Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Goldberg Variations BWV 988 (Karl Richter)

51BSixtI4TLMais uma gravação das Goldberg para a minha coleção, dessa vez com um dos ídolos do blog, o cara que apresentou Bach para muita gente, ainda nos anos cinquenta, sessenta e setenta. Enfim, Karl Richter foi um dos grandes nomes quando se fala em interpretação da obra de Johann Sebastian Bach. Podemos até não concordar com algumas leituras, mas ninguém é doido a ponto de negar a importância dele na divulgação da obra de Papai Bach.
Estas Variações Goldberg que ora vos trago podem parecer pesadas para alguns ouvidos mais acostumados com outras gravações, entre tantas existentes no mercado. Gustav Leonhardt, que foi um dos maiores intérpretes de Bach de todos os tempos, e mais recentemente Pierre Häntai são os meus favoritos, sem esquecer de Ralph Kirpatrick, que me apresentou estas obras, em um belíssimo LP da Arkiv, e que ouvi primeiramente ainda na minha infância. Glenn Gould causou alvoroço quando gravou essas variações lá em 1955, mas no piano. Ao cravo, os três nomes citados acima são os meus favoritos.
Então, mortais, deleitem-se com Karl Richter tocando as Variações Goldberg.

01. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Aria
02. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 1 a 1 Clav.
03. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 2 a 1 Clav.
04. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 3 Canane all’Unisono a 1 Clav.
05. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 4 a 1 Clav.
06. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 5 a 1 ovvero 2 Clav.
07. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 6 Canone alla Seconda a 1 Clav.
08. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 7 a 1 ovvero 2 Clav. Al temp…
09. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 8 a 2 Clav.
10. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 9 Canone alla Terza a 1 Clav.
11. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 10 Fugetta a 1 Clav.
12. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 11 a 2 Clav.
13. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 12 Canone alla Quarta (a 1 C…
14. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 13 a 2 Clav.
15. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 14 a 2 Clav.
16. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 15 Canone alla Quinta in mot…
17. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 16 Ouverture a 1 Clav. Andante
18. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 17 a 2 Clav.
19. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 18 Canone alla Sesta a 1 Clav.
20. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 19 a 1 Clav.
21. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 20 a 2 Clav.
22. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 21 Canone alla Settima (a 1…
23. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 22 a 1 Clav. Alla breve
24. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 23 a 2 Clav.
25. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 24 Canone all’Ottava a 1 Clav.
26. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 25 a 2 Clav. Adagio
27. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 26 a 2 Clav.
28. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 27 Canone alla Nona a 2 Clav.
29. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 28 a 2 Clav.
30. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 29 a 1 ovvero 2 Clav.
31. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Variatio 30 Quodlibet a 1 Clav.
32. J.S. Bach Goldberg Variations BWV 988 – Aria da Capo

Karl Richter – Harpsichord

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Karl Richter

 

Fréderic Chopin (1810-1849) – Piano Concertos nº 1 e 2 – Rubinstein, LSO, Symphony of the Air

booklet1Para não me alongar demais, esse CD com a gravação dos concertos para piano de Chopin com o Rubinstein me acompanha há mais de 30 anos, e pretendo que me acompanhe até o final de meus dias. Trata-se de um daqueles cds que com certeza iria me acompanhar se eu fosse para uma ilha deserta.
Vão surgir,e já surgiram outros grandes pianistas que gravaram estes concertos, ou que vão gravar, em gravações memoráveis, mas, assim como o Segundo de Brahms com o Kovacevich, para mim essas são as gravações definitivas destas obras primas. Rubinsten nasceu com um dom absoluto, capaz de transformar notas musicais em poesia, e assim como um bom vinho, quanto mais velho ficava, melhor tocava. Conhecia estas obras de cor, e com sua postura impecável, seu fraseado elegante e sempre com olhos fechados, sentia cada nota, cada silëncio. Um fenômeno da natureza. E tenho dito.

1 Piano Concerto nº 1 – 01 – Allegro maestoso
2 2 – Romance
3 3  Rondo

Arthur Rubinstein
New Symphony Orchestra of London
Stanislaw Skrowaczewski – Condutor

4  Piano Concerto nº 2 01 – Maestoso
5 2 Larghetto
6 3  Allegro vivace

Arthur Rubinstein  – Piano
Symphony of the Air
Alfred Wallenstein – Conductor

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George Friedrich Händel (1685-1759) – Music For The Royal Fireworks, Water Music – Robert King, King´s Consort

Cover FrontJá ouvi estas duas obras em mais de uma dúzia de versões, mas estas aqui do Robert King estão entre as melhores. São absolutamente espetaculares. Nem vou falar muito, apenas recomendar a leitura do booklet que anexei ao arquivo compactado, que lhes darão todas as informações necessárias.

Enquanto subo o arquivo para o pqpshare vou aumentar o volume e ir ali fora apreciar o nascer da lua sob os morros que cercam minha casa. Um espetáculo dessa natureza tem direito a uma trilha sonora a altura.

01 – Musick For The Royal Fireworks – 1. Ouverture
02 – Musick For The Royal Fireworks – 2. Bourrée
03 – Musick For The Royal Fireworks – 3. La Paix
04 – Musick For The Royal Fireworks – 4. La Réjouissance
05 – Musick For The Royal Fireworks – 5. Menuet I & II
06 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 1. Ouverture
07 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 2. Adagio & Staccato
08 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 3. Allegro; Andante; Allegro
09 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 4. Menuet
10 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 5. Air
11 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 6. Menuet
12 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 7. Bourrée
13 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 8. Hornpipe
14 – Water Music, Suite In F, HWV348 – 9. Andante
15 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 01. Ouverture
16 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 02. Alla Hornpipe
17 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 03. Menuet
18 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 04. Rigaudon
19 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 05. Lentement
20 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 06. Bourrée
21 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 07. Menuet I
22 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 08. Menuet II
23 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 09. Country Dance I & II
24 – Water Music, Suite In D-G, HWV349-50 – 10. Trumpet Menuet

The King´s Consort
Robert King – Conductor

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George Friedrich Handel (1685-1759) – Chamber Music – CD 3 de 6 – Trio Sonatas, op. 2 – Holloway, Preston, Wooley, et. all

Box FrontA natureza tem sido generosa conosco nestes últimos dias cá pras bandas do sul do país, e está nos proporcionando um veranico de julho, com dias belíssimos, surpreendentemente quentes, e noites iluminadas por uma Lua Cheia magnífica. Ontem, inclusive tivemos a famosa Lua Azul, ou Blue Moon.
Então, em homenagem a estes belos dias, nada como belíssimas obras para servirem de trilha sonora para a nossa desgastante rotina. Portanto, dou prosseguimento ao Festival Händel, voltando hoje à obra de câmara do genial compositor, que nunca me decepciona. E a prova disso está nestas obras que estão gravadas neste terceiro CD, desta preciosíssima caixa, que traz as Trio Sonatas, op. 2, e novamente o destaque fica por conta deste excepcional músico que é John Holloway.

Deleitem-se, mortais.

1 Trio Sonata in B minor for Flute, Violin and bc (Op – 21) HWV386b
2 Trio Sonata in G minor for 2 Violins and bc (Op – 22) HWV387
3 Trio Sonata in B flat major for 2 Violins and bc (Op – 23) HWV388
4 Trio Sonata in F major for Recorder, Violin and bc (Op – 24) HWV389
5 Trio Sonata in G minor for 2 Violins and bc (Op – 25) HWV390
6 Trio Sonata in G minor for 2 Violins and bc (Op – 26) HWV391

John Holloway – Violin
Micaela Comberti – Violin
Stephen Preston – Flute
Philip Pickett – Recorder
Susan Sheppard – Cello
Robert Wolley – Harpsichord
John Toll – Harpsichord

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Frederic Chopin (1810-1849) – Chopin – Khatia Buniatishvili, Järvi, Orchestre de Paris

P1Um enorme talento aliado a uma sensualidade à flor da pele, assim eu poderia descrever a georgiana Khatia Buniatishvili. Já nos seus vinte e oito anos de idade, ela continua desfilando talento pelos palcos e nos cds, quando se entrega de corpo e alma à música. Sua descrição da música de Chopin meio que traduz o que pretendo dizer:
“Chopin´s music is like a breath of a young soul, with no time to be indifferent to love”.
Detalhe: este é apenas o segundo CD da moça, lançado em 2002. Mas mesmo tão jovem, se entrega como gente grande à profundidade da música de Chopin. Extrava-se não apenas uma sensualidade inerente á idade, mas principalmente, uma sensibilidade única, e isso é um dom, não apenas técnica e talento, que transmite à sua interpretação uma maturidade única para alguém tão jovem.
Lembro que todos os grandes músicos sempre retornaram a estas obras para, depois de anos de estrada, de prática e principalmente de maturidade, reforçarem o que tem efetivamente a expressar a respeito, acrescentando todos estes anos de maturidade à sua técnica e sensibilidade.
Khatia Buniatischvili tinha vinte e cinco anos de idade quando gravou este CD, e já se expressava como alguém com anos de estrada, de experiência, de maturidade. Imagina o que vai fazer quando estiver mais adentrada em anos, como dizia minha mãe, e encarar essas obras primas chopinianas.
O CD é impecável, mas meu destaque fica com a minha amada Balada nº 4, cujo antigo LP de Arthur Rubinstein riscou de tanto que ouvi na minha adolescência e início de vida adulta.
Sem mais, vamos ao que viemos.

01 – Waltz  in C sharp minor Op.64 No.2 Tempo giusto
02 – Sonata No.2 in B flat minor Op.35 I. Grave-Doppio movimento
03 – Sonata No.2 in B flat minor Op.35 II. Scherzo
04 – Sonata No.2 in B flat minor Op.35 III. Marche funebre. Lento
05 – Sonata No.2 in B flat minor Op.35 IV. Finale. Presto
06 – Ballade No.4 in F minor Op.52 Andante con moto
07 – Piano Concerto No.2 in F minor Op.21 I. Maestoso
08 – Piano Concerto No.2 in F minor Op.21 II. Larghetto
09 – Piano Concerto No.2 in F minor Op.21 III. Allegro vivace
10- Mazurka in A minor Op.17 No.4 Lento ma non troppo

Khatia Buniatishvili – Piano
Orchestre de Paris
Paavo Järvi – Conductor

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https://youtu.be/GdlLDEh59JY

 

Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Complete Symphonies – Cds 10 e 11 de 11 – Kondrashin, MPSO

CD10 (1)Então vamos acabar essa coleção, trazendo os dois últimos cds, com as duas últimas sinfonias compostas por esse incrível compositor.
A sinfonia nº14 foi composta para uma orquestra de câmara, que consiste apenas de cordas e percussão, e vozes solistas, aqui com uma soprano, Yevgenia Tselovalnik,  e um incrível baixo, Yevgeni Nesterenko. O adagio inicial, baseado em um poema de Lorca, é uma loucura. Enfim, cada movimento da sinfonia é baseada em um poema, devidamente descritos abaixo, na relação das faixas.
CD11 (1)A Sinfonia nº 15, ao contrário da anterior, pede uma orquestra completa, foi a última que Shostakovich compôs, em 1971, e sua estréia ocorreu em 1971, sob a direção de Maxim Shostakovich, filho do compositor. A gravação que ora vos trago, continua sobe a batuta competentíssima de Kirill Kondrashin.
Ah, de bônus os senhores terão apenas o Segundo Concerto para Violino, com ninguém mais ninguém menos que David Oistrakh. É mole, ou tá bom assim?

CD 10

01. Symphony No. 14, Op. 135 – Adagio. “De profundis” (Federico García Lorca)
02. Symphony No. 14, Op. 135 – Allegretto. “Malagueña” (Federico García Lorca)
03. Symphony No. 14, Op. 135 – Allegro molto. “Loreley” (Guillaume Apollinaire)
04. Symphony No. 14, Op. 135 – Adagio. “Le Suicidé” (Guillaume Apollinaire)
05. Symphony No. 14, Op. 135 – Allegretto. “Les Attentives I” (On watch) (Guillaume Apollinaire)
06. Symphony No. 14, Op. 135 – Adagio. “Les Attentives II” (Madam, look!) (Guillaume Apollinaire)
07. Symphony No. 14, Op. 135 – Adagio. “À la Santé” (Guillaume Apollinaire)
08. Symphony No. 14, Op. 135 – Allegro. “Réponse des Cosaques Zaporogues au Sultan de Constantinople” (Guillaume Apollinaire)
09. Symphony No. 14, Op. 135 – Andante. “O, Del’vig, Del’vig!” (Wilhelm Küchelbecker)
10. Symphony No. 14, Op. 135 – Largo. “Der Tod des Dichters” (Rainer Maria Rilke)
11. Symphony No. 14, Op. 135 – Moderato. “Schlußstück” (Rainer Maria Rilke)

Yevgenia Tselovalnik – Soprano
Yevgeni Nesterenko – Bass
Essemble of Soloists of the Moscow Philharmonics Symphony Orchestra
Kirill Kondrashin – Conductor

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CD 11

01. Symphony No. 15 in A major, Op. 141 I. Allegretto
02. Symphony No. 15 in A major, Op. 141 II. Adagio
03. Symphony No. 15 in A major, Op. 141 III. Allegretto
04. Symphony No. 15 in A major, Op. 141 IV. Adagio – Allegretto

Moscow Philharmonics Symphony Orchestra
Kirill Kondrashin – Conductor

05. Concerto for Violin and Orchestra No. 2 in C-sharp minor, Op. 129 I. Moderato
06. Concerto for Violin and Orchestra No. 2 in C-sharp minor, Op. 129 II. Adagio
07. Concerto for Violin and Orchestra No. 2 in C-sharp minor, Op. 129 III. Adagio – Allegro

David Oistrakh – Violin
Moscow Philharmonics Symphony Orchestra
Kirill Kondrashin – Conductor

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Revalidado – Niccolò Paganini – 24 Caprices – Shlomo Mintz

0001381706_350REVALIDADO POR VASSILY em 31/7/2015 e, novamente, em 6/6/2020

Apesar das intrigas dos infieis, nosso pachorrento SAC (Serviço de Atendimento ao Chororô) não é nem a casa de tolerância, nem o balde de estrume que alguns dizem ser, não.

Provo: anteontem um pessoal pediu para revalidar os links dessa baita gravação dos Caprichos de Paganini com Shlomo Mintz e – voilà – eis que eles ressurgem aqui sob a guarda do ultraconfiável servidor PQPShare  – não, não há servidor confiável.

Faço minhas as palavras do camarada FDP: a gravação é um banquete pantagruélico de dificuldades de arrepiar os cabelos. O israelense Mintz – apesar de já ter as madeixas ruivas naturalmente arrepiadas – tira de letra, sem arrepios adicionais, as velhaquices propostas por Paganini. Os contemporâneos acreditavam que o legendário violinista e compositor, distinto tanto pelo virtuosismo quanto pelo que chamaram de “fealdade fascinante”, estudara violino com o Cramulhão. Mintz logra uma proeza inatingível a uma boa parte dos intérpretes, com ou sem a mãozinha do Canhoto: fazer estas peças horrendamente difíceis soarem como música, que chega até – como no célebre Capricho no.24 – a ser muito boa.

A impressão que realmente se tem é de que as possibilidades técnicas do instrumento estejam todas exploradas, tocadas e exauridas – ainda que nessa obra, estranhamente, o cadavérico genovês não tenha lançado mão dos célebres harmônicos duplos (efeitos semelhantes a silvos, muito agudos e de difícil execução) de que tanto abusou em seus concertos.

Vassily Genrikhovich

————

POSTAGEM ORIGINAL DE FDP BACH, EM 7/5/2013

O cara tem de ter um pé na insanidade para encarar a gravação destes 24 caprichos de Paganini, porque o negócio não é brincadeira não. Não conheço o linguajar técnico do violino, mas acho que todas as possibilidades do instrumento foram exploradas nestas pequenas peças para violino solo. Reconheço que ainda prefiro seus concertos para violino de Paganini e que esse excesso de técnica e virtuosismo me cansa por vezes, mas não seria louco a ponto de dizer que Shlomo Mintz não dá um show de interpretação e de virtuosismo neste CD e que não tem uma  técnica apuradíssima. O ruivinho mata a pau… Divirtam-se…

01. Capriccio 1 – Andante en mi major
02. Capriccio 2 – Moderato en si minor
03. Capriccio 3 – Sostenuto – Presto – Sostenuto en mi minor
04. Capriccio 4 – Maestoso en do minor
05. Capriccio 5 – Agitato en la minor
06. Capriccio 6 – Lento en sol minor/
07. Capriccio 7 – Posato en la minor
08. Capriccio 8 – Maestoso en mi bemol major
09. Capriccio 9 – Allegretto en mi minor
10. Capriccio 10 – Vivace en sol minor
11. Capriccio 11 – Andante – Presto – Tempo I en do major
12. Capriccio 12 – Allegro en la bemol major
13. Capriccio 13 – Allegro en si bemol major
14. Capriccio 14 – Moderato en mi bemol major
15. Capriccio 15 – Posato en mi minor
16. Capriccio 16 – Presto en sol minor
17. Capriccio 17 – Sostenuto – Andante en mi bemol major
18. Capriccio 18 – Corrente – Allegro en do major
19. Capriccio 19 – Lento – Allegro assai en mi bemol major
20. Capriccio 20 – Allegretto en re major
21. Capriccio 21 – Amoroso – Presto en la major
22. Capriccio 22 – Marcato en fa major
23. Capriccio 23 – Posato en mi bemol major
24. Capriccio 24 – Tema, Quasi Presto – Variazioni – Finale en la minor

Shlomo Mintz – Violin

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Shlomo+Mintz
Mas esse guri toca muito esse violino…!!!

George Frideric Handel (1685-1759) – Complete Chamber Works -Cd 2 de 5 – Violin Sonatas, Oboe Sonatas – L’Ecole D´Orphé

Box FrontO segundo cd da coleção de música de câmara de Handel traz sonatas para violino e para oboé. O violinista é o John Holloway, que já passou aqui pelo PQPBach diversas vezes. É figurinha carimbada quando se trata de interpretações históricas, um dos pioneiros da área e um grande especialista em violino barroco.
Gosto de trazer estas coleções para os senhores poderem entender o processo de evolução criativa do compositor. Quando se trata de Handel, estamos falando de um dos principais compositores da história da música ocidental, um gênio do barroco, contemporâneo de Bach, inclusive nasceram no mesmo ano, e que assim como o gênio de Leipzig, foi fundamental no desenvolvimento da própria escrita musical, desenvolvendo estilos, criando novas possibilidades para os mais diversos instrumentos.

1 – Violin Sonata in A major, HWV361
2 – Violin Sonata in G minor, HWV364a
3 – Oboe Sonata in B flat major, HWV357
4 – Violin Sonata in D minor, HWV 359a
5 – Oboe Sonata in C minor, HWV366
6 – Violin movement in A minor
7 – Violin movement (allegro) in C minor, HWV 408
8 – Oboe Sonata in F major, HWV 363a
9 – Violin Sonata in D major, HWV371

John Holloway – Violin
Davi Reichenberg – Oboe
Susan Sheppard – Cello
Lucy Carolan – Harpsichord

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George Frideric Händel (1685-1759) – Complete Chamber Music – CD 1 de 6 – L´Ecole d´Orphée

Box FrontNão sei o que aconteceu com os colaboradores do PQPBach ! verifiquei agora que já algum tempo ignoramos totalmente George Frideric Haendel, um dos maiores compositores do barroco, e um gênio da mesma estatura de nosso pai musical, Johann Sebastian.
Vou tentar suprir essa falta tremenda, trazendo algumas preciosidades que tenho em meu acervo. Começo com essa coleção, que lembro de já ter começado há algum tempo atrás. Trata-se da obra de câmara dele, pouquíssimo gravada e divulgada, e não entendo o porque, já que existem verdadeiras jóias escondidas ali. Essa caixa é uma pequena maravilha, e traz músicos do nível de John Holloway, um dos principais nomes do violino barroco, do flautista Stephen Preston, do cravista Robert Wooley, entre outros, não tão conhecidos, mas igualmente brilhantes.
O primeiro CD traz as Sonatas para flauta, magnificamente interpretadas por Preston.
Espero que apreciem, pois eu já sou suspeito para falar qualquer coisa, temendo ser repetivo ou óbvio.

01 – Flute Sonata in E minor (Op.11a), HWV 379
02 – Flute Sonata in A minor (Halle Sonata No.1), HWV 374 (possibly spurious)
03 – Flute Sonata in E minor (Halle Sonata No.2), HWV 375 (possibly spurious)
04 – Flute Sonata in B minor (Halle Sonata No.3), HWV 376 (possibly spurious)
05 – Flute Sonata in D major, HWV 378
06 – Flute Sonata in G major (Op.15), HWV 363b
07 – Flute Sonata in B minor (Op.19b), HWV 367b
08 – Flute Sonata in E minor (Op.11b) HWV 359b

Stephen Preston – Flute
Susan Sheppard – Cello
John Toll – Harpsichord
Lucy Carolan – Harpsichord

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Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Complete Symphonies – CD 8 de 11 – Symphony nº 12 in G Minor, “1917” – Op. 112- Kondrashin, MPSO

CD8 (1)Mais um volume desta série incrível, longa, porém altamente recomendável, com as sinfonias de Shostakovich, interpretadas pelo seu amigo pessoal, Kirill Kondrashin.
Aqui temos a sinfonia que o compositor fez em homenagem à Revolução de 1917 e é dedicada à memória de Lenin.
Como já comentei anteriormente, nosso querido mentor PQPBach está trazendo outra série de gravações de Shostakovich, e, como especialista que é na obra do russo, descreve com maiores detalhes essa sinfonia. Sugiro sua leitura.

01. Symphony No. 12 in D minor, Op. 112 ‘1917’ I. Revolutionary Petrograd Moderato – Allegro
02. Symphony No. 12 in D minor, Op. 112 ‘1917’ II. Razliv (The Flood) Allegro – Adagio
03. Symphony No. 12 in D minor, Op. 112 ‘1917’ III. ‘Aurora’ L’istesso tempo – Allegro
04. Symphony No. 12 in D minor, Op. 112 ‘1917’ IV. The Dawn of Humanity L’istesso tempo – Allegretto
05. The Execution of Stepan Razin, Poem, Op. 119

Vitaly Gromadski – Bass
Russian State Choral Chapel
Moscow Philharmonic Symphony Orchestra
Kirill Kondrashin – Conductor

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Isaac Albéniz – Iberia – Alicia de Larrocha (links revalidados)

LINKS REVALIDADOS POR VASSILY EM 21/7/2015 e em 6/10/2020

Porque uma gravação tão essencial não poderia sumir assim, no éter.

Mais abaixo, a postagem original do colega FDP Bach, com links revalidados.

E, como ligeiro “tapa” antes do prato principal, aqui vai a deliciosa interpretação de Larrocha para o Tango em Ré maior, Op. 165, também de Albéniz. Difícil imaginá-lo melhor:

¡Buen provecho!

Vassily

ooOoo

POSTAGEM ORIGINAL DE 12/7/2009, POR FDP BACH:

>Continuando a série dedicada à música espanhola, trago um cd duplo com a grande pianista espanhola Alicia de Larrocha interpretando a obra prima de seu conterrâneo Isaac Albéniz, Iberia. Eis a descrição da obra, de acordo com a Wikipedia:

La suite Iberia, escrita por Isaac Albéniz, fue compuesta entre 1905 y 1909 (fecha de la muerte del compositor), y es quizás la más importante obra de la literatura pianística española, así como una de las cimas de la música para piano de todos los tiempos. De ella dijo Olivier Messiaen: “es la maravilla del piano, ocupa quizá el más alto puesto entre las más brillantes muestras del instrumento rey por excelencia”. No debe confundirse con la Suite española Op. 47, también de Albéniz.

Consta de cuatro cuadernos de tres piezas cada uno.

* Cuaderno 1. Fue dado a conocer en la Sala Pleyel de París el 9 de mayo de 1906 por Blanche Selva, enversión simplificada. La misma pianista fue la encargada de estrenar el resto de la obra.
– Evocación. Consta de cuatro partes que recuerdan vagamente la forma sonata: un primer tema en la bemol menor (con la indicación “alegreto expresivo”) seguido de un intermedio con ritmo de fandanguillo y un segundo tema en do bemol mayor. Continua con reapariciones del intermedio, y de los dos temas (el segundo en la bemol mayor). Termina con un recuerdo al fandanguillo en pianísimo.

– El Puerto. Es la pieza más corta de la colección. Hace referencia al puerto de Cádiz (la tacita de plata). Comienza con una introducción que servirá como fórmula de acompañamiento de gran parte de la pieza. Le siguen el primer tema (con la indicación allegro commodo) y el segundo tema, en el que utiliza el mismo acompañamiento de la introducción pero con un matiz suave. El desarrollo viene indicado como “muy lángido” y en él podemos encontrar influencias claras de Debussy tanto en la sutileza armónica como en el empleo de la escala por tonos.
– Fragmento de ‘El Corpus Christi en Sevilla’ en el que se realiza la notación en 3 pentagramas.

– El Corpus en Sevilla. Es la pieza más larga del primer cuaderno y a la vez la que entraña una mayor complejidad técnica en su ejecución. Cabe destacar a este respecto la escritura en tres pentagramas de algunos pasajes de la obra y las numerosas indicaciones de matices, expresión y fraseo que el compositor dejó plasmadas. La pieza comienza con una representación pianística de unos redobles de tambor a los que le sigue el primer tema, la marcha, con la indicación “allegro giocoso”. Le sigue un segundo tema, la saeta, con un aire más tranquilo. Después de una transición de carácter flamenco llegamos a un desarrollo muy rico contrapuntística y rítmicamente hablando. Concluye la pieza con un nuevo tema muy calmado en pianísimo.

* Cuaderno 2. Las tres piezas que componen este cuaderno se estrenaron en San Juan de Luz el 11 de septiembre de 1907.

– Rondeña. Saltarina pieza que alterna ritmos 6/8 y 3/4, propios de la petenera. La sección central, a modo de copla, pone el contraste por su brillantez.

– Almería. Extraña pieza llena de contrastes, con tonos melancólicos y alegres en alternancia, pasajes de poética ensoñación frente a otros de opulencia sonora y ritmo marcado. El final de esta pieza es bellísimo.

– Triana. Una de las más divulgadas piezas de Albéniz. Evoca el barrio sevillano a través de una seguiriya bulliciosa y colorista, dentro de una estilización poética que no cae en el folclore tópico. Hay en toda la pieza una elegancia de fraseo y un señorío de la mejor ley.

* Cuaderno 3. Se dio a conocer en París, en casa de la Princesa de Polignac, en 2 de enero de 1908. Está formada por <<El Albaicín>>, <<El Polo>> y <<Lavapiés>>.

–  El Albaicín. Pieza inspirada en este barrio granadino que mantiene un extraordinario y original juego rítmico. Éste se mantiene a lo largo de toda la página, con infinitas facetas. Parece un cante jondo melancólico, unas veces misterioso y otras apasionado. Son de destacar el rítmico y originalísimo arranque de la pieza así como las numerosas referencias a arpegios y rasgueos característicos de la guitarra flamenca. La primera sección alterna una rica y viva colección de temas de resonancias flamencas con otro tema más pausado, misterioso y profundo, como el cantaor que desgrana su quejío con un ligero acompañamiento de fondo. La segunda sección, de gran contraste con la anterior, presenta un bellísimo tema de un lirismo apasionado, arrebatador. Finalmente, una tierna, casi amorosa reexposición del mismo tema remata la pieza de manera magistral. El Albaicin es considerada por muchos la obra maestra dentro de esa gran obra maestra que es Iberia.

–  El Polo. Esta pieza nos lleva a un ámbito mucho más sosegado que la anterior. Pese a que <<El Polo>> es un cante jondo de tendencias trágicas, Albéniz da una visión desenfada y voluptuosa, sobre todo en su segunda parte, de ecos ravelianos.

–   Lavapiés. Pieza que evoca el popular barrio madrileño mediante un curioso ritmo de habanera en el que se entremezcla, en una ensoñación señorial y levemente melancólica, el tono castizo y chulesco propio del organillo.
Cuaderno 4. Se estrenó el 9 de febrero de 1909 en París, en la Sociedad Nacional de Música.

– Málaga. Nos encontramos con ua extraordinaria dificultad rítmica que aumenta a medida que avanza la pieza. Se repiten reminiscencias de cante que se hacen más poderosas y que, tras un breve pasaje en piano, se rematan en dos contundentes acordes.

– o Jerez. Controlada en su apasionamiento, de la línea más cantabile -aúnque con pasajes rítmicos endiablados-, es esta pieza señorial y refinada.

– Eritaña. Una de las páginas más deslumbrantes del pianismo español. Sobre unas sevillanas a moto perpetuo, se trazan imágenes que alcanzan un ritmo arrollador. Estamos ante una apoteosis de la danza. Hay color, alegría y una complejidad para el pianista verdaderamente terrible. Debussy dijo de ella: “Nunca la música ha alcanzado expresiones tan diversas. Los ojos se cierran como fatigados de haber contemplado tantas imágenes”.

Além de Iberia, também temos nestes cds a “Suite Española” . Novamente recorro à ajuda da Wikipedia para a descrição dessa obra:

La Suite Española Op. 47 del compositor español Isaac Albéniz está compuesta principalmente de obras escritas en 1886 que se agruparon en 1887, en honor de la Reina de España. Como muchas de las obras para piano de Albéniz, estas piezas son cuadros de diferentes regiones y músicas de España. Esta obra se inscribe dentro de la corriente nacionalista relacionada con el Romanticismo. Albéniz estaba entonces bajo el influjo de Felipe Pedrell, quien lo apartó de la música de salón estética europeística y lo atrajo hacia el nacionalismo, en este caso español. Pero, por otro lado, el suyo es un nacionalismo pasado por el tamiz del refinamiento y la estilización.

Los ocho títulos originales son Granada, Cataluña, Sevilla, Cádiz, Asturias, Aragón, Castilla y Cuba; pero sólo los tres primeros títulos y Cuba aparecieron en la colección original. Las demás piezas se publicaron en ediciones posteriores y a menudo con títulos distintos. El editor Hofmeister publicó los ocho títulos de la Suite española en 1912, después de la muerte de Albéniz. Lo hizo tomando otras piezas para los cuatro títulos restantes, ya que esas piezas no reflejan muy exactamente la región geográfica a la que se refieren. Un caso muy claro es el de Asturias (Leyenda), cuyos ritmos de flamenco andaluz poco tienen que ver con la música de la región atlántica de Asturias. El Op. 47, número asignado por Hofmeister, no guarda relación con ningún tipo de orden cronológico en la obra de Albéniz, en la que los números de opus fueron dados aleatoriamente por los publicadores o por el mismo Albéniz. Algunas obras incluso aparecen en más de una colección.

En las obras que conforman la Suite española, el primer título hace referencia a la región que representan y el subtítulo entre paréntesis indica la forma musical de la pieza o la danza de la región retratada.

Consta de cuatro cuadernos de tres piezas cada uno.

Piezas

* Granada (Serenata)
* Cataluña (Curranda)
* Sevilla (Sevillanas)
* Cádiz (Saeta)
* Asturias (Leyenda)
* Aragón (Fantasía)
* Castilla (Seguidillas)
* Cuba (Nocturno)

Cuba formó parte de España hasta 1898. El nocturno tiene el estilo de una habanera. La fantasía de Aragón tiene forma de jota. Asturias (Leyenda) y Cádiz (Saeta) no son muy precisas en cuanto a la relación entre la pieza y la región. A pesar del carácter artificial de la Suite Española Op.47, con el tiempo se ha convertido en una de las obras de Albéniz para piano más interpretadas y conocidas tanto por pianistas como por el público.

Descripción

* Granada: se trata de una serenata reposada y sensual en la que la mano izquierda presenta una rica melodía que constituye el tema principal. Un segundo tema, en modo menor, contrasta con su atmósfera melancólica y de misterio.
* Cataluña: el manuscrito, conservado en el Conservatorio de Madrid, aparece fechado el 24 de marzo de 1886. Es una corranda, danza que se baila en corro con las manos de las mujeres sobre los hombros de los varones.
* Sevilla: compuesta y estrenada esta pieza en Madrid en 1886, utiliza en ella Albéniz una sevillana, con su estilizado garbo y sabor popular y aristocrático. Tiene un intermedio, en forma de copla, presentado por ambas manos al unísono.
* Cádiz: es una canción en la que escuchamos el rasgueo de la guitarra, encomendado a la mano izquierda, mientras que la derecha entona la canción en un diseño sencillo. La parte central, en modo menor, pone un punto de suave melancolía.
* Asturias: es acaso la más conocida de todas las piezas de esta Suite. El autor la subtituló Leyenda. Pese a su adscripción a la región cantábrica, evoca una soleá de sabor hondo y andaluz, con una copla de sabor también andaluz.
* Aragón: se recrea a modo de fantasía el ámbito de la jota aragonesa con su gran riqueza rítmica, que aparece a través de varios temas que desembocan en un final de espectacular virtuosismo.
* Castilla: pese a su título, se trata de unas seguidillas, con su ritmo y su carácter que le son propios.
* Cuba: el manuscrito de este capricho, fechado el 25 de mayo de 1886, se guarda en el Conservatorio de Madrid. Refleja esta pieza la estancia del compositor en Cuba en 1875, aún adolescente, y en 1881, cuando tenía veintiún años. Es una pieza rica y contrastada en ritmo
s, de atmósfera evocadora y sensual.

Um belo cd, que deve ser ouvido com toda a tranquilidade de um sábado a tarde chuvoso, exatamente o que estou fazendo neste momento.

Isaac Albéniz – Iberia – Suite Española – Alicia de Larrocha

01 Iberia – Evocacion
02 El Puerto
03 El Corpus Christi en Sevilla
04 Rondeña
05 Almeria
06 Triana
07 El Albaicin
08 El Polo
09 Lavapies

CD 2

01 Iberia – Malaga
02 Iberia – Jerez
03 Iberia – Eritaña
04 Navarra
05 Suite espanola – Granada (Serenata)
06 Suite espanola – Cataluña (Corranda)
07 Suite espanola – Sevilla (Sevillanas)
08 Suite espanola – Cadiz (Cancion)
09 Suite espanola – Asturias (Leyenda)
10 Suite espanola – Aragon (Fantasia)
11 Suite espanola – Cuba (Capricho)
12 Suite espanola – Castilla (Seguidillas)

Alicia de Larrocha – Piano

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FDP Bach

Links revalidados por Vassily

.: interlúdio :. Sony Boy Williamson II Songbook – VA

FrontEsse CD é espetacular, não apenas por trazer composições de um grande mestre do Blues, Sonny Boy Williamson II, o que seria suficiente, mas também por trazer um timaço de músicos de Blues, interpretando os clássicos desse grande compositor. Sim, é um songbook, alguns torcem o nariz para esse fomato, mas eu gosto por mostrar a diversidade de possibilidades que estas canções oferecem. Na verdade, o que vale aqui são as canções, verdadeiros hinos do Blues, e que influenciaram muita gente, e falo de gente do nível de Keith Richards, Jimmy Page, Eric Clapton, Jeff Beck, entre tantos outros. Minha faixa favorita nesse ótimo CD é “On Way Out” com a formação clássica do The Almann Brothers Band, ainda nos tempos de Duane Almann. O dueto de guitarras de Duane e Dickey Betts é sensacional.
Para animar os ânimos depois da última postagem de Shostakovich.

01. Sonny Boy Williamson II – Help Me (3:05)
02. Jonny Lang – Good Morning Little School Girl (4:13)
03. The Allman Brothers Band – One Way Out (4:54)
04. Buddy Guy – Keep It To Myself (2:42)
05. John Mayall & The Bluesbreakers – Checkin’ Up On My Baby (4:00)
06. B.B. King – Eyesight To The Blind (4:03)
07. Howlin’ Wolf – Decoration Day (3:14)
08. John Mayall & The Bluesbreakers – Bye Bye Bird (2:46)
09. Howlin’ Wolf – Crazy About You Baby (2:19)
10. James Cotton – Dealin’ With The Devil (3:34)
11. Muddy Waters – Nine Below Zero (4:50)
12. Clarence ‘Gatemouth’ Brown – Cross My Heart (3:09)
13. Ten Years After – Help Me (9:47)
14. John Mayall & The Bluesbreakers – Your Funeral And My Trial (3:53)
15. Sonny Boy Williamson II – Bring It On Home (2:37)

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Dmitri Shostakovich (1906-1975) – CD 9 DE 11 – Symphony nº 13 for Bass Solist, Choir of Basses and Symphony Orchestra in B Flat Minor, op. 113 “Babi Yar” – Eizen, MPSO, Kondrashin

CD9 (1)Dentro de alguns dias entrará no ar outra postagem com essa mesma sinfonia, na verdade uma repostagem, com outro regente e orquestra. Especialista na obra de Shostakovich, PQPBach dará maiores detalhes a respeito dessa impressionante sinfonia, que sempre me chamou a atenção, desde o primeiro contato que tive com ela. Afinal, convenhamos, uma obra para baixo solista e coro de baixos chama a atenção.
Em uma obra deste porte tudo tem de ser grandioso, começando pela orquestração. Grandes momentos, grandes corais, um solista com um fôlego impressionante, enfim, junte tudo isso com um regente do quilate de Kirill Kondrashin dirigindo e você terá um CD facilmente classificável como IM-PER-DÍ-VEL !!!
Espero que apreciem. Não é uma obra de fácil assimilação, é densa, que cria um ambiente pesado, como não poderia deixar de ser, afinal é baseada em um poema que trata do massacre de judeus em Babi Yar, ocorrido em 1941, ou seja, em plena Segunda Guerra Mundial.

01. Symphony No. 13 in B-flat minor, Op. 113 ‘Babi Yar’ I. Babi Yar Adagio
02. Symphony No. 13 in B-flat minor, Op. 113 ‘Babi Yar’ II. Humour Allegretto
03. Symphony No. 13 in B-flat minor, Op. 113 ‘Babi Yar’ III. At the Store Adagio
04. Symphony No. 13 in B-flat minor, Op. 113 ‘Babi Yar’ IV. Fears Largo
05. Symphony No. 13 in B-flat minor, Op. 113 ‘Babi Yar’ V. Progress Allegretto

Artur Eizen – Bass
Bass Group of The Russian State Choral Chapel
Moscow Philharmonic Symphony Orchestra
Kirill Kondrashin – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – The Five Cello Sonatas – Tortelier, Heidsieck

frontFaz algum tempo que estas sonatas para violoncelo e piano de Beethoven não aparecem por aqui. Lembro de ter trazido a histórica gravação do selo Philips com a dupla Rostropovich / Richter, mas com certeza o link já expirou há muito tempo.
E como são lindas estas sonatas e como fazem falta… Paul Tortelier foi um dos grandes violoncelistas do século XX. Estas gravações foram realizadas em 1972, esse que vos escreve ainda era uma criança com pouca compreensão da realidade e da vida que o cercava, ainda ia demorar um pouco para entender os mistérios da existência humana.
Mas vamos ao que viemos. Beethoven está em muitas boas mãos.

CD 1

01. Sonata No.1 in F – I. Adagio sostenuto – Allegro
02. Sonata No.1 in F – II. Allegro vivace
03. Sonata No.2 in G minor – I. Adagio Sostenuto ed espressivo
04. Sonata No.2 in G minor – II. Allegro molto più tosto presto
05. Sonata No.2 in G minor – III. Rondo (Allegro)

CD 2

01. Sonata No.3 in A – I. Allegro, ma non tanto
02. Sonata No.3 in A – II. Scherzo (Allegro molto)
03. Sonata No.3 in A – III. Anadante cantabile – Allegro vivace
04. Sonata No.4 in C – I. Andante – Allegro vivace
05. Sonata No.4 in C – II. Adagio – Tempo d’Andante – Allegro vivace
06. Sonata No.5 in D – I. Allegro con brio
07. Sonata No.5 in D – II. Adagio con molto sentimento d’affetto
08. Sonata No.5 in D – III. Allegro – Allegro fugato

Paul Tortelier – Violoncelo
Eric Heidsieck – Piano

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Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847): Symphony nº 3 “Scottish” / Overture “The Fair Melusina” / “Trumpet Overture” / Ruy Blas

Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847): Symphony nº 3 “Scottish” / Overture “The Fair Melusina” / “Trumpet Overture” / Ruy Blas

Mais um CD da integral das sinfonias e aberturas de Mendelssohn. Desta vez, a famosa Sinfonia nº 3, também conhecida como “Escocesa”, concebida em 1829, logo após uma viagem do compositor para a Escócia, porém só concluída em 1842,e estreada em 3 de março daquele ano. É dedicada a Rainha Victoria e ao Reino Unido.

Apesar de ter vivido apenas 38 anos, a produção de Mendelssohn foi grande. Música de câmara, concertos para piano, violino, sinfonias, e até mesmo dois oratórios, que devo postar num futuro próximo.

A regência, como sempre, está a cargo de Claudio Abbado, à frente da Sinfônica de Londres, e mais um grande momento da carreira deste maestro.

Felix Mendelssohn Bartholdy – Symphony nº 3 in A Minor, op. 56 “Scottish”, Overture “The Fair Melusina”, op. 32, “Trumpet Overture”, op. 101, Ruy Blas, op. 95

01 Symphony No3-Andante con moto-Allegro un poco agitato
02 Symphony No3-Vivace non troppo
03 Symphony No3-Adagio
04 Symphony No3-Allegro vivacissimo-Allegro maestoso assai
05 Ouvertüre-Märchen von der schönen Melusine
06 Trompeten-Ouvertüre
07 Ruy Blas

London Symphony Orchestra
Claudio Abbado

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Notaram meu penteado emo?
Notaram meu penteado quase emo?

FDP (revalidado por PQP)

Giuseppe Verdi (1813-1901) – Aida – Tebaldi, Bergonzi, Simionato, MacNeil, Karajan

Image3Sim, eu sei, óperas por aqui são raras. Tentamos suprir as faltas na medida do possível, mas temos tantas outras coisas a oferecer… ponto para o Bisnaga, quando há um tempo atrás postou um monte de cds da Maria Callas, sei lá quantos.
Como não sou um expert na área, todos os comentários que eu vier a proferir são de minha inteira e única responsabilidade. Mas não creio que algum ser humano com um mínimo de sensibilidade musical vai reclamar dessa histórica gravação que Herr Karajan realizou no final dos anos 50, 1959 para ser mais exato, e trouxe um timaço de cantores, liderados pela soprano Renata Tebaldi e pela mezzo-soprano Giulietta Simionato. O mocinho da história, Radamés, é interpretado por Carlo Bergonzi, famoso tenor da época.
O libreto está disponível em diversos sites na internet, mas não consegui encontrar um que tivesse a tradução para o português. Se alguém encontrar e se dispor a nos passar o link, agradecemos muito. A Wikipedia fez um importante trabalho ao nos disponibilizar a sinopse da ópera, ato por ato.
Enfim, um CD extraordinário, com um total domínio e controle de Herr Karajan, dirigindo a fantástica Filarmônica de Viena e um Coral também fantástico.

CD 1

01. Preludio
02. Si corre voce che
03. Se quel guerrier io fossi!
04. Quale insolita gioia
05. Alta cagion v’aduna
06. Ritorna vincitor!
07. Possente, possente Ftha
08. Mortal, dilleto ai Numi
09. Chi mai fra gl’inni e i plausi
10. Fu la sorte dell’armi a’tuoi funesta
11. Su! del Nilo al sacro lido
12. Gloria all’Egitto
13. Marcia e ballabile
14. Vieni, o guerriero vindice
15. Salvator della patria, io ti saluto
16. Che veggo!… Egli… Mio padre!
17. Quest’assisa ch’io vesto vi dica
18. Ma tu, Re, tu signore possente

CD 2

01. O Re pei sacri Numi
02. Gloria all’Egitto
03. O tu che sei d’Osiride madre immortale
04. Qui Radames verra! O patria mia
05. Ciel! mio padre! … Rivedrai le foreste imbalsamate
06. Pur ti riveggo, mia dolce Aida
07. Fuggiam gli ardori inospiti
08. Tu!… Amanasro!… tu!… il Re
09. L’aborrita rivale a me sfuggia
10. Gia i Sacerdoti adunansi
11. Ohime!… morir mi sento!
12. Radames! Radames! Radames! Tu rivelasti
13. La fatal pietra sovra me si chiuse
14. Presago il core della tua condanna
15. O terra, addio

Aida – Renata Tebaldi
Radamés – Carlo Bergonzi
Amneris – Giuletta Simionato
Amonasro – Cornell MacNeil
Singverein der Gesellschaft der Musikfreunde
Wiener Philharmoniker
Herbert von Karajan – Conductor

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Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Complete Symphonies – CDs 6 e 7 de 11 – Kondrashin, MPSO

CD6 (1)Vamos adiantar um pouco as coisas, para conseguir dar conta do recado. Meus dias tem sido muito intensos, e quando chego em casa nem quero ligar o computador.
Então vou postar dois cds de uma só vez, o 6º e o 7º, que trazem mais algumas obras primas do compositor russo: as sinfonias de nº 9, 10, e 11, três obras fundamentais no repertório sinfônico do século XX.
E como sempre digo, o tempo urge, e fico por aqui. Boa audição.

CD 6
01. Symphony No. 9 in E-flat major, Op. 70 I. Allegro
02. Symphony No. 9 in E-flat major, Op. 70 II. Moderato
03. Symphony No. 9 in E-flat major, Op. 70 III. Presto
04. Symphony No. 9 in E-flat major, Op. 70 IV. Largo
05. Symphony No. 9 in E-flat major, Op. 70 V. Allegretto
06. Symphony No. 10 in E minor, Op. 93 I. Moderato
07. Symphony No. 10 in E minor, Op. 93 II. Allegro
08. Symphony No. 10 in E minor, Op. 93 III. Allegretto
09. Symphony No. 10 in E minor, Op. 93 IV. Andante – Allegro

CD 7

01. Symphony No. 11 in G minor, Op. 103 ‘1905’ I. Palace Square Adagio
02. Symphony No. 11 in G minor, Op. 103 ‘1905’ II. January the Ninth Adagio
03. Symphony No. 11 in G minor, Op. 103 ‘1905’ III. Eternal Memory Adagio
04. Symphony No. 11 in G minor, Op. 103 ‘1905’ IV. Tocsin Allegro non troppo – Allegro – Adagio – Allegro

CD 6 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 7 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Samuel Barber (1910-1981) – Piano Concerto, op. 38, Bèla Bártok (1881-1945) – Piano Concerto nº 3 – Jarrett, Davies

thumbnailDurante mais de trinta anos o selo alemão ECM segurou essas gravações realizadas ao vivo de Keith Jarrett. Não sei que tipo de acordo o pianista tinha ou tem com a gravadora para segurar tal preciosidade por tanto tempo, mas enfim, finalmente finalmente tivemos acesso a essa legítima jóia da discografia desse excepcional músico.

A sensibilidade e delicadeza do seu fraseado tornam essa sua interpretação de Barber uma das melhores já realizadas desse concerto. Prestem atenção no segundo movimento e me digam se não tenho razão. Como não poderia deixar de ser, trata-se de uma obra altamente técnica, que exige do solista muita preparação e fôlego, E virtuosismo, mas como estamos falando de Keith Jarrett, isso ele tem de sobra. E volto a lembrar que estas gravações foram realizadas nos anos 80, quando o músico já era mais do que conhecido nos palcos do mundo inteiro, e já havia se consolidado como um dos grandes músicos de jazz de sua geração.

01 – Samuel Barber – Piano Concerto op. 38 – I Allegro appassionato
02 – Samuel Barber – Piano Concerto op. 38 – II Canzone, Moderato
03 – Samuel Barber – Piano Concerto op. 38 – III Allegro molto

Keith Jarrett – Piano
Rundfunk-Sinfonieorchester Saarbrücken
Dennis Russel-Davies – Conductor

04 – Bela Bartok – Piano Concerto No. 3 – I Allegretto
05 – Bela Bartok – Piano Concerto No. 3 – II Adagio religioso
06 – Bela Bartok – Piano Concerto No. 3 – III Allegro vivace

Keith Jarrett – Piano
New Japan Philharmonic Orchestra
Kazuoyshi Akyiama – Conductor

07 – Keith Jarrett – Tokyo Encore – Nothing But A Dream

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) – English Suite No.2 in a Minor Bwv 807, English Suite No.3 in G Minor Bwv 808 – Ivo Pogorelich

51A5vqbdwVLConfesso que nunca acompanhei com muita atenção a carreira de Ivo Pogorelich. Tanto que em minha ignorância acreditava que era russo, e não croata. Mas enfim, são detalhes.
O que importa aqui é essa sua excepcional leitura das Suítes Inglesas de Bach. Desde o fenomenal Prelúdio da segunda suíte, que abre o cd, podemos ver que ali está um músico focado, que sabe que tem pela frente um grande desafio, mas o encara com segurança e um tremendo virtuosismo.
Mas vamos ao que interessa.

1 English Suite No.2 in a Minor Bwv 807 – Prelude
2 English Suite No.2 in a Minor Bwv 807 – Allemande
3 English Suite No.2 in a Minor Bwv 807 – Courante
4 English Suite No.2 in a Minor Bwv 807 – Sarabande
5 English Suite No.2 in a Minor Bwv 807 – Bourée I – II
6 English Suite No.2 in a Minor Bwv 807 – Gigue
7 English Suite No.3 in G Minor Bwv 808; Allemande
8 English Suite No.3 in G Minor Bwv 808 – Courante
9 English Suite No.3 in G Minor Bwv 808 – Sarabande
10 English Suite No.3 in G Minor Bwv 808 – Gavotte I – II
11 English Suite No.3 in G Minor Bwv 808 – Gigue

Ivo Pogorelich – Piano

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Franz Danzi (1763-1826) – The Concertos for Flute & Orchestra – Adorján, Münchener Kammerorchester, Stalmair

frontO que, você não conhece Franz Danzi? Sério? Bem, não se preocupe, até ter acesso a esse CD eu também nunca tinha ouvido falar desse compositor alemão, contemporâneo de Mozart, de Haydn, de Beethoven, etc. Nascido no seio de uma família de músicos proeminentes, sua vida foi relativamente tranquila, regeu óperas de Mozart, e sua esposa foi uma das principais das intérpretes das óperas do gênio de Salzburg, amigo de Spohr, Stamitz e de Carl Maria von Weber. Era bem relacionado o rapaz.
Mas indo direto ao que nos interessa, estes concertos para Flauta são muito bonitos, apesar de pouco interpretados. Só o selo ORFEO mesmo para resgatar essa preciosidade. Em alguns momentos, parece que estamos ouvindo Mozart, Weber, ou até mesmo Beethoven.
O flautista hungaro András Andorján foi aluno de Aurèle Nicolet e de Jean-Pierre Rampal, ou seja, o cara não é fraco não. Ah, tem outro hungaro famoso com o mesmo nome, mas que é um enxadrista de renome internacional, favor não confundir.
Então vamos ao que interessa. Lindo CD, com uma música agradabilíssima aos ouvidos. Creio que os senhores irão gostar, principalmente os fãs desse instrumento tão peculiar que é a flauta.

01 – Concerto Nr.1 Op.30 G major Allegro
02 – Concerto Nr.1 Op.30 G major Larghetto
03 – Concerto Nr.1 Op.30 G major Allegro moderato
04 – Concerto Nr.2 Op.31 D minor Allegro
05 – Concerto Nr.2 Op.31 D minor Larghetto non troppo
06 – Concerto Nr.2 Op.31 D minor Polacca
07 – Concerto Nr.3 Op.42 D minor Allegro
08 – Concerto Nr.3 Op.42 D minor Andante
09 – Concerto Nr.3 Op.42 D minor Allegretto
10 – Concerto Nr.4 Op.43 D major Larghetto-Allegro
11 – Concerto Nr.4 Op.43 D major Larghetto
12 – Concerto Nr.4 Op.43 D major Allegretto

András Adorján – Flute
Münchener Kammerorchester
Hans Stadlmair – Conductor

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Dmitri Shostakovich – Complete Symphonies – CD 5 de 11 – Symphony nº8 in C Minor, op. 65 – Kondrashin, MPSO

CD5 (1)Pensaram que eu tinha desistido, né? Não, não se preocupem. Resolvi dar um tempo para deixá-los aproveitar outras coisas.
Esta é uma das sinfonias mais dramáticas que Shostakovich escreveu. Já no enorme primeiro movimento sentimos que a coisa é séria, já que ela foi composta no meio da Segunda Guerra Mundial, em 1943 para ser mais exato.
Kirill Kondrashin, para variar, está impecável frente à orquestra. Definitivamente, um dos grandes regentes do século XX.

01. Symphony No. 8 in C minor, Op. 65 I. Adagio
02. Symphony No. 8 in C minor, Op. 65 II. Allegretto
03. Symphony No. 8 in C minor, Op. 65 III. Allegro non troppo
04. Symphony No. 8 in C minor, Op. 65 IV. Largo
05. Symphony No. 8 in C minor, Op. 65 V. Allegretto
06. The Sun Shines on Our Motherland, Cantata, Op. 90

Moscow Philharmonic Symphony Orchestra
Kirill Kondrashin – Conductor

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Giuseppe Verdi (1813-1901) – Requiem – Pavarotti, Horne, Sutherland, Talvela, WPO, Solti

CoverDia desses pediram esse Requiem de Verdi. Resolvi procurar no meio da minha bagunça e encontrei essa gravação histórica de George Solti, reunindo um timaço de solistas, para alguns, a melhor gravação já realizada dessa obra. Como não sou especialista em Verdi, apenas cito os comentários dos clientes da amazon:

“One of two definitive Verdi Requiems”
“An Energetic and highly Dramatic Verdi Requiem”
“Best performance ever”

De qualquer maneira, é inegável a qualidade dessa gravação. Para se ouvir de joelhos, e agradecendo a oportunidade de se ter acesso a tal maravilha.
Deleitem-se, mortais.

1. Requiem aeternam & Kyrie
2. 2a. Dies irae Dies irae
3. 2b. Dies irae Tuba mirum – 2c. Mors stupebit
4. 2d. Dies irae Liber scriptus
5. 2e. Dies irae Quid sum miser
6. 2f. Dies irae Rex Tremendae
7. 2g. Dies irae Recordare
8. 2h. Dies irae Ingemisco
9. 2i. Dies irae Confutatis
10. 2j. Dies irae Lacrymosa
11. 3a. Offertorium Domine, Jesu Christe
12. 3b. Offertorium Hostias
13. 4. Sanctus
14. 5. Agnus Dei
15. 6. Lux Aeterna
16. 7a. Libera Me Libera Me
17. 7b. Libera Me Dies Irae
18. 7c. Libera Me Requiem Aeternam
19. 7d. Libera Me Libera Me

Joan Sutherland – Soprano
Marilyn Horne – Contralto
Luciano Pavarotti – Tenor
Martii Talvela – Bass
Vienna State Opera Chorus
Vienna Philharmonic Orchestra
George Solti – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphony No.5 in C minor, Op.67, Robert Schumann – Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – Giulini, LAPO

41PQMW6EW1LJá fazia algum tempo que a Quinta Sinfonia de Beethoven não aparecia por aqui. O que é uma pena, convenhamos. A temos em tão alto grau de estima e a sabemos de cor, tudo bem, mas faz bem ao espírito ouvir o tchatchatchatchan. Ela faz parte de nossa vida, está embrenhada em nossa cabeça de tal forma que não há como nos desvencilharmos dela. E nem queremos também.
Para suprir essa falta que ela nos faz, trago uma versão diferente das demais, ao menos para mim. O maestro Carlo Maria Giulini é o destaque desta versão regendo a Filarmônica de Los Angeles.
A outra obra desse cd no mínimo diferente, devido a escolha do repertório, é a Terceira Sinfonia de Schumann, conhecida com Renana. Adoro seu primeiro movimento, ele é de uma beleza ímpar, com uma linha melódica tipicamente romântica, que amplia nossos sentidos. Uma verdeira obra prima.

01 – Beethoven – Symphony No.5 in C minor, Op.67 – 1. Allegro con brio
02 – 2. Andante con moto
03 – 3. Allegro
04 – 4. Allegro
05 – Schumann – Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 1. Lebhaft
06 – 2. Scherzo (Sehr mäßig)
07 – 3. Nicht schnell
08 – 4. Feierlich
09 – 5. Lebhaft

Los Angeles Philharmonic Orchestra
Carlo Maria Giulini – Conductor

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Luigi Boccherini (1743-1805) – Cello Concertos vol. 2 – Tim Hugh, SCO, Halstead

61OsXFH5EwL._SL1087_Com o perdão do atraso, eis aí o segundo volume desta bela série do violoncelista inglês Tim Hugh interpretando as obras de Boccherini. Lindas melodias, exploradas com maestria pelo solista, com discreta porém eficiente parceria da ótima Scottish Chamber Orchestra dirigida por Anthony Halstead.
Gosto muito desse período de transição na história da música. Lembremos que quando Boccherini nasceu dois dos maiores compositores de todos os tempos ainda viviam, Bach e Haendel, sem esquecermos de Telemann e VIvaldi, para citar alguns. O ambiente musical então era riquíssimo.
Duas curiosidades sobre o cellista Tim Hugh: ele foi alunos de duas lendas do instrumento, Aldo Parisot e Jacqueline Du Pré. E além de músico também é médico.
Mas vamos ao que viemos, pois o tempo urge.

P.S. Infelizmente não tenho o terceiro CD da coleção. Aceitamos contribuições.

01 – Cello Concerto in E flat major, G. 474- Allegro con spirito
02 – Cello Concerto in E flat major, G. 474- Larghetto
03 – Cello Concerto in E flat major, G. 474- Rondo-Comodo assai-Rondo
04 – Cello Concerto in A major, G. 475- No. 1, Allegro
05 – Cello Concerto in A major, G. 475- No. 2, Adagio
06 – Cello Concerto in A major, G. 475- No. 3, Allegro
07 – Cello Concerto in D major, G. 476- No. 1, Allegro
08 – Cello Concerto in D major, G. 476- No. 2, Adagio
09 – Cello Concerto in D major, G. 476- No. 3, Allegro

Tim Hugh – Cello
Scottish Chamber Orchestra
Anthony Halstead – Conductor

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Sonatas for Violin & Harpsichord – Carmignola, Marcon

FrontNa certeza de que este CD já havia sido postado, deixei-o de lado nos últimos meses. Mas para minha surpresa, na verdade ele nunca apareceu cá pelas bandas do PQPBach. O que é uma boa notícia, afinal trata-se de dois estupendos músicos, especialistas no repertório barroco, encarando a obra de nosso Johann Sebastian.

Estas sonatas já apareceram por aqui em outras ocasiões, com outros intérpretes tão competentes quanto Carmignola / Marcon. Então por que estou as trazendo novamente? Simples, porque nós do PQPBach somos como caçadores do Santo Graal das gravações, gostamos de ouvir todas as possibilidades possíveis dentro da infindável variedade de possibilidades existentes no mercado. Não sei porque adquirimos esse vício, pertencemos àquele restrito mundo de metidos que enche a boca para dizer que prefere Rachel Podger tocando Bach à Viktoria Mullova, que as gravações históricas são superiores àquelas feitas pelas grandes orquestras, que citam nomes complicados como Harnoncourt ou Leonhardt … enquanto isso, 99,9% da população mundial não entende patavina do que estamos falando.
Então talvez seja para mostrar o porque preferimos Podger à Mullova, ou até mesmo ao Carmignola, que trazemos esses cds. Assim os senhores podem entender um pouco mais do que estou falando.
Ah, sim, tratam-se de dois cds absolutamente IM-PER-DÍ-VEIS !!

CD 1

01. Sonata No.1 in B minor for Violin and Harpsichord, BWV 1014  I. Adagio
02. II. Allegro
03. III. Andante
04. IV. Allegro
05. Sonata No.2 in A major for Violin and Harpsichord, BWV 1015  I. (Dolce)
06. II. Allegro
07. III. Andante un poco
08. IV. Presto
09. Sonata No.3 in E major for Violin and Harpsichord, BWV 1016  I. Adagio
10. II. Allegro
11. III. Adagio ma non tanto
12. IV. Allegro

CD 2

01. Sonata No.4 in C minor for Violin and Harpsichord, BWV 1017  I. Largo
02. II. Allegro
03. III. Adagio
04.  IV. Allegro
05. Sonata No.5 in F minor for Violin and Harpsichord, BWV 1018  I. Largo
06. II. Allegro
07. III. Adagio
08. IV. Vivace
09. Sonata No.6 in G major for Violin and Harpsichord, BWV 1019  I. Allegro
10. II. Largo
11. III. Allegro (harpsichord solo)
12. IV. Adagio
13. V. Allegro

Giuliano Carmignola – Violin
Andrea Marcon – Harpsichord

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE