Philip Glass usa muito o saxofone em suas orquestras. Então, não chega a ser uma surpresa que ele tenha escrito obras solo e em grupo para o instrumento. Quem não gosta do som do sax? Qual a mulher que não se desmancha para um jazzman saxophone player? Bem, eu gostei moderadamente de duas obras deste disco — o Concerto e The Windcatcher –, mas francamente: o solo de sax de 13 Melodies for Saxophone só me deu saudades da música de John Surman. Neste CD, reaparece a indulgência de Glass consigo mesmo. Boa parte das composições parecem descuidadas, pouco trabalhadas, apressadas, etc.
Philip Glass (1937): Saxophone
Concerto For Saxophone (Quartet Version)
1 Movement I 6:22
2 Movement II 4:52
3 Movement III 8:23
4 Movement IV 3:51
The Windcatcher 18 Part 1 1:28
19 Part 2 4:48
20 Part 3 4:59
The Raschèr Saxophone Quartet* (tracks: 1 to 4):
Baritone Saxophone – Kenneth Coon (tracks: 1 to 4)
Soprano Saxophone – Carina Raschèr (tracks: 1 to 4)
Tenor Saxophone – Bruce Weinberger (tracks: 1 to 4)
The Philip Glass Ensemble Woodwinds* (tracks: 18 to 20)
Andrew Sterman (tracks: 18 to 20)
Jon Gibson (2) (tracks: 18 to 20)
Richard Peck (tracks: 18 to 20)
O norueguês de Oslo Ketil Bjørnstad é pianista, compositor e escritor. Teve formação inicial como pianista clássico, mas descobriu o jazz muito jovem. Como músico, tem gravado pela ECM. Também publicou cerca de 20 livros (na maioria romances) e coletâneas de poesias e ensaios. Tem colaborado com outros artistas da ECM, incluindo o violoncelista David Darling, o baterista Jon Christensen e o guitarrista Terje Rypdal. Nos últimos anos, Bjørnstad tem trabalhado com o violoncelista sueco Svante Henryson.
Hvalenes Sang foi escrito para o Vestfold International Festival em 2009. Na minha opinião, é música popular. Um pop bem feito. A única intromissão mais erudita é a de um coral. Até o violoncelo de Henryson é popular. Um CD curioso, que não chega a ser bom. Talvez as letras do também escritor Bjørnstad salvem o disco, mas eu não conheço norueguês… Afinal, o tema “baleias” é excelente.
Ketil Bjørnstad (1952): Hvalenes Sang — A Canção das Baleias (Oratório)
1 Hvalenes sang
2 Jeg vaknet her en dag
3 O ensomhet
4 Hymne
5 Mot hav
6 Soloppgang over havet
7 Koral
8 Var ikke Gud i meg
9 En nat i langst forsvundne tider
10 Bliv hos oss livets sol
11 Som bolgen loftes opp
12 Bonn
13 Hvor stille denne natt
14 Jeg vokste inn i alt
15 Hvalenes sang 2
16 Kveld
17 Jeg sprang pa isflak
Anneli Drecker – vocals
Bjorn Charles Dreyer – guitar
Bjorn Kjellemyr – bass
Rune Arnesen – drums
Svante Henryson – cello
Sjobodkoret directed by Olav Nass – choir
Curiosamente, FDP Bach postou recentemente esta mesma obra com o mesmo Zubin Mehta. Mas, sabe?, provavelmente a versão que ele postou é melhor: aqui, o link. Porém, este PQP que vos escreve sempre mete seu bedelho e diz que as melhores versões são as de Rattle com a CBSO, a de Tilson Thomas e as de Bernstein.
A Sinfonia no 2, em Dó Menor (termina em Mi Bemol Maior) por Gustav Mahler foi escrita entre 1888 e 1894. Ela foi publicada em 1897 e passou por uma revisão em 1910. Ela também é conhecida como Sinfonia da Ressurreição porque faz referências à citada crença cristã. Mahler compôs o primeiro movimento em 10 de setembro de 1888. Em 1893 completou o Andante e o Scherzo. Em fevereiro de 1894, durante os funerais do pianista e regente Hans von Büllow, Mahler ouviu um coro de meninos cantarem o hino Auferstehen (Ressurreição), da autoria de Friedrich Klopstock. O hino impressionou tanto Mahler que ele resolveu incorporá-lo ao Finale da sinfonia que estava em preparação. Ao mesmo tempo decidiu que a Ressurreição seria o tema principal da obra. A Segunda Sinfonia é a primeira sinfonia em que Mahler usa a voz humana. Ela aparece na última parte da obra, no clímax, tal qual a Sinfonia no 9 de Beethoven. Além da influência de Beethoven, percebe-se traços de Bruckner e Wagner na composição. Apesar da origem judia, Mahler sentia fascínio pela liturgia cristã, principalmente pela crença na Ressurreição e Redenção. A Segunda Sinfonia propõe responder à pergunta: “Por que se vive?”. Simbolicamente ela narra a derrota da morte e a redenção final do ser humano, após este ter passado por uma período de incertezas e agruras.
Um belo disco de um compositor quase desconhecido. John Ward foi importante em sua época. Compôs basicamente música para conjuntos de violinos e violas. Escrevendo quase quarenta anos depois de sua morte em 1676, Thomas Mace cita John Ward como “um desses diversos ingleses famosos” de “grande eminência e valor” que compuseram fantasias “como monumentos adequados a padrões para uma posteridade sóbria e sábia”. Segundo Mace, Ward seria digno de ser imitado… Mas não foi e sua bela música permaneceu fora do repertório por séculos. Mas vale a pena ouvir.
Nascido em Canterbury, John Ward era corista na Catedral de Canterbury. Ele parece ter ficado em Canterbury até pelo menos 1607 e depois foi para Londres, onde serviu Sir Henry Fanshawe (1569-1616) como músico.
Bernstein faz cem anos e quem ganha somos nós … assim é bom, né?
“What remains so remarkable in this day and age is The Creation over-all spirit of joy, to wich a serene religious faith, a love of this world and a sense of drama contribute.
“This sense of dynamic joy was communicated beautifully in the performance by the New York Philharmonic under the direction of Leonard Bernstein. Mr Bernstein´s treatment of the score made it seem as fresh as the day it was created.
“… it delighted in the picturesque instrumental coloration, in the grandeur of the choruses, in the elegant melodies of its famous arias.”
“The orchestral elements were superbly balanced to allow all the smallest elements to shine through, yet the whole performance had a dynamism that gave the work its inherent bigness without falling into theatricalism.”
“All the participants contributed in equal degree to the beauty of the performance.”
Mesmo se tivesse vivido em uma ilha nos últimos 60 anos e nem imaginasse quem poderia ser Leonard Bernstein, após ouvir esta gravação, tenho certeza de que você imediatamente iria identificar o imenso maestro que ele foi. Naquela agora longínqua década de 60 ele reinava soberano, ofuscando o brilho de Karajan, Kubelik, Fricsay, entre outros grandes maestros do século XX e que também estavam em seu apogeu naquele momento.
01. Recitativo, ‘Und Gott sprach Es bringe das Wasser’
02. Recitativo, ‘Gleich öffnet sich der Erde Schoß’
03. Aria, ‘Nun scheint in vollem Glanze der Himmel’
04. Recitativo, ‘Und Gott schuf den Menschen’
05. Aria, Mit Würd’ und Hoheit angetan
06. Recitativo, Und Gott sah jedes Ding
07. Coro, ‘Vollendet ist das große Werk’
08. Terzetto, Terzett ‘Zu dir, o Herr’
09. Coro, ‘Vollendet ist das große Werk’
10. Recitativo, ‘Aus Rosenwolken bricht’
11. Duetto con coro, ‘Von deiner Güt’, ‘o Herr und Gott -‘
12. Recitativo, ‘Nun ist die erste Pflicht erfüllt’
13. Duetto, ‘Holde Gattin, dir zur Seite’
14. Recitativo, ‘O glücklich Paar’
15. Coro Finale, ‘Singt dem Herren alle Stimmen’
Judith Raskin – Soprano
Alexander Young – Tenor
John Reardon – Baritone
Camerata Singers
The New York Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein – Conductor
O suíço Nicolas Masson aparece como líder de um quarteto que apresenta o pianista Colin Vallon — ele próprio líder de banda e artista que grava para a ECM –, o baixista Patrice Moret (membro dos grupos de Vallon) e o baterista Lionel Friedli. Masson compôs todas as nove faixas, mas torna-se óbvio desde a primeira faixa que ele não quer chamar atenção para si mesmo como solista. Seu mote é a interação com o grupo. As estrondosas notas baixas do piano, os címbalos sussurrantes e a linha de baixo contrapontística oferecem um exercício modal tipicamente oriental e um fluxo rítmico misterioso. A música de Masson é conscientemente lenta em seu desenvolvimento. Não há vôos desnecessários. É focada e democrática. Revela seus segredos lentamente, mas oferece ao ouvinte uma experiência fascinante de descobri-los e absorvê-los.
Nicolas Masson, Colin Vallon, Patrice Moret, Lionel Friedli: Travelers
1 Gagarine 3:06
2 Fuchsia 7:04
3 Almost Forty 7:27
4 The Deep 4:07
5 Travelers 3:43
6 Philae 7:20
7 Wood 5:31
8 Blurred 4:59
9 Jura 6:58
Tenor Saxophone, Soprano Saxophone, Clarinet – Nicolas Masson
Piano – Colin Vallon
Double Bass – Patrice Moret
Drums – Lionel Friedli
Um belo, belíssimo CD de Angela Hewitt. Um Bach diferente, uma seleção interessantíssima e rara de diferentes períodos da vida de Bach. Um luxo a interpretação do avulso Adagio BWV 968. Verdadeiramente arrepiante. A elegância e clareza de Hewitt me deixou novamente impressionado. É uma refinada pianista. A qualidade da gravação da Hyperion é a de sempre: impecável.
Bach: Fantasia and Fugue in A minor; Aria Variata; Sonata in D major; Suite in F minor
1. Fantasia & Fugue in a, BWV 904: Fantasia
2. Fantasia & Fugue in a, BWV 904: Fugue
14. Sonata in D, BWV 963: I.
15. Sonata in D, BWV 963: II.
16. Sonata in D, BWV 963: III. Fugue
17. Sonata in D, BWV 963: IV. Adagio
18. Sonata in D, BWV 963: V. Thema all’ imitatio Gallina Cuccu
19. Partie in A, BWV 832: I. Allemande
20. Partie in A, BWV 832: II. Air pour les trompettes
21. Partie in A, BWV 832: III. Sarabande
22. Partie in A, BWV 832: IV. Bourrée
23. Partie in A, BWV 832: V. Gigue
24. Suite in f, BWV 823: I. Prelude
25. Suite in f, BWV 823: II. Sarabande en Rondeau
26. Suite in f, BWV 823: III. Gigue
27. Adagio in G, BWV 968
28. Fugue in C, BWV 953
29. Jesu, meine Zuversicht, BWV 728
30. Wer nur den lieben Gott lässt walten, BWV 691
31. Fantasia & Fugue in a, BWV 944: Fantasia
32. Fantasia & Fugue in a, BWV 944: Fugue
01. Sinfonie Nr. 4 – 1. Bedächtig. Nicht eilen
02. Sinfonie Nr. 4 – 2. In gemächlicher Bewegung. Ohne Hast
03. Sinfonie Nr. 4 – 1. Bedächtig. Nicht eilen
05. Sinfonie Nr. 4 – 4. Sehr behaglich
Kiri te Kenawa – Soprano
Chicago Symphony Orchestra
Sir Georg Solti – Conductor
Missa Pange lingua & Planxit autem David & Vultum tuum deprecabuntur
Josquin des Près
The Choir of Westminster Cathedral
Maestro James O’Donnell
.
A Missa Pange lingua é uma obra musical do Ordinário da Missa do compositor franco-flamengo Josquin des Prez, provavelmente datado de cerca de 1515, perto do fim de sua vida. Muito provavelmente sua última missa, é uma fantasia prolongada do hino Pange Lingua, e é uma das mais famosas missas de Josquin.
O hino em que se baseia a missa é o famoso Pange Lingua Gloriosi, de Tomás de Aquino, que é usado para as Vésperas de Corpus Christi, e que também é cantado durante a veneração do Santíssimo Sacramento. A missa é a última de apenas quatro que Josquin baseou em cantochão (as outras são a Missa Gaudeamus, a Missa Ave maris stella, e a Missa de Beata Virgine; todos elas envolvem, de alguma forma, elogios à Virgem Maria).
Ao invés de ser um somatório de suas técnicas anteriores, como pode ser visto nos últimos trabalhos de Guillaume Dufay, a missa de Josquin sintetiza várias tendências contrapontísticas do final do século 15 e início do 16 em um novo estilo, que se tornaria a predominante forma composicional dos compositores franco-flamengos na primeira metade do século XVI.
Na Alemanha do século XVI, tanto católicos quanto luteranos circulavam e executavam a Missa Pange lingua de Josquin, embora seu modelo, o hino Pange lingua, estivesse associado a práticas eucarísticas exclusivamente católicas. Um estudo baseado em fontes verossímeis revela como os luteranos selecionaram a Missa Pange lingua dentre outras missas disponíveis e a adaptaram para suas necessidades litúrgicas e pedagógicas. (ex-internet)
Josquin Desprez (Franco-Flemish, c.1440 – 1521) 01. Missa Pange lingua – 1. Kyrie 02. Missa Pange lingua – 2. Gloria 03. Missa Pange lingua – 3. Credo 04. Missa Pange lingua – 4. Sanctus 05. Missa Pange lingua – 5. Benedictus 06. Missa Pange lingua – 6. Agnus Dei . 07. Planxit autem David – 1. Planxit autem David 08. Planxit autem David – 2. …Montes Gelboe 09. Planxit Autem David – 3. …sagitta Jonathae 10. Planxit Autem David – 4. …Doleo super te .
11. Vultum tuum deprecabuntur – 1. Vultum tuum deprecabuntur 12. Vultum tuum deprecabuntur – 2. Sancta Dei genitrix 13. Vultum tuum deprecabuntur – 3a. Intemerata virgo 14. Vultum tuum deprecabuntur – 3b. Ave Maria 15. Vultum tuum deprecabuntur – 4a. O Maria 16. Vultum tuum deprecabuntur – 4b. Tu lumen 17. Vultum tuum deprecabuntur – 5. Mente tota 18. Vultum tuum deprecabuntur – 6. Christe, Fili Dei 19. Vultum tuum deprecabuntur – 7. Ora pro nobis
.
Missa Pange lingua & Planxit autem David & Vultum tuum deprecabuntur – 2011
The Choir of Westminster Cathedral
Maestro James O’Donnell
Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos. . When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.
As gravações do selo Alpha geralmente são de alto nível, e essa que vos trago não foge à regra.
Estes concertos para Flauta Transversal de CPE Bach são de uma beleza ímpar. Dos inúmeros filhos que o velho Johann teve, o Carl Phillip foi o mais famoso e criativos deles. Sua obra não pode mais ser considerada barroca, mas ainda está naquela fase de transição com o classicismo. Não mais movimentos curtos, mas sim mais longos, para melhor explorar os recursos disponíveis da orquestra e do instrumento solista, aqui no caso, uma Flauta Transversal. Gosto muito também de sua obra para Cravo, que pretendo trazer assim que possível.
Não conhecia esse solista, então fui atrás de maiores informações. Nasceu em Nice, França, e com apenas 36 anos de idade, já tem uma carreira consolidada e mais de cinquenta cds gravados. Também é regente e musicólogo. Maiores informações podem ser encontradas em sua página oficial: http://www.alexiskossenko.com .
Bela gravação ao vivo de mais uma ópera redescoberta de Lully. Trata-se de uma estreia mundial, produto da pesquisa musicológica de Christophe Rousset e equipe. Juntamente com um super-elenco e contando com performance realmente esplêndidas, Rousset chama-nos para a revelação de Bellérophon, ópera estreada em 31 de janeiro de 1679. É a história mítica de um herói destemido, cuja arrogância é punida pelos deuses. É claro que, como é uma história de guerra, Lully nos brinda com danças de todos os países e etnias que vão para a luta. É bem mais que uma curiosidade. Vale a pena. Para quem sentia falta e reclama da ausência do barroco francês…
Jean-Baptiste Lully (1632-1687): Bellérophon, tragédie lyrique de sur un livret de Thomas Corneille (1625-1709)
DISQUE 1
1 Ouverture – 00:02:18
2 Prologue : Petit prélude : Apollon ; Apollon et les Muses : Préparons nos concerts ! – 00:01:54
3 Prologue : Marche pour l’entrée de Bacchus et de Pan – 00:00:53
4 Prologue : Bacchus ; Pan : Du fameux bord de l’Inde – 00:01:18
5 Prologue : Chœur d’Apollon et des Muses : Chantons, chantons le plus grand des mortels ! – 00:02:36
6 Prologue : Chanson d’un berger (Menuet I) : Pourquoi n’avoir pas le cœur tendre ? – 00:01:12
7 Prologue : Entrée des Aegipans et des Ménades – 00:00:38
8 Prologue : Menuet pour les bergers – 00:00:20
9 Prologue : Bacchus et Pan : Tout est paisible sur la terre – 00:00:54
10 Prologue: Apollon : Quittez, quittez, de si vaines chansons ! – 00:00:48
11 Prologue : Chœur d’Apollon, des Muses, de Bacchus et de Pan : Pour ce grand roi, redoublons nos effo – 00:01:24
12 Prologue : Ouverture (reprise) – 00:02:13
13 Acte I, sc. 1 : Sténobée, Argie : Non, les soulèvements d’une ville rebelle – 00:05:47
14 Acte I, sc. 2 : Sténobée, Philonoë : Reine, vous savez qu’en ce jour – 00:03:26
15 Acte I, sc. 3 : Sténobée, Argie : Et je croyais qu’une ardeur – 00:02:33
16 Acte I, sc. 4 : Prélude ; Le Roi, Sténobée ; Bruit de trompettes ; Sténobée ; Marche des Amazones et – 00:03:45
17 Acte I, sc. 5 : Le Roi, Bellérophon : Venez, venez goûter les doux fruits de la gloire – 00:02:18
18 Acte I, sc. 5 : Chœur des Amazones et des Solymes : Quand un vainqueur est tout brillant de gloire – 00:01:44
19 Acte I, sc. 5 : Premier air – 00:01:17
20 Acte I, sc. 5 : Second air; Chœur des Amazones et Solymes : Faisons cesser nos alarmes – 00:02:50
21 Acte II, sc. 1 : Ritournelle ; Philonoë, deux Amazones : Amour mes vœux sont satisfaits – 00:04:21
22 Acte II, sc. 2 : Prélude ; Bellérophon, Philonoë : Princesse, tout conspire à couronner ma flamme – 00:04:39
23 Acte II, sc. 3 : Sténobée, Bellérophon : Ma présence ici te fait peine ? – 00:02:03
24 Acte II, sc. 4 : Sténobée, Argie : Tu me quittes, cruel, arrête ! – 00:01:47
25 Acte II, sc. 5 : Ritournelle ; Sténobée, Amisodar : Vous me jurez sans cesse une amour éternelle – 00:03:33
26 Acte II, sc. 6 : Amisodar : Que ce jardin se change en désert affreux – 00:01:56
27 Acte II, sc. 6 : Premier air – 00:01:05
28 Acte II, sc. 7 : Amisodar, Magiciens : Parle, nous voilà prêts, tout nous sera possible – 00:03:37
29 Acte II, sc. 7 : Second air – 00:00:38
30 Acte II, sc. 7 : Chœur des Magiciens, Amisodar : La terre nous ouvre – 00:02:01
DISQUE 2
1 Acte III, sc. 1 : Ritournelle – 00:00:49
2 Acte III, sc. 1 : Sténobée, Argie : Quel spectacle charmant pour mon cœur amoureux ! – 00:02:31
3 Acte III, sc. 2 : Prélude ; Le Roi, Sténobée : Que de malheurs accablent la Lycie ! – 00:01:38
4 Acte III, sc. 3 : Le Roi, Bellérophon : Vous venez consulter l’oracle d’Apollon ? – 00:01:43
5 Acte III, sc. 4 : Le Roi, Philonoë, Bellérophon : Seigneur, à votre voix je viens joindre la mienne – 00:01:48
6 Acte III, sc. 5 : La Marche du Sacrifice ; 1er Chœur de Peuple : Le malheur qui nous accable – 00:02:19
7 Acte III, sc. 5 : Le Sacrificateur ; 2ème Chœur de Peuple ; Le Sacrificateur ; Symphonie ; 3ème Chœu – 00:04:28
8 Acte III, sc. 5 : Ritournelle ; Le Sacrificateur : Tout m’apprend qu’Apollon dans mes vœux s’intéres – 00:00:38
9 Acte III, sc. 5 : 6ème Chœur de Peuple : Assez de pleurs – 00:04:00
10 Acte III, sc. 5 : Le Sacrificateur : Digne fils de Latone et du plus grand des dieux ! – 00:00:23
11 Acte III, sc. 5 : La Pythie : Gardez tous un silence extrême ! – 00:01:49
12 Acte III, sc. 5 : Apollon ; Le Roi – Symphonie : Que votre crainte cesse ! – 00:01:09
13 Acte III, sc. 6 : Ritournelle ; Bellérophon, Philonoë : Dans quel accablement cet oracle me laisse ! – 00:05:09
14 Acte III, sc. 6 : Entracte – 00:01:15
15 Acte IV, sc. 1 : Ritournelle : Amisodar : Quel spectacle charmant pour mon cœur amoureux ! – 00:01:27
16 Acte IV, sc. 2 : Argie, Amisodar : Il faut pour contenter la reine – 00:02:12
17 Acte IV, sc. 2 : Chœur – voix derrière le théâtre, Amisodar : Tout est perdu le monstre avance ! – 00:00:44
18 Acte IV, sc. 3 : Une Napée, une Dryade : Plaignons les maux qui désolent ces lieux ! – 00:03:20
19 Acte IV, sc. 4 : Dieux des bois, une Napée, une Dryade : Les forêts sont en feu, le ravage s’augment – 00:02:28
20 Acte IV, sc. 5 : Le Roi, Bellérophon : Ah, Prince ! Où vous emporte une ardeur trop guerrière ? – 00:02:50
21 Acte IV, sc. 6 : Bellérophon, seul : Heureuse mort, tu vas me secourir – 00:02:18
22 Acte IV, sc. 7 : Prélude – 00:00:29
23 Acte IV, sc. 7 : Pallas, Bellérophon : Espère en ta valeur, Bellérophon, espère ! – 00:00:56
24 Acte IV, sc. 7 : Chœur de Peuple : Quel horreur ! Quel affreux ravage ! – 00:01:55
25 Acte IV, sc. 7 : Entr’acte – 00:00:32
26 Acte V, sc. 1 : Prélude – 00:00:51
27 Acte V, sc. 1 : Le Roi : Préparez vos chants d’allégresse ! – 00:01:26
28 Acte V, sc. 1 : Chœur de Peuple : Viens, digne sang des dieux, jouir de ta victoire ! – 00:01:05
29 Acte V, sc. 1 : Le Roi, Philonoë : Et toi, ma fille, abandonne ton âme – 00:01:29
30 Acte V, sc. 1 : Chœur de Peuple : Ô jour pour la Lycie à jamais glorieuse – 00:01:18
31 Acte V, sc. 2 : Pallas, Le Roi, Bellérophon, Philonoë, Chœur de Peuple – 00:04:05
32 Acte V, sc. 3 : Symphonie – 00:00:52
33 Acte V, sc. 3 : Pallas : Connaissez le fils de Neptune ; Symphonie – 00:00:38
34 Acte V, sc. 3 : Bellérophon, Philonoë : Enfin je vous revois princesse incomparable ; Le Roi : Jouis – 00:01:45
35 Acte V, sc. 3 : Chœur de Peuple : Le plus grand des héros rend le calme à la terre – 00:01:19
36 Acte V, sc. 3 : Premier air – 00:00:42
37 Acte V, sc. 3 : Second air – Fanfare ; Chœur de Peuple : Les plaisirs nous préparent leurs charmes – 00:03:09
Céline Scheen, Ingrid Perruche, Jennifer Borghi, sopranos
Cyril Auvity, Evgueniy Alexiev, Jean Teitgen, Robert Getchell, ténors
Chœur de Chambre de Namur
Les Talens Lyriques
Christophe Rousset
Este primor de gravação é uma das melhores que já ouvi desta obra magnífica que é “Daphnes et Chloé”, de Maurice Ravel. O maestro suiço Charles Dutoit está impecável com sua Sinfônica de Montreal, uma parceria que durou algumas décadas e produziu inúmeras gravações altamente elogiadas.
Charles Munch realizou outra gravação matadora desta obra prima do compositor francês, lá nos anos 50, com a Sinfônica de Boston. Já a postei, não sei se o link ainda está ativo. Se estiver, não perca a oportunidade de baixar. Munch foi um dos maiores especialistas em Ravel do século XX.
Mas o Charles aqui é outro, o Dutoit. Além de “Daphnes et Chloé” temos outras duas pérolas de Ravel, “La Valse” e a sublime “Pavane pour une infante défunte”, uma das mais belas obras já compostas pelo ser humano. De arrepiar de emoção a intensidade que Dutoit extrai da Orquestra.
Espero que apreciem.
01. Introduction et Danse religieuse
02. Danse generale
03. Danse grotesque de Dorcon
04. Danse legere et gracieuse de Daphnis
05. Danse de Lyceion
06. Danse lente et mysterieuse
07. Introduction
08. Danse guerriere
09. Danse suppliante de Chloe
10. Lever du jour
11. Daphne et Chloe miment l’aventure de Pan et de Syrinx
12. Danse generale
13. Pavane pour une infante defunte
14. La Valse
Choeur et Orchestre Symphonique de Montréal
Charles Dutoit – Conductor
Este é um belíssimo disco de vinil que foi digitalizado para nosso gáudio. Leclair foi um grande violinista e compositor, e suas obras não são divulgadas como deveriam. O cara é bom pacas. É considerado o fundador da escola de violino francesa. Leclair estudou dança e violino em Turim. Em 1716, casou com Marie-Rose Casthanie, uma dançarina, que morreu em 1728. Em 1730, Leclair casou pela segunda vez. Sua nova esposa era a gravadora Louise Roussel, que preparou a impressão de todas as suas obras a partir do Opus 2. Leclair foi esfaqueado em 1764. Apesar do homicídio permanecer um mistério, existe a possibilidade de que sua ex-mulher possa ter sido a instigadora… Imaginem só!
Jaap Schröder e sua turma dão um banho de virtuosismo e competência barrocas neste lindo trabalho jamais reeditado em CD.
Jean-Marie Leclair “l’aîné” (1697-1764)
Konzert fur Violin a-moll, op.X, n.6
I. Allegro ma poco
II. Andante, Aria grazioso
III. Allegro
Konzert fur Violin g-moll, op.VII, n.3
I. Allegro ma poco
II. Adagio
III. Allegro assai
Konzert fur Violin a-moll, op.VII, n.5
I. Vivace
II. Largo
III. Allegro assai
Jaap Schröder – Violine und Konzertmeister
Concerto Amsterdam
Após a missa de Desprez, Ave Maris Stella, o Weser-Renaissance Bremen, sob Manfred Cordes, agora se volta para uma seleção de salmos do mesmo compositor. Josquin Desprez, não apenas um dos primeiros, mas também um dos mais influentes dentre muitos, assumiu a tarefa de composição do salmo latino e como muitos depois dele escolheu os salmos com uma perspectiva pessoal.
As performances do conjunto de oito cantores de Cordes são uniformemente boas e todas as vozes se misturam de forma eficaz. (ex-internet)
.
De profundis: Psalm Settings & Motets
Josquin Desprez (Franco-Flemish, c.1440 – 1521) 01. De profundis [Ps.129] 02. In exitu Israel in Egypto [Ps. 113] 03. Domine ne in furore [Ps. 37] 04. Miserere mei Deo [Ps. 50] 05. Memor esto verbis tui [Ps. 118] 06. Qui habitat in adjutorio [Ps. 90] 07. Misericordias Domini
.
De profundis: Psalm Settings & Motet – 2009
Weser-Renaissance Bremen
Manfred Cordes dir.
Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos. . When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.
Mais um tremendo CD desta estranha fase em que ouço Chopin. Acho que meu pai adoraria ter ouvido mais nossa conterrânea Maria João. O segundo concerto para piano e orquestra de Chopin é igualmente bom e imenso, durando mais de 30 minutos. O disco traz esplêndido complemento: os 24 Prelúdios pelas compreensivas mãos desta notável pianista. Deve ser IM-PER-DÍ-VEL !!!
Concerto para piano e Orquestra no.2 em F menor, Op.21 e
24 Prelúdios, Op.28
Concerto para piano e Orquestra no.2 em F menor, Op.21
01. Maestoso [14:34]
02. Larghetto [9:11]
03. Allegro vivace [8:46]
Maria João Pires, piano
Royal Philharmonic Orchestra
André Previn, regente
24 Prelúdios, Op.28
04. 1. in C major [0:34]
05. 2. in A minor [2:32]
06. 3. in G major [1:01]
07. 4. in E minor [2:18]
08. 5. in D major [0:38]
09. 6. in B minor [2:04]
10. 7. in A major [0:50]
11. 8. in F sharp minor [1:55]
12. 9. in E major [1:18]
13. 10. in C sharp minor [0:40]
14. 11. in B major [0:49]
15. 12. in G sharp minor [1:14]
16. 13. in F sharp major [3:19]
17. 14. in E flat minor [0:26]
18. 15. in D flat major (“Raindrop”) [5:56]
19. 16. in B flat minor [1:13]
20. 17. in A flat major [3:20]
21. 18. in F minor [1:03]
22. 19. in E flat major [1:27]
23. 20. in C minor [1:59]
24. 21. in B flat major [1:58]
25. 22. in G minor [0:53]
26. 23. in F major [1:01]
27. 24. in D minor [2:40]
Não se assustem, hoje vocês terão dose dupla da Segunda Sinfonia de Mahler, conhecida como ‘Ressurreição’. Esta que vos trago, com Solti / CSO, dando continuidade à integral, e na parte da tarde, em seu horário tradicional, PQPBach traz a mesma sinfonia com outra versão que Zubin Mehta fez nos anos 90, frente à Filarmônica de Israel. Dois maestros bem experientes, dirigindo excepcionais conjuntos orquestrais, com visões diferentes da mesma obra. Excelente oportunidade para as devidas comparações e análises.
01. Sinfonie Nr.2 ‘Auferstehung’ – 1. Allegro maestoso
02. Sinfonie Nr.2 ‘Auferstehung’ – 2. Andante moderato
03. Sinfonie Nr.2 ‘Auferstehung’ – 3. In ruhig fliessender Bewegung
04. Sinfonie Nr.2 ‘Auferstehung’ – 4. Urlicht. Sehr feierlich, aber schlicht
05. Sinfonie Nr.2 ‘Auferstehung’ – 5. Im Tempo des Scherzo
Isobel Buchanan – Soprano
Mira Zakai – Contralto
Chicago Symphony Orchestra
Sir Georg Solti – Conductor
Tenho 60 anos, quase 61. Então, já ouvi várias dezenas de gravações do Concerto Imperador. Nunca gostei muito dele e até enchi o saco, entende? Mas então, chega esta gravação e lança uma bela luz de pureza sobre o tão conhecido concerto e o entusiasmo retorna. Parece que tudo o que a gente desejava a respeito dele foi cumprido. Já a Sonata Op. 111 permanece sob o domínio de Pollini e deverá ficar assim por anos ainda. O entendimento do italiano sobre a peça foi de tal magnitude que — penso –, quem grava depois, teria que partir do deus do piano, criando sua concepção a partir daquele ponto. Mas a tentativa de Freire foi boa.
Um CD que vale pela EXTRAORDINÁRIA gravação do Concerto Nº 5, Imperador.
Ludwig van Beethoven (1770-1827): Concerto para Piano nº 5, Imperador, e Sonata Op. 111
Concerto para Piano nº 5, Imperador
1. Allegro
2. Adagio un poco mosso
3. Rondo (Allegro)
Sonata Op. 111
4. Maestoso – Allegro con brio ed appassionato
5. Arietta (Adagio molto semplice e cantabile)
Nelson Freire, piano
Gewandhausorchester
Riccardo Chailly
Vamos cobrir uma falta gravíssima aqui do PQPBach: até hoje nenhum dos colegas havia trazido a integral das sinfonias de Mahler com Georges Solti em seus tempos de Chicago. Dia destes até trouxe a Quinta Sinfonia com esta mesma formação, mas a integral é material inédito por aqui.
Uma de cada vez, tá bom? Nada de ir com muita sede ao pote. Vamos aos poucos, começando pelo começo, trazendo a Primeira Sinfonia.
01. Sinfonie Nr.1 D-dur – 1. Langsam. Schleppend. Wie ein Naturlaut
02. Sinfonie Nr.1 D-dur – 2. Kräftig bewegt, doch nicht zu schnell
03. Sinfonie Nr.1 D-dur – 3. Feierlich und gemessen, ohne zu schleppen
04. Sinfonie Nr.1 D-dur – 4. Stürmisch bewegt
Não há pinturas retratando John Danyel. Ele foi um alaudista e compositor inglês. Nasceu em Wellow, Somerset. Um dia, em post semelhante a este, eu falava na habilidade dos ingleses para criarem canções com melodias simples e grudentas. Tal talento parece que só ganhou reconhecimento mundial na música popular da segunda metade do século XX. Mas sujeitos como este Danyel-sem-rosto já escreviam coisas legais e grudentas há 400 anos. As canções cantadas são entremeadas com peças para alaúde solo. Não chega a ser um grande CD da nossa querida Hyperion, mas é muito agradável.
John Danyel (1564-1626): Songs
1. Like As the Lute Delights
2. Time, Cruel Time
3. Pavan for lute in C major
4. What Delight Can They Enjoy
5. Mrs M E her funeral tears for the death of her husband: Part 1: Grief keep within
6. Mrs M E her funeral tears for the death of her husband: Part 2: Drop not, mine eyes
7. Mrs M E her funeral tears for the death of her husband: Part 3: Have all our passions?
8. Why Canst Thou Not?
9. Stay, Cruel, Stay!
10. Passymeasures Galliard, for 2 lutes
11. Coy Daphne Fled
12. Let Not Cloris Think
13. Eyes Look No More
14. Rosamund, for lute
15. Thou Pretty Bird How Do I See
16. A Fancy, for 2 lutes (incomplete)
17. Dost Thou Withdraw Thy Grace?
18. He Whose Desires
19. If I Could Shut the Gate
20. I die whenas I do no see her
21. Monsieur’s Almain
22. Can Doleful Notes?: Part 1: Can doleful notes?
23. Can Doleful Notes?: Part 2: No, let chromatic tunes
24. Can Doleful Notes?: Part 3: Uncertain turns of thought
25. Now the Earth, the Skies, the Air
26. Mistress Anne Grene Her Leaves Be Greene
Nigel Short (countertenor)
Libby Crabtree (soprano),
Charles Daniels (tenor)
Matthew Vine (tenor)
Adrian Peacock (baixo)
David Miller (lute)
Jacob Heringman (lute)
Mark Caudle (viol)
Gostaram dos concertos para cravo? Pois bem, então vamos apresentar algumas sinfonias do mano Johann Christian.
Johann Christian viveu em um período interessante da história da música. Filho de um gênio, não diria que ele herdou a genialidade de seu pai, mas era um período de transição e muita gente nem sabia quem era seu pai. Conheciam bem seu irmão, Carl Philip Emanuel, mais talentoso em minha modesta opinião.
Mas vamos ao que viemos.
CD 1
01 – Symphonie G-Dur op. 6 Nr. 1, 1. Satz Allegro con brio
02 – Symphonie G-Dur op. 6 Nr. 1, 2. Satz Andante
03 – Symphonie G-Dur op. 6 Nr. 1, 3. Satz Allegro assai
04 – Symphonie D-Dur op. 6 Nr. 2, 1. Satz Allegro spirito
05 – Symphonie D-Dur op. 6 Nr. 2, 2. Satz Andante
06 – Symphonie D-Dur op. 6 Nr. 2, 3. Satz Allegro spirito
07 – Symphonie Es-Dur op. 6 Nr. 3, 1. Satz Allegro con brio
08 – Symphonie Es-Dur op. 6 Nr. 3, 2. Satz Andante
09 – Symphonie Es-Dur op. 6 Nr. 3, 3. Satz Allegro assai
10 – Symphonie B-Dur op. 6 Nr. 4, 1. Satz Allegro di molto
11 – Symphonie B-Dur op. 6 Nr. 4, 2. Satz Andante
12 – Symphonie B-Dur op. 6 Nr. 4, 3. Satz Presto
13 – Symphonie Es-Dur op. 6 Nr. 5, 1. Satz Allegro con brio
14 – Symphonie Es-Dur op. 6 Nr. 5, 2. Satz Andante
15 – Symphonie Es-Dur op. 6 Nr. 5, 3. Satz Allegro assai
16 – Symphonie g-moll op. 6 Nr. 6, 1. Satz Allegro
17 – Symphonie g-moll op. 6 Nr. 6, 2. Satz Andante piu tosto adagio
18 – Symphonie g-moll op. 6 Nr. 6, 3. Satz Allegro molto
CD 2
01. Symphony Op. 8, No. 2 in G major Allegro
02. Symphony Op. 8, No. 2 in G major Andante
03. Symphony Op. 8, No. 2 in G major Presto assai
04. Symphony Op. 8, No. 3 in D major Allegro assai
05. Symphony Op. 8, No. 3 in D major Andante
06. Symphony Op. 8, No. 3 in D major Presto
07. Symphony Op. 8, No. 4 in F major Allegro molto
08. Symphony Op. 8, No. 4 in F major Andante
09. Symphony Op. 8, No. 4 in F major Temp di Menuetto
10. Symphony in C major, Vernier No. 46 Allegro assai
11. Symphony in C major, Vernier No. 46 Andantino
12. Symphony in C major, Vernier No. 46 Allegro assai
13. Symphony in F major Allegro assai
14. Symphony in F major Andante
15. Symphony in F major Presto
16. Symphony in C major, Vernier No. 46 Allegro
17. Symphony in C major, Vernier No. 46 Andante con espressione
18. Symphony in C major, Vernier No. 46 Allegro
19. Symphony in G major, Huberty Op. 6, No. 1 Allegro con brio
20. Symphony in G major, Huberty Op. 6, No. 1 Andantino
21. Symphony in G major, Huberty Op. 6, No. 1 Tempo di Menuetto
22. Symphony in G major, Huberty Op. 6, No. 1 Allegro assai
CD 3
01. Symphony No. 1 in B-flat – Allegro con spirito
02. Symphony No. 1 in B-flat – Andante
03. Symphony No. 1 in B-flat – Presto
04. Symphony No. 2 in E-flat – Allegro
05. Symphony No. 2 in E-flat – Andante
06. Symphony No. 2 in E-flat – Tempo di minuetto
07. Symphony No. 3 in B-flat – Allegro assai
08. Symphony No. 3 in B-flat – Andante
09. Symphony No. 3 in B-flat – Allegro di molto
10. Symphony Sieber 1773 Collection, No. 2 – Allegro
11. Symphony Sieber 1773 Collection, No. 2 – Andante
12. Symphony Sieber 1773 Collection, No. 2 – Tempo di Gavotta Allegro
13. Symphony Sieber 1773 Collection, No. 1 – Allegro con spirito
14. Symphony Sieber 1773 Collection, No. 1 – Andante
15. Symphony Sieber 1773 Collection, No. 1 – Presto
16. Symphony in E-flat with clarinets – Allegro
17. Symphony in E-flat with clarinets – Andante
18. Symphony in E-flat with clarinets – Tempo di minuetto
Vamos conhecer melhor a obra de nosso irmão Johann Christian? Ok, então vamos começar com alguns concertos para Cravo e orquestra.
O cravista e regente Anthony Halstead se dedicou bastante tempo ao nosso irmão, e creio que gravou toda sua obra. Nem sei quantos cds ao todo ele gravou pelo selo CPO, nem sei se tenho todos, sei que é bastante coisa. Mas vou trazer apenas alguns, para que os senhores possam melhor conhecer sua obra.
Começamos então com alguns Concertos para Cravo. Reparem que a linguagem barroca já ficou para trás, e reconhecemos o Classicismo em seu princípio. Maiores informações podem ser encontradas no booklet.
CD 1
01 – Concerto in D minor – Allegro assai
02 – Concerto in D minor – Adagio affettuoso
03 – Concerto in D minor – Allegro
04 – Concerto in B flat major – Allegretto
05 – Concerto in B flat major – Andante
06 – Concerto in B flat major – Presto
07 – Concerto in F minor – Allegretto
08 – Concerto in F minor – Andante e grazioso
09 – Concerto in F minor – Allegro
CD 2
01 – Concerto in E major – 1. Allegro assai
02 – Concerto in E major – 2. Adagio
03 – Concerto in E major – 3. Presto
04 – Concerto in F minor – 1. Allegro di molto
05 – Concerto in F minor – 2. Andante
06 – Concerto in F minor – 3. Prestissimo
07 – Concerto in G major – 1. Allegro
08 – Concerto in G major – 2. Poco adagio
09 – Concerto in G major – 3. Allegro
CD 3
01. Concerto No. 1 in B flat major Allegretto
02. Concerto No. 1 in B flat major Minuetto
03. Concerto No. 2 in A major Andante
04. Concerto No. 2 in A major Minuetto
05. Concerto No. 3 in F major Allegro
06. Concerto No. 3 in F major Minuetto
07. Concerto No. 4 in G major Allegro assai
08. Concerto No. 4 in G major Andante
09. Concerto No. 4 in G major Presto
10. Concerto No. 5 in C major Non tanto allegro
11. Concerto No. 5 in C major Allegretto
12. Concerto No. 6 in D major Allegro assai
13. Concerto No. 6 in D major Andante
14. Concerto No. 6 in D major Allegro moderato
Anthony Halstead – Hapsichord & Conductor
The Hanover Band
Nós, do PQPBach, estamos fazendo uma série de postagens em homenagem a este grande maestro, que completaria 100 anos em 2018. Estas postagens seguirão até a data de seu nascimento, dia 25 de agosto. Aqui, todas as postagens.
Leonard Bernstein ficou famoso como maestro e como compositor, por motivos que não vou nem precisar listar. Lenny também foi um grande educador. No campo da educação tradicional, entre seus alunos famosos, podemos citar a maestrina Marin Alsop e o maestro Michael Tilson Thomas. E talvez seja ainda mais importante a forma como ele inovou na utilização da TV: entre 1958 e 72, nos Young People’s Concerts, ele falava sobre Beethoven, sobre romantismo, sobre Mahler e sobre atonalismo em linguagem de televisão, de forma simples e ao mesmo tempo sem estupidificar o público. Tá tudo, ou quase, no Youtube, é claro…
O disco que trago nesta sexta-feira 13 contém a famosa Sinfonia Fantástica de Berlioz e em seguida uma faixa bônus, com Bernstein comentando a sinfonia e dando exemplos musicais. Após ouvir Bernstein comentar sobre o tema principal (idée fixe – ideia fixa), sobre como a sinfonia é descrita por Berlioz como uma alucinação de um amante embriagado de ópio, sobre os dois últimos movimentos que incluem uma marcha até a guilhotina e uma orgia diabólica com bruxos e bruxas, duvido que vocês ouçam essa sinfonia da mesma forma.
‘Pretty spooky stuff. And it’s spooky because those sounds you’re hearing come from the first psychedelic symphony in history, the first musical description ever made of a trip, written one hundred thirty odd years before the Beatles, way back in 1830 by the brilliant French composer Hector Berlioz.’ Lenny Bernstein, 1968
Hector Berlioz: Symphonie Fantastique
1. Rêveries, passions
2. Un bal
3. Scène aux champs
4. Marche au supplice
5. Songe d’une nuit du Sabbat
New York Philharmonic, Leonard Bernstein, 1963
6. Bonus track: Berlioz takes a trip (Leonard Bernstein, 1968)
Sandrine Piau nos convida para uma viagem pelo território íntimo e infinito dos sonhos. Quimera: uma busca ilusória e insatisfeita, o cemitério de nossas ilusões …
Sandrine e sua parceira de longa data, a pianista Susan Manoff, criaram um programa que combina a canção alemã (Hugo Wolf, uma das canções de Mignon de Schumann, uma cena de Fausto de Goethe de Carl Loewe), Mélodies de Debussy e Poulenc (com Banalités), e Art Songs de Barber junto com descobertas de compositores mais raramente ouvidos como Ivor Gurney e as Dickinson Songs de André Previn, o célebre maestro americano menos conhecido por suas composições, que incluem este magnífico ciclo escrito por Renée Fleming.
Com naturalidade, em francês, alemão e inglês, Sandrine Piau está no auge de sua arte. Fantoches, Clair de Lune, Solitary Hotel, Haverá realmente uma manhã ?: Saída para o mundo dos sonhos seguindo este itinerário poético único.
A terra das quimeras é a única neste mundo em que vale a pena viver (Jean-Jacques Rousseau). (Wikipedia)
.
Chimère
Loewe, Johann Carl Gottfried (Alemanha, 1796 – 1869) 01. Lieder und Balladen – Ach neige, du Schmerzenreiche Schumann, Robert (Alemanha, 1810-1856) 02. Lieder und Gesänge aus “Wilhelm Meister”, Op. 98a – Mignon “Kennst du das Land?” 03. Lieder und Gesänge, Op. 127 – Dein Angesicht 04. Myrthen, Op. 25 – Die Lotosblume Debussy, Achille-Claude (França, 1862 – 1918) 05. Fêtes Galantes I, CD 86 – I. En sourdine 06. Fêtes Galantes I, CD 86 – II. Fantoches 07. Fêtes Galantes I, CD 86 – III. Clair de lune Wolf, Hugo Philipp Jacob (Áustria, 1860 – 1903) 08. Verschwiegene Liebe 09. Nixe Binsefuss 10. Das verlassene Mägdlein 11. Lied vom Winde Gurney, Ivor Bertie (Inglaterra, 1890 – 1937) 12. Five Elizabethan Songs – IV. Sleep Baksa, Robert (Estados Unidos, 1938) 13. Heart! We Will Forget Him Poulenc, Francis Jean Marcel (França, 1899 – 1963) 14. Banalités, FP 107 – I. Chanson d’Orkenise 15. Banalités, FP 107 – II. Hôtel 16. Banalités, FP 107 – III. Fagnes de Wallonie 17. Banalités, FP 107 – IV. Voyage à Paris 18. Banalités, FP 107 – V. Sanglots Barber, Samuel Osborne (Estados Unidos, 1910 – 1981) 19. Despite and Still, Op. 41 – IV. Solitary Hotel Poulenc, Francis Jean Marcel (França, 1899 – 1963) 20. Métamorphoses, FP 121 – C’est ainsi que tu es Previn, André (Andreas Ludwig Priwin), Alemanha, 1929) 21. Three Dickinson Songs – As Imperceptibly as Grief 22. Three Dickinson Songs – Will There Really Be a Morning? 23. Three Dickinson Songs – Good Morning Midnight
.
Chimère – 2018
Sandrine Piau, soprano
Susan Manoff, piano
Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos. . When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.