Johannes Brahms (1833-1897) – Piano Concerto nº2 – Sviatoslav Richter, Erich Leinsdorf, Chicago Symphony Orchestra

Cover

NOVO LINK !!! IMPERDÍVEL !!!

Sviatoslav Richter foi um dos gigantes do piano do Século XX, isto é fato incontestável. Outros gigantes do mesmo quilate, como Emil Gilels, comentavam, puxa, que bom que vocês gostam de como toco, mas esperem até ouvirem Richter. Este comentário foi feito por Gilels quando apresentava-se nos Estados Unidos, ainda no final dos anos 50, ou início de 1960. O curioso disso tudo é que o próprio Richter não se achava lá grandes coisas. Era apenas alguém que gostava de tocar piano. Em sua timidez, achava exagero quando o exaltavam tanto.

Pois então, um belo dia o ucraniano Richter atravessou o Atlântico para tocar nos Estados Unidos. Os produtores da RCA Victor, um dos principais selos de música clássica da época, não mediram esforços para contratar o pianista. Um dos discos que ele gravou foi essa gravação que ora vos trago, do Concerto para Piano nº 2 de Johannes Brahms.

Classificar como IM-PER-DÍ-VEL ! uma gravação considerada histórica é meio redundante, diria até mesmo desnecessária. A dupla Richter / Leisdorf está impecável. Prestem atenção ao magnífico terceiro movimento, uma das mais belas páginas da história da música. A sensibilidade de alguém que não se achava lá grandes coisas como pianista é mais que aguçada. O diálogo com o violoncelo é emocionante, nos deixa arrepiados.

01 – [Brahms] Piano Concerto No. 2 in B-flat, Op. 83, I. Allegro non troppo
02 – II. Allegro appassionato
03 – III. Andante
04 – IV. Allegretto grazioso

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Sviatoslav Richter – Piano
Chicago Symphony Orchestra
Erich Leinsdorf – Conductor

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Ludwig van Beethoven – Beethoven Complete Masterpieces – Cds 1 -5 de 60 – Symphonies 1 – 9

81qUOSQaXZL._SL1500_Começo aqui a segunda mais longa postagem da história do PQPBach. Vou pedir paciência para os senhores, pois tem muito serviço envolvido, subir 61 cds não vai ser fácil. Os senhores terão de ter paciência, um dia concluo o projeto. Pode demorar um mês, dois meses, um ano, dois anos, pode não ser concluído … enfim, temos de seguir a maré.
Como não estou tendo mais problemas com baixa velocidade de upload, tentarei postar por série, ou seja, integral dos concertos para piano, integral das sonatas, integral dos quartetos, trios, etc. Não sei como vai funcionar.
Após a conclusão desta jornada épica teremos um panorama geral da música de Ludwig van Beethoven, e muitas obras desconhecidas poderão ser apreciadas por aqueles que ainda não as conhecem. Sei que existem blogs especializados em fornecer este material no ‘atacado’, porém também tenho ciência de que muita gente não tem acesso a uma boa internet para baixar tudo de uma só vez. Conheço bem a sensação, a vivenciei por anos. Agora, após mudar—me para outro endereço, estou podendo desfrutar de uma internet de altíssima velocidade.
Pelo tamanho da empreitada, e pelo trabalho que vai dar postá-la, em alguns casos me absterei de tecer algum comentário. A música vai falar por si só.
Certo?
Então começamos pelas sinfonias. A orquestra é a excelente Tonhalle Orchestra Zurich e o regente é o ótimo David Zinman.

CD 1

01. Symphony No.1 in C Major Op.21 – Adagio molto
02. Symphony No.1 in C Major Op.21 – Andante cantabile con moto
03. Symphony No.1 in C Major Op.21 – Menuetto
04. Symphony No.1 in C Major Op.21 – Adagio – Allegro molto e vivace
05. Symphony No.2 in D Major Op.36 – Adagio molto
06. Symphony No.2 in D Major Op.36 – Larghetto
07. Symphony No.2 in D Major Op.36 – Scherzo. Allegro
08. Symphony No.2 in D Major Op.36 – Allegro molto

CD 2

01. Symphony No.3 in E-flat Major Op.55 ‘Eroica’ – Allegro con brio
02. Symphony No.3 in E-flat Major Op.55 ‘Eroica’ – Marcia funebre
03. Symphony No.3 in E-flat Major Op.55 ‘Eroica’ – Scherzo
04. Symphony No.3 in E-flat Major Op.55 ‘Eroica’ – Finale – Allegro molto
05. Symphony No.4 in B-flat Major Op.60 – Adagio – Allegro vivace
06. Symphony No.4 in B-flat Major Op.60 – Adagio
07. Symphony No.4 in B-flat Major Op.60 – Allegro vivace
08. Symphony No.4 in B-flat Major Op.60 – Allegro ma non troppo

CD 3

01. Symphony No.5 in C minor Op.67 – Allegro con brio
02. Symphony No.5 in C minor Op.67 – Andante con moto
03. Symphony No.5 in C minor Op.67 – Allegro
04. Symphony No.5 in C minor Op.67 – Allegro
05. Symphony No.6 in F Major Op.68 ‘Pastorale’ – Allegro ma non troppo
06. Symphony No.6 in F Major Op.68 ‘Pastorale’ – Andante molto moto
07. Symphony No.6 in F Major Op.68 ‘Pastorale’ – Allegro
08. Symphony No.6 in F Major Op.68 ‘Pastorale’ – Allegro
09. Symphony No.6 in F Major Op.68 ‘Pastorale’ – Allegretto

CD 4

01. Symphony No.7 in A Major Op.92 – Poco sostenuto – Vivace
02. Symphony No.7 in A Major Op.92 – Allegretto
03. Symphony No.7 in A Major Op.92 – Presto
04. Symphony No.7 in A Major Op.92 – Allegro con brio
05. Symphony No.8 in F Major Op.93 – Allegro vivace e con brio
06. Symphony No.8 in F Major Op.93 – Allegretto scherzando
07. Symphony No.8 in F Major Op.93 – Tempo di Menuetto
08. Symphony No.8 in F Major Op.93 – Allegro vivace

Tonhale Orchestra Zurich
David Zinman – Conductor

CD 5

01. Symphony No.9 in D minor Op.125 – I. Allegro ma non troppo
02. Symphony No.9 in D minor Op.125 – II. Molto vivace
03. Symphony No.9 in D minor Op.125 – III. Adagio molto e cantabile
04. Symphony No.9 in D minor Op.125 – IV. Presto
05. Symphony No.9 in D minor Op.125 – Allegro assai vivace alla Marcia-end
06. Symphony No.9 – Allegro assai vivace alla Marcia-end (with General Pause in bar 747)

Ruth Ziesak – Soprano
Birgit Remmert – Alto
Steve Davislim – Tenor
Detlef Roth – Bass
Schweizer Kammerchor – Fritz Näf – Choirmaster
Tonhale Orchestra Zurich
David Zinman – Conductor

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CD 5 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sonatas for Violin and Piano arranged for flute and piano by Patrick Gallois – Patrick Gallois & Maria Prinz

8.573033Este cd vale mais como curiosidade, não achei lá grandes coisas. As sonatas para violino de Mozart são obras únicas, belas, delicadas, virtuosísticas, e transcritas para flauta ficam meio sem rumo. Temos algumas gravações destas sonatas disponíveis aqui mesmo no PQPBach. Ouçam, comparem e tirem suas conclusões.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sonatas for Violin and Piano arranged for flute and piano by Patrick Gallois – Patrick Gallois & Maria Prinz

01. Sonata in F major, K376 – I. Allegro
02. Sonata in F major, K376 – II. Andante
03. Sonata in F major, K376 – III. Rondeau Allegretto grazioso
04. Sonata in B flat major, K570 – I. Allegro
05. Sonata in B flat major, K570 – II. Adagio
06. Sonata in B flat major, K570 – III. Allegretto
07. Sonata in F major, K377 – I. Allegro
08. Sonata in F major, K377 – II. Tema con variazioni
09. Sonata in F major, K377 – III. Tempo di Menuetto Un poco Allegretto
10. Sonata in B flat major, K378 – I. Allegro moderato
11. Sonata in B flat major, K378 – II. Andantino sostenuto e cantabile
12. Sonata in B flat major, K378 – III. Rondeau Allegro

Patrick Gallois – Flute
Maria Prinz – Piano

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FDP

Sergey Prokofiev – Piano Concertos – Browning, Leinsdorf, BSO

FrontEstas gravações que vos trago são históricas, injustamente esquecidas, e que merecem ser revistas. O pianista norte americano John Browning as realizou juntamente com o lendário maestro Erich Leinsdorf e a Orquestra Sinfônica de Boston. Este material está disponível na caixa de 10 cds lançados pela Sony, e traz as gravações deste até então, ao menos para mim, desconhecido músico. Estas gravações ocorreram entre 1965 e 1967, quando este que vos escreve era apenas um bebê, morando em uma cidade do interior.

FrontP.S. Não confundir alhos com bugalhos, Não, este pianista não é o fabricante de armas de mesmo nome, que viveu entre a segunda metade do século XIX e início do século XX.

01. Piano Concerto No. 2 in G minor, Op. 16 – I. Andantino – Allegretto – Andantino
02. II. Scherzo Vivace
03. III. Intermezzo Allegro moderato
04. IV. Finale Allegro tempestoso
05. Piano Concerto No. 1 in D-flat major, Op. 10 – I. Allegro brioso
06. II. Andante assai
07. III. Allegro scherzando

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01. Piano Concerto No. 3 in C major, Op. 26 – I. Andante – Allegro
02. II. Andantino con variazioni
03. III. Allegro ma non troppo
04. Piano Concerto No. 4 in B-flat major, Op. 53 – I. Vivace
05. II. Andante
06. III. Moderato
07. IV. Vivace

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John Browning – Piano
Boston Simphony Orchestras
Erich Leinsdorf – Conductor

FDPBach

John Browning em pose clássica de galã de filme de Hollywood
John Browning em pose clássica de galã de filme de Hollywood

Claude Debussy – Suite Bergamasque, Danse, Reverie, Pour le piano, Arabesques – Camile Saint-Saens – Etudes – Aldo Ciccolini

51OGOqyRHrL._SX450_Aldo Ciccolini foi um pianista italiano que viveu grande parte de sua vida na França, e se especializou exatamente no repertório francês, com ênfase em Debussy e Satie. Não temo em colocá-lo no mesmo patamar de Michelangeli, outro italiano que foi talvez o maior dos intérpretes de Debussy.

Amo a música desta compositor, seja a orquestral, seja a escrita para piano. E neste CD temos uma das melhores ‘Clair de Lune’ que já ouvi. Trata-se de uma peça muito delicada, sensível, profunda, que nos deixa quase paralisados pela torrente de emoções que ela expõe..  fechem seus olhos enquanto estiverem ouvindo para entenderem do que estou falando. É coisa de louco.

Claude Debussy – Suite Bergamasque, Danse, Reverie, Pour le piano, Arabesques – Camile Saint-Saens – Etudes – Aldo Ciccolini

01. Debussy – Suite bergamasque I.Prelude
02. Debussy – Suite bergamasque II.Menuet
03. Debussy – Suite bergamasque III.Clair de lune
04. Debussy – Suite bergamasque IV.Passepied
05. Debussy – Danse
06. Debussy – Reverie
07. Debussy – Pour le piano I.Prelude
08. Debussy – Pour le piano II.Sarabande
09. Debussy Pour le piano III.Toccata
10. Debussy 1 Arabesque
11. Debussy 2 Arabesque
12. Debussy – Ballade
13. Saint-Saens Etude en forme de valse en re bemol majeur,op.52 n6
14. Saint-Saens Six etudes pour la main gauche seuie,op.135 n1 Prelude
15. Saint-Saens Six etudes pour la main gauche seuie,op.135 n2 Alla fuga
16. Saint-Saens Six etudes pour la main gauche seuie,op.135 n3 Moto perpetuo
17. Saint-Saens Six etudes pour la main gauche seuie,op.135n 4 Bourree
18. Saint-Saens Six etudes pour la main gauche seuie,op.135 n5 Elegie
19. Saint-Saens Six etudes pour la main gauche seuie,op.135 n6 Gigue

Aldo Ciccolini – Piano

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FDP

Bedřich Smetana (1824 – 1884) – Ma Vlast – Jiří Bělohlávek, Czech Philarmonic Orchestra

coverComo hoje é domingo e estou com preguiça de escrever, fiz um crtl+c crtl+v e copiei o texto do booklet desta excepcional gravação de uma obra capital da música ocidental, e que revelou um dos grandes compositores do século XIX, Bedřich Smetana. O regente é o também tcheco  Jiří Bělohlávek, falecido em maio do ano passado. Esta foi uma de suas últimas gravações e com certeza podemos dizer que está no mesmo nível das realizadas por seu conterrâneo Rafael Kubelik.

“Bedřich Smetana’s reputation as the father of Czech music was sealed by the six symphonic poems known as Má vlast (“My Homeland”). The sparkling musical depictions of his beloved Bohemian landscape, of its vibrant culture and proud history, have come to represent the unquenchable spirit of the Czech nation. What gives this recording such power is the fact that the Czech Philharmonic, and their great conductor Jiří Bělohlávek, have this music in their blood. Smetana was born in 1824 in Litomyšl, Bohemia, a province dominated politically, culturally and linguistically by the giant Austrian Empire. Unable to establish a career in Prague, he spent most of his early career in Gothenburg, Sweden, but often wrote of his longing to return. It was Franz Liszt, his teacher and friend, who visited him and kept him in touch with the wider musical world. As the Habsburg grip weakened, the smaller nations started to assert their independence. In 1861 Smetana returned to Prague ready to play a leading role in establishing a national style of composition. His Bohemian themed operas, such as The Bartered Bride, met with public success, but conservatives called him a “dangerous modernist” and insisted that his operas could not be models for Czech national opera because they were tainted by the progressive ideas of Wagner and Liszt. Nevertheless it was a form pioneered by Liszt — the symphonic poem — that turned out to be the ideal vehicle for expressing Smetana’s patriotic sentiments. After early experiments with the form in Sweden, he began Má vlast in 1872, developing a Romantic, distinctively Czech sound-world that captured the rhythm, colour and sounds of Czech life and culture. The first poem,  Vyšehrad, was finished in 1874, with Vltava following a few months later. Vyšehrad is the great rock standing above Prague and the site of a commanding castle that saw triumph and tragedy over the centuries. Smetana describes the story to his publisher: “The harps of the bards begin; a bard sings of the events that have taken place on Vyšehrad, of the glory, splendour, tournaments, and battles, and finally its downfall and ruin. The composition ends on an elegiac note.” Vltava (or Die Moldau, in German) has always been the most popular of the six movements, and it is one of music’s greatest landscape paintings. A masterly evocation of flowing water, it was written after Smetana visited the countryside with his friend, the conductor Mori Anger, to find the exact spot where the two river Vltavas met. His characterful portrait of the river at the heart of his country describes its passage from the hills of South Bohemia, through forests and meadows, passing a hunt, a wedding and a bevy of water-sprites, before making a spectacular arrival in Prague. Smetana brings back the music from the opening poem as the river flows beneath the great rock of Vyšehrad and disappears into the distance to join the Labe (Elbe) river and ultimately the sea. The two movements were performed in Prague in 1875, but sadly Smetana was unable to hear them. He had lost the hearing in both ears after a sudden acute ear infection. In his last decade he threw himself into composition, adding four more movements to Má vlast. Šárka celebrates the legendary Czech warrior princess, who extracts bloody revenge after her lover is unfaithful. By contrast, Zčeských luhů a hájů (From Bohemian Fields and Groves) is a joyful work, full of the sounds and sights of country life, including birdsong and a lusty village polka. The final two movements are linked by subject and musical material, with the chorale “Ktož jsú boží bojovníci” (“Those who are warriors of God”) as the centrepiece of both. Tábor was the stronghold of the Hussite Rebellion, the fifteenth-century political and religious movement dedicated to Bohemian independence. Blaník refers to the White Mountain, a sort of Czech Valhalla where Hussite warriors slumber through the centuries, ready to come to the rescue of the homeland. “Hence, the chorale that was used as the basic motive in Tábor is also used as the foundation of this piece”, wrote Smetana. “It is on the basis of this melody, the Hussite chorale, that the resurrection of the Czech nation, its future happiness and glory, will develop.” The complete work was performed in Prague in 1882, when it was acclaimed as the true representation of Czech national style. “Everyone rose to their feet and the same storm of unending applause was repeated after each of the six parts”, wrote Smetana’s biographer Václav Zelený. Two years later Smetana died in an asylum in Prague and was given a hero’s funeral. His grave is in the Vyšehrad Cemetery, the name a fitting reminder of his greatest work.”
Amanda Holloway

01. Smetana- Má Vlast, JB1-112-1. Vysehrad
02. Smetana- Má Vlast, JB1-112-2. Vltava
03. Smetana- Má Vlast, JB1-112-3. Sarka
04. Smetana- Má Vlast, JB1-112-4. Z ceskych luhu a haju
05. Smetana- Má Vlast, JB1-112-5. Tábor
06. Smetana- Má Vlast, JB1-112-6. Blanik

Jiří Bělohlávek
Czech Philharmonic Orchestra

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Jiri-Belohlavek-Photo-by-Petra-Hajska-1-487x333
Jiri Belohlavek – 1946 – 2017

Johannes Brahms (1833-1897): Ein Deutsches Requiem – Janowitz, Krause, Haitink, Wiener Philharmoniker

Johannes Brahms (1833-1897): Ein Deutsches Requiem – Janowitz, Krause, Haitink, Wiener Philharmoniker

51jOWEyKswL._SS500Após milhares de solicitações, resolvi satisfazer nossos leitores, visto que esta gravação do Réquiem Alemão é meio que unânime.

Sem mais para o momento …

1. 1. Chor: “Selig sind, die da Leid tragen”
2. 2. Chor: “Denn alles Fleisch, es ist wie Gras”
3. 3. Solo (Bariton) und Chor: “Herr, lehre doch mich”
4. 4. Chor: “Wie lieblich sind deine Wohnungen, Herr Zebaoth!”
5. 5. Solo (Sopran) und Chor: “Ihr habt nun Traurigkeit”
6. 6. Solo (Bariton) und Chor: “Denn wir haben hie keine bleibende Statt”
7. 7. Chor: “Selig sind die Toten, die in dem Herrn sterben”

Gundula Janowitz – Soprano
Tom Krause – Bariton
Konzertvereinigung Wiener Staatsopernchor
Wiener Philharmoniker
Bernard Haitink

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Entra, rapaz!
Entra, rapaz!

FDP

Anton Bruckner – Symphony nº8 in C Minor, Franz Schubert – Symphony nº 8 ‘Unfinished’ – Günter Wand, Münchner Philarmoniker

FrontVou pedir licença ao nosso mentor, PQPBach, para realizar uma postagem de um maestro muito querido por todos daqui do blog, Günter Wand.
Trata-se de cd duplo, gravado ao vivo, com a Filarmônica de Munique, orquestra que Wand conhecia muito bem. E a licença que peço é por adentrar em outra especialidade de nosso mentor, Anton Bruckner. O homem é uma enciclopédia sobre este importante compositor. E creio que tudo o que se devesse falar sobre estas sinfonias já foi falado e escrito cá por estas plagas.

Então calo-me, e deixo que os senhores se deleitem com a grandiosidade e maestria deste gigante da regência do século XX.

Cd 1

1 Bruckner – Symphony nº 8 in C Minor  – I. Allegro moderato
2. II Scherzo (Allegro moderato) & Trio (Langsam)
3 – III. Adagio (Feierlich langsam; doch nicht schleppend)

CD 2

1 – Symphony No.8 in C minor – IV. Finale Feierlich, nicht schnell
2  – Schubert  Symphony No.8 in B minor, D.759 ‘Unfinished’ – I. Allegro moderato
3 – Schubert  Symphony No.8 in B minor, D.759 ‘Unfinished’ – II. Andante con moto

Münchner Philharmoniker
Günter Wand – Conductor

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Johannes Brahms (1833-1897) – Ein Deutsches Requiem – Oelze, Finley, Chapelle Royale, Collegium Vocale Gent, Orchestre des Champs-Elysées, Herreweghe

coverJá deveria ter postado esta gravação do Requiem de Brahms com Philippe Herreweghe antes do Natal, mas com a correria do dia a dia acabei esquecendo. O que é uma pena, pois privei-os até agora de uma das melhores gravações já realizadas dessa obra. E não sou só eu quem o declara. Fiz uma longa pesquisa para identificar uma das que poderiam ser consideradas como melhores, e esta estava meio que em primeiro lugar no ranking, ao menos em uns quatro ou cinco sites e revistas especializadas que fucei.

Herreweghe é um dos melhores regentes de corais da atualidade. Basta ouvir suas gravações para chegarmos a esta conclusão. E aqui neste Brahms ele mostra que sua especialidade não se restringe ao barroco. Não, ele domina com maestria o espetacular ‘Collegium Vocale Gent’ também em uma obra prima do Romantismo. Ouçam o Segundo Movimento para entenderem o que digo.

Destaque também para a cuidadosa edição do booklet, com textos em inglês, francês e alemão.

01. 1. Selig sing, die da Leid tragen
02. 2. Denn alles Fleisch, es ist wie Gras
03. 3. Ferr, lehre doch mich, da. ein Ende mit mir haben mu
04. 4. Wie lieblich sind deine Wohnungen, Herr Zebaoth
05. 5. Ihr habt mur Traurigkeit
06. 6. Denn wie haben hie keine bleibende Statt
07. 7. Selig sind die Toten, die in dem Herren sterben

Christiane Oelze – Soprano
Gerald Finley – Bariton
La Chappele Royale
Collegium Vocale Gent
Orchestre des Champs-Elysées
Philippe Herreweghe – Conductor

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FDP

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Trios – Beaux Arts Trio

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LINK CORRIGIDO !

Não, os senhores não morreram e foram para o céu e agora aguardam sua vez ouvindo uma música absolutamente maravilhosa e divinamente interpretada: é ‘apenas’ o Beaux Arts Trio tocando os trios de Mozart. Só isso. Tenho quase certeza de que esta será a música que ouviremos na sala de espera, antes entrarmos pelos portões do Paraíso.

Eu mesmo trouxe esta coleção há muito tempo atrás. É de se ouvir de joelhos, agradecendo aos céus por nos permitir ter acesso a ela. O Beaux Arts Trio foi o principal conjunto de câmara neste formato do século XX, e o mais longevo, estiveram em atividade.por mais de cinquenta anos. E nós brasileiros tivemos o orgulho e privilégio de termos um músico destas terras tupiniquins tocando com eles, o violoncelista Antonio Meneses.

Mas estas gravações que ora vos trago foram realizadas lá pela década de 60, com a formação clássica do grupo, tendo Menahem Pressler ao piano (que aos noventa e poucos anos de idade ainda se apresenta pelos principais festivais da Europa), isidore Cohen como violinista e Bernard Greenhouse no violoncelo.

P.S. Sim, eu tenho o privilégio de ter esta caixa que comemora os sessenta anos de fundação do grupo.

Então, aqui está a música que é tocada no Paraíso:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Trios – Beaux Arts Trio

CD 1
01. PIANO TRIO in E major, K542 I. Allegro
02. II.  Andante grazioso
03. III. Allegro
04. PIANO TRIO in B-flat major, K502 I. Allegro
05. II.  Larghetto
06. III. Allegretto
07. PIANO TRIO in G major, K564 I. Allegro
08. II.  Andante. Thema mit Variationen
09. III. Allegretto
10. PIANO TRIO in C major, K548 I. Allegro
11. II.  Andante cantabile
12. III. Allegro

CD 2
01. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major I. Allegro assai
02. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major II. Andante
03. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major III. Allegretto (Tempo di men
04. Piano Tri K496 in G major I. Allegro
05. Piano Tri K496 in G major II. Andante
06. Piano Tri K496 in G major III. Allegretto (Thema mit Variationen)

CD 3

01. Piano Trio B-dur KV 502 – 1. Allegro
02. Piano Trio B-dur KV 502 – 2. Larghetto
03. Piano Trio B-dur KV 502 – 3. Allegretto
04. Piano Trio E-dur KV 542 – 1. Allegro
05. Piano Trio E-dur KV 542 – 2. Andante grazioso
06. Piano Trio E-dur KV 542 – 3. Allegro

CD 4
01. Piano Trio C-dur KV 548 – 1. Allegro
02. Piano Trio C-dur KV 548 – 2. Andante cantabile
03. Piano Trio C-dur KV 548 – 3. Allegro
04. Piano Trio G-dur KV 564 – 1. Allegro
05. Piano Trio G-dur KV 564 – 2. Andante (Thema mit Variationen)
06. Piano Trio G-dur KV 564 – 3. Allegretto
07. [Piano Trio d-moll KV 442] – 1. Allegro
08. [Piano Trio d-moll KV 442] – 2. Tempo di minuetto
09. [Piano Trio d-moll KV 442] – 3. Allegro

Beaux Arts Trio

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Beaux Arts Trio em ação. O melhor e mais longevo conjunto de câmara do século XX
Beaux Arts Trio em ação. O melhor e mais longevo conjunto de câmara do século XX

Frederic Chopin (1810-1849) – Concerto for Piano & Orchestra nº 2 in F Minor, Robert Schumann (1810-1856) – Concerto for Piano and Orchestra in A Minor, op. 54 – Istomin, Ormandy, Walter, Philadelphia Orchestra, Columbia Symphony Orchestra

CD08-1Eu conhecia Eugene Istomin apenas por algumas referências em alguns sites, e claro, por suas gravações com Isaac Stern e Leonard Rose. Nasceu em Nova York em 1925, filho de pais russos, e foi uma criança prodígio.
Neste CD ele toca dois pilares do romantismo, o Concerto nº 2 de Chopin e o belíssimo Concerto em Lá Menor de Schumann, talvez o melhor o momento do Cd. Os regentes escolhidos são dois ícones da regência do século XX, Eugene Ormandy e Bruno Walter.
Eis um belíssimo CD para se começar o ano de 2018. Bela música, romantismo no ar, excelentes músicos, enfim, melhor ainda se estiver ao lado da família e daqueles que amamos.
Feliz 2018 !!!

01. Chopin Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 – I. Maestoso
02. Chopin Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 – II. Larghetto
03. Chopin Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 – III. Allegro vivace

Eugene Istomin – Piano
Philadelphia Orchestra
Eugene Ormandy

04. Schumann Piano Concerto in A minor, Op.54 – I. Allegro affettuoso
05. Schumann Piano Concerto in A minor, Op.54 – II. Intermezzo. Andantino grazioso
06. Schumann Piano Concerto in A minor, Op.54 – III. Allegro vivace

Eugene Istomin
Columbia Symphony Orchestra
Bruno Walter – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphony nº 9 in D Minor, op. 125 ‘Choral’ – Bloomstedt, Gewandhaus Leipzig Orchestra,

coverPensei muito no que postaria no último dia do ano. Diversas obras me vieram à cabeça, desde O Messias, de Handel, que não aparece por aqui há algum tempo, ou uma missa de Mozart ou Haydn, enfim … mas no final das contas optei pelo óbvio. O que desejamos no início do novo ano? Esperança, paz, amor … então, decidir ir de Beethoven, sua Nona Sinfonia, a obra prima máxima do gênial compositor.
Dentre as diversas versões que tenho, optei por esta bem recente, gravada agora mesmo em 2017, com o maestro Herbert Blomstedt, que apesar do nome é nascido nos Estados Unidos, e um dos maiores nomes da regência das últimas últimas décadas. E este senhor, do alto dos seus 90 anos, gravou esta esplêndida versão da Nona Sinfonia, e escolheu uma das mais melhores e mais antigas orquestras européias, a do Gewandhaus de Leipzig.

Deixo abaixo a tradução da letra do quarto movimento, conhecida como ‘Ode a Alegria’, do poeta alemã Schiller. Emprestei o texto original e sua tradução do site Euterpe.

Tradução da Nona Sinfonia de Beethoven

ODE À ALEGRIA
Friedrich von Schiller
O Freunde, nicht diese Töne!
Sondern lasst uns angenehmere anstimmen
und freudenvollere! (*)
Ó amigos, não esses sons!
Ao invés, cantemos algo mais agradável
e cheio de alegria! (*)
Freude, schöner Götterfunken
Tochter aus Elysium,
Wir betreten feuertrunken,
Himmlische, dein Heiligtum!
Deine Zauber binden wieder
Was die Mode streng geteilt;
Alle Menschen werden Brüder,
Wo dein sanfter Flügel weilt.
Alegria, bela centelha divina
filha do Elísio (paraíso),
Ébrios de fogo, nós entramos
em teu celestial santuário!
Tua magia reúne novamente
o que o costume rigorosamente dividiu;
Todos os homens serão irmãos,
onde tuas suaves asas repousam.
Wem der grosse Wurf gelungen,
Eines Freundes Freund zu sein;
Wer ein holdes Weib errungen,
Mische seinen Jubel ein!
Ja, wer auch nur eine Seele
Sein nennt auf dem Erdenrund!
Und wer’s nie gekonnt, der stehle
Weinend sich aus diesem Bund!
Aquele que conseguiu o grande lance
de ser amigo de um amigo;
Aquele que conquistou uma nobre mulher,
Deixem-no juntar-se ao nosso júbilo!
Sim, e também aquele que chame de sua
Apenas uma só alma no mundo.
Mas aquele que não conseguiu isso,
Deixem-no chorando sozinho.
Freude trinken alle Wesen
An den Brüsten der Natur;
Alle Guten, alle Bösen
Folgen ihrer Rosenspur.
Küsse gab sie uns und Reben,
Einen Freund, geprüft im Tod;
Wollust ward dem Wurm gegeben,
Und der Cherub steht vor Gott.
Todas as criaturas bebem alegria
no seio da natureza;
Todos os bons, todos os maus,
seguem seu rastro de rosas.
Beijos ela nos deu, e vinho,
e um amigo fiel até a morte;
Ao verme foi dado desejo,
E o anjo está diante de Deus.
Froh, wie seine Sonnen fliegen
Durch des Himmels prächt’gen Plan,
Laufet, Brüder, eure Bahn,
Freudig, wie ein Held zum Siegen.
Alegre, como seus sóis voam
através do glorioso plano celeste,
Correi, irmãos, por vossos caminhos,
Alegres, como um herói para a vitória.
Seid umschlungen, Millionen!
Diesen Kuss der ganzen Welt!
Brüder, über’m Sternenzelt
Muss ein lieber Vater wohnen.
Ihr stürzt nieder, Millionen?
Ahnest du den Schöpfer, Welt?
Such’ ihn über’m Sternenzelt!
Über Sternen muss er wohnen.
Sede abraçados, milhões!
Este beijo para todo o mundo!
Irmãos, acima das estrelas do céu
deve um bondoso Pai morar.
Vós estais prostrados, milhões?
Sentes teu Criador, mundo?
Procure-O acima das estrelas do céu,
Acima das estrelas Ele deve morar.

Ficam aqui os meus desejos de um Feliz 2018 para todos !!! Muita alegria, paz e felicidade para todos os nossos leitores – ouvintes … !!!

1 Symphony nº 9, in D Minor, op. 125, ‘Choral – Allegro ma non troppo e un poco
2 Scherzo Molto Vivace Presto Trio
03. Adagio molto cantabile Andante
4 Finale Presto Allegro assai

Simona Saturova
Mihovo Fujimora
Christian Elsner
Christian Gerharer
MDR Rundfunk Chor
Gewandhaus Chor
GewandhausKinderchor
Herbert Blomstedt – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concerto No. 5 in E flat major (-Emperor-), Op. 73, 04. Fantasia for piano, chorus, and orchestra (-Choral Fantasy-), Op. 80

frontO último Cd desta integral traz o Concerto Imperador e a Fantasia para Piano. Querem o que mais, caras pálidas?

Espero que Ronald Brautigam retorne a estas obras dentro de alguns anos. Será curioso verificar como esta maturidade vai influenciar sua interpretação.

 

01. Piano Concerto No. 5 in E flat major (-Emperor-), Op. 73- 1. Allegro
02. Piano Concerto No. 5 in E flat major (-Emperor-), Op. 73- 2. Adagio un poco m
03. Piano Concerto No. 5 in E flat major (-Emperor-), Op. 73- 3. Rondo. Allegro
04. Fantasia for piano, chorus, and orchestra (-Choral Fantasy-), Op. 80

Hannah Holgersson – Soprano
Marie Olhans – Mezzo Soprano
Maria Sanner – Alto
Mikael Stenbaek – Tenor
Gunnar Birgensson – Baritone
Ove Pettersson – Bass
Eric Ericson Chamber Choir
Ronald Brautigam – Piano
Norrköping Symphony Orchestra
Andrew Parrott – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concerto nº 4, Piano Concerto in D major (after the Violin Concerto, Op. 61), Op. 61a – Brautigam, NSO

frontComo não poderia deixar de ser, Ronald Brautigam está impecável interpretando o belíssimo porém neglicenciado Concerto para Piano nº 4. Já li gente dizendo que este seria um concerto intermediário, sem maiores méritos, apenas uma preparação para o Concerto Imperador, mas esta obra tem sim seus méritos, e eles são grandes. Começando pela sua abertura, deixada a cargo do piano, que introduz o tema principal com força e determinação até o momento de entregar este tema para a orquestra, que vai desenvolvê-lo, em uma orquestração tipicamente beethoveniana, perfeita, impecável, com o perdão da redundância. A parte da cadenza (ou parte do solo do piano) no primeiro momento é notável, nem parece que foi escrita no começo do século XIX, é de uma modernidade única, e o que ouvimos ali é um compositor no apogeu de sua capacidade criativa, sem medo de ousar. Coisa de gênio mesmo.

A segunda obra é a versão para piano do famoso Concerto para violino op. 61. Soa estranho ouvi-lo tocado em piano, mesmo tendo sido o próprio Ludwig que o transcreveu.

01. Piano Concerto No. 4 in G major, Op. 58- 1. Allegro moderato
02. Piano Concerto No. 4 in G major, Op. 58- 2. Andante con moto
03. Piano Concerto No. 4 in G major, Op. 58- 3. Rondo. Vivace
04. Piano Concerto in D major (after the Violin Concerto, Op. 61), Op. 61a- 1. Allegro ma non troppo
05. Piano Concerto in D major (after the Violin Concerto, Op. 61), Op. 61a- 2. Larghetto
06. Piano Concerto in D major (after the Violin Concerto, Op. 61), Op. 61a- 3. Rondo. Allegro

Ronald Brautigam – Piano
Norrköping Symphony Orchestra
Andrew Parrott – Conductor

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Christmas Carols – Musica Sacra, Richard Westenburg

frontAcho que este belo CD do excelente conjunto sacro Musica Sacra vai satisfazer aqueles gostam de ouvir as tradicionais canções de Natal cantadas por corais. Aqui o excelente conjunto Musica Sacra canta desde canções tradicionalíssimas, como o indefectível ‘Silent Night’, passando pelo barroco Giovanni Gabrieli e a modernidade do século XX de Benjamin Britten.

Um disco agradável, que pode ser ouvido tranquilamente na noite de Natal, reunidos com a família e amigos.

P.S. Em anexo aos arquivos de áudio segue o booklet com as letras das obras.

Christmas Carols – Musica Sacra, Richard Westenburg

01. Silent Night
02. Carol of the Bells
03. O magnum mysterium
04. Joseph Dearest, Joseph Mine
05. The Shepherd’s Carol
06. Still, Still, Still
07. O Tannenbaum
08. The First Noel
09. Saw You Never in the Twilight
10. The Holly and the Ivy
11. A Hymn to the Virgin
12. O Little Town of Bethlehem
13. Patapan
14. Away in a Manger
15. Angelus ad pastores ait
16. Did Mary Know
17. Deck The Hall
18. Coventry Carol
19. Hodie Christus natus est
20. Baloo, Lammy
21. I Saw Three Ships
22. Of The Father’s Love Begotten
23. E’en So, Lord Jesus, Quickly Come
24. As With Gladness Men of Old
25. I Wonder as I Wander
26. A la nanita nana
27. Ding Dong! Merrily on High

Musica Sacra
Richard Westenburg – Conductor

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FDP

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concertos – Cd 2 de 4 – Brautigam, Noorköping Symphony Orchestra, Andrew Parrot

frontDando prosseguimento a esta belíssima coleção, temos um concerto composto pelo um adolescente de aproximadamente 12 anos de idade, e que iria se tornar um dos maiores compositores de todos os tempos, sim, nosso Ludwig já mostrava um enorme talento para compor nesta tenra idade. Ronald Brautigam juntou os manuscritos deste concerto sem número de opus, e conhecido como Woo 4 que estavam guardados e reconstruiu a obra. Maiores informações a respeitos os senhores podem ler no booklet em anexo.
O Segundo Concerto já nos é bem conhecido, e dispensa apresentações. Andrew Parrott continua a frente da ótima e desconhecida Noorköping Symphony Orchestra.
Então vamos ao que viemos?

01. Piano concerto in E flat, WoO4 – I. Allegro moderato
02. Piano concerto in E flat, WoO4 – II. Larghetto
03. Piano concerto in E flat, WoO4 – III. Rondo. Allegro, ma non troppo
04. Rondo in B flat, WoO6
05. Piano concerto No.2 in B flat, op.19 – I. Allegro con brio
06. Piano concerto No.2 in B flat, op.19 – II. Adagio
07. Piano concerto No.2 in B flat, op.19 – III. Rondo. Allegro molto

Ronald Brautigam – Piano
Noorköping Symphony Orchestra
Andrew Parrott – Conductor

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FDP

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concertos – CD 1 de 4 – Brautigam, NSO, Parrott

coverRonald Brautigam é um cara discreto, creio. É um dos principais intérpretes de Beethoven deste novo século, e sua integral das sonatas interpretadas em um pianoforte fizeram bastante sucesso por aqui há alguns anos atrás. Grava por um selo sueco chamado BIS, excelente por sinal, e aparentemente foge  um pouco da fama se comparado com outros pianistas de sua geração. Digo que isso é o que me parece, não sei se estou correto.

Ai quando o cara foi encarar os concertos para piano, eis que escolhe um piano moderno de cauda. No site da gravadora temos uma explicação:

“If they have not already heard the recordings themselves, everyone with an interest in Beethoven will at least have heard reports of Ronald Brautigam’s ongoing cycle of the complete music for solo piano. Performed on the fortepiano, this project has been greeted with enormous interest by the reviewers. One contributing factor has been the choice of instrument, which has brought new perspectives to the music, causing one reviewer to expect a cycle ‘that challenges the very notion of playing this music on modern instruments, a stylistic paradigm shift’ (Fanfare). But more important for the critical success have been the direct and immediately engaging interpretations. ‘One has almost the feeling of being Beethoven’s contemporary, one of the first, infinitely surprised – not to say shocked – listeners to this music’ as the reviewer in Süddeutsche Zeitung phrased it, backed up by his colleague in International Record Review, writing about the Moonlight Sonata: ‘a Presto agitato from hell; such controlled fury and unrelenting intensity, yet musical to the core, and never banged out. It took sometime before I was able to unpin myself to the wall…’

With five discs released so far in the cycle, Brautigam now takes on Beethoven’s complete works for piano and orchestra, choosing to do so on a modern piano and with a modern instrument orchestra: the Norrköping Symphony Orchestra, internationally acclaimed for its many fine recordings on BIS. Conducting the series is Andrew Parrott, and together with the soloist, he brings all his expertise in period performance practice to bear in interpretations that in many ways are as fresh and revolutionary as those of the sonata cycle. The present disc, with Concertos No.1 and No.3, is the first of a cycle of four, and was recorded with the piano, without a lid, placed in the middle of the orchestra. As Ronald Brautigam explains in the liner notes: ‘I truly believe that what Beethoven wanted was chamber music rather than a battle between orchestra and soloist, and this makes for a wonderfully interactive set-up, where individual players have far more contact with the pianist than in a regular concert set-up’.”

O cara não é realmente uma figura? E por que diabos os senhores ainda não baixaram este primeiro CD?
P.S. Sugiro lerem a entrevista de Brautigam no booklet que segue junto com este CD. Vale a pena.

01. Piano Concerto No. 1 in C major, Op. 15 1. Allegro con brio
02. Piano Concerto No. 1 in C major, Op. 15 2. Largo
03. Piano Concerto No. 1 in C major, Op. 15 3. Rondo. Allegro
04. Piano Concerto No. 3 in C minor, Op. 37 1. Allegro con brio
05. Piano Concerto No. 3 in C minor, Op. 37 2. Largo
06. Piano Concerto No. 3 in C minor, Op. 37 3. Rondo. Allegro

Ronald Brautigam – Piano
Norrköping Symphony Orchestra
Andrew Parrott – Conductor

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O velho Ludwig aparenta estar espantado com o talento do Ronald Brautigam. Ou estaria admirando seus longos cabelos brancos?

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos nº 7, 10 & 11 – Brautigam, Lubimov, Huss, Haydn Sinfonietta Wien

FrontNeste CD o holandês Ronald Brautigam e o moscovita Alexei Lubimov dão um show e mostram como tocar Mozart em instrumentos de época. Tratam-se daqueles concertos que foram escritos para no mínimo dois pianos, os de nº 10 e 11, e o incrível concerto para três pianos, de nº 7. São obras pouco executadas e gravadas, se comparadas aos concertos mais famosos.
Mas Brautigam e Lubimov são experientes neste repertório e excepcionais pianofortistas (???), vide a excepcional integral das sonatas de Beethoven de Ronald Brautigam. E o austríaco Manfred Huss também faz um excelente trabalho com o conjunto Haydn Sinfonietta Wien.
CDzaço, muito bem gravado e produzido pelo excelente selo BIS. Tenho certeza que o nosso leitor ouvinte Mario vai gostar, visto ter reclamado não ter encontrado estes concertos na ‘integral’ que postei recentemente de Lili Kraus.

01 – Concerto in E flat major KV 365 (1779) I. Allegro
02 – Concerto in E flat major KV 365 (1779) II. Andante
03 – Concerto in E flat major KV 365 (1779) III. Rondeau
04 – Concerto in F major KV 242 I. Allegro
05 – Concerto in F major KV 242 II. Adagio
06 – Concerto in F major KV 242 III. Rondeau
07 – Concerto in E flat major KV 365 (1782) I. Allegro
08 – Concerto in E flat major KV 365 (1782) II. Andante
09 – Concerto in E flat major KV 365 (1782) III. Rondeau

Ronald Brautigam, Alexei Lubimov – Pianoforte
Manfred Huss – Pianoforte & Conductor
Haydn Sinfonietta Wien

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Giuseppe Verdi (1813-1901): Réquiem – Pavarotti, Horne, Sutherland, Solti, Wiener Philharmoniker

Giuseppe Verdi (1813-1901): Réquiem – Pavarotti, Horne, Sutherland, Solti, Wiener Philharmoniker

CoverIM-PER-DÍ-VEL !!!

Esta gravação do Réquiem de Verdi traz uma constelação de estrelas lideradas por George Solti. É um Dream Team, digamos. Luciano Pavarotti dispensa apresentações, mas aqui também temos a magnífica Dame Joan Sutherland, uma das mais belas vozes do século XX.  E como não poderia deixar de ser, a gravação é espetacular. Grandes coros, solistas no apogeu de suas carreiras, e Solti, bem, esse também está muito a vontade. Era o menino de ouro da gravadora Decca, então tinha o que existia de melhor a sua disposição: solistas, orquestra, corais, estúdios …

Neste período natalino geralmente postamos obras ligadas ao tema do nascimento de Cristo, mas nenhuma que trata da morte. Estou fazendo esta postagem devido a um pedido especial de nosso mentor, PQPBach, pois o link antigo era do PQPShare, se não me engano. Resolvi então fuçar em meu acervo e reencontrei esta magnífica gravação, daquelas que nos deixam felizes após a audição, mesmo em se tratando de um Réquiem.

Verdi compôs esta obra em homenagem a um amigo, o escritor Alessandro Manzoni, que havia falecido um pouco antes. A estreia da obra ocorreu exatamente um ano após a morte deste amigo.

Mas vamos ao que viemos: trazer uma belíssima obra interpretada por um timaço, e lideradas por um grande líder…

Giuseppe Verdi (1813-1901): Réquiem – Pavarotti, Horne, Sutherland, Solti, Wiener Philharmoniker

1. Verdi Messa Da Requiem 1. Requiem Requiem aeternam & Kyrie
2. Verdi Messa Da Requiem 2a. Dies irae Dies irae
3. Verdi Messa Da Requiem 2b. Dies irae Tuba mirum – 2c. Mors stupebit
4. Verdi Messa Da Requiem 2d. Dies irae Liber scriptus
5. Verdi Messa Da Requiem 2e. Dies irae Quid sum miser
6. Verdi Messa Da Requiem 2f. Dies irae Rex Tremendae
7. Verdi Messa Da Requiem 2g. Dies irae Recordare
8. Verdi Messa Da Requiem 2h. Dies irae Ingemisco
9. Verdi Messa Da Requiem 2i. Dies irae Confutatis
10. Verdi Messa Da Requiem 2j. Dies irae Lacrymosa
11. Verdi Messa Da Requiem 3a. Offertorium Domine, Jesu Christe
12. Verdi Messa Da Requiem 3b. Offertorium Hostias
13. Verdi Messa Da Requiem 4. Sanctus
14. Verdi Messa Da Requiem 5. Agnus Dei
15. Verdi Messa Da Requiem 6. Lux Aeterna
16. Verdi Messa Da Requiem 7a. Libera Me Libera Me
17. Verdi Messa Da Requiem 7b. Libera Me Dies Irae
18. Verdi Messa Da Requiem 7c. Libera Me Requiem Aeternam
19. Verdi Messa Da Requiem 7d. Libera Me Libera Me

Dame Joan Sutherland – Soprano
Marilyn Horne – Mezzo Soprano
Luciano Pavarotti – Tenor
Martti Talvela – Bass
Wiener Staatsopernchor
Wiener Philharmoniker
Sir Georg Solti – Conductor

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Verdi: para lembrar o primeiro aniversário da morte de Alessandro Manzoni, um poeta e romancista italiano muito admirado pelo compositor.
Verdi: Réquiem para lembrar o primeiro aniversário da morte de Alessandro Manzoni, poeta e romancista italiano muito admirado pelo compositor.

FDP

Johannes Brahms (1833-1897): Um Réquiem Alemão (Harnoncourt)

Johannes Brahms (1833-1897): Um Réquiem Alemão (Harnoncourt)

frontLink restaurado, com direito a versão em .flac e booklet do CD. IM-PER-DÍ-VEL !!!

Os nossos ídolos estão morrendo. O último da lista é Nikolaus Harnoncourt, o grande maestro austríaco, que foi um dos maiores especialistas em repertório barroco.

Quando se fala em interpretações historicamente informadas, foi ele o precursor. Sem ele, músicos do calibre de John Eliot Gardiner, Christopher Hogwood, entre tantos outros, talvez tivessem enveredado por outros caminhos da regência.

Faço uma modesta, porém sincera, homenagem a esta grande figura. Esta gravação do Réquiem Alemão de Brahms foi realizada em 2007, com sua querida Filarmônica de Viena e seu tradicional “Arnold Schoenberg Chor”, com o qual realizou diversos trabalhos. Acho que neste momento de luto, nada mais adequado que a obra prima de Brahms para homenagear este que foi um dos grandes nomes da regência dos Séculos XX e XXI.

P.S. A vida tem destas ironias… Nesta data, 27 de novembro, há exato um ano atrás, meu irmão mais velho veio a falecer, devido a complicações decorrentes de um transplante de rim. Era uma pessoa muito culta e instruída, falava três ou quatro idiomas, foi oficial da Marinha, viveu nos Estados Unidos durante o período do ‘flower power’ hippie, no final dos anos 60, conheceu vários lugares do mundo, incluindo África, Índia, Austrália… Comecei o texto desta postagem dizendo que nossos ídolos estão todos morrendo, em alusão ao falecimento de Nikolaus Harnoncourt, e posso dizer que meu primeiro ídolo e herói, este meu irmão, também está nesta lista de referências, com certeza. São estas pessoas que nos inspiram, que nos ajudam a fazermos nossas escolhas.

Então dedico esta postagem a este meu irmão, Mauricio. Nem imaginas como fazes falta, mano… Sei que quando chegar a minha hora, vamos nos reencontrar, e continuar nossas discussões e conversas sobre cinema, música e literatura, temas que ele adorava mais que tudo.

Johannes Brahms (1833-1897) – Ein Deutches Requiem – Harnoncourt, Wiener Philharmoniker, Arnold Schoenberg Chor

01 – I. Selig sind, die da Leid tragen (Ziemlich langsam und mit Ausdruck)
02 – II. Denn alles Fleisch, es ist wie Gras (Langsam, marschmäßig)
03 – III. Herr, lehre doch mich (Andante moderato)
04 – IV. Wie lieblich sind deine Wohnungen (Mäßig bewegt)
05 – V. Ihr habt nun Traurigkeit (Langsam)
06 – VI. Denn wir haben hier keine bleibende Statt (Andante)
07 – VII. Selig sind die Toten (Feierlich)

Genia Kühmeier – Soprano
Thomas Hampson – Baritone
Arnold Schoenberg Chor
Wiener Philharmoniker
Nikolaus Harnoncourt – Conductor

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20140723nikolaus-harnoncourt
Nikolaus Harnoncurt (1929-2016)

FDP

Dmitri Shostakovich (1905-1975) – Violin Concertos nº 1 & 2 – Zimmermann, Gilbert, NDR Elbphilharmonie Orchester

51SZoT+jv9L._SS500Neste CD que ora vos trago temos um compositor russo interpretado por um violinista alemão, acompanhado por uma orquestra alemã regida por um descendente por parte de pai de indígenas norte americanos e mãe japonesa. Como diria o ingênuo Robin do saudoso seriado dos anos 60 do Batman, santa salada de frutas, Batman … !!! Mas em verdade, em verdade, eu apenas vos dou um adjetivo para este CD: IM-PER-DÍ-VEL !!! E por que ainda não baixastes, cara pálida? Com certeza esta é uma das melhores gravações que já ouvi destes concertos. David Oistrakh e o próprio Shostakovich iriam se sentir bem satisfeitos quando ouvissem este CD.
Conheço Frank Peter Zimmermann há muito tempo, desde os anos 90, quando tive a oportunidade de ouvir seu Tchaikovsky, ao lado de Lorin Maazel ou Kurt Masur, não tenho certeza. Trata-se de um músico completo, experiente, apesar de jovem, e que já encarou todo o principal repertório do violino, desde o barroco até música contemporânea do século XX. Alan Gilbert também me é bem conhecido, tenho já há alguns anos acompanhado sua carreira frente a New York Philharmonic Orchestra, onde realiza um estupendo trabalho.
Então, senhores, baixem este CD, sentem-se em suas melhores poltronas e ouçam este petardo. Não vai sobrar pedra sobre pedra. Zimmermann é um violinista muito intenso, extrai do seu violino um som vibrante, com muita energia.

P.S. Uma curiosidade: Zimmermann nasceu quase junto comigo, ele é do dia 27 de fevereiro de 1965 e eu nasci no dia anterior, do mesmo ano. Coincidências …

01. I. Nocturne Adagio
02. Violin Concerto No. 1 in A Minor, Op. 77 II. Scherzo Allegro non troppo
03. Violin Concerto No. 1 in A Minor, Op. 77 III. Passacaglia Andante
04. IV. Burlesca Allegro con brio
05. Violin Concerto No. 2 in C-Sharp Minor, Op. 129 I. Moderato
06. violin Concerto No. 2 in C-Sharp Minor, Op. 129 II. Adagio
07. Violin Concerto No. 2 in C-Sharp Minor, Op. 129 III. Adagio – Allegro

Frank Peter Zimmermann – Violin
NDR Elbphilharmonie Orchester
Alan Gilbert – Conductor

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PICEDITOR-SMH
Frank Peter Zimmermann literalmente comendo seu Stradivarius …

Italiane Baroque Sonatas & Concertos – CD 1 de 7 – Chiara Bianchini, Ensemble 415, Amandine Beyer, Gli Incogniti

frontComo diz nosso mentor PQPBach, o barroco não nos deixa de nos surpreender, mesmo depois de mais de 300 anos. Quando pensamos que já estamos devidamente familiarizados, eis que duas violinistas, a suiça Chiara Bianchini e a francesa Amandine Beyer, cavocam ainda mais nos arquivos e bibliotecas em busca destes verdadeiros tesouros musicais e se enfurnam dentro dos estúdios para nos mostrar que o Barroco é muito mais rico e diversificado do que poderíamos imaginar, e suas possibilidades, infinitas. E claro, também provam que este período da História da Música não pode ser resumido apenas com Vivaldi, Bach ou Haendel.

Trata-se aqui de uma caixa com sete (7) CDs, que trarei aos poucos, para serem melhor apreciados.

Este primeiro CD é dedicado a um cara chamado Giuseppe Valentini (1681-1753), e traz alguns de seus Concertos Grossos. Eu particulamente nunca tinha ouvido falar deste compositor, contemporâneo de Bach, de Vivaldi e de Handel, mas fiquei apaixonado pela paixão com que os músicos da Esemble 415 o interpretam: muita alma, dedicação, paixão e virtuoisismo. Podem ouvir a vontade, sem moderação.

Giuseppe Valentini (1681-1753)

01. Concerto No. 11 for 4 violins in A minor, Op. 7 – 1. Largo
02. Concerto No. 11 for 4 violins in A minor, Op. 7 – 2. Allegro
03. Concerto No. 11 for 4 violins in A minor, Op. 7 – 3. Grave
04. Concerto No. 11 for 4 violins in A minor, Op. 7 – 4. Allegro e solo
05. Concerto No. 11 for 4 violins in A minor, Op. 7 – 5. Presto
06. Concerto No. 11 for 4 violins in A minor, Op. 7 – 6. Adagio
07. Concerto No. 11 for 4 violins in A minor, Op. 7 – 7. Allegro assai
08. Concerto Grosso No. 7 in G major, Op. 7 – 1. Grave
09. Concerto Grosso No. 7 in G major, Op. 7 – 2. Fuga
10. Concerto Grosso No. 7 in G major, Op. 7 – 3. Adagio
11. Concerto Grosso No. 7 in G major, Op. 7 – 4. Vivace
12. Concerto Grosso No. 7 in G major, Op. 7 – 5. Allegro assai
13. Concerto Grosso No. 2 in D minor, Op. 7 – 1. Grave
14. Concerto Grosso No. 2 in D minor, Op. 7 – 2. Vivace
15. Concerto Grosso No. 2 in D minor, Op. 7 – 3. Allegro
16. Concerto Grosso No. 2 in D minor, Op. 7 – 4. Adagio e staccato
17. Concerto Grosso No. 2 in D minor, Op. 7 – 5. Allegro
18. Concerto Grosso No. 3 in D minor, Op. 7 – 1. Grave
19. Concerto Grosso No. 3 in D minor, Op. 7 – 2. Allegro
20. Concerto Grosso No. 3 in D minor, Op. 7 – 3. Adagio
21. Concerto Grosso No. 3 in D minor, Op. 7 – 4. Fuga
22. Concerto Grosso No. 3 in D minor, Op. 7 – 5. Allegro
23. Concerto Grosso No. 1 in A major, Op. 7 – 1. Adagio, allegro
24. Concerto Grosso No. 1 in A major, Op. 7 – 2. Vivace
25. Concerto Grosso No. 1 in A major, Op. 7 – 3. Adagio
26. Concerto Grosso No. 1 in A major, Op. 7 – 4. Allegro
27. Concerto Grosso No. 1 in A major, Op. 7 – 5. Affettuoso
28. Concerto Grosso No. 10 in A minor, Op. 7 – 1. Andante
29. Concerto Grosso No. 10 in A minor, Op. 7 – 2. Allegro
30. Concerto Grosso No. 10 in A minor, Op. 7 – 3. Grave
31. Concerto Grosso No. 10 in A minor, Op. 7 – 4. Allegro

Esemble 415
Chiara Bianchini – Violin & Director

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Chiara Bianchini
Chiara Bianchini

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Stephen Kovacevich plays Beethoven Piano Concertos – Kovacevich, Colin Davis, BBCSO, LSO

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Postagem realizada originalmente em 2011, com algumas adaptações. Links Novos !!!

Posso chamar esta postagem de projeto em parceria, pois sem a ajuda do Carlinus, iria demorar para eu ter acesso a esse material já há algum tempo cobiçado.
Os críticos são unânimes em considerar estas gravações de Kovacevich, realizadas nos anos 70, como definitivas. Os comentaristas da amazon foram unânimes em dar 5 estrelas. E pelo pouco que ouvi, e ainda estou ouvindo, elas realmente tem aquele “quê” especial. Não perguntem o que é, pois não saberia responder É para sentir.. As escolhas são as mais acertadas? Bem, é difícil dizer, mas dentre as dezenas de gravações que já ouvi destes concertos, e entre as mais de 20 gravações que tenho deles, talvez seja a mais próxima do que posso considerar ideal. Talvez a juventude tenha falado mais alto, e o jovem Kovacevich tenha acertado a mão exatamente por não temer se expor, encarar de frente os grandes intérpretes, lembrando que naquela época muitos dos grandes pianistas do século XX ainda eram vivos, como Rubinstein, Kempff, Richter, Serkin, Horowitz, e a nova geração já vinha se impondo, como Pollini, Argerich, Baremboim, Lupu… para deixar sua marca, Kovacevich resolveu deixar de lado o trivial, e partir para o ataque. Em postagem anterior, trouxe os concertos de Brahms também com ele e com Colin Davis, postagens que já alcançaram a incrível marca de quase 800 downloads, sem contar os mais de 500 downloads do Concerto n°2 postado há uns dois ou três anos atrás. Ou seja, houve uma grande aceitação destas interpretações. Espero que com este Beethoven aconteça o mesmo.

CD 1

01. Piano Concerto No.1 in C major, op.15 – I. Allegro con brio
02. Piano Concerto No.1 in C major, op.15 – II. Largo
03. Piano Concerto No.1 in C major, op.15 – III. Rondo_ Allegro scherzando
04. Piano Sonata No.5 in C minor, Op.10 No.1, 1. Allegro molto e con brio
05. Piano Sonata No.5 in C minor, Op.10 No.1, 2. Adagio molto
06. Piano Sonata No.5 in C minor, Op.10 No.1, 3. Finale (Prestissimo)

Stephen Kovacevich – Piano
BBC Symphony Orchestra
Colin Davis – Conductor

CD 2

01. Piano Concerto No.2 in B flat major, op.19 – I. Allegro con brio
02. Piano Concerto No.2 in B flat major, op.19 – II. Adagio
03. Piano Concerto No.2 in B flat major, op.19 – III. Rondo_ Molto allegro
04. Piano Concerto No.4 in G major, op.58 – I. Allegro moderato
05. Piano Concerto No.4 in G major, op.58 – II. Andante con moto
06. Piano Concerto No.4 in G major, op.58 – III. Rondo_ Vivace

Stephen Kovacevich – Piano
BBC Symphony Orchestra
Colin Davis – Conductor

CD 3

01. Piano Concerto No.3 in C Minor, Op.37, 1. Allegro con brio
02. Piano Concerto No.3 in C Minor, Op.37, 2. Largo
03. Piano Concerto No.3 in C Minor, Op.37, 3. Rondo (Allegro)
04. Piano Sonata No.8 in C Minor, Op.13,’Pathétique’, 1. Grave – Allegro di molto e con brio
05. Piano Sonata No.8 in C Minor, Op.13,’Pathétique’, 2. Adagio cantabile
06. Piano Sonata No.8 in C Minor, Op.13,’Pathétique’, 3. Rondo (Allegro)

Stephen Kovacevich – Piano
London Symphony Orchestra
Colin Davis – Conductor

CD 4

01. Piano Concerto No.5 in E Flat, Op.73,’Emperor’, 1. Allegro
02. Piano Concerto No.5 in E Flat, Op.73,’Emperor’, 2. Adagio un poco mosso
03. Piano Concerto No.5 in E Flat, Op.73,’Emperor’, 3. Rondo (Allegro)

Stephen Kovacevich – Piano
BBC Symphony Orchestra
Colin Davis – Conductor

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 3 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 4 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

FDPBach

Ksenija Sidorova – Carmen (after Bizet)

Os senhores gostam de novidades, não gostam? Ainda mais nestes tempos de vasto mundo sem fronteiras, que tal então ouvirmos a estonteante acordeonista Ksenija Sidorova tocando arranios de trechos da ópera ‘Carmem”, de Georges Bizet, e acompanhada por uma orquestra turca? O texto abaixo foi retirado do booklet do CD:

“Femme fatale, tragic heroine, free spirit, object of desire – Carmen fascinates and captivates like no other woman. She is irresistible. But what is her secret? To discover more about the mysterious attraction of this figure, and about the music that has made her an icon of beauty, strength and fiery temperament for almost a century and a half, my musical partners and I went digging beneath the surface of Georges Bizet’s familiar melodies and images of Spain. There we found a world full of colour, contrast, sensuality and wit. Bizet’s Carmen is a fantasy: a French composer’s lovingly crafted idealisation of the music and moods of Andalusia, a fusion of grand opera, comic opera, Spanish folk traditions and música gitana, and a vivid depiction of feminine allure. As a character, Carmen too is a fantasy. She can be elegant or wild, naïve or cunning, seductive or frivolous – she is a projection of the heart’s most intimate desires.
For me, Carmen is also a symbol – of passion, and of daring. For men and women alike, she stands for fearlessness, for freedom, for the power of love. And just as that symbol inspired Bizet’s imagination, on this album my collaborators and I have brought our own Carmen fantasies to life, expressing our multicultural creative impulses in each number and refreshing Bizet’s original fusion with an exciting blend of Latino, oriental, European and North American spices. The result is an audacious, fun, tender homage to this glorious music and a toast to the eternal Carmen in us all. ¡Viva!”

Ksenija Sidorova – Carmen (after Bizet)

1 CARMEN’S WALK
2 SEGUIDILLAS
3 LA SIESTA
4 CHANSON BOHÈME
5 LOVE SONG
6 SOIR MÉLANCOLIQUE
7 SUNRISE OVER SEVILLE
8 IN THE CARDS
9 LA FIESTA
10 THE OTHER WOMAN
11 SPANISH PRIDE
12 À LA BOHÉMIENNE
13 DATE WITH DESTINY
14 REFLECTIONS
15 DAYBREAK
16 TOREADOR (LOS TOREROS)
17 CARMEN’S SHADOW

KSENIJA SIDOROVA  Accordion

NUEVO MUNDO
Efrain Oscher, Flute
Dario Mariño Varela, Clarinet
Gregoire Peters, Soprano Saxophone
Brayahan Cesin, Trumpet
Joaquín “Ximo” Vicedo, Trombone
Maria Totdenhaupt, Harp
Alejandro Loguercio, Violin ·
Johannes Dworatzek, Cello
Roberto Koch Bass
Itamar Doari percussion
Reentko Dirks guitar
Michael Abramovich piano & musical direction

BORUSAN ISTANBUL PHILHARMONIC ORCHESTRA
Sascha Goetzel conductor

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FDP

Domenico Scarlatti (1685-1757) – Sonatas – Angela Hewitt

DISCAÇO, IM-PER-DÍ-VEL!!!, vou me limitar a definir com apenas estes dois adjetivos este sensacional CD de Angela Hewiit dedicado a Scarlatti. A mulher não é brincadeira não. Encara com toda a naturalidade algumas pedreiras de sonatas, mostrando uma técnica impecável e um virtuosismo absurdo.

Não sei de que planeta Angela Hewitt vem, só sei que seus cds sempre são um primor, um deleite para os ouvidos. Sempre são muito bem gravados e produzidos pelo excelente selo inglês Hyperion, com um trabalho de engenharia de som impecável.
Chega de falar e vamos ao que viemos. Deleitem-se, mortais …

Domenico Scarlatti (1685-1757) – Sonatas – Angela Hewitt

01 Sonata in D minor, Kk9
02 Sonata in C major, Kk159
03 Sonata in B minor, Kk87
04 Sonata in D major, Kk29
05 Sonata in A major, Kk113
06 Sonata in D major, Kk430
07 Sonata in G minor, Kk8
08 Sonata in G major, Kk13
09 Sonata in B minor, Kk27
10 Sonata in D major, Kk140
11 Sonata in D minor, Kk141
12 Sonata in F minor, Kk69
13 Sonata in G major, Kk427
14 Sonata in A minor, Kk109
15 Sonata in D major, Kk96
16 Sonata in E major, Kk380

Angela Hewitt – Piano

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FDP