Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Concertos e Suíte para orquestra

Ouvi apenas uma vez este CD de Trevor Pinnock com o The English Concert. A primeira impressão — muito forte — é a de que ele é bem inferior ao Fasch recém postado. Talvez esteja dizendo uma bobagem, mas Pinnock, que é um grande artista, ainda tateava, buscando o sotaque de um compositor ainda obscuro em 1996. Depois do calor e da qualidade da gravação do pessoal de Basel (abaixo), é necessário um casaco para a frieza acadêmica de Pinnock. Não pensem que isto vale para tudo o que o narigudo Trevor interpreta — basta ouvir o que ele fez em O Messias e nas sinfonias de Haydn, trabalhos imbatíveis até hoje — , mas já ouvi dois discos bem fracos dele com Fasch. Estranhamente, talvez não seja sua praia, sei lá.

Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Concertos e Suíte para orquestra

Concerto a 8 in D major FWV L:D1
1 1. Allegro 2:15
2 2. Largo 1:27
3 3. Allegro 2:56

Concerto in C minor FWV L:c2
4 1. Allegro 3:35
5 2. Largo 3:18
6 3. Allegro 2:17

Overture (Suite) in G minor FWV K:g2
7 1. Ouverture 6:16
8 2. Aria. Largo 3:58
9 3. Jardiniers 1:50
10 4. Aria. Largo 2:16
11 5. Aria. Allegro 3:53
12 6. Gavotte 2:26
13 7. Menuet 2:32

Concerto in B flat major FWV L:B1
14 1. Largo 6:17
15 2. Largo 1:57
16 3. Allegro 3:09

Concerto in D major FWV L:D141
17 1. Allegro 3:10
18 2. Largo 2:29
19 3. Allegro 3:00

The English Concert
Trevor Pinnock

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Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Aberturas e concertos

Este disco relativamente recente, de 2009, é uma joia. Fasch, Biber e Heinichen são as novas estrelas de um barroco sempre redescoberto. A interpretação da Kammerorchester Basel, a “leitung” de Frau Julia Schröder e a gravação da Harmonia Mundi alemã são muito, mas muito boas. Se o Concerto para Violino é aqui gravado pela primeira vez, o Concerto para trompete e dois oboés me soou pela primeira vez como um Fasch típico e puro, prova de que o compositor vai pouco a pouco se acomodando e adquirindo lugar em meu cérebro. Que seja bem-vindo!

Um baita CD!

Johann Friedrich Fasch (1688-1758): Aberturas e concertos

Overture (Suite) for orchestra in D major, FWV K:D3
1. 1. Ouvertüre
2. 2. Air
3. 3. Gavotte alternativement – Gavotte 2
4. 4. Air
5. 5. Bourée
6. 6. Menuet

Concerto for trumpet, 2 oboes, strings & continuo in D major, FWV L:D1
7. 1. Allegro
8. 2. Largo
9. 3. Allegro (moderato)

Overture (Suite) for orchestra in G minor, FWV K:g3
10. 1. Ouvertüre
11. 2. Air
12. 3. Gavotte
13. 4. Air
14. 5. Hornpipe
15. 6. Aria
16. 7. Menuet alternativement – Menuet 2

Violin Concerto in D major, FWV L:D4a
17. 1. Allegro
18. 2. Andante
19. 3. Allegro

Kammerorchester Basel
Julia Schröder, direção

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Igor Stravinsky (1882-1971): Symphony in E / Violin Concerto

Ignoro se ouvi este CD cansado ou não, mas ele não me impressionou muito, apesar do repertório peso pesado e do regente e orquestra idem. Desta vez, não tenho confiança em minha avaliação, certo? Minha audição deve ter sido meio porca. Confiram vocês, por favor, e briguem comigo (ou não) nos comentários.

Igor Stravinsky (1882-1971): Symphony in E / Violin Concerto

1. Sym in E flat Op.I: I. Allegro Moderato
2. Sym in E flat Op.I: II. Scherzo. Allegretto
3. Sym in E flat Op.I: III. Largo
4. Sym in E flat Op.I: IV. Finale. Allegro Molto

5. Vn Con: I. Toccata
6. Vn Con: II. Aria I
7. Vn Con: III. Aria II
8. Vn Con: IV. Capriccio

Lydia Mordkovitch, violin
Orchestre de la Suisse Romande
Neeme Järvi

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Igor Stravinsky (1882-1971): Peças para dois pianos

Aqui, fotos de Igor Stravinsky nu. É sério. Confira lá! PQP Bach é cultura, mas também divulga free porn & nude pics de grandes compositores. 

Bem, FDP Bach não gosta muito de Vladimir Ashkenazy. Conheço FDP há mais de 5 anos e respeito seu gosto, mas aqui não vamos nos entender MESMO. Acompanhado por Andrei Gavrilov, o inimigo de FDP — exagero meu, claro — realiza um belíssimo trabalho nestas transcrições e não-transcrições de obras de Stravinsky para dois pianos. Como destaque, temos uma bela interpretação de A Sagração da Primavera. Ela fica muito interessante sob o suado trabalho da dupla, apesar de que o poder de fogo é muito menor, obviamente.

Absolutamente indispensável aos admiradores de Igor Stravinsky.

Igor Stravinsky (1882-1971): Peças para dois pianos

1. Scherzo a la russe

2. Concerto for 2 pianos: 1. Con moto
3. Concerto for 2 pianos: 2. Notturno
4. Concerto for 2 pianos: 3. Quattro variazioni
5. Concerto for 2 pianos: 4. Preludio e fuga

6. Sonata for 2 pianos: 1. Moderato
7. Sonata for 2 pianos: 2. Largo
8. Sonata for 2 pianos: 3. Allegretto

9. Le Sacre du Printemps: Part I – The Adoration of the Earth
10. Le Sacre du Printemps: The Augurs of Spring
11. Le Sacre du Printemps: Ritual of Abduction
12. Le Sacre du Printemps: Spring Rounds
13. Le Sacre du Printemps: Ritual of the Rival Tribes
14. Le Sacre du Printemps: Procession of the Sage
15. Le Sacre du Printemps: Dance of the Earth
16. Le Sacre du Printemps: Part II – The Sacrifice
17. Le Sacre du Printemps: Mystic Circles of the Young Girls
18. Le Sacre du Printemps: Glorification of the Choosen One
19. Le Sacre du Printemps: Evocation of the Ancestors
20. Le Sacre du Printemps: Ritual Action of the Ancestors
21. Le Sacre du Printemps: Sacrificial Dance

Vladimir Ashkenazy: piano
Andrei Gavrilov: piano

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Rimsky-Korsakov (1844-1908): Sinfonia Nº 3 / Concerto para piano, Op. 30 / Abertura 'A Grande Páscoa Russa'

Pois é. Gostei mais das interpretações deste Kitajenko, nascido em Leningrado, para obras de Rimsky-Korsakov, do que das de Karajan recém postadas. Bergen, Berlin; Berlim, Bergen. Bergen é humilde perto de Berlim — a qual pulsa cultura por todos os seus poros (pulsa pelos poros, francamente…). Segunda maior cidade da Noruega, Bergen abriga 250 mil almas congeladas. É uma belíssima cidade litorânea e deve ter inspirado a luminosa gravação da Grande Páscoa Russa, obra da absoluta preferência deste que vos escreve. O Concerto para Piano em um movimento também é bastante bom. Um disco bem legal com peças raramente gravadas.

Rimsky-Korsakov (1844-1908): Sinfonia Nº 3 / Concerto para piano, Op. 30 / Abertura ‘A Grande Páscoa Russa’

1. Russian Easter Overture: Lento Mistico – Andante Lugubre, Sempre Alla Breve

2. Sadko, Op.5: Moderato Assai – Allegro Molto – Allegretto – Poco Piu Vivo – Moderato Assai

3. Piano Concerto in C Sharp Minor, Op.30: Moderato – Allegretto Quasi Polacca – Andante Mosso – Allegro

Sinfonia Nº 3
4. I. Moderato Assai – Allegro
5. II. Scherzo. Vivo – Trio. Moderato
6. III. Andante
7. IV. Allegro Con Spirito

Geoffrey Tozer, piano
Bergen Philharmonic Orchestra
Dmitri Kitajenko

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Rimsky-Korsakov (1844-1908): Sherazade / Tchaikovsky (1840-1893): Capricho Italiano e Abertura 1812

Eu gosto muito de Sherazade, a princesa que precisava divertir para não morrer, mas não apenas pelas 1001 noites, também pela música de Rimsky-Korsakov. O russo era um grande compositor e arranjador. E von Karajan faz-lhe justiça. Talvez alguns achem os andamentos um pouco arrastados — eu mesmo acho — , mas é indiscutível a qualidade e a grandiosidade da regência. E os solos de violino são belíssimos! Ele e sua modesta Filarmônica também vão bem no Capricho Italiano, cujo final parece ter uma mola que nos obriga a aplaudi-lo mesmo sozinho em casa.

Já na Abertura 1812, von Karajan parece ter enlouquecido. Tudo parece cortado a machado. É muito ruim. Gostei de ouvir a introdução coral aqui utilizada, mas o resto está fora do espírito da música. Os sons de canhão fizeram minha família rir no carro. Não sei que merda ele usou no lugar de canhões de verdade. Ouça por Sherazade e pelos italianos. E ria com 1812.

Rimsky-Korsakov (1844-1908): Sherazade /
Tchaikovsky (1840-1893): Capricho Italiano e Abertura 1812

1. Scheherazade, Op.35 – 1. Largo e maestoso 10:02
2. Scheherazade, Op.35 – 2. Lento 12:50
3. Scheherazade, Op.35 – 3. Andantino quasi allegretto 10:40
4. Scheherazade, Op.35 – 4. Allegro molto 12:55

5. Capriccio italien, Op.45 – Andante un poco rubato 16:59

6. Ouverture solennelle “1812,” Op.49 – Largo – Allegro giusto 15:35

Berlin Philharmonic Orchestra
Herbert von Karajan

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Sergei Taneyev (1856-1915): Suíte de Concerto para Violino e Orquestra / Entr'Acte e Oresteya Overture

Sergei Taneyev compôs sua última obra orquestral, a Suite Concerto para Violino e Orquestra, em 1909. Embora inspirado na era barroca, ele não deixa de dar a impressão de um imenso concerto para violino. Profundamente romântico — considere-se que ele era um discípulo de Tchaikovsky –, o trabalho começa com um curioso prelúdio ao estilo de Bach para depois tornar-se um conto de fadas.

O movimento principal é um tema e variações, notáveis tanto pela invenção quanto pela dificuldade para o pobre violinista. Pekka Kuusisto dá um show, oferecendo uma performance tecnica e musicalmente impressionante. Apesar de tchaikovskiniano, a tarantella parece o alegre final de Scheherezade de Rimsky-Korsakov.

Bem legais são os excertos da ópera Oresteya. Ela foi estreada pelo Teatro Maryinsky, em 1895, mas logo foi descartado por razões que nada têm a ver com sua qualidade musical. O material aqui apresentado faz a gente desejar ouvir toda a ópera, caralho.

Taneyev: Suíte de Concerto para Violino e Orquestra / Entr’Acte e Oresteya Overture

Suite de concert, for violin & orchestra, Op. 28
1. Suite de concert, Op. 28: I. Prelude: Grave 7:03
2. Suite de concert, Op. 28: II. Gavotte: Allegro moderato 5:55
3. Suite de concert, Op. 28: III. Fairy tale: Andantino 9:26
4. Suite de concert, Op. 28: IV. Theme: Andantino 0:57
5. Suite de concert, Op. 28: IV. Variation 1: Allegro moderato 1:08
6. Suite de concert, Op. 28: IV. Variation 2: Allegro con energico 1:26
7. Suite de concert, Op. 28: IV. Variation 3: Tempo di valse 1:55
8. Suite de concert, Op. 28: IV. Variation 4: Fuga doppia 1:44
9. Suite de concert, Op. 28: IV. Variation 5: Presto scherzando 0:50
10. Suite de concert, Op. 28: IV. Variation 6: Tempo di mazurka – Allegro con fuoco
11. Suite de concert, Op. 28: IV. Final Variation and Coda 3:56
12. Suite de concert, Op. 28: V. Tarantella: Presto 6:46

The Oresteia, opera: Entr’acte: The Temple of Apollo at Delphi
13. Oresteya: Oresteya, Act III, Entr’acte: The Temple of Apollo at Delphi 5:33

Oresteia Overture, for orchestra, Op. 6
14. Overture to Oresteya, Op. 6 16:48

Pekka Kuusisto, violino
Helsinki Philharmonic Orchestra
Vladimir Ashkenazy

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Sergei Taneyev (1856-1915): Suíte de Concerto e Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908): Fantasia sobre temas russos

Editor`s Choice da Gramophone, bom regente, excelente orquestra, Taneyev e Rimsky-Korsakov fazem um CD que não poderia ser mais russo. Bom disco, de música séria e consistente. Como Taneyev é o mais desconhecido — ah, mais um compositor inédito no blog! — , copio aqui uma nota biográfica do moço retirada daqui:

Começando a estudar piano aos cinco anos de idade, Sergei Taneyev foi um dos primeiros músicos da sua geração a ingressar no recém criado Conservatório de Moscovo. Nesta instituição, foi aluno de Nikolai Hubert (teoria e contraponto), Eduard Langer e Nikolai Rubinstein (piano) e também daquele que seria seu amigo pessoal e grande mentor no domínio da composição, Piotr Ilitch Tchaikovsky. Em janeiro de 1875, Taneyev estreou-se como pianista, tocando o Concerto em Ré menor de Brahms, em Moscovo. A 3 de Dezembro do mesmo ano, tocou a parte do solista na estreia moscovita do Concerto para Piano Nº 1 de Tchaikovsky, vindo a apresentar subsequentemente todas as obras para piano e orquestra do compositor russo. Em 1878 sucedeu a Tchaikovsky como professor de harmonia e orquestração e em 1881 assumiu a direcção das classes de piano de Rubinstein, após a morte deste. Em 1883 sucedeu a Hubert como professor de composição, vindo igualmente a dirigir a instituição entre 1885 e 1889. Ao longo da sua actividade docente, que se estendeu até 1909, Taneyev foi responsável pela formação de alguns dos mais importantes expoentes da futura escola russa, como Scriabine, Rachmaninov e Liapounov. O interesse de Taneyev pelo contraponto vocal, cujas origens estudou intensivamente, reflectiu–se na publicação de uma obra fundamental da teoria musical russa deste período: o Contraponto invertível de estilo rigoroso(Leipzig e Moscovo, 1909).

Taneyev foi um pianista de primeiro plano, mas a sua situação como compositor é paradoxal; é uma das figuras mais respeitada da história da música russa, mas as suas obras são raramente interpretadas fora do seu país natal. Como compositor, deixou uma obra vasta que engloba a música sinfónica e de câmara, a música para piano, a canção para voz e piano e uma ópera, mas o fulcro da sua actividade criativa foi, sem dúvida, a música coral, domínio em que produziu, para além de uma enorme quantidade de peças para vozes a cappella, diversas cantatas com acompanhamento orquestral, das quais as mais importantes são a Cantata op.1, São João Damasceno, para coro e orquestra, e a monumental Cantata op.36, Após a leitura de um Salmo.

Sergei Taneyev: Suíte de Concerto e Nikolai Rimsky-Korsakov: Fantasia sobre temas russos

Rimsky-Korsakov – Fantasy on Russian Themes, Op. 33
1. Allegro moderato – Tranquillo
2. Lento
3. Allegro animato

Taneyev – Suite de Concert, Op. 28
4. I. Prelude. Grave
5. II. Gavotte. Allegro moderato
6. III. Fairy-tale. Andantino
7. IV. Theme with variations: Theme. Andantino
8. IV. Theme with variations: Variation 1. Allegro moderato
9. IV. Theme with variations: Variation 2. Allegro energico
10. IV. Theme with variations: Variation 3. Tempo di Valse
11. IV. Theme with variations: Variation 4. Fuga doppia
12. IV. Theme with variations: Variation 5. Presto scherzando
13. IV. Theme with variations: Variation 6. Tempo di Mazurka
14. IV. Theme with variations: Variatione finale e coda
15. V. Tarantella. Presto

Lydia Mordkovitch: violin
Royal Scottish National Orchestra
Neeme Järvi (cond.)

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Josef Suk (1874-1935): Quarteto e Quinteto para Piano + 4 peças

Às vezes, a gente ainda inclui um novo compositor nas categorias do blog… Estudante de Antonín Dvořák, Josef Suk casou-se com uma de suas filhas. Foi gradualmente se afastando da influência musical de seu sogro e evoluiu para uma linguagem musical mui discretamente moderna. Compôs principalmente música sinfônica, com influências da música popular, como era típico da tradição que vem com o checo Bedřich Smetana. Ele compôs duas óperas, duas sinfonias, três poemas sinfônicos, duas aberturas e música de câmara.

E lhes digo que este é um BOM DISCO deste membro da trabalhadora família Suk, que tantos músicos deu à Boêmia. O Nash Ensemble é espetacular, principalmente para caçar esquecidas obras de câmara. Se vocês virem um disco qualquer do Nash por aí me avisem. Os caras acertam mesmo! Aliás, o primeiro CD postado no PQP Bach foi um do Nash com obras extraordinárias de Korsakov e Arensky. Aquele é um dos melhores discos que possuo!

Josef Suk (1874-1935): Quarteto e Quinteto para Piano + 4 peças

1. Piano Quartet in A minor Op. 1, I – Allegro Appassionato
2. Piano Quartet in A minor Op. 1, II – Adagio
3. Piano Quartet in A minor Op. 1, III – Allegro con Fuoco

4. Four pieces, Op. 17, I – Quasi Ballata
5. Four pieces, Op. 17, II – Appassionato
6. Four pieces, Op. 17, III – Un poco triste
7. Four pieces, Op. 17, IV – Burlesca

8. Piano Quintet in G minor Op. 8, I – Allegro energico
9. Piano Quintet in G minor Op. 8, II – Adagio: Religioso
10. Piano Quintet in G minor Op. 8, III – Scherzo: Presto
11. Piano Quintet in G minor Op. 8, IV – Allegro fuoco

The Nash Ensemble

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Astor Piazzolla (1921-1992): Tangos for Violin, Brass Quintet and Percussion

Faz dias que este CD tem divertido o pessoal lá em casa. Os belos e engenhosos arranjos de Donato De Sena para metais e percussão e a atuação do violinista Andrea Tacchi garantem a excelência do CD. Não o recomendo como uma introdução à música de Piazzolla, porém, para os iniciados no mundo do grande Piazzolla, ele certamente será adição bem-vinda a suas coleções.

Em “Las 4 estaciones Porteñas”, De Sena colocou muito, mas muito Vivaldi no violino de Tacchi enquanto o conjunto de metais segue no Piazzolla. Vale a pena ouvir o fascinante jogo de timbres contrastantes.

IM-PER-DÍ-VEL PARA OS INICIADOS EM PIAZZOLLA !!!!

Astor Piazzolla: Tangos for Violin, Brass Quintet and Percussion

1. Violentango (arr. D. De Sena for brass quintet and percussion) 00:04:26
2. Amelitango (arr. D. De Sena for brass quintet and percussion) 00:04:07
3. Tristango (arr. D. De Sena for brass quintet and percussion) 00:05:32

Las 4 Estaciones Portenas (The 4 Seasons in Buenos Aires) (arr. D. De Sena for violin, brass quintet and percussion)
4. No. 1. Verano Portena 00:04:57
5. No. 2. Otono Portena 00:04:30
6. No. 3. Invierno Portena 00:05:47
7. No. 4. Primavera Portena 00:04:18

8. Undertango (arr. D. De Sena for brass quintet and percussion) 00:04:30
9. Novitango (arr. D. De Sena for brass quintet and percussion) 00:03:49
10.Histoire du Tango (History of the Tango): I. Bordel 1900 (arr. D. De Sena for violin, brass quintet and percussion) 00:04:02
11.La Muerte del Angel (arr. D. De Sena for violin, brass quintet and percussion) 00:03:19
12.Meditango (arr. D. De Sena for brass quintet and percussion) 00:06:15
13.Ave Maria (arr. D. De Sena for violin, brass quintet and percussion) 00:02:42
14.Oblivion (arr. D. De Sena for violin, brass quintet and percussion) 00:03:49
15.Libertango (arr. D. De Sena for violin, brass quintet and percussion) 00:02:06

Total Playing Time: 01:04:09

Andrea Tacchi, violino
Quintetto di Ottoni e
Percussioni della Toscana

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.: interlúdio :. Thelonious Monk – Underground

Vamos começar pelo que interessa:

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Thelonious Monk entrou no estúdio no fim de 1967 / início de 1968 com seu longevo quarteto — Charlie Rouse (sax tenor), Larry Gales (baixo) e Ben Riley (bateria) — para gravar um novo álbum, um álbum cheio de novidades. Nada menos que quatro composições novas foram estreadas por Monk neste disco, o último pela Columbia. Seu período na gravadora foi marcado pela baixa produção. Lá, lançou vários discos ao vivo, todos eles somente com músicas antigas, nenhuma inédita. A Columbia, em resposta, não renovou seu contrato. O quarteto desfez-se.

Acessível, belo, muito desigual em termos rítmicos — contando inclusive com a valsa Ugly Beauty. Underground, com sua incrível capa que nos dá saudades dos vinis, vai desde o blues melancólico de Easy Street, até a alegria de Green Chimneys, desde a simplicidade de Thelonious às complexidades de Boo Boo’s Birthday. Quando passamos a régua, o que sobra é um trabalho primoroso.

Thelonious Monk – Underground

1. Thelonious 3:19
2. Ugly Beauty 10:45
3. Raise Four 7:01
4. Boo Boo’s Birthday (Take 11) 5:57
5. Easy Street 7:52
6. Green Chimneys 13:11
7. In Walked Bud 6:50
8. Ugly Beauty (Take 4) 7:38
9. Boo Boo’s Birthday (Take 2) 5:36
10. Thelonious (Take 3) 3:12

Monk, piano
Larry Gales, bass
Charlie Rouse, tenor sax
Ben Riley on drums

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Maurice Ravel (1875-1937): Sonatas & Trio

Costumo ter cuidado com a música francesa. Evito 100% o uso da popular, trata-se de uma coisa horrível que deixa sequelas em quaisquer sensibilidades! E tenho muita parcimônia com os eruditos. Rameau, Couperin, Saint-Säens, Messiaen, Ravel… e o resto tem de ser muito bem escolhido. Este CD vem de dentro da zona de conforto. É um Ravel muito bom e muito bem interpretado pelos jovens Capuçons e pelo não menos Braley. Jamais imaginaria que as Sonatas e o Trio coubessem num só CD, mas Ravel era assim: compunha pouco e certo. Uma vez, dando uma olhada na relação de suas obras, descobri que conhecia a grande maioria. E é difícil encontrar algum equívoco do compositor andando por aí, né? O homem era mesmo talentoso e devia ter uma feroz autocrítica; apesar de francês, não lhe passava nada. Um CD consistente, muito bom.

Ravel: Sonatas & Trio

1. Piano Trio: I. Modéré 9:09
2. Piano Trio: II. Pantoum: Assez Vif 4:25
3. Piano Trio: III. Passacaille: Très Large 8:41
4. Piano Trio: IV. Finale: Animé 5:18
Renaud Capuçon/Gautier Capuçon/Frank Braley

5. Sonata For Violin And Piano: I. Allegretto 7:56
6. Sonata For Violin And Piano: II. Blues: Moderato 4:58
7. Sonata For Violin And Piano: III. Perpetuum Mobile 3:37
Renaud Capuçon/Frank Braley

8. Sonata For Violin And Cello (1920-22): I. Allegro 5:03
9. Sonata For Violin And Cello (1920-22): II. Très Vif 3:20
10. Sonata For Violin And Cello (1920-22): III. Lent 7:13
11. Sonata For Violin And Cello (1920-22): IV. Vif, Avec Entrain 5:58
Renaud Capuçon/Gautier Capuçon

12. Sonata Posthume For Violin And Piano 11:10
Renaud Capuçon/Frank Braley

Renaud Capuçon, violino
Gautier Capuçon, violoncelo
Frank Braley, piano

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É um espanto a Maria João Pires ou o espanto de Maria João Pires

Maria João tinha ensaiado um concerto de Mozart. Foi quando viu Riccardo Chailly fazer, junto com a Orquestra do Concertgebouw de Amsterdam, a introdução de outro concerto de Mozart. Totalmente perturbada, ela diz para Chailly que ia tocar o que desse ou o que lembrava. O resultado é que ela tocou todo o concerto até o final sem cometer nenhum erro. Bem, é a Maria João, mas mesmo assim é espantoso. Como lembra FM, era um concerto de meio-dia, ou seja, ensaio aberto, basta ver pelos trajes. Mas a angústia dela e a resposta artística são de arrepiar.

.: interlúdio :. Jan Garbarek & The Hilliard Ensemble – Officium (1994)

Este disco foi uma grande novidade quando de seu lançamento lá em 1994. Um esplêndido saxofonista tocando junto com um conjunto vocal especialista na polifonia dos motetos e em canto gregoriano. Os críticos abrem as pernas para este projeto que foi repetido depois em dois outros CDs, comprovação de seu sucesso. PQP Bach acha o CD chato ao extremo, ruim mesmo. Porém, como ele está longe de ser o dono da verdade, faz questão de por na roda a fim de saber a opinião do povo pequepiano. Digam alguma coisa aê, por favor!

(Um amigo meu perguntou se isso não seria uma espécie de Kenny G gregoriano…).

Jan Garbarek & The Hilliard Ensemble – Officium (1994)

01. “Parce mihi domine” (Christóbal de Morales) – 6:42
02. “Primo tempore” (Anonymous) – 8:03
03. “Sanctus” (Anonymous) – 4:44
04. “Regnanten Sempiterna” (Anonymous) – 5:36
05. “O Salutaris Hostia” (Pierre de La Rue) – 4:34
06. “Procedentem sponsum” (Anonymous) – 2:50
07. “Pulcherrima rosa” (Anonymous) – 6:55
08. “Parce mihi domine” (de Morales) – 5:35
09. “Beata viscera” (Magister Perotinus) – 6:34
10. “De spineto nata rosa” (Anonymous) – 2:30
11. “Credo” (Anonymous) – 2:06
12. “Ave maris stella” (Guillaume Dufay) – 4:14
13. “Virgo flagellatur” (Anonymous) – 5:19
14. “Oratio Ieremiae” (Anonymous) – 5:00
15. “Parce mihi domine” (de Morales) – 6:52

The Hilliard Ensemble:
David James – countertenor
Rogers Covey-Crump – tenor
John Potter – tenor
Gordon Jones – baritone

Jan Garbarek – soprano and tenor saxophones

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Handel, Schütz, J.S. Bach, Purcell, Vivaldi: The Art of Countertenor, com Michael Chance

Mais uma leva de discos imperdíveis… Esqueça Deller e outras velharias, fique com Scholl, Jacobs e com este maravilhoso contratenor Michael Chance. Este é um baita disco duplo da Archiv com alguns dos melhores trabalhos de Chance no selo. O primeiro CD é formado por árias esparsas do barroco alemão. Tudo ali já perfeito, mas a verdadeira festa está no segundo: ali encontram-se algumas peças de Purcell e três obras completas de Vivaldi: “Nisi Dominus”, “Stabat Mater” e “Salve Regina”. Olha, ouça e depois me diga se Chance não é um menino batuta.

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Handel, Schütz, J.S. Bach, Purcell, Vivaldi:
The Art of Countertenor, com Michael Chance

1. Handel – Semele – Aria- -Hymen, Haste, They Torch Prepare-
2. Handel – Semele – Aria- -Your Tuneful Voice My Tale Would Tell-
3. Handel – Semele – Aria- -Despair No More Shall Wound Me-
4. Handel – Messiah – Aria- -But Who May Abide The Day Of His Coming-
5. Handel – Messiah – Aria- -Thou Art Gone Up On High-

6. Schütz – -Auf Dem Gebirge Hat Man Ein Geschrei GehÖRet-

7. Bach, J.S. – Mass In B-Minor- 10. Aria -Qui Sedes Ad Dexteram Patris-
8. Bach, J.S. – Mass In B-Minor- 26. Aria -Agnus Dei-
9. Bach, J.S. – St. Matthew Passion- 39. Aria -Erbarme Dic, Mein Gott-
10. Bach, J.S. – St. Matthew Passion- 60. Aria -Sehet, Jesus Hat Die Hand-, Chorus- -Wohin–
11. Bach, J.S. – St. John Passion- 7. Aria -Von Den Stricken Meiner SÜNden-
12. Bach, J.S. – St. John Passion- 30. Aria -Es Ist Vollbracht-
13. Bach, J.S. – Herz Und Mund Und Tat Und Leben- 3. Aria -SchÄMe Dich, O Seele, Nicht-
14. Bach, J.S. – Lass Fürstin, Lass Noch Einen Strahl- 5. Aria -Wie Sarb Die Heldin So VergnÜGt-
15. Bach, J.S. – Actus Tragicus- 3a. Arioso -In Deine HÄNde Befehl Ich Meinen Geist-

16. Henry Purcell – Sound The Trumpet, Beat The Drum (Welcome Ode For James II), For 2 Altos, Tenors, Basses, Chorus, Strings & Continuo, Z. 335
17. Purcell – Of Old When Heroes Thought It Base (Yorkshire Feast Song), Ode For Soloists, Chorus & Instruments, Z. 333
18. Purcell – Of Old . . . – -Sound, Trumpets, Sound

Antonio Vivaldi – Nisi Dominus (Psalm 126), For Voice, Viola D’amore, Strings & Continuo In G Minor, RV 608
19. Vivaldi – Nisi Dominus- Nisi Dominus (Allegro)
20. Vanum Est Vobis (Largo)
21. Surgite (Presto-Adagio)
22. Cum Dederit (Largo-Andante)
23. Sicut Sagittae ({Resto-Allegro)
24. Beatus Vir (Andante)
25. Gloria Patri (Larghetto)
26. Sicut Erat In Principio
27. Amen (Allegro)

Antonio Vivaldi – Stabat Mater, Hymn For Voice, Strings & Continuo In F Minor, RV 621
28. Vivaldi – Stabat Mater-Stabat Mater (Largo)
29. Suius Animam (Adagissimo)
30. O Quam Tristis (Andante)
31. Quis Est Homo (Largo)
32. Quis Non Posset (Adagissimo)
33. Pro Peccatis (Andante)
34. Eja Mater (Largo)
35. Fac T Ardeat (Lento)
36. Amen (Allegro)

Antonio Vivaldi – Salve Regina, Antiphon For Voice, Double Chorus, 2 Recorders, Flute, Double Strings & Continuo In C Minor, RV 616
37. Salve Regina- Salve Regina (Andante)
38. Ad Te Clamamus (Allegro)
39. Ad Te Suspiramus (Larghetto)
40. Eja Ergo (Allegro)
41. Et Jesum (Andante Molto)
42. O Clemens (Andante)

Michael Chance, contratenor
English Chamber Orchestra, John Nelson
The English Concert, Trevor Pinnock
His Majesties Sagbutts and Cornetts, English Baroque Soloists, Monteverdi Choir, John Eliot Gardiner
+ Timothy Wilson + Ashley Stafford

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German Baroque Cantatas Vols 1, 2 e 3

Bem, este aqui é um trio de CDs da gravadora Ricercar. O grupo que interpreta as obras é o Ricercar Consort. Deve ser a gravadora do grupo, não? Pois os CDs, lançados em 1992, sumiram. Talvez tenham sido relançados por outra gravadora; afinal, o Ricercar ainda anda por aí fazendo música, mas, enfim, tenho pouca informação a respeito da coleção original. Algum de vocês sabe, claro, e vai colocar tudo faixa por faixa nos comentários, não?

Mas ouvi atentamente à música. É muito boa. Trata-se de cantatas compostas na fase pré-Bach naquilo que hoje entendemos por Alemanha. Não são obras pra cima, são sacras sacras. Muitíssimo bem interpretadas, são para os efetivamente tarados pelo barroco, não para os outros.

German Baroque Cantatas Vols 1, 2 e 3

101 Franz Tunder_ Salve mi Jesu.mp3
102 Dietrich Buxtehude_ Wenn ich, Herr Jesu, habe dich.mp3
103 Dietrich Buxtehude_ Jesu, meine Freud und Lust.mp3
104 Heinrich Schutz_ Erbarm dich mein, o Herre Gott.mp3
105 Christoph Bernard_ Was betr?bst du dich, meine Seele.mp3
106 Johann Philipp Krieger_ O Jesu, du mein Leben.mp3
107 Johann Philipp Ahle_ Jesu dulcis memoria.mp3
108 Johann Philipp Ahle_ Gehe aus auf die Landstrassen.mp3
109 Leopoldus I_ Regina Coeli.mp3
201 Herr ich lasse dich nicth.mp3
202 Dialogus inter Christum et fidelem animan.mp3
203 Nichts soll uns scheiden von der Liebe Gotter.mp3
204 Ich halte es dafür.mp3
205 Ich suchte des Nachts.mp3
206 Das neugeborne Kindelein.mp3
301 Johann-Hermann Schein_ Christ, unser Herr, zum Jordan kam (Opella Nova, 1618).mp3
302 Johann-Hermann Schein_ O Jesu Christe, Gottes Sohn (Opella Nova, 1618).mp3
303 Franz Tunder_ An Wasserfl?ssen Babylon.mp3
304 Franz Tunder_ Ach Herr, lass deine lieben Engelein.mp3
305 Frans Tunder_ Wachet auf! ruft uns die Stimme.mp3
306 Anonyme_ Es ist g’nug.mp3
307 Dietrich Buxtehude_ Laudate pueri, Dominium.mp3
308 Dietrich Buxtehude_ Klag-Lied.mp3
309 Dietrich Buxtehude_ Gen Himmel zu dem Vater mein.mp3
310 Dietrich Buxtehude_ Singet dem Herrn.mp3

Ricercar Consort
Henri Ledroit

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Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 4 – 9 ("The War Symphonies") — 5 CDs

Já postamos tantas e tantas versões das sinfonias de Shosta que nem vale a pena escrever novamente a respeito. Esta coleção de Gergiev é realmente muito boa. Trata-se da nova estrela da regência russa. O homem é um monstro e merece a audição.

Sim, vai receber o selo de qualidade:

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 4 – 9 (“The War Symphonies”) — 5 CDs

CD 1:
1. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 1. Allegro poco moderato 16:06
2. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 2. Presto 12:54
3. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 3. Moderato con moto 8:02
4. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 4a. Largo – 6:23
5. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 4b. Allegro 13:24
6. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 4c. Allegro 7:26

CD 2:
1. Symphony No.5 in D, Op.47 – 1. Moderato 16:26
2. Symphony No.5 in D, Op.47 – 2. Allegretto 5:13
3. Symphony No.5 in D, Op.47 – 3. Largo 14:45
4. Symphony No.5 in D, Op.47 – 4. Allegro non troppo 11:37

CD 3:
1. Symphony No.6 in B minor, Op.54 – 1. Largo 18:53
2. Symphony No.6 in B minor, Op.54 – 2. Allegro 6:47
3. Symphony No.6 in B minor, Op.54 – 3. Presto 6:40
4. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 1. Allegro 5:54
5. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 2. Moderato 6:48
6. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 3. Presto – 4:15
7. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 4. Largo – 2:16
8. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 5. Allegretto 6:31

CD 4:
1. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 1. Allegretto 27:35
2. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 2. Moderato (poco allegretto) 13:12
3. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 3. Adagio 18:02
4. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 4. Allegro non troppo 20:05

CD 5:
1. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 1. Adagio 25:37
2. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 2. Allegretto 5:58
3. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 3. Allegro non troppo 6:13
4. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 4. Largo 10:49
5. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 5. Allegretto 14:41

Mariinsky (Kirov) Theater Orchestra
Rotterdam Philharmonic Orchestra
Valery Gergiev

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.: interlúdio :. Pan-African Orchestra — Opus 1

A esmagadora maioria de vocês nunca ouviu algo parecido com isso. Quem me trouxe o CD e me obrigou a ouvir foi meu filho — e estou agradecido a ele. A Pan-African Orchestra combina música tradicional africana com música moderna. Trata-se de um projeto incomum, ambicioso e altamente profano, como tudo o que é realmente bom e saudável. A ausência de deus é Maravilhosa. O objetivo é o de fazer a integração musical de várias tradições musicais africanas em uma (tentativa de) síntese, ou seja, de criar um sistema verdadeiramente africano de música sinfônica. Reunido em Danso Abiam (Gana), o grupo foi altamente combatido no continente, porque não apenas agrupa sonoridades que tradicionalmente não se misturam na música africana (como combinações entre flautas e xilofones, por exemplo), mas também por utilizar instrumentos usados ​​apenas para fins ritualísticos. Não obstante toda a controvérsia e discussão gerada pelo grupo, Opus I é um disco espetacular que capta o parte do espírito musical e humano do continente Africano. Vale a pena. É uma música nova. Embriague-se.

IM-PER-DÍ-VEL PARA QUEM GOSTA DE SABORES FORTES.

Pan-African Orchestra — Opus 1

1 Wia Concerto No.1 (First Movement – in Four Parts)
2 Yaa Yaa Kol
3 Mmenson
4 Explorations – Hi-Life Structures
5 Akan Drumming
6 Sisala Sebrew
7 Explorations – Ewe 6,8 Rhythms
8 Box Dream
9 Adawura Kasa

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.: interlúdio :. Thelonious Monk – San Francisco Holiday (1958-61)

San Francisco Holiday é uma seleção de quatro apresentações ao vivo entre 1958 e 1961, período em que Monk estava at his absolute best. São 69 minutos da mais plena satisfação jazzística.

Antes disponíveis apenas em caixas de integrais, as faixas deste disco foram resgatadas de quatro diferentes concertos: de um show de 1959 no New York City’s Town Hall, com performances de três peças bastante conhecidas: “Em Walked Bud”, “Blue Monk” e “Rhythm-a Ning” (com um tremendo solo de Charlie Rouse). Art Blakey se junta ao grupo em “Bye-Ya/Epistrophy” em gravação de 1958 no NY’s Five Spot. De 1960, num concerto em São Francisco e já com Harold Land no sax e Joe Gordon no trompete, temos “San Francisco Holiday” e “Four In One”. E de Paris, em registro de 1961, temos “Jackie-ing” e a versão full-length de “Epistrophy”.

É Monk, né? O pianista de “poucos dedos” dá um banho nestes registros como deve ser: ao vivo.

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Bom fim de semana a todos!

Thelonious Monk – San Francisco Holiday (1958-61)

01. In Walked Bud
02. Blue Monk
03. Rhythm-a-ning
04. Medley: Bye-Ya / Epistrophy
05. San Francisco Holiday (Worry Later) [Take 2]
06. Four In One (Take 1)
07. Epistrophy
08. Jackie-ing
09. April In Paris
10. Epistrophy

Thelonious Monk (piano)
Charlie Rouse, Johnny Griffin, Harold Land (tenor saxophones)
Joe Gordon (trumpet)
Sam Jones, Ahmed Abdul-malik, John Ore (bass)
Art Blakey, Frankie Dunlop, Billy Higgins, Art Taylor (drums)

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Carl Nielsen (1865-1931): Symphony Nº 5, Concertos, Wind Quintet

A Sinfonia Nº 5 de Nielsen é absurdamente bela. O Quinteto de Sopros é algo que me deixa feliz e os 3 Concertos de Nielsen — são só três — são também esplêndidos, com ligeira preferência minha pelo para violino. A regência da Sinfonia e do Concerto para Violino é de Kubelik… Então dizer o quê? Que desejo um bom sábado para vocês? Sim, também. Uma vez disse que os escandinavos, muito organizados, parecem ter acertado que cada país teria seu compositor importante na música erudita. A Noruega ficou com Grieg, a Suécia com Berwald, a Finlândia com Sibelius e a Dinamarca com Nielsen. E, putz, Nielsen é desprezadíssimo. Que injustiça.

A 5ª Sinfonia pertence a outro mundo. Escrita entre 1921 e 1922 mostra o mundo e a linguagem musical desintegrando-se. Homem de seu tempo, Nielsen provocou irritação, principalmente pelo trecho onde indica que a percussão deve fazer barulho sem especificar de que tipo… Ou melhor, Nielsen simplesmente instrui a percussão a tentar parar a progressão da música a qualquer custo, sem explicar o que deviam fazer para isso… Na gravação de Kubelik, a coisa até que vai calma, mas tenho outra em CD de uns bagunceiros escoceses acostumados à brigas de rua e aos quebra-quebra habituais dos bêbados, onde esforços maiores são feitos (Royal Scottish National Orchestra / Bryden Thomson, aqui, aqui e aqui). O originalíssimo primeiro movimento divide-se em 2 partes e 3 planos tonais; o ritmo é monótono, depois torna-se militaresco e até aterrorizante, ainda mais quando os percussionistas decidem acabar com a música. Vale a pena conhecer por inteiro esta obra curiosíssima e ultraclara em sua determinação de mostrar o ambiente político que se criava.

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Carl Nielsen (1865-1931): Symphony Nº 5, Concertos, Wind Quintet

CD1
1. Symphony No.5, Op.50 – I. Tempo Giusto 11:41
2. Symphony No.5, Op.50 – Adagio Non Troppo 9:46
3. Symphony No.5, Op.50 – II. Allegro 6:21
4. Symphony No.5, Op.50 – Presto 3:14
5. Symphony No.5, Op.50 – Andante Poco Tranquillo 4:21
6. Symphony No.5, Op.50 – Allegro 3:21

Danish Radio Symphony Orchestra
Rafael Kubelik

7. Violin Concerto, Op. 33 – I. Praeludium – Largo 6:33
8. Violin Concerto, Op. 33 – II. Allegro Cavalleresco 12:49
9. Violin Concerto, Op. 33 – III. Poco Adagio 6:53
10. Violin Concerto, Op. 33 – IV. Rondo_ Allegretto Scherzando 11:05

Arve Tellefsen, violin
Danish Radio Symphony Orchestra
Herbert Blomstedt

CD 2
1. Flute Concerto – I – Allegro moderato 11:28
2. Flute Concerto – II – Allegretto 7:44

Frantz Lemmser, flute
Danish Radio Symphony Orchestra
Herbert Blomstedt

3. Clarinet Concerto, Op 57: Allegretto un poco – Poco adagio – Allegro non troppo – Adagio – Allegro vivace 25:46

Kjell-Inge Stevensson, clarinet
Danish Radio Symphony Orchestra
Herbert Blomstedt

4. Wind Quintet in A major, Op.43: I Allegro ben moderato 8:20
5. Wind Quintet in A major, Op.43: II Menuet 4:37
6. Wind Quintet in A major, Op.43: III Praeludium (Adagio) – Tema con variazioni (Un poco andantino) 10:59

Melos Ensemble

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Complete Cello Sonatas

Talvez o Raphael Cello fosse postar isso aqui, mas como sou sacana mesmo, posto antes. E pela segunda vez. O filminho promocional abaixo não faz justiça ao excelente CD duplo de Ophélie Gaillard e do Pulcinella que coloco em um só arquivo. Vivaldi costuma surpreender, principalmente fora do âmbito dos concertos. O padreco escrevia música com extrema facilidade, porém muitas vezes só ligava o piloto automático sem maior atenção. Porém, quando o desligava e punha todo seu talento a trabalhar, melhor sair da frente. Chegaram a nós apenas nove sonatas para violoncelo de Vivaldi. Os musicólogos dizem que havia outras tantas. Há também dúvidas quanto à autenticidade da sexta. Olha, eu gostei muito deste CD. Tem um espírito italiano, é consistente e é muito bem gravado.

Vocês sabem que a sonata indica uma composição para ser tocada. Seria uma oposição àquilo que seria para cantar (a cantata). Então, um dos méritos adicionais do grande Padre Vermelho e Tarado é esta perfeita adaptação tanto à música vocal — foi um operista de mão cheia — quanto à instrumental.

Antonio Vivaldi – Complete Cello Sonatas

1. Sonate n°3 en La mineur – Largo 4:21
2. Sonate n°3 en La mineur – Allegro 3:09
3. Sonate n°3 en La mineur – Largo 4:13
4. Sonate n°3 en La mineur – Allegro 3:03

5. Sonate n°5 en Mi mineur – Largo 3:11
6. Sonate n°5 en Mi mineur – Allegro 2:46
7. Sonate n°5 en Mi mineur – Largo 3:38
8. Sonate n°5 en Mi mineur – Allegro 2:06

9. Sonate n°9 en Sol mineur – Preludio largo 4:30
10. Sonate n°9 en Sol mineur – Allemanda andante 3:43
11. Sonate n°9 en Sol mineur – Sarabanda largo 4:55
12. Sonate n°9 en Sol mineur – Gigue allegro 2:14

13. Sonate n°2 en Fa majeur – Largo 3:03
14. Sonate n°2 en Fa majeur – Allegro 2:23
15. Sonate n°2 en Fa majeur – Largo 3:34
16. Sonate n°2 en Fa majeur – Allegro 2:33

17. Sonate n°7 en La mineur – Largo 2:14
18. Sonate n°7 en La mineur – Allegro poco 2:25
19. Sonate n°7 en La mineur – Largo 3:30
20. Sonate n°7 en La mineur – Allegro 2:27

Disc 2:

1. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Preludio largo 2:24
2. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Allemanda allegro 2:27
3. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Largo 2:48
4. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Allegro corrente 2:36

5. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Largo 4:05
6. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Allegro 2:33
7. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Largo 4:49
8. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Allegro 3:10

9. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Largo 3:32
10. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Allegro 3:08
11. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Largo 3:21
12. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Allegro 2:08

13. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Larguetto 4:05
14. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Allegro 2:44
15. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Andante 2:39
16. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Allegro 2:52

Ophélie Gaillard
Ensemble Pulcinella

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Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 1 & 15 (com Gergiev)

A Sinfonia Nº 1 de Shosta foi escrita como um trabalho de aula para o Conservatório. Até hoje ouvimos este tremendo tema para casa. Mas vou contar uma coisa para vocês: olhando e revendo a totalidade delas, revirando e ouvindo tudo de novo, a Sinfonia Nº 15 — a última — é para mim a melhor de todas. É uma síntese. Não é tão profunda quando a 10ª ou a 6ª, não é tão clara em suas intenções quanto a 11ª, nem é tão literária e humana quanto a 13ª. Tem bom humor, sarcasmo, tristeza, desespero. Tem Rossini e Wagner. É uma sinfonia, mas sua estrutura tem tantos solos que talvez merecesse o apelido de Sinfonia Concertante. E não tem nenhum momento onde a qualidade ou o estilo faça meu interesse diminuir. Fico todo o tempo tenso, atento, meio que torcendo pela orquestra fazer tudo direitinho. E é uma espécie de despedida feita ao som de uma jocosa percussão. E olhem que não havia antidepressivos para o torturado Shostakovich, havia apenas um enorme artista fazendo renascer seu sarcasmo da juventude. Adoro!

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 1 & 15

1. Symphony No. 1: I. Allegretto 8:52
2. Symphony No. 1: II. Allegro 4:40
3. Symphony No. 1: III. Lento – Largo 8:45
4. Symphony No. 1: IV. Allegro molto – Lento – Adagio – Presto 9:35

5. Symphony No. 15: I. Allegretto 8:18
6. Symphony No. 15: II. Adagio 14:59
7. Symphony No. 15: III. Allegretto 4:04
8. Symphony No. 15: IV. Adagio – Allegretto 16:36

Mariinsky Orchestra
Valery Gergiev

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Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Concertos para Violoncelo com… não sei

Eu ia postar aqui os dois CDs de Amy Winehouse. São bons demais, mas pode ser perigoso. Poucos sites têm. Os donos dos direitos poderiam ficar nervoso.

O fato é que nem imagino quem participa desta maravilhosa gravação dos Concertos para Violoncelo de Shostakovich. Eu suponho que seja resultado da fantástica parceria entre Mstislav Rostropovich e Seiji Ozawa, mas não posso jurar pelo que sussurram meus ouvidos.

Por falar em parceria, Rostrô e Shosta foram colaboradores nestes dois extraordinários concertos. Shosta escrevia uma parte e ia visitar Rostrô a fim de testá-la. O violoncelista era um dos poucos amigos na fase final depressiva e desesperada de Shosta. Os dois concertos são dedicados a Mstislav Rostropovich. Dois grandes homens, dois grandes humanistas, dois grandes concertos.

Já disse, chuto ouvir Mstislav Rostropovich e Seiji Ozawa neste extraordinário registro que ora vos posto.

(Acabo de ouvir mais uma vez e o segundo concerto não me paraceu ser Ozawa. Talvez nem Rostrô. Bem, se alguém puder me dizer quem é, diga).

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Shostakovich — Concertos para Violoncelo com…

Cello Concerto No. 1 Op. 107
1. Allegretto
2. Moderato
3. Cadenza
4. Allegro con moto

Cello Concerto No. 2 Op. 126
5. Largo
6. Allegretto
7. Allegretto

?, violocenlo
?, regência

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.: interlúdio :. Paul Bley / Evan Parker / Barre Phillips: Sankt Gerold

Free jazz não é para todo mundo. Há pessoas que se irritam com ele, porém, guardadas as proporções, sinto-o análogo a uma abordagem à Guimarâes Rosa. As primeiras páginas são difíceis de entender, mas, depois que a coisa se acomoda, vale a pena. Lembrem que eu escrevi “guardadas as proporções”. Na Variação 3, eu já começo a achar este Sankt Gerold bem normal e começo a gostar da coisa. Bley tem a reputação, dentro do jazz moderno, de ser um pianista e compositor excessivamente cerebral mas suficientemente incompreensível. Já o inglês Evan Parker é um dos expoentes mais obstinados do atonalismo selvagem, deixando em sérios apuros aqueles que buscam “melodia”. Ele parece querer derrubar a melodia assim como toda a habitual sintaxe do jazz.

Bley — ou o ambiente monástico da ECM — parecem ter acalmado um pouco a selvageria de Parker, mas mesmo assim ele traz boa quantidade emocional ao trabalho de Bley. Barre Phillips completa o trio vanguardista de forma quase poética. As contribuições de Parker são os mais exigentes. É difícil não se maravilhar com sua técnica e com a enorme variedade de sons que ele verte quase ao mesmo tempo. As Variações 3, 6, 7, 9 e 10 são as minhas favoritas. O estranho mesmo é que, se Phillips e Parker são os mais impressionantes, é Bley quem fica em nossa mente por mais tempo.

Paul Bley / Evan Parker / Barre Phillips: Sankt Gerold

Variation 1 10:18 Phillips, Parker, Bley
Variation 2 7:12 Phillips, Parker, Bley
Variation 3 2:56 Phillips
Variation 4 1:59 Parker
Variation 5 6:20 Phillips, Parker, Bley
Variation 6 3:56 Bley
Variation 7 7:13 Phillips
Variation 8 8:14 Phillips, Parker, Bley
Variation 9 7:03 Bley
Variation 10 5:22 Parker
Variation 11 4:49 Phillips, Parker, Bley
Variation 12 1:29 Parker

Barre Phillips, Double Bass
Paul Bley, Piano
Evan Parker, Soprano & Tenor Saxophones

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