Wolfgang Amadeus Mozart: Concerto para Piano Nº 27 e Duplo Nº 10 / Franz Schubert: Fantasia D 940

Wolfgang Amadeus Mozart: Concerto para Piano Nº 27 e Duplo Nº 10 / Franz Schubert: Fantasia D 940

61F7YSa-DaLEis uma curiosa gravação histórica e realizada em família. O grande pianista russo Emil Gilels e sua filha Elena encaram duas obras primas, o Concerto para 2 Pianos de Mozart e a maravilhosa Fantasia in Fá menor para dois pianos de Schubert. Um CD obrigatório, com certeza. Posso estar enganado, mas lembro desse LP na casa de um amigo, e deve ter sido um de meus primeiros contatos com esse pianista.

Para alguns, o Mozart de Gilels pode parecer meio lento, acostumados que estamos com as leituras mais atuais. Gilels pertencia a escola de piano russa da primeira metade do século XX, uma das mais importantes do século XX, de onde veio gente como Richter, Horowitz, entre tantos outros. Sua leitura obviamente será mais romantizada que as que pianistas como Christian Zacharias realizou, ou Van Immerseel, historicamente pesquisadas e interpretadas.

Enfim, detalhes pequenos que não desmerecem esse grande encontro de Gilels e Böhm, meu regente mozartiano favorito. Um CD delicioso, volto a reforçar, e obrigatório. Dois dos maiores nomes dos palcos século XX juntos, em mais um CD que leva o selo de garantia “Originals” da Deutsche Grammophon.

Ah, estava esquecendo de comentar a Fantasia schubertiana, um primor de execução. A verve romântica de Emil Gilels vêm a tona com toda força, e poderia dizer que ali sim o encontramos em seu elemento. A parceria com a filha revela uma cumplicidade única que poderia haver entre os dois. Elena teve como professor um dos maiores pianistas do século XX e aprendeu bem a lição.

Wolfgang Amadeus Mozart: Concerto para Piano Nº 27 e Duplo Nº 10 / Franz Schubert: Fantasia D 940

01 – Concerto for Piano and Orchestra No. 27 in B flat major, K 595 1. Allegro
02 – Concerto for Piano and Orchestra No. 27 in B flat major, K 595 2. Larghetto
03 – Concerto for Piano and Orchestra No. 27 in B flat major, K 595 3. Allegro

04 – Concerto for Two Pianos and Orchestra in E flat major, K 365 (316a), 1. Allegro
05 – Concerto for Two Pianos and Orchestra in E flat major, K 365 (316a), 2. Andante
06 – Concerto for Two Pianos and Orchestra in E flat major, K 365 (316a), 3 Rondea

07 – Fantasia in F minor for Piano duet, D 940. Allegro molto moderato – Largo – Allegro

Emil & Elena Gilels – Piano
Wiener Philharmoniker
Karl Böhm – Conductor

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MP3 | 320 KBPS | 189 MB

Os Gilels, pai e filha.
Os Gilels, pai e filha.

FDP

Link atualizado por RD em 27/11/2025

Antonin Dvorák (1841-1904) – Romantic Pieces For Violin and Piano, op. 75, Sonatina for Violin and Piano op. 100, Sonata for Violin and Piano, op. 57 – Josef Suk (1874-1935) – Four Pieces for Violin and Piano, op. 17

Box FrontEste delicioso CD traz obras desconhecidas de Dvorák (ao menos para mim) interpretadas por um bisneto do compositor. Explico: este Josef Suk é neto do compositor Josef Suk, que era genro de Dvorák. Que fofo, né? Tudo em família. E de quebra ele ainda toca algumas peças do avô e a belissima Sonatina de Schubert. Repertório de primeira.
Brincadeiras a parte, tratam-se de peças curtas, mas muito expressivas, e que são tocadas com muita propriedade e sensibilidade pelo Joseph Suk neto. Creio que os senhores irão gostar bastante. Eu gostei. Ah, algumas destas gravações ainda são da década de 50, ou seja, ainda foram realizadas em mono.

1. Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75I. Allegro moderato
2. Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75II. Allegro maestoso
3. Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75III. Allegro appassionato
4. Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75IV. Larghetto
5. Sonatina for Violin and Piano in G major, Op. 100I. Allegro risoluto
6. Sonatina for Violin and Piano in G major, Op. 100II. Larghetto
7. Sonatina for Violin and Piano in G major, Op. 100III. Scherzo. Molto vivace att
8. Sonatina for Violin and Piano in G major, Op. 100IV. Finale. Allegro
9. Sonata for Violin and Piano in F major, Op. 57I. Allegro, ma non troppo
10. Sonata for Violin and Piano in F major, Op. 57II. Poco sostenuto
11. Sonata for Violin and Piano in F major, Op. 57III. Allegro molto
12. 4 Pieces for Violin and Piano, Op. 17I. Quasi ballata
13. 4 Pieces for Violin and Piano, Op. 17II. Appassionato
14. 4 Pieces for Violin and Piano, Op. 17III. Un poco triste
15. 4 Pieces for Violin and Piano, Op. 17IV. Burlesque

Josef Suk – Violino
Josef Hála – Piano (1 – 4)
Jan Panenka (5 – 15)

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Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): The Mystery Sonatas

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): The Mystery Sonatas

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IM-PER-DÍ-VEL !!!

Recentemente, postamos mais duas versões das Mystery Sonatas de Biber. A versão apresentada na segunda postagem é inferior a esta. Já a primeira é tão boa quanto. As Sonatas do Rosário de Heinrich Biber — 15 sonatas para violino e contínuo, retratando os 15 Mistérios do Rosário, e uma extensa passacaglia para violino solo — constituem um dos pontos mais altos na música virtuosa de violino barroco. O violinista Daniel Sepec apresenta uma bela interpretação autêntica do famoso ciclo sonata de Biber sobre violinos originais do célebre fabricante de violinos tirolês Jakob Stainer (c. 1617-1683), com luxuoso acompanhamento contínuo de Hille Perl, Lee Santana e Michael Behringer.

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): The Mystery Sonatas

Disc 1
1 Der freudenreiche Rosenkranz: No. 1 in D Minor, Die Verkündigung Mariae 5:43
2 Der freudenreiche Rosenkranz: No. 2 in A Major, Marias Besuch bei Elisabeth 4:20
3 Der freudenreiche Rosenkranz: No. 3 in B Minor, Christi Geburt, Anbetung der Hirten 6:36
4 Der freudenreiche Rosenkranz: No. 4 in D Minor, Christi Darstellung im Tempel 8:00
5 Der freudenreiche Rosenkranz: No. 5 in A Major, Der zwölfjährige Jesus im Tempel 7:29
6 Der schmerzensreiche Rosenkranz: No. 6 in C Minor, Leiden Christi am Ölberg 7:49
7 Der schmerzensreiche Rosenkranz: No. 7 in F Major, Christi Geißelung 8:03
8 Der schmerzensreiche Rosenkranz: No. 8 in B-Flat Major, Die Dornenkrönung 5:41
9 Der schmerzensreiche Rosenkranz: No. 9 in A Minor, Der Kreuzgang 6:58
10 Der schmerzensreiche Rosenkranz: No. 10 in G Minor, Die Kreuzigung 9:06

Disc 2
1 Der glorreiche Rosenkranz: No. 11 in G Major, Die Auferstehung 9:00
2 Der glorreiche Rosenkranz: No. 12 in C Major, Christi Himmelfahrt 6:53
3 Der glorreiche Rosenkranz: No. 13 in D Minor, Ausgießung des Heiligen Geistes 6:59
4 Der glorreiche Rosenkranz: No. 14 in D Major, Mariä Himmelfahrt 9:14
5 Der glorreiche Rosenkranz: No. 15 in C Major, Die Krönung der Jungfrau Maria 13:48
6 Der glorreiche Rosenkranz: No. 16 in G Minor, Passacaglia, Schutzengel-Sonate 8:46

Daniel Sepec, violino
Hille Perl, viola da gamba
Lee Santana, tiorba
Michael Behringer, cravo

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Daniel Sepec, a estrela do disco
Daniel Sepec, a estrela do disco

PQP

Antonin Dvorák (1841-1904) – Symphonies N. 1, 2, 3, 4 e 5 – Vlacláv Neumann, Czech Philharmonic Orchestra

FrontLINKS ATUALIZADOS !!!

Começamos a semana com uma belíssima caixa da gravadora tcheca Supraphon com as obras orquestrais de Antonin Dvorák interpretadas pela excelente Filarmônica Tcheca, e com um grande regente, também tcheco, Vacláv Neuman. Material de primeira, com certeza. Os fãs da cultura daquele país vão ficar contentes, e os fãs de Dvorák mais ainda, pois vão ter acesso a uma das melhores gravações destas sinfonias que já tive a oportunidade de ouvir.

CD 1

1. Symfonie č. 1 c-moll «Zlonické zvony» (Die Glocken von Zlonice) I. (Allegro)
2. Symfonie č. 1 c-moll «Zlonické zvony» (Die Glocken von Zlonice) II. Adagio di molto
3. Symfonie č. 1 c-moll «Zlonické zvony» (Die Glocken von Zlonice) III. Allegretto
4. Symfonie č. 1 c-moll «Zlonické zvony» (Die Glocken von Zlonice) IV. Finale Allegro animato

CD 2

1. Symfonie č. 2 B-dur, Op. 4 I. Allegro con moto
2. Symfonie č. 2 B-dur, Op. 4 II. Poco adagio
3. Symfonie č. 2 B-dur, Op. 4 III. Scherzo Allegro con brio
4. Symfonie č. 2 B-dur, Op. 4 IV. Finale Allegro con fuoco

CD 3

1. Symfonie č. 3 Es-dur, Op. 10 I. Allegro moderato
2. Symfonie č. 3 Es-dur, Op. 10 II. Adagio molto, tempo di marcia
3. Symfonie č. 3 Es-dur, Op. 10 III. Finale Allegro vivace
4. Symfonie č. 4 d-moll, Op. 13 I. Allegro
5. Symfonie č. 4 d-moll, Op. 13 II. Andante sostenuto e molto cantabile
6. Symfonie č. 4 d-moll, Op. 13 III. Allegro feroce
7. Symfonie č. 4 d-moll, Op. 13 IV. Allegro con brio

CD 4

1. Symfonie č. 5 F-dur, Op. 76 I. Allegro ma non troppo
2. Symfonie č. 5 F-dur, Op. 76 II. Andante con moto
3. Symfonie č. 5 F-dur, Op. 76 III. Andante con moto, quasi l’istesso tempo. — Allegro scherzando
4. Symfonie č. 5 F-dur, Op. 76 IV.  Finale Allegro molto
5. Symfonické variace (Symphonic Variations), Op. 78 (B 70)

Czech Philharmonic Orchestra
Václav Neumann – Conductor

CDs 1, 2, 3 e 4 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

 

Vacláv Neuman e Rafael Kubelik em 1969
Vacláv Neuman e Rafael Kubelik em 1969

Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos para Piano Op. 25 e 60 (Fauré Quartett)

Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos para Piano Op. 25 e 60 (Fauré Quartett)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Brahms compôs três quartetos para piano, os Op. 25 e 26, escritos em 1861, e o Op. 60, escrito em parte em 1855 e concluído em 1875. Os dois melhores são, de forma disparada, os que estão neste CD do Fauré Quartett. São obras de absoluta preferência minha e de FDP. É Brahms, isto é: é música profunda, de primeiríssima qualidade e merecidamente conhecidos, ouvidos, reouvidos e louvados. Estou com o Rondo alla Zingarese do Op. 25 e sinto certa taquicardia. Que bom! O Fauré sabe cantar e tocar coletivamente, o que torna maravilhoso este CD. Minha performance preferida destes quartetos ainda é a do Beaux Arts Trio, feira em 1973 e com Walter Trampler como violinista convidado. Mas o Fauré vai muito bem nelas.

Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos para Piano Op. 25 e 60

1. Allegro [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]
2. Intermezzo (Allegro ma non troppo) [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]
3. Andante con moto [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]
4. Rondo alla Zingarese [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]

5. Allegro ma non troppo [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]
6. Scherzo (Allegro) [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]
7. Andante [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]
8. Finale (Allegro) [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]

Fauré Quartett

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Link restaurado em 7 de agosto de 2025 por René Denon

O Fauré Quartett envolvido por Brahms
O Fauré Quartett envolvido por Brahms

PQP

[Restaurado] Sergey Prokofiev – Prokofiev for Two – Martha Argerich, Sergei Babayan

Martha Argerich & Sergei Babayan - Prokofiev for Two (2018)Hoje trago para os senhores mais uma pérola de nossa musa eterna, Martha Argerich. O repertório agora é dedicado inteiramente a Prokofiev, em obras originalmente escritas para grande orquestra, porém aqui foram brilhantemente transcritas para dois piano pelo pianista armênio Sergei Babayan. Reconheço que até o momento em que vi este CD nunca havia ouvido falar desse pianista. Mas o nome de Martha me chamou a atenção, e claro que não pensei duas vezes, se a Martha está envolvida no projeto então a coisa é boa.

Na verdade, já poderia ter trazido este CD há mais tempo, porém a correria do dia a dia, e o envolvimento com os projetos das coleções de Vivaldi e de Beethoven me tiraram todo o tempo disponível. Agora que estou mais relaxado, vou trazer outras novidades importantes que consegui nos últimos meses. Espero que gostem, eu gostei muito.

01. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-1. Juliet’s Death
02. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-2. Montagues And Capulets
03. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-3. Morning Dance
04. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-4. Quarrel
05. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-5. Gavotte
06. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-6. The Young Juliet-The Nurse And Romeo
07. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-7. Folk Dance
08. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-8. Dance With Mandolines
09. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-9. Aubade
10. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-10. Dance Of Five Couples
11. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-11. Romeo And Juliet Before Departure
12. Prokofiev- 12 Movements From Romeo And Juliet, Op. 64-12. Death Of Tybalt
13. Prokofiev- Incidental Music To Hamlet, Op. 77-The Ghost Of Hamlet’s Father
14. Prokofiev- Incidental Music To Eugene Onegin, Op. 71-Mazurka
15. Prokofiev- Incidental Music To Eugene Onegin, Op. 71-Polka
16. Prokofiev- The Queen Of Spades, Op. 70-Polonaise
17. Prokofiev- Pushkin Waltzes, Op. 120-Waltz No.2 In C Sharp Minor
18. Prokofiev- War And Peace, Op. 91-Natasha’s And Andrei’s Valse
19. Prokofiev- The Queen Of Spades, Op. 70-Idée fixe

Martha Argerich & Sergei Babayan – pianos

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[restaurado por Vassily em 5/6/2021, em homenagem aos oitenta anos da Rainha!]

C.P.E. Bach (1714-1788): 8 Sinfonias e 3 Quartetos (Hogwood)

5115aX79mNL._SY355_Segundo filho de papai e Maria Barbara, Carl é considerado o fundador do estilo clássico na música erudita. É uma baita responsa. Sua música é excelente e tem curiosos episódios onde pode-se ouvir os vagidos de um pequeno Beethoven. Os motivos curtos e afirmativos são os mesmos, mas sem nem sombra da qualidade do mestre de Bonn. Gosto muito deste irmão que foi muitíssimo admirado na segunda metade de do século XVIII e que recebeu grandes elogios de Mozart e Haydn, que levaram seu estilo, digamos, às últimas consequências. Robert Schumann desprezava sua música, mas Brahms, muito menos trouxa, o admirava e costumava tocar suas obras.

Este álbum de Hogwood nos mostra sua Academy no auge e é, talvez, o mais importante registro das sinfonias de CPE, ao lado do realizado pela Orquestra de Freiburg.

Excelente!

Carl Philipp Emanuel Bach – 8 Symphonies, 3 Quartets

01 – Allegro Di Molto – Symphony In G Major Wq 182 No.1
02 – Poco Adagio
03 – Presto

04 – Allegro Di Molto – Symphony In B Flat Major Wq 182 No.2
05 – Poco Adagio
06 – Presto

07 – Allegro Assai – Symphony In C Major Wq 182 No.3
08 – Adagio
09 – Allegretto

10 – Allegro Ma Non Troppo – Symphony In A Major Wq 182 No.4
11 – Largo Ed Innocentemente
12 – Allegro Assai

13 – Allegretto- Symphony In B Minor Wq 182 No.5
14 – Larghetto
15 – Presto

16 – Allegro Di Molto – Symphony In E Major Wq 182 No.6
17 – Poco Andante
18 – Allegro Spiritoso

19 – Symphony in C major Wq 174, H649. Allegro assai
20 – Symphony in C major Wq 174, H649. Andante
21 – Symphony in C major Wq 174, H649. Allegro

22 – Symphony in D major Wq 176, H651. Allegro assai
23 – Symphony in D major Wq 176, H651. Andante
24 – Symphony in D major Wq 176, H651. Presto

25 – Quartet in A minor Wq 93, H537. Andantino
26 – Quartet in A minor Wq 93, H537. Largo e sostenuto
27 – Quartet in A minor Wq 93, H537. Allegro assai

28 – Quartet in D major Wq 94, H538. Allegretto
29 – Quartet in D major Wq 94, H538. Sehr langsam und ausgehalten
30 – Quartet in D major Wq 94, H538. Allegro di molto

31 – Fantasy in C major Wq 59,6, H284

32 – Quartet in G major Wq 95, H539. Allegretto
33 – Quartet in G major Wq 95, H539. Adagio
34 – Quartet in G major Wq 95, H539. Presto

Catherine Mackintosh
Nicholas McGegan
Anthony Pleeth
The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood

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Mano CPE posando para os pequepianos
Mano CPE posando para os pequepianos

PQP

Nicolo Paganini (1782-1840) – Violin Concerto nº 1, Pablo Sarasate (1844-1908) – Carmen Fantasy – Perlman, Foster, RPO

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NOVO LINK !!! 

E já que comecei a semana com grandes gravações de concertos para violino, vou continuar a série, desta vez trazendo o grande Itzhak Perlman, um dos maiores violinistas das últimas quatro décadas.
E neste CD ele encara dois dificilimos desafios: Paganini e Sarasate. O talento, a versatilidade e o virtuosismo de Perlman tornam a audição desse CD obrigatória. Aliás, esse CD já me foi cobrado há alguns anos atrás, mas na época eu ainda não o tinha.
Para os fãs de Salvatore Accardo, nos quais me incluo, é uma ótima oportunidade para se comparar o estilo e a técnica destes dois excepcionais músicos. Espero que apreciem. Eu gostei, e muito.09

1-01 Violin Concerto No.1 in D, Op.6_ I. Allegro maestoso
1-02 Violin Concerto No.1 in D, Op.6_ II. Adagio espressivo
1-03 Violin Concerto No.1 in D, Op.6_ III. Rondo (Allegro spiritoso)
1-04 Carmen Fantasy, Op.25

Itzhak Perlman – Violin
Royal Philharmonic Orchestra
Lawrence Foster – Conductor

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200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD20/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Novos Aspectos da Música Sacra nos Tempos de Louis XVI.

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200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD20/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Novos Aspectos da Música Sacra nos Tempos de Louis XVI.

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backCD20/20: Novos Aspectos da Música Sacra nos Tempos de Louis XVI. 
François-Joseph Gossec (Bélgica, 1734 – França, 1829)
01. Terribilis est: 1. Terribilis est 
02. Terribilis est: 2. TQuam dilecta 
03. Terribilis est: 3. Te enim passer 
04. Terribilis est: 4. Beati qui habitant
François Giroust (França, 1737 – 1799)
05. Benedic anima mea: 1. Benedic anima mea
06. Benedic anima mea: 2. Qui fundasti terram
07. Benedic anima mea: 3. Qui emitis fontes
08. Benedic anima mea: 4. Jucudum sit ei
09. Benedic anima mea: 5. Cantabo Domino
10. Benedic anima mea: 6. Sit gloria Domini
Henri-Joseph Rigel (Alemanha, 1741 – França, 1799)
11. La Sortie d’Egypte: 1. Quel changement soudain
12. La Sortie d’Egypte: 2. Qui, Peuple! tu verras
13. La Sortie d’Egypte: 3. Arrete! Dieu des Juifs
14. La Sortie d’Egypte: 4. Israel! De ton Dieu reconnais
15. La Sortie d’Egypte: 5. O prodige inoui
16. La Sortie d’Egypte: 6 Je reconnais ton bras
Nicolas Séjean (França, 1745 – 1819)
17. Noël suisse
Guillaime Lasceaux (França, 1740 – 1831)
18. Morceau pour les Flûtes
Claude-Bénigne Balbastre (França, 1724 – 1799)
19. Marche des Marseillois et l’air ça ira
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200 Anos de Música em Versailles
CD20/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Novos Aspectos da Música Sacra nos Tempos de Louis XVI.
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powered by iTunes 12.7.4 | 1 h 16 min
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les-chteaux-de-la-loire-pptx-6-638

Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
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When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

.: interlúdio :. Astor Piazzolla: Angeles Y Diablos

.: interlúdio :. Astor Piazzolla: Angeles Y Diablos

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IM-PER-DÍ-VEL !!!

É curioso. A esmagadora maioria dos grupos atuais que se dedicam a releituras de Piazzolla tratam de amenizá-lo. Alguns comentaristas chegam a dizer que o executante mais selvagem de Piazzolla é o próprio. Tal conceito não pode ser atribuído ao Isabelle van Keulen Ensemble. O grupo da violinista é um dos que mais se aproximam das concepções do autor. Eu curti demais. Em 1961, o escritor Alberto Rodriguez Muñoz se aproximou de Piazzolla com um pedido para que ele escrevesse música para sua peça Tango del angel, sobre um anjo que aparece em um bloco de apartamentos em Buenos Aires para limpar as almas de seus habitantes. Foram criadas as peças Introducción al ángel, Milonga del ángel e Muerte del ángel. Esta última, uma fuga de quatro partes com harmonias e ritmos duros, mostra de forma impressionante até que ponto Piazzolla forçaram as fronteiras do tango tradicional. A coisa surpreende até hoje. Eu acho outras peças — como Romance Del Diablo e Milonga del Angel — ultra sensuais, nossa. Mas eu tenho cruza com o Diabo, não adianta. E o que dizer das maravilhosas e Fuga y MisterioMuerte Del Ángel?

Astor Piazzolla: Angeles Y Diablos

1 Allegro Tangabile 3:04
2 La Camorra I 9:10
3 Romance Del Diablo 5:58
4 Vayamos Al Diablo 2:52
5 Tango Del Diablo 4:16
6 Poema Valseado 3:18
7 Fuga Y Misterio 4:49
8 Introducción Al Ángel 4:42
9 Milonga Del Ángel 6:11
10 Muerte Del Ángel 2:57
11 Resurrección Del Ángel 6:52

Isabelle van Keulen Ensemble
Bandoneon – Christian Gerber
Double Bass – Rüdiger Ludwig
Piano – Ulrike Payer
Violin – Isabelle van Keulen

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Tom Jobim?
Tom Jobim?

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200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD19/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Salões de Versailles nos Tempos do Iluminismo.

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200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD19/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Salões de Versailles nos Tempos do Iluminismo.

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Embora o quarteto tenha provado ser um gênero favorito entre os compositores franceses do chamado período clássico, o duo, trio e quinteto, que ainda eram comumente praticados, também eram muito populares nos círculos amadores. 
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A flauta, como os outros instrumentos de sopro, era frequentemente tocada com as cordas e as últimas melhorias feitas pelos fabricantes de instrumentos no final do século permitiram que ela brilhasse como solista. Devienne, que foi o primeiro professor de flauta no Conservatório de Paris, coroou a escola francesa de flauta – até então representada por Philidor, Hotteterre e Blavet – treinando toda uma nova geração de músicos virtuosos.
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CD19/20: Os Salões de Versailles nos Tempos do Iluminismo.
François Devienne (França, 1759 – 1803)
01. Quatuor pour flûte op.66 nº 1: 1. Allegro amabile
02. Quatuor pour flûte op.66 nº 1: 2. Adagio
03. Quatuor pour flûte op.66 nº 1: 3. Presto
Pierre Vachon (França, 1731 – Alemanha, 1803)
04. Quatuor à cordes op.5 nº 3: 1. Allegro non tanto
05. Quatuor à cordes op.5 nº 3: 2. Andante
06. Quatuor à cordes op.5 nº 3: 3. Rondeau : Allegro non tanto
Giuseppe Maria Cambini (Itália, 1746 – França, 1825)
07. Quatuor à cordes op.18 nº 2: 1. Allegro affetuoso
08. Quatuor à cordes op.18 nº 2: 2. Adagio
09. Quatuor à cordes op.18 nº 2: 3. Presto
Luigi Boccherini (Luca, Itália, 1743 – Madri, Espanha, 1805)
10. Quintetto pour flûte op.21 nº 6: 1. Larghetto
11. Quintetto pour flûte op.21 nº 6: 2. Allegro con molto
Quatuor Cambini & Alexis Kossenko, flûte
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200 Anos de Música em Versailles
CD19/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Salões de Versailles nos Tempos do Iluminismo.
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Boa audição.

Avicenna

Antonio Vivaldi (1678-1741): Double Concertos

Antonio Vivaldi (1678-1741): Double Concertos

R-8212501-1457245021-3129.jpegIM-PER-DÍ-VEL !!!

Falemos sério, por favor. O acervo de Vivaldi de nosso blog é arrasador. Eu e FDP nos alternamos divulgando CDs uns melhores que os outros. Hoje, agrego mais um campeão. A Academy for Ancient Music Berlin ou Akademie Für Alte Musik Berlin realiza um trabalho impecável nestes Concertos Duplos de Vivaldi. É uma manhã dominical numa Veneza cheia de luz e amizade. Esqueça todas as iniquidades, todos as buzinas, a falta de grana e o resto, pois todos têm seus dramas, mesmo que seja um iate com vazamento ou um amigo drogado que vendeu o Mercedez que ganhou de você e agora anda de Chevette. Ouça o CD, depois pegue seu filho, cachorro, dê um beijo em sua mulher e leve todos para passear pensando que o mundo é perfeito.

Antonio Vivaldi (1678-1741): Double Concertos

Concerto grosso RV 156 en sol mineur / G minor / g-moll
1 Allegro 2’47
2 Adagio 1’52
3 Allegro 1’37

Double Concerto RV 535 en ré mineur / D minor / d-moll
4 Largo – Allegro 3’16
5 Largo 2’36
6 Allegro molto 2’29

Concerto pour violon RV 265 en Mi majeur / E major / E-dur
(“L’Estro armonico” op.3 n°12)
7 Allegro 3’10
8 Largo 4’02
9 Allegro 2’18

Double Concerto RV 531 en sol mineur / G minor / g-moll
10 Allegro 3’30
11 Largo 4’11
12 Allegro 3’08

Double Concerto RV 522 en la mineur / A minor / a-moll
13 Allegro 3’09
14 Larghetto e spiritoso 3’39
15 Allegro 2’48

Concerto grosso RV 574B en Fa majeur / F major / F-dur
16 Allegro 4’20
17 Grave 3’41
18 Allegro 3’39

Akademie für Alte Musik Berlin

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A Akademie fur Alte Musik Berlin resolvendo diferenças internas
A Akademie fur Alte Musik Berlin resolvendo diferenças internas

PQP

.: interlúdio :. Brad Mehldau – After Bach

51nrWXrNrJL._SS500Eis a resenha do Jornal inglês “The Guardian” referente a este CD:

No composer looms over modern jazz quite like Johann Sebastian Bach, whose harmonic rigour seems to have provided the basis for bebop and all that followed. Listen to the endlessly mutating semiquavers tumbling from Charlie Parker’s saxophone and it could be the top line of a Bach fantasia; the jolting cycle of chords in John Coltrane’s Giant Steps could come straight from a Bach fugue and Bach’s contrapuntal techniques crop up in countless jazz pianists, from Bill Evans to Nina Simone.

Bach certainly casts a long shadow over US pianist Brad Mehldau: even when he’s gently mutilating pieces by Radiohead, Nick Drake or the Beatles, he sounds like Glenn Gould ripping into the Goldberg Variations. Which is why it comes as no surprise to see Mehldau recording an entire album inspired by Bach.
However, this is not a jazz album. Instead of riffing on Bach themes, as the likes of Jacques Loussier or the Modern Jazz Quartet have done in the past, After Bach sees Mehldau using Bach’s methodology. Mehldau plays five of Bach’s canonic 48 Preludes and Fugues, each followed by his own modern 21st-century response. For instance, after a straight performance of the Prelude No 3 in C-sharp major, Mehldau responds by resetting Bach’s original riff in a jerky 5/4 rhythm and taking it into a harmonically adventurous labyrinth. Similarly, a romantic, rubato-heavy reading of the F minor Prelude and Fugue is followed by a dreamlike meditation on some of the themes hinted at in Bach’s original. The effect is as if someone has taken pages from The Well-Tempered Clavier, turned them upside down and reflected them in a wobbly fairground mirror.
Where Bach’s preludes and fugues are like gentle sudoku puzzles, Mehldau’s cryptic harmonies sometimes feel as if you’re grappling with an insoluble 5×5 Rubik’s Cube and the results – as with the opening track, Benediction – can sometimes be headache-inducing. However, by the two closing tracks, Ostinato and Prayer for Healing, Mehldau is wearing his chops lightly and starting to tug at the heartstrings.”

1 Before Bach: Benediction
2 Prelude No. 3 in C# Major from The Well-Tempered Clavier Book I, BWV 848
3 After Bach: Rondo
4 Prelude No. 1 in C Major from The Well-Tempered Clavier Book II, BWV 870
5 After Bach: Pastorale
6 Prelude No. 10 in E Minor from The Well-Tempered Clavier Book I, BWV 855
7 After Bach: Flux
8 Prelude and Fugue No. 12 in F Minor from The Well-Tempered Clavier Book I, BWV 857
9 After Bach: Dream
10 Fugue No. 16 in G Minor from The Well-Tempered Clavier Book II, BWV 885
11 After Bach: Ostinato
12 Prayer for Healing

Brad Mehldau – Piano

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Brad Mehldau mostrando a que veio.
Brad Mehldau mostrando a que veio.

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.

front

200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.

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Durante sua segunda estada em Paris, em 1778, Mozart compôs várias obras de variações sobre um tema, um gênero que estava muito em voga nos salões da aristocracia da época. Escolhendo temas populares das óperas por Dezède, Grétry ou Beaumarchais, ele compôs alguns de suas melhores obras de variações para teclado, misturando habilmente seus estilos francês e alemão. 
 .
Ao mesmo tempo, enquanto alguns músicos franceses, tais como Balbastre ainda estavam dando deslumbrantes e virtuosas performances, outros, como Jadin ou Méhul, estavam se movendo em direção ao “Romantismo”, com composições inovadoras movidas por paixão e melancolia.
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CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.
Claude – Bénigne Balbastre (França, 1727 – 1799)
01. Prélude en ut majeur
Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
02. Sonate Parisienne K. 310: 1. Allegro maestoso
03. Sonate Parisienne K. 310: 2. Andante cantabile
04. Sonate Parisienne K. 310: 3. Presto
Hyacinthe Jadin (França, 1776 – 1800)
05. Sonate en ré majeur op.5 nº 2:  1. Allegro
06. Sonate en ré majeur op.5 nº 2:  2 Andante
07. Sonate en ré majeur op.5 nº 2:  3. Final: Presto
Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
08. Neuf Variations sur l’air ‘Lison dormait’ K264
Andreas Staier, pianoforte
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200 Anos de Música em Versailles
CD18/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: Os Primeiros Dias do Pianoforte.
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box frontCD 18/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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Boa audição.

Avicenna

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Triple Concerto for Piano, Violin & Cello, op. 56, Trio for Clarinet, Celo & Piano, op. 11 – Gastinel, Angelich, Shaham, Ottensamer, FRSO, Järvi

coverSim, eu sei que recém trouxe para os senhores uma caixa com 60 cds dedicados à musica de Beethoven, mas não vejo nada que impeça de trazer um lançamento do ótimo selo Näive com excelentes solistas, orquestra e regente idem. O Concerto Triplo é  uma obra tão única que sempre terá um lugar especial aqui no PQPBach.
Temos aqui três solistas respeitados no Concerto Triplo, acompanhados pela Sinfônica da Rádio de Frankfurt, dirigida pelo Paavo Järvi, maestro que vem se destacando em gravações de excelente qualidade e bem resenhadas na imprensa especializada.
O CD traz também uma obra um tanto quanto desconhecida de Beethoven, o Trio para Clarinete op. 11, esplendidamente interpretado pelo jovem clarinetista Andreas Ottensamer. Lembrem-se deste nome, senhores. Ainda ouviremos muito falar nele. É a nova geração chegando e pedindo passagem.

Triple Concerto for Piano, Violin, Cello and Orchestra op.56 (1804)

1 Allegro
2 Largo
3 Rondo alla Polacca 12’28

Anne Gastinel – Cello
Gil Shaham – Violin
Nicholas Angelich – Piano
Frankfurt Radio Symphony Orchestra
Paavo Järvi – Conductor

Trio for Clarinet, Cello and Piano in B Flat Major op.11 (1798)

4 Allegro con brio
5 Adagio
6 Tema con variazioni

Anne Gastinel – Cello
Nicholas Angelich – Piano
Andreas Ottensamer – Clarinet

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Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

coverO violoncelista Jan Vogler, que mora entre Nova York e Dresden, gravou três concertos duplos para violino, violoncelo e orquestra com sua esposa, a notável violinista Mira Wang, com a Royal Scottish National Orchestra sob a direção de Peter Oundjian. É claro que Mira Wang também mora entre Nova York e Dresden. O concerto duplo de Brahms é espetacular com seus sons românticos, solos eloquentes e grande participação orquestral. A imprensa inglesa escreveu a respeito: “Vogler, em particular, tratou suas seções solo como um recitativo de ópera, mesmo nas seções mais rápidas do Vivace. Wang, sua esposa, combinou com ele em virtuosismo e em beleza de tom. O destaque, no entanto, foi a abertura do movimento lento, que traz sensacionais timbres de legato, com solistas e orquestra entrando um no outro como em círculos concêntricos, criando um som como o de chocolate derretido”. Bem… O compositor norte-americano John Harbison (nascido em 1938) compôs o concerto duplo para a Boston Symphony Orchestra, encomendado pelo Friends of the Dresden Festival. A estreia mundial altamente elogiada com Jan Vogler e Mira Wang ocorreu em 8 de abril de 2010 em Boston, sob a direção de Carlos Kalmar. Agora, este trabalho colorido e dinâmico, repleto de virtuosismo cintilante, pode ser ouvido pela primeira vez em uma gravação. O compositor alemão Wolfgang Rihm (nascido em 1953) é considerado um dos mais importantes compositores do nosso tempo. Seu “Duo Concerto”, apresentado no Carnegie Hall em Nova York por Jan Vogler e Mira Wang com Orpheus Chamber Orchestra em 2015, completa este grande CD.

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

Wolfgang Rihm (1952)
1. Duo Concerto for Violin, Cello and Orchestra 22:41

Johannes Brahms (1833-1897)
2. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : I. Allegro 17:19
3. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : II. Andante 07:40
4. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : III. Vivace non troppo 08:55

John Harbison (1938)
5. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : I. Affetuoso, poco inquieto 06:58
6. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : II. Notturno. Adagio 07:41
7. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : III. Tempo giusto 06:15

Personnel:
Mira Wang (violin)
Jan Vogler (violoncello)
Royal Scottish National Orchestra
Peter Oundjian (conductor)

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Wang e Vogler mandando bala.
Wang e Vogler mandando bala.

PQP

.: interlúdio :. Victor Wooten, Dennis Chambers & Bob Franceschini – 2017 – Trypnotyx

coverEste petardo que ora vos trago foi gravado por três grandes músicos, sendo que dois deles já considero lendas vivas, e que mostram a que nível de sofisticação e aprimoramento técnico os músicos deste início de século XXI chegaram.

Tive a grata satisfação de ver o imenso baterista Dennis Chambers ao vivo, em technicolor, há meros 50 metros de distância, na conservadora Florianópolis do início dos anos 2000, em um bar temático mexicano, onde a maior parte dos seus clientes não sabiam, nem entendiam e nem se interessavam em saber o que estava acontecendo no palco e pude constatar seu virtuosismo absurdo, seu domínio do instrumento e sua versatilidade e criatividade em um solo de vinte e cinco minutos, que cronometrei sim. Naquele momento ele tocava com a banda do guitarrista Mike Stern, que tinha como saxofonista este mesmo Bob Franceschini que toca neste CD aqui. O talento de Dennis Chambers é nato, mas foi aperfeiçoado e forjado em décadas de dedicação à causa, desde os tempos do “Funkadelic” até seu período tocando com Carlos Santana. O cara é o rei do groove.

Victor Wooten é um caso a parte. Não consigo classifica-lo, nem pretendo. É um monstro, um legítimo sucessor do legado de gigantes do nível de Stanley Clarke ou Jaco Pastorius, músicos estes que ajudaram a elevar o nível de virtuosismo na execução do baixo elétrico. Ouçam a faixa “Funky D” para entenderem do que estou falando.

Poderia ficar horas falando sobre estes três caras, mas vou parar por aqui e pedir para os senhores ouvirem este CD. Seus estilos e técnicas são uma evolução natural do jazz, elevado à enésima potência em se tratando de virtuosismo.
P.S. Lembro que Victor Wooten já apareceu cá pelas plagas do PQPBach, tocando com outro lendário músico, o tocador de Banjo Béla Fleck. procurem em postagens antigas e ouçam, por favor.

Victor Wooten, Dennis Chambers & Bob Franceschini – 2017 – Trypnotyx

01 Take Off
02 Dc10
03 Liz & Opie
04 Cruising Altitude
05 Funky D
06 The 13th Floor
07 A Little Rice and Beans
08 A Soul Full of Ballad
09 Caught in the Act
10 One Hand
11 Trypnotyx
12 Final Approach
13 Cupid
14 Landing

Victor Wooten – Bass
Dennis Chambers – Drums
Bob Francheschini – Tenor Sax

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Não se deixem levar pelas aparências. Estes três representam a evolução do jazz neste final da década de 10 do século XXI.
Não se deixem levar pelas aparências. Estes três representam a evolução do jazz neste final da década de 10 do século XXI.

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

81GQ8smjzUL._SX355_Um CD muito original. A harpista Flora Papadopoulos interpreta, com boa dose de liberdade, várias obras escritas originalmente para violino. J. S. Bach, Biber, Marini e Corelli são quatro das principais figuras da música barroca, mas ninguém os associaria à harpa. No entanto, eles trabalharam em ambientes onde há ampla evidência de que os harpistas estavam ativos, e onde certamente existia um repertório solo de harpa, mesmo que nunca fosse escrito. O ambicioso projeto de Papadopoulos parte dessa premissa e é o resultado de uma pesquisa profunda em fontes originais. Sugere que o repertório para violino, um instrumento que compartilha de suas características idiomáticas com a harpa, era uma fonte de inspiração para os harpistas. Assim, aqui algumas das peças mais conhecidas e mais virtuosas para o violino foram arranjadas para harpa, dando a essas composições um novo sopro de vida e lançando luz sobre novas e inesperadas nuances e reflexões. Flora Papadopoulos, após colaborações significativas com conjuntos como a Cappella Mediterranea e o Concerto Italiano agora faz seu primeiro álbum solo. Explorando caminhos pessoais, altamente experimentais e empíricos, ela revive uma fascinante prática musical há muito perdida.

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

01. Mystery Sonata No. 1 in D Minor, “The Annunciation”: I. Praeludium
02. Mystery Sonata No. 1 in D Minor, “The Annunciation”: II. Variatio-Aria allegro-Variatio-Adagio-Finale
03. Arie madrigali et corenti, Op. 3: Romanesca per violino solo e basso se piace
04. Sonate, symphonie, canzoni, passe’mezzi, baletti, corenti, gagliarde e retornelli, Op. 8: Sonata Quarta per il violino per sonar con due corde
05. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: I. Preludio. Adagio
06. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: II. Allemanda. Allegro
07. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: III. Sarabanda. Largo
08. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: IV. Gavotta. Allegro
09. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: V. Giga. Allegro
10. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: I. Adagio
11. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: II. Fuga
12. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: III. Siciliana
13. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: IV. Presto

Composers:
Bach, Johann Sebastian (1685-1750)
Biber, Heinrich Ignaz Franz von (1644-1704)
Corelli, Arcangelo (1653-1713)
Marini, Biagio (c.1597-1665)

Flora Papadopoulos, harpa

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Flora Papadopoulos
Flora Papadopoulos

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200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.

front

200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.

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Depois da “revolução instrumental” da primeira parte do século XVIII, que viu a consagração do violino, do violoncelo e dos instrumentos de sopro, o fim da Era do Iluminismo foi marcado pelo brilhante surgimento das obras sinfônicas. A abertura do programa, a sinfonia, o concerto e a sinfonia concertante eram todos gêneros “modernos”, ideais para realçar a riqueza e a cor da orquestra clássica.
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Gossec, Leduc, Rigel e Saint-George, entre outros, chegaram à fama à frente de um dos grandes conjuntos instrumentais da capital e, em poucos anos, Paris tornou-se a cidade mais importante da Europa para a criação de obras sinfônicas.
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CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.
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François-Joseph Gossec (Bélgica, 1734 – França, 1829)
01. Symphonie concertante du ballet Mirza (excerpt) : Allegro
Simon Leduc (França, 1742 – 1777)
02. Symphonie en mi bémol major: I. Maestoso, Allegro vivace
03. Symphonie en mi bémol major: II. Adagio sostenuto
04. Symphonie en mi bémol major: III. Rondo moderato
Henri-Joseph Rigel (Alemanha, 1741 – França, 1799)
05. Symphonie en ré mineur opus 21 nº 2 : I. Allegro maestoso
06. Symphonie en ré mineur opus 21 nº 2 : II. Adagio
07. Symphonie en ré mineur opus 21 nº 2 : III. Presto
 
Le Cercle de l’Harmonie, Jérémie Rhorer, dir.
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200 Anos de Música em Versailles
CD17/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ascensão da Sinfonia Francesa.
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Boa audição.

Avicenna

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Julliete Hurel – Bach Inspiration

MI0004379399Um baita CD este que vos trago do Selo Alpha, onde temos a flauta como principal personagem, e Julliete Hurel como solista.
A extraordinária Suite nº 2 in B Minor abre o CD e nos mostra uma solista perfeitamente a vontade, e muito bem acompanhada por um conjunto chamado ‘Ensemble les Surprises’. Não lembro quando foi que ouvi esta obra pela primeira vez, provavelmente com Karl Richter, ou Pinnock, já há muito tempo atrás, e nunca canso de ouvi-la. Ela é extraordinária, magnífica, e curiosamente me surpreende até hoje quando a ouço..
Hurel acompanha a soprano Mailys de Villoutreys em três momentos, em árias tiradas da Paixão Segundo Mateus, do Oratório da Páscoa, da Cantata do Café e de outra Cantata, de BWV 82a.
No melhor momento do CD, Hurel encara sozinha a famosa partita para flauta, BWV 1013, mostrando que grande flautista que ela é.
Enfim, um CD para ser apreciado sem moderação. É Bach, portanto, merece toda a nossa concentração, quem sabe assim possamos assimilar melhor estes difíceis momentos em que vivemos em nosso país.

1 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ I. Ouverture
2 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ II. Rondeau
3 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ III. Sarabande
4 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ IV. Bourrées I & II
5 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ V. Polonaise & Double
6 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ VI. Menuet
7 – Suite No. 2 in B Minor, BWV 1067_ VII. Badinerie
8 – Matthäus-Passion, BWV 244_ _Aus Liebe will mein Heiland sterben_
9 – Partita in A Minor, BWV 1013_ I. Allemande
10  – Partita in A Minor, BWV 1013_ II. Corrente
11 – Partita in A Minor, BWV 1013_ III. Sarabande
12 – Partita in A Minor, BWV 1013_ IV. Bourrée anglaise
13 – Oster-Oratorium, BWV 249_ IV. Aria _Seele, deine Spezereien_
14 Trio Sonata in G Major, BWV 1038_ I. Largo
15 – Trio Sonata in G Major, BWV 1038_ II. Vivace
16 – Trio Sonata in G Major, BWV 1038_ III. Adagio
18 – Coffee Cantata, BWV 211_ IV. Aria _Ei! Wie schmeckt der Kaffee süsse_
19 – Cantata BWV 82a Ich habe genug_ I. Aria _Ich habe genug_

Julliete Hurel – Flute
Maïlys de Villoutreys – Soprano
Ensemble Les Suprises
Louis Noel Bestion de Camboulas – Organ, Harpsinhord, Director

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Johann Strauss Jr. (1825-1899): Die Fledermaus (The Bat – O Morcego)

Johann Strauss Jr. (1825-1899): Die Fledermaus (The Bat – O Morcego)

CapaJohann Strauss Jr. (Viena, 25 de outubro de 1825 — Viena, 3 de junho de 1899) o rei da valsa e mestre do compasso ternário foi um astro da música na segunda metade do século 19, compunha um sucesso novo praticamente a cada semana, fosse valsa, mazurca ou polca. Tudo estava bem até que num belo dia o compositor francês Jacques Offenbach disse ao seu colega austríaco “Você deveria escrever operetas, Herr Strauss”. Assim nasceu a opereta na vida de Strauss Jr. “Die Fledermaus (O Morcego)” é a terceira opereta, foi composta por Strauss Jr. durante um período de dois anos a partir de 1873 e o enredo é inteiramente de natureza frívola, sem pretensão de passar nenhuma mensagem, apenas entretenimento. Strauss estava na regência da primeira apresentação do “Die Fledermaus”, que aconteceu no Theater an der Wien em 5 de abril de 1874. Sua absoluta acessibilidade fez com que fosse um sucesso incontestável (no ano da estréia, a opereta foi apresentada 58 vezes no teatro em Viena), e assegurou que Strauss se inspirasse em escrever uma opereta após outra nos próximos vinte e cinco anos. Por definição Opereta é algo semelhante a comédia e em sua maioria são relativamente curtas e com enredos leves, sem aqueeele dramalhão.

Esta montagem é o meu Fledermaus favorito (particularmente gosto muito do Carlos Kleiber regendo óperas), os arquivos que compartilho com vocês foram extraídos do DVD Die Fledermaus apresentado na Bavária em 1987 (o scan da capa e encartes estão no resumo em “pdf” junto com os arquivos). O elenco é excelente em todos os sentidos, atores e músicos do mais alto nível, é alegre e divertida, sobretudo muito musical. Para mim esta apresentação de Die Fledermaus é a melhor, não sei, tem uma eletricidade entre todos os envolvidos no dia, regente, cantores músicos e platéia, fica mais deliciosa ainda se vocês entenderem o dialeto austríaco; Uma palavra: WOW! Um presente perfeito para os amantes da música de ópera ligeira no seu melhor estilo. Música maravilhosa, cantores maravilhosos ….. bonito em todos os aspectos.

Quem não conhece esta opereta provavelmente vai gostar, tem a famosa e maravilhosa Valsa vienense e canções de muito bom gosto (apesar dos longos trechos de “bate papo” entre os personagens em puro alemão vianense do fim do Séc. XIX). Uma certeza: não dá para ficar indiferente ou entediado com essa opereta, a dinâmica dela é excelente. Desde a explosiva e famosa abertura – que lembra uma saraivada de rolhas de champanhe seja pela energia crescente da “Valsa Fledermaus” seja pelos numerosos momentos cômicos, dos quais o final do segundo ato “Duidu” transbordam alegria e energia vibrante.

Uma curiosodade sobre ” Die Fledermaus ” é que a história se passa no último dia do ano, e em algumas casas de ópera alemãs muitas vezes têm performances à noite do último dia do ano.

A História: Die Fledermaus, opereta de Johann Strauss Jr., foi composta com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, com base no vaudeville francês Le Réveillon. A opereta reúne música, balé e entretenimento. A história acontece durante uma festa de réveillon e apresenta os disparates do burguês Eisenstein nas mãos do diretor de teatro, senhor Falke. Este prepara uma vingança contra Eisenstein, que o deixou certa vez em situação ridícula: vestido de morcego, bêbado, na rua, ao fim de uma festa à fantasia. Numa trama de acontecimentos, Falke, fantasiado de morcego, joga habilmente com a vaidade de todos. Eisenstein e sua esposa, Rosalinde, enfrentam uma sucessão de mal-entendidos e aventuras.

No primeiro ato, Eisenstein está para ser preso por desacato a autoridade e passa em casa para se vestir, antes de ir para a cadeia. Mas, escondido de Rosalinde, desvia o caminho e comparece à festa do príncipe Orlofsky. A empregada de ambos, Adele, também havia sido convidada. E Rosalinde acaba seguindo para a mesma festa, depois de colocar na prisão, no lugar do marido, um admirador que a persegue.

No segundo ato, todos estão disfarçados – são falsos nobres franceses, condessas húngaras falsificadas ou vedetes de can-can. Sem saber de quem se trata, Eisenstein faz corte à própria esposa.

O terceiro ato abre-se na prisão, onde Alfred, admirador de Rosalinde, está preso no lugar de Eisenstein. Todos vão para lá e assim se desenreda finalmente a trama armada pelo “morcego”, em sua vingança final.

Esta opereta é incrivelmente alegre, quem não aguenta os diálogos e quer uma recomendação direta ouça a Valsa (faixa 01) depois pule para a faixa 17 e deixe rolar até a faixa 21, é do outro mundo, sensacional (é só ouvir a reação do público nesta representação ao vivo) !!!!!

Coloquei também uma faixa bonus com a Kathleen Battle e o Maestro Karajan – Voices of Spring – gravado ao vivo em 1987 no evento Vienna New Year’s Concert.

A história “passo a passo” com fotos do encarte original do DVD estão junto no arquivo de download com as faixas, ao resumo da ópereta foi extraído do livro “As mais Famosas Óperas”, Milton Cross (Mestre de Cerimônias do Metropolitan Opera). Editora Tecnoprint Ltda., 1983.

Pessoal, abrem-se as cortinas e divirtam-se com a música de Strauss Jr. !

Johann Strauss Jr. (1825-1899): Die Fledermaus (The Bat – O Morcego)

2 – Overture
ACT ONE
3 – Täubchen, das entflattert ist (Alfred, Adele, Rosalinde)
4 – Adele bittet um Ausgang (Adele, Rosalinde, Alfred)
5 – Nein, mit solchen Advokaten (Eisenstein, Rosalinde, Blind, Adele, Falke)
6 – Komm mit mir zum Souper (Eisenstein, Rosalinde, Adele, Falke)
7 – So muB allein ich bleiben (Rosalinde, Eisenstein, Adele, Alfred)
8 – Trinke, Liebchen, trinke schnell (Alfred, Rosalinde)
9 – Ich höre Stimmen (Alfred, Rosalinde, Frank)
10 – Mein Herr, was dächten Sie von mir (Alfred, Rosalinde, Frank)
11 – Mein schönes, GraBes Vagelhaus (Alfred, Rosalinde, Frank)

ACT TWO
12 – Ein Souper heut uns winkt (Chor, Adele, Ida, Orlofsky, Falke, Ivan, Eisenstein)
13 – Ich lade gern mir Gäste ein (Adele, Ida, Orlofsky, Falke, Eisenstein)
14 – Ach, meine Herr’n und Damen (Chor, Adele, Orlofsky, Falke, Eisenstein)
15 – Mein Herr Marquis (Chor, Adele, Ida, Orlofsky, Falke, Ivan, Eisenstein, Frank, Rosalinde)
16 – Dieser Anstand, so manierlich (Adele, Ida, Orlofsky, Eisenstein, Frank, Rosalinde)
17 – Klänge der Heimat (Orlofsky, Falke, Ivan, Eisenstein, Rosalinde, Chor)
18 – Im Feuerstrom der Reben (Orlofsky, Eisenstein, Adele, Chor)
19 – Herr Chavalier, ich GrüBe Sie! (Orlofsky, Falke, Adele, Eisenstein, Rosalinde, Chor, Frank)
20 – Brüderlein un Schwesterlein (Orlofsky, Falke, Adele, Eisenstein, Rosalinde, Chor, Frank, Ida)
21 – Polka, Unter Donner und Blitz op.324
22 – Genung damit, genung (Orlofsky, Falke, Adele, Eisenstein, Rosalinde, Chor, Frank, Ida)

ACT THREE
23 – entr’acte
24 – Die Nacht im Gefängnis (Frosch, Alfred)
25 – Frank versucht die ersten (Frank, Frosch, Adele, Ida)
26 – Spiel’ ich die Unschuld vom Lande (Adele, Ida, Frank, Frosch)
27 – Eisenstein und Frankl haben einige Mühe (Eisenstein, Frank, Frosch, Blind, Alfred)
28 – Ich stehevoll Zagen (Rosalinde, Alfred, Eisenstein, Frosch, Frank, Adele, Ida)
29 – O Fledermaus, o Fledermaus (Rosalinde, Alfred, Eisenstein, Falke, Frank, Adele, Ida, Orlofsky, Chor)

Gabriel von Eisenstein – Eberhard Wächter
Rosalinde – Pamela Coburn
Frank – Benno Kusche
Prinz Orlofsky – Brigitte Fassbaender
Alfred – Josef Hopferwieser
Dr. Falke – Wolfgang Brendel
Dr. Blind – Ferry Gruber
Adele – Janet Perry
Frosch – Franz Muxeneder
Ivan – Ivan Unger
Ida – Irene Steinbeisser

Bavarian State Opera Chorus
Gravado ao vivo no Bavarian State Orchestra, 1987
Conductor: Carlos Kleiber

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Johann Strauss, o rei da valsa.
Johann Strauss, o rei da valsa.

AMMIRATORE

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

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IM-PER-DÍ-VEL !!!

Rameau é maravilhoso. É sempre interessante, alegre, cheio de musicalidade. E este super trio nos traz performances equilibradas e refrescantes que nos mostram a graça e a mistura caleidoscópica de cores instrumentais do compositor. Pinnock está animado e envolvente, Podger está inspiradora e inspirada, ambos toando com clareza e frases bem feitas. Manson responde da mesma forma. Os ‘Tambourins’ são arrepiantes, o resto também. Mais uma joia que o PQP disponibiliza para os amantes do barroco.

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

Premier Concert
1 La Coulicam 3:25
2 La Livri 3:04
3 Le Vézinet 3:26

Deuxième Concert
4 La Laborde 5:56
5 La Boucon 5:31
6 L’Agaçante 2:46
7 Premier Menuet En Rondeau. Deuxième Menuet En Rondeau 4:51

Troisième Concert
8 La La Ploplinière 3:54
9 La Timide, Premier Rondeau Gracieux. La Timide Deuxième Rondeau Gracieux 7:09
10 Premier Tambourin En Rondeau. Deuxieme Tambourin En Rondeau 2:01

Quatrième Concert
11 La Pantomime 4:31
12 L’Indiscrète 1:38
13 La Rameau 4:14

Cinquième Concert
14 La Forqueray 4:26
15 La Cupis 6:25
16 La Marais 2:29

Trevor Pinnock, cravo
Rachel Podger, violino
Jonathan Manson, viola da gamba

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Jean-Philippe Rameau: talento espetacular, alegria e música luminosa
Jean-Philippe Rameau: talento espetacular, alegria e música luminosa

PQP

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.

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200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.

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Sob Luís XVI e Maria Antonieta, as grandes tragédias, incluindo “la Duplant”, “la Saint-Huberty” e “la Levasseur”, foram apresentadas em casas cheias da Académie Royale de Musique (Opéra), em obras de Gluck, Sacchini, Piccinni e Gossec.
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Muitas vezes, no entanto, eles foram ofuscados pelos homens, especialmente o tenor Legros e o grande barítono Larrivée, que apareceram em todos os trabalhos realizados na Académie Royale de Musique entre 1770 e 1785 – um repertório “heróico” anunciando a grande ópera romântica do século seguinte. Ao mesmo tempo, os artistas da Opéra – Comique tentavam superar a virtuosidade e a expressividade da música, tão moderna quanto Grétry, Monsigny e Philidor.
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CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.
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Antonio Maria Gasparo Gioacchino Sacchini (Itália, 1730 – França, 1786)
01. Dardanus: Ouverture
Rodolphe Kreutzer (França, 1766 – Suiça, 1831)
02. La Mort d’Abel: L’aurore a dissipé les ombres
Pierre-Alexandre Monsigny (França, 1729 – 1817)
03. Le Déserteur: Il m’eut été si doux de t’embrasser
Jean-François Le Sueur (França, 1760 – 1837)
04. La Caverne: Dans ce péril certain
François-Joseph Gossec (Bélgica, 1734 – França, 1829)
05. Sabinus: 1. Tambourin
06. Sabinus: 2. Air des vieillards
07. Sabinus: 3. Air en passacaille
08. Sabinus: 4. Gigue pour les enfants
François-André Danican Philidor (França, 1726 – Inglaterra, 1795)
09. Ernelinde princesse de Norvège : Transports, tourments jaloux
André Ernest Modeste Grétry (Bélgica, 1741 – França, 1813)
10. Le Huron: Ouverture
11. La Fausse Magie: Comme un éclair
12. L’Amant jaloux: Ô douce nuit, sous ton ombre paisible
 
Les Agrémens; Guy van Waas, dir.
Pierre-Yves Pruvot, barítono
Isabelle Poulenard, soprano
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200 Anos de Música em Versailles
CD16/20: O Crepúsculo em Versailhes sob Luis XVI: A Ópera Francesa no Limiar do Romantismo.
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box frontCD 16/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 312 MB
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CD 16/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
MP3 | 320 kbps | 156 MB
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Encarte/Scans – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – HD, 190 MB, para a edição toda
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powered by iTunes 12.7.4 |1 h 02 min
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Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.
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When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

W. A. Mozart (1756-1791): Quartetos de Cordas Nº 17 e 15

W. A. Mozart (1756-1791): Quartetos de Cordas Nº 17 e 15

R-5405754-1392562712-9172.jpegVelha gravação do Smetana Quartet, grupo fundado em 1943 e desfeito em 1989. São dois notáveis quartetos de Mozart. São também consistentes e parrudos, mas o Smetana exagerou na paulada. Bem, era o habitual nos anos 60. Há que considerar também que o quarteto era especializado em música romântica e tratava de trazer tudo para esta seara. Hoje, esta gravação tem um sabor de coisa do passado, mas era assim que ouvíamos Mozart. Competência máxima, afinação máxima, delicadeza nenhuma.

Quartet No.17 in B major, K.458 “Hunt”
1. I – Allegro vivace assai
2. II – Menuetto: Moderato
3. III – Adagio
4. IV – Allegro assai

Quartet No.15 in D minor, K.421(417b)
5. I – Allegro assai
6. II – Andante
7. III – Menuetto [Allegretto]
8. IV – Allegro ma non troppo (Allegretto non troppo)

Smetana Quartet

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Não dá pra dizer que eles não tocavam juntos, eles tocavam quase enfiando o arco um no olho do outro, de tão juntos.
Não dá pra dizer que eles não tocavam juntos, eles tocavam quase enfiando o arco um no olho do outro, de tão juntos.

PQP

 

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final) (Beaux Arts)

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final) (Beaux Arts)

AB-SO-LU-TA-MEN-TE IM-PER-DÍ-VEL !

Quem perder esta postagem é mulher do padre. Isto é óbvio. O quarteto Op. 26 forma uma dupla e tanto com o Op. 25. O Op. 25  é mais extrovertido e virtuoso que seu grande companheiro. Sim, é a música de câmara mais longa de Brahms. São mais de 50 minutos, tempo maior do que qualquer uma de suas sinfonias e concertos, embora a Primeira Sinfonia e o Segundo Concerto para Piano chegarem perto. Entre todos os trabalhos com números de opus, apenas Um Réquiem Alemão leva mais tempo para executar. Todos os quatro movimentos duram mais de 10 minutos e são ricos em conteúdo. É música boa pra mais de metro. O Trio Opus Póstumo não é uma loucura, mas depois que a gente se apaixona pela densidade brahmsiana, quer conhecer tudo o que o hamburguês escreveu.

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final)

Piano Quartet In A, Op. 26
1 Allegro Non Troppo 15:21
2 Poco Adagio 12:36
3 Scherzo. Poco Allegro 11:05
4 Finale. Allegro 9:36

Piano Trio In A, Op. Posth.
5 Moderato 9:12
6 Vivace 5:44
7 Lento 8:47
8 Presto 6:18

Beaux Arts:
Piano – Menahem Pressler
Violin – Isidore Cohen (1-4), Daniel Guilet (5-8)
Cello – Bernard Greenhouse
Mais:
Viola – Walter Trampler

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O Beaux Arts em 1960: ainda com Daniel Guilet ao violino. Depois entraria Isidore Cohen em seu lugar
O Beaux Arts em 1960, ainda com Daniel Guilet ao violino. Depois entraria Isidore Cohen em seu lugar

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