.: interlúdio :. Nine Immortal Non-Evergreens for Eric Dolphy – Viena Art Orchestra

.: interlúdio :. Nine Immortal Non-Evergreens for Eric Dolphy – Viena Art Orchestra

Nine Immortal Non-Evergreens for Eric DolphyIM-PER-DÍ-VEL !!!

Dedicado ao Blue Dog, que vai adorar

Este CD é uma espetacular anormalidade que meu amigo A.M. — sim, professor universitário, toca em sinfônica e como solista, chupem preconceituosos! — plantou no meu micro. (Quando vem aqui em casa, ele sempre se levanta de repente, pega um pen drive e diz: “Vou botar umas coisinhas pra tu ouvir…”. Como é sempre bom, não o reprimo). É uma obra-prima. Por favor, ouçam com o som bem alto num bom equipamento, nada de caixinhas de micro desta vez, tá? Muito respeito a Eric Dolphy e a esses surpreendentes vienenses.

Eric Dolphy (1928–1964) tocava saxofone alto, flauta, clarinete e clarone (clarinete baixo). Foi também o primeiro claronista importante como solista no jazz. Em todos esses instrumentos era um notável improvisador, muitas vezes selvagem, surpreendente e incontrolável. Nas primeiras gravações, ele tocava ocasionalmente um clarinete soprano tradicional. Seu estilo de improvisação, quase sempre uma tsunami de idéias, utilizando amplos saltos intervalares e abusando das doze notas da escala foi às vezes classificado como free jazz, mas você não precisa ser trouxa, nem sair dizendo por aí uma bobagem dessas, tá? Agora chega de papo.

Nine Immortal Non-Evergreens for Eric Dolphy – 1995

1 Out there
2 Hat and Beard
3 245
4 Miss Ann
5 Gazzelloni
6 Something Sweet – Something Tender
7 Straight Up & Down
8 Jitterbug Waltz

All titles composed by Eric Dolphy & arr. by m.ruegg,
except for the Jitterburg Walz,
composed by Fats Waller & arr. by m.ruegg.

Matthieu Michel, Bumi Fian, Herbert Joos trumpet
Klaus Dickbauer, Florian Brambock, Andy Scherrer sax
Claudio Pontiggia flugelhorn
Christian Muthspiel trombone
Frank Tortiller vibes
Heiri Kanzig bass
Uli Scherer piano
Thomas Alkier drums
mathias rüegg leader
Anna Lauvergnac, Monika Trotz vocals on 8

Vienna Art Orchestra

Recorded live during the VAO European Tour, 28 October 1995, at Migros Hochaus, Zurich, by Jurg Peterhans (Studer 48-track digital).

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A Vienna Art Orchestra
A Vienna Art Orchestra

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Os 140 anos do homem que desprezava o Bolero de Ravel (com vídeos das principais obras)

Os 140 anos do homem que desprezava o Bolero de Ravel (com vídeos das principais obras)

O compositor Maurice Ravel (1875-1937), cujo nascimento completa 140 anos neste sábado (7), foi um sujeito fino e bem-humorado. Depois da estreia de sua obra mais conhecida, o Bolero, uma pessoa da plateia afirmou que o compositor só poderia ser louco, ao que Ravel respondeu sorridente: “Ela compreendeu perfeitamente”. O compositor efetivamente desprezava sua peça mais famosa, achando-a trivial. Ele escreveu um texto nada entusiasmado para a estreia da obra:

Leia mais.

ravel

J.S. Bach (1685-1750): Concertos para oboé

J.S. Bach (1685-1750): Concertos para oboé

Como eu possuo este disco em vinil, é óbvio que o Ranulfus e o FPD Bach também possuem. E aposto que eles não se arrependem de tê-lo comprado. São concertos atléticos com duas séries frenéticas de exercicios entremeadas por um descanso reparador. Como me disse certa vez meu mestre Herbert Caro, a Academy of Saint-Martin-in-the-fields de Neville Marriner e Iona Brown procurava-se colocar entre o gigantismo de Karl Richter e seus congêneres e o sectarismo dos defensores dos instrumentos originais. Colocava-se muito bem e até hoje seu som não me causa choque ou estranheza.

Baita CD!

J.S. Bach (1685-1750): Concertos para oboé

1. Concerto for Oboe, Strings, and Continuo in F, BWV 1053 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Strings, and Continuo No.2 in E, BWV 1053 – 1. (Allegro) 8:15
2. Concerto for Oboe, Strings, and Continuo in F, BWV 1053 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Strings, and Continuo No.2 in E, BWV 1053 – 2. Siciliano 4:20
3. Concerto for Oboe, Strings, and Continuo in F, BWV 1053 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Strings, and Continuo No.2 in E, BWV 1053 – 3. Allegro 6:37

4. Concerto for Oboe, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1059 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Oboe, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1059 – 1. Allegro 6:10
5. Concerto for Oboe, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1059 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Oboe, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1059 – 2. Siciliano 3:11
6. Concerto for Oboe, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1059 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Oboe, Strings, and Continuo in D minor, BWV 1059 – 3. Presto 3:43

7. Concerto for Oboe d’amore, Strings, and Continuo in A, BWV 1055 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Strings, and Continuo in A, BWV 1055 – 1. (Allegro moderato) 4:39
8. Concerto for Oboe d’amore, Strings, and Continuo in A, BWV 1055 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Strings, and Continuo in A, BWV 1055 – 2. Larghetto 5:08
9. Concerto for Oboe d’amore, Strings, and Continuo in A, BWV 1055 – reconstruction after Concerto for Harpsichord, Strings, and Continuo in A, BWV 1055 – 3. Allegro ma non tanto

Heinz Holliger
Academy of St. Martin in the Fields
Iona Brown

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Heinz Holliger: El tiempo pasa
Heinz Holliger: El tiempo pasa

 

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Corigliano (1938), Beethoven (1770-1827), Pärt (1935): Credo (com Hélène Grimaud)

Corigliano (1938), Beethoven (1770-1827), Pärt (1935): Credo (com Hélène Grimaud)


IM-PER-DÍ-VEL !!!

Hélène Grimaud é uma mulher inteligente, claro. Bem, na verdade o que quero dizer é que este disco de Hélène Grimaud é inteligente. Não sei o que acontece com a maioria das pessoas que fazem os programas de discos e de concertos. Há pouca criatividade quando bastaria conhecer o repertório e pensar um pouquinho. Mas Hélène Grimaud, que além de inteligente é linda, não padece deste mal. Vejam bem.

No repertório deste CD, há vários tipos de correspondências, musicais ou não, que conferem unidade a esta aparentemente mistura eclética de obras. A Fantasia de John Corigliano, que abre o disco — e que nos chega através de um desempenho sensacional, cheio de poesia e mistério, de Grimaud –, baseia-se no Allegretto da Sétima de Beethoven. De forma análoga, o Credo de Pärt cita Bach. Além disso, a Fantasia Coral de Beethoven e o Credo são escritos para uma combinação incomum de piano, coro e orquestra, e em suas absolutamente diferentes formas procuram trazer a ordem a partir do caos. Credo é, enfim, um álbum conceitual muito atraente. Quase como a pianista.

Corigliano (1938), Beethoven (1770-1827), Pärt (1935): Credo (com Hélène Grimaud)

Fantasia on an Ostinato by John Corigliano
1. Fantasia on an Ostinato, for piano

Sonata for Piano no 17 in D minor, Op. 31 no 2 “Tempest” by Ludwig van Beethoven
2. Piano Sonata No. 17 in D minor (‘Tempest’), Op. 31/2: 1. Largo – Allegro
3. Piano Sonata No. 17 in D minor (‘Tempest’), Op. 31/2: 2. Adagio
4. Piano Sonata No. 17 in D minor (‘Tempest’), Op. 31/2: 3. Allegretto

Fantasia in C minor, Op. 80 “Choral Fantasy” by Ludwig van Beethoven
5. Fantasia for piano, chorus, and orchestra (‘Choral Fantasy’), Op. 80: Adagio
6. Fantasia for piano, chorus, and orchestra (‘Choral Fantasy’), Op. 80: Finale

Credo by Arvo Pärt
7. Credo, for piano, chorus & orchestra

Hélène Grimaud, piano
Swedish Radio Symphony Orchestra, Swedish Radio Chorus
Esa-Pekka Salonen

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Hélène (suspiro) Grimaud
Hélène (suspiro) Grimaud…

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Elliott Carter (1908-2012): Chamber Music — 5th String Quartet, 90+ for Piano, Sonata for Cello and Piano, Figment for Cello Alone, Duo for Violin and Piano, Fragment for String Quartet

Elliott Carter (1908-2012): Chamber Music — 5th String Quartet, 90+ for Piano, Sonata for Cello and Piano, Figment for Cello Alone, Duo for Violin and Piano, Fragment for String Quartet


IM-PER-DÍ-VEL !!!

Em seu 90º ano, Elliott Carter fez algo que poucos nonagenários fizeram: estreou um novo e esplêndido quarteto de cordas, seu quinto. Esta é uma gravação monumental que documenta de um compositor lamentavelmente subvalorizado. Não apenas o quarteto é excepcional, mas também as outras peças do CD. O quarteto é uma obra de 20 minutos dividida em doze momentos. É originalíssima. A Sonata para Violoncelo e Piano é soberba, assim como a pequena peça para violoncelo solo! Uma coisa: as datas de nascimento e morte de Carter estão corretas. Ele viveu 103 anos.

Elliott Carter (1908-2012): Chamber Music

1-12. 5th String Quartet (1994-95) 20:00

1 Introduction 1:24
2 Giocoso 2:29
3 Interlude I 1:11
4 Lento espressivo 1:45
5 Interlude II 1:18
6 Presto scorrevole 1:07
7 Interlude III 1:31
8 Allegro energico 2:00
9 Interlude IV 1:58
10 Adagio sereno 2:29
11 Interlude V 1:25
12 Capriccioso 1:23

Arditti String Quartet

13. 90+ pour piano (1994) 5:35

Ursula Oppens (piano)

14-17. Sonata pour violoncelle et piano (1948) 21:06

14 Moderato 5:10
15 Vivace, molto leggiero 4:38
16 Adagio 5:40
17 Allegro 5:38

Ursula Oppens (piano)
Rohan de Saram (cello)

18. Figment: pour violoncelle seul (1994) 5:04

Rohan de Saram (cello)

19. Duo: pour violon et piano (1973-74) 19:09

Irvine Arditti (violin)
Ursula Oppens (piano)

20. Fragment: pour quatuor à cordes (1994) 4:02

Arditti String Quartet

Arditti String Quartet
Ursula Oppens (piano)

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Querido Carter!
Grande Carter!

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.: interlúdio :. The No Smoking Orchestra / Time of the Gypsies 2007 (Punk Opera)

.: interlúdio :. The No Smoking Orchestra / Time of the Gypsies 2007 (Punk Opera)


Gosto muito da música popular dos Bálcãs. Conheço pouco, como vocês logo saberão. Tudo começou enquanto via os filmes do grande Emir Kusturica — Tempo de Ciganos, Underground, Quando papai saiu em viagem de negócios, Black cat white cat, A vida é um milagre e outros. Ali, conheci o excelente Goran Bregovic, músico, band leader e compositor responsável pelas trilhas. Depois, Bregovic e Kusturica brigaram e o próprio Kusturica fundou a No Smoking Orchestra, parceira habitual da Garbage Serbian Philharmonia.

Na verdade, conheço apenas esses dois, mas já gostei de quase todos os outros. Ah, pois é, apaixono-me facilmente. A música dos Bálcãs é informada — pois é muito bem escrita e tocada — e é UMA FESTA SÓ. Este Time of the Gypsies é das coisas mais tranquilas que tenho ouvido, mas há os bons músicos e cantores, além da alegria, mesmo que mezzo contida. Já a ironia e o deboche são o subtexto desta música.

Ah, importante: nunca percam um show desses caras. Vi a No Smoking na Inglaterra e Bregovic com sua Wedding and Funeral Band em Porto Alegre. Suas músicas e festas são um arraso.

Ouça porque vale a pena! Um pouco de álcool no sangue não fará nada mal para acompanhar as canções.

The No Smoking Orchestra / Time of the Gypsies 2007 (Punk Opera)

1. Efta Purane Ikone (Seven Old Icons)
2. Djilaben Promalen (Sing People Sing)
3. San Francisco (San Francisco)
4. O Chaveja (Oh, My Children)
5. Hederlezi (St. George Day)
6. Cik Cik Pogodi (Guess Guess Who Is Coming)
7. Crazy About Money (Crazy About Money)
8. Del Dija (Lord Gave Us)
9. Kana O del Baravel (When Lord Gives)
10. Evropa (Europe)
11. Pharimasa Va Inzares (The Beggars)
12. Perhan Sovel (Perhan Is Dreaming)
13. Lorenzzo (Lorenzzo)
14. Sas Jekh Len (There Was a River Once)

Music by Emir Kusturica, Dejan Sparavalo, Nenad Jankovic and Stribor.
With the participation of the No Smoking Orchestra and of the Garbage Serbian Philharmonia.

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Emir Kusturica e a No Smoking Orchestra
Emir Kusturica e a No Smoking Orchestra: eles são assim

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Paul Hindemith (1895-1963): Quartetos de Cordas Nros 2 e 3

Paul Hindemith (1895-1963): Quartetos de Cordas Nros 2 e 3

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na minha opinião, Paul Hindemith é uma espécie de rei de um gênero raro — o música de câmara moderna contrapontística. Guardadas as proporções, é um barroco no século XX. Adoro suas composições, cada vez mais gravadas e presentes no repertório da música erudita do hemisfério norte. Ele escreveu sete Quartetos de Cordas, os quais refletem a experiência e a segurança prática de um grande violinista e, mais tarde, violista. Coisa ainda mais rara, ele encarou a viola não como um castigo. O Quarteto No 2 foi escrito em 1918, enquanto ele era um soldado na ativa. Sim, participou da 1ª Guerra Mundial. É uma música dinâmica e enérgica, com uma engenhosa série de variações que parodiam os excessos românticos. Claro, tem um final virtuosístico. O Quarteto No 3 é de 1920 e foi muito bem sucedido quando de seu lançamento. É um exemplo emocionante da imaginação concisa de Hindemith. Este quarteto apaixonado, com seu riquíssimo material, é uma das suas obras-primas de sua música de câmara.

Paul Hindemith (1895-1963): Quartetos de Cordas Nros 2 e 3

String Quartet No. 2 in F Minor, Op. 10
1. I. Sehr lebhaft, straff im Rhythmus 00:06:15
2. II. Thema mit Variationen: Gemachlich 00:10:32
3. III. Finale: Sehr lebhaft 00:16:26

String Quartet No. 3 in C Major, Op. 16
4. I. Lebhaft und sehr energisch 00:10:28
5. II. Sehr langsam – Ausserst ruhige Viertel 00:13:09
6. III. Finale: Ausserst lebhaft 00:07:49

Amar Quartet

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Outra raridade: uma foto de Hindemith com cabelo, em 1923, aos 28 anos.
Outra raridade: uma foto de Hindemith com cabelo, em 1923, aos 28 anos.

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Zoltán Kodály (1882-1967): Quartets No 1 & 2 + Intermezzo & Gavotte

Zoltán Kodály (1882-1967): Quartets No 1 & 2 + Intermezzo & Gavotte

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este é um grande CD que cobre um repertório meio raro. Quando se fala em música húngara para quarteto de cordas, logo se pensa nos geniais quartetos de Bartók, mas há seu colega de trabalho e amigo Zoltán Kodály! E não pensem em Kodály como um ser humano muito menor do que Bartók. O talento de Kodály — grande na música — expandiu-se também para outras áreas: ele era etnomusicólogo, educador, pedagogo, linguista e filósofo. Sua música e estes quartetos merecem ser conhecidos por todo pequepiano culto. Há canções folclóricas, profundidade de sentimento, diversão, alegria, tristeza, festa e ironia. A interpretação do Dante é notável.

Zoltán Kodály (1882-1967): Quartets No 1 & 2 + Intermezzo & Gavotte

1. String Quartet No 1 Op 2 | Andante poco rubato Allegro [11’54]
2. String Quartet No 1 Op 2 | Lento assai, tranquillo [12’52]
3. String Quartet No 1 Op 2 | Presto [4’05]
4. String Quartet No 1 Op 2 | Allegro [12’27]

5. Intermezzo [5’10]

6. Gavotte [2’35]

7. String Quartet No 2 Op 10 | Allegro [6’00]
8. String Quartet No 2 Op 10 | Andante, quasi recit. [4’52]
9. String Quartet No 2 Op 10 | Allegro giocoso [6’39]

Dante Quartet

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Kodály em 1932
Kodály em 1932

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Joseph Haydn (1732-1809): Cassations Nº 9 e 20

Joseph Haydn (1732-1809): Cassations Nº 9 e 20

O blog holandês 33 toeren klassiek faz conversões de antigos LPs de vinil para mp3. A qualidade é sempre excelente não somente do ponto de vista técnico, é que as escolhas musicais são especiais. Elas nunca passam pelo óbvio, mas por cantinhos desconhecidos ou esquecidos do repertório e da história das gravações. É um tremendo, criterioso e qualitativo resgate histórico. Peguei de lá esta raríssima gravação do Collegium Aureum para a Harmonia Mundi em 1963.

Haydn HM 30 643 1

Cassation é um gênero ainda menor do que a Serenata ou o Divertimento. Trata-se de uma série de movimentos curtos e alegres para orquestra de câmara. Muita gente boa escreveu Cassassões lá pela metade do século XVIII. A música de Haydn serve bem ao gênero. Haydn era leve, ousado e feliz. Até suas Missas revelam uma relação secular com a divindade. O cara era feliz e não abria mão disso, ora. Ouçam o disco e comprovem: é música para abrir um bom dia.

Joseph Haydn (1732-1809): Cassations Nº 9 e 20

1 Cassatie in G (HV .II, 9, 1764) 15:26
allegro molto – menuet – adagio cantabile – menuet – finale: presto
2 Cassatie in F (HV II, 20, 1763)
allegro – menuet – adagio – menuet – finale: presto

Membros do Collegium Aureum
Direção de Franzjosef Maier
Harmonia Mundi HM 30 643
Gravado em junho de 1963
Tempo total: 33:08

Os caras em holandês:
Alfred Sous, hobo
Helmuth Hucke, hobo
Gerd Seifert, hoorn
Erich Penzel, hoorn
Ulrich Grehling, viool
Franz-Josef Maier, viool
Ulrich Koch, altviool
Günther Lemmen, altviool
Reinhold Johannes Buhl, cello
Johannes Koch, violone

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Haydn HM 30 643 2

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Franz Liszt (1811-1886) / Felix Mendelssohn (1809-1847) / Johann Sebastian Bach (1685-1750): Organ Works

Franz Liszt (1811-1886) / Felix Mendelssohn (1809-1847) / Johann Sebastian Bach (1685-1750): Organ Works


Quando vi anunciado este CD, torci o nariz porque ele era dominado por Liszt, autor que não me agrada muito. Mas a gravadora Alpha raramente faz alguma sacanagem com o amante da música. Fui ouvir e a coisa é mesmo boa. Se as obras de Liszt que abrem e fecham o CD são poderosas, a beleza é deixada a cargo de quem entende disso: Mendelssohn e Bach. É indiscutível o bom gosto e a sensibilidade presentes no repertório escolhido pelo excelente organista Rechsteiner, assim como a luminosidade que Amandine Beyer extrai de seu violino. Grande disco!

Franz Liszt (1811-1886): Organ Works

1. Liszt: Präludium und Fuge über das Motiv B.A.C.H. (I), for organ, S. 260i (LW E3/1)
2. Mendelssohn: Paulus (Saint Paul), oratorio, Op. 36: Jerusalem, die du tötest den Propheten
3. Mendelssohn: Song Without Words for piano No. 7 in E flat major, Op. 30/1
4. Liszt: Variationen über das Motiv von Bach: Weinen, Klagen, for organ, S. 673 (LW E17)
5. Bach: St. Matthew Passion (Matthäuspassion), for soloists, double chorus & double orchestra, BWV 244 (BC D3b): Erbarme dich
6. Liszt: Fantasie & Fuge über den Choral ‘Ad nos, ad salutarem undam’, for organ, S. 259 (LW E1)

Yves Rechsteiner, órgão
Amandine Beyer, violino
Monique Simon, mezzo-soprano

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Que show, Rechsteiner!
Que show, Rechsteiner!

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Ivo Maček (1914-2002): Complete Piano Music / Sonata para Violino e Piano

Ivo Maček (1914-2002): Complete Piano Music / Sonata para Violino e Piano

Bom disco deste estreante em nosso blog. Pouco conhecido fora de sua nativa Croácia, Ivo Maček (1914-2002) ocupou um lugar importante na vida musical da ex-Iugoslávia como pianista e educador. Ele compôs um pequeno número de peças para piano, as quais podem ser ouvidas todas nesta gravação première mundial. O Intermezzo é muito poético, enquanto o Theme and Variations é inventivo de dar gosto. Merecem ser conhecidos. Sua Sonata, de 1985, é a mais elaborada e imponente de suas obras para piano solo, enquanto que a Sonata para violino e piano, de 1980, demonstra com charme a crescente sofisticação e equilíbrio de seu estilo tardio.

Piano Sonatina (Ivo Macek)
1 Piano Sonatina: I. Animato 05:09
2 Piano Sonatina: II. Amabile 03:40
3 Piano Sonatina: III. Vivo e giocoso 03:25

Theme and Variations
4 Theme and Variations 08:05

Improvisation
5 Improvisation 03:13

Intermezzo
6 Intermezzo 05:17

Prelude and Toccata
7 Prelude and Toccata: Prelude 02:04
8 Prelude and Toccata: Toccata 02:50

Piano Sonata
9 Piano Sonata: I. Maestoso ma con moto 06:25
10 Piano Sonata: II. Comodo: Allegro vivace 06:44

Goran Filipec, piano
Silvia Mazzon, violino

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Ivo
Ivo Maček: o PQP sempre aprensentando novos compositores, né?

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Astor Piazzolla (1921-1992): Tango Ballet, Concierto Del Angel, Tres Piezas Para Orquesta De Camara

51wf9EFWttLLINK REVALIDADO !!!

Hoje, no Sul21, saiu um longo artigo sobre Piazzolla. Acho que vale a pena. Está cheio de vídeos e informações legais.

~o~

Este disco certamente é um os melhores de Piazzolla que foram lançados após a morte do compositor. Desconhecia o Tango Ballet e fiquei efetivamente APAIXONADO pela música. Já o Concierto Del Angel e as Tres Piezas são mais conhecidas e tão grandes quanto. A alegre orquestra de Gidon Kremer rende DEMAIS, ABSURDAMENTE, no Concierto Del Angel. Dá para sentir o tesão dos músicos, felizes de tocar Piazzolla. Sobre a qualidade deles… É o que eu sempre digo, deve ser a água do Báltico. Como tem músico bom naquela parte do mundo! Esses aí são uns animais, vou lhes contar.

AB-SO-LU-TA-MEN-TE  IM-PER-DÍ-VEL !!!

Piazzolla: Tango Ballet, Concierto Del Angel, Tres Piezas Para Orquesta De Camara

1. Tango Ballet For Violin And String Orchestra: Titulos
2. Tango Ballet For Violin And String Orchestra: La Calle
3. Tango Ballet For Violin And String Orchestra: Encuentro-Olvido
4. Tango Ballet For Violin And String Orchestra: Cabaret
5. Tango Ballet For Violin And String Orchestra: Soledad
6. Tango Ballet For Violin And String Orchestra: La Calle

7. Concierto Del Angel For Violin, Bandoneon, Double Bass, Piano And String Orchestra: Introduccion Al Angel
8. Concierto Del Angel For Violin, Bandoneon, Double Bass, Piano And String Orchestra: Milonga Del Angel
9. Concierto Del Angel For Violin, Bandoneon, Double Bass, Piano And String Orchestra: La Muerte Del Angel
10. Concierto Del Angel For Violin, Bandoneon, Double Bass, Piano And String Orchestra: Resurreccion Del Angel

11. Tres Piezas Para Orquesta De Camara – For Piano And String Orchestra: Preludio: Lento
12. Tres Piezas Para Orquesta De Camara – For Piano And String Orchestra: Fuga: Allegro
13. Tres Piezas Para Orquesta De Camara – For Piano And String Orchestra: Divertimento: Allegro Molto

Astor Quartet
Kremerata Baltica
Gidon Kremer

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Beethoven: Variações sobre um tema de Diabelli / Bach: Partita Nº 4

Beethoven: Variações sobre um tema de Diabelli / Bach: Partita Nº 4

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Duas obras-primas em mãos competentes. Não poderia dar errado e não deu mesmo. As luminosas 33 Variações sobre uma Valda de Diabelli, de Beethoven, e a Partita Nº 4, de Bach, recebem o banho de talento de um dos pianistas preferidos de meu irmão FDP Bach. Não há reparos a fazer, resta apenas deliciar-se ouvindo este filho de um croata e de uma californiana. Ele tem bom gosto, tanto que foi o terceiro marido de Martha Argerich. Espero que os pequepianos não imaginem o que ambos faziam com os dedos, mas informo que eles têm uma filha fotógrafa, Stéphanie.

Beethoven – 33 Variations in C on a Waltz by Anton Diabelli, op.120 (51min24)

01 Tema: Vivace  0.45
02 I AlIa marcia maestoso 1.24
03 II Poco allegro  0.40
04 III L’istesso tempo 1.19
05 IV Un poco più vivace 0.52
06 V Allegro vivace 0.53
07 VI Allegro ma non troppo e serioso 1.48
08 VII Un poco più allegro 1.02
09 VIII Poco vivace 1.34
10 IX Allegro pesante e risoluto 1.41
11 X Presto 0.36
12 XI Allegretto 1.03
13 XII Un poco più moto 0.52
14 XIII Vivace 0.58
15 XIV Grave e maestoso 4.13
16 XV Presto scherzando 0.31
17 XVI Allegro 0.57
18 XVII Allegro 1.03
19 XVIII Poco moderato 1.26
20 XIX Presto 0.50
21 XX Andante 2.18
22 XXI Allegro con brio – Meno allegro 1.03
23 XXII Allegro molto  0.38
24 XXIII Allegro assai 0.54
25 XXIV Fughetta: Andante 3.11
26 XXV Allegro 0.43
27 XXVI Piacevole 1.14
28 XXVII Vivace 0.56
29 XXVIII Allegro 0.52
30 XXIX Adagio ma non troppo 1.19
31 XXX Andante, sempre cantabile 1.59
32 XXXI Largo, molto espressivo  4.56
33 XXXII Fuga: Allegro  2.55
34 XXXIII Tempo di menuetto moderato 4.04

Bach Partita No. 4 in D Major BWV 828  (26min07)

35 I Ouverture 5.54
36 II Allemande 7.36
37 III Courante 2.24
38 IV Aria 1.32
39 V Sarabande 3.55
40 VI Menuet 1.27
41 VII Gigue 2.44

Total timing: 77min32

Stephen Kovacevich, piano

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Stephen Kovacevich: que belo registro de duas obras-primas!
Stephen Kovacevich: que belo registro de duas obras-primas!

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.: interlúdio :. Mariano Otero: Desarreglos

.: interlúdio :. Mariano Otero: Desarreglos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Excelente disco do jovem baixista, compositor, arranjador e bandleader argentino Mariano Otero e seu noneto. Neste disco, presta homenagem a seu professor Walter Malosetti, com composições originais do aluno Otero e de seu professor. O resultado é brilhante, o noneto mostra-se talentosíssimo ao fazer coexistir o moderno e o tradicional. Normalmente, os tributos são lugares confortáveis o suficiente para não se dizer nada de novo. Abundam homenagens inúteis a todos. Mas um tributo pode ser também uma operação de releitura, de compromisso com o homenageado e, acima de tudo, uma forma de dar primeiro plano a algumas músicas raras. Um achado!

Mariano Otero: Desarreglos

1 El maestro 04:42
2 Ale Blues 06:24
3 Mini 07:52
4 Grama 05:27
5 Walter´s Rithm 05:22
6 Avellaneda 02:45
7 Madrid 04:41
8 Pappo´s blues 05:15
9 Espíritu 05:53
10 Blues for Pepi 05:25
11 Adiós Lala 05:58
12 Clifford 05:18

Músicos:
Mariano Otero Noneto:
Mariano Otero contrabajo
Juan Cruz De Urquiza trompeta, flugelhorn
Rodrigo Dominguez saxo tenor
Ramiro Flores saxos alto y tenor
Carlos Michelini saxos alto y tenor
Martín Pantyrer saxo barítono
Juan Canosa trombón
Francisco Lovuolo piano
Pepi Taveira batería

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Mariano Otero
Mariano Otero

PQP

.: interlúdio :. Oregon – Winter Light (1974)

.: interlúdio :. Oregon – Winter Light (1974)


Winter Light é um belíssimo disco da fase inicial deste velho e duradouro grupo de jazz, formado por músicos que se tornaram estrelas também individualmente. O Oregon é um grupo que oscila entre o vanguardismo e as melodias acessíveis, como faz um de seus membros em seus discos “singles”: Ralph Towner. Mas é jazz, sem nenhuma dúvida, e do bom. E, como o quarteto é formado de muitiinstrumentistas,a coisa fica sempre colorida e interessante.

Há inesperados solos de piano de Ralph Towner… Há um pulso delicado e pré-minimalista em algumas músicas e muita, mas muita improvisação. Ah, como na época ainda não tínhamos nos livrado da infuência indiana, Colin Walcott nos tortura moderadamente com algumas tablas.

Importante: este trabalho recebeu avaliação máxima de nove ouvintes na Amazon. Prova de que não só eu gosto dele.

Oregon – Winter Light

1. Tide Pool
2. Witchi-Tai-To
3. Ghost Beads
4. Deer Path
5. Fond Libre
6. Street Dance
7. Rainmaker
8. Poesia
9. Margueritte

Paul McCandless Clarinet (Bass), Horn (English), Oboe
Ralph Towner Guitar, Percussion, Clay Drums, Hands, Guitar (Classical), Piano, Guitar (12 String), French Horn, Flugelhorn
Collin Walcott Dulcimer, Clarinet, Percussion, Cover Photo, Pakawaj, Tabla, Sitar, Conga
Glen Moore Bass, Piano, Violin, Guitar (Bass), Bass (Electric), Flute

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É o que sempre digo: todos nós já fomos jovens
É o que sempre digo: todos nós já fomos jovens

PQP

G. F. Handel (1685-1759): Alcina

G. F. Handel (1685-1759): Alcina


Excelente ópera de Handel. Passei o dia de ontem ouvindo e valeu a pena.

Da Wikipedia:

Alcina (HWV 34) é um ópera em três atos de autoria do compositor alemão naturalizado britânico Georg Friedrich Händel (1785-1759). Sua estreia se deu no Royal Opera House de Covent Garden em 16 de abril de 1735, tendo sido uma das últimas óperas de sucesso do compositor. Um libreto de Antonio Marchi denominado Alcina delusa da Ruggiero foi musicado por Tomaso Albinoni em Veneza em 1725. A ópera foi revivida em 1732 sob o nome de Gli evenimenti di Ruggiero. No entanto, salvo por conta do argumento, não há relação entre esse texto e aquele utilizado por Händel. Winton Dean sustenta que o mais provável é que Händel tenha trabalhado sozinho adaptando o libreto da ópera de Ricardo Broschi L’Isola d’Alcina. Assim como outras óperas de Händel como Orlando e Ariodante, o enredo de Alcina tem por base a obra de Ludovico Ariosto Orlando Furioso, poema épico ambientado no tempo das guerras de Carlos Magno contra o Islã. A ópera contém várias sequências musicais para dança, compostas para a dançarina Marie Sallé e para o corpo de baile do Covent Garden.

No PQP, a categoria ópera foi apenas recentemente criada pelo Bisnaga. Não confie totalmente nela. Há mais óperas escondidas por aí…

G. F. Handel (1685-1759): Alcina

Disc: 1
1. Alcina: Sinfonia
2. Alcina: Minuet
3. Alcina: Musette
4. Alcina: Atto 1, Scena I: Recitativo – Oh Dei! quivi non scorgo alcun sentiero! (Bradamante)
5. Alcina: Atto 1, Scena I: Aria – O s’apre al riso (Morgana)
6. Alcina: Atto 1, Scena II: Coro – Questo e il cielo de’ contenti
7. Alcina: Atto 1, Scena II: Recitativo – Ecco l’infido (Bradamante)
8. Alcina: Atto 1, Scena II: Aira – Di’, cor mio, quanto t’amai (Alcina)
9. Alcina: Atto 1, Scena III: Recitativo – Generosi guerrier (Oberto)
10. Alcina: Atto 1, Scena III: Aria – Chi m’insegna iil caro padre? (Oberto)
11. Alcina: Atto 1, Scena IV: Recitativo – Mi ravvisi (Bradamante)
12. Alcina: Atto 1, Scena IV: Aria – Di te mi rido (Ruggiero)
13. Alcina: Atto 1, Scena V: Recitativo – Qua dunque ne veniste (Oronte)
14. Alcina: Atto 1, Scena VI: Aria – E gelosia (Bradamante)
15. Alcina: Atto 1, Scena VII: Recitativo – lo dunque (Orante)
16. Alcina: Atto 1, Scena VIII: Recitativo – La cerco in vano (Ruggiero) – Aria – Semplicetto! (Oronte)
17. Alcina: Atto 1, Scena IX: Recitativo – Ah, infedele, infedel! (Ruggiero)
18. Alcina: Atto 1, Scena X: Aria – Si, con quella! (Alcina)
19. Alcina: Atto 1, Scena XI: Recitativo – Se nemico mi fossi (Bradamante)
20. Alcina: Atto 1, Scena XII: Recitativo – Bradamante favella? (Ruggiero) – Aria – La bocca vaga (Ruggiero)
21. Alcina: Atto 1, Scena XIII: Recitativo – Fuggi cor mio (Morgana)
22. Alcina: Atto 1, Scena XIV: Aria – Tornami a vagheggiar (Morgana)

Disc: 2
1. Alcina: Atto II, Scena I: Arioso – Col celarvi a chi v’ama (Ruggiero)
2. Alcina: Atto II, Scena I: Recitativo – Taci, taci, codardo (Melissa) – Arioso – Qual portento mi richiama (Ruggiero)
3. Alcina: Atto II, Scena I: Recitativo – Ah, Bradamante! (Ruggiero)
4. Alcina: Atto II, Scena I: Aria – Pensa a chi geme d’amor (Melissa)
5. Alcina: Atto II, Scena II: Recitativo – Qual adio ingiusto contro me? (Bradamante)
6. Alcina: Atto II, Scena II: Aria – Vorrei vendicarmi (Bradamante)
7. Alcina: Atto II, Scena III: Recitativo – Chi scopre al mio pensiero (Ruggiero)
8. Alcina: Atto II, Scena III: Aria – Mi lusinga il dolce affetto (Ruggiero)
9. Alcina: Atto II, Scena IV: Recitativo – S’acquieti il rio sospetto (Alcina)
10. Alcina: Atto II, Scena V: Recitativo – E la tua pace (Morgana)
11. Alcina: Atto II, Scena VI: Recitativo – Non scorgo nel tuo viso (Alcina) – Aria – Ama, sospira (Morgana)
12. Alcina: Atto II, Scena VI: Aria – Mio bel tesoro (Ruggiero)
13. Alcina: Atto II, Scena VII: Recitativo – Regina, io cerco in vano (Oberto)
14. Alcina: Atto II, Scena VII: Aria – Tra speme e timore (Oberto)
15. Alcina: Atto II, Scena VIII: Recitativo – Regina, sei tradita (Oronte)
16. Alcina: Atto II, Scena VIII: Aria – Ah! mio cor! (Alcina)
17. Alcina: Atto II, Scena IX: Recitativo – Or, che dici, Morgana? (Oronte)
18. Alcina: Atto II, Scena X: Aria – E un folle (Oronte)
19. Alcina: Atto II, Scena XI: Recitativo – Eccomi a’ piedi tuoi (Ruggiero)
20. Alcina: Atto II, Scena XI: Aria – Verdi prati (Ruggiero)
21. Alcina: Atto II, Scena XII: Recitativo accompagnato – Ah! Ruggiero crude! (Alcina)
22. Alcina: Atto II, Scena XII: Aria – Ombre pallide (Alcina)

Disc: 3
1. Sinfonia
2. Atto III, Scena I: Recitativo – Voglio amar e disamar (Oronte)
3. Atto III, Scena I: Aria – Credete el mio dolore (Morgana)
4. Atto III, Scena I: Recitativo – M’inganna, me n’avveggo (Oronte)
5. Atto III, Scena I: Aria – Un momento di contento (Oronte)
6. Atto III, Scena II: Recitativo – Molestissimo incontro! (Ruggiero)
7. Atto III, Scena II: Aria – Ma quando tornerai (Alcina)
8. Atto III, Scena III: Recitativo – Tutta d’armate squadre (Melisso)
9. Atto III, Scena III: Aria – Sta nell’lrcana (Ruggiero)
10. Atto III, Scena IV: Recitativo – Vanne tu seco ancora (Melisso)
11. Atto III, Scena IV: Aria – All’alma fedel (Bradamante)
12. Atto III, Scena V: Recitativo – Niuna forza lo arresta (Oronte)
13. Atto III, Scena V: Aria – Mi restano le lagrime (Alcina)
14. Atto III, Scena VI: Recitativo – Gia vicino e il momento (Oberto)
15. Atto III, Scena VI: Aria – Barbara! (Oberto)
16. Atto III, Scena VII: Recitativo – Le lusinghe (Bradamante)
17. Atto III, Scena VII: Terzetto – Non e amor, ne gelosia (Ruggiero, Alcina, Bradamante)
18. Atto III, Scena VIII: Recitativo – Ah mio Ruggier, che tenti? (Alcina)
19. Atto III, Scena IX: Recitativo – Misera, ah, no! (Alcina), Scena ultima: Recitativo – A che tardi? (Melisso), Scena ultima: Coro – Dall’orror di notte cieca
20. Scena ultima: Entree
21. Scena ultima: Tamburino
22. Scena ultima: Coro – Dopo tante amare pene

Renee Fleming
Susan Graham
Natalie Dessay
Kathleen Kuhlmann
Timothy Robinson
Laurent Naouri
Juanita Lascarro

Les Arts Florissants
William Christie

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William Christie
William Christie

PQP

Olafur Arnalds (1986): Found Songs

Olafur Arnalds (1986): Found Songs


Olafur Arnalds (ou Ólafur Arnalds) é um rapazinho que ainda não completou 30 anos. Nasceu em Mosfellsbær, na Islândia. A história do disco que posto hoje — um disco curtinho mas que está completinho — é muito legal: em abril de 2009, Arnalds compôs e lançou instantaneamente na internet uma faixa por dia durante sete dias. A coleção de faixas foi intitulada Found Songs. Ele repetiu a coisa no álbum Living Room Songs. A música de Olafur é meio estática, meio neo-clássica e por vezes é bem chatinha. Mas o cara está sendo muito ouvido na Europa. Confiram aê!

Olafur Arnalds: Found Songs

01. Day I Erla’s Waltz
02. Day II RAein
03. Day III Romance
04. Day IV Allt var Hljott
05. Day V Lost Song
06. Day VI Faun
07. Day VII Ljosid

Olafur Arnalds

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Olafur Arnalds
Olafur Arnalds: bom, hein?

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Jean-Baptiste Lully (1632–1687): Atys (extraits) (Les Arts Florissants, William Christie)

Jean-Baptiste Lully (1632–1687): Atys (extraits) (Les Arts Florissants, William Christie)

Atys foi a quarta tragedie-lyrique  de Lully e foi encenada pela primeira vez em 1676 pela ”Academie Royale de Musique” na residência do rei em Saint-Germain-en-Laye. Diz-se que Luís XIV preferiu Atys a todas as outras óperas de Lully e sua opinião parece ter sido amplamente compartilhada, até certo ponto, tanto dentro quanto fora da França. Telemann, em uma carta a Carl Heinrich Graun, certa vez comentou que as árias francesas substituíram a moda anterior das cantatas italianas na Alemanha. De fato, Telemann afirmou: ”Conheci alemães, ingleses, russos, poloneses e até judeus que sabiam de cor passagens inteiras das óperas Belerofonte e Atys de Lully ”. Cinco cartas descobertas recentemente, todas relacionadas em maior ou menor grau à preparação e execução de Atys , e reproduzidas no livreto que acompanha esta gravação, acrescentam mais um testemunho à evidente estima em que a obra era tida. E aqui nós temos uma seleção de seus melhores lances com repetecos em vários ângulos e em câmera lenta. além de imagens do VARmengo.

Jean-Baptiste Lully (1632–1687): Atys (extraits) (Les Arts Florissants, William Christie)

1 Ouverture 1:51

Acte I
2 Allons, Allons Accourez Tous 4:01
3 Atys, Ne Feignez Plus 2:49
4 Allons, Allons, Accourez Tous, Cybèle Va Descendre: Ecoutons Les Oiseaux 5:36
5 Atys Est Trop Heureux – Un Amour Malheureux 6:21

Acte II
6 Je Veux Joindre En Ces Lieux la Gloire Et L’abondance 4:12
7 Tu T’étonnes, Mélisse 5:33
8 Célébrons la Gloire Immortelle 1:40

Acte III
9 Prelude. Dormons, Dormons Tous – Air Des Songes Agréables 9:55

Acte IV
10 Belle Nymphe, L’Hymen Va Suivre Mon Envie 3:26
11 O Vous Qui Prenez Part Au Bien de Ma Famille – Que L’on Chante, Que L’on Danse
12 La Beauté la Plus Sévère – D’une Constance Extrême Le Ruisseau Suit Son Cours Un Grand Calme Est Trop Facheux 3:13
13 Venez Former Des Nœuds Charmants 1:48

Acte V
14 Venez, Furieux Corybantes 6:50
15 Entrée Des Nymphes – Première & Seconde Entrées Des Corybantes 2:50
16 Que Le Malheur D’Atys Afflige Tout Le Monde 2:25

Conductor – William Christie
Orchestra – Les Arts Florissants
Vocals – Agnès Mellon, Bernard Delétré, Françoise Semellaz, Gilles Ragon, Guillemette Laurens, Guy De Mey, Isabelle Desrochers, Jacques Bona, Jean-François Gardeil, Jean-Paul Fouchécourt, Michel Laplénie, Noémi Rime, Véronique Gens

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Uma montagem de Atys realizada em Jericoacoara.

PQP

Jean-Baptiste Lully (1632–1687): Lully-Molière / Les Comedies-Ballets (Les Musiciens du Louvre, Minkowski)

Jean-Baptiste Lully (1632–1687): Lully-Molière / Les Comedies-Ballets (Les Musiciens du Louvre, Minkowski)

Há um problema com a música francesa, quem ignora? Até um de seus maiores compositores barrocos, Jean-Baptiste Lully, nasceu Giovanni Battista Lulli, na bela Florença. Lully tornou-se francês, tendo passado a maior parte de sua vida trabalhando na corte de Luís XIV. Seu estilo de composição foi imitadíssimo na Europa. Sem chegar à categoria de Rameau (nosso leitor há anos), Lully foi grande. E um grande idiota, pela forma como morreu. Inventou muitas coisas. Em 1671, passou a ocupar o posto de compositor oficial do rei. Três anos depois tornou-se mestre de música da família real. Criou o gênero sinfonie para preceder as óperas — até hoje é assim –, modificou o estilo das danças na ópera francesa introduzindo o minueto e danças mais rápidas. Elaborou a suíte, e organizou o grupo 24 Violons du Roi — primeiro conjunto especialmente criado para fins de concertos regulares para animar os balés da corte. Luis XIV gostava de se exibir dançando, Lully então desenvolveu a importância cênica da ópera, levando as bailarinas para o palco. A seguir, apresentamos algumas peças que Lully criou para peças de Molière.

Ah, como ele morreu? Em 8 de janeiro de 1687, Lully estava conduzindo um Te Deum em honra de Luís XIV, recém recuperado de uma doença. O compositor marcava o tempo, batendo com um grande bastão (o precursor da batuta) no chão, como era usual nesse período, quando atingiu o próprio pé, provocando uma infecção. Essa ferida evoluiu para uma gangrena, mas Lully recusou-se a amputar o pé. Em consequência, acabou morrendo, em 22 de março de 1687.

Jean-Baptiste Lully (1632–1687): Lully-Molière / Les Comedies-Ballets (Les Musiciens du Louvre, Minkowski)

1 L’Amour Médecin 10:34
2 Les Plaisirs De L’Île Enchantée: Deuxième Journée – La Princesse D’Elide 7:36
3 George Dandin – Le Grand Divertissement Royal De Versailles 13:02
4 Monsieur De Pourceaugnac – Le Divertissement De Chambord 3:54
5 Pastorale Comique 5:56
6 Le Bourgeois Gentilhomme 12:38
7 Les Amants Magnifiques 19:59

Isabelle POULENARD, soprano
Agnès MELLON, soprano
Gilles RAGON, ténor
Michel VERSCHAEVE, baryton
Bernard DELETRE, basse
Michel LAPLENIE, ténor
Philippe CANTOR, basse

LES MUSICIENS DU LOUVRE
Marc MINKOWSKI

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Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Mulher. Circa 1650.

PQP

Daníel Bjarnason (1979): Processions

Daníel Bjarnason (1979): Processions

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um novo compositor estreia hoje no PQP Bach. Daníel Bjarnason é um islandês, compositor e maestro, nascido em Reykjavík. É uma figura conhecida: já regeu a Los Angeles Philharmonic, The Ulster Orchestra, Winnipeg Symphony Orchestra, Britten Sinfonia, Adelaide Symphony Orchestra e sua música foi interpretada por gente como Gustavo Dudamel, James Conlon, Ilan Volkov, etc. Em seu país pertence ao selo-comunidade de compositores chamado Bedroom Community.

Os elogios recebidos por este álbum não são por acaso. O disco inicia por Bow to String, uma peça para infinitos violoncelos gravados pela mesma instrumentista, de nome Sæunn Þorsteinsdóttir — pronuncie você meu amigo, desejo-lhe em dobro. É uma esplêndida peça que você deverá conhecer. Processions é um belo Concerto para Piano cheio de personalidade e com final cinematográfico. O CD fecha suas cortinas com Skelja, uma tranquila composição para harpa e percussão.

O mundo gira e as novidades e os novos talentos vão aparecendo. Vida longa e criativa para Daníel Bjarnason!

Daníel Bjarnason (1979): Processions

1. Bow to String I. “Sorrow conquers happiness” 05:20
2. Bow to String II. Blood To Bones 05:08
3. Bow to String III. Air to Breath 04:11

4. Processions I. In Medias Res 10:24
5. Processions II. Spindrift 12:33
6. Processions III. Red–handed 05:34

7. Skelja 06:21

Instrumentistas:
Bow to String
Sæunn Þorsteinsdóttir: Cello (or ‘an infinite number of cellos’)
Valgeir Sigurðsson: Programming on 1st movement, Sorrow conquers happiness

Processions
Iceland Symphony Orchestra
Víkingur Heiðar Ólafsson: Piano
Daníel Bjarnason: Conductor

Skelja
Katie Buckley: Harp
Frank Aarnink: Percussion

Iceland Symphony Orchestra: 1st Violin: Sigrún Eðvaldsdóttir, Zbigniew Dubik, Martin Frewer, Bryndís Pálsdóttir, Júlíana Elín Kjartansdóttir, Gunnhildur Daðadóttir, Mark Reedman, Sigríður Hrafnkelsdóttir, Pálína Árnadóttir, Hildigunnur Halldórsdóttir, Rósa Guðmundsdóttir, Magdalena Dubik 2nd Violin: Ari Þór Vilhjálmsson, Margrét Þorsteinsdóttir, Þórdís Stross, Christian Diethard, Roland Hartwell, Ólöf Þorvarðsdóttir, María Weiss, Ingrid Karlsdóttir, Kristján Matthíasson, Joanna Koziura Viola: Þórunn Ósk Marinósdóttir, Sarah Buckley, Guðrún Þórarinsdóttir, Kathryn Harrison, Eyjólfur Alfreðsson, Sesselja Halldórsdóttir, Herdís Anna Jónsdóttir, Þórarinn Már Baldursson Cello: Sigurgeir Agnarsson, Hrafnkell Orri Egilsson, Margrét Árnadóttir, Lovísa Fjeldsted, Bryndís Björgvinsdóttir, Ólöf Sesselja Óskarsdóttir, Auður Ingvadóttir Doublebass Hávarður Tryggvason, Dean Ferrell, Jóhannes Georgsson, Þórir Jóhannsson, Gunnlaugur Torfi Stefánsson Flute: Áshildur Haraldsdóttir, Melkorka Ólafsdóttir Oboe: Daði Kolbeinsson, Peter Tompkins Clarinet: Rúnar Óskarsson, Sigurður I. Snorrason Bassoon:Rúnar Vilbergsson, Brjánn Ingason Horn: Joseph Ognibene, Emil Friðfinnsson, Stefán Jón Bernharðsson, Lilja Valdimarsdóttir Trumpet: Ásgeir Steingrímsson, Einar Jónsson, Eiríkur Örn Pálsson Trombone: Sigurður Þorbergsson, Jón Halldór Finnsson, David Bobroff Tuba: Finnbogi Óskarsson Harp: Elísabet Waage Timpani: Eggert Pálsson Percussion: Steef van Oosterhout, Frank Aarnink, Kjartan Guðnason

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Daníel Bjarnason
Daníel Bjarnason, um gato que deixamos para as pequepianas que nos prestigiam diariamente.

PQP

.: interlúdio :. Michiel Borstlap – Solo 2010

.: interlúdio :. Michiel Borstlap – Solo 2010

Eu não me apaixonei pelo famoso pianista de jazz holandês Michiel Borstlap, mas o cara é considerado um gênio. OK. Borstlap construiu uma reputação invejável. A contra-capa diz que ele abraça a rica herança pianística de seus heróis Glenn Gould, Sviatoslav Richter, Art Tatum, Bud Powell, Herbie Hancock e Keith Jarrett. Ele já trabalhou com alguns dos maiores músicos do jazz, como Herbie Hancock, Wayne Shorter, Pat Metheny e Les Paul. Em seu CD Solo 2010, Borstlap mistura jazz com a música clássica. Eu curti. Com reservas.

Michiel Borstlap – Solo 2010

1. Moscow
2. Crazy Love
3. BlueSyl
4. My Dear
5. Bengt
6. You’re Wanted
7. Destin Fabuleux
8. Haiku
9. Yokohama
10. Cherish Your Sunshine
11. Fughetta
12. Four in One
13. Clear Water
14. This Can’t Be You
15. Adieu!

Michiel Borstlap, piano

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Michiel Borstlap baixando músicas do PQP Bach.
Michiel Borstlap baixando músicas do PQP Bach.

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J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um CD extraordinário onde Herreweghe rege esplendidamente duas grandes peças sacras de Johann Sebastian Bach. O Oratório da Páscoa, BWV 249, é uma Missa menor de Bach. Ele certamente perde na corrida para as Paixões Segundo São Mateus e São João, para a Missa em Si Menor e para o Magnificat, mas, tal como o último, é um belo e conciso trabalho. Esta versão de Herreweghe é uma joia, trazendo grandes cantores e um coro pra lá de afinado no tom e no espírito das obras. Cantata BWV 66 é bem diferente do Oratório, porém é também excelente música. Herreweghe dança em vários árias e corais com sua pequena orquestra e coro.

J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

1 Oster-Oratorium, BWV 249: 1. Sinfonia 4:08
2 Oster-Oratorium, BWV 249: 2. Adagio 3:27
3 Oster-Oratorium, BWV 249: 3. Chorus “Kommt, eilet und laufet” 5:10
4 Oster-Oratorium, Bwv 249: 4. Recitativo (Satb) “O Kalter Männer Sinn” 1:04
5 Oster-Oratorium, BWV 249: 5. Aria (S) “Seele, deine Spezereien” 9:29
6 Oster-Oratorium, BWV 249: 6. Recitativo (ATB) “Hier ist die Gruft” 0:49
7 Oster-Oratorium, BWV 249: 7. Aria (T) “Sanfte soll mein Todeskummer” 7:41
8 Oster-Oratorium, BWV 249: 8. Recitativo (A) “Indessen seufzen wir” 1:00
9 Oster-Oratorium, BWV 249: 9. Aria (SA) “Saget, saget mir geschwinde” 6:11
10 Oster-Oratorium, BWV 249: 10. Recitativo (B) “Wir sind erfreut” 0:38
11 Oster-Oratorium, BWV 249: 11. Chorus “Preis und Dank” 2:33

12 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 1. Chorus (AB) “Erfreut euch, ihr Herzen” 9:42
13 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 2. Recitativo (B) “Es bricht das Grab” 0:35
14 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 3. Aria B “Lassen dem Höchstein ein Danklied erschallen” 5:58
15 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 4. Recitativo (AT) “Bei Jesu Leben freudig sein” 4:25
16 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 5. Aria (AT) “Ich furchte zwar – Ich furchte nicht” 8:48
17 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 6. Choral “Alleluja! Des solln wir alle froh sein” 0:52

Collegium Vocale Gent and Philippe Herreweghe

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Philippe Herreweghe: compreensão superior de Bach
Philippe Herreweghe: compreensão superior de Bach

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.: interlúdio :. Hiromi Uehara – Discografia de 2003 a 2009 – 6 CDs

.: interlúdio :. Hiromi Uehara – Discografia de 2003 a 2009 – 6 CDs
Hiromi Uehara
Hiromi Uehara

Hiromi Uehara é uma das melhores novidades que o jazz moderno oferece. Pianista de extraordinária qualidade, faz o papel de virtuose para que lhe deem crédito — afinal, mais parece uma menina recém entrada na universidade — , mas quando a bola está no chão, dá um banho de sensibilidade. É jazz e é fusion da melhor qualidade. Seu parentesco maior é com Chick Corea, com quem já gravou dividiu um CD.

Diversão garantida para o povo pequepiano, pus todos os 6 CDs num só arquivo de 320 kbps. Há duas ou três faixas com pequenas falhas, mas como elas também estavam no original… Fazer o quê?

Hiromi Uehara (26 de Março de 1979) é uma pianista e compositora. Sua técnica impressionante, estilo único e energia contagiante a distinguem. As suas composições englobam um variado grupo de estilos musicais como jazz, rock progressivo, jazz fusion e até música clássica. Ela é famosa também por sua contribuição na composição no tema de Tom e Jerry Show. Ela começou a tocar piano clássico com seis anos de idade, e aos 15 anos ela já havia tocado com a Orquestra Filarmônica da República Tcheca. Com oito anos, Hiromi conheceu o jazz e se apaixonou pelo estilo musical. Quando tinha 17 anos, Chick Corea conheceu o som dessa jovem japonesa em Tóquio, e chegou a convidá-la para tocar com ele no mesmo dia. Hiromi foi estudar música nos Estados Unidos com Ahmad Jamal, o pianista favorito de Miles Davis. Antes mesmo de se formar, ela já tinha assinado contrato com o selo independente norte-americano, Telarc.

O primeiro disco em 2003, Another Mind, contava com um trio afinadíssimo, Hiromi no piano, Mitch Cohn no baixo e Dave DiCenso na bateria. Já no segundo trabalho em 2004, Brain, Tony Grey assumiu o baixo e Martin Valihora a bateria. Com essa mesma formação, Hiromi lançou o terceiro disco em 2005, Spiral. Em 2006 o trio adicionou o guitarrista David Fiuczynski e transformou-se em Hiromi’s Sonicbloom. Com esta nova formação, o quarteto lançou o disco Time Control em 2007.

Muita atenção aos dois últimos discos. São extraordinários.

Fontes: PQP Bach, Wikipedia e Apenas Jazz.

2003 – Another Mind

01. XYZ [5:37]
02. Double Personality [11:57]
03. Summer Rain [6:07]
04. Joy [8:29]
05. 010101 (binary system) [8:23]
06. Truth and Lies [7:19]
07. Dancando No Paraiso [7:37]
08. Another Mind [8:43]
09. The Tom and Jerry Show [6:06] bonus track

Total time = 01:10:21

2004 – Brain

01. Kung-Fu World Champion [6:49]
02. If… [7:09]
03. Wind Song [5:40]
04. Brain [8:59]
05. Desert On The Moon [7:04]
06. Green Tea Farm (solo) [4:34]
07. Keytalk [10:02]
08. Legend of the Purple Valley [10:47]
09. Another Mind [11:03] bonus track

Total time = 01:14:41

2006 – Spiral

01. Spiral [9:57]
Music for Three-Piece Orchestra:
02. Open Door – Tuning – Prologue [10:13]
03. Deja vu [7:45]
04. Reverse [5:09]
05. Edge [5:14]
06. Old Castle, by the river, in the middle of the forest [8:16]
07. Love and Laughter [8:57]
08. Return of Kung-Fu World Champion [9:39] bonus track

Total time = 01:05:39

2007 – Time Control

01. Time Difference
02. Time Out
03. Time Travel
04. Deep into the Night
05. Real Clock vs. Body Clock = Jet Lag
06. Time and Space
07. Time Control, or Controlled by Time
08. Time Flies
09. Time’s Up
10. Note from the Past

Total time = 01:13:49

2008 – Beyond Standard

01. Intro – Softly As In A Morning Sunrise
02. Softly As In A Morning Sunrise
03. Clair De Lune
04. Caravan
05. Ue Wo Muite Aruko
06. My Favorite Things
07. Led Boots
08. XYG
09. I’ve Got Rhythm

Total time = 59:36

2009 – Place to Be

01. BQE
02. Choux a la creme
03. Sicilian Blue
04. Bern Baby Bern
05. Somewhere
06. Capecod Chips
07. Islands Azores
08. Pachelbel’s Canon
09. Viva! Vegas: Show City, Show Girl
10. Viva! Vegas: Daytime in Las Vegas
11. Viva! Vegas: The Gambler
12. Place To Be
13. Green Tea Farm bonus track

Total time = 01:09:09

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Bunitinha
Bunitinha

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W. A. Mozart (1756-1791): Os Concertos para Violino

W. A. Mozart (1756-1791): Os Concertos para Violino

Esse é daqueles discos assim, ó. Todo mundo tem porque, afinal, são os concertos para violino de Mozart e Mozart e o violino são importantes. Mas eu, particularmente, apesar da notável competência de Standage, Hogwood e sua turma, só gosto mesmo de trechos dos Concertos Nº 4 e 5. Então, acho que é disco para a coleção… Sempre vai aparecer alguém curioso, louco para conhecer e se decepcionar com este concertos.

W. A. Mozart (1756-1791): Os Concertos para Violino

1. Violin Concerto No.1 in B flat, K.207 – 1. Allegro moderato 6:52
2. Violin Concerto No.1 in B flat, K.207 – 2. Adagio 7:35
3. Violin Concerto No.1 in B flat, K.207 – 3. Presto 5:05

4. Violin Concerto No.2 in D, K.211 – 1. Allegro moderato 8:49
5. Violin Concerto No.2 in D, K.211 – 2. Andante 7:12
6. Violin Concerto No.2 in D, K.211 – 3. Rondeau (Allegro) 4:27

7. Violin Concerto No.3 in G, K.216 – 1. Allegro 8:15
8. Violin Concerto No.3 in G, K.216 – 2. Adagio 6:48
9. Violin Concerto No.3 in G, K.216 – 3. Rondo (Allegro) 5:46

10. Rondo for Violin and Orchestra in B flat, K.269 6:27

1. Violin Concerto No.4 in D, K.218 – 1. Allegro 8:23
2. Violin Concerto No.4 in D, K.218 – 2. Andante cantabile 6:02
3. Violin Concerto No.4 in D, K.218 – 3. Rondeau (Andante grazioso – Allegro ma non troppo) 6:44

4. Violin Concerto No.5 in A, K.219 – 1. Allegro aperto 8:59
5. Violin Concerto No.5 in A, K.219 – 2. Adagio 8:45
6. Violin Concerto No.5 in A, K.219 – 3. Rondeau (Tempo di minuetto) 7:59

7. Adagio for Violin and Orchestra in E, K.261 6:33

8. Rondo for Violin and Orchestra in C, K.373 5:46

Simon Standage, violin
The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood

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Que sofrimento esses concertos, né, Simon?
Que sofrimento esses concertos, né, Simon?

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.: interlúdio :. Oregon – Beyond Words (1995)

.: interlúdio :. Oregon – Beyond Words (1995)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Eu acompanho o Oregon há mais de 30 anos e, mesmo que sinta a falta de Colin Walcott (morto em 1984), parece que o grupo chegou a seu auge em 1995, com este notável Beyond Words. Eles ainda estão em atividade e continuam evoluindo como um dos mais importantes agrupamentos de jazz contemporâneos. As composições deste disco são originalíssimas — apesar de algumas não serem inéditas — e fundem elementos do jazz, folk, música clássica e world music em uma voz completamente original. Gravado em estúdio, mas sem nenhum remendo posterior, o CD é um show de esplendor sonoro.

Beyond Words traz o grupo de volta a um território familiar, cultural e musicalmente. Outra vez há a sofisticação na interpretação da música — já toda preparada e finalmente estabelecida para a ausência da percussão de Walcott. “Pepe Linque”, “The Silence of a Candle”, “Les Douzilles”, “Green and Golden” e a zombeteira e insone “Leather Cats”, só elas já valem a audução e a compra do CD. A maioria dos temas, como sempre, é de Towner, mas o que fazem também seus dois companheiros é inacreditável. Glen Moore chega a sobrar, tal o virtuosismo que demonstra em muitos momentos.

Oregon – Beyond Words (1995)

01.- Rewind
02.- Ecotopia
03.- Green and Golden
04.- Pepe Linque
05.- Les Douzilles
06.- The Silence of a Candle
07.- Sicilian Walk
08.- Leather Cats
09.- Witchi-Tai-To
10.- Silver Suite I
11.- Silver Suite II
12.- Silver Suite III

Personnel:

* Paul McCandless : sopranino & soprano saxophones, bass clarinet, oboe, English horn, penny whistle
* Ralph Towner: piano, synthesizer, classical guitar, 12-string guitar
* Glen Moore: bass

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Towner com Paolo Fresu em outra circunstância
Towner com Paolo Fresu em outra circunstância

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