Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736): Stabat Mater / Concerto para Flauta / Sinfonia / Salve Regina

Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736): Stabat Mater / Concerto para Flauta / Sinfonia / Salve Regina

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um CD da mais alta qualidade. Grande interpretação do Stabat Mater, principal obra desta compositor que, infelizmente, faleceu aos 26 anos, vítima da tuberculose. A imagem de Pergolesi fixou-se tendo por base poucas obras. Stravinsky era tarado por ele. É considerado o “pai” da ópera cômica, vide La Serva Padrona. Só recentemente é que foi recuperada toda a extensão da sua obra, através de um exaustivo trabalho de investigação. As suas obras sacras são caracterizadas tanto pela solenidade e imponência, como pelo intimismo, onde o sagrado é entendido como fonte de experiência emocional. Baixe logo porque vale a pena.

Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736):
Stabat Mater / Concerto para Flauta / Sinfonia / Salve Regina

1 Stabat Mater: Stabat Mater 3:57
2 Stabat Mater: Cujus animam gementem 2:28
3 Stabat Mater: O quam tristis 2:10
4 Stabat Mater: Quae moerebat et dolebat 2:14
5 Stabat Mater: Quis est homo 3:16
6 Stabat Mater: Vidit suum dulcem Natum 3:36
7 Stabat Mater: Eja Mater 2:14
8 Stabat Mater: Fae ut ardeat cor meum 2:13
9 Stabat Mater: Saneta Mater 5:34
10 Stabat Mater: Fac ut portem 3:39
11 Stabat Mater: Inflammatus et accensus 2:01
12 Stabat Mater: Quando corpus – Amen 4:33

13 Flute Concerto in G Major: Spiritoso 4:15
14 Flute Concerto in G Major: Largo 4:11
15 Flute Concerto in G Major: Allegro spiritoso 4:35

16 Sinfonia in F Major for Cello and Continuo: Comodo 1:10
17 Sinfonia in F Major for Cello and Continuo: Allegro 1:48
18 Sinfonia in F Major for Cello and Continuo: Adagio 2:10

20 Salve Regina in F Minor: Salve Regina 4:11
21 Salve Regina in F Minor: Ad te clamamus 4:36
22 Salve Regina in F Minor: Eja ergo, advocata nostra 1:32
23 Salve Regina in F Minor: Et Jesum 2:17
24 Salve Regina in F Minor: O clemens 1:47

Elin Manahan Thomas, soprano
Robin Blaze, tenos
Ashley Solomon, flauta
Jennifer Morsches, violoncelo
Florilegium,

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pergolesi

PQP

Claudio Abbado (1933-2014)… IN MEMORIAM

Retirado daqui.

CLAUDIO ABBADO

Se ha ido el Gran Maestro, y todo el mundo de la Gran Música hoy lo llora.
*
Se veía venir, pero no por ello el impacto emocional deja de ser intenso. Casi quince años de lucha

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contra un cáncer de estómago, al que logró mantener a raya y que nunca le hizo dejar caer la batuta, en una olímpica lección de vida. Hoy finalmente se marcha el gran maestro a seguir haciendo Música en la eternidad.
*
Lo recordaremos no sólo como un gran intérprete de los más diversos repertorios, desde el clásico hasta el más vanguardista, sino como un forjador y formador de orquestas. No sólo las grandes agrupaciones orquestales del mundo lo tuvieron como titular, asociado ó invitado, sino que excelsos ensembles como la Gustav Mahler Jugendorchester y la Mozart Orchestra son producto de su iniciativa.
*
La discografía que deja Abbado es amplísima y vaya que ha ayudado a generaciones de melómanos a amar la Música en otras dimensiones y a vivirla con inusitadas intensidades. Sus conciertos en video demuestran en todo momento a un director comprometido completamente con la música y con el apego a la partitura. Nunca olvidaré aquella 6ta de Mahler en Lucerna, donde después de un cataclismo sinfónico sin parangón, al concluir la obra y tras un silencio sobrecogedor, un Maestro, agotado y conmovido derrama unas lágrimas de satisfacción por la muestra de perfección lograda, logro que sólo alcanza quien realmente ha llegado a la cumbre de la verdadera grandeza.
*
Descanse en paz, querido Maestro, gracias por el inmenso legado musical que nos deja. Durante éste mes entero del 20 de enero al 20 de Febrero, ARPEGIO se dedicará a un homenaje permanente a la obra musical de Claudio Abbado, una de las últimas grandes batutas del siglo XX.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): 33 Variações sobre uma Valsa de Diabelli

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O outro nome das 33 Variações sobre uma Valsa de Diabelli deveria ser Como fazer música sublime a partir de quase nada.

As 33 Variações sobre uma Valsa de Anton Diabelli foram concluídas em 1823. Alfred Brendel as descreveu como a maior de todas as obras para piano em seu livro Structural Functions of Harmony. Arnold Schoenberg escreveu que, em relação às características harmônicas, é o trabalho mais radical de Beethoven. A peça foi composta depois que Diabelli, um editor de música bem conhecido e que também compunha, enviou sua valsinha para todos os compositores importantes do Império Austríaco, pedindo a cada um deles uma variação. Seu plano era publicar todas as variações em uma antologia cuja renda beneficiaria os órfãos e as viúvas das Guerras Napoleônicas. Mas Beethoven escreveu 33… Diabelli ficou enlouquecido, proclamando-as como uma grande e importante obra-prima, digna das criações imperecíveis e que ocuparia um lugar ao lado de famosas peças análogas de Johann Sebastian Bach. Tinha razão. Por outro lado, Paul Lewis é um gênio, o novo Rei de Beethoven.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): 33 Variações sobre uma Valsa de Diabelli

1. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Thème. Vivace – Var. I. Alla Marcia maestoso 2:27
2. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. II. Poco allegro 0:58
3. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. III. L’istesso tempo 1:24
4. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. IV. Un poco più vivace 1:07
5. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. V. Allegro vivace 0:56
6. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. VI. Allegro ma non troppo e serioso 1:44
7. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. VII. Un poco più allegro 1:18
8. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. VIII. Poco Vivace 1:36
9. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. IX. Allegro pesante e risoluto 1:35
10. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. X. Presto 0:39
11. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XI. Allegretto 1:10
12. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XII. Un poco più moto 0:52
13. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. XIII. Vivace 1:02
14. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XIV. Grave e maestoso 3:53
15. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XV. Presto scherzando 0:36
16. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XVI. Allegro 0:58
17. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. XVII. 1:05
18. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. XVIII. Poco Moderato 1:52
19. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XIX. Presto 0:53
20. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XX. Andante 2:06
21. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XXI. Allegro con brio – Meno allegro 1:09
22. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxii. Allegro Molto 0:53
23. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxiii. Allegro Assai 0:47
24. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxiv – Fughetta. Andante 3:00
25. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XXV. Allegro 0:44
26. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxvi. 1:09
27. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxvii. Vivace 1:02
28. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxviii. Allegro 0:57
29. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxix. Adagio Ma Non Troppo 1:16
30. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Var. XXX. Andante, sempre cantabile 1:51
31. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxxi. Largo, Molto Espressivo 4:34
32. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxxii – Fuga. Allegro – Poco Adagio 2:53
33. 33 Variations On A Waltz By Diabelli, Op.120: Var. Xxxiii. Tempo Di Menuetto Moderato 4:08

Paul Lewis, piano

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PQP

Ginastera / Dvorak / Shostakovich: Quartetos de Cordas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Os violinistas Alejandro Carreno e Boris Suarez, o violista Ismel de Campos e o violoncelista Aimon Mata são spallas da Orquestra Sinfônica Simón Bolívar e, neste CD da DG, interpretam espetacularmente três extraordinárias composições do repertório para quarteto de cordas.

Nem Hugo Chávez, nem José Antonio Abreu imaginaram que El Sistema daria neste vendaval, pois nos últimos anos a Venezuela tornou-se um dos mais importantes centros da música erudita mundial. E nem precisamos de Gustavo Dudamel para comprovar o fato.

O particularmente difícil Quarteto de Cordas Nº 1 do argentino Alberto Ginastera, foi inspirado nos ritmos de danças hermanas. Depois temos uma interpretação perfeita do belo “Quarteto Americano” de Dvorak, escrito quando de sua visita aos EUA. (Atenção à interpretação dada ao movimento Lento!) O CD é finalizado pelo quarteto profundamente pessoal que Shostakovich dedicou às vítimas do fascismo e da guerra.

Audição obrigatória!

Ginastera / Dvorak / Shostakovich: Quartetos de Cordas

1. Ginastera: String Quartet No. 1, Op.20 – 1. Allegro violento ed agitato 4:21
2. Ginastera: String Quartet No. 1, Op.20 – 2. Vivacissimo 3:32
3. Ginastera: String Quartet No. 1, Op.20 – 3. Calmo e poetico 8:54
4. Ginastera: String Quartet No. 1, Op.20 – 4. Allegramente rustico 3:59

5. Dvorák: String Quartet No.12 in F major, Op.96 – “American” B.179 – 1. Allegro ma non troppo 9:30
6. Dvorák: String Quartet No.12 in F major, Op.96 – “American” B.179 – 2. Lento 8:18
7. Dvorák: String Quartet No.12 in F major, Op.96 – “American” B.179 – 3. Molto vivace 3:47
8. Dvorák: String Quartet No.12 in F major, Op.96 – “American” B.179 – 4. Finale (Vivace ma non troppo) 5:09

9. Shostakovich: String Quartet No.8 in C minor, Op.110 – 1. Largo 5:34
10. Shostakovich: String Quartet No.8 in C minor, Op.110 – 2. Allegro molto 2:30
11. Shostakovich: String Quartet No.8 in C minor, Op.110 – 3. Allegretto 4:17
12. Shostakovich: String Quartet No.8 in C minor, Op.110 – 4. Largo 4:56
13. Shostakovich: String Quartet No.8 in C minor, Op.110 – 5. Largo 4:02

Simon Bolivar String Quartet

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Melhor respeitar essa turma.
Melhor respeitar essa turma.

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Dvořák: Stabat Mater; Suk Asraël Symphony [link atualizado 2017]

Mais algumas pérolas da gravação, desta vez vindas do leste europeu. O Stabat Mater de Dvořák é uma de suas raras inclusões no campo da música sacra, e foi motivada primeiramente pela morte de sua filha mais velha, ainda na infância. No período em que se sucedeu a composição, seus outros dois filhos também faleceram num curto espaço de tempo, e assim o Stabat Mater acabou tendo um tom bastante trágico, apesar do aparente otimismo de certas passagens. E, para constar, o casal Dvořák teve mais 6 filhos posteriormente.

Interessante é que uma das filhas de Dvořák, Otilie, casou-se com outro compositor, Josef Suk, que admirava profundamente a música de seu sogro. Quando Dvořák faleceu, em 1904, Suk também foi motivado a escrever um réquiem em sua homenagem, que chamou de “Asrael”, o anjo que acompanha as almas até o paraíso. Só que durante a composiçao do 4o. movimento, Otilie ficou doente e também faleceu, e ele acabou rasgando o adágio e substituindo por um novo: para Otilie.

O resultado é que são obras de um grande poder dramático, motivadas por sentimentos fúnebres angustiantes mas que se recusam a permanecer na desgraça e acabam por revelar sentimentos de esperança e triunfo, talvez remanescentes do amor que sentiam pelos entes representados.

Este CD reúne justamente estas duas obras que tem muito a dizer uma para a outra. A gravação é de 1952, e foi incluída por Norman Lebrecht no seu rol de “obras-primas: 100 marcos do século da gravação”, muito por conta do grande maestro Vaclav Talich, que conduz a obra num clima de guerra fria que muitos não ousariam enfrentar. A força e a esperança das obras foram traduzidas como poucas, e acabaram representando, também um grito de liberdade frente à política opressiva que os tchecos viviam.

É coisa realmente fina!

Václav Talich Special edition vol.10:
Dvořák: Stabat Mater; Suk: Asraël

DISC 1
Dvorák, Stabat Mater, Op.58 (B71, 1876-77)
1. Stabat Mater dolorosa. Andante con moto
2. Quis est homo, qui non fleret. Andante sostenuto
3. Eia, Mater, fons amoris. Andante con moto
4. Fac, ut ardeat cor meum. Largo
5. Tui nati vulnerati. Andante con moto, quasi allegretto
6. Fac me vere tecum flere. Andante con moto
7. Virgo virginum praeclara. Largo
8. Fac, ut oortem Christi mortem. Larghetto
9. Inflammatus et accensus. Andante maestoso
DISC 2
10. Quando Corpus Morietur
Suk: Asrael, Op. 27 –
1. Andante Sostenuto
2. Andante
3. Vivace
4. Adagio
5. Adagio E Maestoso
6. Václav Talich Speaks During The Recording Session On May 28, 1952

Drahomíra Tikalová,
Marta Krásová,
Beno Blachut,
Karel Kala?,
Czech Philharmonic Orchestra,
Prague Philharmonic Choir,
Václav Talich

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Tributo a Sir Colin Davis – parte 2

Te Deum

berlioz_tedeumAgora, um pouco da música sacra de Hector Berlioz: o Te Deum, op.22, sob a inspirada batuta de Colin Davis em mais um volume do ciclo completo de suas obras, editado pela Philips nos anos 90.

O próprio Berlioz deu a dica sobre o caráter da obra, escrevendo a Liszt quando terminou a composição: “o Réquiem tem um irmão”. Como não poderia deixar de ser, obra grandiosa do pai da orquestração moderna, é escrita para coro triplo, órgão, tenor solista e grande orquestra, o que suscita no ouvinte, à primeira vista, a ideia costumeira em Berlioz de uma orquestração desmedida e exagerada, a exemplo de seu Réquiem. Ledo engano.

A obra é uma das mais bem equilibradas de Berlioz, tanto em inventividade temática quanto em requintes de orquestração. Berlioz, finalmente, conseguiu estabelecer um convívio harmônico entre a massa instrumental, vocal e a diversidade de timbres da grande orquestra.

Muito deste preconceito quanto ao exagero  do tamanho da orquestra vem de seu “Tratado de instrumentação e orquestração”, o primeiro do gênero, em que sugere uma orquestra ideal para fins festivos com nada menos que 456 músicos, incluindo 120 primeiros violinos, 12 fagotes, 12 trombones, 30 harpas e 30 pianos. É de se perguntar se o tal preconceito tem ou não fundamento… mesmo Strauss, Mahler e Schoenberg não chegaram perto de tamanho delírio. Mas felizmente, ele nunca chegou a escrever efetivamente para este conjunto, até porque trata-se de uma triplicação para ser exibida em festivais.

No fim das contas, dos grandes delírios orquestrais de Berlioz, esse é um dos melhores.

Em tempo: quando Colin Davis resolveu gravar a obra completa de Berlioz com uma orquestra tipicamente britânica, perguntaram a ele porque os franceses não o fizeram, ele respondeu: os franceses não gostam de Berlioz.

Berlioz: Te Deum, Op. 22
I.Te Deum
II.Tibi omnes
III.Dignare
IV.Christe, rex gloriae
V.Te ergo quaesumus
VI.Judex crederis

London Symphony Orchestra & Chorus
Wandsworth School Boys´Choir
Franco Tagliavini, tenor
Nicolas Kynaston, organ
Sir Colin Davis

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Chucruten

Schubert & Schoenberg: Quinteto D. 956 e Noite Transfigurada

Schubert & Schoenberg: Quinteto D. 956 e Noite Transfigurada

Excelente interpretação da Noite de Schoenberg e um pouco de falta de charme no Schubert. É um problema. Sabe-se tocar bem o moderno mas depois entra duro demais no melodismo extremo de Schubby. Acho que assim dá para resumir este CD cuja estrela maior é a bela Janine Jansen. Mas o repertório é extraordinário. O Quintetão de Schubert é uma coisa e a Noite então?

Schubert & Schoenberg: Quinteto D. 956 e Noite Transfigurada

1. Schoenberg: Verklärte Nacht, Op.4 – 1. Sehr langsam (bar 1) 6:41
2. Schoenberg: Verklärte Nacht, Op.4 – 2. Breiter (bar 200) 6:27
3. Schoenberg: Verklärte Nacht, Op.4 – 3. Schwer betont (bar 201) 2:36
4. Schoenberg: Verklärte Nacht, Op.4 – 4. Sehr breit und langsam (bar 229) 9:40
5. Schoenberg: Verklärte Nacht, Op.4 – 5. Sehr ruhig (bar 370) 4:22

6. Schubert: String Quintet in C, D.956 – 1. Allegro ma non troppo 19:39
7. Schubert: String Quintet in C, D.956 – 2. Adagio 14:09
8. Schubert: String Quintet In C, D.956 – 3. Scherzo (Presto) – Trio (Andante sostenuto) 9:34
9. Schubert: String Quintet in C, D.956 – 4. Allegretto 9:49

Janine Jansen
Boris Brovtsyn
Amihai Grosz
Maxim Rysanov
Torleif Thedeen
Jens Peter Maintz

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Janine Jansen, Violine

PQP

Feldman, Zimmermann, Schoenberg, Xenakis: Phantasy of Spring — Works for Violin and Piano

Um CD ouvido com pouca atenção por este que vos escreve. Mas acho que ele vale pelas obras de Zimmermann e Xenakis, assim como pelo lindo som extraído pela ruiva Carolin Widmann de seu violino. O repertório é raro, coerente e a ECM não costuma perder a viagem.

Aliás, vejo agora que o The Guardian elogiou muito o CD, conforme vocês podem ler a seguir:

Carolin Widmann follows her impressive survey of Schumann’s violin sonatas last year with something completely different and, in its own way, equally outstanding. These four 20th-century works for violin and piano are sharply contrasted from each other, too, and it’s a measure of Widmann’s excellence, and that of the pianist Simon Lepper, that they all ­receive performances of such idiomatic understanding. If Bernd Alois Zimmermann’s early, rather Bartók-like and ­Bartók-lite sonata is the least memorable of the pieces, Widmann presents the best case I’ve heard on disc for the ­communicative power of Schoenberg’s sometimes dry and forbidding Phantasy for violin with piano accompaniment. She makes light of the technical ­challenges of Xenakis’s rebarbative ­Dikthas, while at the other end of the postwar stylistic spectrum she and ­Lepper produce a beautifully voiced performance of Morton Feldman’s Spring of Chosroes. A very fine collection.

Feldman, Zimmermann, Schoenberg, Xenakis: Phantasy of Spring — Works for Violin and Piano

Morton Feldman
Spring of Chosroes, for violin and piano Work
1 Spring of Chosroes, for violin and piano 14:09

Bernd Alois Zimmermann
Sonate für Violine und Klavier
2 1.Sonata 4:32
3 2.Fantasia 5:39
4 3.Rondo 4:43

Arnold Schoenberg
5 Fantasy for Violin and Piano, Op.47 10:02

Iannis Xenakis
6 Dikhthas, for violin and piano 12:50

Carolin Widmann, violin
Simon Lepper, piano

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Carolin Widmann
Carolin Widmann. PQP Bach está, pessoalmente, em fase puramente violinística

PQP

Danças Antigas da Hungria

Danças Antigas da Hungria

Este CD é uma seleção de música antiga da Hungria, uma parte da Europa raramente incluída em coleções desse gênero. São peças incomuns, inusitadas, animadas e encantadoras, cada uma muito diferente das outras na textura e tom, interpretadas por instrumentos de época… Alguns bem estranhos. Um dos melhores discos de música antiga que ouvi nos últimos tempos. Ouvi-lo é como se você estivesse sentado com o Clemencic Consort numa pequena sala, cercado por um som muito rico e diferente.

Danças Antigas da Hungria

1. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Otodik Tancz
2. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Duch Pane swu Swatuny
3. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: U naseho Barty: (Erdelyi Hajdutanc: Chodila, chodila)
4. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Pro Clarinis XXIII & XXII
5. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Chorea hungarica: (Chorea Tancz)
6. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Pargamasca: (Corant, Sarabanda, Coranta, Gagliarda)
7. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Tantz: (Chorea Tantz, Ritka)
8. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: O Gloriosa Domina
9. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Alia chorea n 8: (Lopatkowany tanecz, Klobucky tanecz, Proportio, Alia chorea – Alia hungarica)
10. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Pro Clarinis III & XI
11. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Lapozskas tancz: (Tancz, Apor Lazar tancza)
12. Ungarische Tanze Des 17. Jahrhunderts: Olach tancz (1st part) – (Alia chorea, Alia polonica, Nerada robyla, Olach tancz (2nd part))

Clemencic Consort
Rene Clemencic

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René Clemencic
René Clemencic: bom menino

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Franz Schubert (1797-1828): Sonata para Piano Nº 14 / Momentos Musicais / Fantasia

Franz Schubert (1797-1828): Sonata para Piano Nº 14 / Momentos Musicais / Fantasia

Esta é uma gravação realizada na ex-URSS. Não tem som ruim em função disso, é claro, mas por ser certamente pirata (e odiamos piratas, como vocês bem sabem). Vocês sabem que aquele pequeno ser que era Schubert — 1,56 m — era uma fonte inesgotável de belas melodias e aqui ele dá mais uma tremenda demonstração disso sob as mãos deste monstro do piano que é Emil Gilels. Vale baixar, é óbio, apesar da baixa qualidade de som.

Franz Schubert (1797-1828): Sonata para Piano Nº 14 / Momentos Musicais / Fantasia

Piano Sonata 14 in A minor. Op. 143
01. I. Allegro Giusto (10:58)
02. II. Andante (4:51)
03. III. Allegro Vivace (4:59)

Moments musicaux. Op. 94
04. 1 in C major. Moderato (4:49)
05. 2 in A flat major. Andantino (6:25)
06. 3 in F minor. Allegretto moderato (1:54)
07. 4 in C sharp minor. Moderato (4:17)
08. 5 in F minor. Allegro vivace (1:51)
09. 6 in A flat major. Allegretto (7:12)

10. Fantasia in F minor. Op. 103 (17:26)

Emil Gilels, piano

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Emil Gilels: som ruim, excelente interpretação.
Emil Gilels: gravação ruim, excelente interpretação.

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Prokofiev: Piano Concerto no.3, Rachmaninov: Piano Concerto no.1 etc. Janis [link atualizado 2017]

Norman Lebrecht definiu a indústria da gravação de música clássica como “uma forma de arte”. E devo dizer que este CD é uma das pérolas desta arte.

A história da sua gravação foi uma novela épica: no auge da guerra fria, EUA e URSS procuraram compensar nas artes as dissimulações que viviam na política, e para manter certos protocolos de boa vizinhança, firmaram diversos acordos de cooperação cultural. Uma dessas foi a troca de músicos: solistas russos tocariam com orquestras nos EUA e orquestras americanas fariam tournées pelo soviete supremo. Consta que numa dessas, algum produtor bem louco teve a brilhante idéia de mandar um solista americano tocar Prokofiev e Rachmaninov na União Soviética, sob a batuta e acompanhamento de orquestra russa. De tão descabida, a ideia quase não saiu do papel, mas como as autoridades americanas acharam que seria interessante, e a gravadora iria lucrar com a polêmica, ficaram nada menos que 5 anos negociando quem, quando, onde e como seria feita a gravação. Para encurtar a história, a cortina de ferro finalmente autorizou, em 1962, Byron Janis e uma equipe de técnicos de gravação da Mercury a ir a Moscow gravar com Kirill Kondrashin regendo a filarmônica local. O resultado é surpreendente. Primeiro, como estavam sendo vigiados e não queriam revelar os segredos da gravação moderna aos sovièticos, levaram equipamento de gravação cinematográfico, e fizeram as matrizes em magnéticos perfurados de 35mm para cinema, dando à gravação uma sonoridade superior à qualquer outra da época. Segundo, para competir para ver quem era mais fiel à partitura, travaram uma espécie de disputa velada, e tanto Janis quanto a orquestra de Moscow fizeram uma performance pra lá de precisas. Parece que se ouve uma orquestra de câmara, de tão nítidos os sons dos instrumentos. Janis tinha uma intimidade muito grande com a obra de Prokofiev, e chegou a tocar este mesmo concerto quando veio ao Brasil na década de 80, razão pela qual ele arrancou elogios da crítica musical soviética, coisa quase surreal dado o contexto da situação. E, para mim, esta é a melhor leitura do concerto 3 de Prokofiev. Ever.

O CD ainda vem com outras obras para piano solo de Schumann, Prokofiev, Mendelssohn e Octavio Pinto (outra surpresa: compositor brasileiro, era o marido de Guiomar Novaes!), o que faz dele mais um item IMPERDÍVEL!

Prokofiev: Piano Concerto #3 In C, Op. 26 – 1. Andante
Prokofiev: Piano Concerto #3 In C, Op. 26 – 2. Theme & Variations
Prokofiev: Piano Concerto #3 In C, Op. 26 – 3. Allegro Ma Non Troppo
Rachmaninov: Piano Concerto #1 In F Sharp Minor, Op. 1 – 1. Vivace
Rachmaninov: Piano Concerto #1 In F Sharp Minor, Op. 1 – 2. Andante
Rachmaninov: Piano Concerto #1 In F Sharp Minor, Op. 1 – 3. Allegro Vivace
Prokofiev: Toccata in D Minor, Op. 11
Schumann: Variations on a theme by Clara Wieck (“Quasi Variazioni”), Op. 5
Mendelssohn: Songs Without Words, Vol. 5, Op. 62 – 1. Andante Espressivo
Octavio Pinto: Scenes From Childhood – Run, Run
Octavio Pinto: Scenes From Childhood – March
Octavio Pinto: Scenes From Childhood – Hobby-Horse

Byron Janis, piano
Kirill Kondrashin, Moscow Philharmonic Orchestra

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Tributo a Sir Colin Davis – Parte 1 [link atualizado 2017]

Eu realmente gosto de Colin Davis. Seu estilo honesto e requintado de reger deixou saudades. Sua leitura era sempre muito objetiva e pouco afetada; ademais, um sujeito que conseguia reger bem compositores tão díspares como Mozart e Stravinsky merece um bom crédito. Acho que foi um dos melhores de sua geração, e ela infelizmente está minguando sem deixar substitutos à altura. Uma pena.

De qualquer forma, graças a Deus que alguns loucos visionários do século XIX descobriram técnicas de registro sonoro, e, por conta disso, a gravação conseguiu fazer perpetuar algumas performances musicais que hoje nos enchem de deleite.

Uma delas é essa: a sinfonia Harold en Italie de Berlioz, pela batuta de Davis e o solo de Nobuko Imai. A obra em si já é curiosa: o mega popstar Paganini resolveu mostrar que era bom também na viola, e encomendou a alguns compositores obras com solo para este instrumento, entre eles Berlioz. Para ele, a escolha foi desastrosa; para o mundo da música, um tesouro. Berlioz nunca seria a pessoa mais indicada para escrever um concerto, já que o barato dele era – e sempre foi – escrever para orquestra. Aliás, Berlioz deve ser o único compositor que não tem nenhuma obra de câmara (até Bruckner tem!), e acabou escolhendo uma sinfonia descritiva sobre o personagem Byroniano Haroldo, sendo o dito representado pela viola. Paganini ficou furioso, pq a obra tinha pouco ou

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quase nada de passagens virtuosísticas (aqueles malabarismos musicais) que ele adorava apresentar, e nunca a tocou. E a sinfonia acabou sendo um sucesso berlioziano (se é que existe este termo), uma das mais hábeis e interessantes escritas para orquestra. Afinal, fazer uma grande orquestra berlioziana (gostei do termo) dialogar com uma viola, tem que saber onde se mete.

No mais, Davis gravou esta sinfonia outras vezes, a mais célebre tendo Menuhin como solista, mas eu sinceramente prefiro esta – não pelo solo, mas pela sonoridade da orquestra e da gravação. E Imai é um espetáculo à parte: uma japonesinha de meio metro de altura, mas que toca que é um gigante.

Esta gravação é de 1975, e foi lançada em CD pela Philips no Berlioz Complete Cycle em 1982. Vem, de lambuja, Tristia op.18 e o Preludio do III ato dos Troianos em Cartago. Como diz nosso amigo pqp, IMPERDÍVEL!

Berlioz: Harold en Italie, Tristia, Les Troyens Prélude

1 Harold en Italie, Op.16: 1. Harold aux montagnes (Adagio – Allegro)
2 Harold en Italie, Op.16: 2. Marche des Pèlerins (Allegretto)
3 Harold en Italie, Op.16: 3. Sérénade (Allegro assai – Allegretto)
4 Harold en Italie, Op.16: 4. Orgie des brigands (Allegro frenetico – Adagio – Allegro), Tempo I
5 Tristia, Op.18: 1. Méditation religieuse (after Thomas Moore)
6 Tristia, Op.18: 2. La mort d’Ophélie – Ballade (after Shakespeare)
7 Tristia, Op.18: 3. Marche funèbre pour la dernière scène d’Hamlet (Allegretto moderato)
8 Les Troyens à Carthage: Prélude à l’Acte II

Nobuko Imai, alto
Sir Colin Davis – London Symphony Orchestra

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Chucruten

Repostado por Bisnaga

Johann Pachelbel (1653-1706): Hexachordum Apollinis

Pachelbel é conhecido principalmente pelo seu Cânon, que até hoje recebe arranjos e abusos, sempre sobrevivendo aos mesmos. O compositor foi professor do irmão mais velho de meu pai, Johann Sebastian Bach, o qual, por sua vez, ensinou o irmão, que recebeu, assim, sua influência indireta. A música para órgão de Pachelbel é central em sia obra, incluindo 70 corais e 95 fugas.

E este CD é bastante bom, viram?

Johann Pachelbel (1653-1706): Hexachordum Apollinis

1 Chaconne in d
2 Hexachordum Apollinis: Aria Prima, in d
3 Hexachordum Apollinis: Aria Secunda, in e
4 Hexachordum Apollinis: Aria Tertia, in F
5 Hexachordum Apollinis: Aria Quarta, in g
6 Hexachordum Apollinis: Aria Quinta, in a
7 Hexachordum Apollinis: Aria Sexta, in f, ‘Aria Sebaldina’
8 Chaconne in f

John Butt, organ

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Pachelbel
Pachelbel

PQP

Paul Hindemith (1895-1963): Quinteto, Quarteto, Sonata, todos para Clarinete, e 3 Peças Fáceis

Não pude fazer um bom trabalho de curadoria neste CD. Ouvi-o de longe, durante cerrada conversa com uma amiga no chat do Facebook. Mas, olha, desconheço composições de Hindemith que não sejam contrapontísticas e boas. Na verdade, deveria ouvir melhor o CD, mas como não temos previsão de outra postagem hoje, essa vai assim mesmo. A avaliação da crítica é muito positiva também. As composições são do final dos anos 30, melhor período de Hindemith. Também o Spectrum Concerts Berlin não costuma perder gols. Se fosse você, eu ouviria.

Paul Hindemith (1895-1963): Quinteto, Quarteto, Sonata,
todos para Clarinete, e 3 Peças Fáceis

1. Quartet for Clarinet and Piano Trio*: I. Massig bewegt 7:11
2. Quartet for Clarinet and Piano Trio*: II. Sehr langsam 9:41
3. Quartet for Clarinet and Piano Trio*: III. Massig bewegt 10:46

4. Clarinet Sonata: I. Massig bewegt 5:05
5. Clarinet Sonata: II. Lebhaft 3:01
6. Clarinet Sonata: III. Sehr langsam 7:42
7. Clarinet Sonata: IV. Kleines rondo, gemachlich 2:39

8. 3 Leichte Stucke: No. 1. Massig schnell, munter 1:10
9. 3 Leichte Stucke: No. 2. Langsam 2:48
10. 3 Leichte Stucke: No. 3. Lebhaft 2:07

11. Clarinet Quintet, Op. 30: I. Sehr lebhaft 2:04
12. Clarinet Quintet, Op. 30: II. Ruhig 7:11
13. Clarinet Quintet, Op. 30: III. Schneller Landler 5:48
14. Clarinet Quintet, Op. 30: IV. Arioso, sehr ruhig 3:03
15. Clarinet Quintet, Op. 30: V. Sehr lebhaft 2:14

Spectrum Concerts Berlin

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Hindemith borboleteando nos EUA
Hindemith: borboleteando no exílio norte-americano

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G. F. Handel (1685-1759): Concerti Grossi, Op. 6

G. F. Handel (1685-1759): Concerti Grossi, Op. 6

Ouvi estes bem conhecidos concertos com renovado prazer. A lembrança afetiva das gravações de Karl Richter ficou lá longe, um pouco envergonhada da qualidade desta gravação realizada com instrumentos originais. Andrew Manze e a AAM saem-se maravilhosamente bem neste repertório obrigatório da música barroca. Há muita vida neste álbum duplo. Enjoy!

G. F. Handel (1685-1759): Concerti Grossi, op. 6

Disc 1:

1. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): [no marking] 1:39
2. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Allegro 1:57
3. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Presto 3:04
4. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Largo 2:03
5. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Allegro 2:19
6. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Menuet 3:07

7. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): A tempo giusto 1:42
8. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Allegro 1:37
9. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Adagio 2:34
10. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Allegro 2:26
11. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Allegro 2:50

12. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Andante larghetto 4:01
13. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Allegro 2:27
14. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Largo 2:19
15. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Allegro, ma non troppo 2:23
16. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Larghetto 1:18
17. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Andante 2:05
18. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Allegro 2:24
19. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Polonaise 4:40
20. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Allegro, ma non troppo 1:26

21. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Ouverture 1:52
22. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro 2:10
23. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Lento 3:34
24. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro 2:06
25. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro 2:52
26. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro moderato 2:17

27. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Andante larghetto, e staccato 4:13
28. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Allegro 1:34
29. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Largo, et staccato 0:32
30. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Andante 4:11
31. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Allegro 5:30

Disc 2:

1. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Largo 1:07
2. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Allegro 2:41
3. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Largo, e piano 2:50
4. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Andante 3:57
5. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Hornpipe 2:59

6. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Larghetto e affettuoso 3:16
7. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Allegro, ma non troppo 1:37
8. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Musette 4:46
9. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Allegro 2:51
10. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Allegro 2:38

11. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Larghetto affettuoso 2:33
12. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Allegro 2:53
13. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Largo, e piano 2:13
14. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Allegro 2:39

15. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Largo 1:20
16. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Allegro 3:19
17. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Larghetto 3:10
18. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Allegro 1:57
19. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Menuet 1:33
20. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Gigue 1:51

21. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Allemande 5:39
22. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Grave 1:23
23. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Andante allegro 2:00
24. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Adagio 1:02
25. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Siciliana 2:52
26. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Allegro 1:19

27. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Largo 1:46
28. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Allegro 2:48
29. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Larghetto, e piano 3:38
30. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Largo 0:49
31. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Allegro 2:09

The Academy of Ancient Music
Andrew Manze

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Manze acertou a mão.
Manze acertou a mão.

PQP

.: interlúdio :. Pat Metheny – Unity Band (2012)

Excelente CD do guitarrista e band leader Pat Metheny, que andou apresentando este repertório — muito bom — em São Paulo há dois meses. Este disco ganhou o Grammy de Melhor Disco Instrumental de Jazz em 2013, o que não significa nada, mas vai como informação. Unity band marca o retorno de Metheny a um abandonado lirismo, assim como às belas melodias. Nunca se sabe qual será o próximo passo deste grande artista que muda a cada trabalho. Adoro.

Pat Metheny – Unity Band (2012)

01. New Year 7:37
02. Roofdogs 5:33
03. Come And See 8:28
04. This Belongs To You 5:20
05. Leaving Town 6:24
06. Interval Waltz 6:26
07. Signals (Orchestrion Sketch) 11:26
08. Then And Now 5:57
09. Breakdealer 8:34

Pat Metheny – electric and acoustic guitars, guitar synth, orchestrionics
Chris Potter – tenor sax, bass clarinet, soprano sax
Ben Williams – acoustic bass
Antonio Sanchez – drums

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Metheny e o pessoal da Unity Band
Metheny e o pessoal da Unity Band

PQP

The Unknown Piazzolla

The Unknown Piazzolla

Belo disco capitaneado pela pianista Allison Franzetti, The Unknown Piazzolla é uma excelente seleção de músicas nunca gravadas pelo mestre. A bartoquiana Sonata Op. 7 é maravilhosa. As Suites e Milongas, assim como as outras obras, mostram o talento de uma pianista inteiramente à vontade. Se você gosta de Piazzolla, este é um CD a baixar, sem dúvida.

The Unknown Piazzolla

1. Vayamos Al Diablo (piano solo) 1:35
2. Dos Piezas Breves – Tanguango (for viola and piano) 3:33
3. Dos Piezas Breves – Noche (for viola and piano) 4:55
4. Preludio 1953 (piano solo) 3:04
5. Milonga En Re (for violin and piano) 4:24
6. Suite Op. 2 – Preludio (piano solo) 2:03
7. Suite Op. 2 – Siciliana (piano solo) 3:24
8. Suite Op. 2 – Toccata (piano solo) 2:26
9. Milonga Sin Palabras (for treble instrument/voice and piano) 5:52
10. Preludio No. 1 (for violin and piano) 5:47
11. Suite No. 2 – Nocturno (piano solo) 2:16
12. Suite No. 2 – Miniatura (piano solo) 0:37
13. Suite No. 2 – Vals (piano solo) 1:55
14. Suite No. 2 – Danza Criolla (piano solo) 1:29
15. Tres Piezas Breves – Pastoral (for cello and piano) 2:53
16. Tres Piezas Breves – Serenade (for cello and piano) 2:42
17. Tres Piezas Breves – Siciliana (for cello and piano) 2:31
18. Sonata No. 1 Op. 7 – Presto (piano solo) 3:02
19. Sonata No. 1 Op. 7 – Coral con Variaciones (piano solo) 6:02
20. Sonata No. 1 Op. 7 – Rondo (piano solo) 4:41

Allison Brewster Franzetti, piano
Hector Falcon, violino
Nardo Poy, viola
Eugene Moye, violoncelo

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Nossa, como essa Allison toca!
Nossa, como essa Allison toca!

PQP

Max Reger (1873-1916): Variations and Fugue on a Theme of J. S. Bach / Humoresques / Variations and Fugue on a Theme of Telemann

Excelente disco de um compositor muito respeitado e pouco divulgado, Reger. Ele compôs muita música de câmara, sempre de boa qualidade. Acho que a extrema erudição e mais seu apego ao romantismo prejudicaram a divulgação de sua obra. Essas variações sobre temas de Bach e Telemann são ótimas, assim como a obra para órgão do cidadão. Incrivelmente, é o primeiro CD dele que postamos no PQP Bach.

Max Reger (1873-1916): Variations and Fugue on a Theme of J. S. Bach /
Humoresques / Variations and Fugue on a Theme of Telemann

1. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Theme Andante
2. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation I L’istesso tempo
3. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation II (sempre espress. ed assai legato)
4. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation III Grave assai
5. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation IV Vivace
6. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation V Vivace
7. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation Vl Allegro molto
8. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation VII Adagio
9. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation VIII Vivace
10. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation IX Grave e sempre molto espressivo
11. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation X Poco vivace
12. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation XI Allegro agitato
13. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation XII Andante sostenuto
14. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation XIII Vivace
15. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Variation XIV Con moto
16. Variations And fugue On A Theme Of Johann Sebastian Bach, Op 81: Fugue Sostenuto

17. Five Humoresques, Op 20: No 1 Allegretto grazioso – piu meno mosso – tempo primo
18. Five Humoresques, Op 20: No 2 Presto – Andante – Presto
19. Five Humoresques, Op 20: No 3 Andantino grazioso – Meno mosso -Tempo primo
20. Five Humoresques, Op 20: No 4 Prestissimo assai – Meno mosso – Prestissimo assai
21. Five Humoresques, Op 20: No 5 Vivace assai – Piu tranquillo -Tempo primo

22. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Theme Tempo di Minuetto
23. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation I (L’istesso tempo)
24. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation II (L’istesso tempo)
25. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation III (L’istesso tempo) (Sherzando)
26. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation IV (L’istesso tempo)
27. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation V (Non troppo vivace)
28. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation VI (Non troppo vivace)
29. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation VII (quasi Tempo primo)
30. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation VIII Tempo primo
31. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation IX Non troppo vivace
32. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation X Quasi adagio
33. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XI Quasi adagio
34. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XII Poco vivace
35. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XIII Tempo primo
36. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XIV Meno vivace
37. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XV Andante
38. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XVI Adagio
39. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XVII Poco andante
40. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XVIII Tempo primo
41. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XIX Poco vivace
42. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XX Poco vicace
43. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XXI Poco vivace
44. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XXII Vivace
45. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Variation XXIII Poco Andante – Molto adagio
46. Variations And Fugue On A Theme Of Georg Philipp Telemann, Op. 134: Fugue Vivace con spirito – Meno mosso

Marc-André Hamelin, piano

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Max_reger_1

PQP

Franz Josef Haydn (1732-1809): A Trompa Natural

Para aquelas e aqueles que são vulneráveis aos encantos da trompa, um disco da música de Haydn para o instrumento. O repertório é raro e Ab Koster não é um franco-atirador chinelo, abusado e reles, é um dos maiores trompistas da atualidade. A trompa utilizada nesta gravação é a natural. A trompa natural — ou trompa de caça — é o instrumento antecessor da trompa moderna. Ela se distingue pela falta de válvulas. Consiste em um bocal, um tubo longo e enrolado e uma campana de largura. Foi usada amplamente até a aparição da trompa moderna no século XIX.

Franz Josef Haydn (1732-1809): A Trompa Natural (The Natural Horn)

1. Cassatio In D Major, Hob. deest: I. Allegro moderato
2. Cassatio In D Major, Hob. deest: II. Menuet – Trio
3. Cassatio In D Major, Hob. deest: III. Adagio
4. Cassatio In D Major, Hob. deest: IV. Menuet – Trio
5. Cassatio In D Major, Hob. deest: V. Finale. Allegro

6. Divertimento In E-Flat Major, Hob. II: 21: I. Allegro molto
7. Divertimento In E-Flat Major, Hob. II: 21: II. Menuet – Trio
8. Divertimento In E-Flat Major, Hob. II: 21: III. Adagio
9. Divertimento In E-Flat Major, Hob. II: 21: IV. Menuet. Poco allegro – Trio
10. Divertimento In E-Flat Major, Hob. II: 21: V. Finale. Presto

11. Concerto In D Major, Hob. VIId: 3: I. Allegro
12. Concerto In D Major, Hob. VIId: 3: II. Adagio
13. Concerto In D Major, Hob. VIId: 3: III. Allegro

14. Divertimento A Tre in E-Flat Major, Hob. IV: 5: I. Moderato assai (Thema con variazioni)
15. Divertimento A Tre in E-Flat Major, Hob. IV: 5: II. Finale. Allegro di molto

16. Divertimento In D Major, Hob. II: 22: I. Presto
17. Divertimento In D Major, Hob. II: 22: II. Menuet – Trio
18. Divertimento In D Major, Hob. II: 22: III. Largo
19. Divertimento In D Major, Hob. II: 22: IV. Menuet – Trio
20. Divertimento In D Major, Hob. II: 22: V. Finale. Allegro molto

Ab Koster
L’Archibudelli

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Esse toca de verdade
Esse toca de verdade

PQP

Muito obrigado pelo belíssimo comentário

Muito obrigado pelo belíssimo comentário

mpCaro (a) mantenedor (a) do PQP Bach

Abaixo vai meu agradecimento por manter esse blog. Agradecimento em forma da história da música em minha vida.

Estimulado a ler, me lembro de ir, ainda garotinho, década de 70, ir com minha mãe à livraria comprar um livrinho de “estória”, eu lia tudo que aparecia: mesmo que não entendesse o que significava, ainda assim eu lia; com uns 6 ou 7 anos eu me lembro de ler os cadernos do meu tio que estava no “ginásio”, em particular lembro-me de ter lido um trabalho sobre “fósseis”, a ilustração era feita à mão livre usando canetas BIC nas cores azul, vermelho e verde.

A música tinha reprodução difícil e só havia LP’s com custo alto e eu não tinha acesso livre a eles. Ganhei um toca-discos verde, portátil, da Sonata, com alguns disquinhos coloridos de “estória” infantil, mas eu queria escutar aqueles discos pretos que não me deixavam colocar as mãos; aqueles eram discos de MPB de época, Fado e congêneres, hoje sei que de “clássicos” nada havia. E assim a música ficou meio que latente, suprimida mesmo, em mim.

Não sei onde escutei, imagino que na televisão, uma música “mágica”, que me encantou de um jeito que seus acordes não me saiam da cabeça. Lembro de cantarolar o um pequeno trecho dessa música linda, em uma língua da qual nada entendia, e dela não sabia nem o nome. Essa música era tão intensa, rica em sons que expandiam em minha mente, eu me sentia tão bem quando lembrava dela, e eu tinha sede de escutá-la novamente: recordo-me de ter cantarolado para algumas pessoas o único trechinho que eu sabia, na esperança de alguém me dizer o nome, mas não tive êxito. A única palavra mais clara que “saia” no cantarolar era “Aleluia”, e pelo ritmo, ninguém soube me dizer. Nessa época eu tinha entre 7 e 8 anos pois recordo-me de ter feito a Primeira Comunhão sem dela nada saber. Cheguei a perguntar à professora de Catecismo, mas ela disse não saber do eu falava. Se a palavra central era “Aleluia” imaginei que alguém na Igreja me diria que de se tratava, mas os esforços foram em vão. Na época já havia fitas K7, mas eu não tinha nem toca fitas em casa.

Quando eu tinha 12 anos de idade, era 1985, assisti na TV um filme chamado “O enigma da Pirâmide” e, em uma certa cena do filme, uma música “toucou” e eu fiquei abalado. O que era aquilo? Que música era aquela que jamais houvera escutado, mas que me causava tanta emoção?! Ninguém soube me dizer nada sobre aquele som.

Tudo que eu sabia daquelas duas músicas era que provavelmente aquilo era “música clássica” e nada mais, até que em 1995 a revista Caras lançou uma coletânea de música clássica em CD’s, e eu mesmo sem ter um “toca CD’s” comprava as revistas só pra poder conseguir os CD’s onde poderia estar o que eu tanto procurava. Quando um bom tempo depois comprei um aparelho para escutar os CD’s, finalmente descobri qual era aquela primeira música que me encantou, era o Coro de Aleluia, do Messias, de Handel. Chorei como uma criança ao escutar aquela música que houvera habitado em minha lembrança por tantos anos. Escutei aquilo por dezenas de vezes. Descobri que havia sutis diferenças na mesma peça se tocada por diferentes orquestras; é que “Aleluia” veio gravada nos CD’s 2 e 8 da coletânea Caras: sob a direção de Von Cammus pela Orquestra da Rádio de Berlim e pela orquestra de Praga, por Randell Gork-Choken.

Reconheci algumas outras coisas das quais não sabia o nome como a “Privavera” de Vivaldi, “Danúbio Azul” de Strauss, “chegada dos convidados” e “Cavalgada das Valquírias” de Wagner e a “Dança Germânica op33” de Schubert, entre outras coisas. Só tempos depois fui me dando conta que eu “re”conhecia aqueles sons por eu, em busca das canções da infância, ter passado a prestar atenção em trilhas sonoras de filmes e tudo mais que aparecia na TV, única fonte de informação na época. Em 1999 uma loja de CD’s, do interior de MG onde morava, fez uma “banca de ofertas” daquilo que estava “encalhado” e eu comprei da Deutsche Grammophon um CD do Ravel com seu fabuloso “Bolero”.

Mas, só em 2001 quando tive acesso à internet, eu consegui descobrir a segunda música da infância; aquela do filme “o enigma da pirâmide”, e aquela música mágica era parte de uma obra maior que me inebriou e que tornou-se um “amor”. A música do filme era um trecho de “O fortuna” de Carmina Burana, do Orff. Procurei a história da obra e descobri que a origem dessa obra de Orff eram os manuscritos medievais: e, quando conheci as músicas antigas e medievais eu me apaixonei de modo febril e crônico e, desde então, não parei mais de baixar músicas. E, quando em 2004 consegui entrar pra universidade, o conhecimento de história, sociologia e tudo mais adquirido de modo intuitivo na internet foi tomando forma através de um estudo mais sistematizado me abriu definitivamente os sentidos para uma face do mundo que eu só imaginava existir.

Escrevi esse relato como uma forma de dizer que a pessoa que mantém esse blog presta um grande serviço à humanidade e aos “espíritos” que nela habitam na forma de pessoas que, apesar de não terem tido esse conhecimento posto em seu processo educacional, ainda assim, têm a chance de conhecer obras fabulosas como as aqui postadas.

Att
Renato Scortegagne

Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Flauta, Op. 10 / Giuseppe Sammartini (1695-1750): Concerto para Flauta

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Mais um esplêndido CD com Concertos para Flauta de Vivaldi. ATENÇÃO: não são as mesmas obras do CD postado sexta-feira passadaA grande atração aqui é a interpretação da solista Michala Petri — na época da gravação bem mais jovem do que bela senhora que apresentamos abaixo. Todo mundo pensa que Michala é italiana, mas não, esta gracinha é dinamarquesa. Ouçam como ela canta no Cantabile do Il cardello e depois me digam o que acharam, tá?

Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Flauta, Op. 10 /
Giuseppe Sammartini (1695-1750): Concerto pata Flauta

1. Concerto No. 1(RV 433) in F: ‘La tempesta di mare’: Allegro
2. Concerto No. 1(RV 433) in F: ‘La tempesta di mare’: Largo
3. Concerto No. 1(RV 433) in F: ‘La tempesta di mare’: Presto

4. Concerto No. 2 (RV 439) in g: ‘La notte’: Largo
5. Concerto No. 2 (RV 439) in g: ‘La notte’: Presto ‘Fantasmi’
6. Concerto No. 2 (RV 439) in g: ‘La notte’: Largo

7. Concerto No. 2 (RV 439) in g: ‘La notte’: Presto
8. Concerto No. 2 (RV 439) in g: ‘La notte’: Largo ‘Il sonno’
9. Concerto No. 2 (RV 439) in g: ‘La notte’: Allegro

10. Concerto No. 3 (RV 428) in D: ‘Il cardello’: Allegro
11. Concerto No. 3 (RV 428) in D: ‘Il cardello’: Cantabile
12. Concerto No. 3 (RV 428) in D: ‘Il cardello’: Allegro

13. Concerto No. 4 (RV 435) in G: Allegro
14. Concerto No. 4 (RV 435) in G: Largo
15. Concerto No. 4 (RV 435) in G: Allegro

16. Concerto No. 5 (RV434) in F: Allegro ma non tanto
17. Concerto No. 5 (RV434) in F: Largo e cantabile
18. Concerto No. 5 (RV434) in F: Allegro

19. Concerto No. 6 (RV 437) in G: Allegro
20. Concerto No. 6 (RV 437) in G: Largo
21. Concerto No. 6 (RV 437) in G: Allegro

22. Concerto in F: Allegro
23. Concerto in F: Andante
24. Concerto in F: Allegro assai

Michala Petri
Moscow Virtuosi
Vladimir Spivakov

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Michala Petri: imenso talento
Michala Petri: imenso talento

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Lalo, Saint-Saëns, Bruch, Bloch: Obras para violoncelo e orquestra com Pierre Fournier

Putz, esqueci do texto… O CD é ÓTIMO !!!

Lalo, Saint-Saëns, Bruch, Bloch:
Obras para violoncelo e orquestra com Pierre Fournier

Eduard Lalo (1823-1892)
1. Cello Concerto in D minor – 1. Prélude: Lento – Allegro maestoso 13:12
2. Cello Concerto in D minor – 2. Intermezzo: Andantino con moto – Allegro presto 6:31
3. Cello Concerto in D minor – 3. Andante – Allegro vivace 7:23

Camille Saint-Saëns (1835-1921)
4. Cello Concerto No.1 in A minor, Op.33 – 1. Allegro non troppo 5:56
5. Cello Concerto No.1 in A minor, Op.33 – 2. Allegretto con moto 5:57
6. Cello Concerto No.1 in A minor, Op.33 – 3. Un peu moins vite 7:32

Max Bruch (1838-1920)
7. Kol Nidrei, Op.47 – Adagio on Hebrew Melodies for Cello and Orchestra 10:38

Ernst Bloch (1880-1959)
8. “Schelomo” · Hebrew Rhapsodie for Cello and Orchestra 22:02

Jean Martinon
Orchestre Lamoureux

Alfred Wallenstein (em Ernst Bloch)
Berlin Philharmonic Orchestra

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Clássico
Clássico

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Antonio Caldara (1670-1736): Trio Sonatas, Cello Sonatas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Tremendo CD da Cpo. Realmente uma coisa de louco. Como sempre digo, o barroco não tem fim. É muita gente boa. E eu, que pensava que Caldara era um compositor eminentemente vocal? Não, ele era bom em tudo. Prestem bem atenção às sublimes sonatas para violoncelo. O Parnassi Musici mostra-se à altura das obras. Grande achado!

Antonio Caldara (1670-1736): Trio Sonatas, Cello Sonatas

1. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 1 in F major, Op. 1/1: Grave
2. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 1 in F major, Op. 1/1: Allegro
3. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 1 in F major, Op. 1/1: Adagio
4. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 1 in F major, Op. 1/1: Presto

5. Chiaccona, for 2 violins & continuo, Op. 2/12

6. Sonata for cello & continuo No. 14 in A minor: Largo
7. Sonata for cello & continuo No. 14 in A minor: Allegro
8. Sonata for cello & continuo No. 14 in A minor: Aria (Larghetto)
9. Sonata for cello & continuo No. 14 in A minor: Allegro e spirituoso

10. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 10 in F minor, Op. 1/10: Adagio
11. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 10 in F minor, Op. 1/10: Allegro
12. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 10 in F minor, Op. 1/10: Adagio
13. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 10 in F minor, Op. 1/10: Allegro

14. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 2 in G major, Op. 1/2: Grave
15. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 2 in G major, Op. 1/2: Allegro
16. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 2 in G major, Op. 1/2: Grave
17. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 2 in G major, Op. 1/2: Allegro

18. Sonata for cello & continuo No. 5 in F major: Adagio
19. Sonata for cello & continuo No. 5 in F major: Allegro
20. Sonata for cello & continuo No. 5 in F major: Aria largo
21. Sonata for cello & continuo No. 5 in F major: Allegro stil di minuet

22. Sonata a tre in E minor, Op.1/5: Grave
23. Sonata a tre in E minor, Op.1/5: Vivace
24. Sonata a tre in E minor, Op.1/5: Adagio
25. Sonata a tre in E minor, Op.1/5: Vivace

26. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 7 in A major, Op. 1/7: Grave
27. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 7 in A major, Op. 1/7: Allegro
28. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 7 in A major, Op. 1/7: Adagio
29. Sonata a 3 da chiesa, for 2 violins, cello & organ No. 7 in A major, Op. 1/7: Allegro

Parnassi Musici

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Caldara em espetacular CD
Caldara em espetacular CD

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