J. S. Bach (1685-1750): O Cravo Bem Temperado (completo)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Alguém reclamou com razão. Fazia tempo que não postávamos um Cravo Bem Temperado tocado por um cravista. Então, trago este bom e consistente registro que Davitt Moroney gravou para a Harmonia Mundi lá em 1996. São dois downloads e quatro CDs para você se divertir no fim-de-semana. E… Bem, ouvi-lo é realmente mais embasbacante do que ouvir as gravações ao piano que grassam por aí. Não adianta, o instrumento original sempre traz suas vantagens.

J. S. Bach (1685-1750): O Cravo Bem Temperado (completo)

Livro 1

1. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 846 (1.1) Praeludium I (1.2) Fuga I – C Major
2. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 847 (2.1) Praeludium II (2.2) Fuga II – C Minor
3. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 848 (3.1) Praeludium III (3.2) Fuga III – C Sharp Major
4. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 849 (4.1) Praeludium IV (4.2) Fuga IV – C Sharp Minor
5. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 850 (5.1) Praeludium V (5.2) Fuga V – D Major
6. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 851 (6.1) Praeludium VI (6.2) Fuga VI – D Minor
7. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 852 (7.1) Praeludium VII (7.2) Fuga VII – E Flat Major
8. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 853 (8.1) Praeludium VIII (8.2) Fuga VIII – E Flat Minor
9. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 854 (9.1) Praeludium IX (9.2) Fuga IX – E Major
10. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 855 (10.1) Praeludium X (10.2) Fuga X – E Minor
11. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 856 (11.1) Praeludium XI (11.2) Fuga XI – F Major
12. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: BWV 857 (12.1) Praeludium XII (12.2) Fuga XII – F Minor

1. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XIII BWV 858 F Sharp Major
2. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XIV BWV 859 F Sharp Minor
3. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XV BWV 860 G Major
4. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XVI BWV 861 G Minor
5. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XVII BWV 862 A Flat Major
6. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XVIII BWV 863 G Sharp Minor
7. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XIX BWV 864 A Major
8. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XX BWV 865 A Minor
9. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXI BWV 866 B Flat Major
10. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXII BWV 867 B Flat Minor
11. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXIII BWV 868 B Major
12. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXIV BWV 869 B Minor

Livro 2

1. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – I BWV 870 C Major
2. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – II BWV 871 C Minor
3. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – III BWV 872 C Sharp Major
4. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – IV BWV 873 C Sharp Minor
5. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – V BWV 874 D Major
6. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – VI BWV 875 D Minor
7. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – VII BWV 876 E Flat Major
8. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – VIII BWV 877 D Sharp Minor
9. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – IX BWV 878 E Major
10. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – X BWV 879 E Minor
11. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – XI BWV 880 F Major
12. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: Davitt Moroney – XII BWV 881 F Minor

1. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XIII BWV 882 F Sharp Major
2. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XIV BWV 883 F Sharp Minor
3. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XV BWV 884 G Major
4. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XVI BWV 885 G Minor
5. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XVII BWV 886 A Flat Major
6. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XVIII BWV 887 G Sharp Minor
7. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XIX BWV 888 A Major
8. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XX BWV 889 A Minor
9. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXI BWV 890 B Flat Major
10. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXII BWV 891 B Flat Minor
11. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXIII BWV 892 B Major
12. Das Wohltemperierte Clavier – BWV 846-893: XXIV BWV 893 B Minor

Davitt Moroney, cravo

BAIXE AQUI O LIVRO 1 — DOWNLOAD BOOK 1 HERE

BAIXE AQUI O LIVRO 2 — DOWNLOAD BOOK 2 HERE

Muito bom este Moroney que toca cravo e rege
Muito bom este Moroney. Desconheço outras gravações do gajo.

PQP

9 comments / Add your comment below

  1. Fico muito feliz por vocês terem postado Moroney! É um cara desconhecido, mas é ótimo. Gosto muito do gajo.

    Esse maluco também gravou a integral da obra para cravo de Birdus – ops, digo, William Byrd: http://www.hyperion-records.co.uk/dc.asp?dc=D_CDS44461/7&vw=dc

    Além disso, também gravou um CD fenomenalmente espetacular do desconhecido M. R. N. Couperin: http://www.hyperion-records.co.uk/dc.asp?dc=D_CDA67164&vw=dc

    Obrigado!!

  2. Eu também me esbaldei nesse blog, essas gravações são maravilhosas. E, ainda mais, são em Flac!!!Maravilha, o som tem profundidade, é outra qualidade! Todos deviam aderir ao chamado lossless, vale a pena. O Avicenna já começou…PQP, obrigada pelo bom gosto, esse cd é uma grande postagem.

  3. Ao PQPBACH, ou melhor, ao PQP, FDP, Vassily, Avicenna, Prof. Castagna, e todos os demais.
    Bom dia(ainda é de manhã). Meu nome é Robinson e tenho o prazer de conhecê-los há uns 5 ou 6 anos. Por puro acanhamento não escrevi antes, embora sempre tenha me sentido tentado pelos seus reiterados e pungentes pedidos de comentários. Minha relação com a música dita clássica começou por um feliz acaso há bastante tempo. A Camerata Antiqua de Curitiba apresentava o trabalho do ano (1981), gratuitamente, no Teatro Guairinha e eu fui, de arrasto, como fosse para um velório. O que um adolescente “roqueiro” ortodoxo vai fazer num concerto? Descobri. A apresentação começou e eu já havia me encantado com as primeiras peças. A sonoridade do cravo, cordas e sopros me deixou perplexo, mas o melhor viria depois. Uma “tiazinha” vem fazer sua “jam” e manda na minha cara uma cantata que, presumo, era de Bach. Presumo, porque naquela época de extrema pobreza, tive acesso ao disco e suas informações, por intermédio de um conhecido que gentilmente gravou um cassete e, nele, haviam obras de Bach, Handel e outros. Foi o único show em que dei vexame. Fui às lágrimas tão facilmente que, quando me dei conta, o povo que me levou já perguntava quem morreu, qual a desilusão da vez, a razão do “stress”. Nada, só foi tocante. A cantata ou fragmento de uma, chamava “Jesu Spea me”. Apesar de procurá-la incansavelmente , não achei. De lá pra cá, meus tímidos mas constantes passeios pelo barroco, classicismo e “muderrrnos” tem me proporcionado novos e deliciosos momentos de prazer e emoção. Graças a vocês todos, aprendi bastante. Tanto quanto me diverti. Vocês todos são ótimos nos comentários que ensinam e, ao mesmo tempo, divertem. Desconheço se já passou na cabeça de vocês, ou se já existe e esta criatura ignara, ora tagarelante, não viu, não sabe. Penso que seria um belo mimo aos fãs se vocês selecionassem alguns dos seus textos e compilassem num livro: “aos amantes da música clássica; ignorantes, neófitos, iniciados, acabados e cansados de ouvir – breves comentários sem sisudez quase nenhuma”. Não é um título razoável? Estou certo de que seria um trabalho muito bem recebido, minimamente pelos ignorantes e neófitos, entre os quais me alinho. Afinal, não sou músico, apenas um sujeito que descobriu seu grande talento no universo da música: o seu devido lugar, que é na plateia.
    Tem mais uma coisa que gostaria de falar. É sobre a pétrea indiferença do Estado e seus tentáculos aos anseios singulares dos comuns. A Camerata Antiqua de Curitiba fez 40 anos em 2014. Saiu um box comemorativo? Claro que não! Os e-mails deste insignificante contribuinte encontraram eco entre as paredes da Secretaria Municipal de Cultura, o jornal Gazeta do Povo, sugerindo tal empreendimento? Claro que não! Busquei nos sebos locais os vinis antigos, nada achei. Os CDs, em sua maioria, tenho. Aí, meus pobres e sub-utilizados neurônios sofreram uma daquelas sinapses que parecem resultar numa idéia que preste. O PQPBach poderia lançar uma campanha de recuperação dos fonogramas, dos vinis, ou qualquer outra coisa que se torne música audível, desses trabalhos enterrados pela indiferença estatal. Mais: talvez seja possível fazer isso país adentro. Cada Estado da gloriosa República tem, pelo menos, um grupo significativo que luta bravamente pela disseminação da boa música, contra a maré tsunâmica do esquecimento. Tentar trazê-los à tona nas águas desse blog não seria ótimo? Inclusive, não seria oportuno alguém do meio (maestro, músico ou crítico) sugerir tal recuperação à Folha de São Paulo, por exemplo? Ao invés dela relançar ad aeternum a sua coleção de música clássica; buscar em cada Estado, ao menos um trabalho entre os inúmeros existentes e fazer uma nova coleção?
    Ah, fiz essa sugestão uns anos atrás e, comum que sou, pertencente à paisagem, fui ignorado sem solenidade.
    Por fim, quero dizer novamente que sou imensamente grato aos deuses, ou ao acaso; para os ateus, por vocês existirem. Espero que mantenham esse precioso espaço até o fim dos tempos! Até mais.
    P.S.: Perdoem as sugestões com cara de encomenda. Efetivamente, é a má intenção verdadeiramente ali expressa. Perdoem mesmo, afinal, é fácil sugerir projetos, ações, quando não é o seu próprio suor a escorrer para concretizar intenções, por melhores que possam ser.
    P.P.S.: Não tirem férias muito longas!

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