Cada vez mais tenho ouvido coisas velhas. Isso nada mais é do que uma constatação, não é nenhuma bandeira, nada contra as novidades, muito pelo contrário. É só uma fase, a vida é feita delas, de movimentos, e assim vamos tocando o barco. Futebol é momento, caixas de som também.
Mas dia desses, zanzando em algum streaming por aí, o algoritmo me recomendou esse disco, e taquei-lhe o play. Não conhecia nem o solista, nem o regente (o que certamente diz mais sobre mim do que sobre eles), e tampouco é uma orquestra que aparece muito nos lançamentos por aí.
E putz… que disco bom! Fiquei tão entusiasmado que foram duas audições no mesmo dia, e depois pulei para um outro disco dele, que cedo ou tarde vai aparecer aqui no blog também. Interpretações quentes, vivas, e como soa bem o violino de Menzel!
Um belo díptico de peças contrastantes, ainda que bem contemporâneas. Música muito bem feita.
Felix Mendelssohn (1809-1947)
Concerto para violino em mi menor, op. 64
1 – I. Allegro molto apassionato
2 – II. Andante
3 – III. Allegretto non troppo – Allegro molto vivace
Robert Schumann (1810-1856)
Concerto para violino em ré menor, WoO 23
4 – I. In kräftigen, nicht zu schnellem Tempo
5 – II. Langsam
6 – III. Lebhaft, doch nicht schnell
Albrecht Menzel, violino
Leipziger Sinfonieorchester
Robbert van Steijn, regência
Karlheinz


Bonito disco!
Claro, ouvi mais o Mendelssohn, mas o Schumann está ótimo…
Boa!