Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908): Sheherazade, Antar (Ansermet)

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908): Sheherazade, Antar (Ansermet)

A obra prima ‘Sheherazade’ do compositor russo Rimsky-Korsakov nas mãos de Ansermet torna-se algo ainda mais espetacular. Desde os primeiros acordes já entendemos o que virá pela frente. Confesso que minha versão favorita é a que Herr Karajan gravou nos anos 60, ou 70, não tenho certeza, mas esta aqui não fica atrás. Não é tão espetaculosa quanto a do Kaiser, mas Ansermet soube destacar as nuances e detalhes da obra  com a maestria de sempre.

O CD se completa com a Sinfônica Nº 2 ‘Antar’. Em poucas palavras, um CD para se ouvir à exaustão, para ser apreciado sem moderação.

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908): Sheherazade, Antar (Ansermet)

1 Scheherazade, Op.35 – The Sea and Sinbad’s Ship 10:11
2 Scheherazade, Op.35 – The Story of the Calender Prince 11:15
3 Scheherazade, Op.35 – The Young Prince and the Young Princess 9:39
4 Scheherazade, Op.35 – Festival at Bagdad – The Sea – The Shipwreck against a rock surmounted by a bronze warrior (The Shipwreck) 12:27

5 Symphony No.2, Op.9 “Antar” – 1. Largo – Allegro giocoso – Adagio – Largo – (Tempo I) – Allegretto Vivace – Largo (Tempo I) 11:55
6 Symphony No.2, Op.9 “Antar” – 2. Allegro – Molto allegro – Meno mosso, allargando – Allegro (Tempo I) 5:11
7 Symphony No.2, Op.9 “Antar” – 3. Allegro risoluto alla marcia 5:42
8 Symphony No.2, Op.9 “Antar” – 4. Allegretto vivace – Andante amoroso – Animato assai – Tempo I 8:29

L´Orchestre de La Suisse Romande
Ernest Ansermet – Conductor

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O barba sabia tudo de orquestração...
O barba sabia tudo de orquestração.

FDP

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Abertura Coriolano / Piotr Illich Tchaikovsky (1840-1893): Concerto para Violino, op. 35 / Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonia nº1, Titã – Tetzlaff, Gardner CBSO

coverO Concerto para violino de Tchaikovsky tem um efeito meio que hipnótico sobre mim. Paro de fazer o que estou fazendo só para ouvi-lo, mesmo depois de quase quarenta anos que o conheço. É o mais belo de todos os concertos para o instrumento, não tenho dúvidas com relação a isso. Brahms que me perdoe, ou então Beethoven, se for listar os meus três favoritos. A melodia principal sobre a qual se desenvolve o tema é belíssima, e é impossível não ficarmos assobiando ela por um bom tempo depois de ouvir o concerto. Reza a lenda que quando apresentou a obra para alguns violinistas de sua época Tchaikovsky ouviu que sua execução era impossível. Lenda ou não, é inegável a dificuldade de sua execução. Para maiores informações sugiro a Wikipedia.

A interpretação do Concerto neste CD que ora vos trago está a cargo de Christian Tetzlaff, excelente violinista alemão, que nos mostra uma leitura vigorosa, evitando cair nas armadilhas da obra, e talvez por este motivo essa sua leitura perde um pouco da emotividade e sensibilidade tão necessária para sua execução. Claro que esta é uma opinião pessoal e ninguém precisa concordar comigo.

O Orquestra Sinfônica da Cidade de Birmingham foi dirigida durante muitos anos por Sir Simon Rattle, que a moldou e a transformou em uma das melhores orquestras européias do final do século XX. Aqui ela é dirigida por Edward Gardner, que depois do Beethoven e do Tchaikovsky encara ‘apenas’ a Sinfonia Titã de Mahler. Cabra macho esse.
A gravação deste Cd foi realizada ao vivo, por isso ouvimos as tradicionais palmas, e o bis com Bach depois do Concerto de Tchaikovsky.

CD 1

01 Overture Coriolan, Op.62
02 Concerto pour violon en ré majeur, op. 351. Allegro moderato
03 Concerto pour violon en ré majeur, op. 352. Canzonetta (Andante)
04 Concerto pour violon en ré majeur, op. 353. Finale (Allegro vivacissimo)
05 Partita for Violin Solo No.3 in E, BWV 10063. Gavotte en Rondeau

Christian Tetzlaff – Violin
City of Birmingham Symphony Orchestra
Edward Gardner – Conductor

CD 2

01 Symphonie n° 1 en ré majeur Titan1. Langsam. Schleppend
02 Symphonie n° 1 en ré majeur Titan2. Kräftig bewegt
03 Symphonie n° 1 en ré majeur Titan3. Feierlich und gemessen, ohne zu schleppen
04 Symphonie n° 1 en ré majeur Titan4. Stürmisch bewegt

City of Birmingham Symphony Orchestra
Edward Gardner – Conductor

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FDP Bach

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Testament: Complete Sonatas and Partitas for Solo Violin – Rachel Barton Pine

coverNestas minhas férias ‘sabáticas’ do PQPBach estou aproveitando para colocar em dia a audição de dezenas de CDs. E um dos que tem me chamado a atenção é este em que a violinista norte americana Rachel Barton Pine encara as Sonatas e Partitas de nosso pai musical, o bom e velho João Sebastião.

Já fazia algum tempo que eu não via tamanha unanimidade entre os clientes da amazon. E creio que por aqui não vai ser diferente. A menina é um assombro, um fenômeno. Encara com tal maturidade estas peças que parece que as toca há décadas.

Quem vai ficar muito feliz com este CD duplo é nosso mentor, PQPBach, fá confesso da moça, inclusive já teve a oportunidade de assistir uma apresentação sua ao vivo.

Johann Sebastian Bach (1685-1750): Testament: Complete Sonatas and Partitas for Solo Violin

1 Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: I. Adagio
2 Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: II. Fuga
3 Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: III. Siciliana
4 Sonata No. 1 in G Minor, BWV 1001: IV. Presto
5 Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: I. Allemanda
6 Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: II. Corrente
7 Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: III. Sarabande
8 Partita No. 1 in B Minor, BWV 1002: IV. Tempo di Borea
9 Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: I. Grave
10 Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: II. Fuga
11 Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: III. Andante
12 Sonata No. 2 in A Minor, BWV 1003: IV. Allegro
13 Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: I. Allemanda
14 Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: II Corrente
15 Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: III. Sarabanda
16 Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: IV. Giga
17 Partita No. 2 in D Minor, BWV 1004: V. Ciaccona
18 Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: I Adagio
19 Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: II. Fuga
20 Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: III. Largo
21 Sonata No. 3 in C Major, BWV 1005: IV. Allegro assai
22 Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: I. Preludio
23 Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: II. Loure
24 Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: III. Gavotte en rondeau
25 Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: IV. Menuet I & II
26 Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: V. Boureé
27 Partita No. 3 in E Major, BWV 1006: VI. Gigue

Rachel Barton Pine – Violino

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Essa menina vai longe !!!

Max Bruch (1838-1920): The Complete Violin Concertos / Scottish Fantasy (Accardo – Masur)

Max Bruch (1838-1920): The Complete Violin Concertos / Scottish Fantasy (Accardo – Masur)


Definitivamente este é um cd do cacete, com o perdão da expressão. Max Bruch e Salvatore Accardo nasceram um para o outro. Gould-Bach, Karajan-Beethoven, Kempff-Schubert, Rubinstein-Chopin, enfim, todos estes instrumentistas tinham uma cara metade, e posso perfeitamente colocar Accardo-Bruch neste panteão, apesar de ter verdadeira admiração pelo Paganini do próprio Accardo, mas o que temos aqui é o supra sumo das gravações do concertos para violino de Bruch, incluíndo aí, é claro, sua serenata e sua Scottish Fantasy. Já ouvi diversas gravações destas obras. Heifetz, Oistrakh, Perlman, Mullova, todos eles fizeram um trabalho memorável, mas Accardo está com o capeta aqui. Alternando os momentos escancaradamente românticos, com os escancaradamente técnicos, ele consegue imprimir uma sonoridade única em seu Stradivarius 1718, nos emocionando até o último fio de cabelo. Claro que ele conta com a cumplicidade de Kurt Masur e a extraordinária Leipzig Gewandhaus Orchestra, mas o que conta é o feeling e o timing perfeitos de Accardo. As cinco estrelas dadas pelos clientes da amazon são mais que merecidas.

Max Christian Friedrich Bruch –
The Complete Violin Concertos – Scottish Fantasy –
Accardo – Masur

CD 1

Violin Concerto No.1 in G minor, Op.26
Venue: Gewandhaus,Leipzig – June 1977
1.01 I.   Vorspiel. Allegro moderato
1.02 II.  Adagio
1.03 III. Finale. Allegro energico

Violin Concerto No.2 in D minor, Op.44
Venue: Gewandhaus,Leipzig – June 1977
1.04 I.   Adagio non troppo
1.05 II.  Recitativo. Allegro moderato – Allegro – Andante sostenuto
1.06 II. Finale. Allegro molto

Serenade, for violin and orchestra in A minor, Op.75
Venue: Gewandhaus,Leipzig – April 1978
1.07 I.   Andante con moto
1.08 II.  Allegro moderato, alle marcia
1.09 III. Notturno

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CD 2

Violin Concerto No.3 in D minor, Op.58
Venue: Gewandhaus,Leipzig – March 1978
2.01 IV.  Allegro energico e vivace
2.02 I.   Allegro energico
2.03 II.  Adagio
2.04 III. Finale. Allegro molto

Scottish Fantasy, for violin & orchestra, Op.46
Venue: Gewandhaus,Leipzig – June 1977
2.05       Einleitung. Grave
2.06 I.    Adagio cantabile
2.07 IIa. Scherzo. Allegro
2.08 IIb. Adagio
2.09 III. Andante sostenuto
2.10 IV.  Finale. Allegro guerriero

Salvatore Accardo, Violin
Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur, Director

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Mestre Accardo
Mestre Accardo

FDP

.: interlúdio :. Dreyfus Night in Paris – Miller, Petrucciani, Garrett, Lagrene & White

61oa6qTvBIL._SS500_SS280Se neste CD tivesse apenas a versão deste super quinteto para o clássico “Tutu” do Miles Davis já valeria a pena sua aquisição. O que estes caras fazem não está no gibi, como dizia meu querido e saudoso pai.
Em primeiro lugar vamos conferir quem faz parte deste super grupo:

Kenny Garrett – Sax – tocou com Miles
Marcus Miller – Baixo – tocou com Miles
Birele Lagrene – Guitarrista – Tocava com o Jaco Pastorius
Lenny White – Baterista – Tocou com todo mundo, inclusive com o Miles
Michel Petrucciani – Pianista. Tocou com… Petrucciani, dentre outros, mas não lembro de ter gravado com o Miles.

A gravação deste petardo ocorreu em uma determinada noite de 1994 em Paris, só com músicos da gravadora Dreyfus. E o Cd só tem três faixas, que totalizam 50 minutos de puro prazer e virtuosismo absurdo. Cada um destes músicos tem ou teve uma sólida carreira solo e são reconhecidos pelo seu talento, versatilidade e virtuosismo. Mas eu já tinha usado este adjetivo antes. Então vamos ao que viemos

01 – Tutu
02 – The King Is Gone
03 – Looking Up

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Antonio Vivaldi – 6 Cello Sonatas, Op.14 – Christophe Coin, Christopher Hogwood, Ageet Zweistra, Tom Finucane

61Xii12+jTL._SS500_SS280Então agora teremos o terceiro e último CD da parceria Hogwood / Coin, que traz as seis sonatas para violoncelo, op. 14.  Outra baita gravação da L´Oiseau Lyre e que é meio que unanimidade como uma das melhores gravações já realizadas destas obras. Um cliente da amazon comentou que é difícil conceber outra forma de interpretação a estas peças.

Li, gostei e trago para vocês o comentário do crítico da conceituada revista Gramophone:

“Nine cello sonatas by Vivaldi have survived. Six of them were published as a set in Paris in about 1740; that set, mistakenly known as the composer’s Op. 14, contains the sonatas recorded in this release. The three remaining sonatas come from manuscript collections. All but one of the six works are cast in the slow-fast-slow-fast pattern of movements of the sonata da chiesa. The odd one out, RV46, in fact, retains the four movement sequence but inclines towards the sonata da camera in the use of dance titles.

The music of these sonatas is almost consistently interesting, often reaching high points of expressive eloquence, as we find, for example, in the justifiably popular Sonata in E minor, RV40. It is in slow movements,perhaps, that Vivaldi’s understanding of the instrument’s cantabile possibilities is most readily apparent; faster movements, on the other hand, are tautly and idiomatically constructed. Everywhere Vivaldi reveals a pleasing feel for gesture and, indeed it would seem at times, caricature. Some of the gestures are bold as, for instance, those which introduce the opening movement of the A minor, RV43, whereas others are more flamboyant. In short, there is a considerable variation in mood ranging from athletic high spirits to profound elegy.

Christophe Coin brings to life these details in the music with technical assurance and a spirit evidently responsive to its poetic content. Particularly affecting instances of this occur in the third movements of the A minor and the E minor Sonatas where Coin shapes each phrase, lovingly achieving at the same time a beautifully sustained cantabile. In the E minor, furthermore, the guitar accompaniment adds gilt to the gingerbread. Fast movements are played with disciplined panache and with lightly articulated bowing. Intonation is very sure for the most part yet occasionally even an artist of this calibre has difficulty in finding the centre of his notes. This was a weak area in the otherwise fine CRD account of the same sonatas given by Susan Sheppard and L’Ecole d’Orphee. Whilst Coin has the edge over Sheppard in technical matters I would not hesitate to place her interpretations on a comparable level. Coin can be more demonstrative and he is freer in his approach to ornaments, but both artists have highly developed feelings for the poignant content of the music. There is a greater variety of continuo colour in the new issue, for whereas Susan Sheppard is accompanied by cello and harpsichord, Coin has a baroque guitar, archlute, cello and harpsichord variously at his disposal; CRD, however, offer all nine sonatas on two discs (available separately).

To sum up, this is a difficult choice. I shall require both versions since not only does the music itself amply justify several interpretations but also both these performances are fine ones.”
— Nicholas Anderson, Gramophone [4/1989]

 

1 Sonata for cello and Continuo in B flat, RV.47: 1. Largo
2 Sonata for cello and Continuo in B flat, RV.47: 2. Allegro
3 Sonata for cello and Continuo in B flat, RV.47: 3. Largo
4 Sonata for cello and Continuo in B flat, RV.47: 4. Allegro
S Sonata for Cello and Continuo in F major, R.41: 1. Largo
6 Sonata for Cello and Continuo in F major, R.41: 2. Allegro
7 Sonata for Cello and Continuo in F major, R.41: 3. Largo
8 Sonata for Cello and Continuo in F major, R.41: 4. Allegro
9 Sonata for Cello and Continuo in A minor, R.43: 1. Largo
10 Sonata for Cello and Continuo in A minor, R.43: 2. Allegro poco
11 Sonata for Cello and Continuo in A minor, R.43: 3. Largo
12 Sonata for Cello and Continuo in A minor, R.43: 4. Allegro
13 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.45: 1. Largo
14 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.45: 2. Allegro
15 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.45: 3. Largo
16 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.45: 4. Allegro
17 Sonata for Cello and Continuo in E minor, R.40: 1. Largo
18 Sonata for Cello and Continuo in E minor, R.40: 2. Allegro
19 Sonata for Cello and Continuo in E minor, R.40: 3. Largo
20 Sonata for Cello and Continuo in E minor, R.40: 4. Allegro
21 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.46: 1. Preludio (Largo)
22 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.46: 2. Allemanda (Allegro)
23 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.46: 3. Largo
24 Sonata for Cello and Continuo in B flat, R.46: 4. Corrente (Allegro)

Christopher Hogwood – Harpsichord
Ageet Zweistra – Cello
Christophe Coin – Cello
Tom Finucane – Archlute

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Joseph Haydn – Trumpet Concerto in E Flat Major, Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D Major,

FrontNa verdade quem deveria estar assinando esta postagem seria nosso colega Wellbach, trompetista profissional e professor do mesmo instrumento. Mas como sei que é difícil para ele encontrar um tempo em sua agenda, resolvi então escrever estas mal traçadas linhas.
Maurice Andre provavelmente é o maior de todos os trompetistas, me corrijam se eu estiver errado, e se existiu algum outro trompetista deste quilate, me apresentem, pelo menos neste repertório.
Imagino que o repertório para um trompetista concertista seja muito limitado, por este motivo as adaptações são necessárias, que o digam os concertos para Oboe de Mozart e de Haydn aqui tocados. E a própria transcrição deve ser muito complicada, pois tratam-se de dois instrumentos bem diferentes.
Peço ajuda aos universitários, digo ao Wellbach, para fazer algum outro comentário sobre as obras aqui interpretadas e sobre o músico.

01. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 1 – Allegro
02. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 2 – Andante Cantabile
03. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 3 – Allegro

Bamberg Symphony Orchestra
Theodor Guschlbauer – Conductor

04. Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D major – 1 – Adagio
05. Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D major – 2 – Allegro moderato

Jean-François Paillard Chamber Orchestra
Jean-François Paillard – Conductor

06. Haydn – Oboe Concerto in C major – 1 – Allegro spirituoso
07. Haydn – Oboe Concerto in C major – 2 – Andante
08. Haydn – Oboe Concerto in C major – 3 – Rondo
09. Mozart – Oboe Concerto in C major – 1 – Allegro aperto
10. Mozart – Oboe Concerto in C major – 2 – Adagio non troppo
11. Mozart – Oboe Concerto in C major – 3 – Rondo

Franz Liszt Chamber Orchestra
Frygies Sándor – Conductor
Maurice André – Trumpet

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Richard Strauss (1864-1949) – Don Juan Op. 20, Tod und Verklärung, Op.24, Salome Op. 54 Dance of the Seven Veils, 4. Till Eulenspiegels lustige Streiche Op. 28

FrontDescaradamente wagnerianas, as obras deste CD fazem parte da coleção ‘Klemperer Legacy’ da EMI, e não por acaso uma das caixas é dedicada a Wagner, sendo este o quinto cd da dita caixa.
Como não poderia deixar de ser, Klemperer está muito a vontade com este repertório, e cada vez que ouço uma gravação sua me convenço ainda mais de que foi um dos grandes regentes do século XX. Este é um daqueles cds que não cansamos de ouvir.

1. Don Juan Op. 20
2. Tod und Verklärung, Op.24
3. Salome Op. 54 Dance of the Seven Veils
4. Till Eulenspiegels lustige Streiche Op. 28 (1998 Digital Remaster)

Philharmonia Orchestra
Otto Klemperer – Conductor

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Klemperer Legacy – Richard Wagner – CD 4 de 5 – Otto Klemperer, New Philharmonia Orchestra

Front1. Die Walküre, ACT 3, Dritte Szene Leb’ wohl, du kühnes, herrliches Kind! (Wotan’s farewell) (1991 Digital Remaster)
2. Wesendonk Lieder (orch. Mottl) Der Engel
3. Wesendonk Lieder (orch. Mottl) Stehe still
4. Wesendonk Lieder (orch. Mottl) Im Treibhaus
5. Wesendonk Lieder (orch. Mottl) Schmerzen
6. Wesendonk Lieder Träume (2006 – Remaster)
7. Tristan und Isolde, Act 3, Scene 3 Mild und leise wie er lächelt (Isoldes Liebestod Isolde)
8. Metamorphosen Studie für 23 Solostreicher (1999 – Remaster)

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Klemperer Legacy – Richard Wagner – Cd 3 de 5 – Otto Klemperer, New Philharmonia Orchestra

Front

1. Die Walküre Vorspiel Prelude Prélude (Orchester)
2. Die Walküre, Erste SzeneScene 1Première Scène Wes Herd dies auch sei (Siegmund)
3. Die Walküre, Erste SzeneScene 1Première Scène Einen Unseligen labtest du (Siegmund Sieglinde))
4. Die Walküre, Zweite Szene Scene 2.Deuxième Scène Müde am Herd fand ich den Mann (Sieglinde)
5. Die Walküre, Zweite SzeneScene 2.Deuxième Scène Friedmund darf ich nicht heißen (Siegmund)
6. Die Walküre, Zweite Szene Scene 2.Deuxième Scène Die so leidig Los dir beschied (Sieglinde Hunding Siegmund)
7. Die Walküre, Zweite Szene Scene 2.Deuxième Scène Ich weiss ein wildes Geschlecht (Hunding)
8. Die Walküre, Dritte Szene Scene 3Troisième Scène Ein Schwert verheiß mir der Vater (Siegmund)
9. Die Walküre, Dritte Szene Scene 3 Troisième Scène Schläfst du, Gast (Sieglinde)
10. Die Walküre, Dritte Szene Scene 3Troisième Scène Winterstürme wichen dem Wonnemond (Siegmund)
11. Die Walküre, Dritte Szene Scene 3Troisième Scène Du bist der Lenz (Sieglinde)
12. Die Walküre, Dritte Szene Scene 3Troisième Scène O süßeste Wonne! Seligstes Weib! (Siegmund)
13. Die Walküre, Dritte Szene Scene 3Troisième Scène Siegmund heiß’ ich und Siegmund bin ich! (Siegmund Sieglinde)

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Klemperer Legacy – Richard Wagner – CD 2 de 5 – Otto Klemperer, New Philharmonia Orchestra

Front

O nosso mentor PQPBach reclamou que não havia texto nesta postagem então resolvi escrever alguma coisa. E escrevi isso aqui.

1. Der Fliegende Holländer – Overture (2002 – Remaster)
2. Das Rheingold – Entry of the Gods into Valhalla (2002 – Remaster)
3. Die Walküre – Ride of the Valkyries (2002 – Remaster)
4. Siegfried Idyll (2002 – Remaster)
5. Siegfried – Forest Murmurs (2002 – Remaster)
6. Götterdämmerung – Siegfried’s Rhine Journey (2002 – Remaster)
7. Götterdämmerung – Siegfried’s Funeral March, Act III (2002 – Remaster)
8. Tristan und Isolde – Prelude and Liebstod (2002 – Remaster)

New Philharmonia Orchestra
Otto Klemperer – Conductor

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Montagem do ‘Holandês Voador’ no Madison Square Garden

Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893): Symphony Nº2 in C Minor, op 17 ‘Little Russian’ / Modest Mussorgsky (1839-1881): Night on the Bare Mountain, Pictures at an Exhibition – Bournemouth Symphony Orchestra, Karabitz

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À PEDIDOS, TRAGO NOVO LINK DESTA GRAVAÇÃO.

Vamos deixar um pouco de lado o clarinete e vamos voltar então para este instrumento maior chamado Orquestra. E temos aqui dois mestres da orquestração, Tchaikovsky e Mussorgsky, dois russos sim, contemporâneos sim, mas com linguagens diferentes.

A Segunda Sinfonia apareceu pouco aqui no PQPBach, ao contrário de suas irmãs mais conhecidas, como a Quarta, Quinta e Sexta Sinfonias, consideradas as obras primas de Tchaikovsky no gênero. Não quero me ater a questão de melhor ou pior, apenas mostrar uma obra não tão conhecida.

Muito se tem falado na Ucrânia nas últimas semanas, graças à intervenção russa que está ocorrendo naquela região, mais especificamente na Criméia. Pois sem saber até então, estou trazendo para os senhores uma obra que tem tudo a ver com aquela região. Segundo o booklet que acompanha esse cd, Tchaikovsky compôs essa sinfonia enquanto visitava sua irmã que morava em cidade chamada Kamenka, situada na Ucrânia, e que era então conhecida como “Little Russia”, daí vindo portanto a denominação da obra, apesar de que o apelido foi dado por um crítico da época, mais devido ao uso que Tchaikovsky fez de temas folclóricos daquela região do que necessariamente ao “engajamento” do compositor às questões nacionalistas, presente em obras de Borodin, Rimsky-Korsákov, Mussorgsky, Cuy e Balakirev.

E é exatamente com Mussorgsky que o cd se completa. Temos então duas obras primas desse compositor tão singular: A Night on the Bare Mountain e a sensacional “Pictures at Exhibition”, em sua versão orquestral para fechar com chave de ouro esse excelente cd, que traz o jovem maestro ucraniano Kirill Karabits frente à ótima Bournemouth Symphony Orchestra. Um belo cd, para se ouvir com calma e atenção, na nossa melhor poltrona, apreciando um bom vinho.

Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) –
Symphony nº2 in C Minor, op 17 ‘Little Russian’ –
Modest Mussorgsky (1839-1881) – Night on the Bare Mountain (original version), Pictures at an Exhibition
Bournemouth Symphony Orchestra, Karabitz

01 – Tchaikovsky – Symphony No.2 in C minor (‘Little Russian’), Op.17 – I. Andante sostenuto – Allegro vivo
02 – Tchaikovsky – Symphony No.2 in C minor (‘Little Russian’), Op.17 – II. Andantino marziale, quasi moderato
03 – Tchaikovsky – Symphony No.2 in C minor (‘Little Russian’), Op.17 – III. Scherzo. Allegro molto vivave
04 – Tchaikovsky – Symphony No.2 in C minor (‘Little Russian’), Op.17 – IV. Finale. Moderato assai – Allegro vivo
05 – Mussorgsky – Night on the Bare Mountain
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– 20 – Mussorgsky – Pictures at an Exhibition

Bournemouth Symphony Orchestra
Kirill Karabits – Conductor

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FDPBach

Camile Saint-Saens – Cello Concertos nº 1 & 2, Suite for Cello & Orchestra, op. 16, Allegro Apassionato, op. 43 – Christine Walevska, Inbal

61OeCgh7peLHoje trago um baita CD com uma violoncelista que até então me era desconhecida, Christine Walevska, que toca primorosamente os dois concertos para Violoncelo de Camile Saint-Säens e também a pouco executada Suite para Violoncelo e Orquestra. O acompanhamento de Eliahu Inbal também é primoroso, a frente da excelente orquestra da Orquestra do Teatro Nacional de Monte Carlo.
Fui procurar informações sobre Christine Walevska e me surpreendi com os comentários. Já foi chamada de ‘A Deusa do Violoncelo’ e  Arthur Rubinstein certa vez comentou que o som de seu instrumento o deixava sem ar, além de gigantes do nível de Jascha Heifetz que também a consideravam uma excepcional musicista. Diversos compositores dedicaram concertos a ela, como Kachaturian.

1. Cello Concerto No. 1 in A minor, Op. 33
2. Cello Concerto No. 2 in D minor, Op. 119: Allegro moderato e maestoso – Andante sostenuto
3. Cello Concerto No. 2 in D minor, Op. 119: Allegro non troppo – Molto allegro
4. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Prélude (Moderato assai)
5. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Sérénade (Andantino)
6. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Gavotte (Allegro non troppo)
7. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Romance (Molto adagio)
8. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Tarantelle (Presto non troppo)
9. Allegro appassionato, for cello & piano (or orchestra) in B minor, Op. 43

Christine Walevska – Cello
Orchestre National de L’Opera de Monte Carlo
Eliahu Inbal – Conductor

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.: interlúdio :. Richard Galliano Septet – Piazzolla Forever

51C+9yZfJRLO excelente acordeonista francês Richard Galliano meio que incorporou Astor Piazzolla neste CD, em que dá um show de versatilidade, talento e virtuosismo. Detalhe: a gravação foi realizada ao vivo, com direito a palmas e tudo.
Na verdade, ele consegue dar um toque mais europeu, menos portenho, à obra do fantástico Piazzolla, mas isso não significa que estou depreciando este CD, ao contrário, o vejo como uma releitura, uma livre adaptação, como Gidon Kremer ou Al di Meola, ou YoYo Ma já o fizeram diversas vezes. A música de Piazzolla é tão intensa que os músicos a acabam incorporando, e suas execuções sempre são muito fortes e, com o perdão da redundância, intensas. O editorialista e crítico do site ‘All Music’ definiu o CD:
The impression is often one of roller coasters on a collision course that miraculously arc past one another at the last moment to escape fatal impact. The flow between players is seamless, as the ensemble shifts from careening off in multiple directions to more delicate melodic passages to inspired solo turns, all as if it were a single organism. This is music that commands the listener to indulge. It is a dense, heavy, and heady spread that will sustain and nourish those who abandon themselves to its riches.

01 – Otoño porteño
02 – Invierno porteño
03 – Sur – Regreso al amor
04 – Concerto pour bandonéon et orchestre ”Aconcagua”
05 – Milonga del angel
06 – Michelangelo
07 – Improvisation sur le thème ”Libertango”
08 – Laura et Astor
09 – Escualo
10 – Présentation du Septet
11 – Verano porteño
12 – Primavera porteña

Richard Galliano Septet

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Klemperer Legacy – Richard Wagner – Operatic Highlights CD 1 de 5 – Klemperer

FrontMe senti obrigado a postar esta caixa, que faz parte de um pacote bem maior, aproximadamente 80 cds, lançado pela EMI em homenagem ao seu grande maestro, Otto Klemperer.

Enfim, esta caixa de cinco CDs é dedicada a Richard Wagner, que confesso, aparece bem pouco por aqui. Vou tentar cobrir esta falha, na medida do possível.
As aberturas mais famosas e peso pesado estão neste CD: de Rienzi a Parsifal, passando pela minha favorita, dos Mestres Cantores de Nuremberg. Falem o que quiserem de Wagner, mas nas aberturas de suas óperas ele era insuperável.

1. Rienzi – Overture
2. Tannhäuser – Overture
3. Tannhäuser – Prelude, Act III
4. Lohengrin – Prelude, Act I
5. Lohengrin – Prelude, Act III
6. Die Meistersinger von Nürnberg – Overture
7. Die Meistersinger von Nürnberg – Dance of the Apprentices & Entry of the Masters, Act III
8. Parsifal – Prelude

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Mario Casltelnuovo-Tedesco (1895-1968) – Complete Music for Two Guitars – Duo Pace Poli Cappelli

BrilliantConheci Mario Castelnuovo-Tedesco ainda criança, quando ouvi seu belíssimo Concerto para Violão nas mãos de John Williams, disco que ainda trazia o famigerado Concierto de Arranjuez, do Joaquin Rodrigo. Curiosamente, quase não encontrei outras gravações daquele concerto, acho que talvez nas mãos de Pepe Romero. Não sei o porque de não ter sido tão gravado, ao contrário da obra de Rodrigo.
Fui então surpreendido dia destes ao encontrar este CD duplo, com obras para dois violões do compositor italiano. E fiquei surpreso duplamente ao ouvi-lo. O primeiro CD traz uma série de 24 prelúdios e fugas denomimados, em tosca tradução para o português, de Os Violões Bem Temperados, nos mesmos moldes da imortal obra do velho João Sebastião. De acordo com o libreto, Castelnuovo-Tedesco teria composto estas peças já no final de sua vida, em homenagem a Ida Presti e Alexandre Lagoya, dois dos grandes violonistas do século XX. Eu particularmente nunca tinha ouvido falar de Ida Presti, até encontrar estas obras. Li que foi a maior violonista do século XX, quiçá de todos os tempos.
Exageros ou não a parte, tratam-se de obras obrigatórias de se conhecer, principalmente aqueles que são apaixonados pelo instrumento, como este que vos escreve.
O Duo Pace Polli Paccelli começou sua parceria há poucos anos, mas o entrosamento que se ouve entre os dois é de quem toca junto há décadas. Coisa de gente grande.

CD 1

01. Les guitares bien tempérées, Op.199 – I. Prelude and Fugue No.1 in G minor
02. Les guitares bien tempérées, Op.199 – II. Prelude and Fugue No.2 in D major
03. Les guitares bien tempérées, Op.199 – III. Prelude and Fugue No.3 in A minor
04. Les guitares bien tempérées, Op.199 – IV. Prelude and Fugue No.4 in E major
05. Les guitares bien tempérées, Op.199 – V. Prelude and Fugue No.5 in B minor
06. Les guitares bien tempérées, Op.199 – VI. Prelude and Fugue No.6 in F sharp m
07. Les guitares bien tempérées, Op.199 – VII. Prelude and Fugue No.7 in C sharp
08. Les guitares bien tempérées, Op.199 – VIII. Prelude and Fugue No.8 in A flat
09. Les guitares bien tempérées, Op.199 – IX. Prelude and Fugue No.9 in E flat minor
10. Les guitares bien tempérées, Op.199 – X. Prelude and Fugue No.10 in B flat major
11. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XI. Prelude and Fugue No.11 in F minor
12. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XII. Prelude and Fugue No.12 in C major
13. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XIII. Prelude and Fugue No.13 in G major
14. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XIV. Prelude and Fugue No.14 in D minor

CD 2

01. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XV. Prelude and Fugue No.15 in A major
02. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XVI. Prelude and Fugue No.16 in E minor
03. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XVII. Prelude and Fugue No.17 in B major
04. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XVIII. Prelude and Fugue No.18 in F sharp
05. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XIX. Prelude and Fugue No.19 in C sharp
06. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XX. Prelude and Fugue No.20 in G sharp
07. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XXI. Prelude and Fugue No.21 in E flat
08. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XXII. Prelude and Fugue No.22 in B flat
09. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XXIII. Prelude and Fugue No.23 in F major
10. Les guitares bien tempérées, Op.199 – XXIV. Prelude and Fugue No.24 in C minor
11. Fuga elegiaca, Op.210a
12. Sonatina canonica, Op.196 – I. Mosso (Grazioso e leggero)
13. Sonatina canonica, Op.196 – II. Tempo di Siciliane (Andantino)
14. Sonatina canonica, Op.196 – III. Fandango en Rondeau

Andrea Pace & Cristiano Poli – Violões

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

.: interlúdio :. Herbie Hancock – Maiden Voyage

coverDentro da imensa discografia do pianista Herbie Hancock este com certeza é um de seus melhores discos. Gravado quando tinha apenas vinte e cinco anos de idade, traz um timaço de músicos, em uma das melhores formações de quinteto da história do Jazz. Freedie Hubbard, George Coleman , Ron Carter & Tony Williams já estavam se consolidando como grandes músicos que eram, naquele longinquo 1965, ano em que este que vos escreve nasceu. A faixa título, ‘Maiden Voyage’, se tornou um clássico do jazz.
Em outras palavras, cinco excepcionais jovens músicos fazendo seus nomes serem inscritos na história. Para se ouvir a exaustão, sem medo de ser feliz.

01 Maiden Voyage
02 The Eye Of The Hurricane
03 Little One
04 Survival of the Fitest
05 Dolphin Dance

Herbie Hancock – Piano
George Coleman – Tenor Sax
Freddie Hubbard – Trumpet
Ron Carter – Bass
Tony Williams – Drums

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Johannes Brahms (1833-1897) – Vioin Concerto & Double Concerto – Perlman, Rostropovich, Haitink, Giulini, CSO, RCO

21V0KXQC1YLFaz tempo que o Concerto Duplo de Brahms não aparece por aqui, então resolvi traze-lo novamente, além do Concerto para Violino do mesmo Brahms,  duas gravações que entraram no panteão das grandes gravações e que trazem o maior violinista de sua geração, Itzhak Perlman muito bem acompanhado: no Concerto Duplo temos simplesmente Rostropovich, que dispensa apresentações, assim como Haitink e a excepcional Orquestra do Concertgebow de Amsterdam, considerada a melhor orquestra do mundo das últimas décadas. A gravação com o Giulini do Concerto para violino já apareceu por aqui, nos primórdios do blog.

9190b5UPPIL._SX522_Como diria nosso querido Carlinus, uma boa apreciação !!!

01 Double Concerto for Violin and Cello in A Minor, Op.102_ I. Allegro
02 Double Concerto for Violin and Cello in A Minor, Op.102_ II. Andante
03 Double Concerto for Violin and Cello in A Minor, Op.102_ III. Vivace non troppo

Itzhak Perlman – Violin
Sviatoslav Rostropovich – Cello
Royal Concertgebow Orchestra

04 Violin Concerto in D, Op.77_ I. Allegro non troppo
05 Violin Concerto in D, Op.77_ II. Adagio
06 Violin Concerto in D, Op.77_ III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace

Itzhak Perlman – Violin
Chicago Symphony Orchestra
Carlo Maria Giulini

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.: interlúdio :. moreorlessjazz CD 2 – Vários

coverMais um volume desta ótima coletânea, intitulada More Or Less Jazz com ótimos momentos, inclusive conseguiram fazer com que a canção de James Cullum se encaixasse muito bem entre as diversas escolhas. Como falei na postagem do primeiro CD, não gosto de coletâneas, mas tenho de tirar o chapéu para elogiar o bom gosto dos produtores.
Ideal para encontros de velhos amigos, para jogar conversa fora, ou então, para ouvir no carro, ajuda a passar o tempo nos intermináveis congestionamentos de nossas cidades.
Espero que apreciem.

01. Silje Nergaard – Let There Be You
02. Lisa Ekdahl – The Color Of You
03. Jamie Cullum – These Are The Days
04. Steve Tyrell – The Very Thought Of You
05. Rick Braun – What Are You Doing The Rest Of Your Life
06. Ella Fitzgerald & Joe Pass – That Old Feeling
07. Gretchen Parlato – Flor De Lis
08. Stan Getz & Charlie Byrd – Samba Triste
09. Chris Botti – La Belle Dame Sans Regrets
10. rejazz feat. Lisa Bassenge – All I Need
11. Slow Train Soul – Twisted Cupid
12. Gordon Haskell – Tell Me All About It
13. Michael Keashammer – Comes Love
14. Jacqui Naylor – My Funny Valentine

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Johannes Brahms (1833-1897) – Piano Trios nº 2 e Op. posth. in A Major – Beaux Arts Trio

41nALOt0OALDia destes nosso mentor PQPBach trouxe os Trios de nº 1 e 3, e hoje completo o pacote com os de nº 2 e 4, porém com outros intérpretes, talvez o principal intérprete destas obras, o Beaux Arts Trio.

Chamar estas peças de obras primas é chover no molhado. O sentido e a capacidade de coesão que comentei dia destes nos trios de Haydn mais do que nunca se fazem sentir aqui.  Muitas vezes pensamos se tratar de um único instrumento tocando, tamanha a empatia que existia entre os músicos. Coisa de gente grande. Nenhum deles procura se destacar mais do que o outro, a linguagem é clara, não existem subterfúgios. Com estes caras, a música de Brahms se mostra ainda mais brahmsiniana, com o perdão desta retórica tola. Prefiro citar o biógrafo de Brahms, Malcolm McDonald, quando comenta o segundo trio, em Dó maior:

“(…) o em dó maior é não menos opulento – provavelmente é ainda mais – em sua profusão de material, mas a elaboração é magistral em sua economia, de modo que a obra inteira é de registro moderado, quase sem uma nota perdida. Embora em tons escuros, Brahms não encontra nenhuma claridade superficial em dó maior: a tonalidade gera a partir dele música viril e bem humorada, com um intenso sentido de finalidade. (…)  O violino e o violoncelo são tratados como uma unidade isolada, duplicando-se um ao outro em oitavas e terças, com o fim de contrabalançar eficientemente com o piano.”

Mas vamos ao que viemos.

Johannes Brahms (1833-1897) – Piano Trios nº 2 e Op. posth. in A Major – Beaux Arts Trio

01. Piano Trio in C major, op. 87 – I. Allegro
02. Piano Trio in C major, op. 87 – II. Andante con moto
03. Piano Trio in C major, op. 87 – III. Scherzo. Presto
04. Piano Trio in C major, op. 87 – IV. Finale. Allegro giocoso
05. Piano Trio in A major, op. posth. – I. Moderato
06. Piano Trio in A major, op. posth. – II. Vivace – Trio
07. Piano Trio in A major, op. posth. – III. Lento
08. Piano Trio in A major, op. posth. – IV. Presto

Beaux Arts Trio

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FDP

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Violin Concertos – Jeanne Lemon, Tafelmusik Baroque Orquestra

frontEis mais um registro excelente do Tafelmusik, sob a direção competente da Jeanne Lemon, que para completar, ainda é uma baita violinista. Adoro estes concertos, sei lá quantas versões já ouvi, ou quantas tenho, só sei que adoro estes concertos.
Um CD ideal para ouvir em uma tarde chuvosa de um final de semana chuvoso. Música ideal para reflexão, para se pensar na vida. Espero que apreciem.

01. Concerto for Violin, Strings & b.c. in A minor, BWV 1041 I. (-)
02. II. Andante
03. III. Allegro assai
04. Concerto for 2 Violins, Strings & b.c. in D minor, BWV 1043 I. Vivace
05. II. Largo ma non tanto
06. III. Allegroo
07. Concerto for Violin, Strings & b.c. in E major, BWV 1042 I. Allegro
08. II. Adagio
09. III. Allegro assai
10. Concerto for 3 Violins, Strings & b.c. in D major, BWV 1064r I. Allegro
11. II. Adagio
12. III. Allegro

Jeanne Lemon – Violin & Music Director
Linda Melsted – solo violin -(4-6, 10-12)
David Greenberg solo violin (10-12)
Tafelmusik Baroque Orchestra

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Joseph Haydn (1732-1809) – Symphonies n° 45, 46, 47, 51, 52 & 64 – Hogwood, Academy of Ancient Music

Untitled2Então vamos fazer o seguinte: diante de tantos apelos por mais postagens de Haydn, vou trazer aos poucos as Sinfonias em sua íntegra, a partir da de nº 45. Começo com Hogwood, mas pode ser que apareçam gravações com outros regentes e orquestras.

A Sinfonia de nº 45, também conhecida como Sinfonia do Adeus, é a mais extensa e a única das sinfonias de Haydn que termina em um Adagio. Existe uma lenda por trás de sua composição, e não sei se ela é real, de qualquer forma, é obra de gênio. Ela terminaria em um Adagio, e na medida em que cada músico termina sua parte ele se retira do palco, ficando apenas dois violinos, que a concluem. A lenda conta que na época em que a escreveu, Haydn era compositor residente do Principe Esterházy, e no verão de 1772 esse poderoso Príncipe foi passar as suas férias em seu palácio de Verão na Hungria. Porém os músicos ficaram insatisfeitos, pois o local era longe de suas residências, então eles precisavam pegar uma condução, segundo consta um barco, para o retorno, e este barco saia em determinada hora. Para evitar que os músicos perdessem a tal da condução, Haydn compôs um adágio para o final da sinfonia, então à medida em que cada músico terminava sua parte, saia correndo para pegar a condução. Quem ficava no final era o próprio Haydn e outro músico, que não tinham suas famílias residindo em outro local. Genial, não acham? Assim o compositor não se indispunha nem com os músicos nem com seu patrão.

Lembro de ter ouvido esta sinfonia ao vivo pela primeira vez com a Orquestra de Câmera Russa, lá pela metade da década de 80, se não me engano dirigida pelo lendário violinista Vladimir Spikanov, e que contou esta história antes de tocarem a sinfonia.

Mas chega de falar e vamos ao que interessa.

CD 1

1 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 1. Allegro assai
2 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 2. Adagio
3 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 3. Menuet_ Allegretto – Trio
4 Symphony 45 in f# ‘Farewell’ – 4. Finale_ Presto – Adagio
5 Symphony 46 in B – 1. Vivace
6 Symphony 46 in B – 2. Poco adagio
7 Symphony 46 in B – 3. Meneut_ Allegretto – Trio
8 Symphony 46 in B – 4. Finale_ Presto e scherzando

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CD 2

1 Symphony 47 in G – 1. [Allegro]
2 Symphony 47 in G – 2. Un poco adagio, cantabile
3 Symphony 47 in G – 3. Menuet al roverso – Trio al roverso
4 Symphony 47 in G – 4. Finale_ Presto assai
5 Symphony 51 in Bb – 1. Vivace
6 Symphony 51 in Bb – 2. Adagio
7 Symphony 51 in Bb – 3. Menuetto – Trio I, II
8 Symphony 51 in Bb – 4. Finale_ Allegro

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CD 3

Symphony No.52 in C Minor, Hob.I:52
1. 1. Allegro assai con brio 9:34
2. 2. Andante 12:19
3. 3. Menuetto (Allegretto) 3:56
4. 4. Finale (Presto) 4:58
Symphony No.64 in A Major, Hob.I:64 “Tempora mutantus”
5. 1. Allegro con spirito 9:00
6. 2. Largo 6:18
7. 3. Menuet & Trio – Allegretto 2:51
8. 4. Finale: Presto

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Academy of an Ancient Music
Christopher Hogwood – Conductor

Bela Bartok (1881-1945): Sonata for 2 Pianos and Percussion, BB 115, W. A. Mozart (1756-1791): Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, Debussy: En blanc et noir, L.134

Bela Bartok (1881-1945): Sonata for 2 Pianos and Percussion, BB 115, W. A. Mozart (1756-1791): Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, Debussy: En blanc et noir, L.134

71DwcIjgw5L._SL1043_Eis uma Postagem com P maiúsculo, daquelas tipo arrasa-quarteirão, facilmente classificável como IM-PER-DÍ-VEL !!!, e que vai deixar nosso mentor PQPBach alucinado, perguntando de onde tirei essa jóia rara e também perguntando o porquê de estar postando isso só agora.

Na verdade, só agora estou trazendo isso porque só agora é que consegui esse CD. Sabia de sua existência, mas ainda não tivera a oportunidade nem de ouvi-lo nem sequer encontrá-lo.

Martha Argerich e Stephen Kovacevich estavam no apogeu de seus trinta e poucos anos, e já conhecidos como grandes músicos. Se já eram casados, ou se já estavam separados, precisaria pesquisar melhor. Só sei que a química entre os dois funciona perfeitamente aqui. Sai faísca desse CD.

Bela Bartok (1881-1945): Sonata for 2 Pianos and Percussion, BB 115, W. A. Mozart (1756-1791): Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, Debussy: En blanc et noir, L.134

(01) Bártok – Sonata for 2 Pianos and Percussion, BB 115 (Sz.110), 1. Assai lento – Allegro molto
(02) Sonata for 2 Pianos and Percussion, BB 115 (Sz.110), 2. Lento ma non troppo
(03) Sonata for 2 Pianos and Percussion, BB 115 (Sz.110), 3. Allegro non troppo
(04) Mozart – Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, 1. Thema
(05) Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, 2. Var.1
(06) Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, 3. Var.2
(07) Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, 4. Var.3
(08) Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, 5. Var.4
(09) Andante and Five Variations in G for Piano (4-Hands), K.501, 6. Var.5
(10) Debussy – En blanc et noir, L.134, 1. Avec emportement
(11) En blanc et noir, L.134, 2. Lent. Sombre
(12) En blanc et noir, L.134, 3. Scherzando

Martha Argerich & Stephen Kovacevich – Pianos
Willy Goudswaard, Michael de Roo – Percussions

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Martha Argerich e Stephen Kovacevich: até hoje na ativa
Martha Argerich e Stephen Kovacevich: até hoje na ativa

FDP [revalidado por Vassily em 20/1/2021]

Johannes Brahms (1833-1897) – Sinfonia nº1 in C Minor, op 68, Robert Schumann (1810-1856) – Sinfonia nº1, op. 38 ‘Primavera’ – Karajan, Berliner Philharmoniker

51ayHlJYkmLPois  bem, resolvi fuçar meu acervo e principalmente as gravações que tenho da coleção Originals, da Deutsche Grammophon e tenho reencontrado diversos cds que merecem ser trazidos para os senhores. Comecei com os concertos para piano de Beethoven com o Wilhelm Kempff, e agora trago Karajan regendo a monumental Sinfonia nº 1 de Brahms, a sinfonia das sinfonias, em minha modesta opinião.
Já comentei que minha relação com esta gravação do Karajan é muito pessoal, por isso a considero a melhor já realizada, apesar de obviamente saber da qualidade das versões de Fützwangler e a do Toscanini, gravadas ainda em Mono, e creio que já postadas por aqui. Enfim, aquele momento em que ouvi esta impressionante versão do Karajan era um momento muito particular de minha vida, e ela de certa forma supriu determinada carência que não vem ao caso discutir. Na época até comentei com um amigo que parecia que eu estava tendo uma visão, entrando no Nirvana, ou algo do gênero, eramos apenas eu e aquela música maravilhosa. O resto era silêncio. É incrível o efeito que a música de Brahms exerce sobre mim,nem sei explicar. Por isso vou seguir em frente.
A outra gravação deste CD é a belíssima Sinfonia Primavera de Schumann, o amigão de Brahms. Ao contrário da sinfonia deste, a obra de Schumann evoca um estado de espírito mais elevado, mais alegre, contrastando com a sobriedade da obra brahmsiana. Não por acaso é chamada de ‘Primavera’.

01. Brahms – Symphony No. 1, Mvt. 1 – Un poco sostenuto – Allegro
02. Symphony No. 1, Mvt. 2 – Andante – sostenuto
03. Symphony No. 1, Mvt. 3 – Un poco allegretto e grazioso
04. Symphony No. 1, Mvt. 4 – Adagio – Allegro non troppo ma co
05. Schumann Symphony No. 1, Mvt. 1 – Andante un poco maestoso – Alle
06. Symphony No. 1, Mvt. 2 – Larghetto – (attacca)
07. Symphony No. 1, Mvt. 3 – Scherzo. Molto vivace
08. Symphony No. 1, Mvt. 4 – Allegro animato e grazioso

Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan – Conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concertos 4 & 5 – Wilhelm Kempff, BPO, Leitner

DGG The Originals - BeethovenEsta é outra daquelas postagens feitas a toque de caixa, pelo simples motivo de falta de tempo: trago hoje uma das grandes gravações do selo alemão Deutsche Grammophon com dois concertos para piano de Beethoven com o imenso Wilhelm Kempff, um dos maiores pianistas do século XX. Trata-se de uma gravação histórica realizada há cinquenta e poucos anos, 1961, para ser mais exato, mas que se mantém no topo da lista das maiores e principais gravações destes concertos. Pode até soar meio antiquada para alguns ouvidos mais apurados, mas não se pode negar sua qualidade. Kempff é referência quando se trata de Beethoven, mesmo passado tanto tempo de sua morte, lembrando que ele viveu quase cem anos, morrendo aos 96 anos de idade.

P.S. Prestem atenção para as cadenzas, elas foram escritas pelo próprio Kempff.

01. Klavierkonzert Nr.4 op.58 – 1. Allegro moderato
02. Klavierkonzert Nr.4 op.58 – 2. Andante con moto
03. Klavierkonzert Nr.4 op.58 – 3. Rondo Vivace
04. Klavierkonzert Nr.5 op.73 – 1. Allegro
05. Klavierkonzert Nr.5 op.73 – 2. Adagio un poco mosso
06. BEETHOVEN – Klavierkonzert Nr.5 op.73 – 3. Rondo Allegro

Wilhelm Kempff – Piano
Berliner Philharmoniker
Ferdinand Leitner – Conductor

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