G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. III – Le Cantate Per Il Cardinal Ottoboni

G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. III – Le Cantate Per Il Cardinal Ottoboni

IM-PER-DÍ-VEL !!!

A dificuldade em postagem de coleções é a minha falta de tempo. Trabalhando o dia inteiro, na frente de um computador, quando chego em casa, nem quero ligar o meu. Tomo um banho, assisto um pouco de TV, e cama.

Mas Handel fez aniversário no último dia 23. E como a data quase coincide com a data de meu próprio aniversário (dia 26), não poderia deixar uma data destas passar em branco. Handel completaria 326 anos,e  eu completei 46 anos bem vividos, infelizmente com os clássicos problemas financeiros, mas depois de um ano no qual fiz constantes visitas ao médico, com direito a uma cirurgia bem sucedida, posso me considerar uma pessoa feliz, e isso é o que importa.

Já falei, e cansei os senhores, de tanto que digo o quanto adoro Handel, e estas suas cantatas são uma prova de sua precoce genialidade, lembrando que foram escritas quando tinha pouco mais de 20 anos de idade. Suas aventuras na Itália estão descritas no excelente booklet em anexo, assim como as descrições das respectivas peças.

Por algum motivo, no terceiro CD não temos a magnífica Roberta Invernizzi, que foi substituída por Raffaella Milanesi. Não queria dizer isso, mas sinto falta neste cd de toda a carga dramática que a Invernizzi dá às suas interpretações. O conjunto “La Risonanza” continua impecável.

Espero que apreciem.

G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. III – Le Cantate Per Il Cardinal Ottoboni

01 – Ero E Leandro (HWV 150)- Qual Ti Riveggio
02 – Ero E Leandro (HWV 150)- Empio Mare, Onde Crudeli
03 – Ero E Leandro (HWV 150)- Amor Che, Ascoso
04 – Ero E Leandro (HWV 150)- Se La Morte Non Vorrà
05 – Ero E Leandro (HWV 150)- Questi Dalla Mia Fronte
06 – Ero E Leandro (HWV 150)- Si Muora, Si Muora
07 – Ero E Leandro (HWV 150)- Ecco, Gelide Labbra

08 – No Se Emendará Jamás (HWV 140)- No Se Emendará Jamás
09 – No Se Emendará Jamás (HWV 140)- Si Del Quereros Es Causa
10 – No Se Emendará Jamás (HWV 140)- Dícente Mis Ojos

11 – Spande Ancor A Mio Dispetto (HWV 165)- Spande Ancor A Mio Dispetto
12 – Spande Ancor A Mio Dispetto (HWV 165)- Oh! Che Da Fiere Pene
13 – Spande Ancor A Mio Dispetto (HWV 165)- Da Balza In Balza

14 – La Risonanza – Bonizzoni – Ah! Crudel, Nel Pianto Mio (HWV 78)- Sonata
15 – Ah! Crudel, Nel Pianto Mio (HWV 78)- Ah! Crudel, Nel Pianto Mio
16 – Ah! Crudel, Nel Pianto Mio (HWV 78)- Non Sdegnerai D’amar
17 – Ah! Crudel, Nel Pianto Mio (HWV 78)- Di Quel Bel Ch’il Ciel Ti Diede
18 – Ah! Crudel, Nel Pianto Mio (HWV 78)- Balena Il Cielo
19 – Ah! Crudel, Nel Pianto Mio (HWV 78)- Per Trofei Di Mia Costanza

Raffaella Milanesi – Soprano
Salvo Vitale  – Baixo
La Risonanza
Fabio Bonizzoni – Harpsichord & Director

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Este é Fabio Bonizzoni, chefe de La Risonanza

FDPBach

George Phillip Telemann (1681-1767) – Triple Concertos – Simon Standage, etc., Collegium 90

Dentro da imensa obra de Telemann, os Concertos se destacam, para os mais diversos instrumentos. E nesta ótima gravação do veterano Simon Standage, temos os Concertos Triplos: Flauta, Violino e Cello, Flauta, oboe d’amore, viola d’amore, e mais uma série de possibilidades. Ele explorou de tudo um pouco, algumas com qualidade menor que outras, mas que nos ajudam a nos dar um panorama de sua produção.
O ótimo Collegium 90, dirigido pelo violinista barroco Simon Standage, é um dos melhores conjuntos musicais da atualidade, especializados em música dos períodos Barroco e Classicismo. Já trouxemos outras gravações deles por aqui, sempre gravados pelo selo inglês Chaconne, braço do selo Chandos.
Espero que apreciem.

01. Concerto in B flat major for 3 oboes, 3 violins & continuo – I. Allegro
02. Concerto in B flat major for 3 oboes, 3 violins & continuo – II. Largo –
03. Concerto in B flat major for 3 oboes, 3 violins & continuo – III. Allegro

Anthony Robson, Richard Earle, Cherry Forbes – oboes
Simon Standage, Micaela Comberti, Catherine Weiss – violins

04. Concerto in A major for flute, violin, cello & strings – I. Largo
05. Concerto in A major for flute, violin, cello & strings – II. Allegro
06. Concerto in A major for flute, violin, cello & strings – III. Grazioso –
07. Concerto in A major for flute, violin, cello & strings – IV. Allegro

Rachel Brown flute
Simon Standage violin
Jane Coe cello

08. Concerto in F major for 3 violins & strings – I. Allegro
09. Concerto in F major for 3 violins & strings – II. Largo –
10. Concerto in F major for 3 violins & strings – III. Vivace

Simon Standage, Micaela Comberti, Catherine Weiss – violins

11. Concerto in E major for flute, oboe d’amore, viola d’amore & strings – I. Andante
12. Concerto in E major for flute, oboe d’amore, viola d’amore & strings – II. Allegro
13. Concerto in E major for flute, oboe d’amore, viola d’amore & strings – III. Siciliano –
14. Concerto in E major for flute, oboe d’amore, viola d’amore & strings – IV. Vivace

Rachel Brown flute
Anthony Robson oboe d’amore
Simon Standage viola d’amore

COLLEGIUM MUSICUM 90
Simon Standage

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Frederic Chopin (1810-1849): Piano Works – Études, Impromptus, Sonatas, Concertos – Tamás Vásary

Não tenho muita certeza, mas creio que a primeira vez que ouvi Chopin foi com este grande pianista hungaro, Tamás Vásáry. Maiores detalhes não saberia dar, mas foi há muito tempo atrás. No tempo em eu ainda andava de calça curta e corria empinando pipa, ou então, pedalava quilômetros para cima e para baixo com minha Monareta. Era ainda um pré adolescente, sem muito entender o mundo a minha volta. A escola em que estudava ficava a meros 100 metros de minha casa, nem precisava pegar ônibus. Como sei que foi com o Tamás Vásáry? Ou teria sido com Rubinstein? A memória nos prega peças a partir de certa idade. De qualquer maneira, foi nesta época que Chopin me foi apresentado. Além disso fui precoce em matéria de música clássica, graças a minha mãe, que sempre me incentivou a ouvir este estilo musical. Ouvia no final de domingo o programa de música clássica da Rádio local, e prestava atenção quando ele dava os detalhes de quem estava tocando. Por algum motivo, comecei a memorizar aquilo. Antes dos doze anos já sabia quem era Arthur Rubinstein, Herbert von Karajan, Arturo Toscanini, entre outros. Quando ia na casa de minha avó eu ouvia os discos das coleções da Reader’s Digest de música ligeira (???), e por algum motivo estranho, sempre tinha alguma obra de Chopin ali, ao lado das Aberturas da Cavalaria Rusticana, ou do William Tell, e claro, da Abertura 1812 de Tchaikovsky ou alguma outra passagem do Lago dos Cisnes ou do Quebra Nozes.

Mas Tamás Vásáry foi um grande pianista, que se especializou exatamente no repertório romântico. Suas gravações pela Deutsche Grammophon venderam horrores. E estas suas gravações de Chopin são altamente conceituadas. Esta coleção que estou postando é composta de seis cds, que trarei em duas postagens com três cds cada.

CD 4

1 – 12 – Études, op. 10
13 – 24 – Études, op. 25
25-28 – Impromptus

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CD 5

01. Chopin Piano Sonata No.2 in B flat minor, Op.35 – I. Grave – Doppio movimento
02. Chopin Piano Sonata No.2 in B flat minor, Op.35 – II. Scherzo
03. Chopin Piano Sonata No.2 in B flat minor, Op.35 – III. Marche Funebre
04. Chopin Piano Sonata No.2 in B flat minor, Op.35 – IV. Presto
05. Chopin Piano Sonata No.3 in B minor, Op.58 – I. Allegro Maestoso
06. Chopin Piano Sonata No.3 in B minor, Op.58 – II. Scherzo. Molto Vivace
07. Chopin Piano Sonata No.3 in B minor, Op.58 – III.Largo
08 Chopin Piano Sonata No.3 in B minor, Op.58 – IV. Finale. Presto non tanto
09. Chopin Mazurka in D major, Op.Posth. – Allegro non troppo
10. Chopin Mazurka in C major, Op.67 No.3 – Allegretto
11. Chopin Mazurka in A minor, Op 68 No.2 – Lento
12. Chopin Mazurka in B flat major, Op.7 No.1 – Vivace
13. Chopin Introduction and Variations on a German National Air ‘Der Schweizerbub
14. Chopin Mazurka in A flat major, Op.Posth. – Poco mosso
15. Chopin Berceuse in D flat major, Op.57 – Andante
16. Chopin Polonaise ¡°Hero¡± in A flat major, Op.53 – Maestoso

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CD 6

01. Chopin Piano Concerto No.1 – I. Allegro maestoso
02. Chopin Piano Concerto No.1 – II. Romance. Larghetto
03. Chopin Piano Concerto No.1 – III. Rondo. Vivace
04. Chopin Piano Concerto No.2 – I. Maestoso
05. Chopin Piano Concerto No.2 – II. Larghetto
06. Chopin Piano Concerto No.2 – III. Allegro vivace

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Tamás Vásary – Piano
Berliner Philharmoniker

Frederic Chopin (1810 – 1849) – Piano Works – Nocturnes, Waltzes, Ballades, Scherzi – Támas Vásáry

A música de Chopin me emociona desde que a primeira vez que a ouvi. Ela tem uma incrível capacidade de ampliar aqueles sentimentos que temos escondidos dentro de nós. É como se expusesse uma ferida aberta. E cabe ao intérprete saber expor isso. Não deve ser fácil, pois a música de Chopin além de ser altamente emotiva, é de um grau de dificuldade imenso, basta ouvir qualquer um de seus estudos, ou uma de suas  baladas, ou sonatas. O intérprete tem de se envolver totalmente, ele também deve se expor. Por isso meu pianista favorito para este repertório sempre será Arthur Rubinstein, aquele incrível velhinho que me emocionou desde que o ouvi pela primeira vez. Olhos fechados, concentração total, uma verdadeira imersão naquele universo de notas. Em minha modesta opinião ele representa a síntese do intérprete de Chopin, são seus discos que me servem de parâmetro se vou ouvir outros músicos. Muitos devem não concordar, e respeito suas opiniões. Por isso estou trazendo outro intérprete fundamental deste repertório. Assim ofereço a quem não conhece uma outra opção, assim podem ir tirando suas conclusões.
Vou trazer para os senhores algumas obras de Chopin interpretadas por um importante músico que se destacou ali entre os anos 60 e 70, Támas Vásáry. Serão seis cds ao todo, claro que apenas uma parte das obras estão gravadas aqui, dentro do universo de composições do polonês. Começamos com os Noturnos, Valsas, Baladas e os Scherzos.

Espero que apreciem.

CD 1

01. Nocturnes No. 1 in B flat minor, op. 9 no.1 – Larghetto
02 Nocturnes No. 2 in E flat major, op. 9 no.2 – Andante
03. Nocturnes No. 3 in B major, op. 9 no.3 – Allegretto
04. Nocturnes No. 4 in F major, op. 15 no.1 – Andante cantabile
05. Nocturnes No. 5 in F sharp major, op. 15 no.2 – Larghetto
06. Nocturnes No. 6 in G minor, op. 15 no.3 – Lento
07. Nocturnes No. 7 in C sharp minor, op. 27 no.3 – Larghetto
08. Nocturnes No. 8 in D flat major, op. 27 no.2 – Lento sostenuto
09. Nocturnes No. 9 in B major, op. 32 no.1 – Andante sostenuto
10. Nocturnes No. 10 in A flat major, op. 32 no.2 – Lento
11. Nocturnes No. 11 in G minor, op. 37 no.1 – Andante sostenuto
12. Nocturnes No. 12 in G major, op. 37 no.2 – Andantino
13. Nocturnes No. 13 in C minor, op. 48 no.1 – Lento
14. Nocturnes No. 13 in F sharp minor, op. 48 no.2 – Andantino

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CD 2

01. Nocturnes No.15 in F minor, op. 55 no.1 Andante
02. Nocturnes No.16 in E flat major, op. 55 no.2 Lento sostenuto
03. Nocturnes No.17 in B major, op. 62 no.1 Andante
04. Nocturnes No.18 in E major, op. 62 no.2 Lento
05. Nocturnes No.19 in E minor, op. post. 72 no.1 Andante
06. Nocturnes No.20 in C sharp, op. post Lento con gran espressione
07. Waltz Grande Valse brillante in E flat major op.18 Vivo
08. Waltz No.1 in A flat major, op.34 Vivace
09. Waltz No.2 in A minor, op.34 Lento
10. Waltz No.3 in F major, op.34 Vivace
11. Waltz Grande Valse in A flat mejor, op.42 Vivace
12. Waltz No.1 in D flat major, op.64 Molto Vivace
13. Waltz No.2 in C sharp minor, op.64 Tempo giusto
14. Waltz No.3 in A flat major, op.64 Moderato
15. Waltz No.1 in A flat major, op.69 Tempo di Valse
16. Waltz No.2 in B minor, op.69 Moderato
17. Waltz No.1 in G flat major, op.70 Molto Vivace
18. Waltz No.2 in F minor, op.70 Tempo giusto
19. Waltz No.3 in D flat major, op.70 Moderato
20. Waltz in E minor, op. post. Vivace
21. Waltz in E major, op. post. Tempo di Valse22. Waltz in A flat major, op. post
23. Waltz in E flat major, op. post

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CD 3

01. Ballade No.1 in G minor, op.23
02. Ballade No.2 in F major, op.38
03. Ballade No.3 in A flat major, op.47
04. Ballade No.4 in F minor, op.52
05. Scherzo No.1 in B minor, op.20
06. Scherzo No.2 in B flat minor, op.31
07. Scherzo No.3 in C sharp minor, op.39
08. Scherzo No.4 in E major, op.54

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Tamás Vásáry – Piano

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Cello Suites – Ophélie Gaillard

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Cello Suites – Ophélie Gaillard

81gQd7z32QL._SL1500_Este monumento da literatura violoncelística é um verdadeiro tour de force para o solista. É obra para se estudar toda a vida, se dedicando de corpo e alma. Mesmo gigantes do instrumento, como Rostropovich, sentiam-se intimidados perante tal obra, tanto que ele nunca ficou satisfeito com a gravação que realizou.

Esta é a segunda incursão de Ophélie Gaillard neste terreno. E desta vez ela tem à sua disposição um instrumento único, construído em 1737 por Francesco Goffriller, ou seja, um contemporâneo de Bach.

Dedico esta postagem a PQPBach, um fã entusiasta destas obras, que tem diversas gravações delas, e curiosamente não conhecia Ophélie Gaillard. Espero que as aprecie como eu.

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Cello Suites – Ophélie Gaillard

CD 1

Suite nº1 en sol majeur / in G major, BWV 1007
1 Prélude 2’41
2 Allemande 4’36
3 Courante 2’39
4 Sarabande 2’41
5 Menuets I et II 3’14
6 Gigue 1’48

Suite nº2 en ré mineur / in D minor, BWV 1008
7 Prélude 3’56
8 Allemande 3’44
9 Courante 2’06
10 Sarabande 4’25
11 Menuets I et II 2’50
12 Gigue 2’47

Suite nº3 en ut majeur / in C major, BWV 1009
13 Prélude 3’54
14 Allemande 3’58
15 Courante 3’06
16 Sarabande 3’37
17 Bourrées I et II 3’35
18 Gigue 3’23

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CD2

Suite nº4 en mi bémol majeur / in E flat major, BWV 1010
1 Prélude 4’34
2 Allemande 4’37
3 Courante 3’26
4 Sarabande 4’02
5 Bourrées I et II 4’56
6 Gigue 2’51

Suite nº5 en ut mineur / in C minor, BWV 1011
7 Prélude 6’11
8 Allemande 5’40
9 Courante 2’24
10 Sarabande 2’54
11 Gavottes I et II 4’43
12 Gigue 2’11

Suite nº6 en ré majeur / in D major, BWV 1012
13 Prélude 4’34
14 Allemande 7’29
15 Courante 3’49
16 Sarabande 4’38
17 Gavottes I et II 4’29
18 Gigue 4’30

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Ophélie Gaillard – Cello

 

FDPBach

Georg Phillipp Telemann (1681-1767): Oboe Concertos – Heinz Holliger, Academy of St. Martin in the Fields, Iona Brown

Nestas próximas postagens vou me dedicar um pouco  mais a Telemann. este grande compositor alemão, que em vida foi considerado o maior compositor vivo, e olha que a concorrência era pesada: Vivaldi, Bach, Haendel, só para citar alguns. Foi muito prolífico, existem mais de 1700 obras registradas em seu nome. Pretendo me dedicar mais aos concertos do que à obra coral, também imensa.  Concertos para violino, flauta, oboé, entre outros instrumentos.

Começo com obras para Oboé, e trago novamente aquele que é considerado o maior dos oboístas do século XX, Heinz Holliger, ainda em ação, apesar que nos últimos anos vem se dedicando mais à regência.  Aqui ele é acompanhado pela famosa orquestra Academy of St. Martin-in-the-Fields, dirigida pela sua Spalla, Iona Brown. São peças curtas, típicas do barroco, e lindamente interpretadas… Vale a pena conhecer.

01. Concerto in E minor I. Andante
02. II. Allegro
03. III. Largo
04. IV. Allegro
05. Concerto in D minor I. Adagio
06. II. (Allegro)
07. III. Adagio
08. IV. (Allegro)
09. Concerto in C minor I. Grave
10. II. Allegro
11. III. Andante
12. IV. Vivace
13. Concerto in F minor I. Allegro
14. II. Recitativo
15 III. Vivace
16. Concerto in D I. Grazioso
17. II. Vivace
18. III. Adagio
19. IV. Scherzando

Heinz Holliger – Oboe
Academy of St. Martin-in-the-Fields
iona Brown – Conductor

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Georg Phillipp Telemann (1681-1767): Trumpet Concertos – Otto Sauter, Kammerorchester Mannheim, Nicol Matt

Um dos principais motivos que me deixam algum tempo sem postar é a busca de um repertório diferente para trazer para os senhores, algo que ainda não apareceu por aqui. Sinto que às vezes fico andando em círculos, me repetindo. Claro que é importante termos diversas opções de gravações de algumas obras fundamentais, como foi o caso da Paixão Segundo Matheus, na última leitura do grande John Elliot Gardiner, o maior intérprete de Bach desse novo século. E essa minha parceria com o Ammiratore está me ajudando bastante nesta busca quase arqueológica em meu acervo, para apresentar-lhes outras opções.

Por isso resolvi investir em Telemann, um compositor que em vida teve o merecido reconhecimento, porém com a ‘descoberta’ do gênio de Bach, foi relegado a apenas mais um compositor do barroco alemão.

Desta vez o instrumento em destaque é o trompete. O solista Otto Sauter é um músico experiente, com diversos discos gravados dentro do repertório barroco, e faz um belíssimo trabalho aqui, muito bem acompanhado pela Orquestra de Câmera de Mannheim.

Creio tratar-se de repertório inédito aqui dentro do PQPBach. Espero que apreciem, virão outras preciosidades pela frente.

Georg Phillipp Telemann (1681-1767): Trumpet Concertos – Otto Sauter, Kammerorchester Mannheim, Nicol Matt

01. Concerto In D for trumpet, strings & b.c. I. Adagio
02. II. Allegro
03. III. Grave
04. IV. Allegro
05. Concerto in D for trumpet, violin, strings & b.c. I. Vivace
06. II. Adagio
07. III. Allegro
08. Suite No.1 in D for trumpet, strings & b.c. I. Ouverture
09. II. March
10. III. Menuet 1& 2
11. IV. Aria
12. V. La Rejouissance
13. VI. Sarabande
14. VII. Gigue
15. VIII. Passepied 1& 2
16. IX. Rondeau
17. Sonata in D for trumpet, strings & b.c. I. Spiritoso
18. II. Largo
19. III. Vivace

CD 2

01. Concerto for 3 trumpets, 2 oboes, timpani, strings & b.c. I. Intrada
02. II. Allegro
03. III. Largo
04. IV. Vivace
05. Concerto for trumpet, 2 oboes & b.c. I. Largo
06. II. Vivace
07. III. Siciliano
08. IV. Vivace
09. Hamburger Trauermusik for 3 trumpets, 2 oboes, timpani, strings & b.c. I. Ch
10. II. Andante
11. III. Andante
12. IV. Triste
13. V. Choral
14. Concerto in D for 3 trumpets, 2 oboes, timpani, strings & b.c. I. Largo
15. II. Allegro
16. III. Adagio
17. IV. Presto

Otto Sauter – Trumpet
Kurpfälzisches Kammerorchester Mannheim
Nicol Matt – Conductor

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FDP

Antonio Vivaldi (1678-1741): 5 Concerti Per Oboe; Concerto Per Oboe & Fagotto RV 545, Heinz Holliger, I Musici

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Fiquei tão entusiasmado em repostar os Concertos para Flauta com o I Musici, que resolvi trazer novamente esta outra baita gravação dos italianos com o Heinz Holliger, oboísta que dispensa apresentações.

Andei olhando meus cds e encontrei uma série de CDs gravadas pelo conjunto I Musici só com obras de Vivaldi, e pensei: por que postá-la? Por que não postá-la? Pois bem, postá-la-ei. Nem sei direito quantos cds são, os senhores poderão contar no final das contas.

Só tem feras por aqui. Neste primeiro cd teremos os Concertos para Oboé, com Heinz Holliger, talvez o maior oboísta do século XX, mas isso fica a critério dos senhores julgarem. Além deles, o CD também traz um Concerto duplo para Oboe e Fagote.

Antonio Vivaldi (1678-1741): 5 Concerti Per Oboe; Concerto Per Oboe & Fagotto RV 545, Heinz Holliger, I Musici

01-03 Concierto for Oboe in C, RV 452
04-06 Concierto for Oboe in d, RV 454
07-09 Concierto for Oboe & Fagot in G, RV 445
10-12 Concierto for Oboe in C, RV 446
13-15 Concierto for Oboe in a, RV 463
16-18 Concierto for Oboe in C, RV 447

Heinz Holliger – Oboe
Klaus Thunemann – Fagot
I Musici

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holliger
Heinz Holliger – Esse toca muito !!!

FDP

Antonio Vivaldi – Complete Flute Concertos – Severino Gazzelloni, I Musici

51jQSUuzCjL._SS280Estou postando novamente este belíssimo CD, a pedidos. Com certeza uma das melhores gravações já realizadas destes concertos, um show de competência de Severino Gazzelloni.

Creio que assim como eu, muita gente se acostumou a ouvir estes belos concertos para flauta de Vivaldi com esse excelente flautista italiano, Severino Gazzelloni. Lembro também de ter tido a versão do Auréle Nicolet, também acompanhado pelo I Musici, outra versão também incrível. Mas infelizmente não a tenho mais, portanto, fiquemos com Gazzelloni.
Não sei os senhores, mas destes concertos para flauta de op. 10 o meu favorito é o de nº1 “La tempesta di mare”. É incrível como Vivaldi consegue traduzir para um instrumento tão único quanto a flauta os movimentos das ondas do mar durante uma tempestade. Coisa de gênio.  Gazzelloni foi um virtuose da flauta, e conseguiu transpor com incrível competência e técnica as dificuldades da obra.

CD 1
01-03 in F, Op. 10 No. 1, RV 433
03-09 in G, Op. 10 No. 2, RV 439
10-12 in D, Op. 10 No. 3, RV 428
13-15 in G, Op. 10 No. 4, RV 435
16-18 in F, Op. 10 No. 5, RV 434
19-21 in G, Op. 10 No. 6, RV 437
22-24 in G, RV 436
25-27 in D, RV 427

CD 2

01-03 RV 400
04-06 RV 429
07-09 RV 441
10-12 RV 438
13-15 RV 108, Allegro
16-18 RV 533, Allegro Molto
19-21 RV 445, Allegro

Severino Gazzelloni – Flute
I Musici

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CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

FDPBach

 

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – A Paixão Segundo São Mateus – Gardiner 2

Mais uma Paixão Segundo São Mateus, perguntarão alguns, incrédulos. Sim, mais uma Paixão Segundo Mateus, respondo tranquilamente. Mas não se trata de qualquer Paixão. Temos aqui o maior intérprete de Bach deste século XXI, um cara que vive e respira Bach 24 horas por dia. E esse seu retorno à principal obra do gênio de Leipzig é mais uma prova de que Gardiner é o cara. 2017 foi o ano em que ele encarou novamente o desafio de gravar este monumento da música ocidental, e não gravou apenas esta paixão: ele também encarou novamente a Paixão Segundo João e a Missa em Si Menor, um retorno, após vinte ou trinta anos após suas primeiras incursões neste repertório, no qual, não canso de repetir, é o maior especialista da atualidade. Sugiro fortemente a leitura do booklet que acompanha esta edição absolutamente impecável, com texto em inglês, francês e alemão, e que também traz o texto da obra. Coisa finíssima, altamente recomendada.

Importante salientar que esta gravação está longe de ser considerada unanimidade. Ao contrário, existem críticas bem contudentes, considerando os solistas muito fracos, ou então que não gostaram de algumas escolhas ou a própria releitura do Gardiner. Como somos um espaço democrático, aberto a tudo e todos, deixamos que os senhores decidam se gostam ou não da gravação.

Na verdade, estou fazendo esta postagem por solicitação de nosso Grão Mestre em pessoa, que perguntou se era verdade que o Gardiner havia regravado a obra. Leu a crítica na prestigiosa revista Gramophone, e recorreu aos nobres colegas do PQPBach, questionando se alguém teria tal gravação. Modestamente, respondi que sim, supreso de que ele não soubesse da existência de tal gravação.
Mas vamos ao que viemos.

01 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Kommt, Ihr Töchter, Helft Mir Klagen (Chorus)
02 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Da Jesus Diese Rede Vollendet Hatte (Evangelist, Jesus)
03 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Chorale- Herzliebster Jesu, Was Hast Du Verbrochen (Chorus)
04 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Da Versammleten Sich Die Hohenpriester (Evangelist, Chorus, Jesus)
05 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Du Lieber Heiland Du (Alto)
06 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Aria- Buß Und Reu (Alto)
07 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Da Ging Hin Der Zwölfen Einer (Evangelist, Judas)
08 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Blute Nur, Du Liebes Herz (Soprano)
09 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative And Chorus- Aber Am Ersten Tage Der Süßen Brot (Evangelist, Chorus, Jesus)
10 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Chorale- Ich Bin’s, Ich Sollte Büßen (Chorus)
11 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Er Antwortete Und Sprach (Evangelist, Jesus, Judas)
12 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Wiewohl Mein Herz In Tränen Schwimmt (Soprano)
13 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Aria- Ich Will Dir Mein Herze Schenken (Soprano)
14 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Und Da Sie Den Lobgesang Gesprochen Hatten (Evangelist, Jesus)
15 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Chorale- Erkenne Mich, Mein Hüter (Chorus)
16 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Petrus Aber Antwortete (Petrus, Evangelist, Jesus)
17 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Chorale- Ich Will Hier Bei Dir Stehen (Chorus)
18 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Da Kam Jesus Mit Ihnen Zu Einem Hofe (Evangelist, Jesus)
19 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative And Chorale- O Schmerz, Hier Zittert Das Gequälte Herz (Tenor, Chorus)
20 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Aria And Chorus- Ich Will Bei Meinem Jesu Wachen (Tenor, Chorus)
21 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Und Ging Hin Ein Wenig (Evangelist, Jesus)
22 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Der Heiland Fällt Vor Seinem Vater Nieder (Bass)
23 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Aria- Gerne Will Ich Mich Bequemen (Bass)
24 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Und Er Kam Zu Seinen Jüngern (Evangelist, Jesus)
25 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Chorale- Was Mein Gott Will, Das G’scheh Allzeit (Chorus)
26 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Und Er Kam Und Fand Sie Aber Schlafend (Evangelist, Jesus, Judas)
27 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Aria And Chorus- So Ist Mein Jesus Nun Gefangen (Alto, Soprano, Chorus)
28 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Recitative- Und Siehe, Einer Aus Denen (Evangelist, Jesus)
29 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 1- Chorale- O Mensch, Bewein Dein Sünde Groß (Chorus)
30 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria And Chorus- Ach! Nun Ist Mein Jesus Hin (Alto, Chorus)
31 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Die Aber Jesum Gegriffen Hatten (Evangelist)
32 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- Mir Hat Die Welt Trüglich Gericht’ (Chorus)
33 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Und Wiewohl Viel Falsche Zeugen Herzutraten (Evangelist, Testis, Pontifex)
34 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Mein Jesus Schweigt Zu Falschen Lügen Stille (Tenor)
35 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria- Geduld! (Tenor)
36 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Und Der Hohepriester Antwortete (Evangelist, Pontifex, Jesus, Chorus)
37 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- Wer Hat Dich So Geschlagen (Chorus)
38 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Petrus Aber Saß Draußen Im Palast (Evangelist, Petrus, Ancilla, Chorus)
39 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria- Erbarme Dich (Alto)
40 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- Bin Ich Gleich Von Dir Gewichen (Chorus)
41 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Des Morgens Aber Hielten Alle Hohepriester (Evangelist, Judas, Chorus, Pontifices)
42 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria- Gebt Mir Meinen Jesum Wieder (Bass)
43 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Sie Hielten Aber Einen Rat (Evangelist, Pilatus, Jesus)
44 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- Befiehl Du Deine Wege (Chorus)
45 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Auf Das Fest Aber Hatte Der Landpfleger (Evangelist, Pilatus, Uxor Pilati, Chorus)
46 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- Wie Wunderbarlich Ist Doch Diese Strafe (Chorus)
47 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Der Landpfleger Sagte (Evangelist, Pilatus)
48 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Er Hat Uns Allen Wohlgetan (Soprano)
49 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria- Aus Liebe Will Mein Heiland Sterben (Soprano)
50 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Sie Schrieen Aber Noch Mehr (Evangelist, Chorus, Pilatus)
51 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Erbarm Es Gott (Alto)
52 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria- Können Tränen Meiner Wangen (Alto)
53 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Da Nahmen Die Kriegsknechte (Evangelist, Chorus)
54 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- O Haupt Voll Blut Und Wunden (Chorus)
55 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Und Da Sie Ihn Verspottet Hatten (Evangelist)
56 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Ja! Freilich Will In Uns Das Fleisch Und Blut (Bass)
57 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria- Komm, Süßes Kreuz (Bass)
58 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Und Da Sie An Die Stätte Kamen Mit (Evangelist, Chorus)
59 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Ach Golgatha, Unsel’ges Golgatha (Alto)
60 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria And Chorus- Sehet, Jesus Hat Die Hand (Alto, Chorus)
61 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Und Von Der Sechsten Stunde An (Evangelist, Jesus, Chorus)
62 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- Wenn Ich Einmal Soll Scheiden (Chorus)
63 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Und Siehe Da, Der Vorhang Im Tempel Zerriß (Evangelist, Chorus)
64 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative- Am Abend, Da Es Kühle War (Bass)
65 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Aria- Mache Dich, Mein Herze, Rein (Bass)
66 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Und Joseph Nahm Den Leib (Evangelist, Chorus, Pilatus)
67 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Recitative And Chorus- Nun Ist Der Herr Zur Ruh Gebracht (Bass, Tenor, Alto, Soprano, Chorus)
68 – St. Matthew Passion, Bwv 244, Pt. 2- Chorale- Wir Setzen Uns Mit Tränen Nieder (Chorus)

James Gilchrist tenor Evangelista
Stephan Loges bass Jesus
Hannah Morrison soprano Nos 12, 13, 48, 49, 67
Zoë Brookshaw soprano No.8
Charlotte Ashley soprano No.27a
Alison Hill soprano AncillaI
Angharad Rowlands soprano AncillaII
Jessica Cale soprano Uxor Pilati
Reginald Mobley alto Nos 5, 6, 30, 59, 60, 67 Testis I
Eleanor Minney alto Nos 27a, 39, 51, 52
Hugo Hymas tenor Nos 19, 20, 34, 35
Andrew Tortise tenor No.67, Testis II
Ashley Riches bass Nos 22, 23, 56, 57, Pilatus
Alex Ashworth bass No.42
Petrus, Caiphas Jonathan Sells bass Nos 64, 65
Judas Rupert Reid bass No.67 Pontifex I
Lawrence Wallington bass PontifexII

Trinity Boys Choir Nos 1, 29, 68
David Swinson director
Monteverdi Choir nglish
Baroque Soloists
Kati Debretzeni leader
John Eliot Gardiner – Conductor

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BOOKLET (PDF)

Richard Wagner (1813-1883) – “Das Liebesverbot” – Sawallisch, Prey, Hass, etc., Chor & Orchester der Bayerischen Staatsoper

Após uma pequena interrupção, voltamos ao que viemos, a postagem de todas as óperas de Richard Wagner, uma parceria de FDPBach e de Ammiratore. Eu, FDPBach, estou com alguns problemas com o servidor MEGA, por isso estou testando pelos próximos trinta dias o servidor Mediafire, que tem um preço mais acessível, e que, segundo informações preliminares, não cria maiores problemas, assim espero. Além disso, terei acesso ao número de downloads de cada postagem.
Nestas três primeiras óperas, optamos pela belíssima caixa do selo ORFEO, primorosa edição deste conceituado selo alemão, que traz a impecável condução de Wolfgang Sawalish, sempre em Munique, ao vivo, registros realizados na prestigiosa Bayersiche Staatsoper em 1983.
Com a palavra, Ammiratore:

Estamos compartilhando com os amigos do blog o segundo “pecado da juventude” de Richard Wagner: Das Liebesverbot (“Proibição de Amar”) é uma ópera cômica em dois atos, cujo libreto foi escrito pelo próprio compositor, inspirado na peça “Medida por Medida” de William Shakespeare. Foi composta em 1834, e estreada sob condução do próprio Wagner em 1836, na cidade de Magdeburgo. É fácil perceber o porquê deste segundo “pecado”. Wagner escreveu Das Liebesverbot, quando tinha apenas 21 anos de idade na época ele era participante do movimento “jovem alemão” e estava em uma fase rebelde. Tematicamente, a ópera atua contra a autoridade – e contra a autoridade alemã em particular. Assim, na música da ópera, Wagner parecia se esforçar para incorporar todos os elementos musicais não alemães em que pudesse pensar, usando qualquer número de convenções operísticas francesas e italianas no processo. Ele até mesmo fez a mudança básica de reiniciar a ação da ópera – transferindo a história do local original de Shakespeare, Viena, para a cidade siciliana de Palermo. Até mesmo a descrição mais básica da partitura faz com que ela seja praticamente única entre as óperas de Wagner: é uma comédia. Wagner analisa com cuidado a diferença entre o conteúdo de sua primeira ópera “As fadas” e o conteúdo dessa segunda obra. Segundo ele, na primeira, exprime-se uma gravidade ligada ao sentimento do sagrado parecer estar em flagrante contradição com a tendência da segunda, a saber, um gosto pela sensualidade e pela alegria insolente. Ele pensa que um equilíbrio entre essas duas direções é a verdadeira tarefa de sua evolução. A principal inspiração de Wagner, em “A proibição de amar”, foi o movimento literário e político conhecido como movimento “jovem alemão” (Junges Deutschland) ,defendia a liberdade dos sentidos, a liberdade política e religiosa e a exaltação da natureza. A composição de “A proibição de amar” marca, assim, um momento relevante do pensamento inicial de Wagner em sua oposição a moralidade dominante. A busca de equilíbrio entre o sentimento do sagrado e a vida dos sentidos, que já em 1851 ele pensa ser sua tarefa, será percebida na evolução da obra do compositor. No tempo de “A proibição de amar”, 1836, suas idéias ainda não tinham atingido muita clareza. Mas o que se nota ao longo de sua obra é que ele defende os sentidos, não de uma forma luxuriosa e inconsequente, mas em considerável harmonia com a natureza, como se a existência física fosse elevada ao nível do sagrado ou como se o que é sagrado pudesse encarnar-se na vida sensível. O objetivo de Wagner nesta ópera cômica de início de carreira é ridicularizar o peso da cultura alemã e, em contraste, apresentar os italianos de vida livre e livre pensamento.

Este é um esplêndido exemplo do início da carreira Wagner, com o Mestre mostrando um belo e talvez inesperado presente para uma melodia italianizada.Comparando as duas primeiras obras de Wagner, além das diferenças de estilo musical entre “As Fadas” e “A proibição de amar”, ligam-se coerentemente as idéias subsequentes desenvolvidas por ele. “As fadas” , além de iniciar o tema da redenção, antecipa o conteúdo mitológico dos trabalhos posteriores de Wagner e “A proibição de amar” ilustra perfeitamente sua tendência revolucionária, em particular no que diz respeito a afirmação da vida no sentido grego e pagão, com a defesa dos direitos da vida sensual e corpórea em oposição a hipocrisia moral instaurada pelo autoritarismo político e religioso.
Musicalmente ouvimos alguns temas que posteriormente seriam reaproveitados em outras obras do Mestre: uma cena particularmente marcante no começo do Ato 2 faz uso de um impressionante tema “Amém” mais tarde reciclado em “Tannhäuser”. Acho que no geral o padrão de inventividade melódica é alto. A música vocal de Wagner em Liebesverbot é melhor do que a abertura puramente orquestral. Vários dos temas da abertura aparecem melhor trabalhados ao longo da obra. O leitmotif que retrata o espírito do carnaval, no Ato 3, pode ser ideal para a brincadeira “Que compositor é esse?” (Quizz). Ninguém é capaz de adivinhar que seja Wagner.

A trama de “A proibição de amar” se passa em Palermo no século XVI. Wagner diz ter situado as cenas na capital da Sicília, por causa do temperamento mais ardente das pessoas do sul. Friedrich, um alemão puritano, estrangeiro na cidade e governante provisório, proíbe os envolvimentos amorosos, sobretudo os envolvimentos não sacramentados pelo casamento, e decreta pena de morte para os que descumprirem a lei.

 

Sinopse
Ato 1
A praça da cidade
Um rei da Sicília, sem nome, deixa seu país para uma viagem a Nápoles e entrega ao regente Friedrich nomeado autoridade plena para exercer o poder real a fim de efetuar uma reforma completa nos hábitos sociais de sua capital, o que provocou a indignação do reino. Os servos da autoridade pública ocupam-se de fechar as casas de diversão popular em um subúrbio de Palermo e levar os frequentadores como prisioneiros. A população se opõe a esse primeiro passo, e muita confusão se segue.
Luzio, um jovem nobre e rebelde, parece inclinado a avançar como líder da turba, e imediatamente encontra uma oportunidade para desempenhar um papel mais ativo na causa do povo oprimido ao descobrir seu amigo Cláudio sendo levado para a prisão. Ele descobre que, em virtude de alguma velha lei desenterrada por Friedrich, Cláudio sofrerá a pena da morte por um amor não autorizado . A união com sua amada havia sido impedida pela inimizade de seus pais, mesmo assim deu-lhe um filho. O zelo puritano de Friedrich se une ao ódio dos pais da moça; Luzio teme o pior, e vê sua única esperança de misericórdia se sua irmã Isabella, por suas súplicas, poder amolecer o duro e frio coração regente. Claudio implora ao seu amigo a procurar Isabella no convento das Irmãs de Santa Isabel, que ela entrou recentemente como noviça.

Um convento

Isabella está enclausurada no convento com sua amiga Marianne, também noviça. Marianne revela a sua amiga o infeliz destino que a trouxe ao lugar. Sob votos de fidelidade eterna, ela havia sido persuadida a uma ligação secreta com um homem de alta patente. Mas quando em extrema necessidade ela se viu não apenas abandonada, mas ameaçada por seu traidor, descobriu que ele era o homem mais poderoso do estado, ninguém menos que o próprio regente Friedrich. A indignação de Isabella encontra vazão em palavras apaixonadas, e só é pacificada pela sua determinação de abandonar um mundo no qual um crime tão vil pode ficar impune.
Quando Luzio leva ao convento as notícias sobre o destino de Claudio, o desgosto de Isabella pela má conduta de seu irmão é imediatamente substituído pela vilania do regente hipócrita, que presume tão cruelmente punir a ofensa comparativamente venial de seu irmão, que, pelo menos , não foi manchada pela traição. Seu violento desabafo a revela para Luzio em um aspecto sedutor; tocado por um amor repentino, ele pede que ela saia do convento para sempre e aceite sua mão. Ela se esforça para evitar sua ousadia, mas resolve imediatamente se aproveitar de sua escolta para o tribunal de justiça do regente.

Um tribunal

Várias pessoas são indiciadas pelo capitão com ofensas contra a moralidade. A seriedade da situação torna-se mais marcante quando a forma sombria de Friedrich caminha através da multidão indecisa e indisciplinada, comandando o silêncio, e ele mesmo se encarrega de ouvir o caso de Cláudio da maneira mais severa possível. O juiz implacável já está a ponto de pronunciar uma sentença quando Isabella entra, e solicita, diante de todos eles, uma entrevista particular com o regente.
Nessa entrevista, ela se comporta com nobre moderação em relação ao temido e desprezado homem, a princípio, apela apenas a sua brandura e misericórdia. Suas interrupções servem apenas para estimular o ardor do regente: ela fala da ofensa de seu irmão e implora perdão. Friedrich não consegue mais se conter e promete conceder sua petição ao preço de seu próprio amor. Cheia de indignação com tal imoralidade, ela clama ao povo através de portas e janelas para entrar, para que ela possa desmascarar o hipócrita diante do mundo. Com algumas palavras significativas, Friedrich, com energia frenética, consegue fazer com que Isabella perceba a impossibilidade de seu plano. Mas algumas palavras doces são suficientes para seduzir e transportar o próprio regente ao êxtase; pois em um sussurro ela promete conceder seu desejo, e que na noite seguinte lhe enviará uma mensagem que assegure sua felicidade.
E assim termina o primeiro ato em um turbilhão de excitação.

Ato 2
Uma prisão

Isabella revela a seu irmão que sua libertação será possível apenas ao preço de sua desonra. Claudio fica indignado, mas o medo da morte o supera e ele implora à irmã que faça o sacrifício. Isabella castiga sua “covardia”, não revelando a ele nada do seu plano, que será assim: em vez dela, a quem ficará mascarada será Mariana e deve esperar Friedrich, também mascarado: assim ele estará duplamente desobedecendo sua própria lei. Ela quer interceptar o documento de indulto: como castigo por sua covardia, Cláudio deve ficar com medo da morte por uma noite.
Ela entrega a Dorella uma carta para Marianne e o bilhete para o regente. Como Brighella está apaixonado pela garota, a entrega não será problema. Isabella pergunta sobre Luzio, mas descobre que ele já fez propostas e se promete a todas as mulheres em Palermo.
Quando Luzio pergunta sobre Claudio, Dorella lembra seus votos e beijos. Ele nega tudo, mas quando Isabella lhe conta sobre o plano traiçoeiro de Friedrich, ele fica tão furioso que fica convencido da sinceridade de seus sentimentos e decide fazer um truque inteligente também.
Pontio foi promovido a carcereiro, pelo qual Luzio o repreende violentamente. Isabella, no entanto, com uma bolsa de dinheiro convence a entregar o indulto a ela.

Um quarto no palácio de Friedrich.

Friedrich está pensando em sua atitude, que de uma só vez lançou seu “sistema púdico” aos ventos.
Dorella é conduzida por Brighella e entrega ao regente o bilhete. Ele hesita em quebrar a lei duas vezes de uma só vez, mas sua volúpia leva a melhor. Ao mesmo tempo, porém, ele decide não perdoar Claudio e que ele vá para a morte. O apaixonado Brighella também pede a Dorella um encontro. Ela promete isso para a noite , porém, apenas mascarada.

A saída do Corso.

Independentemente da proibição, Palermo está comemorando o carnaval.
Brighella e seus espiões tentam acabar com a agitação.
A intervenção de Luzio impede uma briga. O povo mascarado espera nas ruas laterais. Brighella joga fora seu manto e em traje de Pierrot procura Dorella. Isabella e Marianne aparecem em máscaras idênticas, depois se separam, e Marianne prossegue para o encontro com o regente, que desencadeia uma série de confusões: Luzio reconheceu Friedrich sob sua máscara e o convida para acompanhá-lo às ruas laterais do Corso, Friedrich tenta fugir com quem ele pensa ser Isabella (Marianne), Dorella fuge do furioso Brighella, quando Pontio aparece e entrega a verdadeira Isabella ao regente.
Ela percebe que o suposto perdão para seu irmão é falso. Enfurecida, ela chama as pessoas e revela a duplicidade de Friedrich .
O regente é exposto, mas não sentenciado de acordo com sua lei, mas perdoado. Gritos de alegria irromperam por toda parte; as explicações necessárias são dadas rapidamente, e Friedrich, mal-humorado, exige ser colocado diante do tribunal do rei que retorna. Cláudio, libertado da prisão pela jubilante população, informa-o de que a sentença de morte por crimes de amor será revogada; mensageiros chegam para anunciar a inesperada chegada ao porto do rei; todos decidem marchar em procissão mascarada para encontrar o amado Príncipe, e alegremente homenageá-lo, todos convencidos de que ele se regozijará de ver quão doente o sombrio puritanismo da Alemanha é inadequado para os ardentes Sicilianos.
O desempenho sob Sawallisch é excelente, com um bom conjunto, elenco na época formado por jovens. A gravação ao vivo também é de alta qualidade. O riso do público deixa claro que a comédia está funcionando no teatro, muitas vezes em lugares ligeiramente intrigantes que sugerem comédia física no palco, o riso ocasional só aumenta o ambiente; não é intrusivo na música. Mas para os fãs de Wagner que acreditam que o trabalho menor de um grande compositor pode ser mais interessante do que o melhor trabalho de um compositor menor, eu certamente recomendaria a audição deste segundo “pecado da juventude”.

CD 1

01. Ouvertüre
02. Ihr Galgenvögel
03. Wen bringt man dort
04. Du kennst jenen stillen Ort
05. Salve Regina
06. Es ist ein Mann; verweilt, ich geh

CD 2

01. Wie lange er bleibt
02. Nun wird es bald
03. Wohlan so rede1
04. Was ist geschehen was soll das schrein
05. Maria, oh wie Götterlicht

CD 3

01. Wo Isabella bleibt
02. So sei’s! Für seinen feigen Wankelmut
03. Dorella, sieh
04. Wie gl¨¹cklich, sch.ne Isabella
05. Vernimm, mein Freund
06. So spät und noch kein Brief
07. Lebt wohl, Signor Brighella
08. So recht, ihr wackren jungen Leute!
09. Ihr junges Volk
10. Halt! Auseinander! Welch ein L.rmen!
11. Verweile hier, hier mu. er kommen!
12. Hier soll sie sein, wo mag sie weilen
13. Ihr Heiligen!

Friedrich – Herman Prey
Luzio – Wolfgang fassler
Claudio – Robert Schunk
Antonio – Friedrich Lenz
Angelo – Kieth Engen
Isabella -Sabine Hass
Mariana – Pamela Coburn
Brighella – Alfred Kuhn
Danieli Raimund Grumbach
Dorela – Marianne Seibel
Pontio Pilato – Herman Sapell

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CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 3 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Gustav Mahler (1860-1911) – Symphony nº 2 in C Minor ‘Ressurreição’ – Bernarda Fink ,Mariss Jansons, Chor und Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks

Um dos compositores que são unanimidade aqui no PQPBach com certeza é Mahler. Lamentamos sua morte tão precoce (meros 50 anos de idade), pois sua produção seria ainda mais extraordinária do que a que já conhecemos.

Hoje trago para os senhores a imensa e belíssima Segunda Sinfonia, que tem a duração de 1 hora e vinte minutos. Sua execução pede a seguinte instrumentação:

4 flautas (todas alternando com 4 piccolos), 4 oboés (2 alternando com corne inglês), 3 clarinetes (Sib, La, Do – um alternando com clarone), 2 clarinetes em Mib, 3 fagotes, 1 contrafagote, 10 trompas em fá (4 usadas fora do palco, menos no final), 8-10 trompetes em fá e dó (4 a 6 usados fora do palco, menos no final), 4 trombones, 1 tuba contrabaixo, 7 tímpanos (um fora do palco), 2 pares de pratos (um fora do palco), 2 triângulos (um fora do palco), Caixa clara, Glockenspiel, 3 sinos (Glocken, sem afinação), 2 bombos (um fora do palco), 2 tam-tams (alto e baixo), 2 harpas, órgão,quinteto de Cordas (violinos I, II, violas, cellos e baixos com corda Dó grave). Há ainda: Soprano Solo, Contralto Solo e um Coro Misto. (Wikipedia)

Foi a primeira sinfonia onde Mahler se utiliza da voz humana. Trata do tema da ‘Ressurreição”. Ele acredita que em um determinado momento a vida prevalecerá sobre a morte.

A gravação que trago para os senhores é bem recente, ainda do final de 2018, e foi realizada ao vivo, com a participação do veterano maestro Mariss Jansons à frente da magnífica Orquestra da Rádio Bávara e de seu Coro.

Meu maestro favorito para esta sinfonia sempre será Leonard Bernstein, mas Mariss Jansons faz um trabalho extraordinário aqui. Claro que não é a primeira vez que ele grava essa obra, mas provavelmente é a sua interpretação mais intensa. Além disso ele conta com a cumplicidade de uma orquestra que dispensa apresentações. Lembremos que Mariss Jansons, antes de assumir essa orquestra, era diretor de outro magnífico conjunto orquestral, a do Concertgebouw de Amsterdam. Convenhamos, o currículo do homem não é fraco, não acham?

Com a ajuda da Wikipedia, trago abaixo a letra da obra, com sua respectiva tradução:

Quarto Movimento

Quinto Movimento

P.S. Por um período estou trocando de servidor, para o Mediafire. Neste meio tempo tentarei rever minha situação junto ao MEGA.  Aguardo uma avaliação por parte dos senhores. Ainda é conta Free, mas se tudo der certo, pretendo torná-lo meu servidor oficial.

GUSTAV MAHLER – Symphonie Nr. 2 c-Moll „Auferstehungssymphonie“ für Sopran- und Alt-Solo, gemischten Chor und Orchester

01 Allegro maestoso. Mit durchaus ernstem und feierlichem Ausdruck
02 Andante moderato. Sehr gemächlich. Nie eilen
03 In ruhig fließender Bewegung. Sehr gemächlich. Nicht eilen
04 „Urlicht“. Sehr feierlich, aber schlicht (choralmäßig). Nicht schleppen
05 Im Tempo des Scherzo. Wild herausfahrend („Auferstehn, ja auferstehn wirst du“)

Bernarda Fink – Contralto
Anja Harteros – Soprano
Chor und Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks
Mariss Jansons Dirigent / conductor

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Charles Gounod (1818-1893): Faust – Placido Domingo, Mirella Freni, Nicolai Ghiaurov, Georges Prêtre

Esta magnífica versão da ópera de Gounod baseada em Goethe me cativou desde o começo. Solistas, orquestra, coro e maestro estão em perfeita sintonia. Nicolai Ghiaurov está impecável no papel de Mefistófeles, assim como o então jovem Placido Domingo como Fausto  e a veterana Mirella Freni no papel de Margarete, sem esquecermos a magnífica condução de Georges Prêtre, um dos principais condutores de ópera do século XX.

Fausto é uma ópera em cinco (ou às vezes quatro) atos do compositor francês Charles Gounod (libreto francês de Jules Barbier e Michel Carré) que estreou em Paris em 19 de março de 1859. O trabalho baseia-se na peça em duas partes de Johann Wolfgang von Goethe. a lenda alemã de um homem que vende sua alma ao diabo em troca de conhecimento e poder. A ópera de Gounod não tenta igualar a amplitude temática ou a sofisticação filosófica da obra-prima de Goethe, concentrando-se no encontro romântico de Fausto com Marguerite e nos resultados trágicos de sua ligação. O Fausto de Gounod foi um sucesso e estabeleceu a reputação internacional do compositor.

Estou disponibilizando um link com o libreto da ópera, com o texto original em francês e sua tradução para o inglês, mas na internet os senhores encontram outras opções.

Ao ouvir o coro que abre o terceiro CD, ‘Déposons les armes!’ lembrei-me imediatamente de um programa de rádio que ouvia quando era adolescente, pois era exatamente esse Coro que abria e fechava a programação de música clássica daquela rádio. Não perguntam qual rádio, pois não lembro.

Personagens
Doutor Faust, um filósofo (tenor)
Méphistophélès, o diabo (baixo)
Marguerite, uma jovem mulher (soprano)
Valentin, irmão de Marguerite, soldado (barítono)
Siébel, um estudante de Faust, apaixonado por Marguerite (mezzo-soprano)
Wagner, um estudante (barítono)
Marthe Schwerlein, vizinha de Marguerite (mezzo-soprano)
Meninas, trabalhadores, estudantes, soldados, aldeões, demónios invisíveis, rainhas e cortesãs da antiguidade, vozes celestes.

CD 1 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 3 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

LIBRETO DA ÓPERA  COM TRADUÇÃO EM INGLÊS

 

XJL158467 Poster advertising ‘Faust’, opera by Charles Gounod (1818-93) 1875, engraved by T. Laval (litho) by French School, (19th century); Bibliotheque de l’Opera Garnier, Paris, France; (add.info.: opera in five acts written 1859; based on the story written by Goethe;); French, out of copyright

G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. II – Le Cantate Per Il Marchese Ruspoli

G.  F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. II – Le Cantate Per Il Marchese Ruspoli

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Ao restaurar este link, eu, PQP Bach, retirei o primeiro parágrafo escrito pelo  FDP Bach. O motivo é que ele se referia a uma viagem minha que, bem, tenho saudades daquilo, mas só valeu para aquela data. O que permanece é a alta qualidade desta coleção de Cantatas Italianas do grande Handel. Com a palavra, FDP.

Mais um baita CD desta impecável coleção, um primor de qualidade de gravação aliado a um tremendo bom gosto. O destaque? Difícil de escolher, o cd inteiro é magnífico, com duas excelentes cantoras e um conjunto orquestral excelente. Recomendo a leitura do booklet em anexo, que dá um histórico da vida de Handel recém chegado à Itália, além de descrever as obras aqui gravadas.

G. F. Handel – Italian Cantatas, Vol. II – Le Cantate Per Il Marchese Ruspoli

01 – Armida Abbandonata HWV105 – I Dietro l’orme fugaci
02 – Armida Abbandonata HWV105 – II Ah! Crudele, e pur ten vai
03 – Armida Abbandonata HWV105 – III Per te mi struggo
04 – Armida Abbandonata HWV105 – IV O voi, dell’inconstante
05 – Armida Abbandonata HWV105 – V Venti fermate si
06 – Armida Abbandonata HWV105 – VI Ma che parlo, che dico –
07 – Armida Abbandonata HWV105 – VII In tanti affanni
08 – Diana Cacciatrice HWV79 – I La Marche
09 – Diana Cacciatrice HWV79 – II Alla caccia
10 – Diana Cacciatrice HWV79 – III Foriera la tromba
11 – Diana Cacciatrice HWV79 – IV Alla caccia
12 – Diana Cacciatrice HWV79 – V Tacete ola tacete
13 – Diana Cacciatrice HWV79 – VI Di questa selva
14 – Diana Cacciatrice HWV79 – VII Alla caccia
15 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- I Sonata
16 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- II Tu fedel – Tu costante –
17 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- III Cento belle ami Fileno
18 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- IV L’occhio nero
19 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- V Se Licori
20 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- VI Ma se non hai piu d’un sol cuore
21 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- VII Se non ti piace amarmi
22 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- VIII Ma il tuo genio incostante
23 – Tu Fedel – Tu Costante HWV171- IX Si crudel, ti lascero
24 – Notte Placida e Cheta HWV142 – I Notte palcida e cheta
25 – Notte Placida e Cheta HWV142 – II Zeffiretti, deh!
26 – Notte Placida e Cheta HWV142 – III Momento fortunato
27 – Notte Placida e Cheta HWV142 – IV Per un istante
28 – Notte Placida e Cheta HWV142 – V Ma gia sento che spande
29 – Notte Placida e Cheta HWV142 – VI Luci belle
30 – Notte Placida e Cheta HWV142 – VII O delizie d’amor
31 – Notte Placida e Cheta HWV142 – VIII Che non si da
32 – Un’Alma Innamorata HWV173 – I Un’alma innamorata
33 – Un’Alma Innamorata HWV173 – II Quel povero core
34 – Un’Alma Innamorata HWV173 – III E pur bench’egli
35 – Un’Alma Innamorata HWV173 – IV Io godo, rido e spero
36 – Un’Alma Innamorata HWV173 – V In quanto a me
37 – Un’Alma Innamorata HWV173 – VI Ben impari come s’ama

Emanuela Galli – Soprano
Roberta Invernizzi – Soprano
La Risonanza
Fabio Bonizzoni – Harpsichord & Direction

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La Risonanza non magnetica

FDP / PQP

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concertos – Arrau, Haitink, Concertgebouw Orchestra

Feliz com a repercussão de uma postagem que fiz recentemente, onde Claudio Arrau toca as Valsas de Chopin, resolvi trazer uma outra ótima gravação dele, desta vez os Concertos para Piano de Beethoven, com o acompanhamento da Orquestra do Concertgebouw de Amsterdam, brilhantemente dirigida por Bernard Haitink.

Dia destes estávamos conversando no grupo de Whattsap do PQPBach sobre nossas gravações favoritas destes concertos. Várias gravações foram lembradas, desde as históricas, que alguns colegas chamam de jurássicas, como as de Arthur Schnabel, ou as mais recentes, como de Paul Lewis, todas com suas respectivas características. Lembrei que minhas favoritas eram as de Stephen Kovacevich, aquela gravada lá no início dos anos 70, com Colin Davis, Arthur Rubinstein, Leon Fleischer / George Szell, entre os ditos jurássicos, entre outras. Não lembro de terem mencionado este registro de Claudio Arrau, talvez desconhecido para alguns colegas.

E é para estes colegas, e claro, para os senhores, que  as estou trazendo. Recentemente foi lançada uma caixa com a integral das gravações de Arrau pelo saudoso selo Philips, e é dali que as estou buscando.

CD 1
Beethoven: Piano Concertos Nos. 1 & 2
Piano Concerto No. 1 in C Major, Op. 15
1.1. Allegro con brio
2.2. Largo
3.3. Rondo (Allegro scherzando)

Piano Concerto No. 2 in B-Flat Major, Op. 19
4.1. Allegro con brio
5.2. Adagio
6.3. Rondo (Molto allegro)

Claudio Arrau – Piano
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink – Conductor

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CD 2
Piano Concerto No. 3 in C Minor, Op. 37
1.1. Allegro con brio
2.2. Largo
3.3. Rondo (Allegro)
Piano Concerto No. 4 in G Major, Op. 58
4.1. Allegro moderato
5.2. Andante con moto
6.3. Rondo (Vivace)

Claudio Arrau – Piano
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink – Conductor

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CD 3
Piano Concerto No. 5 in E-Flat Major, Op. 73 “Emperor”
1.1. Allegro
2.2. Adagio un poco mosso
3.3. Rondo (Allegro)

Claudio Arrau – Piano
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink – Conductor

Triple Concerto in C Major, Op. 56
4.1. Allegro
5.2. Largo – attacc
6.3. Rondo alla Polacca

Claudio Arrau
Henryk Szeryng
János Starker
New Philharmonia Orchestra
Eliahu Inbal

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Jean-Baptiste Lully – Phaéton – Les Talens Lyriques, Christophe Rousset

Ao postar este CD duplo do ‘Phaéton” de Jean-Baptiste Lully estou entrando no território de nosso querido Avicenna, mestre de Avis, um grande admirador e conhecedor da ópera barroca. Digo isso pois esse é um território inexplorado por mim, mas como dizem, sempre tem uma primeira vez para tudo, né?

Christophe Rousset e seu conjunto “Les Talens Lyriques ” tem feito um trabalho espetacular apresentando Lully para o grande público, que até então não o conhecia. Trata-se de trabalho minucioso, de pesquisador mesmo. Um grande talento tanto como musicólogo, quanto maestro e também como cravista.

Esta gravação do Phaéton é uma beleza única. Solistas, orquestra e coro estão em perfeita sintonia, e sentimos em sua interpretação uma alegria e compreensão de trabalho bem feito.

Além da magnífica interpretação, devo também destacar o minucioso trabalho de edição do booklet, que estou disponibilizando junto aos arquivos de áudio. Ali os senhores terão acesso a todas as informações sobre a obra, com direito a libreto.

Como não poderia deixar de comentar, trata-se de um CD que com certeza leva o selo de IM-PER-DÍ-VEL !!! Vale cada minuto de sua audição ..

Abaixo segue uma pequena sinopse.

Prólogo
A deusa Astraea, que há muito tempo foi forçada a fugir da Terra por causa da maldade do homem, desenvolveu afeição pela humanidade; ela deseja um retorno à Idade de Ouro. Prometendo uma nova era de paz e prazer, Saturno a convida a voltar com ele para a Terra.

Ato I
Líbia, filha de Merops, rei do Egito, se retirou para um lugar solitário. Theona, filha do deus do mar Proteus, chega. Líbia teme que seu pai não permita que ela se case com o homem que ela ama; ela valoriza seu amor por Epaphus mais do que seu destino como futura rainha do Egito. Ela inveja a serenidade do amor de Theona por Phaéton. Assim como Theona está prestes a contar à Líbia suas próprias ansiedades, Phaéton aparece e Líbia se retira. Phaéton, que está procurando por sua mãe, nem percebe Theona. Ela admoesta-lo por sua frieza e lembra-o de seu amor e de como costumava ser. A rainha Clymene, mãe de Phaéton, chega e Theona sai. Phaéton fala para sua mãe sobre seus medos de que Líbia seja casada com Epafhus, tornando o último rei do Egito, e Phaéton o assunto. Clymene assegura-lhe que ele, Phaéton, será escolhido pelo rei Merops para se casar com sua filha, desde que ele desista de Theona. Phaéton assegura a ela que sua ascensão ao poder é mais importante para ele do que o amor. Essa atitude agrada Clymene, mas ela está preocupada, tendo ouvido falar de maus presságios. Ela decide questionar o deus do mar Proteus, que tem poderes proféticos. Proteus, emergindo do mar, vai para uma gruta para descansar. Ele compara uma tempestade no mar com os tormentos do amor; ambos, ele sente, devem ser evitados. Ele adormece. Clymene pede a seu irmão, Triton, para ajudá-la a obter preciosas revelações sobre Phaéton de Proteus, que não está disposto a revelar o futuro. Tritão, acompanhado por uma trupe de deuses do mar, acorda Proteus e convida-o a se divertir com eles. Proteus recusa o convite. Tritão pede a Proteus para fazer as revelações que Clymene deseja ouvir. Proteus evita responder mudando sucessivamente em um leão, uma árvore, um monstro marinho, uma fonte e uma chama. Finalmente, depois de retornar à sua forma original, ele concorda em cumprir. Ele avisa a rainha que sua ambição vai levar à morte do filho. O pai de Phaéton tentará salvá-lo, mas no final o filho dela será punido pelo céu.

Ato II
Clymene tenta em vão desencorajar a ambição de seu filho de governar o Egito, encorajando-o a renovar seu interesse em Theona, mas Phaéton não terá nada a ver com seu antigo amor. Theona, sozinha e em desespero, censura Phaéton por suas promessas vazias. Líbia chega. Ela e Theona lamentam seus sofrimentos causados ​​pelo amor. Epaphus chega e Theona se retira. Epaphus está desanimado. O rei Merops anunciou que Phaéton vai se casar com Líbia. Os dois amantes têm que admitir que o amor deles agora se tornou ilícito. O rei Merops proclama sua abdicação em favor de seu futuro genro, Phaéton. As festividades começam em comemoração do próximo casamento.

Ato III
Phaéton diz a Theona sobre seus planos de se casar com Líbia. Será um casamento de conveniência, por razões políticas, diz ele, porque ele não ama a princesa. Em desespero, Theona exige vingança dos deuses. Phaéton pede a seus seguidores que consolem Theona. Ele deve ir e prestar homenagem à deusa Isis, como exigências do costume. Epaphus, filho de Isis, já enfurecido com a negação de seu casamento com a Líbia, fica ainda mais irritado com a presença de Phaéton no templo de sua mãe; ele lança dúvidas sobre a nobre linhagem de Phaéton, como filho do deus Sol. Phaéton, picado por isso, promete fornecer provas irrefutáveis. O rei e a rainha do Egito, Merops e Clymene, e o futuro casal real, Phaetón e Líbia, vão em procissão ao templo de Isis para pagar um suntuoso tributo à deusa. Epaphus interrompe a cerimônia e proclama sua indignação. As portas do templo se fecham e, quando se abrem novamente, o interior nada mais é do que um terrível abismo, soltando chamas, das quais surgem Fúrias e Fantasmas, enchendo os presentes de terror e dispersando-os. Phaéton insiste em ficar, então Clymene continua com ele. Ela atesta que o pai de seu filho é de fato o deus do sol. Os ventos descem de uma nuvem para transportar Phaéton ao palácio do sol.

Ato IV
As Estações e as Horas prestam homenagem ao Sol, que está encantado com o fato de seu filho estar prestes a visitá-lo. A chegada de Phaéton é celebrada com canto e dança. O Sol pergunta a Phaetón o motivo de sua tristeza. Phaéton diz a ele que sua divina linhagem foi questionada e implora a seu pai que prove sua legitimidade. O Sol jura pelo Estige que ele o ajudará a fazê-lo, por qualquer meio que ele desejar. Phaéton pede para dirigir a carruagem de seu pai em seu curso diário. Incapaz de convencê-lo do perigo inevitável e obrigado a cumprir sua promessa, o Sol concorda.

Ato V
Ao amanhecer, Phaéton aparece no céu na carruagem do sol. Clymene se alegra. Epaphus, indignado com a demonstração de bravata de Phaéton, implora a seus pais, Júpiter e Ísis, que acabem com sua humilhação e vinguem-no. Líbia encontra Epaphus e conta a ele sobre seu desespero. Ele lhe dá esperança de que haverá uma mudança de sorte. Merops, Clymene e as pessoas aclamam Phaetón, seu novo deus do sol. Theona conclama-os a cessar suas canções de alegria e, em vez disso, a cantarem os lamentos, lembrando-os da profecia de seu pai sobre o desastre iminente. Phaetón perde o controle da carruagem do sol, que começa a ameaçar a Terra com uma destruição impetuosa. A deusa da Terra pede que Júpiter intervenha. Os egípcios agora temem uma terrível catástrofe. Júpiter aparece e ataca a carruagem com um raio. Phaéton cai para a morte

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Antonin Dvorák – Violin Concerto, Romance in F for Violin & Orchestra, Op. 11, Mazurek for Violin & Orchestra Op. 49, Four Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75 – Jan Mrácek, NCSO, James Judd

“Dvorák era um especialista em cordas. Por quase dez anos ele tocou viola na orquestra do Teatro Provisório de Praga e era conhecido como um dos mais confiáveis ​​músicos de cordas da cidade, na medida em que ele participou da estreia privada do primeiro quarteto de cordas de Smetana em 1878. Ele também era um violinista que, como ele conta em uma entrevista com o The Sunday Times, tinha tocado o instrumento quando era menino. Se ele raramente tocou violino mais tarde, veio a deixar um punhado de obras para o instrumento, incluindo o concerto para violino. De acordo com um aluno de composição, Dvorák preferia seu concerto de violino ao grande concerto para violoncelo em Si menor. Embora a posteridade tenha favorecido o concerto para violoncelo, o concerto para violino, com seu virtuosismo apaixonado e lirismo abundante, sempre atraiu. Dvorák escreveu o trabalho no verão de 1879, quando sua reputação estava rapidamente adquirindo grade dimensão internacional. Além disso, graças a intervenção de Brahms, que encontrou para ele uma editora de Berlim e apresentações para influentes partidários musicais fora da Boêmia. Um dos mais importantes foi o amigo íntimo de Brahms, o violinista Joseph Joachim. Dvorák visitou Joachim em Berlim em julho de 1879 para discutir seu novo concerto; qualquer que seja o assunto de sua conversa, o concerto acabou sendo dedicado a Joaquim. Este não foi, no entanto, o fim da história. Enquanto elogiava Dvorák, sua compreensão do violino, Joachim sugeriu numerosas mudanças que o compositor, um ávido revisor de suas próprias obras, empreendeu meticulosamente. Mesmo essas alterações não foram suficientes para Robert Keller, um conselheiro de Dvorák, editor, que queria que ele mudasse o final do primeiro movimento em vez de deixá-lo levar diretamente para o movimento lento. Dvorák sabiamente rejeitou o conselho e manteve a passagem, uma das mais belas do concerto, ligando os dois primeiros movimentos. O concerto foi publicado em 1883 e estreou no mesmo ano pelo virtuoso tcheco František Ondr.”

Jan Mrácek é um jovem violinista tcheco, muito, mas muito talentoso, como os senhores poderão provar nesta sua impressionante interpretação do Concerto para Violino de Dvorák. Aliás, todos os envolvidos aqui são tchecos: compositor, orquestra, pianista… com exceção do maestro britânico James Judd, que conduz com muita competência a Orquestra Sinfônica Nacional Tcheca. O selo Onyx nos brinda com mais uma envolvente, brilhante e emocionante gravação. O talento e virtuosismo de Mracék está presente em todos os momentos, encarando com naturalidade todas as dificuldades inerentes às obras executadas.
Vale a pena a audição, para conhecermos um nome que com certeza ainda irá nos brindar com muitas outras gravações tão exuberantes quanto esta.

01. Violin concerto in a minor op. 53- I. Allegro ma non troppo – Quasi moderato
02. Violin concerto in a minor op. 53- II. Adagio ma non troppo
03. Violin concerto in a minor op. 53- III. Finale. Allegro giocoso, ma non troppo
04. Romance in F for Violin & Orchestra, Op. 11, B.38
05. Mazurek for Violin & Orchestra Op. 49, B.90
06. Four Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75- I. Allegro moderato
07. Four Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75- II. Allegro maestoso
08. Four Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75- III. Allegro appassionato
09. Four Romantic Pieces for Violin and Piano, Op. 75- IV. Larghetto

Jan Mrácek – Violin
Luckás Klansky – Piano
Czech National Symphony Orchestra
James Ludd – Conductor

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Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) – Sheherazade, Symphonic Suite, op. 35 – Karajan, Berliner Philharmoniker

NOVO LINK COM ARQUIVO CORRIGIDO !!!

Um arrasa-quarteirão essa gravação da magnífica obra de Rimski-Korsákov, ‘Sheherazade’.  Contando com o talento do então líder dos violinos da própria Filarmônica de Berlim, Michel Schwalbé, Karajan nos traz uma leitura altamente expressiva, explorando com maestria as nuances exóticas da obra. Tem uma orquestra quase perfeita em suas mãos, que não teme se  expor. Foi este disco que me apresentou esta obra tão ímpar, tão impactante e tão emotiva. ainda lá pela década de 1970, quando tocava nas principais rádios especializadas em música clássica no Brasil. o locutor da rádio fazia questão de ressaltar os nome de Karajan, e Schwalbé, que eu considerava único. O violino de Schwalbé nos traz uma brilhante coleção de cores, tons e ritmos, muitas vezes temos vontade de sair dançando, graças à riqueza e beleza de suas melodias e harmonias.

Um grande registro, sem dúvida alguma. Espero que apreciem. Trata-se de um CD de curta duração, meros 35 minutos, mas vale cada minuto de sua audição.

01 Shéhérazade, op. 35- 1. Largo e maestoso – Allegro non troppo
02 Shéhérazade, op. 35- 2. Lento – Andantino – Allegro molto – Vivace scherzando
03 Shéhérazade, op. 35- 3. Andantino quasi allegretto. The Young Prince and the Young Princess
04 Shéhérazade, op. 35- 4. Allegro molto e frenetico – Vivo – Allegro non troppo e maestoso

Michel Schwalbé – Solo Violin
Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan – Conductor

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Joseph Haydn – The London Symphonies – Cds 3 e 4 de 4 – Eugen Jochum, London Philharmonic Orchestra

Hoje vou trazer os dois últimos CDs desta ótima série das Sinfonias de Londres de Haydn, com o veterano Eugen Jochum, gravação realizada lá nos idos de 1973.  As Sinfonias de Haydn são bem conhecidas aqui no PQPBach, sempre que possível trazemos gravações diferentes destas obras. Como são muitas (catalogadas são 104), fica quase impossível trazer uma integral delas, e confesso que já fiquei tentando para realizar esta façanha, mas desisti.
São muitos os maestros que realizaram ótimas gravações destas obras, eu destacaria o incansável Antal Doráti, que gravou todas, com um grupo de músicos muito especial que conseguiu juntar, e que intitulou como Philharmonia Hungarica, Sir Colin Davis, Klemperer, Karajan, Bernstein, Hogwood, são os que me vem a cabeça neste momento, mas são inúmeros. Algumas destas gravações já apareceram por aqui, só não sei se os links estão ativos. Lembro que uma de minhas primeiras postagens eram exatamente as Sinfonias Londres, mas escolhi diversos maestros, como Harnoncourt, Kujiken, entre outros. A postagem teve ótima aceitação, como não poderia deixar de ser. Trazendo Harnoncourt e Kujiken trouxe uma abordagem diferente, fugindo dos maestros mais tradicionais, como Karajan e o proprio Jochum.
Mas vamos concluir esta série. Assim que possível, trago outras possibilidades e abordagens.

CD 3

01. Symphony No. 96 in D major ‘The Miracle’ I. Adagio-Allegro
02. Symphony No. 96 in D major ‘The Miracle’ II. Andante
03. Symphony No. 96 in D major ‘The Miracle’ III. Menuetto. Allegretto
04. Symphony No. 96 in D major ‘The Miracle’ IV. Finale. Vivace (assai)
05. Symphony No. 97 in C major I. Adagio-Vivace
06. Symphony No. 97 in C major II. Adagio ma non troppo
07. Symphony No. 97 in C major III. Menuetto. Allegretto
08. Symphony No. 97 in C major IV. Finale. Presto assai
09. Symphony No. 98 in B flat major I. Adagio-Allegro
10. Symphony No. 98 in B flat major II. Adagio cantabile
11. Symphony No. 98 in B flat major III. Menuet. Allegro
12. Symphony No. 98 in B flat major IV. Finale. Presto

CD 4

01. Symphony in G, Hob I100 ‘Military’ I. Adagio — Allegro
02. Symphony in G, Hob I100 ‘Military’ II. Allegretto
03. Symphony in G, Hob I100 ‘Military’ III. Menuet Moderato — Trio — Menuet
04. Symphony in G, Hob I100 ‘Military’ IV. Finale Presto
05. Symphony in D, Hob I101 ‘The Clock’ I. Adagio — Presto
06. Symphony in D, Hob I101 ‘The Clock’ II. Andante
07. Symphony in D, Hob I101 ‘The Clock’ III. Menuet Allegretto — Trio — Menuet
08. Symphony in D, Hob I101 ‘The Clock’ IV. Finale Vivace
09. Symphony in B, Hob I102 I. Largo — Vivace
10. Symphony in B, Hob I102 II. Adagio
11. Symphony in B, Hob I102 III. Menuet Allegro — Trio — Menuet
12. Symphony in B, Hob I102 IV. Finale Presto

London Philharmonic Orchestra
Eugen Jochum – Conductor

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CD 4 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Joseph Haydn (1732-1809) – The 12 London Symphonies – Eugen Jochum, LPO

Para os fãs de Joseph Haydn, eis uma série de excepcional qualidade. As 12 Sinfonias intituladas ‘London’, nas mãos mais que competentes de Eugen Jochum, um dos grandes nomes da regência do século XX, frente à Filarmônica de Londres. É material de primeira grandeza, com um ótimo trabalho de remasterização dos engenheiros da Deutsche Grammophon, lembrando que estas gravações foram realizadas lá em 1973, ou seja, quarenta e seis anos atrás, quando este que vos escreve ainda brincava de Forte Apache (aqueles de minha geração vão entender o que estou falando).
São quatro CDs ao todo nesta coleção. Para uma melhor apreciação, vou trazê-los de dois em dois. Certo?

CD 1

01. Symphony in D, Hob I93 I. Adagio – Allegro Assai
02. Symphony in D, Hob I93 II. Largo Cantabile
03. Symphony in D, Hob I93 III. Menuetto
04. Symphony in D, Hob I93 IV. Finale Presto Ma Non Troppo
05. Symphony in G, Hob I94 ‘Surprise’ I. Adagio — Vivace Assai
06. Symphony in G, Hob I94 ‘Surprise’ II. Andante
07. Symphony in G, Hob I94 ‘Surprise’ III. Menuet
08. Symphony in G, Hob I94 ‘Surprise’ IV. Finale Allegro Di Molto
09. Symphony in E Flat, Hob I103 ‘Drum Roll’ I. Adagio – Allegro Con Spir
10. Symphony in E Flat, Hob I103 ‘Drum Roll’ II. Andante Piu Tosto Allegre
11. Symphony in E Flat, Hob I103 ‘Drum Roll’ III. Menuet
12. Symphony in E Flat, Hob I103 ‘Drum Roll’ IV. Finale Allegro Con Spir

CD 2

01. Symphony in C, Hob I95 I. Allegro Moderato
02. Symphony in C, Hob I95 II. Andante Cantabile
03. Symphony in C, Hob I95 III. Menuet – Trio – Menuet
04. Symphony in C, Hob I95 IV. Finale Vivace
05. Symphony in E, Hob I99 I. Adagio – Vivace Assai
06. Symphony in E, Hob I99 II. Adagio
07. Symphony in E, Hob I99 III. Menuet Allegretto – Trio – Menuet
08. Symphony in E, Hob I99 IV. Finale Vivace
09. Symphony in D, Hob I104 ‘London’ I. Adagio – Allegro
10. Symphony in D, Hob I104 ‘London’ II. Andante
11. Symphony in D, Hob I104 ‘London’ III. Menuet Allegro – Trio – Menuet
12. Symphony in D, Hob I104 ‘London’ IV. Finale Spiritoso

London Philharmonic Orchestra
Eugen Jochum – Conductor

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Sonatas & Partitas – Salvatore Accardo

Então, em 2008, o velho mestre retorna à Bach, depois de uma longa vida dedicada ao violino. E o que nos apresenta é exatamente isso: um Bach maduro, impecável como o som de seu Stradivarius, um absurdo. Mas nada de exibicionismos. Apenas música. Accardo não precisa provar mais nada a ninguém, seu nome já está inscrito entre os grandes mestres do instrumento. Seus tempos podem parecer um pouco lentos, mas são por demais precisos e corretos.
Ouvindo esse CD de Salvatore Accardo entendemos a que leva a experiência, a dedicação e a maturidade: precisão, coerência, responsabilidade e principalmente, respeito, tanto ao seu ouvinte, entre os quais me incluo já há algumas décadas, e ao compositor. Sua compreensão da música de Bach foge de modismos, ou de escolas de interpretação. E é graças a esta sua compreensão que não devemos inseri-lo nestas categorias. Ele toca com alma, com amor à causa. Só isso.
Espero que apreciem. Como comentei acima ouço Salvatore Accardo já há bastante tempo, e o coloco entre os meus grandes ídolos do passado, leia-se David Oistrakh e Jascha Heifetz.

CD 1

1 Sonata No. 1 per violino solo in Sol minore, BWV 1001. Adagio
2 Sonata No. 1 per violino solo in Sol minore, BWV 1001. Fuga
3 Sonata No. 1 per violino solo in Sol minore, BWV 1001. Siciliana
4 Sonata No. 1 per violino solo in Sol minore, BWV 1001. Presto
5 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Allemanda
6 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Double dell’allemanda
7 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Corrente
8 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Double corrente
9 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Sarabande
10 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Double sarabande
11 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Tempo di borea
12 Partita No. 1 per violino solo in Si minore, BWV 1002. Double tempo di borea
13 Sonata No. 2 per violino solo in Sol minore, BWV 1003. Grave
14 Sonata No. 2 per violino solo in Sol minore, BWV 1003. Fuga
15 Sonata No. 2 per violino solo in Sol minore, BWV 1003. Andante
16 Sonata No. 2 per violino solo in Sol minore, BWV 1003. Allegro

CD 2

1 Partita No. 2 per violino solo in Re minore, BWV 1004. Allemanda
2 Partita No. 2 per violino solo in Re minore, BWV 1004. Corrente
3 Partita No. 2 per violino solo in Re minore, BWV 1004. Sarabanda
4 Partita No. 2 per violino solo in Re minore, BWV 1004. Giga
5 Partita No. 2 per violino solo in Re minore, BWV 1004. Ciaccona
6 Sonata No. 3 per violino solo in Do maggiore, BWV 1005. Adagio
7 Sonata No. 3 per violino solo in Do maggiore, BWV 1005. Fuga
8 Sonata No. 3 per violino solo in Do maggiore, BWV 1005. Largo
9 Sonata No. 3 per violino solo in Do maggiore, BWV 1005Allegro assai
10 Partita No. 3 per violino solo in Mi maggiore, BWV 1006. Preludio
11 Partita No. 3 per violino solo in Mi maggiore, BWV 1006. Lourde
12 Partita No. 3 per violino solo in Mi maggiore, BWV 1006. Gavotte en rondeau
13 Partita No. 3 per violino solo in Mi maggiore, BWV 1006 Menuet I
14 Partita No. 3 per violino solo in Mi maggiore, BWV 1006. Menuet II
15 Partita No. 3 per violino solo in Mi maggiore, BWV 1006. Bourree
16 Partita No. 3 per violino solo in Mi maggiore, BWV 1006. Gigue

Salvatore Accardo – Violin

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G. F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. I – Le Cantate per il Cardinal Pamphili

G.  F. Handel (1685-1759): As Cantatas Italianas, Vol. I – Le Cantate per il Cardinal Pamphili

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Esta coleção é uma das mais belas que já tive a oportunidade de ouvir. Considero-a simplesmente perfeita, nada menos que isso. Confesso que já viciei nela. Tenho ouvido com muita atenção e frequência há algum tempo. E não me canso de ouvi-la. Todos os cantores são excelentes, mas sem dúvida quem se destaca é a Roberta Invernizzi. E o conjunto barroco “La Risonanza” também é de se tirar o chapéu. A Cantata de Câmara floresceu na Itália como contrapartida à ópera. Foi cultivada por patronos aristocráticos para seu prazer pessoal. Talvez por causa de suas origens essencialmente privadas, essa forma barroca difusa permanece pouco conhecida hoje. Durante seus anos na Itália (1706- 1710), Handel compôs quase 100 cantatas para uma série de patronos importantes, mas elas tendem a ser ignorados em favor de suas grandes óperas, oratórios, concertos e suítes orquestrais. O plano de La Risonanza para executar e registrar todos as cantatas com acompanhamento instrumental (cerca de um terço do total) é, portanto, de grande importância para todos os amantes da música, uma vez que trará de volta esta música extraordinariamente bela. Este primeiro disco apresenta quatro notáveis ​​cantatas do início do italiano de Handel. período: Il delirio amoroso, Tra la fiamme, Figlio d´alte speranze e Pensieri notturni di Filli. Quando foi convidado para a Itália pelo príncipe florentino Gian Gasto De Medici, Handel decidiu não viajar sob a proteção do príncipe, mas sim esperar até que pudesse fazer a viagem por conta própria. Ele chegou à Itália em 1706 e provavelmente seu primeiro destino foi Florença. Ele também pode ter viajado antes para Veneza; no entanto, o primeiro vagido de Handel na Itália data do início de 1707, em Roma. Além de períodos significativos de residência em cada uma dessas cidades, Handel também passou cerca de dez semanas em Nápoles, em 1708. Partiu da Itália no início de 1710 e chegou no final do ano em Londres, onde viveu o resto de sua vida. Depois que ele se mudou definitivamente para Londres, Handel nunca mais voltou ao gênero.

Maiores detalhes sobre as obras podem ser encontrados no encarte que acompanha o arquivo zipado.

George Frideric Handel – The Italian Cantatas I – Le Cantate per il Cardinal Pamphili

01 – Tra Le Fiamme (Il Consiglio), HWV 170 – Aria- Tra le fiamme
02 – Tra Le Fiamme (Il Consiglio), HWV 170 – Rec- Dedalo già le fortunate penne
03 – Tra Le Fiamme (Il Consiglio), HWV 170 – Aria- Pien di nuovo e bel diletto
04 – Tra Le Fiamme (Il Consiglio), HWV 170 – Rec- Si, si, pur troppo è vero
05 – Tra Le Fiamme (Il Consiglio), HWV 170 – Aria- Voli per l’aria
06 – Tra Le Fiamme (Il Consiglio), HWV 170 – Rec- L’uomo, che nacque per salire
07 – Tra Le Fiamme (Il Consiglio), HWV 170 – Aria- Tra le fiamme

08 – Pensieri Notturni Di Filli (Nel Dolce Dell’Oblio), HWV 134 – Rec- Nel dolce dell’oblio
09 – Pensieri Notturni Di Filli (Nel Dolce Dell’Oblio), HWV 134 – Aria- Giacchè il sonno a lei
10 – Pensieri Notturni Di Filli (Nel Dolce Dell’Oblio), HWV 134 – Rec- Così fida ella vive
11 – Pensieri Notturni Di Filli (Nel Dolce Dell’Oblio), HWV 134 – Aria- Ha l’inganno

12 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Sonata
13 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Rec- Da quel giorno fatale
14 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Aria- Un pensiero che voli in ciel
15 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Rec- Ma fermati
16 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Aria- Per te lasciai la luce
17 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Rec- Non ti bastava ingrato
18 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Aria- Lascia ormai le brune vele
19 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Rec- Ma siamo giunti in Lete
20 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Entrée
21 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Arietta- In queste amene
22 – Il Delirio Amoroso (Da Quel Giorno Fatale), HWV 90 – Rec & Minuet- Sì, disse Clori

23 – Figlio D’Alte Speranze, HWV 113 – Rec- Figlio d’alte speranze
24 – Figlio D’Alte Speranze, HWV 113 – Aria- Troppo costa
25 – Figlio D’Alte Speranze, HWV 113 – Rec- Era conforto il suo penar
26 – Figlio D’Alte Speranze, HWV 113 – Aria- Sia guida, sia stella
27 – Figlio D’Alte Speranze, HWV 113 – Rec- In così dire
28 – Figlio D’Alte Speranze, HWV 113 – Aria- Brillava protetto

Roberta Invernizzi – Soprano
La Risonanza
Fabio Bonizzoni – Harpsichord & direction

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FDP / PQP

Abbado / Pollini – Complete Recordings – CD 7 e 8 de 8

Fui intimado pelo nosso Grão-Senhor PQPBach, fã inconteste deste dupla Abbado / Pollini, a concluir essa série. E como se fosse uma ordem judicial, cumpro a ordem. Confesso que tinha outros planos, mas tudo bem.

Estas integrais são complicadas, as vezes vejo mais que o que vale é a intenção, mas tudo bem. Reunir Schumann e Schoenberg no  sétimo CD é estranho, não acham? O maior expoente do Romantismo ao lado do criador e fundado da música moderna do Século XX … no mínimo curioso. O oitavo CD também flerta descaradamente com a música do Século XX, trazendo Bártok e Luigi Nono. Integrais…

Enfim, eis aí concluída mais uma integral. Divirtam-se.

CD 7

01 – Piano Concerto A-Moll 1. Allegro Affettuoso
02 – Piano Concerto A-Moll 2. Intermezzo. Andantino Grazioso
03 – Piano Concerto A-Moll 3. Allegro Vivace
04 – Piano Concerto Op.42 1. Andante
05 – Piano Concerto Op.42 2. Molto Allegro
06 – Piano Concerto Op.42 3. Adagio
07 – Piano Concerto Op.42 4. Giocoso (Moderato), Stretto

CD 8

01 – Piano Concerto No. 1 in A major, Sz. 83, BB 91- 1. Allegro moderato – Allegro
02 – Piano Concerto No. 1 in A major, Sz. 83, BB 91- 2. Andante – Allegro
03 – Piano Concerto No. 1 in A major, Sz. 83, BB 91- 3. Allegro molto
04 – Piano Concerto No. 2 in G major, Sz. 95, BB 101- 1. Allegro
05 – Piano Concerto No. 2 in G major, Sz. 95, BB 101- 2. Adagio – Presto – Adagio
06 – Piano Concerto No. 2 in G major, Sz. 95, BB 101- 3. Allegro molto – Presto
07 – Como una ola de fuerza y luz – Beginning
08 – Interno dolce
09 – Duro deciso
10 – (Part II) Piano entry
11 – Soprano veces de ninos doblen campanas dulces
12 – (Part III) Orchestra entry
13 – (Part IV) Orchestra and piano entry

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CD 8 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Johann Sebastian Bach (1685-1750)- Suites Françaises – Blandine Rannou, Vladimir Ashkenazy

Hoje resolvi trazer uma possibilidade interessante para aqueles que se interessam pela música de Bach. Serão dois CDs recém lançados, interpretados por dois grandes músicos, mas cada um dentro de suas especificidades e características.
Vladimir Ashkenazy interpreta ao piano as mesmas Suítes Francesas que Blandine Rannou interpreta ao cravo. Sâo duas leituras diferentes, duas escolas bem diferentes.
O texto abaixo foi escrito por Blandine Rannou, e está no booklet do CD, e foi traduzido livremente por este que vos escreve.

“As primeiras cinco dessas ‘Suítes pour le clavessin’ (suítes para o cravo) abrem o “Clavierbüchlein für Anna Magdalena Bach” de 1722. As suítes também foram copiadas e recopiadas pelos alunos de Bach, estendendo assim sua influência para além do círculo familiar de Bach.É provável que ele pensasse nas suítes como peças de ensino, como as invenções, o cravo bem temperado e as seis partitas (designadas como “exercícios de clavier”). No entanto, as suítes dificilmente são simples exercícios ou estudos destinados a facilitar o progresso técnico e musical inconsciente em alunos mais ou menos capazes. São, sim, uma simples expressão do que era importante – e até mesmo crucial – para transmitir. Eles não devem ser considerados “sacrossantos” como tais. Seu propósito, desprovido de orgulho, era “edificar” no sentido arquitetônico; neles se encontram os valores que Bach desejava transmitir aos outros. Eles aspiram a quintessência em vez de simplificação. As suítes podem nos ajudar a entender quais elementos são importantes para transmitir.
O primeiro elemento a aparecer é a dança. As estruturas e fórmulas rítmicas da dança estão claramente presentes, constituindo essa linguagem comum e tranquilizadora derivada de uma tradição francesa difundida na Europa e já livre das contingências da ‘dance music’ propriamente dita. Eles, no entanto, sugerem que Bach desejava transmitir a ideia – até mesmo, por assim dizer, de fazer música para dançar. Era essencial conhecer as características de cada movimento de dança (ritmo, ritmo rítmico recorrente fórmulas, caráter geral, acentos para ser feito em pontos precisos, acordados), mas também para saber como jogar para a dança real. Faz parte do treinamento de um aluno aprender a usar a energia, transportar o ouvinte através do momento dinâmico e rítmico, esquecer a sonoridade por si só e aproveitar ao máximo o caráter percussivo do cravo.).
Mas o papel e propósito da música do século XVIII era, acima de tudo, comunicar emoção. Embora o jogador fosse naturalmente obrigado a assimilar a organização rítmica de um movimento de dança, era com a intenção de transmitir emoção. Essa emoção, carregada por um corpo dançante, poderia igualmente ser transmitida através de uma bela linha de canto. E este é provavelmente o segundo ponto importante a ser feito. Nestas suites, a emoção fala. Uma linguagem musical extremamente simples, até mesmo humilde, também pode ser generosa. Vai diretamente ao âmago da questão: as linhas simples de agudos e seus acompanhamentos de baixo cantam tão lindamente e com tal brilho que a emoção facilmente se faz sentir. Não estamos falando aqui de um mero fio – Bach não está escrevendo miniaturas: a música libera uma torrente de emoção poderosa e sincera. É importante para o intérprete enfatizar a linha de canto que transmite o Affekt de cada peça através da linguagem específica do cravo, com seu som colorido e rico reforçado por um “baixo fundamental”; encontrar maneiras de realçar a polifonia implícita e experimentar ornamentos e repetições variadas. E gradualmente a melodia, carregando a emoção e em si carregada pela dança, forma uma organização hierárquica, como a fala discurso. O prazer de “cantar” é, assim, agravado com o prazer de “falar”: pode-se criar relações entre notas através de acentuação, fazer conexões retóricas e desenvolver articulação. Assim, o uso de peças de dança transporta corpo, coração e mente para planos superiores, refletindo o mais alto grau de uma cultura implícita, sem nunca cair na armadilha da música objetiva, intelectual e austera, nem na de um personagem leve e frívolo, enquanto também evita a emoção fácil por si mesma. A lição a ser aprendida dessas suítes francesas concebidas pedagogicamente é, talvez, a necessidade de se deixar dançar, cantar e falar. Essa música maravilhosa, altamente realizada (embora algumas vezes subestimada) alcança seus objetivos através da realidade concreta do instrumento, sem procurar transcendê-lo ou evocar outros mundos sonoros. Aqui está um cravo simples, mas poderoso.”
Depois desta verdadeira aula sobre como interpretar nossas queridas Suites Francesas, não temos outra opção a não ser ouvi-las. Volto a salientar que não é para definir quem é melhor ou pior, trata-se apenas de uma postagem para mostrar a riqueza da música de Bach.

Espero que apreciem a experiência.

01. Suite No.1 in D minor, BWV 812 – I. Allemande
02. Suite No.1 in D minor, BWV 812 – II. Courante
03. Suite No.1 in D minor, BWV 812 – III. Sarabande
04. Suite No.1 in D minor, BWV 812 – IV. Menuet I & II
05. Suite No.1 in D minor, BWV 812 – V. Gigue
06. Suite No.2 in C minor, BWV 813 – I. Allemande
07. Suite No.2 in C minor, BWV 813 – II. Courante
08. Suite No.2 in C minor, BWV 813 – III. Sarabande
09. Suite No.2 in C minor, BWV 813 – IV. Air
10. Suite No.2 in C minor, BWV 813 – V. Menuet
11. Suite No.2 in C minor, BWV 813 – VI. Gigue
12. Suite No.3 in B minor, BWV 814 – I. Allemande
13. Suite No.3 in B minor, BWV 814 – II. Courante
14. Suite No.3 in B minor, BWV 814 – III. Sarabande
15. Suite No.3 in B minor, BWV 814 – IV. Menuet I & II
16. Suite No.3 in B minor, BWV 814 – V. Gavotte
17. Suite No.3 in B minor, BWV 814 – VI. Gigue
18. Suite No.4 in E flat major, BWV 815 – I. Allemande
19. Suite No.4 in E flat major, BWV 815 – II. Courante
20. Suite No.4 in E flat major, BWV 815 – III. Sarabande
21. Suite No.4 in E flat major, BWV 815 – IV. Gavotte
22. Suite No.4 in E flat major, BWV 815 – V. Air
23. Suite No.4 in E flat major, BWV 815 – VI. Menuet
24. Suite No.4 in E flat major, BWV 815 – VII. Gigue
25. Suite No.5 in G major, BWV 816 – I. Allemande
26. Suite No.5 in G major, BWV 816 – II. Courante
27. Suite No.5 in G major, BWV 816 – III. Sarabande
28. Suite No.5 in G major, BWV 816 – IV. Gavotte
29. Suite No.5 in G major, BWV 816 – V. Bourrée
30. Suite No.5 in G major, BWV 816 – VI. Loure
31. Suite No.5 in G major, BWV 816 – VII. Gigue
32. Suite No.6 in E major, BWV 817 – I. Allemande
33. Suite No.6 in E major, BWV 817 – II. Courante
34. Suite No.6 in E major, BWV 817 – III. Sarabande
35. Suite No.6 in E major, BWV 817 – IV. Gavotte
36. Suite No.6 in E major, BWV 817 – V. Menuet – Polonaise
37. Suite No.6 in E major, BWV 817 – VI. Bourrée
38. Suite No.6 in E major, BWV 817 – VII. Petit Menuet
39. Suite No.6 in E major, BWV 817 – VIII. Gigue

Vladimir Ashkenazy – Piano

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CD 1

01. Suite française No. 5 in G Major, BWV 816 I. Allemande
02. Suite française No. 5 in G Major, BWV 816 II. Courante
03. Suite française No. 5 in G Major, BWV 816 III. Sarabande
04. Suite française No. 5 in G Major, BWV 816 IV. Gavotte
05. Suite française No. 5 in G Major, BWV 816 V. Bourrée
06. Suite française No. 5 in G Major, BWV 816 VI. Loure
07. Suite française No. 5 in G Major, BWV 816 VII. Gigue
08. Suite française No. 1 in D Minor, BWV 812 I. Allemande
09. Suite française No. 1 in D Minor, BWV 812 II. Courante
10. Suite française No. 1 in D Minor, BWV 812 III. Sarabande
11. Suite française No. 1 in D Minor, BWV 812 IV. Menuet I & II
12. Suite française No. 1 in D Minor, BWV 812 V. Gigue
13. Suite française No. 3 in B Minor, BWV 814 I. Allemande
14. Suite française No. 3 in B Minor, BWV 814 II. Courante
15. Suite française No. 3 in B Minor, BWV 814 III. Sarabande
16. Suite française No. 3 in B Minor, BWV 814 IV. Anglaise
17. Suite française No. 3 in B Minor, BWV 814 V. Menuet – Trio
18. Suite française No. 3 in B Minor, BWV 814 VI. Gigue

CD 2

01. Suite française No. 4 in E-Flat Major, BWV 815 I. Allemande
02. Suite française No. 4 in E-Flat Major, BWV 815 II. Courante
03. Suite française No. 4 in E-Flat Major, BWV 815 III. Sarabande
04. Suite française No. 4 in E-Flat Major, BWV 815 IV. Gavotte
05. Suite française No. 4 in E-Flat Major, BWV 815 V. Menuet
06. Suite française No. 4 in E-Flat Major, BWV 815 VI. Air
07. Suite française No. 4 in E-Flat Major, BWV 815 VII. Gigue
08. Suite française No. 2 in C Minor, BWV 813 I. Allemande
09. Suite française No. 2 in C Minor, BWV 813 II. Courante
10. Suite française No. 2 in C Minor, BWV 813 III. Sarabande
11. Suite française No. 2 in C Minor, BWV 813 IV. Air
12. Suite française No. 2 in C Minor, BWV 813 V. Menuet
13. Suite française No. 2 in C Minor, BWV 813 VI. Gigue
14. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 I. Allemande
15. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 II. Courante
16. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 III. Sarabande
17. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 IV. Gavotte
18. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 V. Polonaise
19. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 VI. Menuet
20. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 VII. Bourrée
21. Suite française No. 6 in E Major, BWV 817 VIII. Gigue

Blandine Rannou – Harpsichord

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Max Bruch (1838-1920) – Violin Concerto nº 2, Scottish Fantasy – Itzhak Perlman, Lópes-Cobos, New Philharmonia Orchestra

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Esta bela coleção intitulada ‘EMI Perlman Edition’ mostra uma parte da produção fonográfica do violinista, que não é pequena. Ele já circulou pelas principais gravadoras, sempre com grande qualidade e competência.

Já nos primeiros compassos deste Segundo Concerto para Violino de Max Bruch sentimos que o músico está se jogando de corpo e alma em sua execução. Pungente, dolorido, sofrido, estas são as primeiras sensações que temos quando ouvimos esta obra. Estamos  tão acostumados com o Primeiro Concerto que esquecemos o quão belo é o Segundo Concerto.

E o que dizer da ‘Scottish Fantasy’, imortalizada por David Oistrakh? Lembro que estas gravações foram realizadas lá nos anos 70, e Perlman já era um dos grandes nomes do violino, e este registro só veio confirmar o que todos já sabiam.

Mas estou fazendo uma pequena incursão no meu acervo pessoal de gravações deste gigante do violino chamado Itzhak Perlman. Já trouxe dia destes o Concerto de Brahms, e hoje vamos de Bruch, quem sabe daqui há alguns dias trago alguma outra gravação dele. Quem viver, verá.

01 – Violin Concerto No. 2 In D Minor Op. 44 – 1. Adagio Ma Non Troppo
02 – Violin Concerto No. 2 In D Minor Op. 44 – 2. Recitative (Allegro Moderato)
03 – Violin Concerto No. 2 In D Minor Op. 44 – 3. Finale (Allegro Molto)
04 – Scottish Fantasy Op. 46 – Einleitung (Grave)
05 – Scottish Fantasy Op. 46 – 1. Adagio Cantabile
06 – Scottish Fantasy Op. 46 – 2. Allegro
07 – Scottish Fantasy Op. 46 – 3. Andante Sostenuto
08 – Scottish Fantasy Op. 46 – 4. Finale (Allegro Guerriero)

Itzhak Perlman – Violin
New Philharmonia Orchestra
Jesus Lópes-Cobos – Conductor

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