Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Symphonies – Abbado – Orchestra Mozart

4777598Postagem Original realizada em Julho de 2013, alguns meses antes da morte de Abbado. Links Atualizados !!!

Já deixei claro várias vezes aqui no PQPBach que admiro muito Claudio Abbado, tanto antes de assumir a Filarmônica de Berlim, quanto depois de deixá-la para encarar novos desafios e projetos. Um destes projetos, talvez o que mais tem se destacado, é esta Orchestra Mozart. Já postei, e outros colegas também, diversos cds deles, e uma gravação é melhor que outra.

4779792Nesta postagem tripla estou trazendo Sinfonias de Mozart nas mãos sempre competentes e hábeis de Abbado e sua Orchestra Mozart. Coisa finíssima, que só reforça aquilo que já sabemos há bastante tempo: Claudio Abbado é um dos maiores regentes de sua geração, que não tem medo de encarar novos desafios e projetos como se ainda fosse um garoto de vinte e poucos anos de idade e não um senhor de 80 anos recém completados no último dia 26 de junho.

Para se deliciar, sentado à frente de uma lareira, ainda mais neste frio desgraçado que está fazendo aqui no sul do Brasil, acompanhado de um bom vinho.

01 – Symphony No.35 – I. Allegro con spirito
02 – II. Andante
03 – III. Menuetto – Trio
04 – IV. Finale. Presto
05 – Symphony No.29 – I. Allegro moderato
06 – II. Andante
07 – III. Menuetto – Trio
08 – IV. Allegro con spirito
09 – Symphony No.33 – I. Allegro assai
10 – II. Andante moderato
11 – III. Menuetto – Trio
12 – IV. Allegro assai

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CD 2

01 – Symphony No.38 – I. Adagio – Allegro
02 – II. Andante
03 – III. Presto
04 – Symphony No.41 – I. Allegro vivace
05 – II. Andante cantabile
06 – III. Menuetto. Allegretto – Trio
07 – IV. Molto allegro

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CD 3

01 – Symphony No. 39 – I. Adagio – Allegro
02 – II. Andante con moto
03 – III. Menuetto. Allegretto – Trio
04 – IV. Finale. Allegro
05 – Symphony No. 40 – I. Molto allegro
06 – II. Andante
07 – III. Menuetto. Allegretto – Trio
08 – IV. Allegro assai

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Orchestra Mozart
Claudio Abbado – Conductor

FDPBach

Joseph Haydn (1733-1807) – Concerti per Estherházy Vol.1 – Amandine Beyer, Marco Ceccato, Gli Incogniti

Mais um baita CD com o selo de IM-PER-DÍ-VEL do PQPBach !!!

Sei que já é chover no molhado, mas novamente Amandine Beyer mostra que é o grande nome do violino da hora, e nos apresenta uma gravação dos Concertos para Violino de para Violoncelo de Haydn simplesmente matadoras.  Novamente ela dá um show de talento, versatilidade e virtuosismo, juntamente com seu conjunto ‘Gli Incogniti’. Eis o texto do editorial da amazon:

“Joseph Haydn spent much of his career as kapellmeister for the wealthy Esterházy family at their remote estate in Hungary. This isolated him from other composers and trends in music to such an extent that Haydn said it, ”forced him to become original.” He wrote many works specifically for the Esterházy orchestra, including the three concertos featured here. The Violin Concertos Nos. 1 and 4 were written for Luigi Tomasini, the orchestra’s concertmaster, while the Cello Concerto No.1 was composed Joseph Franz Weigl, its principal cellist. It is fitting then that the principal players of Gli incogniti, leader Amandine Beyer and principal cellist Marco Ceccato, take the starring roles on this delightful recording of three Haydn masterworks.”

Este é o primeiro volume. Vamos aguardando ansiosos pelo que vem pela frente.

1 Violin Concerto in C Major, Hob. VIIa-1- I. Allegro moderato
2 Violin Concerto in C Major, Hob. VIIa-1- II. Adagio
3 Violin Concerto in C Major, Hob. VIIa-1- III. Finale. Presto
4 Cello Concerto in C Major, Hob. VIIb-1- I. Moderato
5 Cello Concerto in C Major, Hob. VIIb-1- II. Adagio
6 Cello Concerto in C Major, Hob. VIIb-1- III. Finale. Allegro molto
7 Violin Concerto in G Major, Hob. VIIa-4- I. Allegro moderato
8 Violin Concerto in G Major, Hob. VIIa-4- II. Adagio
9 Violin Concerto in G Major, Hob. VIIa-4- III. Allegro

Marco Ceccato – Cello
Gli Incogniti
Amandine Beyer – Violin & Direction

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Amandine Beyer

 

.: interlúdio :. Herbie Hancock em dose dupla (ou seria tripla?) – V.S.O.P. – The Quintet, Herbie Hancock – Quartett

No final da década de 90 tive a oportunidade de conhecer um grande amigo, que chamarei aqui de Victor, uma grande figura, e com o qual mantenho contato até hoje, apesar da distância. Trabalhamos juntos como bolsistas dentro de uma Universidade Pública. Ele já era formado em Ciências Sociais, mas como tinha grande conhecimento na área de informática, trabalhava em projetos de pesquisa com alguns professores, e eu ainda fazia, aos trancos e barrancos, minha graduação em História. Tivemos então a oportunidade de trabalharmos no mesmo andar. E como não poderia deixar de ser diferente, nossos gostos semelhantes em matéria de música nos aproximaram ainda mais. Após o expediente de trabalho, nos dias em que eu não tinha aula, ia na sala de trabalho dele ouvir Jazz. Eram os primórdios do MP3, e nos aproveitávamos da estrutura de rede da Universidade para baixarmos zetabites de música. O acervo que ele já havia formado naqueles dois anos como bolsista já passava dos mil cds. Foi ele quem me apresentou músicos como Allan Holdsworth, Victor Wooten, Denis Chambers, entre dezenas de outros, ou seja, sua grande paixão era mesmo o Fusion.

Enfim, para não me alongar muito, um belo dia ele botou para tocar um CD do Herbie Hancock, intitulado “Quartett”. ‘Que catzo é isso, meu caro?’, perguntei, assim que começaram os primeiros acordes. Então ele me passou o CD, e fiquei olhando estupefato aquela capa. Pensei comigo mesmo naquele momento: “provavelmente este é o melhor disco de Jazz que já ouvi na minha vida”. No dia seguinte, levei o ‘V.S.O.P’ para compararmos. O mesmo trio, Hancock, Williams, Carter, que durante os anos sessenta haviam feito parte da melhor banda que Miles Davis já havia formado. Acrescente a eles o genial trompetista Freddie Hubbard e a lenda do sax Wayne Shorter, então os senhores terão o “V.S.O.P.”. Só isso.

Claro, existe o ‘Kind of Blue’, do próprio Miles Davis, e o “Ah Hum” do Mingus entre outros na parada dos melhores CDs da história do Jazz, mas não temo em colocar na lista esse assombro de criatividade, versatilidade e virtuosismo que são tanto o “V.S.O.P.” quanto o “Quartett”, e este, para nosso deleite maior, ainda traz o jovem Winton Marsalis botando para quebrar e arrasando tudo o que vem pela frente.

Estes dois CDs já apareceram aqui no PQPBach em outra ocasião, mas resolvi reuni-los em uma única postagem para celebrar este dia em que estou preparando esta postagem,  dia 17 de novembro, quando a lenda do piano chamada Herbie Hancock estará mais uma vez se apresentando no Brasil. Parabéns para os sortudos que poderão assistir a este Show. Infelizmente não poderei ir. Já estou me lamentando há dias, mas a vida tem destas coisas.

V.S.O.P.

  1. One of a Kind
  2. Third Plane
  3. Jessica
  4. Lawra
  5. Darts
  6. Dolores
  7. Little Waltz
  8. Bydlike

Herbie Hancock – Piano
Freedie Hubbard – Trumpet
Tony Williams – Drums
Ron Carter – Bass
Wayne Shorter – Saxophones

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QUARTET

  1. Well You Needn´t ?
  2. ´Round Midnight
  3. Clear Ways
  4. A Quick Sketch
  5. The Eye of Hurricane
  6. Parade
  7. The Sorcerer
  8. Pee Wee
  9. I Fall in Love so Easily

Herbie Hancock – Piano
Ron Carter – Bass
Wynton Marsalis – Trumpet
Tony Williams – Drums

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F. J. Haydn (1732-1809): Integral dos Trios para Piano – Beaux Arts Trio

PQP Bach
12 anos de Prazer

Pensei muito antes de escolher o que postar nesta data tão especial, aí o próprio PQP Bach sugeriu Haydn, alegando que tínhamos postado pouca coisa do velho mestre de sua Obra de Câmara. Ai sugeri a gravação dos trios com o Beaux Arts Trio e imediatamente ele gritou, ‘Isso!’… um compositor que todos adoram interpretado por um dos principais conjuntos de câmara do Século XX  e que também é adorado por todos.

Essa coleção da integral dos Trios de Haydn com o Beaux Arts Trio deveria ser considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. A perfeição da execução, a escolha dos tempos, facilmente identificamos a sobriedade da execução em alguns momentos, em outros a alegria incontida, e obviamente, o prazer de fazer o que se gosta… bem, não estou fazendo outra coisa senão descrevendo a música de Joseph Haydn.

Como a ocasião é especial estou trazendo os nove cds de uma só vez, aproveitando que não tenho mais os problemas de velocidade de internet alegados acima. Espero que apreciem, pois esta postagem, além de me dar um trabalho danado, ainda me danificou um HD externo. Mas são coisas da vida e da informática.

Então, Parabéns e Longa Vida ao PQPBach !!!

F. J. Haydn (1732-1809): Integral dos Trio para Piano

CD 1

01. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 1. Adagio
02. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 2. Allegro molto
03. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 3. Menuet
04. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 1. Allegro moderato
05. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 2. Menuet
06. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 3. Andante con variazioni
07. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 1. Allegro
08. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 2. Adagio
09. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 3. Menuetto
10. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 1. Allegro
11. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 2. Andante
12. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 3. Allegro
13. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 4. Menuetto
14. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 5. Scherzo
15. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 1. Moderato
16. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 2. Menuet
17. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 3. Presto

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CD 2

01. Piano Trio Hob. XV.40 in F – 1. Moderato
02. Piano Trio Hob. XV.40 in F – 2. Menuet
03. Piano Trio Hob. XV.40 in F – 3. Finale. Allegro molto
04. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 1. Allegro
05. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 2. Menuet
06. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 3. Adagio
07. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 4. Finale. Presto
08. Piano Trio Hob. XV.35 in A – 1. Capriccio. Allegretto
09. Piano Trio Hob. XV.35 in A – 2. Menuet
10. Piano Trio Hob. XV.35 in A – 3. Finale. Allegro
11. Piano Trio Hob. XV.34 in E – 1. Allegro moderato
12. Piano Trio Hob. XV.34 in E – 2. Menuet
13. Piano Trio Hob. XV.34 in E – 3. Finale. Presto
14. Piano Trio Hob. XV.36 in E flat – 1. Allegro moderato
15. Piano Trio Hob. XV.36 in E flat – 2. Polones
16. Piano Trio Hob. XV.36 in E flat – 3. Finale. Allegro molto
17. Piano Trio Hob. XV.38 in B flat – 1. Allegro moderato
18. Piano Trio Hob. XV.38 in B flat – 2. Menuet
19. Piano Trio Hob. XV.38 in B flat – 3. Finale. Presto

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CD 3

01. Piano Trio Hob. XV.f1 in F minor – 1. Allegro moderato
02. Piano Trio Hob. XV.f1 in F minor – 2. Menuet
03. Piano Trio Hob. XV.f1 in F minor – 3. Finale. Allegro
04. Piano Trio Hob. deest in D – 1. Allegro molto – 2. Andante
05. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 1. Adagio – 2. Presto
06. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 3. Menuet
07. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 4. Finale
08. Piano Trio Hob. XV.2 in F – 1. Allegro moderato
09. Piano Trio Hob. XV.2 in F – 2. Menuetto. Allegretto
10. Piano Trio Hob. XV.2 in F – 3. Finale. Adagio con variazioni
11. Piano Trio Hob. XV.5 in G – 1. Adagio non tanto
12. Piano Trio Hob. XV.5 in G – 2. Allegro
13. Piano Trio Hob. XV.5 in G – 3. Allegro
14. Piano Trio Hob. XV.6 in F – 1. Vivace
15. Piano Trio Hob. XV.6 in F – 2. Tempo di menuetto

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CD 4

01. Piano Trio Hob. XV.7 in D – 1. Andante con variazoni
02. Piano Trio Hob. XV.7 in D – 2. Andante
03. Piano Trio Hob. XV.7 in D – 3. Allegro assai
04. Piano Trio Hob. XV.8 in B flat – 1. Allegro moderato
05. Piano Trio Hob. XV.8 in B flat – 2. Tempo di menuetto
06. Piano Trio Hob. XV.9 in A – 1. Adagio
07. Piano Trio Hob. XV.9 in A – 2. Vivace
08. Piano Trio Hob. XV.10 in E flat – 1. Allegro moderato
09. Piano Trio Hob. XV.10 in E flat – 2. Presto
10. Piano Trio Hob. XV.11 in E flat – 1. Allegro moderato
11. Piano Trio Hob. XV.11 in E flat – 2. Tempo di menuetto

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CD 5

01. Piano Trio Hob. XV.12 in E minor – 1. Allegro moderato
02. Piano Trio Hob. XV.12 in E minor – 2. Andante
03. Piano Trio Hob. XV.12 in E minor – 3. Rondo. Presto
04. Piano Trio Hob. XV.13 in C minor – 1. Andante
05. Piano Trio Hob. XV.13 in C minor – 2. Allegro spiritoso
06. Piano Trio Hob. XV.14 in A flat – 1. Allegro moderato
07. Piano Trio Hob. XV.14 in A flat – 2. Adagio
08. Piano Trio Hob. XV.14 in A flat – 3. Rondo. Vivace
09. Piano Trio Hob. XV.16 in D – 1. Allegro
10. Piano Trio Hob. XV.16 in D – 2. Andantino pi¨´ tosto allegretto
11. Piano Trio Hob. XV.16 in D – 3. Vivace assai

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CD 6

01 – Hob XV_15 in G – Allegro
02 – Hob XV_15 in G – Andante
03 – Hob XV_15 in G – Finale allegro moderato
04 – Hob XV_17 in F – Allegro
05 – Hob XV_17 in F – Finale di menuetto
06 – Hob XV_32 in G – Andante
07 – Hob XV_32 in G – Allegro
08 – Hob XV_18 in A – Allegro moderato
09 – Hob XV_18 in A – Andante
10 – Hob XV_18 in A – Allegro
11 – Hob XV_19 in G minor – Andante presto
12 – Hob XV_19 in G minor – Adagio ma no troppo
13 – Hob XV_19 in G minor – Presto

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CD 7

01 – Trio in B flat, H. XV No. 20 – 1. Allegro
02 – Trio in B flat, H. XV No. 20 – 2. Andante cantabile
03 – Trio in B flat, H. XV No. 20 – 3. Finale (Allegro)
04 – Trio in C, H. XV No. 21 – 1. Adagio pastorale – Vivace assai
05 – Trio in C, H. XV No. 21 – 2. Molto andante
06 – Trio in C, H. XV No. 21 – 3. Finale (Presto)
07 – Trio in E flat, H. XV No. 22 – 1. Allegro moderato
08 – Trio in E flat, H. XV No. 22 – 2. Poco adagio
09 – Trio in E flat, H. XV No. 22 – 3. Finale (Allegro)
10 – Trio in D minor, H. XV No. 23 – 1. Molto andante
11 – Trio in D minor, H. XV No. 23 – 2. Adagio ma non troppo
12 – Trio in D minor, H. XV No. 23 – 3. Finale (Vivace)

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CD 8

01 – Hob XV_24 in D – Allegro
02 – Hob XV_24 in D – Andante
03 – Hob XV_24 in D – Allegro ma dolce
04 – Hob XV_25 in G – Andante
05 – Hob XV_25 in G – Poco adagio cantabile
06 – Hob XV_25 in G – Rondo all’Ongarese presto
07 – Hob XV_26 in F sharp minor – Allegro
08 – Hob XV_26 in F sharp minor – Adagio cantabile
09 – Hob XV_26 in F sharp minor – Tempo di menuetto
10 – Hob XV_31 in E flat – Andante cantabile
11 – Hob XV_31 in E flat – Allegro

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CD 9

01 – Hob XV_30 in E flat – Allegro moderato
02 – Hob XV_30 in E flat – Andante com moto
03 – Hob XV_30 in E flat – Presto
04 – Hob XV_27 in C – Allegro
05 – Hob XV_27 in C – Andante
06 – Hob XV_27 in C – Finale presto
07 – Hob XV_28 in E – Allegro moderato
08 – Hob XV_28 in E – Allegretto
09 – Hob XV_28 in E – Finale allegro
10 – Hob XV_29 in E flat – Poco allegretto
11 – Hob XV_29 in E flat – Andantino ed innicentemente
12 – Hob XV_29 in E flat – Finale allemande presto assai

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Beaux Arts Trio :

Menahem Pressler – Piano
Isidore Cohen – Violin
Bernard Greenhouse – Cello

 

FDP

 

Projeto Mucambo

PQP Bach
12 anos de Prazer

Fazemos esta postagem a pedidos de um amigo do Blog, o jornalista e Assessor de Comunicação, Carlos Eduardo Amaral. O texto abaixo é do release de lançamento deste CD do Projeto Mucambo que estou postando hoje, no dia em que o PQPBach completa 12 Anos.

“No último dia 20 de setembro, às 19h30, 10 compositores nascidos ou radicados em Pernambuco tiveram obras estreadas no concerto de lançamento do projeto “MUCAMBO: música contemporânea para quarteto de cordas”, no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura do RioMar Shopping. A primeira edição do MUCAMBO – que pretende ser um movimento permanente, com novas peças encomendadas a cada ano – conta com a participação de um quarteto de cordas formado por Paula Bujes e Susan Hagar (violinos), Savio Santoro (viola) e Pedro Huff (violoncelo), todos professores do Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco.

Segundo o coordenador geral do projeto, Victor Luiz, a proposta do MUCAMBO é apresentar uma fotografia da geração contemporânea de compositores pernambucanos e daqueles que aqui também firmaram morada, além de incentivar maior presença de mulheres no campo da composição erudita. “MUCAMBO é resistência: da morada quilombola, da casa de barro do homem do Sertão às palafitas do homem do mangue, é construção inacabada, contínua e mútua que rodeia a cidade grande; por isso escolhemos o ‘mucambo’ como símbolo do nosso projeto”, detalha Victor, um dos idealizadores do projeto, ao lado de Manassés Bispo.

Manassés, produtor executivo e diretor musical do projeto, acrescenta que o MUCAMBO desenvolve dois movimentos de expansão simultâneos: aproximar-se do público em geral, daí a diretriz dada aos compositores para que incluíssem elementos reconhecíveis de matiz regional, e internacionalizar-se (o site do projeto é bilíngue, português-inglês). “A partir do momento em que a gente refletiu sobre o MUCAMBO como um movimento permanente, a gente quer estimular o consumo da música de concerto pelas pessoas, de oferecer uma música que não seja ininteligível”, completa.

As 10 peças do CD são:

Alvorada, de Ivanubis

Duas paisagens para quarteto de cordas, de Paulo Lima

Rascunhos para cordas, de Syrlane Albuquerque

Estudos pequenos, de Mateus Alves

Modus III – quarteto de cordas, de Paulo Arruda

Marco Zero, de Mauro Maibrada

Carro de boi transfigurado, de Victor Luiz

Quaderna, de Nelson Almeida

Ponte dos Ecos, de Ricardo Brafman

Frevando III, de Nilson Lopes

LINKS
Site: www.mucamboproject.com
Facebook: www.facebook.com/mucamboproject
Instagram: www.instagram.com/mucamboproject

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sonatas for Fortepiano & Violin V. 1 – Isabelle Faust, Alexander Melnikov

Mais um grande lançamento da dupla Faust / Melnikov, que nos brindam com o primeiro volume de suas gravações das Sonatas para Violino e Piano de Mozart. Quando Faust lançou ano passado sua leitura dos Concertos para Violino de Mozart comentei  aqui mesmo no PQPBach que provavelmente seria um CD que ganharia vários prêmios, inclusive o de Gravação do Ano, da revista Grammophone. E acertei na minha previsão.

Agora, com mais um Mozart no currículo, não temo arriscar em prever que virá algum prêmio pela frente, com certeza. Essa dupla já toca junto há bastante tempo, se conhecem muito bem, e isso se reflete neste CD. Estou curioso e ansioso pelos próximos volumes. Segue em anexo o booklet de apresentação do CD. A Harmonia Mundi, como sempre, mantendo o altíssimo padrão de qualidade que a caracteriza.

1 Violin Sonata in D Major, K. 306- I. Allegro con spirito
2 Violin Sonata in D Major, K. 306- II. Andante cantabile
3 Violin Sonata in D Major, K. 306- III. Allegretto
4 Violin Sonata in E Minor, K. 304- I. Allegro
5 Violin Sonata in E Minor, K. 304- II. Tempo di minuetto
6 Violin Sonata in A Major, K. 526- I. Molto allegro
7 Violin Sonata in A Major, K. 526- II. Andante
8 Violin Sonata in A Major, K. 526- III. Presto

Isabelle Faust – Violin
Alexander Melnikov – Fortepiano

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Felix Mendelssohn Bartholdy – Variations concertantes, Op.17 , Sonata No.1, Op.45, 13. Romance sans paroles, Op.109, Sonata No.2, Op.58 –

Esta é mais uma daquelas postagens escritas com pressa, tive alguns problemas com o MEGA neste final de semana, ainda não está 100%, pretendo resolver isso no feriadão.

Mendelssohn está em muito boas mãos aqui, tratam-se de obras escritas para Violoncelo e Piano, incluindo ai suas sonatas, pouco gravadas, na verdade. Infelizmente, eu diria, pois se tratam de belas obras. E nas mãos destes dois músicos, ficam ainda mais belas.

Ronald Brautigam já é conhecido cá pelas bandas do PQPBach, é dos principais pianistas da atualidade. Sua integral das obras de Beethoven foram muito bem recebidas na época de sua postagem. O violoncelista Chistian Poltéra é novo por aqui, mas quando se trata de uma gravação do selo sueco BIS podemos ter certeza de sua qualidade.

Espero que apreciem.

1 – 9 – 01. Variations concertantes, Op.17 – Tema
10. Sonata No.1, Op.45 – I. Allegro vivace
11. Sonata No.1, Op.45 – II. Andante
12. Sonata No.1, Op.45 – III. Allegro assai
13. Romance sans paroles, Op.109
14. Assai tranquillo (Albumblatt)
15. Sonata No.2, Op.58 – I. Allegro assai vivace
16. Sonata No.2, Op.58 – II. Allegretto scherzando
17. Sonata No.2, Op.58 – III. Adagio
18. Sonata No.2, Op.58 – IV. Molto Allegro e vivace

Chistian Poltéra – Cello
Ronald Brautigam – Piano

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Pietro Antonio Locatelli (1695-1764) – 6 Introduttioni Teatrali, op. 4 – Freiburger Barockorchester, Thomas Hengelbrock

A “Freiburger Barockorchester” já se consolidou há bastante tempo como um dos principais conjuntos de música barroca, tendo o grande violinista Gottfried von der Goltz como seu líder. Já trouxemos diversos CDs deles, e não canso de trazer mais. A sonoridade desta orquestra é exatamente a sonoridade que gosto de ouvir quando se trata de música barroca.
O compositor escolhido aqui é Pietro Antonio Locatelli, um italiano contemporâneo de Bach, Haendel, Vivaldi, entre tantos outros mestres do barroco.

1 – Introduttione 1 D-Dur
2 – Introduttione 2 F-Dur

Freiburger Barockorchester
Thomas Hengelbrock

3 – Sonate D-Dur Op.8 No.2 I. Adagio
4 – II. Allegro
5 – III. Presto-Lento-Presto

Gottfried von der Goltz – Violin
Anne Catherina Schreiber – Violin
Guido Larisch – Violoncello
Torsten Johann – Harpsichord

6 – Introduttione 3 B-Dur
7 – Introduttione 4 G-Dur

Freiburger Barockorchester
Thomas Hengelbrock

8 – Sonata e-Moll Op.5 No.2 I. Largo-Andante
9 – II. Allegro (2)
10 – III. Allegro

Gottfried von der Goltz – Violin
Anne Catherina Schreiber – Violin
Guido Larisch – Violoncello
Torsten Johann – Harpsichord

11 – Introduttione 5 D-Dur

Freiburger Barockorchester
Thomas Hengelbrock

12 – Sonate A-Dur Op.8 No.10 I. Cantabile
13- II. Allegro (3)
14 – III. Vivace
15 – Introduttione 6 C-Dur

Gottfried von der Goltz – Violin
Anne Catherina Schreiber – Violin
Guido Larisch – Violoncello
Torsten Johann – Harpsichord

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Richard Strauss (1864-1949) – Ein Heldenleben, op. 40, Johannes Brahms (1833-1897) – Ungarische Tänze,

Faz algum tempo que não trago alguma gravação de Herbert von Karajan, então vamos cobrir esta lacuna com esta espetacular versão da obra de Richard Strauss, “Ein Heldenleben”, ou “Vida de Herói”, se quiserem saber do que se trata a obra. O solista é Michael Schwalbé, que durante muito tempo foi spalla (líder dos violinistas de uma orquestra) da Filarmônica de Berlim. Provavelmente esta será a melhor versão que os senhores irão ouvir desta obra. Aliás, vamos reconhecer que o Kaiser era foda quando se tratava de Richard Strauss, principalmente com estas gravações realizadas ali no começo dos anos 60 (apesar de que esta gravação é de 1959), para muitos o melhor período do maestro frente a poderosa Orquestra.

Para completar o CD, a DG nos brinda com algumas das “Danças Húngaras”, de Brahms. Ainda não entendi o porquê de elas estarem aqui, talvez seja apenas economia por parte da gravadora, que não quis deixar o CD com a obra de Strauss. Vai saber o que se passa na cabeça destes produtores. Lembro que este CD faz parte da “Complete Recordings on Deutsch Grammophon” do próprio Karajan.
Portanto, deleitem-se, senhores. Com certeza um CD que leva o selo de ‘IM-PER-DÍ-VEL !!! do PQPBach.

01. Richard Strauss Ein Heldenleben op. 40 1. Der Held
02. Richard Strauss Ein Heldenleben op. 40 2. Des Helden Widersacher
03. Richard Strauss Ein Heldenleben op. 40 3. Des Helden Gefährtin
04. Richard Strauss Ein Heldenleben op. 40 4. Des Helden Walstatt
05. Richard Strauss Ein Heldenleben op. 40 5. Des Helden Friedenswerke
06. Richard Strauss Ein Heldenleben op. 40 Des Helden Weltflucht und Vollendung
07. Johannes Brahms Ungarische Tänze 1. Nr. 5 g-moll
08. Johannes Brahms Ungarische Tänze 2. Nr. 6 D-dur
09. Johannes Brahms Ungarische Tänze 3. Nr. 17 cis-moll
10. Johannes Brahms Ungarische Tänze 4. Nr. 3 F-dur
11. Johannes Brahms Ungarische Tänze 5. Nr. 1 g-moll
12. Johannes Brahms Ungarische Tänze 6. Nr. 20 e-moll
13. Johannes Brahms Ungarische Tänze 7. Nr. 19 h-moll
14. Johannes Brahms Ungarische Tänze 8. Nr 18 D-dur

Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan – Conductor

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Serguei Rachmaninov – Sviatoslav Richter Plays Rachmaninov – Preludes, Etudes Tableaux

Não deixo de ficar impressionado com a quantidade de gravações que são lançadas anualmente de Sviatoslav Richter, mesmo já passados vinte e um anos de sua morte. E não é pouca coisa: são caixas, com dez, doze, quinze, vinte e quatro CDs. Autorizadas, não autorizadas, realizadas ao vivo, em estúdio, dos tempos de sua fase soviética, dos tempos em que finalmente foi apresentado ao público ocidental, nossa, é muita coisa. Provavelmente devo ter mais cds dele do que qualquer outro intérprete que admiro do século XX, como Rubinstein, Heifetz, Oistrakh, entre outros. Passa da centena, com certeza, e talvez só não bata o meu acervo do velho kaiser, Karajan, do qual devo ter mais de trezentos CDs, modéstia a parte.
Mas muitos devem torcer o nariz, alguns podem dizer que isso é estratégia de marketing para as gravadoras desovarem seus acervos empoeirados. Pode até ser, mas agradeço aos céus ter acesso a esse acervo, a estes arquivos escondidos, a estas gravações ‘não autorizadas’ ou ‘autorizadas’. Servem para mostrar que o seu talento continua sendo reconhecido.
Essa série que ora vos trago mostra as gravações que Richter realizou pelo Selo Olympia, e que encontrávamos em algumas lojas de CDs na Avenida Paulista, lá nos idos da década de 1990. Era um perigo entrarmos naquelas lojas pois era certeza de que iriamos sair lá de dentro cheios de cds, mas com os bolsos vazios.
Neste CD temos os Prelúdios e os  Etudes Tableaux de Sergey Rachmaninov, peças que creio nunca terem sido postadas por aqui. Não sei o motivo. Aqui Richter está em seu elemento, e nos oferece uma interpretação segura, madura, impecável, digna dos grandes mestres. Alguém me pediu esse CD já há algum tempo, me perdoem se não atendi naquele momento, mas finalmente, aqui está ele.

01. Études-Tableaux for piano. From Op33. No9 in C sharp minor. Grave
02. Études-Tableaux for piano. From Op33. No5 in D minor. Moderato
03. Études-Tableaux for piano. From Op33. No6 in E flat minor. Non allegro
04. From Op39. No1 in C minor. Allegro agitato
05. From Op39. No2 in A minor. Lento assai
06. From Op39. No3 in F sharp minor. Allegro molto
07. From Op39. No4 in B minor. Allegro assai
08. From Op39. No9 in D major. Allegro moderato. Tempo di marcia
09. From Op39. No7 in C minor. Lento
10. Six Preludes from Op23. No10 in F sharp minor. Largo
11. Six Preludes from Op23. No2 in B flat major. Maestoso
12. Six Preludes from Op23. No4 in D major. Andante cantabile
13. Six Preludes from Op23. No5 in G minor. Alla marcia
14. Six Preludes from Op23. No7 in C minor. Allegro
15. Six Preludes from Op23. No8 in A flat major. Allegro vivace
16. Seven Preludes from Op32. No1 in C major. Allegro vivace
17. Seven Preludes from Op32. No2 in B flat minor. Allegretto
18. Seven Preludes from Op32. No6 in F minor. Allegro appasionatto
19. Seven Preludes from Op32. No7 in F major. Moderato
20. Seven Preludes from Op32. No9 in A major. Allegro moderato
21. Seven Preludes from Op32. No10 in B minor. Lento
22. Seven Preludes from Op32. No12 in G sharp minor. Allegro

Sviatoslav Richter – Piano

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Complete Violin Concertos & Sinfonia Concertante K 364 – Rachel Barton Pine, Academy of Saint Martin in the Fields, Sir Neville Marriner

Rachel Barton Pine vem se destacando já há alguns anos como uma das grandes violinistas de sua geração. Já postamos alguns cds seus aqui no PQPBach, e em todas estas postagens pudemos facilmente identificar seu talento e virtuosismo, além de uma criatividade e versatilidade únicas.
Neste pacotaço que ora vos trago, Barton Pine se junta ao lendário maestro Sir Neville Marriner e sua magnífica Academy of Saint Martin in the Fields para encarar os cinco concertos para Violino de Mozart, repertório no qual o maestro inglês é um grande especialista já há décadas. E a jovem instrumentista norte americana não teme o desafio. Ela mesma escreveu todas as cadenzas, e encara com a naturalidade e maturidade de quem já também vem tocando estas peças há bastante tempo.
Existem dezenas, quiçá centenas de opções de gravações destas obras, e é difícil termos acesso e claro, ouvirmos todas, para podermos oferecer aos senhores as melhores opções.  Sempre que possível traremos outras opções, não apenas as mais antigas, mas também as atuais.
Espero que apreciem. Eu gostei bastante.

01. Violin Concerto No.4 in D K218 I. Allegro
02. Violin Concerto No.4 in D K218 II. Andante cantabile
03. Violin Concerto No.4 in D K218 III. Rondeau Andante grazioso – Allegro ma non troppo
04. Violin Concerto No.1 in B flat K207 I. Allegro moderato
05. Violin Concerto No.1 in B flat K207 II. Adagio
06. Violin Concerto No.1 in B flat K207 III. Presto
07. Violin Concerto No.3 in G K216 I. Allegro
08. Violin Concerto No.3 in G K216 II. Adagio
09. Violin Concerto No.3 in G K216 III. Rondeau Allegro
10. Violin Concerto No.5 in A K219 I. Allegro aperto
11. Violin Concerto No.5 in A K219 II. Adagio
12. Violin Concerto No.5 in A K219 III. Rondeau Tempo di menuetto
13. Violin Concerto No.2 in D K211 I. Allegro moderato
14. Violin Concerto No.2 in D K211 II. Andante
15. Violin Concerto No.2 in D K211 III. Rondeau Allegro

Rachel Barton Pine – Violin
Academy of St Martin in the Fields
Sir Neville Marriner – Conductor

16. Sinfonia concertante in E flat K364 I. Allegro maestoso
17. Sinfonia concertante in E flat K364 II. Andante
18. Sinfonia concertante in E flat K364 III. Presto

Rachel Barton Pine – Violin
Mathew Lipman – Viola
Academy of St Martin in the Fields
Sir Neville Marriner – Conductor

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.: interlúdio :. Pekka Pohjola – Heavy Jazz

Pekka Pohjola vem direto das terras geladas da Finlândia nos apresentar um sólido e consistente CD de Fusion, gravado ao vivo, em uma clara referência ao clássico álbum de Jaco Pastorius, “Heavy ´n´ Jazz”. Mas o som de Pohjola não é tão ‘sujo’ quando o de Pastorius, é mais discreto, mais ‘clean” talvez devido ao seu sangue finlandês mesmo. Pastorius sempre tocou como se fosse a última vez em que estivesse empunhando seu Fender Jazz, principalmente nos últimos anos de sua vida, como se já antecipasse sua morte, ocorrida tão precocemente.

Infelizmente, Pohjola também morreu precocemente, aos 56 anos de idade, em 2008, devido a consequências de problemas com o alcoolismo.

Uma curiosidade: Pekka Pohjola era de família de músicos, teve formação em violino e Piano na Academia Sibelius , e também chegou a compor uma Sinfonia, que estreou no final dos anos 80.

A banda que o acompanha é muito competente, e os solos seguem o padrão, discretos, sem nenhuma aula de virtuosismo exacerbado, ou apenas espanadores de cordas, como diria nosso querido PQP Bach.

Se vocês quiserem ouvir algum outro trabalho de estúdio dele, basta pedir. Tenho alguns outros cds dele. Espero que apreciem.

CD 1

01. Relief
02. Pressure
03. Imppu’s Tango
04. Nykiva keskustelu tuntemattoman kanssa
05. Innocent Questions
06. Fanatic Answers

CD 2

01. Benjamin
02. No Way Out
03. Albatross
04. Risto
05. Heavy Jazz

Pekka Pohjola – Bass
Seppo Kantonen – Keyboards
Markku Kanerva – Guitar
Anssi Nykänen – Drums

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Pekka Pohjola (1952-2008)

Claude Debussy – Images I & II; Suite Bergamasque; Children’s Corner – Seong-Jin Cho

Neste ano em que comemoramos os 100 da morte de Claude Debussy já fizemos diversas postagens em homenagem a esta figura única, que desenvolveu um estilo próprio e revolucionou a escrita para o piano no final do século XX.
A música de Debussy está em muito boas mãos neste CD do jovem pianista sul coreano Seon-ji Cho, primeiro sul coreano a ganhar o “International Chopin Piano Competition”, talvez o mais difícil concurso para novos talentos da atualidade, e o rapaz já foi devidamente cooptado pelo selo alemão Deutsche Grammophon. Uma bela aquisição para o selo, com certeza.
O rapaz encara aqui as dificuldades técnicas desta obras únicas, volto a repetir, e tem de mostrar aquele algo a mais que grandes pianistas do passado já mostraram.
Amamos por demais a “Suite Bergamasque” e sua indefectível “Clair de Lune” para conhecermos seus detalhes, pausas, silêncios, aquilo que tem de ser dito mas não o é. Esse é o segredo da sua interpretação, e que já foi por demais explorado. Monique Haas, Aldo Cicollini, Walter Giesseking, Martha Argerich, entre outros gigantes do piano, já nos mostraram e nos deram sua contribuição. Vamos ver o que a nova geração tem a nos dizer, e garanto que ela está muito bem representada neste CD.

01 – Images I Reflets dans l’eau
02 – Images I Hommage à Rameau
03 – Images I Mouvement
04 – Images II Cloches à travers les feuilles
05 – Images II Et la lune descend sur le temple qui fut
06 – Images II Poissons d’or
07 – Children’s Corner Doctor Gradus Ad Parnassum
08 – Children’s Corner Jimbo’s Lullaby
09 – Children’s Corner Serenade For The Doll
10 – Children’s Corner The Snow Is Dancing
11 – Children’s Corner The Little Shepherd
12 – Children’s Corner Golliwog’s Cakewalk
13 – Suite Bergamasque Prélude
14 – Suite Bergamasque Menuet
15 – Suite Bergamasque Clair de lune
16 – Suite Bergamasque Passepied
17 – L’isle joyeuse

Seong-Jin Cho – Piano

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Restaurado – Robert Schumann (1810-1854) – 01. Symphony No. 3 in E flat major, Op. 97 ‘Rhenish’, Piano Concerto In A Minor, Op.54 – Justus Franz, Leonard Bernstein, Wiener Philharmoniker

A magnífica Terceira Sinfonia de Schumann fecha nossa ‘integral’ das sinfonias do grande compositor do romantismo alemão nas mãos de Leonard Bernstein. Considero este CD absolutamente imperdível, o maestro norte americano está por demais inspirado frente à espetacular Filarmônica de Viena. Explora com paixão e emoção todas as nuances da obra, extraindo dela toda a emoção que está inserida em suas notas.

De quebra, além da Sinfonia “Renana” o CD também traz uma belíssima versão do Concerto para Piano, op. 54 que tem o pianista polonês Justus Franz como solista. Lhes garanto a qualidade. Papa finíssima, vale cada minuto de sua audição.

01. Symphony No. 3 in E flat major, Op. 97 ‘Rhenish’, – 1. Lebhaft
02. Symphony No. 3 in E flat major, Op. 97 ‘Rhenish’, – 2. Scherzo (Sehr mäßig)
03. Symphony No. 3 in E flat major, Op. 97 ‘Rhenish’ – 3. Nicht schnell
04. Symphony No. 3 in E flat major, Op. 97 ‘Rhenish’ – 4. Feierlich
06. Piano Concerto In A Minor, Op.54, 1. Allegro affectuoso
07. Piano Concerto In A Minor, Op.54, 2. Intermezzo
08. Piano Concerto In A Minor, Op.54, 3. Allegro vivace

Justus Franz – Piano
Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein – Conductor

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FDP Bach

[restaurado por Vassily em 27/5/2020]

Restaurado – Robert Schumann (1856-1856) – Symphony nº 2 & Cello Concerto in A Minor – Maisky, Bernstein, WPO

front MaiskyA Segunda Sinfonia de Schumann não tem para mim a mesma qualidade das outras três que Robert compôs, apesar de bons momentos.

A cereja do bolo desse CD é com certeza o maravilhoso Concerto para Cello, aqui interpretado por Mischa Maisky, um dos grandes nomes do seu instrumento do final do século XX e início deste século XXI. Gravou muito ao lado de Martha Argerich e de Gidon Kremer, e algumas destas gravações já apareceram por aqui em outras postagens. Quando lembro desse Concerto para Cello os nomes que me vem imediatamente à cabeça são os de Jacqueline Du Pré e o de Janos Starker, que realizaram gravações históricas dessa linda peça, que simboliza o apogeu do Romantismo. Maisky não se joga tanto de corpo e alma em sua interpretação quanto os dois citados acima, principalmente Du Pré, sua leitura é mais contida, mais apaixonada, eu diria.

Mas então vamos continuar com essa singela homenagem a Lenny.

01-1 Sostenuto assai-Un poco piu vivace-Allegro
02-2 Scherzo Allegro vivace
03-3 Adagio_espresssivo
04-4 Allegro molto vivace
05-1 Nicht zu schnell
06-2 Langsam
07-3 Sehr lebhaft

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FDP Bach

[restaurado por Vassily em 27/5/2020]

Restaurado – Robert Schumann (1810-1856) – Symphonies nº 1 e 4 – Bernstein, Wiener Philharmoniker

REPOSTAGEM COM NOVO LINK

Por um equívoco de minha parte, achava que esta gravação já havia sido postada. Desculpem nossa falha. Então para completar a série, as minhas duas sinfonias favoritas de Robert Schumann, a Primeira e a Quarta.

A velha parceria Bernstein / Wiener Philharmoniker continua impecável nesta gravação, seja nos movimentos mais rápidos, seja nos movimentos mais lentos. Coisa de gente grande.

E como o tempo urge, deixo os senhores com essa dupla. Garanto que não vão se arrepender.

Robert Schumann – Symphony nº 1 in B Flat, op. 38, Symphony nº 4, in D Minor, op. 120

01-1 Andante un poco maestoso-Allegro molto
02-2 Larghetto
03-3 Scherzo Molto vivace
04-4 Allegro animato e grazioso
05-1 Ziemlich langsam-Lebhaft
06-2 Romanze Ziemlich langsam
07-3 Scherzo
08-4 Langsam-Lebhaft-Schneller-Presto

Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein – Conductor

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Lenny02

FDP Bach

[restaurado por Vassily em 27/5/2020]

.: interlúdio :. Itzhak Perlman, Andre Previn, Shelly Manne, Jim Hall, Red Mitchell – A Different Kind of Blues, It´s a Breeze

Estes dois CDs reunidos em um só trazem uma das incursões do grande violinista Itzhak Perlman no Jazz, muito bem acompanhado por sinal por seu amigo de longa data Andre Previn e um fantástico grupo que ainda traz Jim Hall, Shelly Manne e Red Mitchel. Garanto aos senhores que vale a pena conhecer e apreciar. O talento de Perlman é plenamente conhecido e já trouxemos diversos cds seus para atestar isso.
O que ouviremos aqui é um música de alto nível, tocada por músicos de altíssimo nível, sem dúvida alguma. Tenho certeza de que irão gostar.

A DIFFERENT KIND OF BLUES

01. Look at Him Go
02. Little Face
03. Who Reads Reviews
04. Night Thoughts
05. A Different Kind of Blues
06. Chocolate Apricot
07. The Five of Us
08. Make Up Your Mind

Itzhak Perlman – Violin
Andre Previn – Piano
Shelly Manne – Drums
Jim Hall – Guitar
Red Mitchell – Bass

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IT´S A BREEZE

01. It_s A Breeze
02. Rain In My Head
03. Catgut Your Tongue
04. It_s About Time
05. Quiet Diddling
06. A Tune For Heather
07. Bowing and Scraping
08. The Red Bar

Itzhak Perlman – Violin
Andre Previn – Piano
Shelly Manne – Drums
Jim Hall – Guitar
Red Mitchell – Bass

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Sergei Prokofiev (1891-1953) – Concerto for Piano & Orchestra nº 5 in G Major, Kurt Weill (1900-1950) – Kleine Dreigroschenmusik – John Browning, Boston Symphony Orchestra, Erich Leinsdorf

Devido a um claro esquecimento, faltou ‘apenas’  o Concerto nº 5 na “integral” dos Concertos de Prokofiev que postei há alguns meses com o John Browning, Sinfônica de Boston dirigida pelo Erich Leinsdorf. Um leitor – ouvinte sentiu falta e perguntou: mas cadê o Concerto nº 5 ? Ele não gravou? Gravou, sim, meu caro e atento leitor, o problema é na correria do dia a dia a cabeça da gente não dá conta de tudo, né?
Então aproveite o domingo para ouvir esta magnífica interpretação de um dos maiores concertos para piano já compostos.
Ah, de quebra, os senhores vão ter o prazer de ouvir em primeira mão aqui no PQPBach, uma versão para Orquestra de Sopros de outra obra prima do século XX, a “Ópera dos Três Vinténs” do Kurt Weill. É mole, ou querem mais?

01. Piano Concerto No. 5 in G major, Op. 55 – I. Allegro con brio
02. II. Moderato ben accentuato
03. III. Toccata Allegro con fuoco (più presto che la prima volta)
04. IV. Larghetto
05. V. Vivo

John Browning – Piano
Boston Symphony Orchestra
Erich Leinsdorf – Conductor

06. Suite from The Threepenny Opera – I. Overture
07. II. The Ballad of Mack the Knife
08. III. Instead-of-Song
09. IV. The Ballad of Pleasant Living
10. V. Polly’s Song
11. VI. Tango-Ballade
12. VII. Cannon Song
13. VIII. The Threepenny Finale

Boston Symphony Orchestra
Erich Leinsdorf – Conductor

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Restaurado – Robert Schumann (1810-1856) – The Symphonies – Chamber Orchestra of Europe, Yanick Nézet-Seguin

Parece haver uma tendência entre a nova geração de maestros em interpretar estes grandes monumentos sinfônicos em orquestras menores. É o caso desta integral de Schumann com o jovem e talentoso maestro canadense Yanick Nézet-Seguin, e com Robin Ticciati & Scottish Chamber Orchestra, que recém gravou a integral das Sinfonias de Brahms dentro desta mesma proposta, e que trarei na sequência.
Acostumado que estou (ou estamos, falando em nome de todos os que amam estas obras) com  os grandes grupos orquestrais, soa no mínimo estranho estas escolhas. Mas estamos no século XXI, e temos duas opções: ou gostamos, e nos adaptamos, acreditando ser uma ‘moda passageira’, ou odiamos, os ignoramos e voltamos para nossos standards, leia-se Karajan, Bernstein, Sawalisch, Masur, entre tantos outros que gravaram estas mesmas obras em registros memoráveis.
Ainda não tenho uma opinião formada, admito. Meu cérebro precisa ainda se adaptar à sonoridade, precisa assimilar esta novidade.  Deixo ao critério dos senhores analisarem e tirarem suas conclusões. De qualquer maneira, é música de gente grande tocada por gente grande. Aliás, deixo em anexo ao arquivo compactado o libreto, com um belo e elucidativo texto do próprio Yanick Nézet-Seguin, explicando suas escolhas. Portanto, mais um elemento que vai ajudar os senhores a tirarem suas conclusões. Ou não.

CD 1

1. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 1. Andante un poco maestoso – Allegro molto vivace
2. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 2. Larghetto
3. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 3. Scherzo (Molto vivace)
4. Symphony No.1 In B Flat, Op.38 – Spring – 4. Allegro animato e grazioso
5. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 1. Ziemlich langsam – Lebhaft
6. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 2. Romanze (Ziemlich langsam)
7. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 3. Scherzo
8. Symphony No.4 In D Minor, Op.120 – 4. Langsam – Lebhaft – Schneller – Presto

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CD 2

9. Symphony No.2 In C, Op.61 – 1. Sostenuto assai – Un poco piu vivace – Allegro ma non troppo – Con fuoco
10. Symphony No.2 In C, Op.61 – 2. Scherzo (Allegro vivace)
11. Symphony No.2 In C, Op.61 – 3. Adagio espresssivo
12. Symphony No.2 In C, Op.61 – 4. Allegro molto vivace
13. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 1. Lebhaft
14. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 2. Scherzo (Sehr maig)
15. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 3. Nicht schnell
16. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 4. Feierlich
17. Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 5. Lebhaft

Chamber Orchestra of Europe
Yannick Nézet-Séguin – Conductor

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[revalidado por Vassily em 26/5/2020 e em 28/1/2023]

Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) – Ballet “The Nutcracker, Op.71” – Ernest Ansermet & Orchestre de la Suisse Romande

“After Tchaikovsky’s qualified success with The Sleeping Beauty, in February 1891 he was invited to compose the music for a new ballet. The scenario was based on Alexandre Dumas père’s adaptation of a story by the German writer E.T.A. Hoffmann, Nussknacker und Mausekönig. From the outset, The Nutcracker had its critics, none more trenchant than the composer himself. He wrote to his beloved nephew, Vladimir (Bob) Davydov on 7 July: ‘…I finished the sketches of the ballet yesterday. You will remember that I boasted to you when you were here that I could finish the ballet in five days, but I have scarcely finished it in a fortnight. No, the old man is breaking up … he loses bit by bit the capacity to do anything at all. The ballet is infinitely worse than Sleeping Beauty – so much is certain … If I arrive at the conclusion that I can no longer furnish my musical table with anything but warmed up fare, I will give up composing altogether.’
At its St. Petersburg première on [6 December] 18 December 1892 The Nutcracker formed half of a double bill with the darker operatic component, Iolanta, generally thought superior. Posterity has reversed this judgement. It is true that hardly any story survives in the ballet’s voyage from the (mimed) semi-reality of an idealized family Christmas to the land of eternal sweetmeats (and nothing but virtuoso dancing). Yet the score itself is brilliantly alive with no hint of time-serving tinsel. Tchaikovsky’s exploitation of his unmatched gift for melody was never more audacious.
The miniature overture opening the work sets the fairy mood by employing only the orchestra’s upper registers. The first act is divided into two scenes. It is Christmas Eve and little Clara is playing with her toys. At midnight they come to life. Led by the Nutcracker, her special present, they overwhelm some marauding mice, after which he is transformed into a Prince. Clara and her Prince travel through a snowy landscape where they are greeted by waltzing snowflakes. Ivanov’s original choreography, in which the dancers evoked the movements of windswept snow, was much admired by the cognoscenti who climbed up to the cheaper seats in order to appreciate the patterns created.
In Act 2 the Sugar Plum Fairy and the people of the Land of Sweets proffer a lavish gala of character dances. There follows a magnificent pas de deux for the Prince and the Sugar Plum Fairy, the latter’s own variation realising the composer’s desire to showcase the celesta, a new instrument he had heard in Paris. Its unique timbre is here famously complemented by little downward swoops from the bass clarinet. Elsewhere Tchaikovsky incorporates several children’s instruments including a rattle, pop-gun, toy trumpet and
miniature drum. After the festivities Clara wakes up under the Christmas tree, the Nutcracker toy in her arms, although, in some versions she rides off with her Nutcracker Prince as if the dream has happened in reality q.v. Hoffmann’s original story.
Radical modern interpretations include Mark Morris’s The Hard Nut (1991), set in the Swinging Sixties but faithful to the original score, and Donald Byrd’s Harlem Nutcracker (1996), danced to Duke Ellington’s jazz adaptation and set in an African-American household where Clara, the little girl, has become clan matriarch. That Tchaikovsky’s invention should present such riches to plunder, given the slight, somewhat incongruous scenario with which he had to work, says much about the nature of his genius.”
C David Gutman, 2010

CD 16

01. The Nutcracker, Op.71 – a. Miniature Overture
02. The Nutcracker, Op.71 – b. Act I; N.1 – The Decoration Of The Christmas Tree
03. The Nutcracker, Op.71 – c. Act I; N.2 – March
04. The Nutcracker, Op.71 – d. Act I; N.3 – Children’s Galop & Entry Of The Parents
05. The Nutcracker, Op.71 – e. Act I; N.4 – Arrival Of Drosselmeyer
06. The Nutcracker, Op.71 – f. Act I; N.5 – Grandfather’s Dance
07. The Nutcracker, Op.71 – g. Act I; N.6 – Scene. Clara And The Nutcracker
08. The Nutcracker, Op.71 – h. Act I; N.7 – Scene. The Battle
09. The Nutcracker, Op.71 – i. Act I; N.8 – Scene. In The Pine Forest
10. The Nutcracker, Op.71 – j. Act I; N.9 – Waltz Of The Snowflakes
11. The Nutcracker, Op.71 – k. Act II; N.10 – Scene. The Kingdom Of Sweets
12. The Nutcracker, Op.71 – l. Act II; N.11 – Scene. Clara And The Prince
13. The Nutcracker, Op.71 – m. Act II; N.12-a – Divertissement. Chocolate–Spanish Dance
14. The Nutcracker, Op.71 – n. Act II; N.12-b – Divertissement. Coffee–Arabian Dance
15. The Nutcracker, Op.71 – o. Act II; N.12-c – Divertissement. Tea–Chinese Dance
16. The Nutcracker, Op.71 – p. Act II; N.12-d – Divertissement. Trepak–Russian Dance
17. The Nutcracker, Op.71 – q. Act II; N.12-e – Divertissement. Dance Of The Reed Pipes
18. The Nutcracker, Op.71 – r. Act II; N.12-f – Divertissment. Mother Gigogne
19. The Nutcracker, Op.71 – s. Act II; N.13 – Waltz Of The Flowers

CD 17

01. The Nutcracker, Op.71 – t. Act II; N.14 – Pas de Deux
02. The Nutcracker, Op.71 – u. Act II; N.14-a – Pas de Deux–Variation I. Tarantella
03. The Nutcracker, Op.71 – v. Act II; N.14-b – Pas de Deux–Variation II. Dance Of The Sugar-Plum Fairy
04. The Nutcracker, Op.71 – w. Act II; N.14-c – Pas de Deux–Coda
05. The Nutcracker, Op.71 – x. Act II; No.15 – Final Waltz & Apotheosis
06. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – I. Elégie
07. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – II. Valse mélancolique
08. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – III. Scherzo
09. Orchestral Suite No. 3 in G major, Op.55 – IV. Thème et Variations
10. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – I. Gigue
11. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – II. Menuet
12. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – III. Preghiera
13. Orchestral Suite No. 4 in G major, ‘Mozartiana’, Op.61 – IV. Thème et Variations

Orchestre de la Suisse Romande
Ernest Ansermet – Conductor

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Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) – Ballet ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – Ernest Ansermet, Orchestre de la Suisse Romande

“The Sleeping Beauty was adapted from Charles Perrault’s well-known fairy story, La Belle au bois dormant (1697). Tchaikovsky took special pains over the orchestration, achieving an unprecedented precision of effect, assisted by his recent experiences as a conductor. The story goes that at the gala rehearsal before the Maryinsky première which took place on [3 January] / 15 January 1890, the grandeur and novelty of the conception left Tsar Alexander III bemused. He summoned up only a lukewarm ‘Very nice!’ when the composer was called to the royal box. ‘His majesty treated me with distant hauteur’ noted the composer in his diary.
The ballet’s prologue depicting the christening of the baby Princess Aurora contains a variation for each of the six fairies come to bestow gifts upon the infant. In the midst of the excitement the wicked fairy, Carabosse, casts a spell over Aurora, promising that she will prick her finger and die. Intervening to save her, the Lilac Fairy (originally played by Petipa’s daughter, Marie) mitigates the curse from death to sleep. Many years later the royal family is celebrating Aurora’s birthday. The choreographic highpoint is the Adagio maestoso or ‘Rose’ Adagio which she dances with her princely suitors, the steps revealing her growing confidence. Since her christening the King has attempted to ban all sharp objects from the kingdom but when a disguised Carabosse presents Aurora with a spindle, sometimes a bouquet of flowers or a beautiful tapestry with embedded needle, she pricks her finger and she and the court fall deeply asleep.
One hundred years later in a dark forest a Prince is hunting with his friends. The Lilac Fairy conjures up an irresistible apparition of Aurora and he instantly falls in love. Led to the castle to rescue her and put an end to the evil Carabosse, one kiss and the spell is broken. Princess Aurora and her entire family awaken from their slumber and the couple’s wedding is celebrated in Act 3 with a divertissement involving a cornucopia of fairytale characters including Puss in Boots, Cinderella, the Bluebird, Little Red Riding Hood and Tom Thumb. In the grand pas de deux Aurora is presented musically and choreographically as a woman in full bloom, rejoicing in true love. Initially performed abroad in abbreviated form, Diaghilev and his Ballets Russes brought the first full-length Sleeping Beauty to the UK in 1921. The countless stagings since have tended to remain close to the Russian original rather than imparting layers of psychological meaning.”

CD 14

01. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – a. Introduction (Allegro vivo; andantino); Prologue–The Christening. N.1; March (moderato)
02. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – b. Prologue–The Christening; N.2; Dance Scene (moderato con moto)
03. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – c. Prologue–The Christening; N.3-a; Pas de six. Introduction; adagio
04. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – d. Prologue–The Christening; N.3-b; Pas de six. Var.I–Fairy Of The Crystal Fountain (allegro moderato)
05. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – e. Prologue–The Christening; N.3-c; Pas de six. Var.II–Fairy Of The Enchanted Garden (allegro)
06. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – f. Prologue–The Christening; N.3-d; Pas de six. Var.III–Fairy Of The Woodland Glades (allegro moderato)
07. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – g. Prologue–The Christening; N.3-e; Pas de six. Var.IV–Fairy Of The Songbirds (moderato)
08. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – h. Prologue–The Christening; N.3-f; Pas de six. Var.V–Fairy Of The Golden Vine (allegro molto vivace)
09. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – i. Prologue–The Christening; N.3-g; Pas de six. Var.VI–Lilac Fairy (Tempo di valse)
10. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – j. Prologue–The Christening; N.3-h; Pas de six. Coda (Allegro giusto)
11. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – k. Prologue–The Christening; N.4; Finale
12. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – l. Act I–The Spell; N.5; Scene (allegro vivo; moderato)
13. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – m. Act I–The Spell; N.6; Waltz (Allegro. Tempo di Valse)
14. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – n. Act I–The Spell; N.7; Scene (Andante)
15. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – o. Act I–The Spell; N.8-a; Pas d’action. Rose Adagio (andante; adagio maestoso)
16. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – p. Act I–The Spell; N.8-b; Pas d’action. Dance Of The Maids Of Honour & Pages
17. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – q. Act I–The Spell; N.8-c; Pas d’action. Aurora’s Variation
18. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – r. Act I–The Spell; N.8-d; Pas d’action. Coda (allegro giusto)
19. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – s. Act I–The Spell; N.9; Finale

CD 15

01. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – t. Act II–The Vision; N.10; Entr’acte & Scene (Allegro con spirito; un poco più tranquillo)
02. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – u. Act II–The Vision; N.11; Blind Man’s Bluff (Allegro vivo)
03. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – v. Act II–The Vision; N.12-a; Scene. Dances Of The Courtiers
04. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – w. Act II–The Vision; N.12-c; Dance Of The Duchesses (Minuet. Moderato con moto)
05. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – x. Act II–The Vision; N.12-d. Dance Of The Baronesses (Gavotte)
06. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – y. Act II–The Vision; N.12-e; Dance Of The Countesses (Allegro non troppo)
07. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z. Act II–The Vision; N.12-f; Dance Of The Marchionesses (Allegro non troppo)
08. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-a. Act II–The Vision; N.13; Farandole. Scene (Poco più vivo); Dance (Allegro non troppo)
09. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-b. Act II–The Vision; N.14; Scene. Prince Florimund & The Lilac Fairy
10. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-c. Act II–The Vision; N.15-a; Pas d’action. Aurora & Florimund (Andante cantabile)
11. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-d. Act II–The Vision; N.15-b; Pas d’action. Aurora’s Variation (Allegro con moto)
12. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-e. Act II–The Vision; N.15-c; Pas d’action. Coda (Presto)
13. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-f. Act II–The Vision; N.16; Scene (Allegro agitato)
14. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-g. Act II–The Vision; N.17; Panorama (Andantino)
15. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-h. Act II–The Vision; N.19-20; Symphonic Entr’acte (The Sleep); Scene (Andante misterioso); Finale. The Awakening (Allegro agitato)
16. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-i. Act III–The Wedding; N.21; March (Allegro non troppo)
17. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-j. Act III–The Wedding; N.22; Polonaise. Procession Of The Fairy-Tale Characters (Allegro moderato e brillante)
18. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-k. Act III-The Wedding; N.23-a; Pas de quatre. Introduction (Allegro non tanto)
19. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-l. Act III-The Wedding; N.23-b. Pas de quatre. Var.I–The Golden Fairy (Allegro. Tempo di Valse)
20. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-m. Act III-The Wedding; N.23-c. Pas de quatre. Var.II–The Silver Fairy (Allegro giusto)
21. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-n. Act III–The Wedding; N.23-d; Pas de quatre. Var.IV–The Diamond Fairy (Vivace); Coda (L’istesso tempo)
22. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-o. Act III–The Wedding; N.24; Pas de caractère. Puss-in-Boots & The White Cat (Allegro moderato)
23. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-p. Act III–The Wedding; N.25-a; Pas de quatre. Introduction (Adagio)
24. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-q. Act III–The Wedding; N.25-b. Pas de quatre. Var.I–Cinderella & Prince Charming (Allegro. Tempo di Valse)
25. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-r. Act III–The Wedding; N.25-c; Pas de quatre. Var.II–The Bluebird & Princess Florine (Andantino)
26. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-s. Act III–The Wedding; N.25-d; Pas de quatre. Coda (Presto)
27. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-t. Act III–The Wedding; N.26; Pas de caractère. Red Riding Hood & The Wolf (Allegro moderato)
28. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-u. Act III–The Wedding; N.27-a; Tom Thumb (Allegro agitato; tempo di Valse; vivace assai)
29. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-v. Act III–The Wedding; N.27-b; Cinderella & Prince Fortune
30. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-w. Act III–The Wedding; N.28-a; Pas de deux (Aurora & Florimund). Entrée (Allegretto; allegro moderato); Adagio (Andante non troppo)
31. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-x. Act III–The Wedding; N.28-b; Pas de deux (Aurora & Florimund). Var.I–Florimund (Vivace; prestissimo)
32. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-y. Act III–The Wedding; N.28-c; Pas de deux (Aurora & Florimund). Var.II–Aurora (Andantino)
33. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z. Act III–The Wedding; N.28-d; Pas de deux (Aurora & Florimund). Coda (Allegro vivace)
34. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z-a. Act III–The Wedding; N.29; Sarabande
35. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z-b. Act III–The Wedding; N.30-a; Finale (Allegro brillante. Tempo di Mazurka)–
36. Ballet, ‘Sleeping Beauty’, Op.66 – z-z-c. Act III–The Wedding; N.30-b; Apotheosis. Andante molto maestoso

Orchestre de la Suisse Romande
Ernest Ansermet – Conductor

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Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) – Ballet, ‘Swan Lake’ – Ernest Ansermet & Orchestre de la Suisse Romande

According to his brother Modest, Pyotr Ilyich Tchaikovsky, much drawn to ballet in his youth, was fond of imitating the dancers and could do so proficiently. As late as 1875, when Camille Saint-Saëns was making his Moscow debut as composer, pianist and conductor, the two men were reportedly to be found larking about on the stage of the conservatoire performing a little ‘Galatea and Pygmalion’ ballet together with Nikolay Rubinstein at the piano. However the mature composer would have been surprised to find himself held up as a key figure in the history of classical dance. (Closer to our own time, Sergey Sergeyevich Prokofiev likewise preferred to think of himself as a purveyor of opera, notwithstanding Serge Diaghilev’s outspoken views and his own successes with full-length ballets in the Tchaikovsky tradition.)
It is hardly surprising that early spectators of Tchaikovsky’s Swan Lake (1875–76), accustomed to the subservient scores of Cesare Pugni (1802-1870) and Ludwig Minkus (1826–1917), should have felt puzzled by its symphonic proportions and depth of feeling. Only two orchestral rehearsals and a poor production scarcely helped. Even The Sleeping Beauty (1888–89), one of Tchaikovsky’s great masterpieces, staged with
the resources of the Imperial Ballet in St Petersburg, enjoyed only a succès d’estime during his lifetime. His last work in the form, the two-act Nutcracker (1891–92), secured its popular reputation through the pre release of a suite showcasing its glittering themes.
Tchaikovsky’s balletic significance became much more obvious after his death, part of a process that saw the form perfected and renewed by such practitioners as the French-born choreographer Marius Petipa (1818–1910) and the Russian Mikhail Fokine (1880–1942). The Sleeping Beauty was commissioned by Ivan Vsevolozhsky (1835–1909), then Director of the Imperial Theatres, who had abolished the post of staff ballet composer with a view to engaging musicians of greater distinction. The scenario and designs were prepared by Vsevolozhsky while Petipa mapped out the sequence of dances. Without subverting traditional imperatives of clarity, harmony, symmetry and order, the bold invention and perfect alignment of music and choreography had the capacity to affect audiences in a new way. Tchaikovsky’s three mature ballets were chiefly responsible for this generic transformation, for all that he once described Swan Lake as ‘poor stuff compared with [Delibes’s] Sylvia.’
Public acclaim notwithstanding, many academic commentators have found Tchaikovsky an uncomfortable figure whose symphonic music could be stigmatized as ‘balletic’ as if that epithet in some way invalidated it. With the effortless extension of a single melodic line held to be in some way suspect – although Tchaikovsky’s tunes can run the gamut from elegance and charm to uninhibited eroticism and passion – it proved easy to overlook the incredible craftsmanship of the ballets, their mastery of form, harmony, momentum and orchestration. Tchaikovsky is rarely given credit for the discipline and professionalism of his creative life. Whatever the propensity within to violent agitation, he delivered on time and was quite prepared to submit to the exacting and precise demands of his collaborators. The expressive certainty of his invention has allowed more recent choreographers to experiment with stance and movement, often radically, confident that a firm musical narrative is permanently encoded in the notes.

CD 12

a. Introduction-N.1; Moderato assai–Scène. Allegro giusto
b. N.2; Waltz. Tempo di Valse
c. N.4; Pas de trois. Intrada (allegro); andante; sostenuto; allegro semplice; presto; moderato; allegro; Coda (allegro vivace)
d. N.7-8; Subject; Dance With The Goblets (Tempo di Polacca)
e. N.10; Scene (Moderato)
f. N.11-12; Scene (Allegro moderato; allegro vivo); Scene (Allegro)
g. N.13. Dances Of The Swans–I. Tempo di Valse
h. N.13; Dances Of The Swans–V. Pas d’action. Odette et le Pince (Andante)
i. N.13; Dances Of The Swans–IV. Danse des petits cygnes (Allegro moderato)
j. N.13; Dances Of The Swans–VI. Danse générale (Valse)
k. N.13; Dances Of The Swans–II. Odette solo (Moderato assai)
l. N.13; Dances Of The Swans–VII. Coda (Allegro vivace)
m. N.15; Scene. Allegro giusto
n. N.17; Scene. Entrance & Waltz Of The Special Guests (Allegro; tempo di valse)
o. N.18; Scene. Allegro; allegro giusto
p. N.21; Spanish Dance (Allegro non troppo. Tempo di Bolero)
q. N.22; Neapolitan Dance (Allegro moderato; andantino quasi moderato)
r. N.23; Mazurka
s. N.20; Danse hongroise (Czárdás)
t. N.5; Pas de deux. Intrada; Valse; Andante; Valse; Coda (allegro molto vivace)

CD 13

01. u. N.28; Scene (Allegro agitato; allegro vivace)
02. v. N.29; Finale. Andante; allegro agitato; alla breve; moderato e maestoso

03. Variations on a Rococo Theme for Cello & Orchestra (abridged by Wilhelm Fitzenhagen), Op.33
04. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – I. Adagio; allegro non troppo
05. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – II. Allegro con grazia
06. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – III. Allegro molto vivace
07. Symphony No. 6 in B minor, ‘Pathétique’, Op.74 – IV. Finale. Adagio lamentoso; andante

Orchestre de la Suisse Romande
Ernest Ansermet – Conductor

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Sergei Prokofiev (1891-1953) – Violin Concertos nº 1 & 2, Igor Stravinsky (1882-1971) – Violin Concerto in D Major – David Oistrakh, Berliner-Sinfonie Orchester, Kurt Sanderling

David Oistrakh empunha novamente seu Stradivarius e nos traz três petardos do repertório do violino do século XX. Nem preciso dizer que vale cada minuto da audição deste CD. Oistrakh era um especialista nestes concertos, tendo realizado gravações históricas e imperdíveis dos mesmos.

Sergei Prokofiev (1891-1953) – Violin Concertos nº 1 & 2, Igor Stravinsky (1882-1971) – Violin Concerto in D Major – David Oistrakh, Berliner-Sinfonie Orchester, Kurt Sanderling

1. Prokofieff Violinkonzert Nr. 1. I. Andantino
2. II. Scherzo. Vivacissimo
3. III. Moderato
4. Violinkonzert Nr. 2. I. Allegro moderato
5. II. Andante assai
6. III. Allegro, ben marcato
7. Strawinsky Konzert in D-dur. I. Toccata
8. II. Aria 1
9. III. Aria 2
10. IV. Capriccio

David Oistrakh – Violin
Berliner Sinfonie-Orchester
Kurt Sanderling – Conductor

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Dmitri Shostakovich (1905-1975): Sinfonia nº 10 – David Oistrakh, Berliner-Sinfonie Orchester

Este Cd é uma grata surpresa, quando podemos ouvir o grande David Oistrakh regendo a Décima Sinfonia de Shostakovich. Claro que não foi a primeira incursão do violinista frente à orquestra, lembro de suas gravações dos concertos de Mozart e de Bach. Maiores informações sobre a Sinfonia sugiro procurarem postagens anteriores da obra, está tudo lá.

Dmitri Shostakovich (1905-1975): Sinfonia nº 10 – David Oistrakh, Berliner-Sinfonie Orchester

1. Dmitri Shostakovich – Symphonie No.10 en mi mineur Op.93 – 1. Moderato
2. Dmitri Shostakovich – Symphonie No.10 en mi mineur Op.93 – 2. Allegro
3. Dmitri Shostakovich – Symphonie No.10 en mi mineur Op.93 – 3. Allegretto
4. Dmitri Shostakovich – Symphonie No.10 en mi mineur Op.93 – 4. Andante – Allegro

Berliner Sinfonier-Orchester
David Oistrakh – Conductor

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Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Violinkonzert nr. 1 in a-moll op. 99, Sinfonie nº5 in d-moll, op 47 – Oistrakh, Sanderling,

Baita gravação de 1966, com duas lendas do século XX, Igor Oistrakh, filho David Oistrakh, o maior dos violinistas russos, e o regente alemão Kurt Sanderling. O repertório não poderia ser diferente: Shostakovich.
Já nos foi apresentada diversas vezes aqui no PQPBach a relação entre Oistrakh e Shostakovich, por isso não irei tecer maiores comentários sobre o assunto. Nosso guru, PQPBach, já esclareceu. Mas vou me arriscar a trazer alguns dados biográficos sobre o maestro Kurt Sanderling, que creio que apareceu pouco por aqui. Vamos lá.
Nasceu em 1912 na então Prússia Oriental, região hoje pertencente a Polônia. Por sua descendência não ariana, perdeu sua cidadania alemã em 1935, e conseguiu visto na União Soviética, assim como outros alemães judeus. Já vinha estudando regência em Berlim, e em pouco tempo conseguiu se tornar Condutor Chefe da Orquestra da Radio de Moscou e posteriormente da poderosa Filarmônica de Leningrado. Retornou á Alemanhã em 1960 onde tornou-se regente da Sinfônica de Berlim e da Staatskapelle Dresden. Foi além disso, maestro assistente de um dos maiores maestros do periodo soviético, Yevgeny Mravinsky. Ainda nos anos 40 tornou-se grande amigo de Shostakovich. Veio a falecer em 2011, um dia antes de completar 99 anos.
Esta gravação que ora vos trago foi realizada em 10 de março de 1966, quando este que vos escreve recém tinha completado um ano de idade. Igor Oistrakh, filho de David Oistrakh, faz uma interpretação vigorosa do Primeiro Concerto para Violino de Shostakovich. Filho de peixe, peixinho é, como diz o ditado. Nem preciso dizer que trata-se de gravação histórica, lançada pelo selo Harmonia Mundi lá em 2002, mas que apenas recentemente chegou-me em mãos.
Completa o CD a magnífica Quinta Sinfonia do mesmo Shostakovich. Em outras palavras, material histórico, absolutamente imperdível.
Não sei o porque, mas esta me pareceu a trilha sonora ideal para este sombrio e chuvoso dia de eleições.

Shostakovich:  Violinkonzert Nr. 1 In E-Moll Op. 99 & Sinfonie Nr. 5 In D-Moll Op. 47

1. Violin Concerto No.1 in A minor, op.99 (I. Oistrakh on Violin, 66.10.3) – I. Nocturne Moderato
2. Violin Concerto No.1 in A minor, op.99 (I. Oistrakh on Violin, 66.10.3) – II. Scherzo Allegro
3. Violin Concerto No.1 in A minor, op.99 (I. Oistrakh on Violin, 66.10.3) – III. Passacaglia Andante
4. Violin Concerto No.1 in A minor, op.99 (I. Oistrakh on Violin, 66.10.3) – IV. Burlesque Allegro con brio
5. Symphony No.5 in D minor, op.47 (66.10.3) – I. Moderato – Allgro con troppo – Largamente – Moderato
6. Symphony No.5 in D minor, op.47 (66.10.3) – II. Allegretto
7. Symphony No.5 in D minor, op.47 (66.10.3) – III. Largo
8. Symphony No.5 in D minor, op.47 (66.10.3) – IV. Allegro non troppo

Igor Oistrakh – Violin
Berliner Sinfonie-Orchester
Kurt Sanderling – Conductor

Gravações ao vivo, 1966

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MP3 | 320 KBPS | 183 MB

Shostakovich: Sinfonie Nr. 5 In D-Moll Op. 47

01. Symphony No. 5 in D Minor, Op. 47: I. Moderato – Allegro non troppo
02. Symphony No. 5 in D Minor, Op. 47: II. Allegro
03. Symphony No. 5 in D Minor, Op. 47: III. Largo
04. Symphony No. 5 in D Minor, Op. 47: IV. Allegro non troppo

Berliner Sinfonie-Orchester

Kurt Sanderling

Gravação de 1982

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MP3 | 320 KBPS | 118 MB

Links restabelecidos por René Denon