Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847) – Symphony nº 4 in A Minor, op. 90, Symphony nº 5 in D minor, op. 107, ¨Reforma”, Overture for Wind Instruments, op. 24

Desde seus primeiros acordes a Sinfonia Italiana me traz uma sensação de bem-estar. Ela é alegre, até mesmo divertida em certos momentos. Seu primeiro movimento é de uma leveza que sempre me traz para a cabeça o campo, pessoas dançando, comemorando as colheitas, enfim, vejo nela um aspecto bucólico, que me faz bem. Deve ter sido a primeira obra de Mendelssohn que ouvi, antes até mesmo que o Concerto para violino. E desde o começo, ela foi uma de minhas obras favoritas. Como o próprio nome sugere, Mendelssohn a compôs inspirado em uma viagem à Itália, e a estreou em 1833.

A Sinfonia nº 5, já postada aqui, em outra ocasião, pelo mano PQPBach tem um aspecto mais sério, já que se trata de uma homenagem aos 300 anos da Igreja Luterana. O cd ainda traz uma abertura escrita para instrumentos de sopro.

A regência, como sempre, está a cargo de Claudio Abbado frente à Sinfônica de Londres.

Encerro assim a integral das sinfonias e aberturas de Mendelssohn.

Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847) – Symphony nº 4 in A Minor, op. 90, Symphony nº 5 in D minor, op. 107, ¨Reforma”, Overture for Wind Instruments, op. 24

01 Symphony No4-Allegro vivace
02 Symphony No4-Andante con moto
03 Symphony No4-Con moto moderato
04 Symphony No4-Saltarello
05 Symphony No5-Andante-Allegro con fuoco
06 Symphony No5-Allegro vivace
07 Symphony No5-Andante
08 Symphony No5-Chorale
09 Ouvertüre Harmoniemusik

London Symphony Orchestra
Claudio Abbado

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Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847) – Symphony No1,in C Minor, op. 11, Scherzo in G-Minor, op. 20, Ouvertüre Sommernachtstraum, op. 21, Ouvertüre Hebriden, op. 26, Meeresstille und glückliche Fahrt, op. 27

Começo com esta postagem a disponibilizar a integral das sinfonias e aberturas de Mendelssohn. É um projeto antigo, mas que até então não havia ocorrido por não ter uma integral que me satisfizesse. Até ter acesso a essa beleza de BOX da DG.

A carreira de Claudio Abbado é interessante. Antes de se tornar o big boss da Filarmônica de Berlim era um maestro excepcional, com gravações muito boas do repertório romântico e moderno. Lembro-me de um excelente “Pássaro de Fogo”, à frente da Sinfônica de Londres, periodo que considero o mais interessante de sua carreira. Após assumir a batuta da poderosa Berliner Philarmoniker, aparentemente se perdeu o interesse por ele. Os mais tradicionalistas devem tê-lo excomungado por ter se recusado a continuar à frente da orquestra, visto que tradicionalmente o contrato é vitalício, uma espécie de papado da regência, o ápice a que um maestro poderia chegar.

Particularmente, gosto de seu trabalho neste período. Tenho a integral das sinfonias de Beethoven, que considero superior à ùltima integral karajaniana, além de diversas outras gravações. Críticos e resenhistas especializados dizem que ele teria relaxado em tão nobre função.  E após sua saída, voltou a ser o Abbado que todos conhecíamos. Bem, trata-se de uma questão de opiniões.

Pois bem, esta integral de Mendelssohn é uma beleza, creio que obrigatória em qualquer cdteca, gravada ainda nos tempos em que era diretor da Sinfônica de Londres Desde esta 1ª Sinfonia, composta quando o compositor tinha apenas 15 anos de idade, até a Quinta Sinfonia, chamada “A Reforma”, o que encontramos aqui é um excelente regente muito à vontade frente da orquestra. “Abbado’s Fine Mendelssohn Symphony Cycle”, “Superb recordings”, “Excellent Collection of Mendelssohn”, são alguns dos comentários que encontramos sobre ela no site da amazon. Sem contar que preço é uma barbada, já que se tratam de 5 cds.

Bem, neste primeiro cd, temos a 1ª Sinfonia, composta quando Mendelssohn tinha apenas 15 anos de idade. O que encontramos nesta sinfonia é um compositor ainda procurando seu rumo, sob as óbvias influências de Mozart, Haydn e Beethoven. As aberturas que acompanham o cd creio que sejam conhecidas em sua maior parte, principalmente a do “Midsummer Night Dream”, obra que o mano PQP já postou aqui. Então, vamos ao que interessa.

Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847) – Symphony No1,in C Minor, op. 11,  Scherzo in G-Minor, op. 20, Ouvertüre Sommernachtstraum, op. 21, Ouvertüre Hebriden, op. 26, Meeresstille und glückliche Fahrt, op. 27 

01 Symph No1-Allegro molto
02 Symph No1-Andante
03 Symph No1-Menuetto. Allegro molto
04 Symph No1-Allegro con fuoco
05 Scherzo in G-Minor
06 Ouvertüre Sommernachtstraum
07 Ouvertüre Hebriden
08 Meeresstille und glückliche Fahrt

London Symphony Orchestra

Claudio Abbado

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Franz Schubert, Johannes Brahms, Richard Wagner – Tribute to a Unique Artist

Esta postagem é um pouco diferente, pois o destaque é o maestro Carlos Kleiber. A DG lançou este cd por ocasião de sua morte, em 2004. É uma espécie de “Best Of”, mas o que se tem aqui são interpretações impecáveis, que demonstram um maestro finíssimo, que, apesar de não ser muito chegado em estúdios de gravação, quando lá esteve, mostrou uma competência tremenda. Que o digam suas versões para as sinfonias beethovinianas de nºs 5 e 7, cd já postado aqui no blog.

O que este cd traz são outros momentos memoráveis deste grande maestro: uma “Sinfonia Inacabada” de Schubert com um registro maravilhoso, uma 4ª de Brahms que entrou para os anais da história como uma das melhores de todos os tempos, e dois momentos igualmente belíssimos do “Tristão e Isolda” de Wagner. Segundo um comentário do site da amazon, “Kleiber brings the same insights of his classic recording of Beethoven’s 5th to bear on Brahms’s 4th symphony. This is an all-time great recording, probably the most furious and passionate performance since Furtwangler’s transcendental account during World War II.”

O texto biográfico abaixo foi retirado do site da Deutsche Grammophon:

“With the passing of Carlos Kleiber on 13 July 2004, the world of music lost one of its most charismatic and enigmatic figures. He was known as a conductor who didn’t like to conduct: “Only when his freezer was empty did he deign to pick up the baton, reported Herbert von Karajan (who, like many of his other colleagues, called him a “genius” – they were a two-man mutual admiration society). He lavished his genius on no more than a handful of symphonies by Beethoven, Haydn, Mozart, Schubert and Brahms, and a scarcely longer list of operas by Verdi, Wagner, Puccini and the Strausses, Johann and Richard – a fragment of the repertoire conducted by his equally famous father Erich, another titan, who tried to thwart his son’s musical career (yet Carlos used his annotated scores).

A recluse who spoke six languages fluently but never granted interviews because he claimed that “when I talk, it’s rubbish”, Kleiber would repeatedly leave orchestral musicians notes filled with polite suggestions (these became known as “Kleibergrams”). Players and singers respected and revered him. “He notices everything,” Plácido Domingo declared. “I try to please him all the time, not just because I want to please him but because I know he’s right.”

Once his career was established, Kleiber refused to accept a permanent position and even declined the Berliner Philharmoniker’s invitation to become Karajan’s successor. He once told Leonard Bernstein that he wanted to grow old in a sun-drenched garden, only eating, drinking, sleeping and making love. Much critical ink has been spilled over the precious few engagements to which he grudgingly consented – principally with the Wiener Philharmoniker and Amsterdam Concertgebouw orchestras and at some of the world’s operatic shrines: Vienna, Munich, Bayreuth, London, Milan, and New York – reviews couched almost exclusively in superlatives bestowed on few other musicians of the late 20th century. Kleiber was truly – and for once the tired cliché is apt – a legend in his own time.

Carlos Kleiber was born in Berlin on 3 July 1930 but grew up in Argentina after his family (who were not Jewish) fled Nazi Germany in 1935. Following the war, he studied chemistry in Switzerland, but an overwhelming love for music led inexorably to his 1954 debut, conducting an operetta in Potsdam, East Germany under a pseudonym. He served as répétiteur of the Deutsche Oper am Rhein in Düsseldorf from 1956, becoming its conductor two years later, was at the Zurich Opera from 1964-66 and first Kapellmeister at the Württembergisches Staatstheater in Stuttgart for three years from 1966. He first appeared at the Vienna State Opera in 1973 conducting Tristan, the work with which he made his Bayreuth debut the following year, debuted in 1974 at Covent Garden and La Scala (conducting Der Rosenkavalier, one of his father’s specialities); he made his Berliner Philharmoniker debut in 1982 and his first appearance at the Met in 1988.

A perfectionist in extremis, Carlos Kleiber disliked recordings – he once said that “every unproduced record is a good record” – but those he made have naturally come to occupy a special place in the medium’s history. Deutsche Grammophon had the good fortune to be the label with which he was associated, a collaboration that began in 1973, when he agreed to overcome his antipathy to the microphone and travel to Dresden to record Weber’s Freischutzwith the great Staatskapelle, an orchestra that had enjoyed a close relationship with his father. London’s Daily Telegraph, typifying the praise showered on it from all quarters, described the new set in terms that could well be applied to every work this artist touched: “Kleiber … brings such vitality, freshness of tone and buoyancy of rhythm to the orchestral score and his choice of tempi shows that he has rethought this music … by discovering how to be faithful to the composer’s spirit without transgressing the letter.”

Subsequent releases over the next several years spread the appreciation of his phenomenal gifts to an adoring international public and fellowship of music critics: Beethoven’s Fifth from Vienna in 1975 (about which one reviewer wrote that “it was as if Homer had come back to recite the Iliad”), Beethoven’s Seventh from Vienna and Johann Strauss’s Fledermaus from Munich in 1976, Verdi’s Traviata from Munich in 1977, Schubert’s Third and “Unfinished” from Vienna in 1979, Brahms’s Fourth from Vienna in 1981 and, finally, a return to Dresden for Wagner’s Tristan und Isolde (which he had conducted at Bayreuth from 1974-76) in 1982.

It is from those last three studio productions that the performances collected here have been taken. When Kleiber’s extraordinarily concentrated reading of the “Unfinished”, recorded in the Musikverein’s Golden Hall in September 1978, was last reissued, the English critic Richard Osborne wrote: “The genius of Kleiber’s performance is his willingness to characterize both the music’s profound melancholy and its bustling energy: in other words, to sense its physical chronology and its spiritual one.”

In December 1979 the German critic Peter Cossé was in the Musikverein when Kleiber conducted Brahms’s Fourth Symphony at the Wiener Philharmoniker’s subscription concerts. “One experienced the four movements,Ó he wrote, “as a great concentrated Passion of compositional logic and integrity and, in the same moment, as a network of emotions and images, whose richness and atmospheric ambivalence seemed to find a miraculous sense of consolidation or, more precisely, reconciliation in the final Passacaglia.Ó CossŽ happily found that the “fascinating details and solemn splendour of the interpretation were captured without any loss of tension or spontaneity” when Deutsche Grammophon recorded it three months later, between 12-15 March 1980.

And, finally, the Dresden Tristan. Kleiber was dead set against a live recording, with – as DG’s then Head of Production Hans Hirsch recalled – all its imponderables, such as the dangers of singer fatigue and inevitable compromise solutions in the final takes that would disadvantage the orchestra (seated, incidentally, with violins divided left and right, violas half-left behind the first fiddles, cellos half-right behind the seconds, and basses in a reduced half-circle behind the seconds and cellos). Kleiber’s demands were extreme and unprecedented, even for him: 10 full orchestral rehearsals beginning in August 1980 in Dresden’s Lukaskirche, 20 sessions in October with the whole cast present at all of them, recording the work in sequence from beginning to end (with, as is customary, the preludes to Acts I and III left to last).

Perhaps the only surprise in casting was that of Margaret Price in a role she was never to sing on stage, but this turned out to be pure inspiration: the youthful freshness, ardour and lyricism (as well as flawless German diction) of the Welsh soprano’s Isolde, as Hans Hirsch notes, dovetailed with Kleiber’s conception of the work, and indeed, by general consensus, the part has not been sung on record before or since with such sheer, unremitting vocal beauty.

Kleiber’s nerves were famously exposed whenever he made music, and, inevitably, in an undertaking as gruelling for him as committing Wagner’s Tristan to disc, they frayed – sadly – towards the end of the sessions. In the midst of René Kollo’s recording of Tristan’s delirium in Act III, the conductor stormed out, and the passage had to be synchronized later, though no trace of that would be apparent to listeners. Presciently, his producer Werner Mayer had let the tape machines run during rehearsals of the preludes in August. Carlos Kleiber never entered a recording studio again.”

Franz Schubert (1797 – 1828) Symphony No.8 in B minor, D.759 – “Unfinished”

1. Allegro moderato
2. Andante con moto

Johannes Brahms (1833 – 1897) Symphony No.4 in E minor, Op.98

1. Allegro non troppo
2. Andante moderato
3. Allegro giocoso – Poco meno presto – Tempo I
4. Allegro energico e passionato – Più allegro

Wiener Philharmoniker

Carlos Kleiber

Richard Wagner (1813 – 1883) Tristan und Isolde

7. Act 3 “Tod und Hölle”

Dietrich Fischer-Dieskau, Wolfgang Hellmich, Brigitte Fassbaender, Werner Götz, Kurt Moll, Staatskapelle Dresden, Carlos Kleiber

8. “Mild und leise wie er lächelt” (Isoldes Liebestod)

Margaret Price

Staatskapelle Dresden, Carlos Kleiber

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.:interlúdio:.

Estou postando este cd para atender um desejo de nossa colega Clara Schumann, que na verdade pediu o Songbook do Cole Porter. Mas serei um pouco maldoso com ela, e primeiramente postarei este “simples” “best of” do Songbook que Ella gravou de George Gershwin, com o singelo nome de “Oh, Lady Be Good”. Posteriormente postarei o Songbook de Cole Porter, em minha opinião, uma das melhores gravações já realizadas na história do mercado fonográfico. Mas deixemos Cole Porter de lado, por enquanto, e vamos de Gershwin.

“´S Wonderful” é o título de uma clássica canção de Gershwin, e é me utilizando desta expressão que sintetizo essa coletânea. Assim como Blue Dog, não sou muito chegado em coletâneas, best ofs, ou coisas do gênero. Mas o trabalho que a gravadora Verve fez aqui é de se tirar o chapéu. Conseguir garimpar no meio de tantas pérolas da canção norte americana 17 standards absolutos, canções imortais, que ficaram imortais nas vozes de muitos grandes músicos e instrumentistas. Louis Armstrong, Miles Davis, Bill Evans, Keith Jarrett, entre dezenas de outros, se renderam à beleza das melodias e harmonias criadas pelos irmãos Gershwin. Sem esquecer, é claro, o cinema, onde Fred Astaire, Gene Kelly, Frank Sinatra entre outros tantos, imortalizaram estas mesmas canções.

Os arranjos das canções foram feitos pelo grande Nelson Riddle, que também rege a orquestra que acompanha a genial Ella. Trata-se de um cd em que se deve esquecer todos os problemas e preocupações que nos perseguem. É para relaxar e aproveitar…

Ella Fitzgerald – Oh Lady, Be Good – Best of The George & Ira Gershin Songbook

01 Ella Fitzgerald – Fascinating Rhythm
02 Ella Fitzgerald – ‘S Wonderful
03 Ella Fitzgerald – Someone To Watch Over Me
04 Ella Fitzgerald – He Loves And She Loves
05 Ella Fitzgerald – Oh, Lady Be Good
06 Ella Fitzgerald – A Foggy Day
07 Ella Fitzgerald – How Long Has This Been Going On
08 Ella Fitzgerald – Let’s Call The Whole Thing Off
09 Ella Fitzgerald – But Not For Me
10 Ella Fitzgerald – My One And Only
11 Ella Fitzgerald – I’ve Got A Crush On You
12 Ella Fitzgerald – Nice Work If You Can Get It
13 Ella Fitzgerald – The Man I Love
14 Ella Fitzgerald – Funny Face
15 Ella Fitzgerald – Embraceable You
16 Ella Fitzgerald – They Can’t Take That Away From Me
17 Ella Fitzgerald – I Got Rhythm

Ella Fitzgerald
Music Arranged and Conducted by Nelson Riddle

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Leonard Bernstein (1918-1990) – West Side Story Suite, “Lonely Town” from ´On the Town´, “Make our Garden Grow from ´Candide´”, “Serenade after Plato´s Symposium”, “New York, New York” from ´On the Town´

Ganhei este cd de um amigo que sabia o quanto eu gostava de “West Side Story”, e ele me garantiu que Joshua Bell era um grande violinista. Já havia assistido ao filme umas 10 vezes (confesso que hoje já devem ter passado das 20 vezes), tinha a gravação do Bernstein com o Carreras e com a Kiri, conhecia as gravações do Oscar Peterson Trio, e claro, inúmeras versões de suas canções com tantos outros músicos, inclusive uma versão interessantíssima para dois pianos com as irmãs Labeque, que se perdeu nas areias do tempo.

Ou seja, conhecia bem a obra. Mas voltei a me surpreender quando ouvi esta gravação de Joshua Bell. Ele consegue extrair da obra elementos que passam desapercebidos quando ouvimos a trilha sonora, ou simplesmente assistimos ao filme. O som de seu violino é claro, límpido e apaixonado, como deve ser quando se trata da interpretação dessa obra, porque, antes de tudo, trata-se de uma história de amor. Um Romeu & Julieta situado no século XX, em plena Nova York dos anos 60 mais do que nunca atual, nessa nossa época de intransigência, desrespeito e discriminação que vivemos. Costumo dizer que se Bernstein tivesse composto apenas West Side Story já teria cumprido com sua missão terrena. Mas felizmente também resolveu ser um dos maiores regentes do século XX. Que sorte a nossa!

O Cd também trás também arranjos para violino e orquestra de sua ópera “Candide”, e de seu primeiro musical da Broadway, “On the Town”, além de outro grande concerto para violino e orquestra do século XX, “Serenade after Plato´s Symposium”.

Assim define este cd a editora da amazon:

This all-Bernstein disc includes four compositions in addition to the title piece, of which only the “Serenade” was originally written for solo violin and orchestra. John Corigliano made the arrangement of “Make Our Garden Grow,” the famous final song from Candide, and William David Brohn, who had long been close to Bernstein’s music, arranged two songs from On the Town. His West Side Story Suite is a free adaptation rather than an arrangement; he calls it the greatest adventure of his musical life.

However, the real hero of the recording is Joshua Bell, for whom Sony commissioned the Suite; he collaborated closely with Brohn in its creation and contributed one of the two cadenzas. Not surprisingly, its violin part, as well as those of the other arrangements, are written to his strengths, which seem to be growing and expanding all the time. His virtuosity is breathtaking and he revels in it with unbridled exuberance. His tone is ravishingly beautiful, intense, focused, pure; it can generate a warm glow and a radiant shimmer. His facility and silvery sound in the violin’s topmost register have always been particularly striking and are displayed throughout to terrific effect. He handles Bernstein’s multifaceted style, rhythm, and idiom with easy, natural mastery. His love and respect for the music come through in his ability to identify with its swiftly changing moods and in his strongly felt, direct expressiveness. –Edith Eisler

Sem dúvida, um grande cd, de um jovem talento.

Anexei ao arquivo compactado o booklet do cd, bem explicativo, contando os detalhes destas gravações.

Leonard Bernstein (1918-1990) – West Side Story Suite, “Lonely Town” from ´On the Town´, “Make our Garden Grow” from ´Candide´, “Serenade after Plato´s Symposium”, “New York, New York” from ´On the Town´

01 – West Side Story Suite
02 – Lonely Town from On the Town
03 – Make our Garden Grow from Candide
04 – Serenade after Plato´s Symposium – I – Phaedrus Pausanias (Lento-Allegro)
05 – II – Aristophanes (Allegretto)
06 – III – Erymachus (Presto)
07 – IV – Agathon (Adagio)
08 – V – Socrates Alcebiades (Molto tenuto – Allegro molto vivace
09 – New York, New York from On the Town

Joshua Bell – Violino
Philarmonia Orchestra
David Zinman – Conductor

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Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847) – Concerto for Violin & Orchestra E minor, op.64, Max Bruch (1838-1920) – Concerto No.1 for Violin & Orchestra G minor, op.26

Nosso leitor Fábio perguntou se eu não teria outra gravação do concerto para violino de Mendelssohn, pois não é muito fã do impressionante Maxim Vengerov. Sugeri então a postagem de alguma das diversas violinistas de origem oriental, como a coreana Chung, Sara Chang, entre tantas outras. Admiro estas violinistas pois todas tem um talento impressionante.

Fuçando dia desses em meus cds, encontrei outra oriental, já postada aqui em outra ocasião, se não me engano tocando Schubert, Midori Gotô, ou simplesmente Midori. Essa moça, como as outras, começou sua carreira ainda cedo, ganhando prêmios ainda criança. Aliás, conta a história que participou de seu primeiro concurso tocando simplesmente o Concerto nº 2 de Bártok, e para completar, a tradicional Chaconne bachiana, todas obras extremamente difíceis, que exigem muito dos solistas. Pois bem, a pequena Midori, ainda criança, conquistou platéias, e outros músicos consagrados, como Pinchas Zukermann e Leonard Bernstein com seu talento e simpatia. Roda no YOUTUBE um vídeo amador muito interessante que mostra a pequena Midori tocando o concerto de Bártok, ao lado de Bernstein, quando arrebenta uma corda de seu violino. Sem perder a calma, ela pede emprestado o instrumento a um dos violinistas da orquestra, e continua tocando, como se nada tivesse acontecido. Esta parte é o que roda no vídeo. O que não mostra, e que testemunhas confirmam, foi que Bernstein, após a conclusão da apresentação, teria se ajoelhado na frente da pequena violinista e dito que ela era um milagre de Deus. Sabemos que isso seria bem típico do maestro americano. Bem Midori hoje está chegando aos 40 anos, 38 para ser mais exato, e se firmou como uma das grandas violinistas da atualidade, sendo inclusive professora do Departamento de Música da Universidade do Sul da Califórnia, mas não abandonou a carreira, ao contrário. Sua agenda sempre está cheia.

Nesta gravação que ora posto, ela interpreta dois arrasa-quarteirões do repertório violinístico, os concertos de Mendelssohn e de Bruch, expoentes máximos do romantismo. Obras extremamente técnicas, exigem dos solistas não apenas toda sua perícia e técnica, mas também sua capacidade de tirar a alma do instrumento, de fazê-lo cantar, como disse certo resenhista da amazon. Outra vantagem desta excelente gravação é que é realizada ao vivo, então podemos sentir toda a emoção da platéia nos aplausos. Mariss Jansons tem em suas mãos simplesmente a Filarmônica de Berlim para conduzir.

Espero que gostem dessa gravação como eu gostei. Com certeza, uma das melhores versões destes dois concertos gravadas nos últimos anos (esta gravação foi realizada em 2003).

Felix Mendelssohn Bartholdy – Concerto for Violin & Orchestra E minor, op.64, Max Bruch – Concerto No.1 for Violin & Orchestra G minor, op.26

1. Concerto in E minor for Violin and Orchestra, Op. 64/I. Allegro molto appassionato
2. Concerto in E minor for Violin and Orchestra, Op. 64/II. Andante
3. Concerto in E minor for Violin and Orchestra, Op. 64/III. Allegretto non troppo – Allegro molto vivace
4. Concerto No. 1 in G minor for Violin and Orchestra, Op. 26/I. Vorspiel. Allegro moderato
5. Concerto No. 1 in G minor for Violin and Orchestra, Op. 26/II. Adagio
6. Concerto No. 1 in G minor for Violin and Orchestra, Op. 26/III. Finale. Allegro energico

Midori Gotô – Violino
Berliner Philarmoniker
Mariss Jansons – Conductor

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Igor Stravinsky (1882-1971) – Violin Concerto in D, Bela Bártok (1881-1945)- Violin Concerto No2, Dmitri Shostakovich (1906-1975)- Concerto No. 1 in A minor for Violin and Orchestra, Op. 99, Sergey Prokofiev (1891-1953) – Violin Concerto No. 2 In G Minor, Op. 63

O que estes quatro concertos para violino têm em comum além do fato de serem os mais representativos do século XX é a excepcional violinista que os interpreta, Viktoria Mullova. Sou fã desta grande violinista desde que comprei sua gravação para os Concertos de Tchaikovsky e de Sibelius, sob a direção do Seiji Ozawa e sua Orquestra Sinfônica de Boston, ainda nos anos 80.

Mullova interpreta nestes dois cds os quatro principais concertos para violino do século XX. Quatro verdadeiras provas de fogo, e Mullova os encara com tamanha competência que nos tira o fôlego muitas vezes. Destaque para a cadenza do terceiro movimento do concerto de Shostakovich, além do belíssimo 2º Concerto de Prokofiev.
Nesta série de concertos ela estará acompanhada pela Royal Philarmonic Orchestra, dirigida por Andre Previn.

Igor Stravinsky (1882-1971) – Violin Concerto in D, Bela Bártok (1881-1945)- Violin Concerto No2, Dmitri Shostakovich (1906-1975)- Concerto No. 1 in A minor for Violin and Orchestra, Op. 99, Sergey Prokofiev (1891-1953) – Violin Concerto No. 2 In G Minor, Op. 63

CD 1

01 Stravinsky – Violin Concerto in D – I – Toccata
02 Stravinsky – Violin Concerto in D – II – Aria
03 Stravinsky – Violin Concerto in D – III – Aria II
04 Stravinsky – Violin Concerto in D – IV – Capriccio
05 Bartok – Violin Concerto No2 – Allegro non troppo
06 Bartok – Violin Concerto No2 ´Andante tranquilo
07 Bartok – Violin Concerto No2 – Allegro molto

CD 2

01 Shostakovich – Concerto No. 1 in A minor for Violin and Orchestra, Op. 99I. Nocturne. Adagio
02 Shostakovich – Concerto No. 1 in A minor for Violin and Orchestra, Op. 99II. Scherzo. Allegro non troppo
03 Shostakovich – Concerto No. 1 in A minor for Violin and Orchestra, Op. 99III. Passacaglia. Andante
04 Shostakovich – Concerto No. 1 in A minor for Violin and Orchestra, Op. 99IV. Burlesca. Allegro con brio
05 Prokofiev – Violin Concerto No. 2 In G Minor, Op. 63 – Allegro moderato
06 Prokofiev – Violin Concerto No. 2 In G Minor, Op. 63 – Andante assai
07 Prokofiev – Violin Concerto No. 2 In G Minor, Op. 63 – Allegro ben marcato

Viktoria Mullova – Violin
Royal Philarmonic Orchestra
Andre Previn – Director

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Igor Stravinsky (1882-1971) – L´Oiseau de Feu; Feu D´artifice; Quatre Etudes pour Orchestre

Feliz com a recepção que sua postagem anterior do mesmo Stravinsky, trago mais uma obra prima do genial russo, desta vez nas mãos geniais de outro grande mestre do século XX, Pierre Boulez.

Esta gravação é top, portanto nem perderei muito tempo comentando-a.  5 estrelas na amazon e também na preferência deste que vos escreve.

Segue link para arquivo em .pdf do booklet do cd. Recomendo a leitura.

 Igor Stravinsky (1882-1971) – L´Oiseau de Feu; Feu D´artifice; Quatre Etudes pour Orchestre

1. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Introduction   
2. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Kashchei’s enchanted garden
3. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Appearance of the Firebird pursued by Ivan Tsarevich
4. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Dance of the Firebird
5. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Ivan Tsarevich captures the Firebird
6. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Supplication of the Firebird
7. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Game of the Princesses with the golden apples
8. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Sudden appearance of Ivan Tsarevich   
9. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Round dance of the Princesses   
10. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Daybreak
11. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Magic carillon, appearance of Kashchei’s guardian monsters and capture of Ivan Tsarevich
12. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Dance of Kashchei’s retinue under the spell of the Firebird
13. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Infernal dance of all Kashchei’s subject’s
14. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Lullaby of the Firebird
15. The Firebird (L’oiseau de feu) – Ballet (1910) – Collapse of Kashchei’s palace and dissolution of all enchantments – Reanimation of the petrified prisoners – General rejoicing
16. Fireworks
17. 4 Etudes for Orchestra – Danse
18. 4 Etudes for Orchestra – Excentrique
19. 4 Etudes for Orchestra – Cantique
20. 4 Etudes for Orchestra – Madrid

Pierre Boulez
Chicago Symphony Orchestra

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Igor Stravinsky (1882-1971) – A Sagração da Primavera, Sinfonia em 3 movimentos

Pois então no acervo de FDP Bach não existem apenas românticos e barrocos. E confesso que tenho uma queda especial por Stravinsky, Bártok e Prokofiev. Mas não costumo me aventurar muito no século XX. Digamos que meu limite seja o próprio Stravinsky, que aprendi a admirar ouvindo Yes. Sim, para os fãs da banda inglesa de rock progressivo é uma constante ouvir a Introdução desta mesma Sagração da Primavera na abertura de seus shows.Mas antes de postar esta excelente versão da mesma, permitam-me contar um pouco a história de como este cd me chegou às mãos.

Estava eu certa vez passeando pelas ruas do centro do Recife (fui até lá resolver uma questão de “amor” mal resolvida, que na verdade, não se resolveu) . Rato de sebos e lojas de discos que sempre fui, resolvi entrar na na filial da antiga e falida Mesbla e, claro, me dirigi diretamente ao setor que me interessava, que com certeza não era o setor de moda masculina. Como em todas as lojas de departamento, a divisão básica separava os Cds e LPs (sim, ainda se comercializavam LPs nesta época) era de sempre: Mais vendidos, Pop, Rock, e num cantinho, o tradicional clássicos e jazz. Nada me chamou a atenção ali, mas vi num canto um balaio de ofertas. Num primeiro momento pensei em deixar de lado e ir afogar as mágoas da confusão em que minha vida se encontrava em um boteco à beira-mar. Já tinha chegado à conclusão de que minha viagem havia sido em vão, e que o tal do amor não resolvido não se resolveria. Mas fui fuçar o tal do balaio. E eis que no meio de um monte de porcarias, cujo nome nem perderei tempo em relacionar aqui, lá no meio, eis que encontro “A Sagração da Primavera”, em uma gravação da Sony, com o jovem Esa-Pekka Salonen à frente da Philarmonia Orchestra. A caixinha do cd estava quebrada, talvez por isso mesmo tenha ido parar no balaio. Aquilo me deixou animado. Ao confirmar o preço, fiquei mais animado ainda: nos valores de hoje, talvez nem 5 reais. Puxa, pensei, então minha vinda ao Recife não foi à toa, consegui uma pechincha. Continuei cavocando no balaio, mas não tinha mais nada que prestasse. Voltei então ao hotel em que estava hospedado para degustar a minha aquisição… como já sabia que a viagem não renderia mais nada, a dita cuja nem atendia mais os meus telefonemas, remarquei o retorno para São Paulo para aquela mesma noite. Não preciso dizer que durante a viagem inteira de volta não ouvi outra coisa no meu discman. Em outras palavras, a viagem não foi tão em vão assim.

Outros Stravinskys vieram, em situações não tão especiais, mas este continua no topo da lista dos preferidos. O jovem Salonen, pouco mais velho que eu à época da gravação, tem uma leitura muito interessante da obra, ou obras, já que também tem a Sinfonia em 3 movimentos, mas é na Sagração em que ele se destaca.

” An Amazing Documentation of a Conductor’s Progress “, “A fast, jagged Le Sacre–Slalonen takes a stand”, estes são alguns dos títulos dos comentários sobre esse cd no site da amazon. E não há como não concordar com eles. Um regente recém entrando nos 30, diante de uma obra tão complexa mostrou um excepcional trabalho. E suas gravações a partir de então tornaram-se sempre referência. Ao menos para mim.

Igor Stravinsky (1882-1971) – A Sagração da Primavera, Sinfonia em 3 movimentos

1. Le Sacre du printemps: Introduction
2. Le Sacre du printemps: The Augurs of Spring (Dances of the Young Girls)
3. Le Sacre du printemps: Ritual of Abduction
4. Le Sacre du printemps: Spring Khorovod (Round Dance)
5. Le Sacre du printemps: Ritual of the Rival Tribes
6. Le Sacre du printemps: Procession of the Sage
7. Le Sacre du printemps: Adoration of the Earth (The Sage)
8. Le Sacre du printemps: Dance of the Earth
9. Le Sacre du printemps: Introduction
10. Le Sacre du printemps: Mystic Circles of the Young Girls
11. Le Sacre du printemps: Glorification of the Chosen One
12. Le Sacre du printemps: Evocation of the Ancestors
13. Le Sacre du printemps: Ritual Action of the Ancestors
14. Le Sacre du printemps: Sacrificial Dance (The Chosen One)
15. Symphony in Three Movements: I – tempo equals 160, tempo equals 80
16. Symphony in Three Movements: II – Andante – tempo equals 76
17. Interlude – tempo equals 76
18. III – Con moto – tempo equals 108

Philarmonia Orchestra
Esa-Pekka Salonen

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Karajan 100 Anos – Gustav Mahler (1860-1911) – Symphony No.9 in D

Para comemorar o aniversário de 100 anos de Herbert von Karajan trago uma premiada gravação da Sinfonia nº 9 de Mahler, gravação realizada ao vivo em 1982, no Berliner Festwochen. Unanimidade entre os fãs de Mahler, esta gravação ganhou o cobiçado prêmio da revista Gramophone, considerado o Oscar das premiações de música erudita.

Com relação a esta gravação também é interessante a história que se conta sobre ela: um ano antes Karajan a havia gravado em estúdio, mas não gostara do resultado, como explica o editor da amazon.com :

“Herbert von Karajan made a studio recording of the Ninth with the Berlin Philharmonic that appeared in 1981, but he was apparently dissatisfied with it and pressed for this remake, recorded at a performance during the Berlin Festival Weeks of 1982. The result is one of the finest of all his achievements–a riveting account of this great work that blazes with a visionary intensity from first bar to last. There is grip and majesty here, sovereign control over the Mahler’s vast canvas, but also an extraordinary “of the moment” quality that is unusual in Karajan’s discography. The sound on this recent “Karajan Gold” remastering is excellent .”

Espero que apreciem.

Gustav Mahler (1860-1911) – Symphony No.9 in D

CD 1

1. Symphony No.9 in D / 1. Satz – Andante comodo
2. Symphony No.9 in D / 1. Satz – Etwas frischer
3. Symphony No.9 in D / 1. Satz – (Horns)
4. Symphony No.9 in D / 1. Satz – Mit Wut. Allegro risoluto
5. Symphony No.9 in D / 1. Satz – (Brass)
6. Symphony No.9 in D / 1. Satz – Bewegter
7. Symphony No.9 in D / 1. Satz – Wie von Anfang
8. Symphony No.9 in D / 1. Satz – Ploetzlich bedeutend langsamer (Lento) und leise
9. Symphony No.9 in D / 2. Satz – Im Tempo eines gemaechlichen Laendlers.Etwas taeppisch und sehr derb
10. Symphony No.9 in D / 2. Satz – Poco più mosso subito (Tempo II)
11. Symphony No.9 in D / 2. Satz – Tempo III
12. Symphony No.9 in D / 2. Satz – A tempo II
13. Symphony No.9 in D / 2. Satz – Tempo I
14. Symphony No.9 in D / 2. Satz – Tempo II
15. Symphony No.9 in D / 2. Satz – Tempo I. subito

CD 2

1. Symphony No.9 in D / 3. Satz – Rondo-Burleske. Allegro assai. Sehr trotzig
2. Symphony No.9 in D / 3. Satz – L’istesso tempo
3. Symphony No.9 in D / 3. Satz – Sempre l’istesso tempo
4. Symphony No.9 in D / 3. Satz – L’istesso tempo
5. Symphony No.9 in D / 3. Satz – (Clarinets)
6. Symphony No.9 in D / 3. Satz – Tempo I subito
7. Symphony No.9 in D / 3. Satz – Più stretto
8. Symphony No.9 in D / 4. Satz – Adagio. Sehr langsam und noch zurueckhalten
9. Symphony No.9 in D / 4. Satz – Ploetzlich wieder sehr langsam (wie zu Anfang) und etwas zoegernd
10. Symphony No.9 in D / 4. Satz – Molto adagio subito
11. Symphony No.9 in D / 4. Satz – a tempo (Molto adagio)
12. Symphony No.9 in D / 4. Satz – Stets sehr gehalten
13. Symphony No.9 in D / 4. Satz – Fliessender, doch durchaus nicht eilend
14. Symphony No.9 in D / 4. Satz – Tempo I. Molto adagio
15. Symphony No.9 in D / 4. Satz – Adagissimo

Berliner Philarmoniker

Herbert von Karajan

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Karajan faz 100 anos – Antonin Dvorak (1841-1904) – Symphonie nº 9 E moll, op. 95 “Aus der NeuenWelt”, Bedrich Smetana (1824-1884) – The Moldau (from Má Vlast)

Para desespero de meu irmão PQP Bach, que se arrepia só de ouvir falar no nome de Dvorak, trago aqui mais um grande trabalho de Herbert von Karajan, desta vez frente a Wiener Philarmoniker. A qualidade da gravação está excepcional, os engenheiros da DG fizeram um excelente trabalho.

Neste mesmo cd teremos outra obra de caráter nacionalista, “The Moldau”, de Smetana, belíssimo poema sinfônico, que faz parte de sua obra maior, “Ma Vlast”, “Minha Pátria”, em que o compositor procura transferir para a música seu sentimento com relação à beleza de seu país.

 Antonin Dvorak (1841-1904) – Symphonie nº 9 E moll, op. 95 “Aus der NeuenWelt”, Bedrich Smetana (1824-1884) – The Moldau (from Má Vlast) 

1. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 1. Adagio – Allegro molto
2. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 2. Largo
3. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 3. Molto vivace
4. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 4. Allegro con fuoco
5. The Moldau (from Má Vlast)
Herbert von Karajan
Wiener Philarmoniker

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Karajan 100 Anos – Anton Bruckner (1824-1896) – Symphonie nº 7 E Dur

Sim, eu sei que meu irmão PQP Bach publicou uma integral das sinfonias de Bruckner, mas não creio que ele vá reclamar desta gravação da Sinfonia nº 7. Além disso, creio que tudo o que se precisasse escrever sobre ela já foi devidamente dito na postagem anterior.

Estou postando esta gravação por vários motivos, mas o que mais se destaca é que esta foi a última gravação realizada por von Karajan, ou seja, como se fosse sua despedida dos estúdios, onde viveu grande parte de sua vida. Os comentários no site da amazon são quase unânimes em afirmar que é uma das melhores gravações já realizadas desta sinfonia, e sabemos que quando se trata de Bruckner e Mahler as coisas se complicam, por que existem os fãs ardorosos de tal e qual intérprete, sem se admitir outras opções. Não sou um profundo conhecedor de Bruckner, mas o que esta interpretação de Karajan me passa é uma sensação de dever cumprido, e, por este motivo, creio, ela me passa uma sensação de serenidade. Ah, ela faz parte daquela famigerada coleção da DG, a Karajan Gold, já devidamente defenestrada por alguns comentários, mas esta gravação com certeza é superior às outras da série.

Anton Bruckner (1824-1896) – Symphonie nº 7 E Dur

1. Symphony No.7 in E major – 1. Allegro moderato
2. Symphony No.7 in E major – 2. Adagio. Sehr feierlich und sehr langsam
3. Symphony No.7 in E major – 3. Scherzo. Sehr schnell – Trio. Etwas langsamer
4. Symphony No.7 in E major – 4. Finale. Bewegt, doch nicht schnell

Herbert von Karajan
Berliner Philarmoniker

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Restaurado – Karajan 100 Anos – Robert Schumann (1810-1856) – Symphony No. 1 In B Flat Major, Op. 38 ‘Spring’, Symphony No. 2 In C Major, Op. 61, Symphony No. 3 In E Flat Major, Op. 97 ‘Rhenish’, Symphony No. 4 in D Minor, Op. 120

Se ainda fosse vivo, Herbert von Karajan estaria completando 100 anos no próximo dia 5 de abril, sábado.Entre hoje e até a data, FDP Bach estará fazendo uma série de postagens em sua homenagem, modesta, mas sincera. Herr Karajan foi um dos mais importantes regentes do século XX, e não pode ser ignorado. A DG desde o ano passado está lançando uma série de CDs e DVDs com seus momentos mais marcantes.

Esta integral das sinfonias de Schumann já está engatilhada há bastante tempo, mas, devido à outras prioridades, resolvi postá-la de uma só vez. Realizada no início dos anos 70, vemos um Karajan absoluto em seu posto, no auge de sua performance frente à Filarmônica de Berlim.

Gravação 5 estrelas, sem dúvida alguma.

Robert Schumann (1810-1856) – Symphony No. 1 In B Flat Major, Op. 38 ‘Spring’, Symphony No. 2 In C Major, Op. 61, Symphony No. 3 In E Flat Major, Op. 97 ‘Rhenish’, Symphony No. 4 in D Minor, Op. 120

CD 1

1. Symphony No. 1 In B Flat Major, Op. 38 ‘Spring’: 1. Andante un poco maestoso – Allegro molto vivace
2. Symphony No. 1 In B Flat Major, Op. 38 ‘Spring’: 2. Larghetto – (attacca)
3. Symphony No. 1 In B Flat Major, Op. 38 ‘Spring’: 3. Scherzo, Molto vivace – Trio I-II
4. Symphony No. 1 In B Flat Major, Op. 38 ‘Spring’: 4. Allegro animato e grazioso
5. Symphony No. 2 In C Major, Op. 61: 1. Sostenuto assai – Allegro, ma non troppo
6. Symphony No. 2 In C Major, Op. 61: 2. Scherzo. Allegro vivace – Trio I-II
7. Symphony No. 2 In C Major, Op. 61: 3. Adagio espressivo
8. Symphony No. 2 In C Major, Op. 61: 4. Allegro molto vivace

CD 2

1. Symphony No. 3 In E Flat Major, Op. 97 ‘Rhenish’: 1. Lebhaft
2. Symphony No. 3 In E Flat Major, Op. 97 ‘Rhenish’: 2. Scherzo. Sehr massig
3. Symphony No. 3 In E Flat Major, Op. 97 ‘Rhenish’: 3. Nicht schnell
4. Symphony No. 3 In E Flat Major, Op. 97 ‘Rhenish’: 4. Feierlich
5. Symphony No. 3 In E Flat Major, Op. 97 ‘Rhenish’: 5. Lebhaft
6. Symphony No. 4 in D Minor, Op. 120: 1. Ziemlich langsam – Lebhaft – (attacca)
7. Symphony No. 4 in D Minor, Op. 120: 2. Romanze. Ziemlich langsam – (attacca)
8. Symphony No. 4 in D Minor, Op. 120: 3. Scherzo. Lebhaft – Trio – (attacca)
9. Symphony No. 4 in D Minor, Op. 120: 4. Langsam – Lebhaft

Herbert von Karajan
Berliner Philharmoniker

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[revalidado por Vassily em 26/5/2020]

Interlúdio

Aproveitando a deixa de Blue Dog, que nos trouxe o clássico álbum “An evening with Herbie Hancock & Chick Corea”, resolvi trazer outro clássico dos anos 70. Trata-se do antológico “V.S.O.P.”,que reúne uma das maiores formações que já foram reunidas na história do Jazz. Não é a toa que recebeu 5 estrelas na amazon, na allmusic, entre outros sites especializados. Herbie Hancock, Freedie Hubbard, Wayne Shorter, Ron Carter e Tony Williams… é brincadeira… o que podemos falar deste quinteto, além do fato de todos terem tocado com Miles Davis, e todos serem considerados gênios em seus respectivos instrumentos? Reconheço que raríssimas vezes vi tanta energia desprendida em um disco, a cada minuto, a cada solo… é tudo perfeito demais, com o perdão da redundância. Não tenho faixa favorita, em minha opinião este cd é impecável do começo ao fim. Cito abaixo o comentário de Conrad Silvert, que consta no encarte do CD: “What the audience applauds on this album transcends mere form, technique and instrumentation. They were thrilled by the charisma generated by five masters who listened to another´s inner ears, spoke to each other at multiple levels, and, no matter how dense the musical content, conveyed their messages to the audience with amazing clarity.”

Sou suspeito para falar deste cd. Deixo a critério de vocês…

Enjoy it.

V.S.O.P. – The Quintet (1977)

1 – One of a Kind (Hubcap)
2 – Third Plane (R. Carter)
3 – Jessica (H. Hancock)
4 – Lawra (T. Williams)
5 – Introduction of Players/Darts
6 – Dolores (W. Shorter)
7 – Little Waltz (R. Carter)
8 – Byrdlike (Hubcap)

Herbie Hancock – Piano
Wayne Shorter – Saxophones
Freedie Hubbard – Trumpets & Flugelhorn
Ron Carter – bass
Tony Williams – Drums

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Johannes Brahms (1833-1897) – Complete Chamber Music (CD 11 de 11) – String Sextet No.1 in B flat, Op.18, String Sextet No.2 in G, Op.36

Li, gostei e repasso para vocês o comentário de McDonald sobre a fase da vida de Brahms em que foram compostos estes sextetos:

A música de Brahms não se agrupa facilmente em períodos. Os contornos de seu estilo se prenunciaram nos primeiros anos de atividade de composição e não estavam sujeitos a alteração abrupta. Mesmo a sua música inicial possui tal intensidade de caráter e domínio técnico que é difícil falar em imaturidade dando lugar à maturidade. Existe, sem dúvida, um desenvolvimento gradativo pelo qual um domínio sempre mais completo dos pontos essenciais de sua arte levou a uma união sempre mais estreita de meio e forma com expressão, a uma intensidade que se aprofunda e à capacidade de dizer cada vez mais com cada vez menos notas.”

McDonald novamente sintetiza de maneira brilhante a evolução do gênio brahmsiano. Estes sextetos são obras de um compositor já ciente de seu talento e capacidade criativa.  Meu destaque vai para o magnífico segundo movimento do op. 18, um notável conjunto de variações sobre um tema original desenvolvido, e que tem, segundo McDonald, “um débito para com a grande Chacone em ré menor de Bach”.

Demorou, mas consegui concluir esta série. Alguns leitores me pediram outras versões destas peças, o que estarei fazendo na medida do possível (e também já o fiz em outras ocasiões). Brahms é um compositor muito especial para FDP Bach,  e continuará presente no blog.

Ah, a interpretação está a cargo de membros do Berliner Philarmoniker Oktet.

 Johannes Brahms (1833-1897) – Complete Chamber Music (CD 11 de 11) – String Sextet No.1 in B flat, Op.18, String Sextet No.2 in G, Op.36

01 String Sextet No.1 in B flat, Op.18 – I. Allegro ma non troppo
02 String Sextet No.1 in B flat, Op.18 – II. Andante ma moderato
03 String Sextet No.1 in B flat, Op.18 – III. Scherzo. Allegro molto
04 String Sextet No.1 in B flat, Op.18 – IV. Rondo. Poco allegretto e grazioso
05 String Sextet No.2 in G, Op.36 – I. Allegro non troppo
06 String Sextet No.2 in G, Op.36 – II. Scherzo. Allegro non troppo
07 String Sextet No.2 in G, Op.36 – III. Poco Adagio
08 String Sextet No.2 in G, Op.36 – IV. Poco Allegro

Berliner Philarmoniker Oktet

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George Frederic Handel (1685-1759) – Concerti Grossi, op. 6, nºs 10-12, e HWV 318, “Alexander´s Fest”

Eis que mais uma integral se conclui. O vol. 4 da gravação de Karl Richter e sua Münchener Bach-Orchester traz os últimos três concertos do op. 6 além do meu favorito, já postado aqui tanto por Clara Schumann quanto por mim mesmo, o “Alexander´s Fest”.

Música divina, com uma interpretação que muitas vezes beira a perfeição,  lamento apenas que a série tenha terminado. Mas outras obras primas deste mestre do barroco virão. Quem viver, verá.. 

George Frederic Handel (1685-1759) – Concerti Grossi, op. 6, nºs 10-12, e HWV 318, “Alexander´s Fest”  

 Concerto grosso in D minor, Op.6, No.10
 
1   1. Ouverture   
2   2. Allegro
3   2. Allegro
4   4. Allegro
5   5. Allegro
6   5. Allegro

Concerto grosso in A, Op.6, No.11
 
7   1. Andante larghetto, e staccato
8   2. Allegro
9   3. Largo, e staccato  
10   4. Andante  
11   5. Allegro    

Concerto grosso in B minor, Op.6, No.12
 
12   1. Largo
13   2. Allegro
14   3. Larghetto, e piano
15   4. Largo
16   5. Allegro

Gerhart Hetzel, Kurt-Christian Stier, Fritz Kiskalt, Hedwig Bilgram
Münchener Bach-Orchester
Karl Richter
  
 Concerto grosso in C, HWV 318 “Alexander’s Feast”
 
17   1. Allegro
18   2. Largo – Adagio
19   3. Allegro – Adagio
20   4. Andante non presto

Kurt-Christian Stier, Fritz Kiskalt, Hedwig Bilgram – solistas
Münchener Bach-Orchester
Karl Richter

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Franz-Joseph Haydn (1732-1809)- Die Schöpfung, Hob. XXI:2

Como prometido, aqui está a versão em alemão desta magnífica obra, em uma interpretação mais que inspirada de Leonard Bernstein, que conta com solistas admiráveis, se destacando o grande Kurt Moll, um dos maiores baixos deste século.

Como prometido, o arquivo em .pdf traz o libreto da obra, traduzido em português, numa época em que as gravadoras no Brasil se preocupavam em passar as informações para os seus clientes. Este libreto faz parte da minha gravação em vinil, com o Karajan. Como já expliquei anteriormente, ainda não consegui adquirir essa versão em cd.

 Franz-Joseph Haydn (1732-1809)- Die Schöpfung, Hob. XXI:2

CD 1

1 – Part 1- Die Vorstellung des Chaos
2 – Part 1- Im Anfange schuf Gott Himmel und Erde
3 – Part 1- Nun schwanden vor dem heiligen Strahle
4 – Part 1- Und Gott machte das Firmament
5 – Part 1- Mit Staunen sieht das Wunderwerk
6 – Part 1- Und Gott sprach, es sammle sich das Wasser
7 – Part 1- Rollend in schaeumenden Wellen
8 – Part 1- Und Gott sprach, es bringe die Erde Gras hervor
9 – Part 1- Nun beut die Flur das frische Gruen
10 – Part 1- Und die himmlischen Heerscharen verkuendigten
11 – Part 1- Stimmt an die Saiten
12 – Part 1- Und Gott sprach, es sei’n Lichter an der Feste des Himmels
13 – Part 1- In vollem Glanze steiget jetzt
14 – Part 1- Die Himmel erzaehlen die Ehre Gottes
15 – Part 2- Und Gott sprach, es bringe das Wasser in der Fuelle hervor
16 – Part 2- Auf starkem Fittiche schwinget sich der Adler stolz
17 – Part 2- Und Gott schuf grosse Walfische
18 – Part 2- Und die Engel ruehrten ihr’ unsterblichen Harfen
19 – Part 2- In holder Anmut stehn

CD 2

2-01 Part 2 – Und Gott sprach, es bringe die Erde hervor lebende Geschoepfe
2-02 Part 2 – Gleich oeffnet sich der Erde Schoss
2-03 Part 2 – Nun scheint in vollem Glanze der Himmel
2-04 Part 2 – Und Gott schuf den Menschen
2-05 Part 2 – Mit Wuerd’ und Hoheit angetan
2-06 Part 2 – Und Gott sah jedes Ding
2-07 Part 2 – Vollendet ist das große Werk , Zu dir, o Herr, blickt alles auf
2-08 Part 3 – Aus Rosenwolken bricht
2-09 Part 3 – Von deiner Guet’, o Herr und Gott , Gesegnet sei des Herren Macht
2-10 Part 3 – Nun ist die erste Pflicht erfuellt
2-11 Part 3 – Holde Gattin, dir zur Seite
2-12 Part 3 – O gluecklich Paar, und gluecklich immerfort
2-13 Part 3 – Singt dem Herren alle Stimmen

Judith Blegen – Soprano (Gabriel)
Thomas Moser – Tenor (Uriel)
Kurt Moll – bass (Raphael)
Lucia Popp – Soprano (Eva)
Kurt Ollmann – baritone (Adam)

Choir und Symphonie-Orchester des Bayerischen Rundfunks
Leonard Bernstein – Direktor

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LIBRETO – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Franz-Joseph Haydn (1732-1809)- The Creation

Atendendo a várias solicitações, FDP Bach traz uma das maiores obras já compostas pelo ser humano, daquelas que se fincaram no cânone universal, dentre outras, como a Nona Sinfonia de Beethoven, O Messias, de Handel, ou até mesmo a Missa em Si Menor de nosso pai.
Obra composta já nos últimos anos de sua vida (sua estréia ocorreu em 1798), é uma síntese da genialidade haydniana, já expressa em suas sinfonias e quartetos. Tanto a parte vocal quanto a orquestral são de uma beleza única, e essa versão em inglês de Hogwood é memorável.
Farei o seguinte: neste primeiro momento estarei postando a versão inglesa, com Hogwood e Kirkby, mas assim que possível irei postar a versão do Bernstein, em alemão, claro, para as devidas comparações. Versão executada com instrumentos de época, bem ao estilo de Hogwood, que conta com a incomparável Emma Kirkby.
Uma pequena explicação se faz necessária: o booklet em anexo foi escaneado e transformado em formato .pdf, e foi tirado de meu velho LP da DG, da versão do Karajan, que infelizmente ainda não possuo em cd, ou mp3. O texto é assinado por Reihnard Schultz, e traduzido por Mário Wilmersdorf Jr. Quando postar a versão em alemão, colocarei a tradução do libreto junto.

Franz-Joseph Haydn (1732-1809) – The Creation

CD 1
01 – Part 1 Overture – The Representation of Chaos
02 – Part 1 Scene 1 – In the beginning God created the heaven
03 – Part 1 Scene 1 – Now vanish for the holy beams
04 – Part 1 Scene 2 – And God made the firmament
05 – Part 1 Scene 2 – The marv’lous work beholds amazed
06 – Part 1 Scene 3 – And God said- Let the waters under the heavens be gathered together
07 – Part 1 Scene 3 – Rolling in foaming billows
08 – Part 1 Scene 3 – And God said- Let the earth bring forth grass
09 – Part 1 Scene 3 – With verdure clad the fields appear
10 – Part 1 Scene 3 – And the heavenly hosts proclaimed
11 – Part 1 Scene 3 – Awake the harp
12 – Part 1 Scene 4 – And God said- Let there be lights in the firmament of heaven
13 – Part 1 Scene 4 – In splendour bright is rising now the sun
14 – Part 1 Scene 4 – The heavens are telling the Glory of God

CD 2

1. Part Two: Scene 1: And God said: Let the waters bring forth –
2. Part Two: Scene 1: On mighty pens uplifted soars the eagle aloft
3. Part Two: Scene 1: And God created great whales   
4. Part Two: Scene 1: And the angels struck their immortal harps
5. Part Two: Scene 1: Most beautiful appear
6. Part Two: Scene 2: And God said: Let the earth bring forth
7. Part Two: Scene 2: Straight opening her fertile womb
8. Part Two: Scene 2: Now heaven in fullest glory shone
9. Part Two: Scene 2: And God created man
10. Part Two: Scene 2: In native worth and honour clad
11. Part Two: Scene 2: And God saw everything
12. Part Two: Scene 2: Achieved is the glorious work
13. Part Three: Scene 1: In rosy mantle appears
14. Part Three: Scene 2: By Thee with bliss, a bounteous Lord
15. Part Three: Scene 3: Our duty we performed now
16. Part Three: Scene 3: Graceful consort! At thy side
17. Final Scene: O happy pair  
18. Final Scene: Sing the Lord ye voices all!
The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood – Director
Emma Kirkby – Soprano
Anthony Rolfe Johnson – tenor
Michael George – Bass
Choir of New College Oxford

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CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

BOOKLET – DOWNLOAD HERE
 

George Frideric Handel (1685-1759) – Concerti Grossi op. 6 nºs 6,7,8 e 9

Após um feriadão tranqüilo, entocado no meio do mato, sem dar bola aos excessos do Carnaval, FDP Bach volta à ativa, com o velho computador devidadamente consertado (o problema era ridículo, nem vale a pena comentar) e o novo descartado devido à algumas outras emergências financeiras.

Trago mais um volume da integral dos Concerti Grossi de Handel, sempre na interpretação de Karl Richter e sua Münchener Bach Orchestra. Enjoy it

George Frideric Handel (1685-1759) – Concerti Grossi op. 6 nºs 6,7,8 e 9 

Concerto grosso in G minor, Op.6, No.6
 
1    1. Larghetto e affettuoso    
2    2. Allegro, ma non troppo    
3    3. Musette (Larghetto)
4    4. Allegro
5    5. Allegro
 
 Concerto grosso in B flat, Op.6, No.7
 
6    1. Largo
7    2. Allegro
8    3. Largo, e piano
9    4. Andante
10    5. Hornpipe

  Concerto grosso in C minor, Op.6, No.8
 
11    1. Allemande (Andante)
12    2. Grave
13    3. Andante allegro
14    4. Adagio
15    5. Siciliana (Andante)
16    6. Allegro

  Concerto grosso in F, Op.6, No.9
 
17    1. Largo
18    2. Allegro
19    3. Larghetto
20    4. Allegro
21    5. Menuet
22    6. Gigue

Gerhart Hetzel, Kurt-Christian Stier, Fritz Kiskalt, Hedwig Bilgram – Solists

Münchener Bach-Orchester

Karl Richter – Direktor

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Antonín Dvořák (1841-1904) – Cello Concerto in B Minor, Edward William Elgar (1857-1934) – Cello Concerto in E Minor


Essa postagem é para atender um pedido feito há algum tempo atrás, o do concerto para Cello de Elgar, com a Jacqueline Du Pré. Fuçando meus cds finalmente consegui encontrar essa gravação, que, para desespero de meu irmão PQP também tem o concerto de Dvorak.
Jacqueline Du Pré viveu pouco, uma carreira meteórica, mas viveu intensamente. E com a mesma intensidade tocava seu violoncelo, instrumento pesado, um tanto quanto masculino, mas que ela dominava com maestria.
Sua interpretação do Concerto de Elgar é considerada referência, tanto que a EMI jamais a deixou faltar nas prateleiras. E realmente é magnífica. Ela estava em seu apogeu, linda, talentosa, e com um potencial enorme pela frente. Mas a vida sempre está a nos pregar peças, e resolveu que sua contribuição para a música já era suficiente. Em 1973, com apenas 28 anos de idade, foi diagnosticada com esclerose múltipla, o que a afastou dos palcos até sua morte, em 1987.

O Concerto de Dvorak foi postado por ocasião da morte do grande Rostropovich, gravação também considerada o melhor registro fonográfico deste concerto. Du Pré não fica muito atrás de seu mestre e tutor. Consegue captar a essência da obra, apoiada por uma competente regência de seu então marido, Daniel Baremboim.

Realmente, duas gravações memoráveis e emocionantes.  Espero que a apreciem.

Antonín Dvořák (1841-1904) – Cello Concerto in B Minor 

01-Dvorak Cello Concerto in B Minor, Mvt 1

02-Dvorak Cello Concerto in B Minor, Mvt 2

03-Dvorak Cello Concerto in B Minor, Mvt 3

Jacqueline Du Pré

Chicago Symphony Orchestra –

Daniel Baremboim – Conductor

Edward William Elgar (1857-1934) – Cello Concerto in E Minor

04-Elgar Cello Concerto in E Minor, Mvt 1

05-Elgar Cello Concerto in E Minor, Mvt 2

06-Elgar Cello Concerto in E Minor, Mvt 3

07-Elgar Cello Concerto in E Minor, Mvt 4

Jacqueline Du Pre 

London Symphony Orchestra

John Barbirolli – Conductor

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Johann Sebastian Bach (1685 – 1750) – Violin Concerto No.1 in A minor, BWV 1041, Violin Concerto No.2 in E, BWV 1042, Concerto for 2 Violins, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1043

Mais uma obra para violino, juro que não foi proposital.. Mas depois que meu irmão PQP postou aquela maravilhosa gravação de Leonhardt para as suítes inglesas, FDP tinha de continuar a manter o nível. E a primeira coisa que lhe veio a mente foi essa gravação dos Concertos para Violino de nosso pai. 

Dentre as inúmeras gravações que possuo e que já ouvi desses concertos, confesso que sou viciado nessa versão da família Oistrach. Até consegui-la, a menina dos meus olhos era uma versão do Perlmann com o Zukermann, dirigidos pelo Baremboim, isso nos idos dos inícios dos anos 70.  Todos jovens, praticamente iniciando suas carreiras, mas já consolidados como excepcionais intérpretes.

Mas Oistrach é Oistrach.. o senso de tempo e ritmo imprimido nessa gravação se encaixa perfeitamente à música de nosso pai, e sua interpretação soa leve, sem muitos virtuosismos, tão característicos dele. Um mestre em sua maturidade.  Como diria um amigo, parece tão fácil tocar violino quando o ouvimos… e quando toca com o filho, Igor, parece mais fácil ainda.. imagino que os dois tenham praticado o concerto duplo juntos desde que Igor era uma criança, crescendo à sombra do gigantismo de seu pai, e não querendo fazer feio perante ele.

Meu concerto favorito é o de nº1, com um andante no segundo movimento que me comove cada vez que o ouço. Oistrach nos faz levitar, alcançando um grau de emotividade que não consegui encontrar em outras gravações. Ouçam, e depois me digam se não é uma das mais belas melodias  já compostas pelo ser humano… na verdade, trata-se de um trabalho sobre-humano, realizado por um gênio, e interpretada por outro.

A versão que possuo desses concertos não é a mesma da capa ao lado. Infelizmente trata-se de uma série da Deutsche Grammophon já fora de catálogo, e que a amazon não possui mais. A minha versão vem apenas com os concertos para violino de Bach e mais nada. Mas de qualquer forma, tratam-se das mesmas gravações.

Johann Sebastian Bach (1685 – 1750) –  Violin Concerto No.1 in A minor, BWV 1041, Violin Concerto No.2 in E, BWV 1042, Concerto for 2 Violins, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1043

 Violin Concerto No.1 in A minor, BWV 1041
1    1. (Allegro moderato) 
2    2. Andante
3    3. Allegro assai
 
Violin Concerto No.2 in E, BWV 1042
4    1. Allegro
5    2. Adagio
6    3. Allegro assai 

David Oistrach – violin
Wiener Philarmoniker
Georg Fischer – Direktor

Concerto for 2 Violins, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1043
7    1. Vivace 
8    2. Largo ma non tanto
9    3. Allegro

David Oistrach, Ygor Oistrach – Violins
Royal Philarmonic Orchestra
George Malcolm – Direktor

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Restaurado – Robert Schumann (1810-1856) – Symphony No. 1 in B flat major “Frühlingssinfonie”, Symphony No. 3 in E flat major “Rheinische Sinfonie”

FDP Bach se contrapõe ao seu irmão PQP e seus contemporâneos e continua envolvido com o romantismo.

Desta vez, venho fazer um pequeno agrado a nossa colega Clara, afastada por um tempo do blog, devido a problemas pessoais (está envolvida com seu doutoramento), mas que promete voltar com força total assim que possível. Estou postando sinfonias de seu marido, Robert, desta vez nas sempre competentes mãos de Phillipe Herreweghe e sua Orchestre des Champs-Élysées.

Quando mostrei-lhe esse cd, ela suspirou e disse apenas: “Ah, Robert, ah, Phillippe.” Entendo que esse suspiro seja uma manifestação de sua satisfação pela postagem.

Robert Schumann – Symphonies Nos. 1 & 3

1. Symphony No. 1 in B flat major “Frühlingssinfonie”.: I. Andante un poco maestoso – Allegro molto vivace
2. Symphony No. 1 in B flat major “Frühlingssinfonie”.: II. Larghetto
3. Symphony No. 1 in B flat major “Frühlingssinfonie”.: III. Scherzo. Molto vivace – Trios I [moto più vivace] & II
4. Symphony No. 1 in B flat major “Frühlingssinfonie”.: IV. Finale. Allegro animato e grazioso
5. Symphony No. 3 in E flat major “Rheinische Sinfonie”.: I. Lebhaft [Vivace]
6. Symphony No. 3 in E flat major “Rheinische Sinfonie”.: II. Scherzo. Sehr mässig
7. Symphony No. 3 in E flat major “Rheinische Sinfonie”.: III. Nicht schnell [Andante]
8. Symphony No. 3 in E flat major “Rheinische Sinfonie”.: IV. Feierlich [Maestoso]
9. Symphony No. 3 in E flat major “Rheinische Sinfonie”.: V. Finale. Lebhaft

Conductor: Phillipe Herreweghe

Orchestra: Orchestre des Champs-Élysées

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[restaurado por Vassily em 26/5/2020]

Nicolo Paganini (1782-1840) – Paganini for Two

De vez em quando um leitor pergunta por que o blog ainda não tem nada de Paganini, o gênio do violino do século XIX, para alguns o maior violinista de todos os tempos. Respondemos então que com o tempo ele seria postado, seguimos nossos instintos em nossas postagens, nada é planejado. Muitos planos elaborados são deixados para trás, pois em determinado momento ao fuçarmos nossos cds encontramos algum material que achamos importante postarmos.

Mas Paganini realmente estava fazendo falta por aqui. Meu irmão PQP diz que não gosta de Paganini por causa de seu virtuosismo exacerbado. Tudo em excesso, o coitado do solista sofre, e, segundo ele, seus ouvidos também sofrem. Meu irmão PQP com certeza está exagerando um tanto quanto em sua opinião, sei que no fundo, no fundo, ele admira o virtuose italiano, assim como de certa forma se rendeu à Dvorak quando postei seu concerto para violino com o excepcional Maxim Vengerov.

Mas antes de começarmos com os concertos para violino, vamos á esses magníficos duos para violino e violão, nas mãos de outros dois mestres em seus instrumentos, Gil Shaham e Goran Sollscher. FDP Bach porém confessa: apesar de ser um grande cd, sua versão favorita de algumas dessas peças é com a dupla John Williams / Itzak Perlman, cujo cd infelizmente se encontra perdido, talvez emprestado para algum “amigo” que se “esqueceu” de devolve-lo. É a minha versão favorita por ser fã de John Williams desde minha adolescência.

Por não ter tido até então nenhum contato com o violonista sueco Goran Sollscher, fui atrás de sua biografia. E pude verificar, como os senhores podem ler aqui, que o cara não é pouca coisa não. Virtuose do instrumento, tem um repertório bem vasto, que vai de Bach á Beatles. E sua parceria aqui com Gil Shaham lhes valeu excelentes críticas pela imprensa especializada. Estou ansioso aguardando o novo cd dessa dupla, onde interpretam Schubert, a grande paixão da nossa colega Clara Schumann (claro que trata-se de uma paixão platônica, afinal Clara será sempre fiel ao seu Robert). Gil Shaham já me era conhecido, mas nunca tinha ouvido com atenção suas interpretações. Bem, que podemos dizer além de que ele segue a tradição dos grandes violinistas judeus, como Perlman, Heifetz, Mintz, Stern, Szering, entre tantos outros? Além de tocar com um Stradivarius 1699, claro, do qual consegue tirar sons que possivelmente não conseguiria com outro instrumento.

Enfim, fiquemos pois com esse belíssimo cd, que tenho certo certeza lhes proporcionará momentos de intenso prazer.

Nicólo Paganini (1782-1840) – Paganini for Two

1. Sonata concertata M.S. 2 per chitarra e violino in A major – Allegro spiritoso

2. Sonata concertata M.S. 2 Sonata per chitarra e violino in A major – Adagio, assai espressivo

3. Sonata concertata M.S. 2 per chitarra e violino in A major – Rondeau. Allegretto con brio, scherzando

4. Sei sonate M.S. 27 (op.3) per violino e chitarra / Sonata n.1 – in A major – Larghetto

 5. Sei sonate M.S. 27 (op.3) per violino e chitarra / Sonata n.1 – in A major – Presto Variato – Variazione

6. Sei sonate M.S. 27 (op.3) per violino e chitarra / Sonata n.4 – in A minor – Andante largo

7. Sei sonate M.S. 27 (op.3) per violino e chitarra / Sonata n.4 – in A minor – Allegretto

8. Sei sonate M.S. 27 (op.3) per violino e chitarra / Sonata n.6 – in E minor – Andante

9. Sei sonate M.S. 27 (op.3) per violino e chitarra / Sonata n.6 – in E minor – Allegro vivo e spiritoso – Minore

10. Grand Sonata M.S.3 per chitarra e violino – in A major

11. Centone di sonate M.S.112 per violino e chitarra – Lettera A: / Sonata n.2 – in D major – Adagio cantabile

12. Centone di sonate M.S.112 per violino e chitarra – Lettera A: / Sonata n.2 – in D major – Rondoncino. Andantino, Tempo di Polacca – Minore

13. Centone di sonate M.S.112 per violino e chitarra – Lettera A: / Sonata n.4 – in A major – Adagio cantabile

14. Centone di sonate M.S.112 per violino e chitarra – Lettera A: / Sonata n.4 – in A major – Rondo. Andantino. Allegretto – Minore – Maggiore

15. Cantabile M.S.109 – in D major – per violino e chitarra (pianoforte)

16. Sonata a preghiera M.S.23 – in F minor per violino IV corda e chitarra – transcrip. f. guitar L.Hannibal – 1. Introduction. Allegro

17. Sonata a preghiera M.S.23 – in F minor per violino IV corda e chitarra – transcrip. f. guitar L.Hannibal – 2. Thème. Tempo alla Marcia

18. Sonata a preghiera M.S.23 – in F minor per violino IV corda e chitarra – transcrip. f. guitar L.Hannibal – Var. I 

19. Sonata a preghiera M.S.23 – in F minor per violino IV corda e chitarra – transcrip. f. guitar L.Hannibal – Var. II. Vigoroso –

20. Sonata a preghiera M.S.23 – in F minor per violino IV corda e chitarra – transcrip. f. guitar L.Hannibal – Var. III.

21. Sonata a preghiera M.S. 23 – in F minor per violino IV corda e chitarra – transcrip. f. guitar L.Hannibal – 3. Finale

22. Allegro vivace a movimento perpetuo M.S.72 (op.11) in C major – per violino e chitarra – Revision of guitar part Lars Hannibal

Gil Shaham – Violin

Göram Söllscher – Guitar

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George Frideric Handel – Concerti Grossi op. 6 nºs 1, 2, 3, 4 e 5

FDP Bach volta ao barroco, trazendo mais um volume da integral dos Concerti Grossi de Handel, com a interpretação de Karl Richter e sua Münchener Bach-Orchestra. Como prometido, estarei postando em média um cd por mês dessa integral composta por 4 cds.

Enjoy it.  

Então, vamos ao que interessa:

George Frideric Handel –  Concerti Grossi op. 6 nºs 1, 2, 3, 4 e 5 

 Concerto grosso in G, Op.6, No.1
 
1    1. A tempo giusto 
2    2. Allegro
3    3. Adagio  
4    4. Allegro
5    5. Allegro
 
Concerto grosso in F, Op.6, No.2
 
6    1. Andante larghetto   
7    2. Allegro  
8    3. Largo – Adagio – Larghetto andante, e piano  
9    4. Allegro, ma non troppo 
 
Concerto grosso in E minor, Op.6, No.3
 
10    1. Larghetto
11    2. Andante
12    3. Allegro
13    4. Polonaise  
14    5. Allegro, ma non troppo
 
Concerto grosso in A minor, Op.6, No.4
 
15    1. Larghetto affettuoso
16    2. Allegro
17    3. Largo, e piano
18    4. Allegro [2:50]
 
Concerto grosso in D, Op.6, No.5
 
19    1. (Larghetto, e staccato)
20    2. Allegro
21    3. Presto   
22    4. Largo
23    5. Allegro
24    6. Menuet (un poco larghetto)
 

Münchener Bach Orchestra

Gerhart Hetzel, Kurt-Christian Stier, Fritz Kiskalt, Hedwig Bilgram – solistas

Münchener Bach-Orchester

Karl Richter

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Modest Petrovich Mussorgsky (1839-1881), Alexander Porfiryevich Borodin (1833-1887), Nikolai Andreyevich Rimsky-Korsakov (1844-1908)

Capa Ausente por alguns dias do blog, devido a compromissos pessoais, FDP Bach está prestes a entrar em férias, mas antes estará disponibilizado mais algumas pérolas da música, escolhidas a dedo.
Esta minha postagem é uma espécie de contraposição à anterior feita pela minha colega Clara Schumann. Enquanto ela se dedica de corpo e alma à causa francesa, FDP continua envolvido com a alma russa. E esse cd que estou postando hoje é, como o de Clara, uma espécie de coletânea também, só que de música russa. Três grandes compositores que souberam captar a alma russa e transmiti-la para sua música. E os três pertencentes ao famoso “Grupo dos Cinco”, grupo de compositores russos nacionalistas, que procuravam produzir uma música especificamente russa.
Sou fã ardoroso de Mussorgsky, principalmente de seus “Quadros de uma Exposição”, já postada aqui em versão para piano, se não me engano. Pois nessa coletânea teremos “Uma Noite no Monte Calvo” (com o perdão da tradução tosca, mas foi a que me pareceu mais adequada). Quem não se lembra do clima sombrio capturado por Walt Disney em seu “Fantasia” ? Eu era um garoto quando assisti pela primeira vez à este clássico da animação, e confesso que fiquei com um certo temor, pela atmosfera conseguida pela interpretação de Stokowsky e as imagens de Disney: uma combinação genial.
Borodin comparece duas vezes, e Rimsky-Korsakov 3 vezes, com sua magnífica “Russian Easter Overture”, obra da qual PQP Bach já se declarou fã, a prova de fogo para qualquer instrumentista, “Flying of the Bumble Bee”, e claro, o indefectível “Capriccio Espanol”, sempre presente nessas coletâneas de música “ligeira”.
André Cluytens é um regente experiente, e consegue capturar e transmitir essa alma russa a que me referi no começo da postagem.
Enjoy it.

Alexander Borodin, Modest Mussorgsky, Rimsky Korsakov – Musique Russe

1 – Modest Mussorgsky: Night on the Bald Mountain
2 – Alexander Borodin: In the Steppes of Central Asia
3 – Nikolai Rimsky-Korsakov: Capriccio Espagnol

Philharmonia Orchestra, André Cluytens (Rec. 1960)

4 – Nikolai Rimsky-Korsakov: Russian Easter, Festival Overture
5 – Nikolai Rimsky-Korsakov: The Flight of the Bumble-Bee
6 – Alexander Borodin: Polovtsian Dances from ‘Prince Igor’
Société des Concerts du Conservatoire

Andre Cuytens – Director
Philharmonia Orchestra, André Cluytens
Société des Concerts du Conservatoire

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