Antonin Dvorak – Violin Concerto, Romance for Violin & Orchestra, Humoureske – Dami Kim, SPO

NOVO LINK !!! 

Este belo concerto para violino e orquestra de Dvorák acabou ficando ofuscando pelo Concerto para Violoncelo, e foi meio que relegado a segundo plano, o que é uma pena. É muito bonito, tem belas passagens, não sou músico mas não consigo identificar passagens muito técnicas ou difíceis, se estiver errado por favor me corrijam. Reza a lenda que em um primeiro momento, o compositor pensou em dedicar a obra a Joseph Joachim, que conhecera alguns anos antes, o grande virtuose da época, e grande amigo de Brahms, mas o violinista se mostrou cético com a obra, e teceu alguns comentários críticos, o que magoou Dvorák, que no final das contas, não lhe fez a dedicatória. O CD ainda traz dois momentos muito delicados, com o Romance para Violino e Orquestra e a conhecidíssima “Humouresque”.
Uma curiosidade: a jovem violinista sul coreana Dami Kim em 2012 ganhou o prestigioso Concurso Joseph Joachim em Hanover, entre diversos outros prêmios em outras competições. Neste CD ela enfrenta a obra com louvor, mostrando uma segurança muito grande e uma técnica muito apurada, mesmo nos momentos mais técnicos. No Romance, por exemplo, não se deixa cair nas armadilhas sentimentais da obra.
Vale a pena ouvir, ainda mais nestes tempos de isolamento, quando estamos em casa, longe do convívio social. Ah, quem não lembra do “Humouresque, nº 7, op. 101, última faixa do CD? Está sempre naquelas coletâneas de música clássica. Claro que isso não lhe tira a qualidade e a beleza da peça.

01. Violin Concerto in A Minor, Op. 53, I Allegro ma non troppo
02. Violin Concerto in A Minor, Op. 53, II Adagio ma non troppo
03. Violin Concerto in A Minor, Op. 53, III Finale Allegro giocoso, ma non troppo
04. Romance for Violin and Orchestra in F Minor, Op. 11
05. Humoresque, Op. 101, No. 7

Dami Kim – Violin
Slovak Philharmonic Orchestra
Damian Iorio

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Igor Stravinsky – The Rite of Spring, Concerto for two piano solos, etc. – Leif Ove Andsnes, Marc-André Hamelin

A obra prima de Stravinsky dispensa apresentações. A novidade aqui é esta fantástica versão para dois pianos, com arranjo do próprio compositor, que, segundo seus biógrafos, primeiro escrevia as peças para o piano e depois a transcrevia para a orquestra. O piano era seu principal instrumento de trabalho. Ah, creio que tanto o Concerto para dois piano solos quanto as outras obras estão estreando aqui no PQPBach.
Dois grandes pianistas da atualidade se encarregam de interpretá-las nesta gravação, Leif Ove Andsnes, norueguês, e o canadense Marc-André Hamelin, que conhecemos por suas incursões na obra de Haydn e de Mozart. Com certeza, dois dos maiores pianistas da atualidade, músicos experientes, pois esta empreitada é para poucos. O criterioso trabalho de produção do excelente selo Hyperion torna tudo ainda mais especial.
Sim, eu sinto falta do barulho da orquestra, dos efeitos especiais, daquele caos sonoro. Mas lembro os senhores que o arranjo é do próprio compositor. Ouçam com atenção, e depois podem fazer as devidas comparações com sua versão orquestral favorita. A ‘Sagração da Primavera’ é uma das maiores composições do século XX, e vale a pena conhecer todas as possibilidades de interpretação. Lembro de ter trazido para os senhores a impressionante transcrição que o músico de jazz Larry Coryell fez para violão com cordas de aço. Quando puder, reposto este CD.

01 The Rite of Spring – Part 1, Introduction
02 The Rite of Spring – Part 1, Augurs of Spring (Dances of the Young Girls)
03 The Rite of Spring – Part 1, Game of Abduction
04 The Rite of Spring – Part 1, Spring Rounds
05 The Rite of Spring – Part 1, Game of the Two Rival Tribes
06 The Rite of Spring – Part 1, Procession of the Oldest and Wisest One
07 The Rite of Spring – Part 1, The Kiss of the Earth
08 The Rite of Spring – Part 1, Dancing Out of the Earth
09 The Rite of Spring – Part 2, Introduction
10 The Rite of Spring – Part 2, Mystic Circle of the Young Girls
11 The Rite of Spring – Part 2, Glorification of the Chosen One
12 The Rite of Spring – Part 2, Evocation of the Ancestors
13 The Rite of Spring – Part 2, Ritual Action of the Ancestors
14 The Rite of Spring – Part 2, Sacrificial Dance
15 Concerto for Two Solo Pianos – Con moto
16 Concerto for Two Solo Pianos – Notturno. Adagietto
17 Concerto for Two Solo Pianos – Quattro variazioni
18 Concerto for Two Solo Pianos – Preludio e fuga
19 Madrid
20 Tango
21 Circus Polka

Leif Ove Andnes, Marc-André Hamelin – Pianos

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MP3 | 320 KBPS | 189 MB

Link renovado por RD em 27/11/2025

Aproveite!

Franz Liszt (1811-1886) – Orchesterwerke – Werk für Klavier & Orchester – CD 7 de 7 – Kurt Masur, Michel Béroff, Gewandhausorchester Leipzig

A magistral ‘Totendanz” encerra essa série dedicada a Franz Liszt com chave de ouro, com uma interpretação segura e extremamente virtuosística de Michel Béroff.
Além dessa obra, o CD traz outras transcrições de Liszt, baseadas ou em sua própria obra, ou então de Beethoven e de Berlioz. Aliás, dentro desta série dedicada a este compositor, pretendo repostar as incríveis transcrições para piano das sinfonias de Beethoven.
Fico entre cético e maravilhado com a capacidade criativa deste compositor único. Venerado por muitos, provavelmente o maior pianista do século XIX, segundo relatos, dedicou sua vida a explorar todas as possibilidades do instrumento. Como comentei anteriormente, existe uma coleção do selo inglês Hyperion, que tem 99 CDs com sua obra pianística! É algo impressionante. Talvez apenas C.P.E. Bach tenha se dedicado tanto a este instrumento anteriormente.
Vamos então encerrar mais uma coleção?

01. Fantasie uber ungarische Volksmelodien
02. Fantasie uber Motiven aus Beethovens Ruinen von Athen
03. Grande Fantaisie symphonique uber Themen aus Berlioz’s Lelio
04. Malediction
05. Totentanz

Michel Béroff – Piano
Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur – Conductor

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Franz Liszt (1811-1886) – Orchesterwerke – Werk für Klavier & Orchester – CD 6 de 7 – Kurt Masur, Michel Béroff, Gewandhausorchester Leipzig

Então encerramos esta coleção dedicada a Franz Liszt com as obras orquestrais, Poemas Sinfônicos e as duas Sinfonias. Nos dois últimos CDs traremos a obra composta para Piano e Orquestra. Antes que perguntem, as Rapsódias Hungaras já estão programadas, tanto a versão para piano quanto a versão para orquestra, mas com outra orquestra e outro maestro.

Liszt compôs apenas dois concertos para piano e orquestra, o que é interessante, considerando a monumental obra pianística do compositor. O pianista inglês Leslie Howard, associado ao selo inglês Hyperion, lançou 99 Cds com o que seria toda essa obra. Nosso colega Ammiratore tem esta coleção, e dise que quem sabe um dia, talvez, traga para os senhores. Eu diria que seria um projeto de aposentadoria do colega, pois atualmente ele se encontra totalmente atarefado com outros compromissos. Mas vamos aos Concertos.

O Concerto nº 1 tem meros 20  minutos de duração, mas é muito intenso e conciso, com temas bem desenvolvidos pelo solista e pela orquestra. Os rascunhos iniciais datam de 1830, porém ele só completou a obra em 1849, fez alguns ajustes em 1853 e finalmente a estreou em 1855, atuando como solista e tendo seu amigo Berlioz como regente. Bártok a descreveu como “a primeira realização perfeita da forma de sonata cíclica, com temas comuns sendo tratados com base no princípio da variação “.  Adoro o tema do Segundo Movimento, um “Quasi adagio” o considero uma das mais belas passagens da história da música. E que bela transição para o terceiro movimento, um “Alegretto vivace” !!! O Concerto termina em um Allegro marziale animato, onde alguns temas anteriores são repetidos com variações, até seu final. Um belíssimo concerto, sem dúvidas.

No Segundo Concerto Liszt nos traz novas idéias e possibilidades, e novamente dá muito trabalho ao solista, em uma obra que praticamente não tem intervalo entre seus seis movimentos. Aliás, nos rascunhos, o compositor dizia que se tratava de um “Concerto Sinfônico”. ele intercala movimentos lentos, líricos, delicados, para depois se tornar uma explosão de virtuosismo e técnica.  O grande pianista Alfred Brendel assim analisa a obra de Franz Liszt:

“Há algo fragmentário no trabalho de Liszt; seu argumento musical, talvez por sua natureza, muitas vezes não é levado a uma conclusão. Mas o fragmento não é a forma mais pura e legítima de romantismo? Quando a utopia se tornar o objetivo principal, quando for feita uma tentativa de conter o ilimitado, o formulário deverá permanecer “aberto” para que o ilimitado possa entrar. Cabe ao intérprete nos mostrar como uma pausa geral pode se conectar ao invés de separar dois parágrafos, como uma transição pode transformar misteriosamente o argumento musical. Esta é uma arte mágica. Por algum processo incompreensível para o intelecto, a unidade orgânica se estabelece, a “forma aberta” chega a suas conclusões no infinito.”

Os senhores conhecem a magnífica obra de Franz Schubert intitulada “Wanderer Fantasy”? Já a trouxemos aqui algumas vezes. Pois o inquieto Liszt transcreveu a obra para Piano e Orquestra. O resultado? Bem, os senhores julgam. Até adquirir esta coleção eu não fazia idéia que existisse tal obra.Outra novidade para mim foi outra transcrição, desta vez baseada na obra Carl Maria von Weber, a ‘Polonaise Brillante’.

Todos os grandes pianistas mais cedo ou mais tarde precisam encarar estes dois petardos. Os primeiros nomes que me vem a mente são os de Kristian Zimerman, que me apresentou estas obras há uns trinta anos, ao lado de Seiji Ozawa, Alfred Brendel, com certeza, na histórica gravação ao lado de Bernard Haitink frente a Filarmônica de Londres, Sviatoslav Richter com Kiril Kondrashin com a Sinfônica de Londres, Claudio Arrau com Colin Davis também frente a Sinfônica de Londres, e muitos outros. Algumas destas gravações já apareceram por aqui, mas não creio que ainda tenham seus links ativos.

Michel Béroff é um eximio pianista, com uma técnica apuradíssima e que não se deixa cair nas armadilhas destas obras, que são muitas. E conta com a cumplicidade de uma das principais orquestras alemãs, a do Gewandhaus de Leipzig, nos áureos tempos de Kurt Masur.

01. Piano Concerto No.1 in E flat major – I. Allegro maestoso
02. Piano Concerto No.1 in E flat major – II. Quasi adagio
03. Piano Concerto No.1 in E flat major – III. Allegretto vivace
04. Piano Concerto No.1 in E flat major – IV. Allegro marziale animato
05. Piano Concerto No.2 in A major – I. Adagio sostenuto assai
06. Piano Concerto No.2 in A major – II. Allegro agitato assai
07. Piano Concerto No.2 in A major – III. Allegro moderato
08. Piano Concerto No.2 in A major – IV. Allegro deciso
09. Piano Concerto No.2 in A major – V. Marziale un poco meno allegro
10. Piano Concerto No.2 in A major – VI. Allegro animato
11. Schubert. Wanderer Fantasy
12. Weber. Polonaise brillante

Michel Béroff – Piano
Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur – Conductor

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Franz Liszt (1811-1886) – Orchesterwerke – Werk für Klavier & Orchester – CD 5 de 7 – Kurt Masur, Gewandhausorchester Leipzig

Em Zwei Episoden Von Lenaus Faust Liszt retoma a clássica história imortalizada por Goethe. Os episódios intitulam-se “Der nächtliche Zug” e a famosa ‘Mephisto Waltz No.1’, uma das mais conhecidas obras de Listz. Posteriormente as duas obras seriam transcritas para piano.
Encontrei essa descrição para cada um dos movimentos:

“Der nächtliche Zug”
“É uma noite quente de primavera, escura e sombria, mas os rouxinóis estão cantando. Faust entra a cavalo, deixando o cavalo passear silenciosamente. Logo, luzes são vistas através das árvores, e uma procissão religiosa se aproxima, cantando … A procissão passa e Faust, deixado sozinho, chora amargamente na crina de seu cavalo.

“Mephisto Waltz No.1”
Fausto e Mefistófeles entram na estalagem em busca de prazer; os camponeses estão dançando, e Mephisto apreende o violino e intoxica a platéia com sua execução. Abandonam-se a fazer amor e, duas a duas, saem para a noite estrelada, Faust com uma das meninas; então o canto do rouxinol é ouvido através das portas abertas.

Em “Eine Sinfonie Zu Dantes Divina Commedia” (Uma Sinfonia sobre a Divina Comédia de Dante), como o próprio nome diz, Liszt novamente dá asas à sua imaginação para compor uma Sinfonia baseada em outra obra prima da literatura, A Divina Comédia, de Dante Alighieri. Especialistas, entretanto, divergem sobre esta obra ser uma Sinfonia, dizem que na verdade tratam-se de dois Poemas Sinfônicos.  E como não poderia deixar de ser, seus dois movimentos se intitulam “Inferno” e “Purgatório”. Originalmente, Liszt compôs um movimento baseado no “Paraíso” mas foi desaconselhado pelo seu genro, Richard Wagner, vindo então a retirar o movimento da obra.

Uma interessante descrição, por sinal, desta Sinfonia pode ser encontrada na Wikipedia, com maiores detalhes.

01. Zwei Episoden Von Lenaus Faust – I. Der Nachtliche Zug
02. Zwei Episoden Von Lenaus Faust – II. Mephisto Waltz No.1
03. Eine Sinfonie Zu Dantes Divina Commedia – I. Inferno
04. Eine Sinfonie Zu Dantes Divina Commedia – II. Purgatorio

Volker Arndt – Knabenasoprano
Frauenchor des Thomanerchors Leipzig
Gewandshausorchester Leipzig
Kurt Masur – Conductor

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Dante Alighieri

 

Franz Liszt (1811-1886) – Orchesterwerke – Werk für Klavier & Orchester – CD 4 de 7 – Kurt Masur, Gewandhausorchester Leipzig

“Von Der Wiege Bis Zum Grabe” é o último dos treze poemas sinfônicos de Liszt. De acordo com informações, foi livremente inspirado em um tríptico do pintor húngaro  Michaël Zichy.
Se compõe de três movimentos: O Berço (Die Wiege) , O Combate pela Existência (Der Kampf ums Dasein)  e Rumo ao Túmulo, Berço da Vida Futura (Zum Grabe, die Wiege des zukunftigen Lebens).
A segunda parte do CD traz a Sinfonia Fausto, uma leitura pessoal da obra prima de Goethe. Divide-se em três movimentos, cada um deles identificado com o nome de um personagem do livro: do próprio personagem que dá título a obra, Fausto, de sua amada Gretchen e Mephistopheles.

01. Von Der Wiege Bis Zum Grabe – I. Die Wiege
02. Von Der Wiege Bis Zum Grabe – II. Der Kampf Um’s Dasein
03. Von Der Wiege Bis Zum Grabe – III. Zum Grabe
04. Ein Faust-Sinfonie in Drei Charakterbildern – I. Faust
05. Ein Faust-Sinfonie in Drei Charakterbildern – II. Gretchen
06. Ein Faust-Sinfonie in Drei Charakterbildern – III. Mephistopheles

Klaus König – Tenor
Männerchor des Rundfunkchors Leipzig
Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur

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Johann Wolfgang von Goethe

Johannes Brahms (1830-1897) – Sinfonia nº 2, in D, op. 73 – Carlos Kleiber, Wiener Philharmoniker.

Uma repostagem diferente, para nosso amigo Gerardo… não tenho mais esse CD, provavelmente está em um HD externo que está com defeito, não consigo acessá-lo. Mas como o Gerardo queria conhecer essa leitura, ofereço esse vídeo que está disponível no YOUTUBE, enquanto tento recuperar o HD. 

FDP Bach ficou muito satisfeito com a recepção ao cd do grande Carlos Kleiber que postou ontem. Foram 82 downloads em menos de 24 horas, um dos recordes do blog, se não estou enganado.

Por este motivo, então, tirarei de minha cartola outro momento glorioso deste grande regente, desta vez um registro ao vivo da Sinfonia nº 2 de Brahms, em minha modesta opinião, uma das mais sensíveis do mestre alemão. De um romantismo arrebatador, ela nos conquista pela beleza da melodia, e Kleiber já no primeiro movimento nos mostra a que veio.

Malcolm MacDonald, em sua biografia de Brahms, faz a seguinte colocação sobre esta sinfonia:

” Convencionalmente, ela (a segunda sinfonia) é considerada a mais luminosa e genial de Brahms, uma perspectiva cheia do mais tocante e sereno refrigério quando contrastada com o arrojo do dó menor da Primeira: de vez em quando ela tem sido apelidada sua “Pastoral”. (…) O op. 73, pelo menos em seus dois primeiros movimentos, sempre me tem parecido uma das mais escuras das sinfonias em tonalidade maior. Realmente, é uma escuridão rica e introspectiva (parcialmente produzida pela riqueza da harmonia, tingida de simbolismos da natureza, romântico), mas sua gravidade não é menor por isso. Os planos muito largos da Sinfonia, não obstante intrincadamente se bifurcando em caminhos de desenvolvimento, permitem um constante jogo de luz e sombra. E vislumbramos a luz como se do meio de uma floresta, onde forçosamente devemos nos perder em meio a algumas regiões muito tenebrosas.”

Bela descrição, e dificilmente alguém irá discordar dela. Ainda mais depois de ouvir esta interpretação de Carlos Kleiber.

Esta gravação foi extraída de um DVD.

Johannes Brahms (1830-1897) – Sinfonia nº 2, in D, op. 73

1 Symphony No.2 in D, Op.73 – 1. Allegro non troppo
2.Symphony No.2 in D, Op.73 – 2. Adagio non troppo – L’istesso tempo, ma grazioso
3.Symphony No.2 in D, Op.73 – 3. Allegretto grazioso ( Quasi andantino) – Presto ma non assai
4.Symphony No.2 in D, Op.73 – 4. Allegro con spirito

Wiener Philarmoniker

Carlos Kleiber – Conduktor

 

Franz Liszt (1811-1886) – Orchesterwerke – Werk für Klavier & Orchester – CD 3 de 7 – Kurt Masur, Gewandhausorchester Leipzig

Nestes tempos de pandemia, nada como a música para nos confortar e ajudar a preencher aquele tempo ocioso que o isolamento social provoca. E estes poemas sinfônicos se encaixam como luva, não acham?
Franz Liszt não frequenta muito o PQPBach. Recentemente o colega Ammiratore postou dois CDs do pianista Claudio Arrau dedicados ao compositor, mas reconheço que temos pouca coisa dele. A postagem desta série de Cds dedicados a sua obra orquestral ajuda a cobrir um pouco essa lacuna.
Este terceiro CD traz algumas peças não tão conhecidas, mas graças ao brilhantismo desta incrível Orquestra de Leipzig podemos conhece-las melhor. Talvez a mais conhecida seja ‘Hamlet’, baseado na peça homônima de Shakespeare.
Sem mais delongas, vamos ao que viemos.

01. Hungaria
02. Hamlet
03. Hunnenschlacht
04. Die Ideale

Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur – Conductor

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Postagem restaurada – Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphony No.9 – Bruno Walter – Leslie Howard

61+AufDLfcLPUBLICADA ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 31/5/2014, RESTAURADO POR VASSILY EM 02/4/2020

Eis finalmente a nossa mui amada, salve, salve, Nona Sinfonia, in D Minor, de Beethoven, outro monumento da música ocidental, uma das mais importantes obras da criação humana. E mais não tenho o que dizer.
Confesso que fiquei um pouco decepcionado com a falta de comentários sobre esse projeto. Com raríssimas exceções, o silêncio dominou o campo dos comentários. Tivemos a grata satisfação de conhecermos o Beto, que nos deu uma verdadeira aula sobre as transcrições que Liszt realizou. frontAgradeço imensamente a ele, que mostrou como o PQPBach pode ser coletivo. Ninguém aqui é dono absoluto da razão, ou sabe tudo sobre tudo e todos.
Bruno Walter foi um dos maiores maestros do século XX, foi um regente que atravessou o século XX trazendo na bagagem uma vasta experiência nos palcos. Foi contemporâneo e amigo pessoal de Mahler, e só isso já seria um grande diferencial, mas sua arte ultrapassou barreiras. Beethoven, Brahms e Bruckner, sem contar obviamente Mahler, foram suas especialidades, mas também são memoráveis suas gravações das sinfonias de Mozart. Felizmente a tecnologia conseguiu nos trazer esses seus registros, que oferecemos aos senhores com o maior prazer, para mostrar os tesouros que existem no passado. E espero poder trazer mais dessas maravilhosas gravações.
Leslie Howard ainda frequenta os palcos. Esse excepcional pianista, talvez o maior especialista vivo em Liszt, com toda a sua versatilidade, nos mostrou um Beethoven diferente, sob a visão de um visionário, e não podemos negar que Liszt o fosse. Um compositor além de seu tempo, que mostrou um respeito muito grande pelo gênio de Bonn quando realizou essas transcrições.

01 – Symphony No.9 in D minor, Op. 125 ‘Choral’ – I. Allegro ma non troppo, un poco maestoso
02 – II. Molto vivace
03 – III. Adagio molto e cantabile
04 – IV. Presto
05 – Rezitativo O Fewunde, nicht diese Tone! Allegro assai

Leslie Howard – Piano
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Emilia Cundari – Soprano
Nell Rankin – Mezzo Soprano
Albert da Costa – Tenor
William Wildermann – Bass
Westminster Symphonic Choir
Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor
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FDPBach

Franz Liszt (1811-1886) – Orchesterwerke – Werk für Klavier & Orchester – CD 2 de 7 – Kurt Masur, Gewandhausorchester Leipzig

Neste segundo CD da saga lisztiana temos uma de minhas obras favoritas deste compositor, a ‘Mazeppa’, que conheci em tenra idade, em um velho LP que pertencia a uma tia, intitulado ‘Músicas Ligeiras’. Nunca entendi muito bem esse conceito mas,enfim, ele me apresentou Liszt. Posteriormente Herbert von Karajan me fez admirar ainda mais essa obra em um LP dedicado ao compositor. As informações abaixo foram tiradas da Wikipedia:

“Mazeppa S.100 é um dos treze poemas sinfónicos de Franz Liszt, composto em 1851. É o número 6 dos seus poemas sinfônicos, escritos durante o seu período em Weimar. Conta a história da vida da personagem homónima, Ivan Mazepa, um sedutor de uma nobre dama da Polónia que foi amarrado nu a um cavalo selvagem, que o transportou até à Ucrânia. Aí os cossacos libertaram-no e fizeram dele o seu hetman (titulo dado a oficial de alta patente dos exércitos poloneses e posteriormente, cossacos).
O compositor segue a narrativa huguiana para descrever a cavalgada do herói através das imensas estepes no primeiro andamento. As cordas abordam o tema principal, que se transforma e distorce com seis batidas dos timbales, que evocam a queda do cavaleiro. Após um silêncio, as cordas, o fagote e uma trompa solo traduzem o estupor do acidentado, ressuscitado pelos trompetes em Allegro marziale. Os cossacos colocam Mazeppa à frente do seu exército (ouve-se uma marcha) e o tema do herói desdobra-se para concluir em glória.”

Gosto muito da dinâmica destes Poemas Sinfônicos. Eles são muito intensos, com melodias quase pegajosas, que nos fazem sair assobiando-as posteriormente. E além disso, Liszt era inegavelmente um grande orquestrador. Mas vamos ao que viemos.

01. Prometheus
02. Mazeppa
03. Festklange
04. Heroide Funebre
05. Mephisto Waltz No.2

Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur – Conductor

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Postagem restaurada – Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphonies Nos. 7 & 8 – Bruno Walter – Leslie Howard #BTHVN250

61+AufDLfcLPUBLICADA ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 28/5/2014, RESTAURADO POR VASSILY EM 1/4/2020

Já declarei aqui mesmo no PQPBach que a sétima sinfonia de Beethoven é uma de minhas obras favoritas. A sinto como uma obra que me deixa bem, ela tem um alto astral, talvez pelo fato de não ter um movimento mais lento, como um adagio, e ser em um tom maior, Lá maior, enfim, não sei, só sei que ela me deixa de bem com a vida. Mesmo ouvindo-a em uma sexta feira chuvosa nossos ânimos ficam lá em cima. Para entender essa sensação fui atrás de meu biógrafo favorito de Beethoven, Maynard Solomon. Em um primeiro momento, Solomon cita um crítico do século XIX, que vê esta Sétima Sinfonia como uma segunda Sinfonia Pastoral, completa com casamento na aldeia e danças camponesas, e outro crítico famoso, Ernest Newman, a descreve como “um surto de um poderoso impulso dionisíaco, uma divina intoxicação do espírito”. Solomon continua com sua análise:
front“Por mais singulares ou exóticas que essas interpretações possam agora parecer, vale a pena procurar algum denominador comum subjacente nas opiniões de um tão eminente grupo de críticos. Claramente, uma obra que simboliza tão poderosamente o ato de transcendência, com seus sentimentos concomitantes de júbilo e libertação, pode ser representada em linguagem por uma infinidade de imagens transcendentes específicas – as quais podem explicar-nos muita coisa tanto acerca das livre associações de seus autores quanto a respeito de Beethoven e sua música. (Solomon, p. 286).
Em outra passagem inspirada, Solomon no brinda com essa belíssima análise:
“Ambas as sinfonias (sétima e oitava) omitem o tradicional movimento lento – isto é, o movimento da mágoa e contemplação, de luto de tragédia – presente em todas as outras Sinfonias de Beethoven. Com efeito, a oitava, como seu Minueto e seu Allegretto Scherzando, vai ainda mais longe nesse aspecto do que a Sétima, já que esta possui uma longa e lenta introdução para o primeiro movimento e um Allegretto onírico que, pelo menos, parece lento em contraste com os seus movimentos vizinhos Vivace e Presto. (Solomon, p 287)”.
Enfim, duas obras primas de Beethoven, e nesta postagem também temos a Oitava Sinfonia, que coloco na mesma situação da Quarta, no sentido de ser um tanto quanto negligenciada, ainda mais depois de refletirmos sobre essa análise de Solomon.
A leitura de Walter para a Sétima Sinfonia me pareceu mais reflexiva, diferente de outros regentes, como Kleiber e o próprio Karajan, que seguem mais uma linha de acordo com a visão de Solomon, “(essas sinfonias) transportam-nos para uma esfera lúdica, de risos e folguedos, de exuberante descarga de energia contida”. (Solomon, p. 287).
Mas vamos ao que viemos. Bruno Walter e sua Columbia Symphony Orchestra e a versão transcrita para piano por Liszt nas mãos muito seguras e competentes de Leslie Howard.

Symphony No.7 in A Major, Op. 92
I. Poco Sostenuto-Vivace
II. Allegretto
III. Presto
IV. Allegro Con Brio

Leslie Howard – Piano
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Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor
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Symphony No.8 in F major, Op. 93
I. Allegro vivace e con brio
II. Allegretto scherzando
III. Tempo di menuetto
IV. Allegro vivace

Leslie Howard – Piano
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Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor
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Franz Liszt (1811-1886) – Orchesterwerke – Werk für Klavier & Orchester – CD 1 de 7 – Kurt Masur, Gewandhausorchester Leipzig

Teremos uma overdose de Franz Liszt durante essa semana. Em conversa com outros colegas, comentei que tinha esta caixa que começo a postar hoje, com a obra orquestral do compositor e imediatamente o colega Ammiratore se entusiasmou dizendo que sempre quis conhecer estas gravações do Kurt Masur. Então me propus a postar mais uma coleção. Serão sete volumes, e vou postar um por dia, para fechar uma semana e claro, para os senhores melhor degustarem o material.
Os quatro primeiros CDs se intitulam ‘Weimarer Sinfonische Dichtungen’, os Poemas Sinfônicos de Weimar”, e trazem os doze poemas sinfônicos, além da Sinfonia Faust.
Kurt Masur e a magnífica Orquestra do Gewandhaus de Leipzig dão um show de interpretação, como não poderia deixar de ser, em se tratando de músicos deste nível.
Este primeiro CD já traz uma obra prima indiscutível, ‘Les Preludes’, uma verdadeira aula de orquestração. Creio que seu genro Wagner tenha se inspirado bastante com essa obra.

01. Ce qu’on entend sur la montagne
02. Tasso. Lamento e Trionfo
03. Les Preludes
04. Orpheus

Gewandhausorchester Leipzig
Kurt masur – -Conductor

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Postagem restaurada – Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphonies Nos. 5 & 6 – Bruno Walter – Leslie Howard #BTHVN250

61+AufDLfcLPUBLICADA ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 23/5/2014, RESTAURADO POR VASSILY EM 31/3/2020

Às vezes forço minha memória para tentar lembrar quando foi que ouvi os acordes iniciais da Quinta Sinfonia pela primeira vez, mas não consigo. Lembro de ter ouvido a Sétima Sinfonia pela primeira vez num radinho de pilha, nos tempos em que era um jovem adolescente ainda conhecendo o mundo. A memória nos prega peças, e neste caso específico, insiste em esconder esta informação. Não que isso fosse mudar alguma coisa na minha vida. Ao contrário. Talvez por isso mesmo não consigo lembrar.

frontJá com relação à Sexta Sinfonia, não tenho dúvidas que foi com o filme “Fantasia” da Disney, em alguma longínqua Sessão da Tarde global, lá nos idos dos anos setenta, em alguma tarde de minha infância ou adolescência. Só mais tarde apareceu o vídeo cassete, e então pude rever aquela animação, que marcou tantas gerações.

Enfim, mais dois monumentos da criatividade humana. Ah, antes que me esqueça, essa versão da Sexta Sinfonia nas mãos de Bruno Walter é considerada uma das melhores de toda a história da indústria fonográfica. Ouçam e tirem suas próprias conclusões.

Symphony No.5 in C minor, Op. 67
I. Allegro Con Brio
II. Andante Con Moto
III. Allegro
IV. Allegro

Leslie Howard – Piano
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Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor
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Symphonie Nr. 6 F-dur «Pastorale», Op. 68
I. Erwachen heiterer Empfindungen bei der
II. Szene am Bach (Andante molto mosso)
III. Lustiges Zusammensein der Landleute (Allegro)
IV. Gewitter. Sturm (Allegro)
V. Hirtengesang. Frohe und dankbare

Leslie Howard – Piano
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Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor
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FDPBach

Nicolo Paganini (1782-1840) -Violin Concertos No.3, 4, 5 e 6 – Accardo, Dutoit, LPO

accardopaganini

REPOSTAGEM !!! NOVOS LINKS !

Vou encerrar a série dos Concertos em um arquivo só, para poder dar andamento às minhas outras postagens.

Enjoy it.

1. Violin Concerto No.3 in E – 1. Introduzione (Andante) – Allegro marziale – cadenza: Salvatore Accardo
2. Violin Concerto No.3 in E – 2. Adagio (Cantabile spianato)
3. Violin Concerto No.3 in E – 3. Polacca (Andantino vivace)

4. Violin Concerto No.4 In D Minor, MS. 60 1. Allegro maestoso-Cadenza Salvatore Accardo
5. Violin Concerto No.4 In D Minor, MS. 60 2. Adagio flebile con sentimento
6. Violin Concerto No.4 In D Minor, MS. 60 3. Rondo galante (Andantino gaio)

7. Violin Concerto No. 5 In A Minor, MS. 78 1. Allegro maestoso-Cadenza Remy Principe Salvatore Accardox
8. Violin Concerto No. 5 In A Minor, MS. 78 2. Andante, un poco sostenuto-attacca
9. Violin Concerto No. 5 In A Minor, MS. 78 3. Finale-Rondo. Andantino quasi Allegretto

10. Violin Concerto No.6 In E Minor, MS. 75-Orchestrated By Federico Mompellio 1. Risoluto-Cadenza Salvatore Accardo
11. Violin Concerto No.6 In E Minor, MS. 75-Orchestrated By Federico Mompellio 2. Adagio-Cadenza Salvatore Accardo
12. Violin Concerto No.6 In E Minor, MS. 75-Orchestrated By Federico Mompellio 3. Rondò ossia Polonese

Salvatore Accardo – Violin
London Philarmonic Orchestra
Charles Dutoit – Director

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Postagem restaurada – Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphonies Nos. 3 & 4 – Bruno Walter – Leslie Howard #BTHVN250

61+AufDLfcLPUBLICADA ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 21/5/2014, RESTAURADO POR VASSILY EM 30/3/2020

Mais duas sinfonias de Beethoven, em sua versão original para orquestra e na versão transcrita para piano por Liszt. Desta vez temos a monumental Sinfonia nº 3, uma das mais belas páginas da história da música ocidental, que dispensa apresentações. Mesmo depois de tantos anos ouvindo-a constantemente, não me canso jamais de ouvi-la. Sua Marcha Fúnebre está com certeza entre as mais belas páginas já escritas na história da música.

frontA outra sinfonia é a de nº 4, um tanto quanto menosprezada, afinal estaria entre duas obras primas absolutas de Beethoven, a terceira e a quinta. Mas trata-se obviamente de um equívoco considerá-la uma obra menor do repertório sinfônico do gênio de Bonn. Não tem o mesmo impacto das acima citadas, mas precisamos colocá-la como uma obra de transição, um estudo que o compositor realizou para testar os limites do que poderia ser feito até chegar à uma fórmula ideal. Seu denso adagio inicial em um primeiro momento consegue esconder o que virá pela frente e sua explosão em um allegro vivace sempre me surpreende.

Symphony No.3 in E-flat Major, Op. 55 ‘Eroica’
I. Allegro con brio
II. Marcia funebre. Adagio assai
III. Scherzo. Allegro vivace
IV. Finale. Allegro molto

Leslie Howard – Piano
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Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor
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01 – Symphonie Nr. 4 B-dur, Op. 60
I. Adagio. — Allegro vivace
II. Adagio
III. Allegro vivace. — Un poco meno allegro
IV. Allegro ma non troppo

Leslie Howard – Piano
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Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor
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FDPBach

Niccolò Paganini (1782-1840) – Violin Concerto No.1 in D, Op.6, Violin Concerto No.2 in B minor, Op.7

accardopaganini

Provavelmente essa integral deve ser a campeã de repostagens daqui do PQPBach. A primeira vez foi lá nos primórdios do blog, entre 2007 e 2009, depois novamente ali no começo da década passada, repetindo a dose em 2016 e agora, em 2020.

Eram outros tempos, com certeza. A internet era estupidamente lenta, adsl com incríveis 1,5 mb/s de velocidade, cada upload demorava em média 30 minutos, nos dias de boa vontade da operadora. Eu morava em um sítio, hoje  vivo em um apartamente onde a operadora me entrega 240 mb/s … subo um cd em alguns segundos.  Baixo um arquivo de 7 gb em alguns minutos … enfim, tudo evolui.

Andei pesquisando, e não consegui encontrar outra gravação integral dos concertos de Paganini. Se alguém conhecer, me avisa.  Salvatore Accardo sempre será o meu favorito nesse repertório.

Devido ao tremendo sucesso dos Duos para guitarra e violino que postei semana passada (123 downloads indagorinha, em uma semana de postagem, um recorde do blog, creio), vou postar a partir de hoje a integral dos concertos para violino, de Nicolo Paganini.

A interpretação estará sempre a cargo do grande Salvatore Accardo, em minha modesta opinião o maior intérprete destes concertos dos últimos 20 ou 30 anos. A familiaridade que Accardo tem com estes concertos é impressionante, e sua interpretação beira as raias do absurdo. Reza a lenda que o um dos violinos de Accardo (obviamente Stradivarius) pertencera ao próprio Paganini, não sei se essa história é real, mas não importa. O que importa é como ele é tocado.

Muitos consideram Paganini vazio, sem conteúdo, sua orquestração serviria apenas de fundo para a performance do solista. Sua vida, na verdade, era nas salas de concerto, onde reinava absoluto na sua época. Mas não podemos negar que ele desenvolveu uma nova forma de tocar violino, explorando todos os recursos do instrumento ao máximo.

O primeiro cd da série traz os concertos nº 1 e 2.  Accardo é acompanhado pela Filarmônica de Londres, regida por Charles Dutoit.

 Niccolò Paganini (1782-1840) – Violin Concerto No.1 in D, Op.6, Violin Concerto No.2 in B minor, Op.7

1. Violin Concerto No.1 in D, Op.6 – 1. Allegro maestoso
2. Violin Concerto No.1 in D, Op.6 – 2. Adagio
3. Violin Concerto No.1 in D, Op.6 – 3. Rondo (Allegro spirituoso)
4. Violin Concerto No.2 in B minor, Op.7 – 1. Allegro maestoso – Cadenza: Salvatore Accardo
5. Violin Concerto No.2 in B minor, Op.7 – 2. Adagio
6. Violin Concerto No.2 in B minor, Op.7 – 3. Rondo à la clochette, ‘La campanella’

Salvatore Accardo – Violin
London Philarmonic Orchestra
Charles Dutoit – Conductor

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Postagem restaurada – Ludwig Van Beethoven (1770-1827): Symphonies – Klemperer CD 6 de 6 – Symphony n°9, in D Minor, “Choral” op. 125 – Klemperer, Ludwig, Philharmonia

PUBLICADO ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 16/11/2012, RESTAURADO POR VASSILY EM 28/3/2020 e 06/05/2022

Então chegamos no momento culminante, a maior de todas as sinfonias. Esta sinfonia é tão grandiosa que dispensa maiores comentários. Ela fala por si própria. Basta a mencionarmos que o tema do Ode à Alegria nos vem a mente. É a celebração maior da vida, a culminação da carreira de um dos maiores gênios que a humanidade produziu. Só temos de render-lhe graças e apreciarmos cada detalhe, cada momento, e a termos sempre conosco, para nos alegrar nos momentos de tristeza, para sabermos que ainda existe esperança no final do túnel. Volto a repetir, antes de tudo, a Nona Sinfonia de Beethoven é uma celebração à vida.
Otto Klemperer morreria dois anos depois de realizar esta gravação, e com a certeza de dever cumprido. Foi um dos gigantes da regência do século XX.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphonies – CD 6 de 6 –
Symphony n°9, in D Minor, “Choral” op. 125 –
Klemperer, Ludwig, Philharmonia

01. 1. Allegro non troppo, un poco maestoso
02. 2. Molto vivace – Presto
03. 3. Adagio molto e cantabile – Andante moderato
04. 4. Finale
05. Prometheus, Op.43

Aase Nordmo Løvberg – Soprano
Christa Ludwig – Mezzo Soprano
Waldemar Kmentt – Tenor
Hans Hotter – Baixo
Philharmonia Orchestra & Chorus
Otto Klemperer

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FDP

Carl Phillip Emanuel Bach (1714-1788) – CPE Bach Project 2 – Ophélie Gaillard – Pulcinella Orchestra

Por muitos anos, os filhos compositores de Johann Sebastian Bach eram vistos apenas como epígonos pálidos e distantes de suas pai, sem genialidade — uma visão sem sentido que pode somente ser explicado pelo conhecimento inadequado de suas obras.

Hoje, com melhor acesso às suas composições, podemos ter um melhor entendimento de seu verdadeiro valor, principalmente de seus dois filhos mais velhos, Wilhelm Friedemann e Carl Philipp Emanuel. É claro que a única opção deles era escapar da sombra gigantesca lançada sobre eles devido a grandeza de seu pai. Johann Nikolaus Forkel, o primeiro biógrafo de Johann Sebastian, que os conhecia pessoalmente, escreveu em 1802:

‘Tanto ele [C. P. E. Bach] e seu irmão mais velho admitiram que eles foram levados a adotar um estilo próprio pois desejam evitar a comparação com o pai incomparável”. Carl Philipp Emanuel Bach, que era um admirador forte da genialidade de seu pai e um ardente propagandista de sua obras, abriu um novo caminho para si mesmo nessa nova era de sensibilidade vibrante. Altamente admirado em seu próprio século por Haydn, Gluck e Mozart, ele se destaca hoje como um brilhante e compositor altamente original.”

O texto acima foi livremente traduzido por mim, com ajuda do Google Translator, porém é bem maior. Pode ser lido em sua íntegra no booklet que segue em anexo.

Sinfonia No. 3 in C major, Wq. 182/3 (H. 659)
1. Allegro assai
2. Adagio
3. Allegretto

Cello Concerto No. 2 in B-flat major, Wq. 171 (H. 436)
4. Allegro
5. Adagio
6. Allegro assai

Sinfonia in E minor, Wq. 178 (H. 653)
7. Allegro assai
8. Andante moderato
9. Allegro

Piccolo Cello Sonata in D major, Wq. 137 (H. 559)
10. Adagio, ma non tanto
11. Allegro di molto
12. Arioso

Harpsichord Concerto in D minor, Wq. 17 (H. 420)
13. Allegro
14. Un poco adagio
15. Allegro

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FDP

Postagem restaurada – Ludwig Van Beethoven (1770-1827): Symphonies – Klemperer (5/6)

PUBLICADO ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 9/11/2012, RESTAURADO POR VASSILY EM 27/3/2020 e 6/5/2022

Neste volume Klemperer nos traz a 8ª Sinfonia, outro caso de uma obra de Beethoven pouco interpretada e até mesmo pouco gravada. O que é uma pena, pois ela é uma bela introdução para o que virá pela frente com todo o gigantismo da Nona Sinfonia.
Para completar o CD, temos as três aberturas Leonore e a abertura Coriolan, op. 72.

01. 1. Allegro vivace con brio
02. 2. Allegretto scherzando
03. 3. Tempo di Menuetto
04. 4. Allegro vivace
05. Leonore No.1, Op.138
06. Leonore No.2, Op.72
07. Leonore No.3, Op.72a
08. Coriolan, Op.62

Philharmonia Orchestra
Otto Klemperer – Conductor

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FDPBach

Bedřich Smetana (1824-1884): Minha Pátria (Má Vlast) – Harnoncourt

Bedřich Smetana (1824-1884): Minha Pátria (Má Vlast) – Harnoncourt

Minha Pátria é um conjunto de seis poemas sinfônicos escritos por Bedřich Smetana. De inspiração nacionalista, este poema tem por objetivo retratar cenas da região da Boêmia, de onde o compositor era oriundo.

Smetana passou a vida defendendo a libertação de sua querida pátria das mãos do poderoso Império Austro-Húngaro.  Também é conhecido como o pai da música tcheca.  Talvez ele tenha sido o primeiro compositor a se utilizar dos elementos do folclore e da música popular de seu país. Foi um grande amigo e maior influenciador de Antonín Dvořák, que é o compositor tcheco mais conhecido.

Nikolaus Harnoncourt dispensa apresentações. Com uma carreira internacional reconhecida já há mais de 50 anos, tornou-se um dos grandes regentes do século XX e deste início do século XXI. Suas gravações são sempre reconhecidas como de excepcional qualidade. E nesta sua leitura de Smetana não é diferente.

Convenhamos que com uma orquestra do nível da Filarmônica de Viena as coisas até se tornem um pouco mais fáceis, mas claro que ele impõe sua marca, utilizando um tempo mais cadenciado. Alguns comentaristas se enfureceram com isso. Não vou perder tempo com estas considerações, deixo para os senhores tirarem suas próprias conclusões depois de lerem o excelente booklet assinado pelo próprio Harnoncourt.

(PQP achou o disco sensacional).

Bedřich Smetana (1824-1884): Minha Pátria (Má Vlast) – Harnoncourt

1-1 Vyšehrad 15:55
1-2 Vltava 12:54
1-3 Šárka 10:41
2-1 Z Českých Luhů A Hájů 13:52
2-2 Tábor 14:25
2-3 Blaník 15:28

Wiener Philharmoniker
Nikolaus Harnoncourt – Director

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FDPBach (com PQP)

Sergei Vasilievich Rachmaninoff (1873-1943): Destination Rachmaninov Arrival – Pianos Concertos nº 1 e 3, The Bells, Vocalise

Daniil Trifonov desembarca em grande estilo de sua aventura rachmaninoviana tocando o Primeiro e o Terceiro Concertos para Piano. Trifonov ainda é jovem, e acredito que vai voltar a estes concertos em alguns anos, mais experiente e maduro. Técnica ele tem sobrando. Falta talvez um pouco de maturidade e experiência, que os senhores vão encontrar sobrando com o Horowitz / Ormandy e com outra gravação histórica que o René Denon irá postar logo, logo, com Sviatoslav Richter.

Não poderia afirmar que estas gravações de Daniil Trifonov são as minhas favoritas, mas, repito, ele tem a juventude a seu favor. Lembro de outras duas gravações sensacionais destes Concertos de Rachmaninov, com os solistas ainda jovens: Ashkenazy / Previn, lá dos anos 70, e a incrível gravação de Martha Argerich do Terceiro Concerto, com o Chailly. São com certeza duas gravações históricas para serem usadas como comparação. Então vamos ao que viemos?

Sergey Vasil’yevich Rachmaninov (1873 – 1943)
The Bells, Op. 35
Arr. Trifonov for Piano
1.1. Allegro ma non tanto (The Silver Sleigh Bells)

Daniil Trifonov – Piano

Piano Concerto No. 1 in F-Sharp Minor, Op. 1
2.1. Vivace
3.2. Andante
4.3. Allegro vivace

Daniil Trifonov
The Philadelphia Orchestra
Yannick Nézet-Séguin

5.Vocalise, Op. 34, No. 14 (Arr. Trifonov for Piano)

Daniil Trifonov

Piano Concerto No. 3 in D Minor, Op. 30
6.1. Allegro ma non tanto

7.2. Intermezzo (Adagio)
8.3. Finale (Alla breve)

Daniil Trifonov
The Philadelphia Orchestra
Yannick Nézet-Séguin

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Postagem restaurada – Ludwig Van Beethoven (1770-1827): Symphonies – Klemperer (4/6)

PUBLICADO ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 1/11/2012, RESTAURADO POR VASSILY EM 26/3/2020 e 6/5/2022

Uma sinfonia não tão badalada e outra badaladíssima, então aqui temos a 4ª e a 7ª sinfonias.
O curioso da 4ª sinfonia é que Beethoven retorma à forma clássica em sua abertura, num  adagio tipicamente haydniano mas logo após a sisudez o que temos é um belo exemplo de como a escrita beethoveniana estava se aperfeiçando. A utilização de sopros para introduzir temas já tem ecos da 6ª sinfonia, e o tema desenvolvido se torna alegre, solto, festivo em alguns momentos. E curiosamente lembra também a 7ª, esta sim, entre as duas aqui postadas, um exemplo de maturidade e total domínio da orquestra. Comparações são inevitáveis, e para mim, a gravação definitiva da 7ª Sinfonia sempre será a de Carlos Kleiber, mas gosto é gosto, e até pode se discutir, mas mudá-lo já é outra história.
Pois bem, neste primeiro dia de feriadão (ao menos para mim) nem vou me prolongar muito, e deixarei que Otto Klemperer e sua excepcional Philharmonia Orchestra digam ao que vieram e lhes proporcionem 74 minutos de prazer e emoção.
Bom feriadão para todos. Como 70 % da população de minha cidade, amanhã de manhã pego a estrada e volto apenas no domingo. Eu mereço. Ou pelo menos fiz por merecer.

01. 1. Symphony n° 4, op. 60 – Adagio – Allegro vivace
02. 2. Adagio
03. 3. Menuetto. Allegro vivace – Trio. Un poco meno allegro
04. 4. Allegro ma non troppo
05. 1. Symphony n° 7, op. 92 – Poco sostenuto – Vivace
06. 2. Allegretto
07. 3. Presto – Assai meno presto
08. 4. Allegro con brio

Philharmonia Orchestra
Otto Klemperer – Conductor

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Sergei Vasilievich Rachmaninoff (1873-1943): Destination Rachmaninov – Departure – Daniil Trifonov, The Philadelphia Orchestra Yannick Nézet-Séguin

Nascido em 1991, ou seja, meros 29 anos de idade, Daniil Trifonov vem se afirmando como um dos grandes pianistas do novo século. Vencedor de inúmeras competições, recebeu elogios de Martha Argerich, que o considerou um fenômeno, afirmando que é ‘tudo e mais ‘. e “o que suas mãos fazem é tecnicamente incrível.” Acho que Martinha sabe do que fala, não acham?

Aqui neste CD embarca no que ele chama de ‘Destino Rachmaninov’, projeto no qual ele gravou os quatro Concertos do compositor russo, além de outras obras. É acompanhado por outro jovem músico, que também vem se destacando nos últimos anos, o ótimo maestro  Yannick Nézet-Séguin, que dirige a tradicional Orquestra da Filadélfia.

Aí alguém pode me questionar, poxa, Rachmaninov novamente? Não creio que se trate apenas de postar novamente Rachaminov, mas sim de mostrar os novos talentos que surgem. E Daniil Trifonov não é apenas o futuro, ele já é o presente. Tenho certeza de que ainda iremos ouvir falar muito dele.

Sergey Vasil’yevich Rachmaninov (1873 – 1943)
Piano Concerto No. 2 in C Minor, Op. 18
1.1. Moderato
2.2. Adagio sostenuto
3.3. Allegro scherzando

Daniil Trifonov
The Philadelphia Orchestra
Yannick Nézet-Séguin

Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
Partita for Violin Solo No. 3 in E Major, BWV 1006
Arr. Piano by Rachmaninov
4.1. Preludio3:48
5.3. Gavotte2:45
6.6. Gigue1:42

Daniil Trifonov

Sergey Vasil’yevich Rachmaninov (1873 – 1943)
Piano Concerto No. 4 in G Minor, Op. 40
7.1. Allegro vivace (Alla breve)
8.2. Largo
9.3. Allegro vivace

Daniil Trifonov
The Philadelphia Orchestra
Yannick Nézet-Séguin

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Postagem restaurada – Ludwig Van Beethoven (1770-1827): Symphonies – Klemperer (3/6)

PUBLICADO ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 24/11/2012, RESTAURADO POR VASSILY EM 25/3/2020 e 6/5/2022

ARQUIVO CORRIGIDO COM NOVO LINK !!!!!!!!!!

Os números dos downloads dos primeiros dois cds são motivadores quando se trata de uma postagem tão longa quanto esta (220 downloads cada cd). Ainda mais morando longe dos grandes centros, com uma estrutura de internet precária como a minha, é preciso paciência para subir tantos cds assim, por isso invejo o colega Bisnaga, que está botando no ar uma coleção imensa como a da Callas.
Mas Beethoven é Beethoven, e por isso preciso dar continuidade na coleção.
Este terceiro CD traz duas sinfonias diferentes em sua concepção. A Quinta Sinfonia dispensa comentários. E adoro o tom haydniano-mozartiano tardio empregado na Segunda Sinfonia. Já comentei em outra integral destas sinfonias que postei que os dois gênios do classicismo são facilmente identificáveis nesta sinfonia mas também já é possível reconhecer a linguagem beethoveeniana se estruturando, criando vida própria, e se impondo. Citando Maynard Ferguson, “a Segunda Sinfonia, op. 36, já é obra de um mestre maduro que está liquidando contas – ou fazendo a paz – com a tradição sinfônica clássica antes de embarcar numa viagem musical sem precedentes. É uma obra que tem características retrospectivas e prospectivas: está firmemente enraizada nas últimas sinfonias de Mozart e Haydn, ao mesmo tempo que prenuncia os desenvolvimentos subsequentes de Beethoven por seus contrastes dinâmicos, modulações inesperadas e movimento propulsivo, tudo controlado por um confiante e fluente classicismo”.
Klemperer continua com total domínio da excepcional Philharmonia Orchestra, e mostra toda sua categoria e maturidade com uma Quinta Sinfonia que pode assustar alguns karajanmaníacos, como eu próprio, mas depois de um tempo entendemos sua proposta e então nos deliciamos com uma das melhores gravações desta sinfonia que já tive a oportunidade de ouvir.

01 Symphony n° 2, op. 36 – 1. Adagio molto – Allegro con brio
02. 2. Larghetto
03. 3. Scherzo and Trio. Allegro
04. 4.  Allegro molto
05. 1. Symphony n°5, em C Minor, op. 67 – Allegro con brio
06. 2. Andante con moto – Piu mosso – Tempo I
07. 3. Allegro –
08. 4. Allegro – Presto

Philharmonia Orchestra
Otto Klemperer – Conductor

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G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. VI – Olinto Pastore

G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. VI – Olinto Pastore

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Após um hiato entre estas postagens handelianas, volto para postar mais um cd dessa coleção maravilhosa. Reconheço que desconhecia uma boa parte destas peças, e elas são realmente espetaculares. Além da qualidade da música, lindíssima, a interpretação também é excelente.

Não sei o por quê, mas sempre acabo me envolvendo com estas coleções, e dentre os outros membros do blog, minha internet deve ser a pior e mais lenta. É o preço por viver “afastado” da civilização, em um sítio, onde mal chega a linha telefônica. Afastado em termos, pois moro ao lado de uma Rodovia Federal que dá acesso à minha cidade, e os engarrafamentos são constantes nos horários de pico. Digamos que a tranquilidade venha apenas nos finais de semana.

G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. VI – Olinto Pastore

Olinto, Pastore Arcade (Oh! Come Chiare E Belle), HWV 143
1 Sonata: (Allegro) 1:08
2 Aria: Oh! Come Chiare E Belle [R1] 3:17
3 Recitativo: Ma Quel Che Più D’ogn’altro [R1, RB]] 1:05
4 Aria: Chi Mi Chiama? [RB] 2:58
5 Recitativo: Dell’arcadi Foreste [R1, RB] 1:02
6 Aria: Più Non Spero [RB] 0:20
7 Recitativo: Per Te Non Più Rubella [R1, RB] 1:37
8 Aria: Caro Tebro [YAF] 3:46
9 Recitativo: Si, La Gloria Son Io [YAF] 0:44
10 Aria: Tornami A Vagheggiar [YAF] 2:29
11 Recitativo: Tebro, Tu Non Respondi? [R1] 0:32
12 Aria: Al Suon Che Destano [R1] 1:32
13 Recitativo: Di Stupor, Di Diletto [RB, YAF] 1:03
14 Aria: Io Torno A Sperare [RB] 2:44
15 Recitativo: Di Si Giuste Speranze [YAF] 0:41
16 Aria: Astro Clemente [YAF] 1:58
17 Recitativo: Tebro, Ti Dissi Il Vero [R1, RB] 1:06
18 Aria: Alle Voci Del Bronzo Guerriero [R1] 2:47
19 Coro: Viva, Viva! 0:27

Duello Amoroso (Amarilli Vezzosa), HWV 82
20 Sonata: (Allegro) 1:33
21 Menuetto 0:50
22 Recitativo: Amarilli Vezzosa [RB] 0:35
23 Aria: Pieto Sguardo [RB] 3:08
24 Recitativo: Dunque Tanto S’avanza [YAF] 4:24
25 Aria: Piacer Che Non Si Dona [YAF] 4:05
26 Recitativo: Si, Si, Crudel, Ti Accheta [RB, YAF] 0:40
27 Aria: Quel Nocchiero [YAF] 2:13
28 Recitativo: Amarilli, Amarilli [RB] 0:33
29 Aria: È Vanità D’un Cor [RB] 4:40
30 Or Su, Giacché Ostinato [YAF, RB] 1:47
31 Aria: Si, Si, Lasciame, Ingrate [YAF, RB] 2:00

Alpestre Monte, HWV 81
32 Accompagnato: Alpestre Monte [YAF] 0:49
33 Aria: Io So Ben [YAF] 5:01
34 Recitativo: Quindi Men Vengo A Voi [YAF] 1:05
35 Aria: Almen Dopo Il Fato Mio [YAF] 5:18

Cello – Caterina Dell’Agnello
Double Bass – Davide Nava
Ensemble – La Risonanza
Soprano Vocals – Roberta Invernizzi
Violin – Carlo Lazzaroni, Elena Telò, Leila Schayegh, Raffaello Negri, Rossella Borsoni, Silvia Colli

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Ainda há vida do banquete, Adriaen van Utrecht, 1644

FDPBach (revalidado por PQP)