Restaurado – Robert Schumann (1856-1856) – Symphony nº 2 & Cello Concerto in A Minor – Maisky, Bernstein, WPO

front MaiskyA Segunda Sinfonia de Schumann não tem para mim a mesma qualidade das outras três que Robert compôs, apesar de bons momentos.

A cereja do bolo desse CD é com certeza o maravilhoso Concerto para Cello, aqui interpretado por Mischa Maisky, um dos grandes nomes do seu instrumento do final do século XX e início deste século XXI. Gravou muito ao lado de Martha Argerich e de Gidon Kremer, e algumas destas gravações já apareceram por aqui em outras postagens. Quando lembro desse Concerto para Cello os nomes que me vem imediatamente à cabeça são os de Jacqueline Du Pré e o de Janos Starker, que realizaram gravações históricas dessa linda peça, que simboliza o apogeu do Romantismo. Maisky não se joga tanto de corpo e alma em sua interpretação quanto os dois citados acima, principalmente Du Pré, sua leitura é mais contida, mais apaixonada, eu diria.

Mas então vamos continuar com essa singela homenagem a Lenny.

01-1 Sostenuto assai-Un poco piu vivace-Allegro
02-2 Scherzo Allegro vivace
03-3 Adagio_espresssivo
04-4 Allegro molto vivace
05-1 Nicht zu schnell
06-2 Langsam
07-3 Sehr lebhaft

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FDP Bach

[restaurado por Vassily em 27/5/2020]

Georg Friedrich Händel (1685-1759) – Giulio Cesare in Egitto – Les Musiciens du Louvre, dir. Marc Minkowski; Magdalena Kožená, Anne Sofie von Otter – 2003

Giulio Cesare in Egitto
Dramma per musica, HWV 17, in three actes

Georg Friedrich Händel (1685-1759)

Les Musiciens du Louvre, dir. Marc Minkowski

On authentic instruments
2003

.

ROMANS
Giulio Cesare (primo imperatore dei Romani) ……………….. Marijana Mijanović
Cornelia (moglie di Pompeo) …………………………………… Charlotte Hellekant
Sesto (figlio di Pompeo e di Cornelia) ………………………… Anne Sofie von Otter
Curio (tribuno di Roma) ………………………………………… Jean-Michel Ankaoua

EGYPTIANS
Cleopatra (regina d’Egitto) …………………………………….. Magdalena Kožená
Tolomeu (re d’Egitto) …………………………………………… Bejun Mehta
Achilla (duce generale dell’armi e consigliere di Tolomeo) … Alan Ewing
Nireno (confidente di Cleopatra e Tolomeo) …………………. Pascal Bertin

A ação é baseada na visita de Júlio César ao Egito, de 48 a 47 AC. César derrotou Pompeu, um general romano rival, em Pharsalia, na Grécia, e o perseguiu até o Egito, onde Cleópatra e seu irmão mais novo, Ptolomeu, são soberanos em conjunto. Embora os personagens da ópera sejam baseados em figuras históricas – mas com César e Sexto retratados como muito mais jovens do que suas contrapartes na história – os detalhes da trama são em grande parte ficcionais. (ex encarte)

As 83 faixas dos 3 CDs, com os respectivos intérpretes, podem ser vistas aqui.

Palhinha: ouça: Scena 11. No. 16. Duetto (Cornelia, Sesto) – Son nata a lagrimar / Son nato a sospirar (com Anne Sophie von Otter e Phillipe Jaroussky)

 

Giulio Cesare in Egitto – 2003
Les Musiciens du Louvre
dir. Marc Minkowski

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Boa audição !

Georg Friedrich Händel (1685-1759): 6 Concerti Grossi, Op. 3; 12 Concerti Grossi, Op. 6

Georg Friedrich Händel (1685-1759): 6 Concerti Grossi, Op. 3; 12 Concerti Grossi, Op. 6

Estas obras foram muito divulgadas nos anos 70 através de gravações da Archiv. Não são concertos espetaculares, mas são bons. Naquela época, tudo vinha interpretado por Karl Richter e sua Orquestra Bach de Munique. Ouvi muito, conheço cada concerto em detalhes. Incrível como tudo mudou rapidamente. Estes registros de Hogwood são muito mais modernos, ou seja, de som muito mais antigo. Aqui, tudo é muito mais bonito e barroco. A música historicamente informada veio para ficar. E os concertos ganham nova vida. O recentemente falecido Christopher Hogwood é um mestre do repertório e está inteiramente à vontade. O CD 3 é especialmente maravilhoso.

.oOo.

Concerto grosso (italiano para ‘concerto grande’; plural : “concerti grossi”) é uma forma musical em que um grupo de solistas (“concertino”) — geralmente dois violinos e um violoncelo — dialoga com o resto da orquestra (“ripieno”), por vezes fundindo-se com este resultando no “tutti”. Trata-se de uma forma estritamente instrumental, típica do período barroco.

A denominação concerto grosso surgiu por volta de 1670, na partitura de uma cantata de Alessandro Stradella. Praticado, sobretudo, na Itália e na Inglaterra — um pouco nos países germânicos, mas nunca na França —, essa forma deriva da música veneziana a coro duplo e da suíte de danças.

As diferentes partes, concertino, ripieno e tuttti, são sustentadas pelo grupo do baixo contínuo (geralmente, feito por uma viola da gamba ou cravo). Alguns compositores utilizaram simplesmente a denominação de concerto, sinfonia ou sonata para designar a forma do concerto grosso.

O concerto grosso é, freqüentemente, dividido em quatro movimentos, alternativamente lentos e rápidos. Francesco Geminiani adicionou a viola ao concertino, para assim obter um quarteto de cordas completo.

Essa forma musical desapareceu no fim do Barroco, dando lugar a novas formas e gêneros, como as sinfonias pré-clássicas de Stamitz e a sinfonia concertante.

Mas, no século XX, a forma concerto grosso voltou a ser usada por vários compositores, como Igor Stravinsky, Ernest Bloch, Ralph Vaughan Williams, Bohuslav Martinů, Malcolm Williamson, Henry Cowell, Alfred Schnittke, William Bolcom, Heitor Villa-Lobos, Eino Tamberg, Krzysztof Penderecki e Philip Glass. Embora Edward Elgar (1857-1934) não possa ser considerado um compositor contemporâneo, sua romântica Introduction and allegro tem semelhanças com instrumentação do concerto grosso, com um quarteto solista (concertino) “conversando” com o restante do efetivo (ripieno).

Georg Friedrich Händel (1685-1759): 6 Concerti Grossi, Op. 3; 12 Concerti Grossi, Op. 6

Concerto Grosso in B-flat Major, op.3/1
1-1 Allegro 2:36
1-2 Largo 4:07
1-3 Allegro 1:25

Concerto Grosso in B-flat Major, op.3/2
1-4 Vivace 1:55
1-5 Largo 2:47
1-6 Allegro 2:00
1-7 Vivace 1:41
1-8 (Gavotte) 3:31

Concerto Grosso in G Major, op.3/3
1-9 Largo e staccato 0:26
1-10 Allegro 2:28
1-11 Adagio 1:01
1-12 Allegro 3:33

Concerto Grosso in F major, Op.3/4a
1-13 (Ouverture) – Allegro – (Lentement) 5:50
1-14 Andante 2:22
1-15 Allegro 1:29
1-16 Menuetto alternativo: Allegro 3:20

Concerto Grosso in D minor, Op.3/5
1-17 (Larghetto) 1:30
1-18 Fuga: Allegro 2:12
1-19 Adagio 1:25
1-20 Allegro ma non troppo 1:35
1-21 Allegro 2:49

Concerto Grosso in D minor, Op.3/6
1-22 Vivace 2:46
1-23 Adagio 2:13
1-24 Allegro 1:52

1-25 Appendix: organ concerto movement, published by Walsh as second movement of Op. 3 No. 6. (II: Allegro) 3:30

Concerto Grosso in G major, Op. 6/1
1-26 A tempo giusto 1:54
1-27 Allegro 1:50
1-28 Adagio 2:24
1-29 Allegro 2:41
1-30 Allegro 3:05

Concerto Grosso in F major, Op.6/2
2-1 Andante larghetto 4:11
2-2 Allegro 2:21
2-3 Largo 2:40
2-4 Allegro, ma non troppo 2:08

Concerto Grosso in E minor, Op.6/3
2-5 Larghetto 1:11
2-6 Andante 1:30
2-7 Allegro 2:37
2-8 Polonaise 5:03
2-9 Allegro, ma non troppo 1:26

Concerto Grosso in A minor, Op.6/4
2-10 Largo affettuoso 2:41
2-11 Allegro 2:40
2-12 Largo e piano 2:00
2-13 Allegro 2:32

Concerto Grosso in D major, Op.6/5
2-14 Larghetto e staccato 1:42
2-15 Allegro 2:08
2-16 Presto 3:19
2-17 Largo 1:54
2-18 Allegro 2:23
2-19 Menuet: un poco larghetto 3:00

Concerto Grosso in G minor, Op.6/6
2-20 Largo affettuoso 3:07
2-21 A tempo giusto 1:34
2-22 Musette: Larghetto 5:05
2-23 Allegro 2:52
2-24 Allegro 2:19

Concerto Grosso in B-flat major, Op.6/7
2-25 Largo 1:01
2-26 Allegro 2:31
2-27 Largo 2:51
2-28 Andante 4:01
2-29 Hornpipe 3:12

Concerto Grosso in C minor, Op.6/8
3-1 Allemande 4:50
3-2 Grave 1:15
3-3 Andante allegro 1:51
3-4 Adagio 1:02
3-5 Siciliana: Andante 3:17
3-6 Allegro 1:23

Concerto Grosso in F major, Op.6/9
3-7 Largo 1:37
3-8 Allegro 3:39
3-9 Larghetto 3:19
3-10 Allegro 1:48
3-11 Menuet 1:30
3-12 Gigue 2:00

Concerto Grosso in D minor, Op.6/10
3-13 Ouverture – Allegro 3:30
3-14 Air: Lentement 2:55
3-15 Allegro 2:28
3-16 Allegro 2:45
3-17 Allegro moderato 1:48

Concerto Grosso in A major, Op.6/11
3-18 Andante largetto e staccato 4:36
3-19 Allegro 1:36
3-20 Largo e staccato 0:25
3-21 Andante 4:24
3-22 Allegro 5:45

Concerto Grosso in B minor, Op.6/12
3-23 Largo 2:01
3-24 Allegro 2:56
3-25 Aria: Larghetto e piano 3:27
3-26 Largo 0:51
3-27 Allegro 2:00

The Handel & Haydn Society Of Boston
Christopher Hogwood

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Saudades de Hogwood (1941-2014)

PQP

Restaurado – Robert Schumann (1810-1856) – Symphonies nº 1 e 4 – Bernstein, Wiener Philharmoniker

REPOSTAGEM COM NOVO LINK

Por um equívoco de minha parte, achava que esta gravação já havia sido postada. Desculpem nossa falha. Então para completar a série, as minhas duas sinfonias favoritas de Robert Schumann, a Primeira e a Quarta.

A velha parceria Bernstein / Wiener Philharmoniker continua impecável nesta gravação, seja nos movimentos mais rápidos, seja nos movimentos mais lentos. Coisa de gente grande.

E como o tempo urge, deixo os senhores com essa dupla. Garanto que não vão se arrepender.

Robert Schumann – Symphony nº 1 in B Flat, op. 38, Symphony nº 4, in D Minor, op. 120

01-1 Andante un poco maestoso-Allegro molto
02-2 Larghetto
03-3 Scherzo Molto vivace
04-4 Allegro animato e grazioso
05-1 Ziemlich langsam-Lebhaft
06-2 Romanze Ziemlich langsam
07-3 Scherzo
08-4 Langsam-Lebhaft-Schneller-Presto

Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein – Conductor

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Lenny02

FDP Bach

[restaurado por Vassily em 27/5/2020]

Camille Saint-Saëns (1835-1921): Oratório de Natal

Camille Saint-Saëns (1835-1921): Oratório de Natal

O monge Ranulfus confessa que de modo geral detesta dar atenção ao Natal… mas nesta sua temporada de peregrinações passou da mui barroca e africana cidade de Salvador para a de Curitiba, que, mesmo sendo capital de um dos estados mais caboclos do Brasil, concebe-se com tanta fé em algum ponto entre Paris e Viena que até chega a realizar de fato, em alguma medida, essa posição.

E, zanzando pelas ruas dessa capital caboclo-europeia, topou com uma apresentação da Camerata Antiqua na bonita Capela Santa Maria, resgatada pela cidade de um antigo colégio que se mudou (ver foto abaixo) – apresentação essa de caráter totalmente natalino… mas, relaxem, sem nada de Noite Feliz nem de Jingle Bells: um In Terra Pax do inglês Gerald Finzi (1901-1956) e o mais mencionado que conhecido Oratório de Natal de Camille Saint-Saëns, tudo isso numa realização de uma beleza serenamente arrebatadora – se é que alguém consegue conceber tal combinação de qualidades!

Camerata Antiqua de Curitiba, Capela Santa Maria, 18.12.2010

Naturamente o monge Ranulfus saiu de lá com enorme vontade de compartilhar aquele concerto com seus amigos do PQP Bach… mas não sendo possível conformou-se com esta gravação alemã do oratório de Saint-Saëns, deixando para ver se encontra a bonita obra de Finzi em outra ocasião.

Saint-Saëns tinha apenas 23 anos quando compôs este oratório, uma obra de ~40 minutos para 5 vozes solistas, coro, órgão, harpa e orquestra. O hino final é consideravelmente conhecido e cantado por aí, mas creio que há bem mais a conhecer e apreciar nesse oratório. Pessoalmente achei os tempos e dinâmica do regente Diethard Hellmann um pouco burocráticos, especialmente no primeiro recitativo e no hino final, que poderia soar bem mais exultante… mas acho que isso não precisa nos atrapalhar na descoberta da obra, não concordam?

Então vamos lá:

Camille Saint-Saëns (1835-1921)
Oratorio de Noël, Op. 12 (1858) [39:38]

1-Prélude (Dans le style de Séb. Bach) (3:16)
2-Recit et Choeur: Et Pastores erant – Gloria (coro) (5:47)
3-Air: Expectants expectavi Dominum (mezzosoprano) (4:08)
4-Air et Choeur: Domine, ego credidi (tenor e coro) (4:01)
5-Duo: Benedictus qui venit (soprano e barítono) (4:03)
6-Choeur: Quare fremuerunt gentes (coro) (3:59)
7-Trio: Tecum principium (mezzosoprano, tenor e barítono) (4:23)
8-Quatour: Alleluja (soprano, soprano, contralto e barítono) (2:14)
9-Quintette et Choeur: Consurge, Filia Sion
(soprano, mezzosoprano, contralto, tenor, barítono e coro) (5:29)
10-Choeur: Tollite hostias (coro) (2:18)

Coro Bach e Orquestra Bach de Mainz
Verena Schweizer (soprano)
Edith Wiens (mezzosoprano)
Helena Jungwirth (contralto)
Friedreich Melzer (tenor)
Kurt Widmer (barítono)
Hans-Joachim Bartsch (orgão)
Barbara Biermann (harpa)
Diethard Hellmann (condutor)

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LINK ALTERNATIVO

Marten de Vos: O Nascimento de Cristo (1577)

Ranulfus

Alma Latina: El Gran Barroco – La mejor música barroca de Latinoamérica – Coro de Cámara Exaudi de La Habana & Capilla Virreinal de Lima & Solistas Instrumentales de La Habana

Coro de Cámara Exaudi de La Habana

Capilla Virreinal de Lima

Solistas Instrumentales de La Habana

Maestrina María Felicia Pérez

Devido ao sucesso obtido com o lançamento dos CDs El Gran Barroco de Bolívia e El Gran Barroco de Peru, publicados aqui e aqui, a gravadora resolveu lançar El Gran Barroco – La mejor música barroca de Latinoamérica, uma coletânea de música sacra composta principalmente no Peru, Bolívia, Panamá e Guatemala por europeus que para lá foram no século XVII e XVIII. 

Ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde a cultura européia e apostólica romana predominaram, nota-se, nos outros países latino americanos, a influência da cultura indígena local na formação de uma nova sociedade sendo colonizada.

El Gran Barroco – La mejor música barroca de Latinoamérica
Fr. Juan Pérez de Bocanegra (Cusco, ca. 1610)
01. HanaqPachaq (Himno procesional a la Virgen en lengua quechua)
Roque Ceruti (Milan, ca. 1685 – Lima, 1760)
02. Al campo sale María (Villancico de Batalla A la Purísima Concepción, a dos coros)
Carlos Patiño (Santa María del Campo Rus, 1600 – Madrid, 1675)
03. Maria Mater Dei (Canto de Amor Encendido de una Alma a la Madre de su Creador.
Anónimo (Samuel Fritz? 1656 – 1725) (Quito y Panamá)
04. Pastorela para los violones
Anónimo (Cusco)
05. Quedidito, quedo (Villancico para las maitines de Santa Clara)
Anónimo (Guatemala, hacia 1700)
06. Corazón que suspiras Atento (Tono a lo Divino, a solo con violines y bajos)
Carlos Patiño (Santa María del Campo Rus, 1600 – Madrid, 1675)
07. Lauda Jerusalem Dóminum (Salmo 147 de Primeras Vísperas de la Ascención de la B. M. Virgen & ad repellendam tempestatem)
Anónimo (Mathías Aleñar?) (Guatemala)
08. Ángel de Batalla (Cantata en Ecos Para el Corpus con Trompas y Bajones que se haga desde sobre el Ayre)
Manuel de Moraes Pedrozo (Lima, ca. 1762)
09. Te Deum laudamus (Concertado. A cuatro y a asolo, con coro e instrumentos)
Anónimo (Chuquisaca, Bolivia, 1722)
10. A este festejo y concurso (Juguete de Navidad. Dúo del 5º Tono)
Roque Ceruti (Milan, ca. 1685 – Lima, 1760)
11. Hoy la tierra produce una rosa (Villancico a cuatro a la Natividad de Nª Sra. Con violones y bajo)
Juan de Araujo (Villafranca, España, 1646 – Chuquisaca, Bolívia 1712)
12. Los negritos (Jácara A la Natividad del Sr.)

El Gran Barroco – La mejor música barroca de Latinoamérica – 2003
Coro de Cámara Exaudi de La Habana & Capilla Virreinal de Lima
Solistas Instrumentales de La Habana
Maestrina María Felicia Pérez

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Boa audição,

Avicenna

Antonio Vivaldi (1678-1741): As Sonatas para Flauta Transversa

Antonio Vivaldi (1678-1741): As Sonatas para Flauta Transversa

Vivaldi dizia sofrer terrivelmente de asma. Há controvérsias. Alguns inimigos o acusavam de fingir ser doente para não perder tempo preparando e conduzindo missas e dedicar-se apenas à música. Vivaldi afirmava que muitas vezes tinha que se retirar também de concertos em razão das frequentes crises. Mas, como poucos viam tais fatos acontecerem, ele acabou sendo denunciado pelo compositor Benedetto Marcello, seu inimigo, que chegou ao ponto de escrever um panfleto contra Vivaldi, alegando ser ele um fingido que não apenas não era doente como tinha amantes — o que realmente era um fato público. Toda Veneza sabia que ele não era nada adepto do voto de castidade. Novamente, em 1737, um sacerdote atacou-o pelo fato de não oficiar missas e por seu, digamos, estilo de vida. Mas, porra, deixem o Padre Vermelho compor! Ele era muito bom, como podemos ouvir neste CD de obras quase desconhecidas.

Antonio Vivaldi (1678-1741): As Sonatas para Flauta Transversa

Sonate en Fa majeur RV 52
01. I. Prelude
02. II. Allemande
03. III. Siciliano
04. IV. Allegro (Aria di Giga)

Sonate en Re mineur RV 49
05. I. Prelude
06. II. Preludio (Largo)
07. III. Siciliana (Adagio)
08. IV. Allegro (Sarabanda)
09. V. Allegro

Sonate en Mi mineur RV 50
10. I. Andante
11. II. Siciliano
12. III. Allegro
13. IV. Arioso

Sonate en Sol mineur RV 58
14. I. Prelude
15. II. Vivace
16. III. Alla breve (Fuga a capella)
17. IV. Largo
18. V. Allegro ma non presto

Sonate en Ut mineur RV 53
19. I. Adagio
20. II. Allegro
21. III. Andante
22. IV. Allegro

Sonate en Re majeur RV 48
23. I. Affettuoso
24. II. Allegro assai
25. III. Larghetto
26. IV. Allegro

Sonate en Sol mineur RV 51
27. I. Prelude
28. II. Largo
29. III. Allegro
30. IV. Andante
31. V. Allegro

XVIII-21 Musique des Lumieres
Jean-Christophe Frisch, flute traversiere baroque
Christine Plubeau, viole de gambe
Pascal Bouquet, archiluth
Claude Wassmer, basson baroque
Alessandro de Marchi, clavecin

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Vivaldi, o que homem que se fazia de doente

PQP

.: interlúdio :. Itzhak Perlman, Andre Previn, Shelly Manne, Jim Hall, Red Mitchell – A Different Kind of Blues, It´s a Breeze

Estes dois CDs reunidos em um só trazem uma das incursões do grande violinista Itzhak Perlman no Jazz, muito bem acompanhado por sinal por seu amigo de longa data Andre Previn e um fantástico grupo que ainda traz Jim Hall, Shelly Manne e Red Mitchel. Garanto aos senhores que vale a pena conhecer e apreciar. O talento de Perlman é plenamente conhecido e já trouxemos diversos cds seus para atestar isso.
O que ouviremos aqui é um música de alto nível, tocada por músicos de altíssimo nível, sem dúvida alguma. Tenho certeza de que irão gostar.

A DIFFERENT KIND OF BLUES

01. Look at Him Go
02. Little Face
03. Who Reads Reviews
04. Night Thoughts
05. A Different Kind of Blues
06. Chocolate Apricot
07. The Five of Us
08. Make Up Your Mind

Itzhak Perlman – Violin
Andre Previn – Piano
Shelly Manne – Drums
Jim Hall – Guitar
Red Mitchell – Bass

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IT´S A BREEZE

01. It_s A Breeze
02. Rain In My Head
03. Catgut Your Tongue
04. It_s About Time
05. Quiet Diddling
06. A Tune For Heather
07. Bowing and Scraping
08. The Red Bar

Itzhak Perlman – Violin
Andre Previn – Piano
Shelly Manne – Drums
Jim Hall – Guitar
Red Mitchell – Bass

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Rameau / Charpentier / Lambert: Ombre de mon amant — Árias Barrocas Francesas

Rameau / Charpentier / Lambert: Ombre de mon amant — Árias Barrocas Francesas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Ombre de mon amant é uma arrebatadora demonstração do virtuosismo de Anne Sofie von Otter. Seu domínio de diversos gêneros musicais, sua dicção cristalina e a requintada musicalidade são notáveis. Como se não bastasse, ela tem a companhia de William Christie e de seu Les Arts Florissants, que trazem exuberante energia para todas as faixas. A música é sempre ótima. A orquestra respeita os momentos tristes e na hora da galinhagem, faz galinhagem. A música barroca francesa é ainda pouco explorada, em especial a ópera barroca francesa. Muitas das óperas de Lully, Rameau, Campra e outros compositores do país continuam a definhar em bibliotecas universitárias e museus. Até mesmo as óperas de Vivaldi são mais gravadas do que as de Rameau, que penso serem muito melhores. Enjoy!

Rameau / Charpentier / Lambert: Ombre De Mon Amant — Árias Barrocas Francesas

Médée (H. 491)
1 Ouverture 1:55

Acte II, Scène 2
2 Princesse C’est Sur Vous 2:38

3 Ma Bergère Est Tendre Et Fidelle 2:34
4 Ombre de Mon Amant 4:32
5 Concert [Suite] Pour Quatre Parties De Violes, H. 545: I. Prelude 3:27

Médée (H. 491)
Acte III, Scènes 3-7
6 Quel Prix De Mon Amour 5:00
7 Croiras-tu Mon Malheur – Dieux Témoins De La Foi 0:56
8 C’en Est Fait, On M’y Force 1:16
9 Avant Que D’éclater – Malgré Ta Noire Trahison 1:52
10 Noires Filles Du Styx 1:47
11 Venez Mêler À Mes Poison 0:58
12 Je Voy Le Don Fatal 0:52
13 Premier Air Pour Les Démons 1:23
14 a Dieu Du Cocyte Et Des Royaumes Sombres 3:12
14 b L’Enfer M’A Répondu 1:16
15 Entrée Des Démons 1:26

16 Auprès Du Feu L’on Fait L’amour 1:59
17 4. Gigue Angloise 1:07
18 Celle Qui Fait Mon Tourment (H. 450) 1:55
19 5. Gigue Francoise 1:11

Hippolyte Et Aricie
Acte III, Scène 1
20 Cruelle Mère Des Amours 5:37

Les Fêtes D’Hébé Ou Les Talens Lyriques
Prologue, Scène 5
21 Air Gracieux Pour Zéphyre Et Les Grâces 1:40

Prologue, Scène 5
22 Vole, Zéphyre! 2:11

Première Entrée (“La Poésie”), Scène 8
23 Tambourins I Et II 1:46

Seconde Entrée (“La Musique”), Scène 5
24 Air Tendre 0:51
25 Pour Le Génie De Mars 1:08
26 La Victoire 1:13
27 Chaconne 3:48

Hippolyte Et Aricie
Acte IV, Scène 4
28 Quelle Plainte En Ces Lieux M’appelle? 4:13

29 Vos Mépris Chaque Jour 2:30

Composed By – Jean-Philippe Rameau (tracks: 20 to 28), Marc Antoine Charpentier (tracks: 1, 2, 5 to19), Michel Lambert (3) (tracks: 3, 4, 29)

Anne Sofie Von Otter
Les Arts Florissants
William Christie

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La Comédie-Française durante o século XVIII.

PQP

Sergei Prokofiev (1891-1953) – Concerto for Piano & Orchestra nº 5 in G Major, Kurt Weill (1900-1950) – Kleine Dreigroschenmusik – John Browning, Boston Symphony Orchestra, Erich Leinsdorf

Devido a um claro esquecimento, faltou ‘apenas’  o Concerto nº 5 na “integral” dos Concertos de Prokofiev que postei há alguns meses com o John Browning, Sinfônica de Boston dirigida pelo Erich Leinsdorf. Um leitor – ouvinte sentiu falta e perguntou: mas cadê o Concerto nº 5 ? Ele não gravou? Gravou, sim, meu caro e atento leitor, o problema é na correria do dia a dia a cabeça da gente não dá conta de tudo, né?
Então aproveite o domingo para ouvir esta magnífica interpretação de um dos maiores concertos para piano já compostos.
Ah, de quebra, os senhores vão ter o prazer de ouvir em primeira mão aqui no PQPBach, uma versão para Orquestra de Sopros de outra obra prima do século XX, a “Ópera dos Três Vinténs” do Kurt Weill. É mole, ou querem mais?

01. Piano Concerto No. 5 in G major, Op. 55 – I. Allegro con brio
02. II. Moderato ben accentuato
03. III. Toccata Allegro con fuoco (più presto che la prima volta)
04. IV. Larghetto
05. V. Vivo

John Browning – Piano
Boston Symphony Orchestra
Erich Leinsdorf – Conductor

06. Suite from The Threepenny Opera – I. Overture
07. II. The Ballad of Mack the Knife
08. III. Instead-of-Song
09. IV. The Ballad of Pleasant Living
10. V. Polly’s Song
11. VI. Tango-Ballade
12. VII. Cannon Song
13. VIII. The Threepenny Finale

Boston Symphony Orchestra
Erich Leinsdorf – Conductor

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Johannes Brahms (1833-1897): Todos os Quartetos de Cordas, Quintetos e Sextetos (mais um dos Trios) (Amadeus)

Johannes Brahms (1833-1897): Todos os Quartetos de Cordas, Quintetos e Sextetos (mais um dos Trios) (Amadeus)

Aqui quem escreve é o PQP. Estou revalidando num só arquivo estes super posts do Carlinus. Motivo: (1) dois ou três dos CDs estavam com seus links idos e (2) Brahms é bom demais. Mantive todos os textos introdutórios originais. Só não há texto para o 5º CD pelo simples fato de o post para o 4º e 5º CDs serem um só. Grande destaque para os Op. 88,  34, 114, 115 — obra que inspirou Erico Verissimo a dar o nome de Solo de Clarineta a seus livros de memórias, a ter infartos e mais: acho que a gravação de Leister era a que ele tinha em casa — , 18, 51 nº 2, 36 e para todo o resto!

Como diz o Carlinus: boa apreciação!

CD1:

Já venho há dois meses com o intento de postar os quartetos de cordas de Brahms, uma joia, uma pérola, algo para qual nos falta palavras. Mas foi somente hoje que disse para mim mesmo: “Hoje a criança nasce!”. E como estou entusiasmado com estas postagens! Nutro uma profunda admiração pela música brahmsiana. Com o compositor não havia tempo para devaneios ou produções que fugiam àqueles elementos tão típicos da música genuinamente clássica. Deve ser por isso que ele não compôs balê ou ópera. Seus pés estavam fincados no terreno da música pura. Música-música (se é que existe esta expressão). Toda as vezes que vou postar Brahms corre dentro de mim certa expectação reverente. A alemão não era brincadeira. Sua música é um atestado de sua competência e seriedade. Em sua época o que vigorava eram as megalomanias de Wagner e dos compositores programáticos. Brahms conseguiu se impor compondo música absoluta – a mesma que compusera Beethoven, Mozart e Haydn. Tudo isso amalgamado ao espírito profundo do Romantismo. Resta-nos apenas ficar com o primeiro CD com os dois primeiros quartetos – O opus 51 no. 1 e 2. Estes quartetos são verdadeiras obras primas. Possuem uma capacidade de síntese, concentração e honestidade musical invejáveis, dificilmente encontráveis em outros compositores. Prestem atenção: falo “dificilmente”. Páro por aqui: é preciso ouvir para sentir estas duas maravilhas. Aprecie sem moderação, incontidamente!

Johannes Brahms (1833-1897) – String Quartet in C menor, Op. 51 no. 1 e String Quartet in A menor, Op. 51 no. 2

String Quartet in C menor, Op. 51 no. 1 [30:10]
01. Allegro
02. Romanze. Poco Adagio
03. Allegretto molto moderato e comodo – Un poco piu animato
04. Allegro

String Quartet in A menor, Op. 51 no. 2 [31:04]
05. Allegro non troppo
06. Andate moderato
07. Quasi Minuetto, moderato – Allegretto vivace
08. Finale. Allegro non assai

Amadeus Quartet

CD2:

Após alguns dias de ausência eu retorno ao PQP Bach para dá continuidade ao ciclo de postagens com o material camerístico de Brahms, iniciado há alguns dias atrás. Nesta ocasião teremos o Quarteto in B flat maior, Op. 67 e o o famoso Quinteto para piano, dois violinos, viola e violoncelo em F menor, Op. 34. Para um dia como este é uma música agradavelmente adequada. Os comentários são dispensáveis. Que a música forneça suas explicações. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) – String Quartet in B flat major, Op. 67 e Quinteto for piano, 2 violins, viola e violoncello in F menor, Op. 34

String Quartet in B flat major, Op. 67 [32:13]
01. 1.Vivace
02. 2. Andante
03. 3. Agitato(Allegretto Non Troppo)
04. 4. Poco Allegretto Con Variazioni

Quinteto for piano, 2 violins, viola e violoncello in F menor, Op. 34 [41:21]
05. 1. Allegro Non Troppo
06. 2. Andante, Un Poco Adagio
07. 3. Scherzo.Allegro-Trio
08. 4. Finale.Poco Sostenuto

Amadeus Quartet

CD3:

Dizer o quê? Comentar o quê? Não há necessidade nem disso nem daquilo. A obra camerística de Brahms é uma das coisas mais belas que já foram escritas em toda a história da música. É a mistura da melancolia correta com a técnica exata. Destaca-se neste CD o opus 111. É uma obra tardia do velho Brahms. Uma curiosidade: conta-se que após ter escrito esse Quinteto, Brahms decidiu parar de compor e até preparou um testamento. Entrementes, alguém como ele não poderia ficar parado. Esse fato teria se dado lá pelos anos de 1890. O que acontece é que após ter encontrado o clarinetista Richard Mülhfeld, e, encantado com o instrumento para sopro, resolve escrever inúmeras obras para o clarinete. Sorte a nossa! Resta-nos apreciar essas maravilhas. Seguem dois quintetos neste registro – o opus 88 e o opus 111. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) – String Quintet in F major, Op. 88 e String Quintet in G major, Op. 111

String Quintet in F major, Op. 88
01. I. Allegro non troppo ma con brio
02. II. Grave ed appassionato-Allegretto vivace-Tempo I – Presto
03. III. Finale. Allegro energico

String Quintet in G major, Op. 111
04. I. Allegro non troppo, ma con brio
05. II. Andante, un poco Adagio
06. III. Scherzo. Allegro – Trio
07. IV. Finale. Poco sostenuto

Amadeus Quartet

CD4:

Finalizemos esta integral com postagens da obra camarística de Brahms. Foi uma caminhada de grandes hiatos, postergações, supressões e tudo mais. Mas, chegamos a bom termo. Brahms é daqueles compositores profundos, de música sensível, que exigem uma atenção demasiada. É preciso ouvi-lo mais de uma vez para que entremos em seu mundo. Destacam-se nesse post os dois sextetos para cordas. O primeiro é o opus 18, composto em 1860 e estreado em 1862. Possui quatro movimentos. É marcado por duas violas, dois violinos e dois violoncelos. E a outra peça é o sexteto para cordas opus 36, composto durante os anos de 1864-1865. Apesar de Brahms tê-lo composto na atmosfera solitária, calma de Baden-Baden, Alemanha, o sexteto foi tocado pela primeira vez nos Estados Unidos, mais precisamente em Boston. Segue a mesma marcação do primeiro sexteto, com duas violas, dois violinos e dois violoncelos. Fica aqui a certeza de dois trabalhos fantásticos. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1807) – Trio para piano, clarinete e violoncelo em A menor, Op. 114 e Quinteto para clarinete, 2 violinos, viola e violoncelo em B menor, Op. 115

Trio para piano, clarinete e violoncelo em A menor, Op. 114
01. Allegro
02. Adagio
03. Andante grazioso
04. Allegro

Karl Leister, clarinete
Georg Donderer, violoncelo
Christopher Eschenbach, piano

Quinteto para clarinete, 2 violinos, viola e violoncelo em B menor, Op. 115

05. Allegro
06. Adagio
07. Andantino – Presto non assai, ma con sentimento
08. Con moto

Amadeus Quartet
Karl Leister, clarinete

CD5:

Johannes Brahms (1833-1897) – Sexteto para cordas em B flat major, Op. 18 e Sexteto para cordas em G major, Op. 36

Sexteto para cordas em B flat major, Op. 18 [33:25]
01. Allegro ma non troppo
02. Thema con Variazioni. Andante, ma moderato
03. Scherzo. Allegro molto – Trio. Animato
04. Rondo. Poco Allegretto e grazioso

Sexteto para cordas em G major, Op. 36 [38:55]
05. Allegro ma non troppo
06. Scherzo. Allegro ma non troppo – Presto giocoso – Tempo I
07. Poco Adagio
08. Poco Allegro

Amadeus Quartet
Cecil Aronowitz, viola II
William Pleeth, violoncelo II

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Quem seria?

Carlinus (com PQP)

Alma Latina: El Gran Barroco del Peru – Coro de Cámara Exaudi de la Habana con solistas de Perú y Bolivia.

El Gran Barroco del Peru

Coro de Cámara Exaudi de la Habana
con solistas de Perú y Bolivia
Maestrina María Felicia Pérez

Uma excelente coleção musical que se recuperou para a história da música em que os acordes barrocos produziram e tocaram na América. A perfeição musical de cada uma das peças gravadas e entre as quais se destaca o hino processional Quechua, junta-se à valiosa documentação “arqueológica” feita sob os auspícios da UNESCO. Esta jóia de registro não pode ser excluída pelos amantes da música clássica. E para quem não conheceu a produção musical da época da colônia espanhola, será uma surpresa porque seus acordes saem dos cânones sonoros com os quais se identifica a história da música na América Latina. O coro cubano Exaudi de Havana reafirma seu prestígio de excelência ao interpretar este magnífico trabalho. (ex-internet)

El Gran Barroco del Peru
Fr. Juan Pérez de Bocanegra (Cusco, ca. 1610)
01. Hanq Pachaq (Himno procesional en quechua)
Roque Ceruti (Milan, ca. 1685 – Lima, 1760)
02. Al campo sale Maria (Villancico de Batalla “A la Purissima Concepción” a coros
Anónimo (2e. mitad del s. XVII)
03. Nisi Dominus (Salmo 126 a tres, con continuo)
Anónimo (princípios del s. XVIII)
04. Nisi Dominus (Salmo 126 a tres, con violines y bajos)
Anónimo (Cusco, s. XVII)
05. Queditito quedo (Villancico para los matines de Santa Clara)
Anónimo (Cusco, año 1723)
06. Laetatus sum (Salmo 121 a mi M e. Sta. Cathalina de Siena)
Anónimo (Año 1752, Arequipa o Cusco)
07. Vaya de música, Orfeos (Villancico a 8, a doble coro, dedicado a la Gloriosa Sta. Bárbara)
Anónimo (fin del s. XVII-princípios del s. XVIII)
08. Hoy Cielo y Tierra compiten (Duo a San Pedro Nolasco, con violines)
Anónimo (Cusco, 2e. mitad del Abad. s. XVII)
09. El más Augusto campeón (Batalla a cuatro coros, a N Padre S. Antonio)

El Gran Barroco del Peru – 1999
Coro de Cámara Exaudi de la Habana con solistas de Perú y Bolivia
Maestrina María Felicia Pérez

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MP3 | 128 KBPS | 54,8 MB

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Boa audição!

Avicenna

G. P. Telemann (1681-1767): Heilig, heilig, heilig ist Gott

G. P. Telemann (1681-1767): Heilig, heilig, heilig ist Gott

Eu adoro Telemann, mas não curti muito este CD. O problema deve ser eu. Ou não. Bem, não me surpreendo que Helig, heilig, heilig ist Gott (“Santo, Santo, Santo é Deus”) venha de uma parte do catálogo de Georg Philipp Telemann que é raramente frequentada — as cantatas e os oratórios que ele compôs as igrejas. Estes são em número de 13, menos dois que estão perdidos. Heilig foi escrita em 1747 para a reabertura da Dreieinikeitskirche em St. Georg, um subúrbio de Hamburgo. St. Georg estava crescendo rapidamente, pois a população de Hamburgo fugia para lá em razão de uma epidemia. A Dreieinikeitskirche ficou pequena demais para acomodar o aumento dos participantes, e assim teve de ser remodelada a grande custo durante a década de 1740. Sem dúvida, a Cantata de Telemann foi incluída no orçamento. Tragicamente, a Dreieinikeitskirche, antes conhecida como uma das mais belas igrejas barrocas da Europa, foi destruída em um bombardeio aliado em julho de 1943.

G. P. Telemann (1681-1767): Heilig, heilig, heilig ist Gott

Before the Sermon: I. Heilig, heilig, heilig ist Gott (Chorus) 3:36
II. Recitative: Herr, dessen unumschrankte Macht 3:09
III. Aria: Es strahlt die Pracht der gottlichen Starke 4:43
IV: Herr, was ist der Mensch (Chorus) 2:24
V. Recitative: So uberfallt uns Angst 2:21
VI. Aria: Herr, wenn wir zitternd vor dich treten 4:24
VII. Recitative: So fallt vor dir, Herr, unsre Andacht nieder 2:06
VIII. Aria: Schau mit gnadenvollem Blicke 4:38
IX. Chorale: Sei Lob und Preis mit Ehren 1:09
After the Sermon: X. Machet die Tore weit (Chorus) 4:08
XI. Recitative: Der Gott, der Heiland, der die Welt besucht 1:00
XII. Aria: Auf! sucht in vereingten Choren 6:26
XIII. Singet frohlich Gott (Chorus) 2:19
XIV. Recitative: Doch unsern Gott 1:03
XV. Aria: Der Glaude, der in Liebe gluhet 4:50
XVI. Chorale: Herr Gott, Vater, mein starker Held 1:12
XVII. Recitative: Allein, was sind wir ohne dich? 1:49
XVIII. Aria: Unverletzlich ewge Klarheit 7:20
XIX. Chorale: Du heiliges Licht, edler Hort 1:10
XX. Recitative: Herr, unser Glaube stammt von dir 2:22
XXI. Aria: Herr! starke die befohlnen Triebe 4:56
XXII. Chorale: Du susse Liebe, schenk uns deine Gunst 0:40
XXIII. Recitative: Du ewger Vater, deine Gute 1:19
XXIV. Chorale: Gott Vater, dir sei Preis 0:50
XXV. Aria: Herr! Deine Treue kennt kein Wanken 6:22
XXVI. Chorale: Es danke Gott und lobe dich 1:15

Performers:
Monika Mauch, Soprano
Ralf Popken, Altus
Andreas Post, Tenor
Albrecht Pohl, Bass

Collegium Vocale Siegen
Trompeten Consort ”Friedemann Immer”
Hannoversche Hofkapelle
Ulrich Stotzel, conductor

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A nova Dreieinigkeitskirche, de St. Georg, Hamburgo

PQP

Restaurado – Robert Schumann (1810-1856) – The Symphonies – Chamber Orchestra of Europe, Yanick Nézet-Seguin

Parece haver uma tendência entre a nova geração de maestros em interpretar estes grandes monumentos sinfônicos em orquestras menores. É o caso desta integral de Schumann com o jovem e talentoso maestro canadense Yanick Nézet-Seguin, e com Robin Ticciati & Scottish Chamber Orchestra, que recém gravou a integral das Sinfonias de Brahms dentro desta mesma proposta, e que trarei na sequência.
Acostumado que estou (ou estamos, falando em nome de todos os que amam estas obras) com  os grandes grupos orquestrais, soa no mínimo estranho estas escolhas. Mas estamos no século XXI, e temos duas opções: ou gostamos, e nos adaptamos, acreditando ser uma ‘moda passageira’, ou odiamos, os ignoramos e voltamos para nossos standards, leia-se Karajan, Bernstein, Sawalisch, Masur, entre tantos outros que gravaram estas mesmas obras em registros memoráveis.
Ainda não tenho uma opinião formada, admito. Meu cérebro precisa ainda se adaptar à sonoridade, precisa assimilar esta novidade.  Deixo ao critério dos senhores analisarem e tirarem suas conclusões. De qualquer maneira, é música de gente grande tocada por gente grande. Aliás, deixo em anexo ao arquivo compactado o libreto, com um belo e elucidativo texto do próprio Yanick Nézet-Seguin, explicando suas escolhas. Portanto, mais um elemento que vai ajudar os senhores a tirarem suas conclusões. Ou não.

CD 1

1. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 1. Andante un poco maestoso – Allegro molto vivace
2. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 2. Larghetto
3. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 3. Scherzo (Molto vivace)
4. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 4. Allegro animato e grazioso
5. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 1. Ziemlich langsam – Lebhaft
6. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 2. Romanze (Ziemlich langsam)
7. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 3. Scherzo
8. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 4. Langsam – Lebhaft – Schneller – Presto

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CD 2

9. Symphony No.2 In C, Op.61 – 1. Sostenuto assai – Un poco piu vivace – Allegro ma non troppo – Con fuoco
10. Symphony No.2 In C, Op.61 – 2. Scherzo (Allegro vivace)
11. Symphony No.2 In C, Op.61 – 3. Adagio espresssivo
12. Symphony No.2 In C, Op.61 – 4. Allegro molto vivace
13. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 1. Lebhaft
14. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 2. Scherzo (Sehr maig)
15. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 3. Nicht schnell
16. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 4. Feierlich
17. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 5. Lebhaft

Chamber Orchestra of Europe
Yannick Nézet-Séguin – Conductor

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[revalidado por Vassily em 26/5/2020 e em 28/1/2023]

Franz Schubert (1797-1828): Quartetos de Cordas Nº 10 e 14 “A Morte e a Donzela”

Franz Schubert (1797-1828): Quartetos de Cordas Nº 10 e 14 “A Morte e a Donzela”

Excelente versão de um ótimo e justamente famoso quarteto de Schubert e de outro menos conhecido. O quarteto de cordas nº 14 em ré menor, conhecido popularmente como O quarteto de cordas A Morte e a Donzela (em alemão: Der Tod und das Mädchen) foi composto em 1824, dois anos depois de Schubert ter descoberto que contraíra sífilis. O compositor sentia que estava morrendo. O quarteto é assim nomeado em razão do tema do segundo movimento, no qual Schubert retomou de uma canção, um lied, escrito em 1817 com o mesmo título. É uma das obras-primas do período mais maduro de Schubert. A primeira execução foi em 1826 em uma audição domiciliar privada, e não foi publicado até 1831, três anos após a morte de Schubert.

Franz Schubert (1797-1828): Quartetos de Cordas Nº 10 e 14 “A Morte e a Donzela”

String Quartet No. 10 in E flat major, D. 87
1 I. Allegro Moderato 6:30
2 II. Scherzo. Prestissimo 2:00
3 III. Adagio 5:47
4 IV. Allegro 7:30

String Quartet No. 14 in D minor, D. 810 “Death and the Maiden”
5 I. Allegro 11:15
6 II. Andante Con Moto 13:01
7 III. Scherzo: Allegro – Trio 4:09
8 IV. Presto – Prestissimo 8:56

Quatuor Van Kuijk

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A Morte e a Donzela (1915), gravura de Egon Schiele

PQP

.: interlúdio (ou não) :. Shani Diluka: Route 66 (American Piano Music)

.: interlúdio (ou não) :. Shani Diluka: Route 66 (American Piano Music)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um belo disco difícil de definir: é jazz ou erudito? Bem, na verdade eu nem noto mais a diferença. Ouço ambos os gêneros indistintamente. A pianista Shani Diluka, nascida no Sri Lanka, chama seu recital de 18 peças de compositores e improvisadores norte-americanos de Route 66. Nas anotações que vêm junto ao CD, ela liga cada peça a uma passagem de On the Road, de Jack Kerouac, embora a calma que prevalece na maioria das canções dificilmente evoque a narrativa contundente do romance. Ela demonstra um colorido maior do que normalmente se ouve dos chamados especialistas em música contemporânea. Isso é bom, claro. Porém, na maioria das peças líricas, no entanto, a dinâmica suave retrocede e murcha quase a ponto de desaparecer, especialmente quando Diluka faz diminuendos. Mas o saldo final é altamente positivo. A pianista é excelente e o repertório fantástico.

Deixem eu contar uma história rapidinha para vocês. Certa vez, estava em Londres e fui assistir a um concerto sensacional onde um conhecido pianista interpretaria um Concerto de Mozart. Ele tocou maravilhosamente e foi muito aplaudido. Voltou três vezes ao palco. O pedido por um bis era óbvio. Então ele ergueu os braços e pediu silêncio. Disse que no dia anterior substituíra outro pianista que caíra doente. Tivera que ir até Praga para fazer o Concerto Nº 1 de Brahms. Estava no contrato. Na volta, o avião atrasara. Contou que estava cansadíssimo e que ia dar o bis tocando a peça que costumava tocar à noite, quando estava em casa e queria relaxar para dormir. E anunciou: “Vamos relaxar juntos. Vou tocar Peace Piece, de Bill Evans. Espero que vocês não durmam”. A ultra civilizada e culta plateia londrina, em vez de aplaudir, fez aquele som misto de aplausos e Uh, Uh! típicos dos concertos de jazz. Melhor cidade do mundo.

Shani Diluka: Route 66 (American Piano Music)

1 China Gates
Composed By – John Adams
4:40
2 My Wild Irish Rose
Arranged By – Keith Jarrett
5:05
3 Lullaby
Composed By – Percy Grainger
5:06
4 Pas De Deux
Composed By – Samuel Barber
3:59
5 Young Birches
Composed By – Amy Beach*
2:38
6 Waltz For Debby
Composed By – Bill Evans
2:10
7 Etude No. 9
Composed By – Philip Glass
2:17
8 For Felicia Montealegre
Composed By – Leonard Bernstein
1:59
9 In A Landscape
Composed By – John Cage
6:18
10 I Love Porgy
Arranged By – Keith Jarrett
Composed By – George Gershwin
5:10
11 Interlude
Composed By – Leonard Bernstein
1:36
12 Chandeliers
Composed By – Hyung-Ki Joo
6:26
13 Danza De La Mozo Donosa
Composed By – Alberto Ginastera
3:23
14 For Aaron Copland
Composed By – Leonard Bernstein
1:06
15 Piano Blues No. 1 “For Leo Smit”
Composed By – Aaron Copland
2:22
16 Peace Piece
Composed By – Bill Evans
7:05
17 Love Walked In
Arranged By – Percy Grainger
Composed By – George Gershwin
4:29
18 What Is This Thing Called Love
Arranged By – Raphaël Merlin
Composed By – Cole Porter

Piano – Shani Diluka
Vocals – Natalie Dessay (faixa 18)

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Diluka: às vezes delicada demais, mas com alto saldo positivo

PQP

Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) – Ballet “The Nutcracker, Op.71” – Ernest Ansermet & Orchestre de la Suisse Romande

“After Tchaikovsky’s qualified success with The Sleeping Beauty, in February 1891 he was invited to compose the music for a new ballet. The scenario was based on Alexandre Dumas père’s adaptation of a story by the German writer E.T.A. Hoffmann, Nussknacker und Mausekönig. From the outset, The Nutcracker had its critics, none more trenchant than the composer himself. He wrote to his beloved nephew, Vladimir (Bob) Davydov on 7 July: ‘…I finished the sketches of the ballet yesterday. You will remember that I boasted to you when you were here that I could finish the ballet in five days, but I have scarcely finished it in a fortnight. No, the old man is breaking up … he loses bit by bit the capacity to do anything at all. The ballet is infinitely worse than Sleeping Beauty – so much is certain … If I arrive at the conclusion that I can no longer furnish my musical table with anything but warmed up fare, I will give up composing altogether.’
At its St. Petersburg première on [6 December] 18 December 1892 The Nutcracker formed half of a double bill with the darker operatic component, Iolanta, generally thought superior. Posterity has reversed this judgement. It is true that hardly any story survives in the ballet’s voyage from the (mimed) semi-reality of an idealized family Christmas to the land of eternal sweetmeats (and nothing but virtuoso dancing). Yet the score itself is brilliantly alive with no hint of time-serving tinsel. Tchaikovsky’s exploitation of his unmatched gift for melody was never more audacious.
The miniature overture opening the work sets the fairy mood by employing only the orchestra’s upper registers. The first act is divided into two scenes. It is Christmas Eve and little Clara is playing with her toys. At midnight they come to life. Led by the Nutcracker, her special present, they overwhelm some marauding mice, after which he is transformed into a Prince. Clara and her Prince travel through a snowy landscape where they are greeted by waltzing snowflakes. Ivanov’s original choreography, in which the dancers evoked the movements of windswept snow, was much admired by the cognoscenti who climbed up to the cheaper seats in order to appreciate the patterns created.
In Act 2 the Sugar Plum Fairy and the people of the Land of Sweets proffer a lavish gala of character dances. There follows a magnificent pas de deux for the Prince and the Sugar Plum Fairy, the latter’s own variation realising the composer’s desire to showcase the celesta, a new instrument he had heard in Paris. Its unique timbre is here famously complemented by little downward swoops from the bass clarinet. Elsewhere Tchaikovsky incorporates several children’s instruments including a rattle, pop-gun, toy trumpet and
miniature drum. After the festivities Clara wakes up under the Christmas tree, the Nutcracker toy in her arms, although, in some versions she rides off with her Nutcracker Prince as if the dream has happened in reality q.v. Hoffmann’s original story.
Radical modern interpretations include Mark Morris’s The Hard Nut (1991), set in the Swinging Sixties but faithful to the original score, and Donald Byrd’s Harlem Nutcracker (1996), danced to Duke Ellington’s jazz adaptation and set in an African-American household where Clara, the little girl, has become clan matriarch. That Tchaikovsky’s invention should present such riches to plunder, given the slight, somewhat incongruous scenario with which he had to work, says much about the nature of his genius.”
C David Gutman, 2010

CD 16

01. The Nutcracker, Op.71 – a. Miniature Overture
02. The Nutcracker, Op.71 – b. Act I; N.1 – The Decoration Of The Christmas Tree
03. The Nutcracker, Op.71 – c. Act I; N.2 – March
04. The Nutcracker, Op.71 – d. Act I; N.3 – Children’s Galop & Entry Of The Parents
05. The Nutcracker, Op.71 – e. Act I; N.4 – Arrival Of Drosselmeyer
06. The Nutcracker, Op.71 – f. Act I; N.5 – Grandfather’s Dance
07. The Nutcracker, Op.71 – g. Act I; N.6 – Scene. Clara And The Nutcracker
08. The Nutcracker, Op.71 – h. Act I; N.7 – Scene. The Battle
09. The Nutcracker, Op.71 – i. Act I; N.8 – Scene. In The Pine Forest
10. The Nutcracker, Op.71 – j. Act I; N.9 – Waltz Of The Snowflakes
11. The Nutcracker, Op.71 – k. Act II; N.10 – Scene. The Kingdom Of Sweets
12. The Nutcracker, Op.71 – l. Act II; N.11 – Scene. Clara And The Prince
13. The Nutcracker, Op.71 – m. Act II; N.12-a – Divertissement. Chocolate–Spanish Dance
14. The Nutcracker, Op.71 – n. Act II; N.12-b – Divertissement. Coffee–Arabian Dance
15. The Nutcracker, Op.71 – o. Act II; N.12-c – Divertissement. Tea–Chinese Dance
16. The Nutcracker, Op.71 – p. Act II; N.12-d – Divertissement. Trepak–Russian Dance
17. The Nutcracker, Op.71 – q. Act II; N.12-e – Divertissement. Dance Of The Reed Pipes
18. The Nutcracker, Op.71 – r. Act II; N.12-f – Divertissment. Mother Gigogne
19. The Nutcracker, Op.71 – s. Act II; N.13 – Waltz Of The Flowers

CD 17

01. The Nutcracker, Op.71 – t. Act II; N.14 – Pas de Deux
02. The Nutcracker, Op.71 – u. Act II; N.14-a – Pas de Deux–Variation I. Tarantella
03. The Nutcracker, Op.71 – v. Act II; N.14-b – Pas de Deux–Variation II. Dance Of The Sugar-Plum Fairy
04. The Nutcracker, Op.71 – w. Act II; N.14-c – Pas de Deux–Coda
05. The Nutcracker, Op.71 – x. Act II; No.15 – Final Waltz & Apotheosis
06. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – I. Elégie
07. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – II. Valse mélancolique
08. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – III. Scherzo
09. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – IV. Thème et Variations
10. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – I. Gigue
11. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – II. Menuet
12. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – III. Preghiera
13. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – IV. Thème et Variations

Orchestre de la Suisse Romande
Ernest Ansermet – Conductor

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.:interludio:. Chano Domínguez & Niño Josele – Chano & Josele (2014)

.:interludio:. Chano Domínguez & Niño Josele – Chano & Josele (2014)

Nosso tio Oscar tinha um jeito meio “wild” de perseguir a beleza, diria até que ele se arruinou por causa disso. Viveu atrás de um amoreco desprezível, uma beleza grega, segundo ele achava, perdeu tudo e foi parar no xilindró, coitado. Depois disso ninguém quis mais conversa com ele – vejam só o que é a hipocrisia. Quando era rico e incensado todos lhe abriam as portas, depois da derrocada, quando o viam com seu passo cadenciado pelo absinto, atravessavam pra outra calçada. Porém, como ele mesmo costumava dizer, “não se deve lamentar que o poeta seja bêbado, mas que nem todo bêbado seja poeta!” e para os carolas ele deflagrava que “experiência é o nome que todos dão aos seus próprios erros”. Como vinha dizendo, o tio Oscar era um sujeito movido pela beleza, melhor dizendo, um ser estético, uma encarnação do senso estético e isso permeava as suas ideias sobre tudo. Para ele a beleza seria “uma forma de genialidade – aliás, superior à genialidade na medida em que não precisa de comentários. Ela é um dos grandes fatos do mundo, assim como a luz do sol, ou a primavera, ou a miragem na água escura daquela concha de prata que chamamos de lua. Não pode ser interrogada – é soberana por direito divino.” Sim, tio Oscar era de tirar o folego com suas tiradas e aforismos. Quem no mundo poderia se pronunciar dessa forma sobre a beleza? Mas por que estou falando tanto de beleza mesmo? Ah, claro! Que disco, meus amigos! Um oceano de beleza no qual rebrilha nas vagas uma dourada melancolia – eu não aconselharia para os combalidos, pois sei que uma dose de beleza melancólica pode ser mesmo letal, sério! Como diria tio Oscar, “A música nos cria um passado que ignoramos, e nos transmite um sentido da dor até então oculto às nossas lágrimas” (!!!) Tio Oscar era foda.

Dois príncipes das baladas, em nosso contexto infelizmente não muito conhecidos: o pianista Chano Domínguez e o violonista Niño Josele. Chano, nascido em Cádiz (1960), pianista de Latin Jazz, Flamenco e pós-Bop. Enveredou pelo rock progressivo até se deparar com Thelonius Monk e Bill Evans. Em sua riquíssima carreira permeada por diversos músicos e parceiros, Chano também lecionou em diversos países, hoje mora no Brooklyn. Niño, de Almeria (1974), é um expoente do chamado Novo flamenco, embora de uma versatilidade, verve e pathos indescritíveis, porém apreciáveis em suas primorosas gravações; a exemplo desta, na qual ambos, verdadeiros poetas musicais aos seus instrumentos, nos trazem um bouquet de beleza arrebatador. Não uso esta palavra, buquê, à toa. Entre as faixas temos Rosa, do nosso Pizindim – aquele menino bom que se tornou imortal. Sentiram-se atingidos por uma pequena e flamejante flecha de Cupido bem no miocárdio? Pois bem, segurem essas: Luiza e Olha Maria, do nosso Tom Jobim, a segunda com letra do Chico e do Vinícius (a gente sempre fala deles com esse ar de intimidade, não é mesmo? É uma graça), mas aqui em versão puramente instrumental. Uma surpresa deliciosa: Lua Branca de Dona Chiquinha Gonzaga! Sim! E que gravação, Santo Zeus… A agridoce balada Django, de derreter os fígados mais empedernidos, do John Lewis – aquele soberbo pianista do Modern Jazz Quartet. Nossos poetas musicais nos colheram um ramalhete e tanto: dos Beatles, Because. Do Henry Mancini, Two for the Road; De Michel Legrand, a lancinante Je t’attendrai, mais famosa no título inglês I will Wait for You – essa é uma daquelas desaconselháveis para os ainda convalescentes de gripe cardíaca. Numa gentil troca de figurinhas, Niño transcreve Chano em Alma de Mujer e vice-versa com Es Esto una Buleria? Uma feliz crítica ao álbum diz que “este é o tipo de registro que ridiculariza a noção de gêneros e classificações, já que ambos os músicos se envolvem em uma conversa em torno de algumas belas peças de música, levando-os aonde quer que sua sensibilidade possa levá-los a qualquer momento: música clássica, música popular, latino-americana, flamenco ou jazz, muitas vezes dentro da mesma composição.” Digo feliz crítica porque, sempre lembrando tio Oscar, “se a função do crítico é educar o público, a função do artista é educar o crítico”; é que vemos tantas asneiras escritas sobre música por aí. Esse festival de beleza, de sussurros e arrebatamentos, este cálido romance em forma de disco, se arremata numa linda faixa a mais, Solitude in Granada, de Domínguez – perfume em forma de música; uma linda e terna melodia que lembra bastante o tema Spleen, do maravilhoso acordeonista Richard Galliano.

Detesto a ideia de datar textos, mas cumpre observar que em nossos tempos de feiura em tantos aspectos, um banho de beleza desses não é coisa pouca. E por falar em beleza, sempre citando tio Oscar, “nada pode curar a alma, exceto os sentidos”. “Todos estamos deitados na sarjeta, mas alguns estão mirando as estrelas”. Ou ainda: “Viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria apenas existe”. Eu poderia passar mil e uma noites citando as maravilhas do tio Oscar, porém ele mesmo me reprovaria por estar sendo tedioso. Mas só umazinha: Certa vez ele foi interpelado por alguém que exclamava: “Oscar! Não se lembra de mim? E ele: Perdão, não reconheci você, é que eu mudei muito”.

Chano Domínguez & Niño Josele – Chano & Josele (2014)

  • Alma de Mujer
  • Django
  • Because
  • Je t’Attendrai
  • Lua Branca
  • Es Esto uma Buleria?
  • Two for the Road
  • Rosa
  • Luiza
  • Olha Maria
  • Solitude in Granada

Chano Domínguez – Piano
Niño Josele – Guitarra (Violão)

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Nosso tio Oscar, no esplendor de sua beleza e juventude, que Deus o tenha.

Wellbach

Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) – Ballet ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – Ernest Ansermet, Orchestre de la Suisse Romande

“The Sleeping Beauty was adapted from Charles Perrault’s well-known fairy story, La Belle au bois dormant (1697). Tchaikovsky took special pains over the orchestration, achieving an unprecedented precision of effect, assisted by his recent experiences as a conductor. The story goes that at the gala rehearsal before the Maryinsky première which took place on [3 January] / 15 January 1890, the grandeur and novelty of the conception left Tsar Alexander III bemused. He summoned up only a lukewarm ‘Very nice!’ when the composer was called to the royal box. ‘His majesty treated me with distant hauteur’ noted the composer in his diary.
The ballet’s prologue depicting the christening of the baby Princess Aurora contains a variation for each of the six fairies come to bestow gifts upon the infant. In the midst of the excitement the wicked fairy, Carabosse, casts a spell over Aurora, promising that she will prick her finger and die. Intervening to save her, the Lilac Fairy (originally played by Petipa’s daughter, Marie) mitigates the curse from death to sleep. Many years later the royal family is celebrating Aurora’s birthday. The choreographic highpoint is the Adagio maestoso or ‘Rose’ Adagio which she dances with her princely suitors, the steps revealing her growing confidence. Since her christening the King has attempted to ban all sharp objects from the kingdom but when a disguised Carabosse presents Aurora with a spindle, sometimes a bouquet of flowers or a beautiful tapestry with embedded needle, she pricks her finger and she and the court fall deeply asleep.
One hundred years later in a dark forest a Prince is hunting with his friends. The Lilac Fairy conjures up an irresistible apparition of Aurora and he instantly falls in love. Led to the castle to rescue her and put an end to the evil Carabosse, one kiss and the spell is broken. Princess Aurora and her entire family awaken from their slumber and the couple’s wedding is celebrated in Act 3 with a divertissement involving a cornucopia of fairytale characters including Puss in Boots, Cinderella, the Bluebird, Little Red Riding Hood and Tom Thumb. In the grand pas de deux Aurora is presented musically and choreographically as a woman in full bloom, rejoicing in true love. Initially performed abroad in abbreviated form, Diaghilev and his Ballets Russes brought the first full-length Sleeping Beauty to the UK in 1921. The countless stagings since have tended to remain close to the Russian original rather than imparting layers of psychological meaning.”

CD 14

01. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – a. Introduction (Allegro vivo; andantino); Prologue–The Christening. N.1; March (moderato)
02. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – b. Prologue–The Christening; N.2; Dance Scene (moderato con moto)
03. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – c. Prologue–The Christening; N.3-a; Pas de six. Introduction; adagio
04. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – d. Prologue–The Christening; N.3-b; Pas de six. Var.I–Fairy Of The Crystal Fountain (allegro moderato)
05. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – e. Prologue–The Christening; N.3-c; Pas de six. Var.II–Fairy Of The Enchanted Garden (allegro)
06. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – f. Prologue–The Christening; N.3-d; Pas de six. Var.III–Fairy Of The Woodland Glades (allegro moderato)
07. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – g. Prologue–The Christening; N.3-e; Pas de six. Var.IV–Fairy Of The Songbirds (moderato)
08. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – h. Prologue–The Christening; N.3-f; Pas de six. Var.V–Fairy Of The Golden Vine (allegro molto vivace)
09. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – i. Prologue–The Christening; N.3-g; Pas de six. Var.VI–Lilac Fairy (Tempo di valse)
10. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – j. Prologue–The Christening; N.3-h; Pas de six. Coda (Allegro giusto)
11. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – k. Prologue–The Christening; N.4; Finale
12. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – l. Act I–The Spell; N.5; Scene (allegro vivo; moderato)
13. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – m. Act I–The Spell; N.6; Waltz (Allegro. Tempo di Valse)
14. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – n. Act I–The Spell; N.7; Scene (Andante)
15. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – o. Act I–The Spell; N.8-a; Pas d’action. Rose Adagio (andante; adagio maestoso)
16. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – p. Act I–The Spell; N.8-b; Pas d’action. Dance Of The Maids Of Honour & Pages
17. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – q. Act I–The Spell; N.8-c; Pas d’action. Aurora’s Variation
18. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – r. Act I–The Spell; N.8-d; Pas d’action. Coda (allegro giusto)
19. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – s. Act I–The Spell; N.9; Finale

CD 15

01. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – t. Act II–The Vision; N.10; Entr’acte & Scene (Allegro con spirito; un poco più tranquillo)
02. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – u. Act II–The Vision; N.11; Blind Man’s Bluff (Allegro vivo)
03. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – v. Act II–The Vision; N.12-a; Scene. Dances Of The Courtiers
04. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – w. Act II–The Vision; N.12-c; Dance Of The Duchesses (Minuet. Moderato con moto)
05. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – x. Act II–The Vision; N.12-d. Dance Of The Baronesses (Gavotte)
06. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – y. Act II–The Vision; N.12-e; Dance Of The Countesses (Allegro non troppo)
07. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z. Act II–The Vision; N.12-f; Dance Of The Marchionesses (Allegro non troppo)
08. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-a. Act II–The Vision; N.13; Farandole. Scene (Poco più vivo); Dance (Allegro non troppo)
09. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-b. Act II–The Vision; N.14; Scene. Prince Florimund & The Lilac Fairy
10. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-c. Act II–The Vision; N.15-a; Pas d’action. Aurora & Florimund (Andante cantabile)
11. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-d. Act II–The Vision; N.15-b; Pas d’action. Aurora’s Variation (Allegro con moto)
12. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-e. Act II–The Vision; N.15-c; Pas d’action. Coda (Presto)
13. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-f. Act II–The Vision; N.16; Scene (Allegro agitato)
14. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-g. Act II–The Vision; N.17; Panorama (Andantino)
15. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-h. Act II–The Vision; N.19-20; Symphonic Entr’acte (The Sleep); Scene (Andante misterioso); Finale. The Awakening (Allegro agitato)
16. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-i. Act III–The Wedding; N.21; March (Allegro non troppo)
17. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-j. Act III–The Wedding; N.22; Polonaise. Procession Of The Fairy-Tale Characters (Allegro moderato e brillante)
18. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-k. Act III-The Wedding; N.23-a; Pas de quatre. Introduction (Allegro non tanto)
19. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-l. Act III-The Wedding; N.23-b. Pas de quatre. Var.I–The Golden Fairy (Allegro. Tempo di Valse)
20. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-m. Act III-The Wedding; N.23-c. Pas de quatre. Var.II–The Silver Fairy (Allegro giusto)
21. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-n. Act III–The Wedding; N.23-d; Pas de quatre. Var.IV–The Diamond Fairy (Vivace); Coda (L’istesso tempo)
22. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-o. Act III–The Wedding; N.24; Pas de caractère. Puss-in-Boots & The White Cat (Allegro moderato)
23. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-p. Act III–The Wedding; N.25-a; Pas de quatre. Introduction (Adagio)
24. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-q. Act III–The Wedding; N.25-b. Pas de quatre. Var.I–Cinderella & Prince Charming (Allegro. Tempo di Valse)
25. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-r. Act III–The Wedding; N.25-c; Pas de quatre. Var.II–The Bluebird & Princess Florine (Andantino)
26. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-s. Act III–The Wedding; N.25-d; Pas de quatre. Coda (Presto)
27. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-t. Act III–The Wedding; N.26; Pas de caractère. Red Riding Hood & The Wolf (Allegro moderato)
28. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-u. Act III–The Wedding; N.27-a; Tom Thumb (Allegro agitato; tempo di Valse; vivace assai)
29. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-v. Act III–The Wedding; N.27-b; Cinderella & Prince Fortune
30. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-w. Act III–The Wedding; N.28-a; Pas de deux (Aurora & Florimund). Entrée (Allegretto; allegro moderato); Adagio (Andante non troppo)
31. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-x. Act III–The Wedding; N.28-b; Pas de deux (Aurora & Florimund). Var.I–Florimund (Vivace; prestissimo)
32. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-y. Act III–The Wedding; N.28-c; Pas de deux (Aurora & Florimund). Var.II–Aurora (Andantino)
33. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z. Act III–The Wedding; N.28-d; Pas de deux (Aurora & Florimund). Coda (Allegro vivace)
34. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z-a. Act III–The Wedding; N.29; Sarabande
35. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z-b. Act III–The Wedding; N.30-a; Finale (Allegro brillante. Tempo di Mazurka)–
36. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z-c. Act III–The Wedding; N.30-b; Apotheosis. Andante molto maestoso

Orchestre de la Suisse Romande
Ernest Ansermet – Conductor

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Sur La Terre Comme Au Ciel (Ensembles Discantus & Alla Francesca)

Sur La Terre Comme Au Ciel (Ensembles Discantus & Alla Francesca)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na semana passada, postei um CD de música medieval que foi um grande sucesso (Love’s illusion – Music from the Montpellier Codex 13th century). Então volto à carga com outro, talvez ainda melhor. Sei pouco a seu respeito, sei mais é de sua notável qualidade e das grandes obras apresentadas que vão de Hildegard von Bingen a Dufay. Baita CD. Podem baixar sem receio.

Ensembles Discantus & Alla Francesca – Sur La Terre Comme Au Ciel (2002)

1.Anon., conductus: Salve rosa venustatis
2.Hildegard, antiphon: O pulchrae facies
3.Anon., motet: Ave parens / Ad gratie
4.Anon., offertory: Iustus ut palma V / Plantatus in domo Domini
5.Anon., prosa: Portum in ultimo
6.Anon., motet: Iohannes doce nos / Internatos mulierum
7.Anon., motet: Alle psallite cum luya
8.Anon., estampie: Tierche estampie royale
9.Jacques de Cambrai, chanson pieuse: Retrowange novele
10.Guillaume d’Amiens, rondeau: Prendes i garde
Anon., motet: S’on mi regarde / Prennes i garde
11.Gace Brule, chanson: L’an que voi l’erbe resplandre
12.Machaut, virelai: J’aim sans penser laidure
13.Anon., canon: Sing cucu / Sumer is icumen in
14.Anon / Machaut, diminution: De toutes flours
15.Machaut, rondeau: Doulz viaire gracieux
16.Machaut, ballade: J’aime mieux languir
17.Johanes Vaillant, virelai: Par maintes fois
18.Anon., estampie: Petrone
19.Dufay, chanson: Je me complains piteusement
20.Dufay, chanson: Resvelons nous amoureux / Alons ent bien tos au may
21.Anon., rondeau: Christo sit laus in celestibus
22.Anon., conductus-motet: Alleluia moduletur Syon filia

Sources:
[1] Notre Dame and related conductus – Opera omnia. Vol. IX, G. Anderson
[2] Riesenberg codex, Wiesbaden, Landesbibliotek
[3], [7], [10b] Ms Montpellier, Bibliotheque de l’Ecole de Medecine H 196
[4] Paris, B.N.F., Latin 776, Graduel de Gaillac
[5] Liber Sancti Iacobi – Codex Calixtinus, W.M. Whitehill & dom Prado
[6] Engelberg Stiftsbib., codex 314
[8] Ms 844 (Chansonnier du Roi), Paris, B.N.F.
[9] Chansons des Trouveres, M. Zink
[10a] Hs. Rom. Vaticana, Fond. Christ 1490
[11] Ms 846 (Chansonnier Cange), Paris, B.N.F., fonds francais
[12], [15]-[16] G. de Machaut – oeuvres completes, L. Schrade
[13] Londres, British Library, Harley 978, Ms Abbaye de Reading
[14] Codex Faenza, Bib. Comunale, Ms 117
[17] Polyphonic Music of the XIVth c., Vol. I, G.K. Greene
[18] Robertsbridge codex, London, Brit. Mus., add. 28550
[19]-[20] G. Dufay – Opera omnia, H. Besseler
[21] Ms Florence, Bib. Mediceo-Laurenziana, Pluteo 29.1
[22] Polyphonic Music of the XIVth c., Vol. IV, E.H. Sanders

TT: 63min22s

Brigitte Lesne (voice, harps, bells, percussion)
Helene Decarpignies (voice)
Emmanuelle Gal (voice)
Anne Guidet (voice)
Lucie Jolivet (voice)
Brigitte Le Baron (voice)
Catherine Schroeder (voice)
Catherine Sergent (voice)
Pierre Hamon (recorders, flutes, double flutes, bagpipe, percussion, pipe & tabor)
Cyrille Gerstenhaber (voice)
Birgit Goris (vielle)
Lucas Guimaraes-Peres (vielle)
Pierre Boragno (recorder, double flute)
Michael Grebil (lute)
Angelique Mauillon (harp)

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Ensemble Discantus

PQP

Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) – Ballet, ‘Swan Lake’ – Ernest Ansermet & Orchestre de la Suisse Romande

According to his brother Modest, Pyotr Ilyich Tchaikovsky, much drawn to ballet in his youth, was fond of imitating the dancers and could do so proficiently. As late as 1875, when Camille Saint-Saëns was making his Moscow debut as composer, pianist and conductor, the two men were reportedly to be found larking about on the stage of the conservatoire performing a little ‘Galatea and Pygmalion’ ballet together with Nikolay Rubinstein at the piano. However the mature composer would have been surprised to find himself held up as a key figure in the history of classical dance. (Closer to our own time, Sergey Sergeyevich Prokofiev likewise preferred to think of himself as a purveyor of opera, notwithstanding Serge Diaghilev’s outspoken views and his own successes with full-length ballets in the Tchaikovsky tradition.)
It is hardly surprising that early spectators of Tchaikovsky’s Swan Lake (1875–76), accustomed to the subservient scores of Cesare Pugni (1802-1870) and Ludwig Minkus (1826–1917), should have felt puzzled by its symphonic proportions and depth of feeling. Only two orchestral rehearsals and a poor production scarcely helped. Even The Sleeping Beauty (1888–89), one of Tchaikovsky’s great masterpieces, staged with
the resources of the Imperial Ballet in St Petersburg, enjoyed only a succès d’estime during his lifetime. His last work in the form, the two-act Nutcracker (1891–92), secured its popular reputation through the pre release of a suite showcasing its glittering themes.
Tchaikovsky’s balletic significance became much more obvious after his death, part of a process that saw the form perfected and renewed by such practitioners as the French-born choreographer Marius Petipa (1818–1910) and the Russian Mikhail Fokine (1880–1942). The Sleeping Beauty was commissioned by Ivan Vsevolozhsky (1835–1909), then Director of the Imperial Theatres, who had abolished the post of staff ballet composer with a view to engaging musicians of greater distinction. The scenario and designs were prepared by Vsevolozhsky while Petipa mapped out the sequence of dances. Without subverting traditional imperatives of clarity, harmony, symmetry and order, the bold invention and perfect alignment of music and choreography had the capacity to affect audiences in a new way. Tchaikovsky’s three mature ballets were chiefly responsible for this generic transformation, for all that he once described Swan Lake as ‘poor stuff compared with [Delibes’s] Sylvia.’
Public acclaim notwithstanding, many academic commentators have found Tchaikovsky an uncomfortable figure whose symphonic music could be stigmatized as ‘balletic’ as if that epithet in some way invalidated it. With the effortless extension of a single melodic line held to be in some way suspect – although Tchaikovsky’s tunes can run the gamut from elegance and charm to uninhibited eroticism and passion – it proved easy to overlook the incredible craftsmanship of the ballets, their mastery of form, harmony, momentum and orchestration. Tchaikovsky is rarely given credit for the discipline and professionalism of his creative life. Whatever the propensity within to violent agitation, he delivered on time and was quite prepared to submit to the exacting and precise demands of his collaborators. The expressive certainty of his invention has allowed more recent choreographers to experiment with stance and movement, often radically, confident that a firm musical narrative is permanently encoded in the notes.

CD 12

a. Introduction-N.1; Moderato assai–Scène. Allegro giusto
b. N.2; Waltz. Tempo di Valse
c. N.4; Pas de trois. Intrada (allegro); andante; sostenuto; allegro semplice; presto; moderato; allegro; Coda (allegro vivace)
d. N.7-8; Subject; Dance With The Goblets (Tempo di Polacca)
e. N.10; Scene (Moderato)
f. N.11-12; Scene (Allegro moderato; allegro vivo); Scene (Allegro)
g. N.13. Dances Of The Swans–I. Tempo di Valse
h. N.13; Dances Of The Swans–V. Pas d’action. Odette et le Pince (Andante)
i. N.13; Dances Of The Swans–IV. Danse des petits cygnes (Allegro moderato)
j. N.13; Dances Of The Swans–VI. Danse générale (Valse)
k. N.13; Dances Of The Swans–II. Odette solo (Moderato assai)
l. N.13; Dances Of The Swans–VII. Coda (Allegro vivace)
m. N.15; Scene. Allegro giusto
n. N.17; Scene. Entrance & Waltz Of The Special Guests (Allegro; tempo di valse)
o. N.18; Scene. Allegro; allegro giusto
p. N.21; Spanish Dance (Allegro non troppo. Tempo di Bolero)
q. N.22; Neapolitan Dance (Allegro moderato; andantino quasi moderato)
r. N.23; Mazurka
s. N.20; Danse hongroise (Czárdás)
t. N.5; Pas de deux. Intrada; Valse; Andante; Valse; Coda (allegro molto vivace)

CD 13

01. u. N.28; Scene (Allegro agitato; allegro vivace)
02. v. N.29; Finale. Andante; allegro agitato; alla breve; moderato e maestoso

03. Variations on a Rococo Theme for Cello & Orchestra (abridged by Wilhelm Fitzenhagen), Op.33
04. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – I. Adagio; allegro non troppo
05. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – II. Allegro con grazia
06. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – III. Allegro molto vivace
07. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – IV. Finale. Adagio lamentoso; andante

Orchestre de la Suisse Romande
Ernest Ansermet – Conductor

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Vários: Brassil interpreta compositores da Paraíba

Vários: Brassil interpreta compositores da Paraíba

A lentidão de P.Q.P. Bach é digna de se lamentar. Em 21 de julho publicamos este post onde anunciávamos que os compositores do CD Brassil interpreta compositores da Paraíba gostariam de ver seus trabalhos divulgados em nosso blog. Aceitamos na hora, mas sabe a fila? Para piorar andei perdendo-recuperando meu disco rígido e aí…. E aí que chega de desculpas!

Trata-se de um ótimo disco; contrastante como sempre acontece quando juntamos muitos compositores num mesmo projeto, mas com obras muito boas como Lied, Nouer II, Luares de Intermares, Perpetuum, Intensificações e Burlesca.

O Brassil (trocadilho em inglês misturando Brasil e brass) começou como um quinteto de metais que incorporou a posteriori um percussionista e virou um sexteto. Ele reúne alguns de maiores especialistas de seus instrumentos no país — Radegundis Feitosa, o trombonista, foi o primeiro Doutor em seu instrumento no país e troca figurinhas com Christian Lindberg.

O Compomus, por sua vez, é um laboratório de composição que ministra cursos de extensão para a comunidade musical em geral e acabou criando demanda pelo bacharelado em composição no curso de música da UFPB, atraindo atualmente estudantes também de estados vizinhos e oferecendo cursos inclusive de história do rock e editoração musical.

Tem compositor do Compomus quem nem completou 30 anos e já é professor titular na própria UFPB e outros que foram pra outros Estados, como o Mato Grosso, por exemplo. O pessoal do laboratório também tem conquistado posições de destaque em concursos de composição nacionais e participado de bienais de música ao longo desta década. Eli-Eri Moura e J. Orlando Alves ganharam bolsas de estudo da Funarte no último edital de Estímulo à produção artística – categoria música, em 2008.

A grande sacada deles foi aliar forças com grupos instrumentais e vocais — de dentro da universidade ou não — no intuito de obter divulgação mútua. O mais interessante desses grupos é o Sonantis, que não tem formação fixa e se mobiliza de acordo com a demanda instrumental de cada obra. Vide um futuro CD com a música de câmara de Eli-Eri Moura que iremos postar (mas vai demorar um pouco).

A parceria com a Sinfônica Jovem da Paraíba garantiu um concerto anual só com as obras dos alunos do Compomus. E aí dá pra entender que este CD do Brassil foi outra parceria — que afortunadamente obteve patrocínio para se concretizar.

O que esperar deste álbum? Diversas cabeças, diversos estilos, diversos talentos de uma escola pluralista que ainda vai chamar a atenção do resto do país.

COMPOSITORES E OBRAS
(Todos os compositores deste CD fazem parte do COMPOMUS)

1. MARCÍLIO ONOFRE – Chamber Echo (2006)
– Para quinteto de metais, piano e percussão

2. DIDIER GUIGUE – Lied (1988)
– Para quinteto de metais

3. PAULINO NETO – Polycontinuum (2006)
– Para quinteto de metais e percussão

4. ARIMATÉIA DE MELO – Calidoscópio (2005)
– Para quinteto de metais

5. JORGE RIBBAS – Adriatic Mood (2006)
– Para quinteto de metais e percussão

6. ELI-ERI MOURA – Nouer II (2006)
– Para trombone e piano

7. WILSON GUERREIRO – Luares de Intermares (2006)
– Para quinteto de metais e percussão

8. TICIANO ROCHA – Daedalus (2005)
– Para quinteto de metais

9. LUIZ CARLOS OTÁVIO – Perpetuum (2005)
– Para quinteto de metais

10. ROGÉRIO BORGES – Quinteto N.º 1 (2005)
– Para quinteto de metais

11. J. ORLANDO ALVES – Intensificações (2006)
– Para quinteto de metais e piano

12. JOSÉ ALBERTO KAPLAN – Burlesca (1987)
– Para quinteto de metais e piano

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O Brass…il

CVL / PQP

Sogno Barocco: Monteverdi, Cavalli, Provenzale, Rossi – Ensemble Cappella Mediterranea, dir. Leonardo García Alarcón & Anne Sofie von Otter, Sandrine Piau, Susanna Sundberg

Sogno Barocco 
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Ensemble Cappella Mediterranea
dir. Leonardo García Alarcón
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Sandrine Piau
Susanna Sundberg
Anne Sofie von Otter
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RAINHAS E REIS DA PRIMEIRA OPERA
Quatro soberanos musicais reinaram sobre a ópera italiana do século XVII, Claudio Monteverdi, Pier Francesco Cavalli, Luigi Rossi e Francesco Provenzale, o menos conhecido, mestre de capela napolitano e contemporâneo de Alessando Scarlatti. 
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Monteverdi transmitiu o gênero lírico da corte para a cidade. Cavalli popularizou o gênero em teatros públicos. Provenzale adaptou-o ao napolitano, misturando burlesco e tragédia, enquanto Luigi Rossi exportou o gênero lírico, notadamente para Paris. Suas Odes, certamente incompreendidas por uma parte do público, iniciaram os franceses no gênero da ópera. 
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Lully, tendo escutado Rossi e Cavalli, inventa a tragédia lírica francesa. Figuras femininas, trágicas, astutas, rasgadas, foram favorecidas por esses compositores. O barroco tem sido apaixonado por bruxas do amor, como Alcina ou Medéia, e senhoras nobres negligenciadas, como Dido, Octavia, Penelope. A queixa lírica era em princípio feminina, a face profana das deplorações da Virgem e dos santos católicos. (Vincent Borel)

Ensemble Cappella Mediterranea
Claudio Giovanni Antonio Monteverdi (Cremona, 1567- Veneza, 1643)
01. Si dolce e ‘l tormento
Francesco Cavalli (Crema, 1602 – Venice, 1676)
02. Instrumental (from Elena)
Claudio Giovanni Antonio Monteverdi (Cremona, 1567- Veneza, 1643)
03. Pur ti miro (L’incoronazione di Poppea, III, 8) [with S.Piau]
Francesco Provenzale (Itália, 1624 – 1704)
04. Squarciato appena havea
Claudio Giovanni Antonio Monteverdi (Cremona, 1567- Veneza, 1643)
05. Signor, hoggi rinasco (L’incoronazione di Poppea, III, 5) [with S.Piau]
Francesco Cavalli (Crema, 1602 – Venice, 1676)
06. Instrumental (from Elena)
Luigi Rossi (Italia, 1597 – 1653)
07. Lamento de la Regina di Suezia
Francesco Cavalli (Crema, 1602 – Venice, 1676)
08. Vivo per te (La Calisto, III, 7)
09. Dolcissimi baci (La Calisto, III, 7) [with S.Piau]
10. Sinfonia, from Elena
11. Lamento de Doriclea (Doriclea, III, 1)
Claudio Giovanni Antonio Monteverdi (Cremona, 1567- Veneza, 1643)
12. Di misera regina (Il ritorno d’Ulisse in patria, I, 1) [with S.Sundberg]
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Sogno Barocco  – 2012
Ensemble Cappella Mediterranea
Leonardo Garcia Alarcon, dir.
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XLD RIP | FLAC | 402 MB
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MP3 | 320 Kbps | 210 MB
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powered by iTunes 12.8.0 | 1 h 11 min
Boa audição !
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– Sandrine Piau. D’où vient cette voix qui me calme?
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Avicenna

Ludwig van Beethoven (1770-1827): As Últimas Sonatas para Piano (Uchida)

Ludwig van Beethoven (1770-1827): As Últimas Sonatas para Piano (Uchida)

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Como transcreveu Alessandro Reiffer aqui Toda vez que ouço as sonatas de Beethoven, o que faço com frequência, tenho certeza que a humanidade vale a pena. Desacreditar dela é um clichê tratado com ironia por alguns filósofos deliciosamente rabugentos e com rabugice por algumas pessoas com preguiça de pensar na complexidade do ser. O restante do texto vale muito a pena, mas estamos aqui com a Mitsuko Uchida e não vamos fazer uma dama aguardar por coisas que estão no blog do Reiffer (link acima).

Quando terminei de ouvir o primeiro disco, escrevi para FDP Bach no MSN: Fim do primeiro tempo, Pollini 3 x 0 Uchida. Porém, logo depois ouvi e reouvi os CDs dela muitas vezes. E passei a admirar justamente a leitura diferente da japonesinha, que a princípio me parecera meio desajeitada. É que a campeoníssima interpretação de Pollini parece tomar conta de tudo, mas, é claro, há sempre lugar para visões, olhares e vieses diferentes. E passei a ouvi-la por ser bem diferente daquilo que para mim é o padrão Beethoven de qualidade (dois links), ambos com mais de dois mil downloads. Mas Uchida é Uchida e ela nos brinda com um Beethoven que, se não nos faz esquecer o gold standard, nos satisfaz totalmente. Por isso, …

Ludwig van Beethoven (1770-1827): As Últimas Sonatas para Piano

Piano Sonatas No. 28, Op. 101 & No. 29, Op. 106

Piano Sonata No.28 in A, Op.101
1) 1. Etwas lebhaft und mit der innigsten Empfindung (Allegretto ma non troppo)
2) 2. Lebhaft, marschmäßig (Vivace alla marcia)
3) 3. Langsam und sehnsuchtsvoll (Adagio ma non troppo, con affetto)

Piano Sonata No.29 in B flat, Op.106 -“Hammerklavier”
4) 1. Allegro
5) 2. Scherzo (Assai vivace – Presto – Prestissimo – Tempo I)
6) 3. Adagio sostenuto
7) 4. Largo – Allegro risoluto

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Piano Sonatas Op. 109, 110 & 111

Piano Sonata Op. 109 In E Major
1) I Vivace, Ma Non Troppo
2) II Prestissimo
3) III Andante Molto Cantabile Ed Espressivo

Piano Sonata Op. 110 In A Flat Major
4) I Moderato Cantabile Molto Espressivo
5) II Allegro Molto
6) III Adagio, Ma Non Troppo
7) IV Fuga: Allegro Ma Non Troppo

Piano Sonata Op. 111 In C Minor
8. I Maestoso
9) II Adagio Molto Semplice E Cantabile

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Mitsuko Uchida, piano

Impossível não gostar de Uchida.

PQP