Claudio Merulo (1533-1604): Mottetti e Ricercari

Claudio Merulo (1533-1604): Mottetti e Ricercari

Este é mais um arquivo que nos foi repassado pelo pequepiano WMR.

Claudio Merulo foi um mestre. Este disco é realmente muito bom. As interpretações do Quoniam e do De Labyrintho são excelentes — trata-se de uma gravação convincente e eufônica –, demonstrando um autor inspirado e autenticamente erudito, se me entendem. Merulo foi famoso por suas habilidades como organista, mas aqui temos apenas composições para coral e orquestra (ou grupo instrumental). Jamais pense num disco chato de música religiosa renascentista, a coisa aqui é colorida, bonita e variada.

Claudio Merulo (1533-1604): Mottetti e Ricercari

1 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Haec est Domus Dei 1:38
2 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Tribulationem et dolorem 2:35
3 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: O Crux benedicta 2:08
4 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Domine, si adhuc populo 1:45
5 Toccata del settimo tono ‘O admirabile commercium’ 2:34
6 Liber primus sacrarum cantionum: Hodie Spiritus Sanctus 1:55
7 Ricercari da cantare: Ricercare decimo a quattro 3:18
8 Liber primus sacrarum cantionum: Hodie Spiritus Sanctus 2:35
9 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Tanquam aurum in fornace 1:39
10 Liber primus sacrarum cantionum: Maximum hoc omnium 2:22
11 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Vos qui reliquistis omnia 2:05
12 Ricercari da cantare: Ricercare primo a quattro 3:17
13 Liber primus sacrarum cantionum: Ascendens Christus in altum (Instrumental Version) 1:40
14 Liber primus sacrarum cantionum: Ascendens Christus in altum 1:49
15 Liber primus sacrarum cantionum: Sancti et justi 1:41
16 Liber primus sacrarum cantionum: Ave Maria 2:45
17 Ricercari da cantare: Ricercare vigesimo a quattro 4:15
18 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Pax vobis, ego sum 2:12
19 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Haec est Virgo prudens 1:17
20 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Gaude, felix parens Hispania 1:49

Quoniam Ensemble
De Labyrintho Ensemble
Paolo Tognon
Walter Testolin

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O cartão de visitas de Claudio Merulo

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Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music II

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music II

IM-PER-DÍ-VEL !!! Aqui, toda a série.

As piadas de violistas são as melhores, mas não os massacremos desta vez. Afinal, este disco que é tão bom! Não há dúvida de que Hindemith FOI O COMPOSITOR PARA VIOLA, instrumento que ele próprio tocou de maneira suprema. Há gravações comprobatórias — ele gravou a Sonata Solo Op. 25 No. 1 e a Sonata para Viola e Piano, Op. 39. Todos os seus trabalhos para viola não requerem apenas uma habilidade demoníaca do violista — algo raríssimo –, mas revelam enorme criatividade de uma mente extraordinariamente fértil. Sim, são trabalhos de tirar o fôlego. Não é música fácil, o ouvinte é bastante exigido. E há um forte sentimento de que emana de uma época inquietante. Hindemith é altamente contrapontístico, parece um barroco perdido no meio do modernismo. Eu adoro!

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music II

Volume 2 – Sonatas for Solo Viola (2010)

1-4 Sonata Op 11 No 5 (1919) [18’45]
5-9 Sonata Op 25 No 1 (1922) [15’18]
10-12 Sonata Op 31 No 4 (1923) [16’50]
13-15 Sonata (1937) [13’29]

Lawrence Power, viola

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Hindemith, foi grande violinista e, incrivelmente. um espetacular violista

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Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music I

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music I

IM-PER-DÍ-VEL !!! Aqui, toda a série.

Sempre fui fascinado pela obra de Hindemith. Ele foi dos poucos compositores que levaram à sério a viola. Ele, que tocava mil instrumentos, dedicou boa parte de sua vida à pobre viola, eterna vítima de bullying. Logo, vão vir mais dois CDs desta série. Aproveitem porque é material raro.

E ouçam com atenção, pois apesar dos protestos do maestro Wilhelm Furtwängler, a sua música foi definida como “degenerada” pelos nazis e, em 1940, Paul Hindemith emigrou para os Estados Unidos da América, onde leccionou na Universidade de Yale. Adquiriu a cidadania norte-americana em 1946, mas regressou à Europa em 1953, vivendo em Zurique e lecionando na universidade local.

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music I

Volume 1 – Sonatas for Viola & Piano (2009)

1-4 Sonata (1939) [22’52]
5-7 Sonata in F major Op 11 No 4 (1919) [16’28]
8-10 Sonata Op 25 No 4 (1922) [14’23]
11 Meditation from Nobilissima visione (1938) [4’06]

Lawrence Power, viola
Simon Crawford-Phillips, piano

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Paul Hindemith e Igor Stravinsky em Santa Fé, Novo México, em 1961

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.: interlúdio :. Charlie Haden: The Montreal Tapes II (com Geri Allen & Paul Motian)

.: interlúdio :. Charlie Haden: The Montreal Tapes II (com Geri Allen & Paul Motian)

Aqui, toda a série e mais um baita CD de brinde.

O segundo volume desta coleção traz Mr. Haden trabalhando em trio em parceria com Geri Allen — uma pianista conhecida por trabalhar no limite entre o mainstream e o avant garde — e Paul Motian — que trabalhou com grandes pianistas, incluindo Bill Evans. Bem, o currículo de Mr. Haden é conhecido. Aqui, esses grandes talentos formam um conjunto eclético, capaz de surpresas como Fiasco, um free jazz, ou canções como First Song. O trio demonstra enorme interação, jamais próximo de uma batalha de egos. Em suma, é o que esperamos de qualquer grupo do qual Mr. Haden faça parte. Altamente recomendado.

Charlie Haden: The Montreal Tapes II (com Geri Allen & Paul Motian)

1 Blues in Motian – 8:20
2 Fiasco (Paul Motian) – 11:58
3 First Song – 9:20
4 Dolphy’s Dance (Geri Allen) – 6:12
5 For John Malachi (Allen) – 6:34
6 In the Year of the Dragon (Motian) – 7:36

Charlie Haden – bass
Geri Allen – piano
Paul Motian – drums

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Paul Motian, Geri Allen e Charlie Haden rindo de nós.

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J. S. Bach (1685-1750): Suítes para Alaúde em transcrição para Violão

J. S. Bach (1685-1750): Suítes para Alaúde em transcrição para Violão

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este disco anula os terríveis sintomas da hipobachemia por um bom tempo. Que maravilha! A esplêndida e altamente lírica Sharon Isbin é um monstro em seu instrumento. Articula sempre com precisão e clareza, ornamenta onde é necessário e toca com a maior facilidade, sabendo exatamente como quer que a música soe. Todas as vozes são discerníveis, mas dentro da hierarquia apropriada às texturas muito complicadas propostas por Bach. Esta é certamente uma gravação que merece um lugar permanente na coleção de qualquer pessoa interessada no repertório de violão. E o repertório é SUBLIME.

J. S. Bach (1685-1750): Suítes para Alaúde em transcrição para Violão

1. Suite BWV 1006a in E major – 1 Prelude (4:23)
2. Suite BWV 1006a in E major – 2 Loure (2:44)
3. Suite BWV 1006a in E major – 3 Gavotte en rondeau (3:10)
4. Suite BWV 1006a in E major – 4 Menuet I & II (da capo Menuet I) (2:56)
5. Suite BWV 1006a in E major – 5 Bourree (1:55)
6. Suite BWV 1006a in E major – 6 Gigue (2:05)

7. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 1 Prelude (6:45)
8. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 2 Allemande (3:31)
9. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 3 Courante (2:06)
10. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 4 Sarabande (4:14)
11. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 5 Gavotte I & II (en rondeau) (2:41)
12. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 6 Gigue (2:22)

13. Suite BWV 996 in E minor – 1 Praeludio – Passaggio presto (2:58)
14. Suite BWV 996 in E minor – 2 Allemande (3:08)
15. Suite BWV 996 in E minor – 3 Courante (2:23)
16. Suite BWV 996 in E minor – 4 Sarabande (4:46)
17. Suite BWV 996 in E minor – 5 Bourree (1:20)
18. Suite BWV 996 in E minor – 6 Gigue (2:58)

19. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 1 Prelude (3:09)
20. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 2 Fugue (8:12)
21. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 3 Sarabande (5:28)
22. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 4 Gigue (2:42)
23. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 5 Double (2:42)

Sharon Isbin, violão

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Sharon Isbin ao lado de Martin Luther King e Angela Davis

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Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): Soldiers, Gypsies, Farmers and a Night Watchman: Instrumental Pieces by Biber

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): Soldiers, Gypsies, Farmers and a Night Watchman: Instrumental Pieces by Biber

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Soldados, Ciganos, Fazendeiros e um Vigia Noturno. Como não ouvir um disco de Biber com este título? Impossível. Merecidamente, a música do compositor barroco austríaco Biber — nascido na atual Tchecoslováquia — está explodindo em popularidade, ao menos nos países cultos. Algumas delas são impressionantes o suficiente para a gente se perguntar porque ele permaneceu desconhecido por tanto tempo. As obras de Soldiers, Gypsies, Farmers e Night Watchman são programáticas. A Battalia, por exemplo, segue em uma longa tradição de representações musicais de batalha, mas essa afirmação dificilmente lhe faz justiça, tem que ouvir. Usando apenas um pequeno conjunto de cordas, Biber faz seus soldados entrarem em campo, cantarem suas várias canções em uma confusão simultânea que soa como Charles Ives. Temos contrabaixos modificados com pedaços de papelão para produzir barulho de tambor, há choques com o inimigo e lamento pelos mortos. E a Sonata Jucunda? Como se explica aquilo? Mas tem muito e muito mais. Baita CD.

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): Soldiers, Gypsies, Farmers and a Night Watchman: Instrumental Pieces by Biber

1 Arien à 4, suite for violin, 2 violas & continuo in A major, C. 53 4:55
2 Sonata à 6 die pauern-Kirchfarth genandt, for 3 violins, 2 violas & continuo in B flat major, C. 110 5:16
3 Balletto “Die Werber,” suite for violin, 3 violas & continuo in B minor (attributed), C. 60 (B. XIV 250) 6:55
4 Serenada à 5, for 2 violins, 2 violas & continuo (with optional bass voice) in C major (“Nightwatchman’s Call”), C. 75 9:29
5 Pars III of “Mensa Sonora”, suite for violins, 2 violas & continuo in A minor, C. 71 6:27
6 Ballettae à 4, suite for violin, 2 violas & continuo in E minor, C. 54 8:50
7 Battalia, for 3 violins, 4 violas, 2 violini & keyboard in D major, C. 61 (B. XIV 122) 7:30
8 Sonata Jucunda, for 2 violins, 3 violas & continuo in D major (by either Biber or Schmelzer), C. App 121 (B. IV 100) 6:37

Combattimento Consort Amsterdam
Jan Willem de Vriend

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Biber, BAITA compositor

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Bohuslav Martinu (1890-1959) / Alfred Schnittke (1934-1998): Concertos para Dois Pianos e a Quatro Mãos + Hommage à Grieg e Polyphonischer Tango

Bohuslav Martinu (1890-1959) / Alfred Schnittke (1934-1998): Concertos para Dois Pianos e a Quatro Mãos + Hommage à Grieg e Polyphonischer Tango

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O concerto de Martinu é uma das várias obras dos anos de guerra passados nos EUA, quando surgiram nada menos do que cinco sinfonias. É uma música alegre e de alta qualidade. O colorido orquestral do primeiro movimento é belíssimo. O concerto de Schnittke é bem diferente. Parece explorar profundezas indesejáveis. Talvez não fosse exagerado dizer que revela horror à vida. Explora a raiva, há metamorfoses caleidoscópicas no movimento lento, mis violência e reinos fantasmais muito distantes da luz solar de Martinu. É grande música. Já Hommage à Grieg é apenas boa, mas o Polyphonischer Tango é uma obra-prima do melhor Schnittke, o bem-humorado.

Bohuslav Martinu (1890-1959) / Alfred Schnittke (1934-1998): Concertos para Dois Pianos e a Quatro Mãos

Bohuslav Martinu
Concerto for Two Pianos and Orchestra, H292
1 I. Allegro non troppo 6:09
2 II. Adagio 9:59
3 III. Allegro 7:29

Alfred Schnittke
4 Schnittke: Concerto for Piano four-hands & Chamber Orchestra (1988) 19:44
5 Hommage à Grieg 5:21
6 Polyphonischer Tango 5:06

Piano Duo Genova & Dimitrov
Kathrin Rabus (violin)
North German Radio Symphony, Hannover
Eiji Oue

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Bohuslav Martinu em 1948.

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Claudio Merulo (1533-1604): Missa Virginis Mariae / Toccata / Magnificat

Claudio Merulo (1533-1604): Missa Virginis Mariae / Toccata / Magnificat

Este é mais um arquivo que nos foi repassado pelo pequepiano WMR.

Alto nível. Gostei bem mais deste CD duplo do que do quádruplo que postamos há uma semana. Creio que a diferença não é somente a música, mas também a qualidade do organista e do som do órgão de Frédéric Muñoz quando comparado com os mesmos itens de Stefano Molardi. As obras são Missas para coro e órgão. Raras vezes (ou nunca) ambos intervêm juntos, o que causa um efeito e tanto. O clima é variado e sempre adequado ao texto. O som do órgão não forma aquele entediante paredão que parece tapar nossos ouvidos até matá-los por sufocamento. É música de devoção, sensível a contextos, sem ser o mero mais do mesmo de tanta música religiosa. Merulo era um renascentista batuta.

Claudio Merulo (1533-1604): Missa Virginis Mariae / Toccata / Magnificat

Disc 1
Toccata decima del 10 tono
1. Toccata decima del 10 tono 00:13:37
Merulo, Claudio

Missa Virginis Mariae
2. Kyrie 00:09:15
3. Gloria 00:25:23

Disc 2
Missa Virginis Mariae
1. Credo Angelorum 00:10:28
2. Sanctus 00:11:18
3. Agnus Dei 00:08:53

Magnificat dell’ottavo tono
4. Magnificat dell’ottavo tono 00:08:43

Laurentino Saenz de Buruaga
Santa Cruz Benedictine Abbey Schola
Frédéric Muñoz

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.: interlúdio :. Houston Person & Ron Carter: Remember Love

.: interlúdio :. Houston Person & Ron Carter: Remember Love

O saxofonista Houston Person e o baixista Ron Carter, ambos na faixa dos oitenta anos, tocam e gravam em dueto há quase três décadas. Remember Love marca seu sétimo álbum nesse formato. Os sons do sax e do baixo são gravados em minúcia. cada detalhe é ouvido. A amplificação é tal que o ouvinte pode notar claramente a respiração de Person entre as frases. Acho ótimo. O clima é sofisticado e agradável. Os temas são conhecidos e populares e dificilmente você poderá escolher companheiros mais amáveis.

Houston Person & Ron Carter: Remember Love

1 Love Is Here to Stay 6:57
2 My One and Only Love 4:37
3 Why Not 6:10
4 Day Dream 5:01
5 Gentle Rain 6:23
6 The Way You Look Tonight 4:28
7 You Are My Sunshine 5:43
8 Blues for DP 5:32
9 Easy to Remember 4:47
10 Without a Song 3:03

Houston Person, sax tenor
Ron Carter, baixo

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J. S. Bach (1685-1750): Cantatas BWV 138, 161 e 95

J. S. Bach (1685-1750): Cantatas BWV 138, 161 e 95

Na minha opinião, o grande destaque deste CD é a Cantata BWV 95, a qual contém uma das árias que mais gosto neste mundo, a quinta faixa, Ach, schlage doch bald, selge Stunde, aqui cantada por Adalbert Kraus. Tenho a integral de Cantatas de Bach por Rilling e volta e meia ouço um dos 71 CDs e faço-o pingar aqui no PQP sem maior compromisso. São gravações velhas, muito competentes, boas e dignas. Sabem quem foi o tenor Aldo Baldin? Pois é, ele era catarinense. Pesquise aí, minha moça ou rapaz.

J. S. Bach (1685-1750): Cantatas BWV 138, 161 e 95

Cantata No. 138, “Warum betrübst du dich, mein Herz?” BWV 138
1. 1. Chor (Verse 1) – Arleen Auger/Ria Bollen/Aldo Baldin/Philippe Huttenlocher
2. 2 Recitative – Philippe Huttenlocher
3. 3. Chor (Verse 2) – Arleen Auger/Ria Bollen/Aldo Baldin/Philippe Huttenlocher
4. 4. Recitative – Aldo Baldin
5. 5. Aria – Philippe Huttenlocher
6. 6. Recitative – Ria Bollen
7. 7. Chor (Verse 3) – Arleen Auger/Ria Bollen/Aldo Baldin/Philippe Huttenlocher

Cantata No. 161, “Komm, du süsse Todesstunde,” BWV 161
8. 1. Aria And Chor – Hildegard Laurich
9. 2. Recitative – Adalbert Kraus
10. 3. Aria – Adalbert Kraus
11. 4. Recitative – Hildegard Laurich
12. 5. Chor – Hildegard Laurich/Adalbert Kraus
13. 6. Chor – Hildegard Laurich/Adalbert Kraus

Cantata No. 95, “Christus, der ist mein Leben,” BWV 95
14. 1. Chor – Arleen Auger/Adalbert Kraus/Walter Heldwein
15. 2. Recitative – Arleen Auger
16. 3. Chor – Arleen Auger
17. 4. Recitative – Adalbert Kraus
18. 5. Aria – Adalbert Kraus
19. 6. Recitative – Walter Heldwein
20. 7. Chor – Arleen Auger/Adalbert Kraus/Walter Heldwein

Arleen Augér – Soprano (Vocal)
Aldo Baldin – Tenor (Vocal)
Ria Bollen – Alto (Vocals)
Frankfurter Kantorei – Choir/Chorus
Gächinger Kantorei Stuttgart – Choir/Chorus
Walter Heldwein – Bass (Vocal)
Philippe Huttenlocher – Bass (Vocal)
Adalbert Kraus – Tenor (Vocal)
Hildegard Laurich – Alto (Vocals)
Stuttgart Bach Collegium – Ensemble, Orchestra
Helmuth Rilling – Conductor

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Helmuth_Rilling (1933) ainda está por aí, bastante ativo.

PQP

.: interlúdio :. Ralph Towner & Gary Peacock: Oracle

.: interlúdio :. Ralph Towner & Gary Peacock: Oracle

Gosto muito do violonista e tecladista Ralph Towner. Oracle –– de Gary Peacock e Ralph Towner — é um típico bom produto da gravadora ECM. Trata-se de um excelente trabalho da dupla, gravado em 1994. Não é jazz tradicional e o próprio duo violão-baixo acústico já aponta para algo fora da tradição, mas a imaginação timbrística dos dois excelentes instrumentistas impressiona. São músicas quase sempre compostas sobre delicados ostinati. Vale a pena conferir. Por favor, não falem em New Age quando ouvirem este disco. Peacock e Towner não suportam tal estigma e costumam deixar claro! É jazz e dou-lhes inteira razão.

Em 1998, a dupla repetiu a dose em outro CD, o elogiadíssimo A Closer View, que não conheço, infelizmente.

Ralph Towner & Gary Peacock: Oracle

1. Gaya 5:47
2. Flutter Step 5:49
3. Empty Carrousel 5:50
4. Hat And Cane 5:14
5. Inside Inside 5:58
6. St. Helens 1:57
7. Oracle 7:24
8. Burly Hello 5:57
9. Tramonto 6:26

Gary Peacock, double bass
Ralph Towner, 12 string and classical guitars

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Towner e Peacock : mestres

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Igor Stravinsky (1882-1971): Concerto para Piano & Sopros / Capricho para Piano & Orquestra / Movimentos para Piano & Orquestra / Sinfonias para Sopros

Igor Stravinsky (1882-1971): Concerto para Piano & Sopros / Capricho para Piano & Orquestra / Movimentos para Piano & Orquestra / Sinfonias para Sopros

A inteligente e agradável música neoclássica de Stravinsky pelas mãos de dois especialistas, Salonen e Crossley. Por neoclassicismo entende-se um retorno à música do passado, particularmente à música dos séculos XVII e XVIII, através de seus modelos formais e estruturas melódicas e rítmicas. Mas isso se dá não como imitação ou recriação, mas com a criação de novos modelos a partir de referências passadas. O neoclassicismo surge como uma reação ao carácter exacerbadamente emocional da música do século XIX, buscando o caráter mais racional nos períodos clássico e barroco. As obras de Stravinsky entre 1920 e 1952 fazem uma revisitação destes períodos, aos quais junta as influências da música popular como o jazz, o ragtime e ainda de compositores do séc. XIX. (Parcialmente copiado daqui).

Capriccio For Piano & Orchestra (1949 Version)
1 I – Presto 6:39
2 II – Andante Rapsodico 5:11
3 III – Allegro Capriccioso Ma Tempo Giusto

4 Symphonies Of Wind Instruments (1947 Version) 8:41

Concerto For Piano & Wind Instruments (1950 Version)
5 I – Largo; Allegro 7:07
6 II -Largo 7:02
7 III – Allegro 4:56

Movements For Piano & Orchestra
8 I – ♪=110 2:49
9 II – ♩=52 1:20
10 III – ♪=72 0:57
11 IV = ♪=80 1:49
12 V – ♪=104 1:52

Orchestra – London Sinfonietta
Piano – Paul Crossley
Conductor – Esa-Pekka Salonen

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Stravinsky acordando para você

PQP

.: interlúdio :. Charlie Haden: The Montreal Tapes I (com Joe Henderson & Al Foster)

.: interlúdio :. Charlie Haden: The Montreal Tapes I (com Joe Henderson & Al Foster)

Aqui, toda a série e mais um baita CD de brinde.

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Em 1989, o Festival Internacional de Jazz de Montreal comemorou seu décimo aniversário. O Festival se instalou no centro da cidade, bloqueando as ruas da rua St. Catherine, perto da Place des Arts. São loucos estes quebequenses, bloqueiam o centro da cidade para um festival de jazz! Mas também houve outra novidade: permitiram que um artista realizasse várias noites seguidas com músicos de sua escolha. O primeiro beneficiário desta carta branca foi Charlie Haden (1937-2014), que se apresentou cada vez com diferentes cúmplices. Entre essas noites, a primeira é particularmente mágica: Charlie convida o saxofonista tenor Joe Henderson (1937-2001) e o baterista Al Foster (1944), dois músicos com quem gravara um álbum ao vivo na Itália dois anos antes, An Evening With Joe Henderson.

Este novo encontro acontece longe da multidão, em uma sala mais íntima, diante de um público particularmente atento e receptivo. Joe, de camisa amarela e gravata marrom se move para frente e ataca uma longa e empolgante introdução de “Round Midnight”, a que se juntaram seus dois colegas depois. Então eles atacam “All The Things You Are”. A terceira parte é mais livre, um campo onde Charlie sente-se muito bem. São 4 logas faixas, de 12 a 21 minutos. Cada uma das 4 passa rapidamente, porque todas são belas histórias.

Este álbum é um grande momento, um momento de enorme empatia. O público não se engana, saboreando com prazer este grande momento de criação.

Charlie Haden: The Montreal Tapes I (com Joe Henderson & Al Foster)

1-1 ‘Round Midnight
1-2 All The Things You Are
1-3 In The Moment
1-4 Passport

Charlie Haden, baixo
Joe Henderson, sax tenor
Al Foster, bateria

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Não foi mole.

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Claudio Merulo (1533-1604): Obras Completas para Órgão

Claudio Merulo (1533-1604): Obras Completas para Órgão

Este é mais um arquivo que nos foi repassado pelo pequepiano WMR.

Claudio Merulo foi um compositor, editor e organista italiano do final da Renascença, conhecido por sua música inovadora para órgão. Ele nasceu em Correggio e morreu em Parma. Nascido Claudio Merlotti, ele latinizou seu sobrenome (que significa pequeno melro) quando se tornou famoso em clubes culturais de Veneza. Suas Toccatas, em particular, são inovadoras. Muitas vezes, suas peças começam como se fossem uma transcrição de polifonia vocal, mas gradualmente adicionam ornamentos até chegarem a passagens de considerável virtuosismo. Às vezes, ele desenvolve acompanhamentos que adquirem o status de temas. Isso antecipa o barroco. Muitas vezes, Merulo ignora a voz principal, dando à música uma intensidade expressiva mais associada à escola tardia de madrigalistas do que à música de sua época. Sua música para órgão foi extremamente influente e suas idéias podem ser ouvidas na música de Sweelinck, Frescobaldi e outros.

Claudio Merulo (1533-1604): Obras Completas para Órgão

CD1
1 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata prima 5:23
2 Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar del secondo tuono 8:28
3 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: La Gratiosa 4:11
4 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: Petit Jacquet 4:54
5 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: La Leonora 3:04
6 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata terza 4:56
7 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 2: Toccata terza 4:50
8 Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar dell’ottavo tuono 6:53
9 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: La Cortese 4:03
10 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata quinta 3:33
11 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Seula 4:45
12 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Pazza 2:50
13 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 2: Toccata prima 5:51

CD2
1 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 2: Toccata quarta 6:26
2 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Radivila 4:14
3 Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar del terzo tuono 8:47
4 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: L’Arconadia 2:53
5 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Palma 2:33
6 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Scarampa 3:26
7 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 2: Toccata settima 7:41
8 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata nona 5:36
9 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 3: Content 6:07
10 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 3: Languissans 8:03
11 Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar del settimo tuono 7:59
12 Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Pargoletta 3:18
13 Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata ottava 6:32

CD3
1. Toccate d’intavolatura d organo, Book 2: Toccata nona
2. Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar dell’undecimo tuno
3. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 3: Onques amour
4. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: La Rolanda
5. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Ironica
6. Toccate d’intavolatura d organo, Book 2: Toccata quinta
7. Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata quarta
8. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Jolette
9. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: La Zambeccara
10. Toccata del terzo tuono
11. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: La Benvenuta
12. Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar dell duodecimo tuono
13. Toccate d’intavolatura d organo, Book 2: Toccata decima
14. Toccate d’intavolatura d organo, Book 2: Toccata sesta
15. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: L’Alberagata
16. Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar del primo tuono
17. Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata seconda
18. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: La Rosa

CD4
1. Toccate d’intavolatura d organo, Book 2 (excerpts)
2. Toccata seconda
3. Toccata ottava
4. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 1: La Bovia
5. Ricercari d’intavolatura d’organo, Book 1: Ricercar del quarto tuono
6. Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata sesta
7. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 2: Petite Camusette
8. Canzoni d’intavolatura d’organo fatte alla francese, Book 3: Susanne un jour
9. Toccate d’intavolatura d’organo, Book 1: Toccata settima

Stefano Molardi, órgão

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Claudio Merulo dá um oi pra turma do PQP

PQP

W. A. Mozart (1756-1791): Trios para Piano K. 502, 542 & 564

W. A. Mozart (1756-1791): Trios para Piano K. 502, 542 & 564

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O Rautio Piano Trio é especializado em performances de época e foi criado na Royal Academy of Music, de Londres, um dos melhores lugares do mundo para se estar. Esta é sua gravação de estreia. O pianista Jan Rautio toca pianoforte, enquanto a violoncelista Adi Tal e a violinista Jane Gordon usam cordas de tripa e arcos mais leves e curtos. O resultado é uma música de grande agilidade e bela sonoridade, o que dá novo equilíbrio aos trios de Mozart. Os trios são excelentes, todos do período de maturidade do compositor. É um disco surpreendente, leve e com belos momentos do mais puro espírito mozartiano.

W. A. Mozart (1756-1791): Trios para Piano K. 502 542 & 564

1 Piano Trio in B-flat major, KV 502: I. Allegro 8:24
2 Piano Trio in B-flat major, KV 502: II. Larghetto 7:28
3 Piano Trio in B-flat major, KV 502: III. Allegretto 6:21

4 Piano Trio in E major, KV 542: I. Allegro 7:40
5 Piano Trio in E major, KV 542: II. Andante grazioso 4:45
6 Piano Trio in E major, KV 542: III. Allegro 7:07

7 Piano Trio in G major, KV 564: I. Allegro 5:03
8 Piano Trio in G major, KV 564: II. Andante 5:47
9 Piano Trio in G major, KV 564: III. Allegretto 4:30

Rautio Piano Trio

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O Rautio faz uma pose mozartiana para o PQP enquanto fala das IHI (Interpretações historicamente informadas).

PQP

F. J. Haydn (1732-1809): As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz (Quartetos de cordas, Op. 51)

F. J. Haydn (1732-1809): As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz (Quartetos de cordas, Op. 51)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Esta obra foi originalmente composta para orquestra, porém, em 1795-96, Haydn adicionou movimentos corais tornando-a um oratório e, posteriormente, publicou a versão para quarteto de cordas, que se tornou a mais utilizada. A música é composta por uma introdução e sete meditações sobre as últimas palavras de Jesus Cristo e foi encomendada em 1787 para o serviço de Sexta-Feira Santa na Gruta Santa Cueva, perto de Cádiz, no sul de Espanha. O trabalho existe em várias versões, incluindo o original para orquestra, um oratório com coral e solistas, e uma transcrição para quarteto de cordas. Trata-se de uma belíssima obra e merece o imperdível acima.

Excelente o quarteto montado por Gidon Kremer.

Haydn: The Seven Last Words From The Cross (String Quartets Op. 51)

1. Introduction (Maestoso ed adagio)
2. I: Largo – “Pater, dimitte illis; non enim sciunt, quid faciunt”
3. II: Grave e cantabile – “Amen dico tibi: hodie mecum eris in paradiso”
4. III: Grave – “Mulier, ecce filius tuus, et tu, ecce mater tua!”
5. IV: Largo – “Eli, Eli, lama asabthani?”
6. V: Adagio – “Sitio”
7. VI: Lento – “Consumatum est”
8. VII: Largo – “Pater, in tuas manus commendo spiritum meum”

Gidon Kremer: violin
Kathrin Rabus: violin
Gerard Caussé: viola
Ko Iwasaki: violoncello

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Gidon Kremer em 2008

PQP

Harald Bergmann (1963): Trilha sonora de Scardanelli

Harald Bergmann (1963): Trilha sonora de Scardanelli

Scardanelli, com textos e músicas do aclamado filme homônimo de Harald Bergmann, é apresentado aqui como um “áudio-livro” em língua alemã, sobre os últimos anos da vida do poeta Friedrich Hölderlin. Mas não sem enganem, é um CD da ECM da mais alta qualidade; o que me interessou mesmo no CD foram as intervenções musicais de conhecidas obras explodindo aqui e ali.

Bergmann parece observar Hölderlin que, na segunda metade de sua vida, passou 36 anos aos cuidados do carpinteiro Zimmer em sua torre de Tübingen a escrever poemas, desenhar e tocar piano. Chamou-se “Scardanelli” e este era o nome com que assinava os poemas que dava aos visitantes. O ator Walter Schmidinger, conhecido por seus papéis com Ingmar Bergmann (“Da Vida das Marionetes” e “O Ovo da Serpente” é muito convincente no papel-título, trazendo tons de perturbação, irritabilidade e de sofrimento para a leitura dos poemas. A música? Bem, há um pouco de cada coisa aí, mas principalmente Schubert.

Gostei muito de ouvir, apesar de minha compreensão bem capenga sobre o que é dito.

Harald Bergmann: Trilha sonora de Scardanelli

1. Ich Heibe Scardanelli !
2. Der Frühling (Wenn neu das Licht…)
3. Der Mame ist gefälscht
4. Vorgeschichte
5. An Zimmern
6. Walzer
7. Zeugenberichte
8. Das Angenehme dieser Welt
9. Der Frühling (Der Mensch vergibt die Sorgen…)
10. Der Frühling (Die Sonne kehrt zu neuen Freudem…)
11. Die Aussicht (Der off’ne Tag…)
12. Der Herbst (Die Sagen, die der Erde…)
13. Der Winter (Wenn sich das Jahr geändert…)
14. Der Winter (Wenn sich der Tag des Jahres…)
15. Larghetto
16. Lieber Bellarmin !
17. Aber dreifach fühlt’ich ihn
18. Besuch Christoph Schwab
19. Seine unheimlich langen Fingernägel
20. In lieblicher Bläue I
21. In lieblicher Bläue II
22. In lieblicher Bläue III
23. Seit derer Nacht
24. Dr. Gmelins Sektionsbericht
25. Der Herbst (das Glänzen der Natur…)
26. Liebste Mutter !
27. Die Aussicht (Wenn in die Ferne…)
28. Schlubszene
29. Lottes Todesbericht
30. Epilog

Harald Bergmann: Konzeption und Montage

Walter Schmidinger: Scardanelli-Gedichte
Peter Schneider: Scardanelli-klavier
Noel Lee, Christian Ivaldi: Klavier
Heinrich Schiff: Cello

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Harald Bergmann

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Anton Bruckner (1824-1896): Sinfonia Nº 9 (Nézet-Séguin)

Anton Bruckner (1824-1896): Sinfonia Nº 9 (Nézet-Séguin)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O famoso e já citado Manual do Blefador ensina-nos a respeito de Bruckner:

É costume dizer que Bruckner foi um homem muito simples — praticamente um menino natural, falam alguns. Se, depois de ouvir uma de suas sinfonias, você ainda achar que ele era simples, então você não é o tipo de pessoa que deveria estar lendo este livro. De fato, Bruckner era profundo como o oceano. Era também organista e organistas estão longe de ser homens simples. Outro erro comum a seu respeito é equipará-lo a Mahler. A única coisa que tinham em comum era o gosto pelas sinfonias longas. Enquanto Mahler queria realmente que as pessoas gostassem e desfrutassem de suas sinfonias, Bruckner não poderia ter se importado menos com isso. Em meio a toda a grana que rolava em Viena no meio musical em fins do século XIX, Bruckner silenciosamente gostava de escrever sinfonias imensas e inacessíveis, e não poupava esforços para não parecer artista — usava cabelo curto e bigodinho. Só Elgar conseguia parecer menos músico.

(E segue, terminando assim…)

Desista, Bruckner simplesmente não compôs pequenas peças recomendáveis.

Lembro de como meu filho, aos três anos de idade, dançava loucamente com o Scherzo desta 9ª Sinfonia. Eu dizia a meus amigos músicos:

– Ele não ouve Xuxa nem Eliana, só quer saber de Bruckner…

Abraço, filho!

Imperdível esta gravação menos intensa e marcada de  Yannick Nézet-Séguin. Vale a pena ouvir.

E aumente BASTANTE o volume, senão não funciona! Se os vidros não tremerem com os baixos, ainda não estará no volume adequado, OK?

Symphony No. 9 em Ré Menor de Anton Bruckner (Ed. Nowak)

1. Symphonie Nr. 9 d-moll: 1. Feuerlich, misterioso 26`50
2. Symphonie Nr. 9 d-moll: 2. Scherzo. Bewegr, lebhaft – Trio, Schnell 10`25
3. Symphonie Nr. 9 d-moll: 3. Adagio. Langsam, feierlich 29`48

Orchestre Métropolitain du Grand Montréal
Yannick Nézet-Séguin

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Otto Bohler: silhueta de Anton Bruckner

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J. S. Bach (1685-1750): Sonatas e Partitas para Violino Solo & Suítes para Violoncelo Solo transcritas para o Cravo por Gustav Leonhardt

J. S. Bach (1685-1750): Sonatas e Partitas para Violino Solo & Suítes para Violoncelo Solo transcritas para o Cravo por Gustav Leonhardt

Uma interessantíssima curiosidade este CD triplo. Trata-se da primeira gravação completa das Sonatas e Partitas (para violino) e Suites para Violoncelo Solo de Bach na transcrição para cravo de Gustav Leonhardt. Ou, melhor dizendo, a gravação tem tudo aquilo que Leonhardt transcreveu, que não foram todas as 12 peças, OK? A transcrição dessas obras, originalmente escritas para um instrumento solo de cordas requeria a mão de um mestre e aqui Gustav Leonhardt certamente comprova sua profunda percepção do mundo sonoro de Bach e das possibilidades do cravo nessas transcrições, que apresentam contraponto e harmonias complexas. O próprio Bach transcreveu muitos de seus próprios trabalhos e os de outros para diferentes instrumentos. Ou seja, estamos no barroco e a postura não é abusiva, tá?

J. S. Bach (1685-1750): Sonatas e Partitas para Violino Solo & Suítes para Violoncelo Solo transcritas para o Cravo

1. Sonata in D Minor, BWV 1001: I. Adagio 03:37
2. Sonata in D Minor, BWV 1001: II. Fuga allegro 04:48
3. Sonata in D Minor, BWV 1001: III. Siciliana 02:40
4. Sonata in D Minor, BWV 1001: IV. Presto 02:59

5. Partita in E Minor, BWV 1002: I. Allemanda 03:49
6. Partita in E Minor, BWV 1002: II. Double 02:13
7. Partita in E Minor, BWV 1002: III. Corrente 02:38
8. Partita in E Minor, BWV 1002: IV. Double. Presto 03:14
9. Partita in E Minor, BWV 1002: V. Sarabande 02:21
10. Partita in E Minor, BWV 1002: VI. Double 02:06
11. Partita in E Minor, BWV 1002: VII. Tempo di borea 02:03
12. Partita in E Minor, BWV 1002: VIII. Double 02:14

13. Partita in G Minor, BWV 1004: I. Allemanda 04:41
14. Partita in G Minor, BWV 1004: II. Corrente 02:55
15. Partita in G Minor, BWV 1004: III. Sarabanda 03:54
16. Partita in G Minor, BWV 1004: IV. Giga 04:56
17. Partita in G Minor, BWV 1004: V. Ciaccona 13:57

18. Sonata in G Major, BWV 1005: I. Adagio, BWV 968 03:14
19. Sonata in G Major, BWV 1005: II. Fuga 09:32
20. Sonata in G Major, BWV 1005: III. Largo 02:20
21. Sonata in G Major, BWV 1005: IV. Allegro assai 05:23

22. Partita in A Major, BWV 1006: I. Preludio 04:23
23. Partita in A Major, BWV 1006: II. Loure 02:28
24. Partita in A Major, BWV 1006: III. Gavotte en rondeau 02:54
25. Partita in A Major, BWV 1006: IV. Menuet I 01:03
26. Partita in A Major, BWV 1006: V. Menuet II 01:38
27. Partita in A Major, BWV 1006: VI. Bourrée 01:43
28. Partita in A Major, BWV 1006: VII. Gigue 02:05

29. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: I. Praeludium 03:52
30. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: II. Allemande 04:55
31. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: III. Courante 03:13
32. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: IV. Sarabande 03:46
33. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: V. Bourrée I 01:53
34. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: VI. Bourrée II 00:49
35. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: VII. Bourée I 01:34
36. Suite in E-Flat Major, BWV 1010: VIII. Gigue 02:57

37. Suite in C Minor, BWV 1011: I. Prelude 05:44
38. Suite in C Minor, BWV 1011: II. Allemande 05:11
39. Suite in C Minor, BWV 1011: III. Courante 02:10
40. Suite in C Minor, BWV 1011: IV. Sarabande 03:15
41. Suite in C Minor, BWV 1011: V. Gavotte I 01:49
42. Suite in C Minor, BWV 1011: VI. Gavotte II en rondeau 00:50
43. Suite in C Minor, BWV 1011: VII. Gavotte I 58
44. Suite in C Minor, BWV 1011: VIII. Gigue 02:16

45. Suite in D Major, BWV 1012: I. Prelude 04:09
46. Suite in D Major, BWV 1012: II. Allemande 04:21
47. Suite in D Major, BWV 1012: III. Courante 03:31
48. Suite in D Major, BWV 1012: IV. Sarabande 03:44
49. Suite in D Major, BWV 1012: V. Gavotte I 01:27
50. Suite in D Major, BWV 1012: VI. Gavotte II 01:16
51. Suite in D Major, BWV 1012: VII. Gavotte I 00:45
52. Suite in D Major, BWV 1012: VIII. Gigue 04:05

53. Allemande in A Minor, BWV 1013 04:52
54 Sarabande in C Minor, BWV 997 04:18

Roberto Loreggian, cravo

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Muito interessante, signore Roberto.

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Clarinete e Trio

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Clarinete e Trio

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Os clarinetistas tem muita sorte. Mozart compôs obras para o instrumento quando era um compositor maduro. São obras-primas. E Brahms foi reinspirado pelo… clarinete. Por um ano o compositor escreveu pouco, sentindo que seu trabalho estava finalizado. Mas, em 1891, ele iria para Meiningen, na Alemanha, e conheceria o grande clarinetista Richard Mühlfeld. Foi revigorante. Em contato com este músico extraordinário, Brahms obteria uma compreensão mais profunda das possibilidades de interpretação, bem como do potencial técnico e musical do instrumento. Assim, ele compôs suas quatro últimas músicas de câmara com o clarinete: o Trio Op. 114 e o Quinteto Op. 115 em 1891 e, no verão de 1894, suas duas Sonatas para Clarinete, op. 120.

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Clarinete e Trio

1 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: I. Allegro 7:40
2 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: II. Adagio 7:32
3 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: III. Andantino grazioso 4:33
4 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: IV. Allegro 4:45

5 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: I. Allegro amabile 8:31
6 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: II. Allegro appassionato 5:13
7 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: III, Pt. 1. Andante con moto 5:01
8 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: III, Pt. 2. Allegro 2:09

9 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: I. Allegro appassionato 8:02
10 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: II. Andante un poco adagio 4:55
11 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: III. Allegretto grazioso 4:16
12 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: IV. Vivace 5:07

Pascal Moraguès
Frank Braley
Christian Poltéra

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Igor Stravinsky (1882-1971): O Pássaro de Fogo / Jogo de Cartas

Igor Stravinsky (1882-1971): O Pássaro de Fogo / Jogo de Cartas

Eu não sou apaixonado por O Pássaro de Fogo, mas a maioria acha que é a peça é fundamental na obras de Stravinsky. Então tá, eu me curvo. L’Oiseau de feu (1910) é um balé de Igor Stravinsky baseado em contos populares russos sobre um pássaro mágico brilhante que é tanto uma bênção como uma perdição para o seu captor. A música foi pela primeira vez apresentada como balé pelos Ballets Russes de Sergei Diaghilev e foi a primeira das produções da companhia feita com música especialmente composta para ela. O Pássaro tem significado histórico por ser a peça que deu a Stravinsky o primeiro grande êxito, e por ter sido o início de uma colaboração entre Diaghilev e Stravinsky de que iria também resultar nas obras-primas PetrushkaA Sagração da Primavera. Jeu de cartes (Jogo de Cartas) é outro balé de Igor Stravinsky, composto em 1936-37, com libreto do compositor em colaboração com M. Malaieff e coreografia de George Balanchine. O balé foi estreado pelo American Ballet no Metropolitan Opera House, em Nova York, em 27 de abril de 1937, com a condução do compositor. A ideia é o pôquer. Diferentemente de O Pássaro, Jogo de Cartas foi escrito durante o período neoclássico de Stravinsky, iniciado pelo maravilhoso Pulcinella, lá por 1920.

The Firebird • Der Feuervogel • L’Oiseau De Feu (Complete Original 1910 Version)
1 Introduction (Molto Moderato) 2:59
Tableau I:
2 Kashchei’s Enchanted Garden 1:39
3 The Firebird Appears, Pursued By Prince Ivan (Allegro Assai) 2:15
4 Dance Of The Firebird 1:23
5 The Firebird Is Captured By Prince Ivan 0:52
6 The Firebird’s Pleading (Adagio) 6:02
7 Appearance Of The Thirteen Enchanted Princesses 2:21
8 The Princesses Play With The Golden Apples (Scherzo: Allegretto) 2:15
9 Prince Ivan Suddenly Appears (Larghetto) 1:07
10 Khorovod (Round Dance) Of The Princesses (Moderato) 4:51
11 Day Break (Più Mosso) 1:24
12 Prince Ivan Enters Kashchei’s Palace. Fairy Carillon. Kashchei’s Guardian-Monsters Appear And Capture Prince Ivan 1:16
13 Arrival Of Kashchei The Immortal (Sostenuto) 1:08
14 Dialogue Between Kashchei And Prince Ivan (Poco Meno Mosso) 1:07
15 The Princesses Intercede (Andantino Dolente) 1:10
16 The Firebird Appears 0:32
17 Dance Of Kashchei’s Court, Bewitched By The Firebird (Allegro) 0:44
18 Infernal Dance Of Kashchei’s Subjects (Allegro Feroce) 4:22
19 Lullaby (The Firebird) 2:44
20 Kashchei Awakens 1:07
Tableau II:
21 Death Of Kashchei 1:19
22 The Palace And Creatures Of Kashchei Disappear. The  Petrified Knights Come To Life. General Rejoicing. 3:07

Jeu De Cartes
23 First Deal 5:16
24 Second Deal 9:19
25 Third Deal 7:41

Philharmonia Orchestra
Esa-Pekka Salonen

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Strava jogava mesmo

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Gran Partita K. 361 / Sérénade Pour Vents K. 388

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Gran Partita K. 361 / Sérénade Pour Vents K. 388

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na página não parecia… Nada! O princípio simples, quase cômico. Só uma pulsação. Trompas, fagotes… Como uma sanfona enferrujada. E depois, subitamente… Lá bem no alto… Um oboé. Uma única nota, ali pendurada, decidida. Até que um clarinete a substitui, adoçando-a numa frase de tal voluptuosidade… Isto não era uma composição de um macaco amestrado. Era música como eu nunca tinha ouvido. Cheia de uma saudade, de uma saudade não realizada. Parecia-me que estava a ouvir a voz de Deus.

Este é o texto de uma das mais belas cenas de Amadeus (1984), de Milos Forman. Quem o diz é F. Murray Abraham no papel de Salieri. Ele recebeu o Oscar de Melhor Ator.

De cabo a rabo, a Gran Partita para 13 instrumentos (sopros e baixos) é um milagre da genialidade mozartiana e o destaque deste maravilhoso CD de 1995 (reeditado 3 vezes com capas diferentes) e capitaneado por Philippe Herreweghe. Junto da gravação do Collegium Aureum este é o melhor registro desta notável obra. A Serenata K. 388 também é boa e recebe tratamento igualmente luxuoso, mas não há nada como a Gran Partita. Um disco espetacular, para se guardar.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Gran Partita K. 361 / Sérénade Pour Vents K. 388

Sérénade N°10 “Gran Partita” K.361 [370 a]
1 Largo. Molto Allegro 9:08
2 Menuetto. Trios I & II 8:27
3 Adagio 5:14
4 Menuetto. Allegretto. Trios I & II 4:51
5 Romanze. Allegretto 7:27
6 Tema Con Variazioni. Andante 9:47
7 Finale. Molto Allegro 3:22

Sérénade N°12 “Nacht Musique” K.388 [384 a]
8 Allegro 7:15
9 Andante 4:33
10 Menuetto In Canone. Trio In Canon Al Rovescio 4:04
11 Allegro 6:16

Harmonie De L’Orchestre Des Champs Élysées
Philippe Herreweghe

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.: interlúdio :. Fred Hersch Trio: Live In Europe

.: interlúdio :. Fred Hersch Trio: Live In Europe

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Meu deus, que disco bom! O piano de Hersch é nítido e belo como o nascer do sol no inverno. Cada nuance da intrincada e enérgica bateria de McPherson tem clareza cristalina e as linhas empáticas do baixo de Hebert surgem sempre com oportuna lucidez. Esta é a gravação de um show apresentado no Flagey Studio 4, ex-Instituto Nacional de Radiodifusão de Bruxelas. Hersch inicialmente não sabia que o espetáculo — que ele considerara uma de suas melhores performances em trio — havia sido gravado. Ao descobrir que tinha sido e ao ouvi-lo, teve sua opinião confirmada e resolveu botar na roda pra nóis. Hersch está feliz, é um mestre brincando com ideias musicais. Ele tem boas razões para estar assim. Sobreviveu milagrosamente ao Armagedon médico (*), está relativamente livre de problemas médicos e viajando pelo mundo com seu extraordinário trio. Tudo bem.

(*) Em decorrência da Aids, que contraiu em 1984, Hersch entrou em coma em 2008 por dois meses. Quando recuperou a consciência, perdera toda a função muscular como resultado da longa inatividade e não podia tocar piano. Após a reabilitação, ele é apenas este monstro que vocês podem ouvir.

Fred Hersch Trio: Live In Europe

1 We See
Written-By – Thelonious Monk
5:51
2 Snape Maltings
Written-By – Fred Hersch
7:24
3 Scuttlers
Written-By – Fred Hersch
2:39
4 Skipping
Written-By – Fred Hersch
4:49
5 Bristol Fog (For John Taylor)
Written-By – Fred Hersch
8:26
6 Newklypso (For Sonny Rollins)
Written-By – Fred Hersch
8:40
7 The Big Easy (For Tom Piazza) 6:56
8 Miyako
Written-By – Wayne Shorter
7:10
9 Black Nile
Written-By – Wayne Shorter
6:44
10 Blue Monk (Solo Encore)
Written-By – Thelonious Monk
5:17

Bass – John Hebert
Drums – Eric McPherson
Piano – Fred Hersch

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Hersch, Hebert e McPherson, trio fantástico

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J. S. Bach (1685-1750): Trio Sonatas

J. S. Bach (1685-1750): Trio Sonatas

Este é um disco meio amalucado. Uma versão bastante selvagem deste repertório maravilhoso. Quando entra uma nova voz, não pensem que os outros abrem espaço. Parece que todos os integrantes do The Rare Fruits Council estavam brigados quando da gravação. Os violinos são rasgados com verdadeiro ódio. Olha, que gente nervosa! Eu gostei moderadamente. Talvez, se ouvisse mais duas vezes, me apaixonasse. Esse disco é do ano 2000. Depois, Pablo Valetti fundaria o impecável e adorável Café Zimmermann. Mas vale conferir isso aqui, como não?

J. S. Bach (1685-1750): Trio Sonatas

Sonata, BWV 527, En Ré Mineur / In D Minor / In d-Moll
1 Andante 4:00
2 Adagio E Dolce 5:07
3 Vivace 3:06

Sonata, BWV 1030, En Sol Mineur / In G Minor / In g-Moll
4 Andante 6:16
5 Largo E Dolce 2:49
6 Presto 1:40
7 Allegro 3:25

Sonata, BWV 1037, En Do Majeur / In C Major / In C-Dur
8 Adagio 3:49
9 Alla Breve 2:54
10 Largo 1:51
11 Gigue – Presto 4:18

Sonata, BWV 1029, En La Mineur / In A Minor / In a-Moll
12 Vivace 5:00
13 Adagio 4:50
14 Allegro 3:28

Sonata, BWV 530, En Sol Majeur / In G Major / In G-Dur
15 Vivace 3:21
16 Lento 6:59
17 Allegro 3:17

Cello – Balázs Máté
Harpsichord – Dirk Boerner*
Organ – Alessandro De Marchi
Viola – Pablo Valetti
Violin – Manfredo Kraemer
Ensemble – The Rare Fruits Council

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Vanitas com violino e bola de vidro (1628), de Pieter Claesz

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Igor Stravinsky (1882-1971): Apollon Musagète • Concerto In D • Cantata

Igor Stravinsky (1882-1971): Apollon Musagète • Concerto In D • Cantata

Apollon Musagète (Apolo, líder das Musas) é um bailado em duas cenas de Igor Stravinsky, encomendado por Elizabeth Sprague Coolidge e composto entre 1927 e 1928. Na década de 1950, o título da obra foi abreviado para Apollo.

Foi coreografado e estreado em 27 de abril de 1928 pela companhia de Adolph Bolm, em Washington, D.C., mas o autor ignorou esta estreia, pois havia vendido os direitos para os Ballets Russes de Sergei Diaghilev, estreando na Europa em 12 de junho de 1928, no Teatro Sarah Bernhardt, em Paris, com coreografia de George Balanchine, cenário de André Bauchant e figurino de Coco Chanel.

A história está centrada em Apolo, que é visitado pelas musas Terpsícore, Polímnia e Calíope. O deus ensina-lhes as suas artes, conduzindo-as ao Parnaso, numa reinvenção da tradição dos mitos clássicos. A música é executada por uma orquestra de cordas de 34 instrumentos, e a obra tem uma feição intencionalmente classicista.

O Concerto in D para orquestra de cordas foi composto em Hollywood entre o início de 1946 e estreado em 8 de agosto do mesmo ano. A grana veio de Paul Sacher para celebrar o vigésimo aniversário do Basler Kammerorchester, e por esta razão é por vezes referido como o Concerto “Basileia”.

A Cantata de Igor Stravinsky é uma obra para soprano, tenor, coro feminino e conjunto instrumental (de duas flautas, oboé, cor anglais) e foi composta de abril de 1951 a agosto de 1952.

Tudo aqui, mas tudíssimo mesmo, é do período neoclássico de Strava. O trabalho de Salonen é impecável. Eu gosto moderadamente das obras.

Igor Stravinsky (1882-1971): Apollon Musagète • Concerto In D • Cantata

Apollo (Apollon Musagète) — Ballet In Two Scenes (1947 Revised Version) First Scene (Prologue)
1 Apollo’s Birth 5:18
Apollo (Apollon Musagète) — Ballet In Two Scenes (1947 Revised Version) Second Scene
2 Apollo’s Variation (Apollo And The Muses) 2:45
3 Pas D’action (Apollo And The Three Muses: Calliope, Polyhymnia, And Terpsichore) 3:37
4 Calliope’s Variation (Alexandrine) 1:18
5 Polyhymnia’s Variation 1:14
6 Terpsichore’s Variation 1:35
7 Apollo’s Variation 2:42
8 Pas De Deux (Apollo And Terpsichore) 2:33
9 Coda (Apollo And The Muses) 3:04
10 Apotheosis 3:25

Concerto In D For String Orchestra (1946 Revised Version)
11 I. Vivace 5:43
12 II. Arioso: Andantino 2:33
13 III. Rondo: Allegro 3:26

Cantata
14 A Lyke-Wake Dirge (Versus I): Prelude (Chorus) 1:40
15 Ricercar I: “The Maidens Came…” (Soprano) 3:27
16 A Lyke-Wake Dirge (Versus II): 1st Interlude (Chorus) 1:40
17 Ricercar II: “Tomorrow Shall Be…” (Sacred History) (Tenor) 9:32
18 A Lyke-Wake Dirge (Versus III): 2nd Interlude (Chorus) 1:40
19 Westron Wind (Soprano & Tenor) 1:55
20 A Lyke-Wake Dirge (Versus IV): Postlude (Chorus) 2:19

Stockholm Chamber Orchestra
London Sinfonietta Orchestra
London Sinfonietta Chorus
Yvonne Kenny
John Aler
Esa-Pekka Salonen

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Stravinsky conversando com Mazzaropi e Audrey Hepburn

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