F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 44, 28 e 49

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 44, 28 e 49

A partir do som mais ou menos, podemos quase garantir que se tratam de velhas gravações da Melodiya, o que não significa que sejam ruins. A interpretação é boa e elegante, com aquele entusiasmo contido e a alegria que convêm à Haydn. Claro que as sinfonias mostram mais uma vez o modelo clássico formatado pela Escola de Mannheim e consolidado por Haydn, sempre dividido em 4 partes. O primeiro movimento pode ser uma música de caráter ligeiro, um allegro por exemplo. Alguns primeiros movimentos possuem uma curta introdução de caráter mais grave. O segundo movimento é a parte lenta e reflexiva da obra. O terceiro movimento é conhecido como minueto. É a música mais dançável da obra. Estes dois últimos movimentos podem ter invertidas suas ordens. O quarto e último movimento (finale) tem características semelhantes à do primeiro movimento, mas aqui o caráter é habitualmente triunfante, daquele tipo que busca o aplauso. Sim, há que considerar o ambiente dos concertos. As sinfonias? Sim, são ótimas!

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 44, 28 e 49

01. Symphony No.44_ I. Allegro con brio
02. II. Menuetto. Allegretto. Canone in diapason
03. III. Adagio
04. IV. Finale. Presto

05. Symphony No.28_ I. Allegro di molto
06. II. Poco Adagio
07. III. Menuet. Allegro molto
08. IV. Presto assai

09. Symphony No.49_ I. Adagio
10. II. Allefro di molto
11. III. Menuetto
12. IV. Finale. Presto

The Moscow Chamber Orchestra

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Bach, Beethoven, Mozart e Haydn na cerveja
Bach, Beethoven, Mozart e Haydn na cerveja

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F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco agradabilíssimo, onde temos o extraordinário Trio Nº 39 – e três outros –tocado da forma como se deve: bem cigana, conforme indica a capa do CD de Minasi e sua turma. Homem simpático, organizado e querido por todos, Haydn, o pai do classicismo musical vienense, é muitas vezes considerado “menor”. Erro. Vamos a uma historinha contada pelo pessoal da Deutsche Welle?

Ao falecer aos 77 anos de idade, em 31 de maio de 1809, em Viena, Joseph Haydn era o mais popular e, sem dúvida, também um dos mais abastados compositores da Europa. Sua música era executada em todo o continente, o público aclamava cada nova obra com entusiasmo. Altezas imperiais convidavam à sua mesa o filho de um artesão e de uma cozinheira. Como os tempos eram de instabilidade política, somente duas semanas após seu sepultamento, em 1º de junho, no cemitério de Hundsthurm, pode ser realizada uma cerimônia na igreja Schottenkirche. A missa foi solenemente acompanhada pelo Réquiem de Mozart.

O CRÂNIO FURTADO

No entanto, o que aconteceria em seguida com os restos mortais de Haydn pertence à categoria do grotesco. Um conhecido seu, Joseph Carl Rosenbaum, era adepto da frenologia, doutrina criada pelo médico alemão Franz Joseph Gall. Entre outros aspectos, ela se baseava na forma craniana para analisar o talento e a inteligência de uma pessoa.

Naquele junho mesmo, Rosenbaum abriu o túmulo do compositor e roubou sua cabeça. Somente em 1820, quando os Esterházy se propuseram a transferir os restos mortais, deu-se por sua falta. Descoberto em 1895, o crânio do venerável compositor foi guardado como relíquia durante décadas pela Sociedade dos Amantes da Música de Viena.

Não foi antes de 1954 que a cabeça pôde unir-se ao corpo, num magnífico sarcófago, no mausoléu mandado construir pela família de seus empregadores, os nobres Esterházy, na Bergkirche de Eisenstadt.

Pois é. Haydn perdeu a cabeça por séculos.

F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

1 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: I. Andante
2 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: II. Poco adagio
3 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: III. Rondo a l’Ongarese. Presto

4 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: I. Allegro moderato
5 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: II. Menuetto
6 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: III. Finale. Presto

7 Piano Trio No. 26 in C Minor, Hob. XV:13: I. Andante
8 Piano Trio No. 26 in C Minor, Hob. XV:13: II. Allegro spiritoso

9 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: I. Moderato
10 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: II. Menuetto
11 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: III. Finale. Presto

Riccardo Minasi, violino
Maxim Emelyanychev, piano
Federico Toffano, violoncelo

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Uma imagem da cobiçada cabeça de Haydn
Uma imagem da cobiçada cabeça de Haydn

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Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco para sua discoteca básica. Haydn tinha 24 anos quando Mozart nasceu. Foram amigos, chegaram a tocar lado a lado Quintetos do segundo e, bem, Haydn sobreviveu ao amigo. Haydn foi professor de Beethoven. Era uma pessoa super deboas. Achava os dois jovens muito melhores do que ele. Aqui, temos o mestre que consolidou a forma sonata no primeiro movimento, depois um movimento lento, minueto e allegro final. O “Poco adagio” do Quarteto Imperador é apenas o hino da Alemanha. É um tremendo quarteto, grande música. O Sunrise também é belíssimo — melhor minueto ever. E depois temos seu talentoso pupilo no melhor Quarteto dos seis do notável Op. 18. As concepções do Quartetto Italiano (ativos entre 1945 e 1980) envelheceram um bocado, mas, puxa, ainda estão em ótimo estado.

Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

Haydn — String Quartet No. 62 in C major (‘Emperor’), Op. 76/3, H. 3/77:
1. Allegro
2. Poco adagio, cantabile
3. Menuetto (Allegro)
4. Finale (Presto)

String Quartet No. 63 in B flat major (‘Sunrise’), Op. 76/4, H. 3/78:
5. Allegro con spirito
6. Adagio
7. Menuetto (Allegro)
8. Finale (Allegro ma non troppo)

Beethoven — String Quartet No. 5 in A major, Op. 18/5:
9. Allegro
10. Menuetto
11. Andante cantabile
12. Allegro

Quartetto Italiano

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O Quartetto Italiano
O Quartetto Italiano

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Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Muitas vezes chamado de “Pai do Quarteto de Cordas” (sem mencionar da sinfonia), foi com este conjunto de 6 Quartetos, Op. 33, que Haydn realmente começou a fazer sua marca única e singular no gênero. O conjunto é frequentemente denominado coletivamente como os quartetos “russos”, já que foram dedicados a um nobre russo. Eles também foram os quartetos que inspiraram Mozart a escrever seus chamados “Quartetos Haydn”, o que não é pouca coisa. O conjunto é especialmente ensolarado; Mesmo o primeiro deles — o único em tom menor — está longe de ser tristinho. Haydn era irremediavelmente feliz. O Quarteto Borodin faz um esplêndido trabalho de destacar a natureza jovial dessas seis obras-primas. Embora o violino ocupe um lugar proeminente nas partituras de Haydn, os “borodinos” não produzem um som que favoreça demais o primeiro violino. Em vez disso, as quatro partes são igualmente robustas e vigorosas, caminhando sempre na direção de uma conversa íntima entre iguais. As interpretações são alegres, um tantinho agressivas aqui e ali, nada romantizadas ou apressadas. A energia, a espontaneidade e a alegria da criação de música resultam em um conjunto que é igualmente alegre de ouvir.

Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

DISCO 01
01. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – I Allegro moderato
02. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – II Scherzo_ Allegro di molto
03. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – III Andante
04. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – IV Finale_ Presto

05. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – I Allegro moderato
06. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – II Scherzo_ Allegro
07. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – III Largo
08. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – IV Presto

09. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – I Allegro moderato
10. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – II Scherzo_ Allegretto
11. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – III Adagio ma non troppo
12. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – IV Finale_ Rondo – Presto

DISCO 02
01. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – I Allegro moderato
02. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – II Scherzo_ Allegretto
03. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – III Largo
04. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – IV Finale_ Presto

05. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – I Vivace assai
06. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – II Largo e cantabile
07. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – III Scherzo_ Allegro
08. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – IV Finale_ Allegretto

09. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – I Vivace assai
10. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – II Andante
11. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – III Scherzo_ Allegretto
12. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – IV Finale_ Allegretto

Borodin Quartet

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Felizes como Haydn
Borodinos, felizes como Haydn

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F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

Hermann Scherchen Westminster PWS744 1

Duas extraordinárias sinfonias de Haydn com o não menos extraordinário maestro Hermann Scherchen. Ainda hoje é raro ouvir a Sinfonia Nº 100 com tanta cara de militar do que a que dá nosso HS. Fiquem tranquilos a militar de Haydn não mata. Sua alcunha se deve ao uso de uma abundante percussão alla turca, sobretudo no segundo movimento, ao estilo das marchas militares executadas em campanhas bélicas. Mas aqui é tudo bonito. A gravação foi roubada novamente do grande blog holandês 33 toeren klassiek, especializado em garimpar joias no vasto mar de gravações do passado.

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

Sinfonia Nº 100, Militar   22:42
1  adagio – allegro    6:12
2  allegretto    7:28
3  minuetto: moderato    5:08
4  finale: presto    3:54
Sinfonia Nº 45, Do Adeus   21:53
5  allegro assai    4:15
6  adagio    5:38
7  minuetto: allegretto    3:51
8  presto – adagio    8:09

Orquestra da Ópera de Viena
Hermann Scherchen

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O grande Hermann Scherchen
O grande Hermann Scherchen

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Edmundo Hora: Estes nossos Brasis: Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX (Acervo PQPBach)

30lo4e1Estes nossos Brasis: Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX

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A invenção do “Fortepiano” deu-se em Florença na Itália, no final do século XVII, por Bartolomeo Cristofori (1655-1731) e a grande novidade que esse instrumento propunha era a capacidade de se realizar uma dinâmica “forte” e “piano” por meio do seu teclado sensitivo.

Os primeiros instrumentos já possuíam o formato conhecido de hoje, ainda que em dimensões bem menores. Uma grande variedade de modelos existiu, porém todos eles possuíam os Martelletti (martelinhos) que foram se modificando com o passar dos séculos, à medida que mais sonoridade foi requerida. O seu primeiro nome foi Clavicembalo con Martelletti… (Cravo com martelinhos…), que era capaz de tocar forte e piano. Essa nova maneira de se tocar revolucionou a música para os instrumentos de teclados, promovendo então nova estética musical. Assim, numa melodia, os “crescendos e diminuendos” podiam ser realizados permitindo uma semelhança com a voz cantada.

Ao final do século XVIII, nos países de língua alemã, esses instrumentos já haviam percorrido um grande caminho adquirindo novos recursos técnicos. Na Áustria, compositores como J. Haydn (1732-1803) e W. A. Mozart (1756-1791) compuseram muito do seu repertório para esse novo “instrumento expressivo”.

Já no início do século XIX, com a chegada da família Real Portuguesa ao Brasil, precisamente em 1808, a cidade do Rio de Janeiro adquiriu o status de capital do Reino, transformando-se da noite para o dia, num grande centro político e cultural. Porém, ainda na segunda metade do século XVIII, atividades musicais foram ali muito praticadas e a figura do Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) projeta-se como o mais importante compositor e tecladista da época, ficando, por um determinado período, como o responsável pelas atividades na Capela Real da Corte. Contudo, muito pouco podemos afirmar sobre a formação musical do nosso Padre músico, e até o presente momento, que ela tenha sido adquirida pelo contato com o músico mineiro Salvador José de Almeida.

O ano de 1816 registra a chegada ao Brasil de Sigismund Neukomm (1778-1858), compositor austríaco e aluno de J. Haydn. De suas atividades como instrumentista e compositor, constava também a tarefa de ensinar música aos futuros monarcas D. Pedro (1798-1834) e sua esposa D. Leopoldina (1797-1826). Nessas funções ele permaneceu por 6 anos, legando ao nosso repertório de câmara uma vasta quantidade de músicas nas mais diversas formações, destacando-se o Les Adieux à ses amis bresiliénnes, obra escrita em 1821, como despedida aos seus amigos que aqui ficaram. Na Corte do Rio de janeiro, Neukomm travou amizade com José Maurício, reconhecendo nele o talento, a virtuosidade na composição e nos instrumentos como o Cravo e o Órgão. Assim, é natural supor-se que com essa vivência e troca de influências ambas as partes lucraram, e José Maurício pôde aperfeiçoar-se em suas atividades artísticas seja como compositor, seja também como instrumentista ao Fortepiano.

Posteriormente, e mais precisamente em 1817, a chegada ao Rio de Janeiro de D. Leopoldina, a esposa austríaca de D. Pedro, coloca o ambiente musical brasileiro na vanguarda de uma nova tendência estética, a futura música “romântica”. Dentre os diversos conteúdos de sua bagagem, a presença de um Fortepiano austríaco e sua posterior utilização, pode ser considerada como uma justificativa razoável para se executar num instrumento europeu músicas com influência brasileira. Assim, entre outras obras, tomamos a liberdade de acrescentar ao nosso programa musical os 3 Lundus, demonstrando uma vertente de miscigenação ocorrida na linguagem instrumental, como sendo a gênesis da futura música brasileira.

Reunir obras instrumentais de diferentes autores e épocas num só programa é sempre um desafio que se impõe ao intérprete contemporâneo, ainda mais em se tratando de repertório Brasileiro de concerto e de salão. O “sonho” de todo o instrumentista tecladista brasileiro sempre foi o de encontrar material suficiente para um programa de concerto, já que as fontes são escassas, limitando significativamente a margem de escolha. Felizmente nos últimos anos, tem aparecido um expressivo número de obras o que toma a nossa tarefa um pouco mais cômoda.

Também de relevante significado na interpelação é a questão da afinação e do temperamento como recurso expressivo para o instrumento utilizado. Ao se optar por um sistema de temperamento desigual, evidenciaram-se ainda mais as características tonais, favorecendo-se as “cores” dos textos musicais escolhidos. E neste campo, devemos mencionar que muito já tem sido demonstrado através de fontes históricas, da importância e da influência no plano sensorial deste elemento para a reconstrução sonora no plano estético-estilístico. Em contrapartida à proposta do sistema mesotônico de afinação, característico do séc. XVII, em que se dá preferência à beleza e à perfeição das terças maiores em seu estado puro, construiu-se, no século XVIII, diversas propostas desiguais de afinação, possibilitando-se as enarmonias e modulações, evidenciando-se as cores e “afetos” à cada tonalidade. Dessa maneira, inspirado nas orientações históricas, construímos um sistema desigual de afinação no qual os diferentes campos tonais são ressaltados, buscando melhor traduzir o conteúdo sentimental de cada obra.

Compartilhem do nosso sonho! Edmundo Hora, 2003.

Edmundo Hora, fortepiano
Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus [Lat. Amadeus] Mozart (Austria, 1756-1791)
01. Fantasia em dó menor, Kv 396
Franz Joseph Haydn (Germany, 1732-1809)
02. Adágio em Fá Maior, Hob. XVI:21
Anônimo (Sabará, MG, final do séc. XVIII)
03. Sonata 2ª (Sabará) – 1. Allegro
04. Sonata 2ª (Sabará) – 2. Adágio
05. Sonata 2ª (Sabará) – 3. Rondó
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
Lições extraídas do Compêndio de Música e Método de Pianoforte, Rio 1821
06. – 1. Lição 9ª – Andantino em Dó Menor (Iªparte)
07. – 2. Lição 3ª – Andantino em Mí Maior (IIªparte)
08. – 3. Lição 5ª – Allegretto em Sol Maior (Iªparte)
09. – 4. Lição 11ª – Allegretto em Ré Maior (Iªparte)
10. – 5. Lição 12ª – Allegretto em Ré Menor (Iªparte)
11. – 6. Lição 6ª -Allegro Maestoso em Lá Maior (IIªparte)
Antonio Vieira dos Santos (Porto, 1784 – Morretes, PR, 1854)
12. Lundum da Bahia em Ré Maior (da coleção “Cifras de Música “), ajeitado por E. Hora
Anônimo bahiano (séc. XVIII e XIX)
13. Lundum em Lá Menor – com naturalidade de conversa
14. Lundum em Lá Maior – allegro
Sigismund Ritter von Neukomm (Salzburg, 1778 – Paris, 1858)
15. Les Adieux à ses amis Brésiliènes à Rio de Janeiro, em Mib Maior (Rio, 7 de abril de 1821)

Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX – 2003
Edmundo Hora

Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

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XLD RIP | FLAC 218,1 MB | HQ Scans 11,2 MB |

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MP3 320 kbpm – 164.8 MB – 55,1 min
powered by iTunes 10.7

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Boa audição.

 

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Avicenna

Benjamim Britten (1913-1976): Sinfonia para Cello e Orquestra, Op. 68 e Joseph Haydn (1732-1809) – Concerto para Cello e Orquestra in C

Benjamim Britten (1913-1976): Sinfonia para Cello e Orquestra, Op. 68 e Joseph Haydn (1732-1809) – Concerto para Cello e Orquestra in C

Este CD não me sai da cabeça desde o início da semana. Já pude ouvi-lo por diversas vezes. O fato é que a Sinfonia para Cello e orquestra do inglês Benjamim Britten é perturbadoramente incrível. Não me canso de ouvir. E mais: é regido pelo próprio Britten e tem no cello nada mais nada menos do que Rostropovich. Ou seja, não se trata de qualquer registro. Deve ser por isso que ele me fisgou. É um CD com intenções diferenciadas. De um lado temos um Britten visceral e do outro temos Haydn com o seu já conhecido Concerto para Cello e orquestra. Ouça este CD e tire suas próprias conclusões!

Rostropovich e Britten na vida louca
Rostropovich, Galina Vishnevskaya e Britten na vida louca

Benjamim Britten (1913-1976) – Sinfonia para Cello e Orquestra, Op.68

01 Britten – Symphony for Cello & Orchestra – I. Allegro maestoso
02 Britten – Symphony for Cello & Orchestra – II. Presto inquieto
03 Britten – Symphony for Cello & Orchestra – III. & IV

Joseph Haydn (1732-1809) – Concerto para Cello e Orquestra in C

04 Haydn – Cello Concerto in C – I. Moderato
05 Haydn – Cello Concerto in C – II. Adagio
06 Haydn – Cello Concerto in C – III. Allegro molto

The English Chamber Orchestra
Mstilav Rostropovich, cello
Benjamim Britten, regente

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Meu deus: Rostropovich, Oistrakh, Britten e Shostakovich levando um papo.
Meu deus: Rostropovich, Oistrakh, Britten e Shostakovich levando um papo.

Carlinus

Haydn, Mozart, Boccherini, Tartini: Obras para Violoncelo e Orquestra

Haydn, Mozart, Boccherini, Tartini: Obras para Violoncelo e Orquestra

Um CD imensamente agradável. Enquanto realizo algumas atividades aqui em casa, estou a ouvir essa música alegre, bela, simples, cheia de uma poesia comovente. Destaco o Concerto para cello de Mozart. Revela aquele aspecto mais essencial de Mozart: dizer de forma singela aquilo que nos comove, envolvendo-nos por completo. Mozart sempre me faz sentir bem. Tenho uma relação de prazer com a beleza e com a alegria todas as vezes que o escuto. Consigo identificar a música e as peculiaridades tão características do compositor à distância. No CD ainda temos Haydn, Boccherini e Tartini. Boa apreciação!

Joseph Haydn (1732-1809) – Divertimento for Cello and String Orchestra in D major
01. Adagio
02. Minueto & Trio
03. Allegro di molto

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Concerto for Cello and Orchestra in D major K.447
04. Allegro
05. Romanze
06. Rondo

Luiggi Boccherini (1743-1805) – Adagio and Allegro for Cellor and String Orchestra in A major
07. Adagio
08. Allegro

Giuseppe Tartini (1692-1770) – Concerto for Cello and String Orchestra in D major
09. Poco Largo. Pomposo
10. Allegro Moderato
11. Grave espressivo
12. Allegro

Yuli Turovsky, cello
I Musici de Montréal Chamber Orchestra

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Joshua Reynolds (1723-1792): Autorretrato aos 24 anos
Joshua Reynolds (1723-1792): Autorretrato aos 24 anos

Carlinus

Franz Joseph Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 46, 22 “O Filósofo” e 47 / Wilhelm Friedemann Bach (1710-1784): Symphony in F major for strings and continuo

Franz Joseph Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 46, 22 “O Filósofo” e 47 / Wilhelm Friedemann Bach (1710-1784): Symphony in F major for strings and continuo

A ideia e o repertório são notáveis, Giovanni Antonini é competentíssimo, mas algo aqui não funcionou. O disco é bom, mas não é apaixonante como poderia ser. Ou talvez seja eu o problema, em razão de todo o amor que tenho pela Sinfonia Nº 22 de Haydn, O Filósofo. Vocês sabem como são as exigências do amor. A gente prefere assim e não assado, devagarinho aqui, acelerando ali, sem ou com grosserias, enfim. Também o fato de ter recém ouvido extensivamente os Haydn de Sigiswald Kuijken deve ter atrapalhado. A gente fica mais exigente… Mas Antonini é muito talentoso e vai se recuperar nas próximas gravações desta coleção recém iniciada na Alpha.

Franz Joseph Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 46, 22 “O Filósofo” e 47 / Wilhelm Friedemann Bach (1710-1784): Symphony in F major for strings and continuo

Haydn — Symphony No. 46 in B Major, Hob. I:46

1 I. Vivace 7:34
2 II. Poco adagio 7:27
3 III. Menuet: Allegretto – Trio 2:06
4 IV. Finale: Presto e scherzando 5:57

Symphony No. 22 in E-Flat Major, Hob. I:22 “Philosopher” (Original 1764 Version)
5 I. Adagio 7:18
6 II. Presto 4:06
7 III. Menuetto – Trio 2:22
8 IV. Finale: Presto 2:55

W.F. Bach — Symphony in F major for strings and continuo

9 I. Vivace 4:15
10 II. Andante 3:52
11 III. Allegro 3:15
12 IV. Menuetto I-II 2:13

Symphony No. 47 in G Major, Hob. I:47
13 I. Allegro 7:50
14 II. Un poco adagio 6:34
15 III. Menuet al roverso – Trio al roverso 2:00
16 IV. Finale: Presto assai 5:25

Il Giardino Armonico
Giovanni Antonini

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Giovanni Antonini: na trave
Giovanni Antonini: na trave

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Joseph Haydn – Die Jahreszeiten – Herreweghe, Landshammer, Schmidt, Boesch, Collegium Vocale Gent, Orchestre des Champs-Elysées

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NOVOS LINKS !!!!

E a Primavera chegou … Viva a Primavera !!!
E para comemorar, nada como “As Estações” de Haydn, em uma versão fresquinha, lançada em 2014, com o maestro Phillipe Herreweghe, que começa sua incursão no repertório haydniano exatamente com o último oratório que o gênio austríaco compôs.
Já trouxe outras versões aqui,com regentes tão diferentes quanto Fricsay, Karajan ou René Jacobs. Obviamente a versão de Herreweghe está mais para Jacobs do que Fricsay, afinal de contas temos um período de cinquenta anos entre uma gravação e outra. Vamos dar uma lida no texto de introdução do booklet? O restante vai em anexo.
“Haydn’s Die Jahreszeiten (The Seasons), composed between 1799 and 1801 and premiered in Vienna in the spring of 1801, when he was in his seventieth year, may plausibly be counted either as the last great musical masterpiece of the eighteenth century or the first of the nineteenth. Much of its fascination lies in its Januslike position between two musical eras, the Classical and the Romantic, with roots that reach back into the Baroque Austria in which the young choirboy and budding composer was raised and which he recalls, notably, in the great fugal choruses.”

Então vamos aproveitar a Primavera que chega? Estou lhes oferecendo uma trilha sonora para os senhores. Espero que aproveitem bem …

CD 1

1 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Introduction and Recitative: Seht, wie der strenge Winter (Simon, Lukas, Hanne)
by Christina Landshamer
2 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Komm, holder Lenz! (Chorus)
3 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Recitative: Vom Widder strahlet jetzt (Simon)
by Florian Boesch
4 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Aria: Schon eilet froh der Ackermann (Simon)
by Florian Boesch
5 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Recitative: Der Landmann hat sein Werk vollbracht (Lukas)
by Maximilian Schmitt
6 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Trio: Sei nun gnadig, milder Himmel! (Lukas, Simon, Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer
7 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Recitative: Erhort ist unser Flehn (Hanne)
by Christina Landshamer
8 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Trio: Song of Joy: O wie lieblich ist der Anblick (Hanne, Lukas, Simon, Chorus)
by Christina Landshamer
9 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Ewiger, machtiger, gutiger Gott! (Chorus, Hanne, Lukas, Simon)
by Christina Landshamer
10 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: In grauem Schleier ruckt heran (Lukas, Simon)
by Maximilian Schmitt
11 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Aria: Der munt’re Hirt versammelt nun (Simon) – Recitative: Die Morgenrote bricht hervor (Hanne)
by Florian Boesch
12 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Trio: Sie steigt herauf, die Sonne (Hanne, Lukas, Simon, Chorus)
by Christina Landshamer
13 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: Nun regt und bewegt sich alles umher (Simon)
by Florian Boesch
14 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: Die Mittagssonne brennet jetzt (Lukas)
by Maximilian Schmitt
15 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Cavatina: Dem Druck’ erlieget die Natur (Lukas)
by Maximilian Schmitt
16 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: Willkommen jetzt, o dunkler Hain (Hanne)
by Christina Landshamer
17 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Aria: Welche Labung fur die Sinne (Hanne)
by Christina Landshamer
18 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: O seht, es steiget in der schwulen Luft (Simon, Lukas, Hanne)
by Christina Landshamer
19 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Ach! das Ungewitter naht (Chorus)
by Collegium Vocale Gent
20 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Trio: Die dustren Wolken trennen sich (Lukas, Hanne, Simon, Chorus)
by Christina Landshamer

Disc 2
1 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Introduction
by Orchestre des Champs-Elysees
2 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Was durch seine Blute der Lenz (Hanne) – Recitative: Den reichen Vorrat fuhrt er nun (Lukas, Simon)
by Christina Landshamer
3 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Trio: So lohnet die Natur den Fleiss (Simon, Hanne, Lukas, Chorus)
by Christina Landshamer
4 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Seht, wie zum Haselbusche dort (Hanne, Simon, Lukas)
by Christina Landshamer
5 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Duet: Ihr Schonen aus der Stadt, kommt her (Lukas, Hanne)
by Christina Landshamer
6 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Nun zeiget das entblosste Feld (Simon)
by Florian Boesch
7 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Aria: Seht auf die breiten Wiesen hin (Simon)
by Florian Boesch
8 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Hier treibt ein dichter Kreis (Lukas)
by Maximilian Schmitt
9 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Chorus of Countrymen and Hunters: Hort das laute Geton (Chorus)
by Collegium Vocale Gent
10 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Am Rebenstocke blinket jetzt (Hanne)
by Christina Landshamer
11 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Juhe, juhe! Der Wein ist da (Chorus)
by Collegium Vocale Gent
12 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Introduction: Die Einleitung schildert die dicken Nebel
by Orchestre des Champs-Elysees
13 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Nun senket sich (Simon, Hanne)
by Christina Landshamer
14 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Cavatina: Licht und Leben sind geschwachet (Hanne)
by Christina Landshamer
15 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Gefesselt steht der breite See (Lukas)
by Maximilian Schmitt
16 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Aria: Hier steht der Wand’rer nun (Lukas)
by Maximilian Schmitt
17 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: So wie er naht (Lukas, Hanne, Simon)
by Christina Landshamer
18 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Song with Chorus: Knurre, schnurre, knurre (Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer
19 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Abgesponnen ist der Flachs (Lukas)
by Maximilian Schmitt
20 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Song with Chorus: Ein Madchen, das auf Ehre (Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer
21 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Vom durren Osten dringt (Simon)
by Florian Boesch
22 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Aria: Erblicke hier, betorter Mensch (Simon)
23 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Die bleibt allein (Simon)
24 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Trio and Double Chorus: Dann bricht der grosse Morgen an (Simon, Lukas, Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer

Christina Landshamer – Soprano
Maximilian Schmitt – Tenor
Florian Boesch – Bass
Collegium Vocale Gent
Orchestre des Champs-Elysées
Philippe Herreweghe – Conductor

 

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philippe
Phillippe Herreweghe – Dás um banho, hem ???

Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 3 de 3)

Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 3 de 3)

As Missas que fecham a coleção de Gardiner são esplêndidas. a Missa de Teresa e a Missa em Tempo de Guerra são obras-primas. Se a segunda é reflexiva, a primeira é cheia de melodias arrebatadoras e inesquecíveis, tanto que este que vos escreve não ouvia a Teresa há vinte anos e começou a cantá-la como se a tivesse ouvido ontem. Aqui, novamente, não se nota muita distinção entre religioso e profano. As Missas de Haydn são carregadas de elementos profanos e nelas se sente a sombra do sinfonista, que se revela no contraste entre os solistas e o coro e no estilo concertante. São sinfonias corais. Belíssimas sinfonias corais.

Disc 3:

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Theresienmesse”), H. 22/12
1. Kyrie – Kyrie 5:03
2. Gloria – Gloria 2:35
3. Gratias – Gratias 6:56
4. Quoniam – Quoniam 2:51
5. Credo – Credo 1:51
6. Et incarnatus – Et incarnatus 3:44
7. Et resurrexit – Et resurrexit 4:03
8. Sanctus – Sanctus 2:16
9. Benedictus – Benedictus 6:17
10. Agnus Dei – Agnus Dei 2:30
11. Dona nobis pacem – Dona nobis pacem 3:58

Missa in Tempore belli, for soloists, chorus, organ & orchestra in C major (“Paukenmesse”), H. 22/9
12. Kyrie – Kyrie 4:45
13. Gloria: Gloria in excelsis Deo – Gloria: Gloria in excelsis Deo 2:40
14. Gloria: Qui tollis peccata mundi – Gloria: Qui tollis peccata mundi 4:39
15. Gloria: Quoniam tu solus sanctus – Gloria: Quoniam tu solus sanctus 2:23
16. Credo: Credo in unum Deum – Credo: Credo in unum Deum 1:10
17. Credo: Et incarnatus est – Credo: Et incarnatus est 3:57
18. Credo: Et resurrexit tertia die – Credo: Et resurrexit tertia die 4:16
19. Sanctus – Sanctus 2:21
20. Benedictus – Benedictus 5:47
21. Agnus Dei – Agnus Dei 2:58
22. Dona Nobis – Dona Nobis 2:53

Monteverdi Choir
English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner

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Gardiner
Gardiner: uma Teresa impecável.

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Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 2 de 3)

Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 2 de 3)

A Missa Nelson ou Missa in Angustiis é o destaque deste segundo CD. Como estamos atrasados, pediremos auxílio ao grande maestro Emanuel Martinez.

Quando Josef Haydn assumiu pela segunda vez o posto de mestre-capela do castelo Esterhazy, em Viena, ele tinha por incumbência compor a cada ano uma missa para festejar o dia onomástico da princesa Maria Josefa Emernegilda . A “Missa Nelson”, composta em 1798 por um Haydn aos 66 anos de idade e dono de uma muito fértil inspiração musical, é a terceira de uma série de seis grandes missas assim compostas.

A designação “Nelson” é com certeza um dado posterior à composição, como ocorre aliás com muitas outras obras suas, sobretudo com as sinfônias , denominadas a partir de um fato significativo das circunstâncias da estréia (ex. sinfonia da despedida) ou a partir de um elemento temático saliente (ex sinfonia do relógio).

“Missa in angustiis” (missa nos tempos de aflição) é seu primeiro nome, pois ela estava sendo composta em tempos muito difíceis, quando as ameaças das guerras napeleônicas afligiam a todos. E é num contexto napoleônico que seuge o nome Nelson, o almirante britânico que me 1 de agosto de 1798, exatamente quando Haydn compunha sua “Missa in angustiis”, abateu a frota de Napoleão na batalha de Abicur no Nilo. Dois anos mais tarde, num visita do mesmo almirante Nelson ao castelo do príncipe Estechazy onde Haydn era o mestre da música fez-se ouvir a “Missa in angustiis”. Esta poderia ter sido uma razão suficiente para que a missa passasse a se chamar “Missa de Nelson”.

A Orquestração usada por Haydn nesta obra destoa da riqueza orquestral diferenciada de suas últimas sinfonias. É que o compositor dispunha na ocasião apenas de uma orquestra reduzida, pois o príncipe Estehazy tinha demitido na época os instrumentistas de sopro, sobretudo as madeiras. Assim o coro e os solistas tem como acompanhamento a orquestra de cordas e a fanfarra às vezes militar, às vezes festiva dos trompetes e tímpanos.

Disc 2:

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in D minor (“Missa in Angustiis”, “Lord Nelson”, “Missa Nelson”), H. 22/11
1. Kyrie – Kyrie 4:39
2. Gloria: Gloria in excelsis Deo – Gloria: Gloria in excelsis Deo 3:30
3. Gloria: Qui tollis – Gloria: Qui tollis 4:27
4. Gloria: Quoniam – Gloria: Quoniam 2:45
5. Credo: Credo in unum Deum – Credo: Credo in unum Deum 1:41
6. Credo: Et incarnatus est – Credo: Et incarnatus est 4:05
7. Credo: Et resurrexit – Credo: Et resurrexit 3:36
8. Sanctus – Sanctus 2:26
9. Benedictus – Benedictus 6:12
10. Agnus Dei: Agnus Dei qui tollis – Agnus Dei: Agnus Dei qui tollis 2:48
11. Agnus Dei: Dona nobis pacem – Agnus Dei: Dona nobis pacem 2:29

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Schöpfungsmesse”), H. 22/13
12. Kyrie – Kyrie 6:29
13. Gloria – Gloria 7:11
14. Quoniam – Quoniam 0:37
15. In gloria Dei patris – In gloria Dei patris 2:37
16. Credo – Credo 1:57
17. Et incarnatus est – Et incarnatus est 2:47
18. Et resurrexit – Et resurrexit 2:35
19. Et vitam venturi saeculi – Et vitam venturi saeculi 1:21
20. Sanctus – Sanctus 3:13
21. Benedictus – Benedictus 5:35
22. Agnus Dei – Agnus Dei 3:10
23. Dona nobis – Dona nobis 3:25

Monteverdi Choir
English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner

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John Eliot Gardiner: uma rara foto de regente coçando a cabeça
John Eliot Gardiner: uma rara foto de regente coçando a cabeça

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Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 1 de 3)

Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 1 de 3)

As Missas de Haydn são um capítulo à parte da História da Música. São belíssimas e criticadíssimas. Em primeiro lugar, seriam alegres, felizes demais para o serviço religioso. Em segundo lugar, cada uma delas teria (e tem!) tal unidade que seriam inúteis para a igreja — onde normalmente as Missas são interrompidas pelas preces. Mas, gente, são tão lindas que as salas de concerto as abraçaram como se fossem filhas queridas que tivessem sofrido sequestros por parte de um comando de padres.

A Harmoniemesse que abre esta coleção é exuberante e feliz e a Heiligmesse não fica muito atrás. Agora, uma alerta: não se engane, estas 6 Missas compostas no final da década de 1790 para o patrão Esterházy são as melhores obras vocais de Haydn. Deixe as insinceras A Criação e As Estações de lado. Aqui está o verdadeiro tesouro. Gardiner não me deixa mentir.

Disc 1:

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Harmoniemesse”. “Missa para Banda de Sopros”), H. 22/14
1. Kyrie – Kyrie 8:03
2. Gloria – Gloria 2:04
3. Gratias – Gratias 5:46
4. Quoniam – Quoniam 3:10
5. Credo – Credo 2:43
6. Et incarnatus – Et incarnatus 3:44
7. Et resurrexit – Et resurrexit 2:38
8. Et vivam venturi saeculi – Et vivam venturi saeculi 1:38
9. Sanctus – Sanctus 3:05
10. Benedictus – Benedictus 3:55
11. Agnus Dei – Agnus Dei 2:54
12. Dona nobis – Dona nobis 2:53

Missa Sancti Bernardi von Offida, for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Heiligmesse”), H. 22/10
13. Kyrie – Kyrie 4:22
14. Gloria in excelsis Deo – Gloria in excelsis Deo 2:03
15. Gratias agimus tibi – Gratias agimus tibi 3:39
16. Quoniam tu solus Sanctus – Quoniam tu solus Sanctus 2:35
17. Credo in unum Deum – Credo in unum Deum 1:16
18. Et incarnatus est – Et incarnatus est 3:55
19. Et resurrexit – Et resurrexit 3:46
20. Sanctus – Sanctus 1:43
21. Benedictus – Benedictus 4:56
22. Agnus Dei – Agnus Dei 3:11
23. Dona nobis pacem – Dona nobis pacem 2:41

Monteverdi Choir
English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner

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O genial Haydn em 1792: feliz demais e "inadequado para as igrejas", com a graça de Deus.
O genial Haydn em 1792: feliz demais e “inadequado para as igrejas”, com a graça de Deus.

PQP

W. A. Mozart (1756-1791): Gran Partita / F. J. Haydn (1732-1809): Noturno Nº 8

W. A. Mozart (1756-1791): Gran Partita / F. J. Haydn (1732-1809): Noturno Nº 8

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na página não parecia… Nada! O princípio simples, quase cômico. Só uma pulsação. Trompas… fagotes… como uma sanfona enferrujada. E depois, subitamente… lá bem no alto… um oboé. Uma única nota, ali pendurada, decidida. Até que um clarinete a substitui, adoçando-a numa frase de tal voluptuosidade… Isto não era uma composição de um macaco amestrado. Era música como eu nunca tinha ouvido.

Este texto é brilhantemente dito por F. Murray Abraham — que ganhou o Oscar de Melhor Ator — em Amadeus (1984), de Milos Forman. Ele está descrevendo o Adágio da Serenata para 13 Instrumentos de Sopro, K. 361, mais conhecida como “Gran Partita“.

Não sei de preciso escrever mais. Talvez deva dizer que Trevor Pinnock pegou um grupo bem jovem e talentoso para fazer este CD muitíssimo bom. E que novamente me deu certa vontade de chorar ouvindo o tal Adágio que não foi escrito por um macaco amestrado e sim por um dos topos da evolução da espécie humana: Mozart.

Serenade in B flat major, K. 361, ‘Gran Partita’, de W. A. Mozart
1. I. Largo – Allegro Molto
2. II. Menuetto
3. III. Adagio
4. IV. Menuetto: Allegretto
5. V. Romance: Adagio
6. VI. Tema Con Variazioni
7. VII. Finale: Allegro Molto

Notturno No. 8 in G major, Hob. II:27, de F. J. Haydn
8. I. Largo – Allegro
9. II. Adagio
10. III. Finale: Vivace Assai

Royal Academy of Music Soloists Ensemble
Trevor Pinnock, regente

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Pinnock, alguns discordam, mas o cara é conhece muito Mozart
Pinnock, alguns discordam, mas o cara conhece muito Mozart. Eu acho.

PQP

Joseph Haydn – Trumpet Concerto in E Flat Major, Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D Major,

FrontNa verdade quem deveria estar assinando esta postagem seria nosso colega Wellbach, trompetista profissional e professor do mesmo instrumento. Mas como sei que é difícil para ele encontrar um tempo em sua agenda, resolvi então escrever estas mal traçadas linhas.
Maurice Andre provavelmente é o maior de todos os trompetistas, me corrijam se eu estiver errado, e se existiu algum outro trompetista deste quilate, me apresentem, pelo menos neste repertório.
Imagino que o repertório para um trompetista concertista seja muito limitado, por este motivo as adaptações são necessárias, que o digam os concertos para Oboe de Mozart e de Haydn aqui tocados. E a própria transcrição deve ser muito complicada, pois tratam-se de dois instrumentos bem diferentes.
Peço ajuda aos universitários, digo ao Wellbach, para fazer algum outro comentário sobre as obras aqui interpretadas e sobre o músico.

01. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 1 – Allegro
02. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 2 – Andante Cantabile
03. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 3 – Allegro

Bamberg Symphony Orchestra
Theodor Guschlbauer – Conductor

04. Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D major – 1 – Adagio
05. Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D major – 2 – Allegro moderato

Jean-François Paillard Chamber Orchestra
Jean-François Paillard – Conductor

06. Haydn – Oboe Concerto in C major – 1 – Allegro spirituoso
07. Haydn – Oboe Concerto in C major – 2 – Andante
08. Haydn – Oboe Concerto in C major – 3 – Rondo
09. Mozart – Oboe Concerto in C major – 1 – Allegro aperto
10. Mozart – Oboe Concerto in C major – 2 – Adagio non troppo
11. Mozart – Oboe Concerto in C major – 3 – Rondo

Franz Liszt Chamber Orchestra
Frygies Sándor – Conductor
Maurice André – Trumpet

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Franz Joseph Haydn (1732-1809): Cello Concertos / Sinfonia concertante

Franz Joseph Haydn (1732-1809): Cello Concertos / Sinfonia concertante

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Difícil encontrar melhores gravações destes concertos. Steven Isserlis e Roger Norrington fazem misérias nos belíssimos concertos de Haydn e na Concertante. Não é nada surpreendente o fato deste CD ter aparecido em todas as listas de melhores do ano quando de seu lançamento. Equilíbrio, musicalidade, senso de estilo, tudo parece ter sido minuciosamente pensado e executado. Um CD para se ouvir por anos.

(A imagem acima é a do CD relançado, que inclui a Sinfonia Nº 13. Utilizamos o CD completo da primeira edição, sem esta pequena faixa única da 13ª).

Franz Josef Haydn (1732-1809):
Cello Concertos / Sinfonia concertante

1. Cello Concerto No. 1 in C major, H. 7b/1: 1. Moderato
2. Cello Concerto No. 1 in C major, H. 7b/1: 2. Adagio
3. Cello Concerto No. 1 in C major, H. 7b/1: 3. Allegro molto

5. Cello Concerto No. 2 in D major, H. 7b/2 (Op. 101): 1. Allegro moderato
6. Cello Concerto No. 2 in D major, H. 7b/2 (Op. 101): 2. Adagio
7. Cello Concerto No. 2 in D major, H. 7b/2 (Op. 101): 3. Rondo. Allegro

8. Sinfonia Concertante for violin, cello, oboe, bassoon & orchestra, H. 1/105: 1. Allegro
9. Sinfonia Concertante for violin, cello, oboe, bassoon & orchestra, H. 1/105: 2. Andante
10. Sinfonia Concertante for violin, cello, oboe, bassoon & orchestra, H. 1/105: 3. Allegro con spirito

Steven Isserlis, violoncelo
Chamber Orchestra of Europe
Roger Norrington

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Sir Roger Norrington: trabalho esplêndido
Sir Roger Norrington: trabalho esplêndido

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Joseph Haydn (1732-1809) – Symphonies n° 45, 46, 47, 51, 52 & 64 – Hogwood, Academy of Ancient Music

Untitled2Então vamos fazer o seguinte: diante de tantos apelos por mais postagens de Haydn, vou trazer aos poucos as Sinfonias em sua íntegra, a partir da de nº 45. Começo com Hogwood, mas pode ser que apareçam gravações com outros regentes e orquestras.

A Sinfonia de nº 45, também conhecida como Sinfonia do Adeus, é a mais extensa e a única das sinfonias de Haydn que termina em um Adagio. Existe uma lenda por trás de sua composição, e não sei se ela é real, de qualquer forma, é obra de gênio. Ela terminaria em um Adagio, e na medida em que cada músico termina sua parte ele se retira do palco, ficando apenas dois violinos, que a concluem. A lenda conta que na época em que a escreveu, Haydn era compositor residente do Principe Esterházy, e no verão de 1772 esse poderoso Príncipe foi passar as suas férias em seu palácio de Verão na Hungria. Porém os músicos ficaram insatisfeitos, pois o local era longe de suas residências, então eles precisavam pegar uma condução, segundo consta um barco, para o retorno, e este barco saia em determinada hora. Para evitar que os músicos perdessem a tal da condução, Haydn compôs um adágio para o final da sinfonia, então à medida em que cada músico terminava sua parte, saia correndo para pegar a condução. Quem ficava no final era o próprio Haydn e outro músico, que não tinham suas famílias residindo em outro local. Genial, não acham? Assim o compositor não se indispunha nem com os músicos nem com seu patrão.

Lembro de ter ouvido esta sinfonia ao vivo pela primeira vez com a Orquestra de Câmera Russa, lá pela metade da década de 80, se não me engano dirigida pelo lendário violinista Vladimir Spikanov, e que contou esta história antes de tocarem a sinfonia.

Mas chega de falar e vamos ao que interessa.

CD 1

1 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 1. Allegro assai
2 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 2. Adagio
3 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 3. Menuet_ Allegretto – Trio
4 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 4. Finale_ Presto – Adagio
5 Symphony 46 in B – 1. Vivace
6 Symphony 46 in B – 2. Poco adagio
7 Symphony 46 in B – 3. Meneut_ Allegretto – Trio
8 Symphony 46 in B – 4. Finale_ Presto e scherzando

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CD 2

1 Symphony 47 in G – 1. [Allegro]
2 Symphony 47 in G – 2. Un poco adagio, cantabile
3 Symphony 47 in G – 3. Menuet al roverso – Trio al roverso
4 Symphony 47 in G – 4. Finale_ Presto assai
5 Symphony 51 in Bb – 1. Vivace
6 Symphony 51 in Bb – 2. Adagio
7 Symphony 51 in Bb – 3. Menuetto – Trio I, II
8 Symphony 51 in Bb – 4. Finale_ Allegro

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CD 3

Symphony No.52 in C Minor, Hob.I:52
1. 1. Allegro assai con brio 9:34
2. 2. Andante 12:19
3. 3. Menuetto (Allegretto) 3:56
4. 4. Finale (Presto) 4:58
Symphony No.64 in A Major, Hob.I:64 “Tempora mutantus”
5. 1. Allegro con spirito 9:00
6. 2. Largo 6:18
7. 3. Menuet & Trio – Allegretto 2:51
8. 4. Finale: Presto

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Academy of an Ancient Music
Christopher Hogwood – Conductor

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nros. 44, 48 e 49

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nros. 44, 48 e 49

haydn

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Para não se alegrar com Haydn, só mesmo embriagado ou muito louco. Que compositor e que interpretação esta de Daniel Barenboim com a Orquestra de Câmara Inglesa! Este CD não existe na Europa. Ele faz parte da Deutsche Grammophon Collection, vendida apenas — creio –no Brasil, América do Sul e Península Ibérica. Trata-se de uma garimpagem nos bons CDs da DG, o que não desmerece o resultado, muito pelo contrário. E, bem, se você não ficar feliz ouvindo a Sinfonia Maria Teresa, chame o Dr. Simão Bacamarte porque há uma corrente e uma árvore aguardando por você num manicômio.

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nros. 44, 48 e 49

01. 1.Allegro Con Brio – Symphony N. 44 In E Minor ‘Trauer’
02. 2.Menuetto – Allegretto – Canone In Diapason – Symphony N. 44 In E Minor ‘Trauer’
03. 3.Adagio – Symphony N. 44 In E Minor ‘Trauer’
04. 4.Finale – Symphony N. 44 In E Minor ‘Trauer’.

05. 1.Allegro – Symphony N. 48, In C Major ‘Maria Theresia’.
06. 2.Adagio – Symphony N. 48, In C Major ‘Maria Theresia’
07. 3.Menuetto – Trio – Menuetto – Symphony N. 48, In C Major ‘Maria Theresia’
08. 4.Finale – Allegro – Symphony N. 48, In C Major ‘Maria Theresia’

09. 1.Adagio – Symphony N. 49, In F Minor ‘La Passione’
10. 2.Allegro Di Molto – Symphony N. 49, In F Minor ‘La Passione’
11. 3.Menuet – Symphony N. 49, In F Minor ‘La Passione’
12. 4.Finale – Presto – Symphony N. 49, In F Minor ‘La Passione’

English Chamber Orchestra
Daniel Barenboim

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Haydn: meio fora de moda, mas QUE COMPOSITOR!
Haydn: meio fora de moda, mas QUE COMPOSITOR!

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Franz Joseph Haydn (1732-1809 ) – Piano Trio Hob. XV.37 in F, 04. Piano Trio Hob. XV.C1 in C , Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G , Piano Trio Hob. XV.39 in F, Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – Beaux Arts Trio

Box FrontJá desde a primeira faixa deste CD, o Adagio Trio Hob. XV 37 in F, já temos uma amostra do que virá pela frente: beleza, sensibilidade, coerência, virtuosismo, talento. Poucos conjuntos de Câmera reuniram todos estes atributos durante tanto tempo quanto o Beaux Arts Trio. Foram 60 anos de dedicação a uma causa: a música. E somos os felizes ouvintes e apreciadores de toda esta dedicação.
Estes Trios para Piano de Haydn foram escolhidos a dedo. Difícil dizer qual o melhor, o mais bonito. O conjunto é todo de excelente qualidade. Mesmo depois de quase trinta anos os ouvindo, até hoje continuo me espantando com a capacidade de coesão deste conjunto. Eles tocam como se fossem um único instrumento.

01. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 1. Adagio
02. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 2. Allegro molto
03. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 3. Menuet
04. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 1. Allegro moderato
05. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 2. Menuet
06. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 3. Andante con variazioni
07. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 1. Allegro
08. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 2. Adagio
09. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 3. Menuetto
10. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 1. Allegro
11. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 2. Andante
12. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 3. Allegro
13. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 4. Menuetto
14. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 5. Scherzo
15. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 1. Moderato
16. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 2. Menuet
17. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 3. Presto

Beaux Arts Trio

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The Beaux Arts Trio in an undated photo: violinist Isidore Cohen, pianist Menahem Pressler, and cellist Bernard Greenhouse.
The Beaux Arts Trio in an undated photo: violinist Isidore Cohen, pianist Menahem Pressler, and cellist Bernard Greenhouse.

Joseph Haydn (1732-1809): Haydn – Italian Arias – Quasthoff, Freiburger Barockorchester

Haydn-Quasthoff_01Pense em um CD delicioso, com um grande cantor, acompanhado por uma excepcional orquestra .. e o principal: um repertório um tanto quanto desconhecido da grande maioria silenciosa, apesar de ter sido composto por um dos grandes compositores do Século XVIII, um gênio da sinfonia, dos Quartetos de Cordas …

Pensou em Thomas Quasthoff interpretando árias de óperas de Haydn? Pois é, nem eu pensaria. Vamos ver o que o próprio Quasthoff tem a dizer:

“I have often sung Haydn´s Creation and Seasons, but it was only because of this recording that I really came to terms with his operas. Here we encounter an unknown Haydn whom the singer needs to approach differently from the Haydn of the oratorios. But the risk is amply rewarded.”

E que grande CD  … tenho certeza que os senhores irão apreciar …

Joseph Haydn (1732-1809): Haydn – Italian Arias – Quasthoff, Freiburger Barockorchester

01 – Untreue lohnt sich nicht – 1. Akt – Non v’e rimedio
02 – Der Ritter Roland – 2. Akt – Mille lampi d’accese faville
03 – 3. Akt – Ombre insepolte
04 – Armida – 1. Akt – Se dal suo braccio oppresso
05 – 2. Akt – Teco lo guida al campo
06 – Die unbewohnte Insel – 1. Teil – Chi nel cammin d’onore
07 – Die belohnte Treue – 2. Akt – Di questo audace ferro
08 – 1. Akt – Mi dicia il mio signore
09 – 2. Akt – Sappa che la bellezza
10 – Die unverhoffte Begegnung – 1. Akt – Noi pariamo santarelli
11 – Die wahre Bestandigkeit – 1. Akt – Non sparat … mi disdico
12 – Die Welt auf dem Mond – 2. Akt – Che mondo amabile
13 – 2. Akt – Non aver di me sospetto
14 – Der Deserteur – 2. Akt – Un cor si tenero in petto forte  (f.F.Bianchi)
15 – Die Schule der Eifersuchtigen – 2. Akt – Dice benissimo chi si Marita (f.A.Sa…
16 – Die Seele des Philosophen (Orpheus & Eurydike) – 2. Akt – Chi spira e non spera
17 – 2. Akt – Il pensier sta neglio oggetti
18 – 2. Akt – Mai non sia inulto

Thomas Quasthoff – Bass, Baritone
Freiburger Barockorchester
Gottfried von der Goltz – Conductor

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FDP

 

Guia dos Instrumentos antigos 8/8 – Classicismo + LIVRO 200 pág. [link atualizado 2017]

ES-PE-TA-CU-LAR !!!

Livro com oito CDs fenomenalmente cedido pelo internauta Camilo Di Giorgi! Não tem preço!!!

Os arquivos foram todos renomeados e o livro tem o texto reconhecível graças ao trabalho do Igor Freiberger! Mais uma contribuição impagável!

Tem na Amazon: aqui.

Chegamos, após uma semana toda de deleites arcaicizantes, à última, derradeira e gloriosa postagem desta série!

Espero que para vocês, nossos estimados usuários-ouvintes, esse passeio pela música com instrumentos de época tenha sido tão prazeroso quanto o foi para mim.

E hoje, neste ensolarado dia das mães (pelo menos aqui na cidade da minha, no pujante interior de paulista – aliás, previsão de sol, porque eu escrevi o texto na véspera), brindemos a completude desta pequena mas valorosa coleção com mais pesos-pesados como Haydn, Mozart e Beethoven, primorosamente escolhidos e executados por instrumentistas dos mais gabaritados.

E, como prometido inicialmente, sege, logo após o link para o 8º CD, o enlace para o riquíssimo livro dos instrumentos, uma pesquisa minuciosa e de uma qualidade inquestionável.

Esquema do funcionamento de um órgão de foles na página 152.
Na página 114, uma iluminura com uma gaita de foles e uma Musette de Cour, utilizada na faixa 14 deste CD.

Essa sequência de superlativações não é à toa: estamos diante de um material estupendo, que auxiliará muitos profissionais e amantes da música a conhecerem e ensinarem outras pessoas a se apaixonarem ainda mais por esse universo maravilhoso!

Ouça! Leia! Estude! Divulgue e… Deleite-se, sem medida!!!

Guide des Instruments Anciens – CD8
Classicismo

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Pronto! Finalmente toda a coleção está aqui: CD1CD2, CD3, CD4, CD5, CD6 e CD7. Ouça!

Partituras e outros que tais? Clique aqui

Tão bom quando vocês comentam… Pode comentar, pessoal!

– Ó, disse pra eu ficar à vontade, já fui ficando, tá?

Avicenna & Bisnaga

Joseph Haydn – Piano Sonatas Hob. XVI:34, 40, 42 e 52, Wolfgang Amadeus Mozart (Fantasia in C minor, KV 475, Franz Schubert – Impromptus, D. 899, D. 935, Robert Schumann – Fantasiestucke, Op. 12

41S33XE061LFaz muito tempo que Alfred Brendel não dá as caras por aqui. O que é uma pena, já que estamos falando de um dos grandes pianistas do século XX. O Brendelzinho da nossa antiga colaboradora Clara Schumann, que o adorava, reverenciava mesmo. Era Deus no céu e Brendel na Terra.
E a nossa sumida portuguesinha tinha um pouco de razão. Alfred BrendeI infelizmente anda um tanto quanto afastado dos palcos, e das gravações, devido principalmente à idade, já adentrado nos 80 e poucos anos. Mas cada novo cd seu é uma alegria para os ouvidos, com certeza.  Dono de uma técnica apuradíssima, estabeleceu padrões de excelência poucas vezes alcançado, dentro de um repertório mais limitado ao classicismo e ao romantismo, apesar de eu ter um cd seu em que toca Schoenberg. Suas gravações de Schubert, principalmente os “Impromptus”, são incomparáveis. Seu Mozart é quase unanimidade, assim como seu Beethoven.  Aliás, o conheci exatamente através de sua integral dos concertos para piano de Beethoven, com o grande Bernard Haitink.
Esse cd que ora vos trago é uma coletânea. A coleção “Great Pianists” foi financiada pela fábrica de pianos “Steinway & Sons”, que fornece os instrumentos para os grandes teatros e gravadoras do mundo todo. Dentro dessa coleção, Brendel foi “brindado” com seis discos, que pretendo trazer de dois em dois.
E logo neste primeiro o bicho pega com as sonatas de Haydn, uma fantasia mozartiana, e, talvez o grande momento dos dois cds, os “Impromptus” de Schubert. Além, é claro, da maravilhosa “Fantasiestücke” de Schumann. Resumindo, dois cds para serem ouvidos à exaustão, sem medo de ser feliz.

CD 1

01.Haydn- Piano Sonata in E minor,  Hob. XVI-34 1. Presto
02.Haydn- Piano Sonata in E minor,  Hob. XVI-34 2. Adagio
03.Haydn- Piano Sonata in E minor,  Hob. XVI-34 3. Vivace molto,innocentemente
04.Haydn- Piano Sonata in G,  Hob. XVI-40 1. Allegretto ed innocente
05.Haydn- Piano Sonata in G,  Hob. XVI-40 2. Presto
06.Haydn- Piano Sonata in D,  Hob. XVI-42 1. Andante con espressione
07.Haydn- Piano Sonata in D,  Hob. XVI-42 2. Vivace assai
08.Haydn- Piano Sonata in E flat,  Hob. XVI-52 1. Allegro
09.Haydn- Piano Sonata in E flat,  Hob. XVI-52 2. Adagio
10.Haydn- Piano Sonata in E flat,  Hob. XVI-52 3. Finale. Presto
11.Mozart- Fantasia in C minor, KV 475

CD 2

01.Schubert- Impromptus, D. 899 No. 1 in C minor- Allegretto molto moderato
02.Schubert- Impromptus, D. 899 No. 2 in E flat- Allegro
03.Schubert- Impromptus, D. 899 No. 3 in G flat- Andante
04.Schubert- Impromptus, D. 899 No. 4 in A flat- Allegretto
05.Schubert- Impromptus, D. 935 No. 1 in F minor- Allegro moderato
06.Schubert- Impromptus, D. 935 No. 2 in A flat- Allegretto
07.Schubert- Impromptus, D. 935 No. 3 in B flat- Thema (Andante) mit Variationen
08.Schubert- Impromptus, D. 935 No. 4 in F minor- Allegro scherzando
09.Schumann- Fantasiestucke, Op. 12 1. Des Abends
10.Schumann- Fantasiestucke, Op. 12 3. Warum_
11.Schumann- Fantasiestucke, Op. 12 5. In der Nacht
12.Schumann- Fantasiestucke, Op. 12 8. Ende vom Lied

Alfred Brendel – Piano

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Franz-Joseph Haydn (1732-1809) – Die Jahreszeiten – Karajan, Janowitz, Berry, BPO

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NOVOS LINKS !!! 

Chegou o outono, e para comemorar a troca das estações nada melhor que ouvir a obra prima de Haydn, “Die Jahreszeiten”, ou traduzindo, “As Estações”, minha obra haydniana favorita. É alegre, festiva, seus corais são divinos, quase celestiais, e nos deixa muito bem com a vida.
Karajan montou um timaço para realizar essa gravação, lá nos idos de 1972, dentro de uma igreja, onde aliás, realizou inúmeras gravações com a Filarmônica de Berlim. Gundula Janowitz e Walter Berry lideram o time de solistas, em uma gravação cinco estrelas.

Vale muito a pena conferir.

CD 1

01. Der Frühling – Seht, wie der strenge Winter flieht!
02. Komm, holder Lenz!
03. Vom Widder strahlet jetzt
04. Schon eilet froh der Ackersmann
05. Der Landmann hat sein Werk vollbracht
06. Sei nun gnadig, milder Himmel
07. Erhort ist unser Flehn
08. O wie lieblich ist der Anblick
09. Ewiger, machtiger, gutiger Gott!
10. Der Sommer – Im grauen Schleier ruckt heran
11. Der muntre Hirt versammelt nun
12. Sie steigt herauf, die Sonne
13. Nun regt und bewegt sich alles umher
14. Die Mittagssonne brennet jetzt
15. Dem Druck erlieget die Natur
16. Willkommen jetzt, o dunkler Hain
17. Welche Labung fur die Sinne!
18. O seht! Es steigt in der schwulen Luft
19. Ach, das Ungewitter naht
20. Die dustern Wolken trennen sich

CD 2

01. Der Herbst – Einleitung
02. Was durch seine Blute
03. So lohnet die Natur
04. Seht, wie zum Haselbusche dort
05. Ihr schonen aus der Stadt, kommet her!
06. Nun zeiget das entbloset Feld
07. Seht auf die breiten Wiesen hin
08. Hier treibt ein dichter Kreis
09. Hort das laute Geton
10. Am Rebenstocke blinket jetzt
11. Juchhe! Juchhe! der Wein ist da
12. Der Winter – Einleitung
13. Nun senket sich das blasse Jahr
14. Licht und Leben sind geschwacht
15. Gefesselt steht der breite See
16. Hier steht der Wandrer nun
17. So wie er naht, schallt in sein Ohr
18. Knurre, schnurre, knurre!
19. Abgesponnen ist der Flachs
20. Ein Madchen, das auf Ehre hielt
21. Vom durren Osten dringt ein scharfer Eishauch
22. Erblicke hier, betorter Mensch
23. Wo sind nun, die hoh’n Entwurfe
24. Dann bricht der grose Morgen an!

Gundula Janowitz – Soprano
Werner Hollweg – Tenor
Walter Berry – Bass
Chor der Deutsches Oper, Berlin
Berliner Philharmoniker

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Joseph Haydn (1732-1809): Cassations Nº 9 e 20

Joseph Haydn (1732-1809): Cassations Nº 9 e 20

O blog holandês 33 toeren klassiek faz conversões de antigos LPs de vinil para mp3. A qualidade é sempre excelente não somente do ponto de vista técnico, é que as escolhas musicais são especiais. Elas nunca passam pelo óbvio, mas por cantinhos desconhecidos ou esquecidos do repertório e da história das gravações. É um tremendo, criterioso e qualitativo resgate histórico. Peguei de lá esta raríssima gravação do Collegium Aureum para a Harmonia Mundi em 1963.

Haydn HM 30 643 1

Cassation é um gênero ainda menor do que a Serenata ou o Divertimento. Trata-se de uma série de movimentos curtos e alegres para orquestra de câmara. Muita gente boa escreveu Cassassões lá pela metade do século XVIII. A música de Haydn serve bem ao gênero. Haydn era leve, ousado e feliz. Até suas Missas revelam uma relação secular com a divindade. O cara era feliz e não abria mão disso, ora. Ouçam o disco e comprovem: é música para abrir um bom dia.

Joseph Haydn (1732-1809): Cassations Nº 9 e 20

1 Cassatie in G (HV .II, 9, 1764) 15:26
allegro molto – menuet – adagio cantabile – menuet – finale: presto
2 Cassatie in F (HV II, 20, 1763)
allegro – menuet – adagio – menuet – finale: presto

Membros do Collegium Aureum
Direção de Franzjosef Maier
Harmonia Mundi HM 30 643
Gravado em junho de 1963
Tempo total: 33:08

Os caras em holandês:
Alfred Sous, hobo
Helmuth Hucke, hobo
Gerd Seifert, hoorn
Erich Penzel, hoorn
Ulrich Grehling, viool
Franz-Josef Maier, viool
Ulrich Koch, altviool
Günther Lemmen, altviool
Reinhold Johannes Buhl, cello
Johannes Koch, violone

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Haydn HM 30 643 2

PQP

Franz-Joseph Haydn (1732-1809): Die Sieben Letzten Worte (As sete últimas palavras)

Franz-Joseph Haydn (1732-1809): Die Sieben Letzten Worte (As sete últimas palavras)


Aproveitemos pois este momento Haydn, que sem querer eu e o mano PQP começamos. Voltou a chover na minha cidade, e aquela onda de calor insuportável que vivemos aqui, e no sul do Brasil em geral se foi.

Uma postagem anterior do mano PQP foi desta mesma obra tocada em sua versão para quarteto de cordas. Esta versão que trago tem o grande Nikolaus Harnoncourt e seu Concentus Musicus Wien na versão para solistas, coral e orquestra. Ah, como não poderia deixar de ser, o coral que o acompanha é o excelente Arnold Schoenberg Choir.

Franz-Joseph Haydn –  Die Sieben Letzten Worte – Harnoncourt

01 – Intruduzione
02 – I ‘Vater, vergib ihnen’
03 – II ‘Fürwahr, ich sag es dir’
04 – III ‘Frau, hier siehe deinen Sohn’
05 – IV ‘Mein Gott, mein Gott’
06 – Introduzione
07 – V ‘Jesus rufet’
08 – VI ‘Es ist vollbracht’
09 – VII ‘Vater, in deine Hande’
10 – Terremoto ‘Er ist nicht mehr’

Inga Nielsen – Soprano
Margareta Hintermeier – Alto
Anthony Rolfe-Johnson – Tenor
Robert Holl – Bass
Concentus Musicus Wien
Arnold Schoenberg Choir
Nikolaus Harnoncourt – Direktor

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Ei, vamos cantar direito essa coisa!
Ei, vamos cantar direito essa coisa!

FDP