derreter as teclas do seu piano, outro de sangue russo, mais contido e técnico, cerebral. Um embate clássico entre a razão x emoção. E curiosamente, duas gravações realizadas ao vivo, frente a uma platéia, ou seja, errou, errou, não tem como consertar. Não se trata de saber qual a melhor, e sim identificar as diferenças entre as interpretações. Claro que inconscientemente faremos nossas escolhas. Ah, em um caso, temos uma orquestra inglesa com um regente russo, em outro caso a orquestra e o regente são alemães.

Façam as suas escolhas.

01 – Klavier Konzert Nr. 2 in G minor – I. Andantino – Allegretto
02 – II. Scherzo – Vivace
03 – III. Intermezzo – Allegro Moderato
04 – IV. Finale – Allegro tempestoso

Evgeny Kissin – Piano
Philarmonia Orchestra
Wladimir Ashkenazy – Conductor

04 Klavier Konzert Nr. 2 in G minor – I. Andantino – Allegretto
05 – II. Scherzo – Vivace
06 – III. Intermezzo – Allegro Moderato
07 – IV. Finale – Allegro tempestoso

Horacio Gutierrez – Piano
Berliner Philharmoniker
Klaus Tennstedt – Conductor

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FDPBach

Astor Piazzolla – Tracing Astor – Gidon Kremer & Kremerata Baltica

FrontAstor Piazzolla é meio que unanimidade aqui no PQPBach. Todos amamos sua música incondicionalmente. Desde a primeira vez que o ouvi, em seu magnífico disco com Amelita Baltar, onde tocavam “Balada de un Loco” foi paixão a primeira audição. O velho LP ainda está guardado ali na estante, mas estou sem um toca discos decente para ouvi-lo.
O violinista Gidon Kremer abraçou a causa “Piazzolla” há alguns anos e já lançou alguns cds onde interpreta a obra do compositor argentino, não sei dizer quantos. Um deles, inclusive, cheguei a postar por aqui. Mas o curioso é como um lituano, Kremer, conseguiu compreender a obra de um argentino compositor de tangos, uma música que necessita de sangue, suor e lágrimas para interpretá-la.
Esse CD que ora vos trago foi lançado em 2001. Emocionante e delicado como não deveria deixar de ser um CD com obras de Piazzolla, ou mesmo inspiradas nele. Destaco a magnífica “”Chuiquilín de Bachin”, interpretado por um trio de cordas, mas que tem a participação mais que especial de Horacio Ferrer, um dos letristas favoritos de Piazzolla. O inconfundível sotaque porteño na voz de Ferrer é no mínimo, emocionante. Espero que apreciem.

1 La Calle 92
Ula Ulijona – viola
Marta Sudraba – Cello

2-4 Tango – Etudes
Gidon Kremer – Violin

5 Chiquilín de Bachin
Horacio Ferrer – Voice
Gidon Kremer – Violin
Ula Ulijona – Viola
Marta Sudraba – Cello

6 Rio Sena
Gidon Kremer – Violin
Ula Ulijona – Viola
Marta Sudraba – Cello

7-9 Tango – Etudes
Gidon Kremer – Violin

10 Viollonceles, Vibrez!
Marta Sudraba & Sol Gabetta – Cellos

11 Milonga sin Palabras
Gidon Kremer – Violin
Ula Ulijona – Viola
Marta Sudraba – Cello

12 Tracing Astor
Gidon Kremer – Violin
Ula Ulijona – Viola
Marta Sudraba – Cello
Leonid Desyatnikov – Piano

13 All in the Past (Remembering Oskar Strock) for Violin & Strings
Gidon Kremer – Violin
Kremerata Baltica

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Inside red
Gidon Kremer cercado de beldades muito talentosas e Astor Piazzolla em ação

 

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Violin Concertos – Carmignola, Concerto Köln

Concerto Koln & Giuliano Carmignola - Bach Violin Concertos (2014)Confesso que eu estava ansioso aguardando esta gravação. O incrível violinista italiano Giuliano Carmignola, um dos grandes nomes do violino barroco da atualidade, encara os Concertos para Violino de Papai Johann.

Já perdi as contas de quantas gravações já ouvi destes concertos. Mas aí reside uma das qualidades da genialidade de Bach: cada intérprete consegue extrair algo novo da obra, por mais gravada, estudada ou interpretada que ela seja. Cada cabeça, uma sentença, cada solista, uma leitura diferente, uma solução diferente. Mullova e Rachel Podger, só para citar duas violinistas contemporâneas, optaram por grupos orquestrais mínimos, dando destaque para o instrumento solista. Carmignola obviamente dá destaque para o violino, mas não esquece da genial orquestração que papai Johann escreveu para estas obras.

Giuliano Carmignola juntou-se ao excelente conjunto Concerto Köln, um dos principais conjuntos de câmara alemães, e que já estão na ativa há décadas. O sangue quente italiano aliou-se ao espírito crítico, austero e por vezes ríspido do sangue alemão, e curiosamente o italiano se conteve em seus virtuosismos. Sua interpretação é correta, coerente, nos oferecendo uma opção diferente por exemplo, da já citada Rachel Podger, em minha opinião, um tanto quanto radical em suas escolhas, mas também excelente.

Não temo em considerar esse CD IM-PER-DÍ-VEL!! por trazer novos horizontes a estes concertos já tão gravados. Mostra um intérprete no apogeu de sua maturidade artística.

Trata-se de um cd para os senhores apreciarem de preferência sentados em suas melhores poltronas, apreciando cada detalhe, cada nuance destas obras primas do repertório violinístico.

01. Violin Concerto No.1 In A Minor, BWV 1041 1. (Allegro moderato)
02. Violin Concerto No.1 In A Minor, BWV 1041 2. Andante
03. Violin Concerto No.1 In A Minor, BWV 1041 3. Allegro assai
04. Violin Concerto No.2 In E, BWV 1042 1. Allegro
05. Violin Concerto No.2 In E, BWV 1042 2. Adagio
06. Violin Concerto No.2 In E, BWV 1042 3. Allegro assai
07. Double Concerto For 2 Violins, Strings, And Continuo In D Minor, BWV 1043 1. Vivace
08. Double Concerto For 2 Violins, Strings, And Continuo In D Minor, BWV 1043 2. Largo ma non tanto
09. Double Concerto For 2 Violins, Strings, And Continuo In D Minor, BWV 1043 3. Allegro
10. Concerto For Violin, Strings And Continuo In G Minor, BWV 1056 – Reconstruction 1. Allegro
11. Concerto For Violin, Strings And Continuo In G Minor, BWV 1056 – Reconstruction 2. Largo
12. Concerto For Violin, Strings And Continuo In G Minor, BWV 1056 – Reconstruction 3. Presto
13. Concerto For Violin, Strings And Continuo In D Minor, BWV 1052 – Reconstruction 1. Allegro
14. Concerto For Violin, Strings And Continuo In D Minor, BWV 1052 – Reconstruction 2. Adagio
15. Concerto For Violin, Strings And Continuo In D Minor, BWV 1052 – Reconstruction 3. Allegro

Giuliano Carmignola – Violin
Mayumi Hirasaki – Second Violin on BWV 1043
Concerto Köln

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FDPBach

Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Concertos, Orchestral Suites, Chamber Symphonies – CDs 7, 8 e 9 de 9 – Mullova, Kremer, Schiff, et all.

Box FrontVamos concluir então essa excelente coleção com as obras de Shostakovich, com mais grandes nomes envolvidos em sua gravação.
Temos o segundo concerto para piano, com a brasileira Cristina Ortiz, os concertos para violino nas mãos de Viktoria Mullova e Gidon Kremer, e o concerto para violoncelo, com o Heinrich Schiff, sendo o filho de Shostakovich, Maxim, o regente junto à Orquestra da Rádio Bávara. Não posso esquecer de Rudolf Barshai com outra de suas orquestrações dos quartetos de corda, e o incansável Vladimir Ashkenazy, um dos maiores especialistas em Shostakovich. Só tem feras por aqui.
Achei a recepção desta coleção um tanto quanto morna, achei que teria mais downloads. Creio que algumas destas obras nunca tinham aparecido por aqui. Mas tudo bem, não podemos satisfazer a todos. A música deste grande compositor russo ainda é um tanto quanto desconhecida para nós daqui do sul do Equador,

CD 7

01. Festival Overture, Op.96

02. Piano Concerto No.2 in F, Op.102 – Allegro
03. Piano Concerto No.2 in F, Op.102 – Andante
04. Piano Concerto No.2 in F, Op.102 – Allegro

Cristina Ortiz – Piano

05. Five Fragments, Op.42 – Moderato
06. Five Fragments, Op.42 – Andante
07. Five Fragments, Op.42 – Largo
08. Five Fragments, Op.42 – Moderato
09. Five Fragments, Op.42 – Allegretto

Royal Philharmonic Orchestra
Vladimir Ashkenazy – Conductor

10. Symphony for Strings and Woodwinds Op.73A (orch. Barshai) – Allegretto
11. Symphony for Strings and Woodwinds Op.73A (orch. Barshai) – Moderato com moto
12. Symphony for Strings and Woodwinds Op.73A (orch. Barshai) – Allegro non troppo
13 Symphony for Strings and Woodwinds Op.73A (orch. Barshai) – Adagio – attaca
14 Symphony for Strings and Woodwinds Op.73A (orch. Barshai) – Moderato

Chamber Orchestra of Europe
Rudolf Barschai – Conductor

15. 15. October – Symphonic Poem, Op.131

Royal Philharmonic Orchestra
Vladimir Ashkenazy – Conductor

CD 8

01. Violin Concerto No. 1 in A minor, Op. 99 I. Nocturne Moderato
02. Violin Concerto No. 1 in A minor, Op. 99 II. Scherzo Allegro
03. Violin Concerto No. 1 in A minor, Op. 99 III. Passacaglia Andante
04. Violin Concerto No. 1 in A minor, Op. 99 IV. Burlesque Allegro con brio – Presto

Viktoria Mullova – Violin
Royal Philharmonic Orchestra
Andre Previn – Conductor

05. Violin Concerto No. 2 in C sharp minor, Op. 129 I. Moderato
06. Violin Concerto No. 2 in C sharp minor, Op. 129 II. Adagio
07. Violin Concerto No. 2 in C sharp minor, Op. 129 III. Adagio – Allegro

Gidon Kremer – Violin
Boston Symphony Orchestra
Seiji Ozawa – Conductor

CD 9

01. Cello Concerto No. 1, Op. 107 I. Allegretto
02. Cello Concerto No. 1, Op. 107 II. Moderato
03. Cello Concerto No. 1, Op. 107 III. Cadenza
04. Cello Concerto No. 1, Op. 107 IV. Allegro Con Moto
05. Cello Concerto No. 2, Op. 126 II. Allegretto
06. Cello Concerto No. 2, Op. 126 III. Allegretto

Heinrich Schiff – Cello
Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks
Maxim Shostakovich – Conductor

CD 7 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 8 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 9 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Concertos, Orchestral Suites, Chamber Symphonies – Cds 4, 5 e 6 de 9

Box FrontMinhas férias estão acabando, e isso significa que o tempo disponível para preparar postagens também. Por isso, tenho de deixar as coisas mais ou menos preparadas, ainda mais que já há algum tempo apenas eu e PQPBach estamos envolvidos nas postagens. Monge Ranulfus de vez em quando colabora, de acordo com seu tempo disponível, assim como Mestre Avicenna.
Vou acelerar então um pouco as postagens e trazer três cds de uma só vez desta coleção do Shostakovich. E a partir de agora as coisas começam a ficar melhor, se é que se pode melhorar o que já está bom.

CD 4

1 Chamber Symphony Op.110A – 1. Largo
2 Chamber Symphony Op.110A – 2. Allegro Molto
3 Chamber Symphony Op.110A – 3. Allegretto
4 Chamber Symphony Op.110A – 4. Largo
5 Chamber Symphony Op.110A – 5. Largo
6 Symphony for Strings Op.118A – 1. Andante
7 Symphony for Strings Op.118A – 2. Allegretto Furioso
8 Symphony for Strings Op.118A – 3. Adagio
9 Symphony for Strings Op.118A – 4. Allgretto – Andante
10 Chamber Symphony Op.83A – 1.Allegretto
11 Chamber Symphony Op.83A – 2. Andantino
12 Chamber Symphony Op.83A – 4. Allegretto
13 Chamber Symphony Op.83A – 3. Allegretto

Chamber Orchestra of Europe
Rudolf Barshai

CD 5

1 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – I. Introduction and night patrol
2 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – II. Funeral march
3 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – III. Flourish and dance music
4 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – IV. The hunt
5 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – IX. Ophelia’s song
6 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – V. Pantomime of the actors
7 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – VI. Procession
8 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – VII. Musical pantomime
9 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – VIII. Banquet
10 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – X. Cradle song
11 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – XI. Requiem
12 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – XII. Tournament
13 Hamlet – Suite, op.32a from the film music – XIII. Fortinbras’s march
14 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – I. Overture
15 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – II. Bureaucrat’s dance
16 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – III. Drayman’s dance
17 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – IV. Tango
18 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – V. Intermezzo
19 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – VI. The colonial slavegirl’s dance
20 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – VII. The Yes-Man
21 The Bolt – Suite, op.27a from the ballet – VIII. General dance and apotheosis
22 The Golden Age – Suite, op.22a – I. Introduction
23 The Golden Age – Suite, op.22a – II. Adagio
24 The Golden Age – Suite, op.22a – III. Polka
25 The Golden Age – Suite, op.22a – IV. Dance

Gothenburg Symphony Orchestra
Neeme Järvi – Conductor

CD 6

1 Overture on Russian and Kirghiz Folk Themes, Op.115

Royal Concertgebow Orchestra
Bernard Haitink – Conductor

2 The Song of the Forests, Op.81 – When the War Ended
3 The Song of the Forests, Op.81 – We will clothe our homeland with forests
4 The Song of the Forests, Op.81 – Memories of the Past
5 The Song of the Forests, Op.81 – The Pioneers Plant the Forest
6 The Song of the Forests, Op.81 – The Young Communists go Forth
7 The Song of the Forests, Op.81 – A walk in the future
8 The Song of the Forests, Op.81 – Glory

Mikhail Kotliarov – Tenor
NIkita Storojev – Bass

9 Funeral and Triumphal Prelude, op.130

New London Children´s Choir
Brigthon Festival Chorus
Royal Philharmonic Orchestra
Vladimir Ashkenazy – Conductor

10 The Execution of Stepan Razin, op.119

Siegfried Vogel – Bass
Rundfunkchor Leipzig
Radio-Sinfonie-Orchester Leipzig
Herbert Kegel – Conductor

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CD 5 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

CD 6 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Antonio Vivaldi (1678-1741) – 12 Concerti, op 7 – Accardo, Heinz Holliger, I Musici

CaratulaNestas minhas merecidas férias tenho aproveitado para colocar em dia a audição de alguns cds que, apesar de me serem muito queridos, ainda os ouço com pouca frequência devido às atribulações do dia a dia. Esta coleção do I Musici interpretando Vivaldi é um destes casos. Já a tenho há alguns anos, mas raramente à ouço. Fica esquecida num canto da estante, e em um belo momento, a recupero.

O op. 7 traz dez concertos para violino e dois para oboé. Mais uma vez o destaque aqui são os solistas, Salvatore Accardo e Heinz Holliger, dois gigantes em seus instrumentos. Beleza, sensibilidade, técnica, virtuosismo, são alguns dos adjetivos que eu poderia aplicar, mas são desnecessários, diria até mais, redundantes. Por isso, vamos ao que viemos.

CD 1
1-3 Concerto nº1 in B flat RV 465 for oboe
4-6 Concerto nº2 in C RV 188 for violin
7-9 Concerto nº3 in G minor RV 326 for violin
10-12 Concerto nº4 in A minor RV 354 for violin
13-15 Concerto nº5 in F flat RV 285a for violin
16-18 Concerto nº6 in B flat RV 374 for violin

CD 2

1-3 Concerto nº7 in B flat RV 464 for oboe
4-6 Concerto nº8 in G RV 299 for violin
7-9 Concerto nº9 in B flat RV 373 for violin
10-12 Concerto nº10 in F flat RV 294a for violin
13-15 Concerto nº11 in D RV 208a for violin
16-18 Concerto nº12 in D RV 214 for violin

Heinz Holliger – Oboe
Salvatore Accardo – Violin
I Musici

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