Benjamin Britten (1913-1976): String Quartets Nos. 1, 3 & Alla marcia

Benjamin Britten (1913-1976): String Quartets Nos. 1, 3 & Alla marcia

Um excelente disco dedicado a um repertório meio raro de se encontrar. Britten dá um banho de talento nestes brilhantes e estranhos quartetos de cordas. O homem de Aldeburgh era profundamente literário e isto fica claro nestes belíssimos trabalhos de uma forma que… não sei explicar. Ouçam o terceiro quarteto, por exemplo: ele parece terminar com uma pergunta. É inquietante e não resolvido. Foi escrito durante a última visita de Britten a Veneza. Ele é assombrado pelo espírito, personagens e algumas citações musicais de sua última ópera, Morte em Veneza. Como apreender a emoção do romance de Thoman Mann? Olha, Britten tinha a chave para fazê-lo.

Benjamin Britten (1913-1976): String Quartets Nos. 1, 3 & Alla marcia

1 String Quartet No. 1 in D Major, Op. 25: I. Andante sostenuto – Allegro vivo 8:36
2 String Quartet No. 1 in D Major, Op. 25: II. Allegretto con slancio 3:01
3 String Quartet No. 1 in D Major, Op. 25: III. Andante calmo 10:17
4 String Quartet No. 1 in D Major, Op. 25: IV. Molto vivace 4:01

5 Alla marcia 3:26

6 String Quartet No. 3, Op. 94: I. Duets: With moderate movement 5:25
7 String Quartet No. 3, Op. 94: II. Ostinato: Very fast 3:08
8 String Quartet No. 3, Op. 94: III. Solo: Very calm – Lively 5:37
9 String Quartet No. 3, Op. 94: IV. Burlesque: Fast 2:17
10 String Quartet No. 3, Op. 94: V. Recitative and passacaglia (La serenissima): Slow 9:48

Emperor Quartet

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Britten: o inglês raro
Britten: o inglês raro

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J. S. Bach (1685-1750): Toccata BWV 911 / Partita BWV 826 / English Suite No. 2 BWV 807

J. S. Bach (1685-1750): Toccata BWV 911 / Partita BWV 826 / English Suite No. 2 BWV 807

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este ex-vinil é um grande sucesso de vendas da DG. É merecido. Ele nos mostra uma curiosa e nunca mais repetida versão de Martha Argerich, a versão bachiana. Seu Bach é sem sentimentalismos e de absoluta clareza e musicalidade. Ignoramos o motivo pelo qual ela nunca mais gravou Bach, o que torna este registro algo realmente precioso. O que ela faz na Bourée da Suíte Inglesa é algo do outro mundo, o mesmo valendo para a Toccata. A esplêndida pianista argentina nos mostra aqui uma voz distinta e irrepreensível. E a gente fica feliz de ouvir.

J. S. Bach (1685-1750): Toccata BWV 911 / Partita BWV 826 / English Suite No. 2 BWV 807

1 Toccata for keyboard in C minor, BWV 911 (BC L142) 11:02

Partita for keyboard No. 2 in C minor, BWV 826 (BC L2)
Allemande 4:15
3 Courante 4:18
4 Sarabande 2:08
5 Air 3:54
6 Menuet 1:17
7 Gigue 3:10

English Suite, for keyboard No. 2 in A minor, BWV 807 (BC L14)
8 Prélude 4:19
9 Allemande 2:56
10 Courante 1:31
11 Sarabande 4:08
12 Bourée 1/2 3:55
13 Gigue 3:19

Martha Argerich, piano

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Retrato de Martita Quando Jovem, na época da gravação deste disco
Retrato de Martita Quando Jovem, época da gravação deste disco

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Anton Arensky (1861-1906): Os Trios para Piano

Anton Arensky (1861-1906): Os Trios para Piano

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Arensky não é muito conhecido, mas ouça o seu Trio para Piano Nº 1 e depois fale comigo. É música melodiosa, lindíssima, de um romantismo digno, onde o mel foi racionado, deixando espaço para a mais pura paixão. E o Beaux Arts Trio? O que dizer, né? Que musicalidade, sonoridades e apuro técnico! O Trio Nº 2 não é tão bom quanto o primeiro, mas também é uma obra de qualidade raramente encontrável. Se você não conhece Arensky, está mais do que na hora.

Anton Arensky (1861-1906): Os Trios para Piano

1. Piano Trio No.1 in d, Op.32: 1. Allegro Moderato – Adagio
2. Piano Trio No.1 in d, Op.32: 2. Scherzo. Allegro Molto
3. Piano Trio No.1 in d, Op.32: 3. Elegia. Adagio
4. Piano Trio No.1 in d, Op.32: 4. Finale. Allegro Non Troppo – Andante – Adagio – Allegro Molto

5. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 1. Allegro Moderato
6. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 2. Romanza. Andante
7. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 3. Scherzo. Presto
8. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 4. Tema: Allegro Non Troppo
9. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 4. Var I: Un Poco Piu Mosso
10. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 4. Var II: Allegro
11. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 4. Var III: Allegro Moderato
12. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 4. Var IV: Allegro
13. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 4. Var V: Tempo Di Valse
14. Piano Trio No.2 in f, Op.73: 4. Variation VI: Allegro

Beaux Arts Trio

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Anton Arensky por volta de 1904
Anton Arensky por volta de 1904

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Alessandro Scarlatti (1660-1725): Lamentazioni Per La Settimana Santa

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Lamentazioni Per La Settimana Santa

Bom disco de música barroca barroca (sic). Bela interpretação do grupo Parlement De Musique para esta obra sacra do pai de Domenico Scarlatti. Alessandro Scarlatti, cujo nome verdadeiro era Pietro Alessandro Gaspari, foi um compositor italiano de grande importância para a música lírica do período barroco. Seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento da ópera séria e da ópera bufa (ópera cômica) do seu tempo. Ele é considerado o pai da escola napolitana de ópera, a qual contou, mais tarde, com membros como Leonardo Leo e Giovanni Pergolesi.

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Lamentazioni Per La Settimana Santa

1. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Incipit Lamentatio
2. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Aleph – Quomodo Sedet Sola
3. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Beth – Plorans Ploravit
4. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Ghimel – Migracit Judas
5. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Daleth – Viae Sion
6. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Heth – Facti Sunt Hostes Ejus
7. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Jerusalem Convertere
8. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Jod – Manum Suam Misit Hostis
9. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Caph – Omnis Populus Ejus
10. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Lamed – O Vos Omnes
11. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Mem – De Excelso Misit Ignem
12. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Nun – Vigilavit Jugum
13. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Jerusalem Convertere
14. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: De Lamentatione
15. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Heth – Cogitavit Dominus
16. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Teth – Defixae Sunt In Terra
17. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Jod – Sederunt In Terra
18. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Caph – Defecerunt Prae Lacrymis
19. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Jerusalem Convertere
20. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Lamed – Matribus Suis Dixerunt
21. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Mem – Cui Comparabo Te
22. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Nun – Prophetae Tui
23. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Samech – Plauserunt Super Te
24. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Jerusalem Convertere

Parlement De Musique
Martin Gester

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Alessandro Scarlatti
Alessandro Scarlatti, sacro de respeito

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The Best Vivaldi 100 (segunda parte – vocal)

The Best Vivaldi 100 (segunda parte – vocal)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

(Mesmo texto da primeira parte, menos as faixas e os links, claro.)

A ideia parecia meio idiota: as 100 melhores de Vivaldi… E a contagem não é por obra e sim por faixa! A contagem resultou em 6 CDs, mas… Os caras da EMI colocaram todas as obras completas e pegaram só gente de primeira linha. O resultado é uma tremenda seleção que ouvi com o maior prazer.

Vivaldi guarda parentescos com Mozart e Haydn, mais com o último. Às vezes é feliz demais. Se Mozart por vezes deixa-se tomar pelo mais absoluto drama, Vivaldi nunca o faz. Tanta exposição de felicidade por parte do Padre Vermelho pode ser meio nauseante e é bom interromper a audição para não cansar. Mas que discos, meus amigos, que discos!

É aconselhável consumir aos poucos para dar o resultado esperado: uma grande felicidade.

The Best Vivaldi 100 (segunda parte – vocal)

Disc 4:
1. Cessate,omai cessate, cantata RV 684 Stephen Stubbs/Derek Lee Ragin 11:56
2. Sonata in G minor, RV 42 for Cello and Basso continuo London Baroque/Charles Medlam 10:44
3. Sonata in D minor Op.1 No.12 RV 63 ‘La Follia’ for 2 violins and basso continuo London Baroque/Charles Medlam 9:29
4. Sinfonia in B minor for strings, RV 169 “Al Santo Sepucro” for 2 violins, viola, cello and violone London Baroque/Charles Medlam 2:52
5. Introduzione al Gloria RV637 Gérard Lesne/Il Seminario Musicale/Fabio Biondi 8:48
6. Salve Regina in C minor RV616 Gérard Lesne/Il Seminario Musicale/Fabio Biondi 13:43
7. Introduzione al Miserere RV641 Gérard Lesne/Il Seminario Musicale/Fabio Biondi 17:08

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Disc 5:
1. Gloria RV589: Gloria in excelsis Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 2:29
2. Gloria RV589: Et in terra pax Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 4:47
3. Gloria RV589: Laudamus te Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 2:32
4. Gloria RV589: Gratias agimus tibi Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 0:28
5. Gloria RV589: Propter magnam gloriam tuam Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 0:54
6. Gloria RV589: Domine Deus Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 3:24
7. Gloria RV589: Domine fili unigenite Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 2:18
8. Gloria RV589: Domine Deus, agnus Dei Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 4:39
9. Gloria RV589: Qui tollis peccata mundi Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 1:11
10. Gloria RV589: Qui sedes ad dexteram patris Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 2:30
11. Gloria RV589: Quoniam tu solus sanctus Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 0:51
12. Gloria RV589: Cum sancto spiritu Emily Van Evera/Margaret Cable/Taverner Choir/Taverner Players/Andrew Parrott 3:03
13. In furore, motet for soprano, 2 violins, viola & bass RV626: I Aria: In furore [Allegro] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 4:31
14. In furore, motet for soprano, 2 violins, viola & bass RV626: II Recitativo Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 0:37
15. In furore, motet for soprano, 2 violins, viola & bass RV626: III Aria: Tunc mesu fletus [Largo] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 4:01
16. In furore, motet for soprano, 2 violins, viola & bass RV626: IV Alleluia [Allegro] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 1:42
17. Stabat Mater: Stabat Mater dolorosa David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 3:18
18. Stabat Mater: Cujus animam David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 1:47
19. Stabat Mater: O quam tristis David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 1:34
20. Stabat Mater: Quis est homo David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 3:09
21. Stabat Mater: Quis non posset David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 1:54
22. Stabat Mater: Pro peccatis David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 1:33
23. Stabat Mater: Eja Mater David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 2:27
24. Stabat Mater: Fac ut ardeat David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 1:19
25. Stabat Mater: Amen David Daniels/Europa Galante/Fabio Biondi 1:10

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Disc 6:
1. L’ombre, l’aure, e ancora il rio Suzie LeBlanc/Claron McFadden/Teatro Lirico/Stephen Stubbs 7:20
2. Gelosia, tu gia rendi l’alma mia Suzie LeBlanc/Teatro Lirico/Stephen Stubbs 3:08
3. Bajazet, Act 1, Scene 1: Aria: Del destin non dee lagnarsi (Bajazet) Ildebrando D’Arcangelo /Patrizia Ciofi/David Daniels/Elina Garanca/Vivica Genaux/Marijana Mijanovic/Europa Galante/Fabio Biondi 3:39
4. Bajazet, Act 1, Scene 2: Aria: Nasce rosa lusinghiera (Idaspe) Ildebrando D’Arcangelo /Patrizia Ciofi/David Daniels/Elina Garanca/Vivica Genaux/Marijana Mijanovic/Europa Galante/Fabio Biondi 3:54
5. Bajazet, Act 3, Scene 3: Aria: Barbaro traiditor (TamerlanO) Ildebrando D’Arcangelo /Patrizia Ciofi/David Daniels/Elina Garanca/Vivica Genaux/Marijana Mijanovic/Europa Galante/Fabio Biondi 3:36
6. Bajazet, Act 1, Scene 9: Aria: Qual guerriero in campo armato (Irene) Ildebrando D’Arcangelo /Patrizia Ciofi/David Daniels/Elina Garanca/Vivica Genaux/Marijana Mijanovic/Europa Galante/Fabio Biondi 7:37
7. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Laudate, pueri Dominum [Allegro] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 2:03
8. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Sit nomen Domini [largo] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 3:33
9. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: A solis ortu usque ad occasum [Allegro] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 1:50
10. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Excelsus super omnes [Andante] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 3:35
11. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Qui sicut Dominus Deus [largo] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 1:30
12. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Suscitans a terra inopem [Presto] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 1:40
13. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Ut collocet eum [Allegro] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 1:44
14. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Gloria Patri et Filio [Largo] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 3:36
15. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Laudate, pueri Dominum [Allegro] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 1:42
16. Laudate, pueri Dominum, psalm 112 for soprano, 2 violins, viola & bass RV 600: Amen [Allegro] Fabio Biondi/Europa Galante/Patrizia Ciofi 2:08
17. Il Giustino RV717, ACT 1: Aria: All`armi, o guerrieri! Marina Comparato/Dominique Labelle/Francesca Provvisionato/Geraldine McGreevy/Leonardo De Lisi/Laura Cherici/Il Complesso Barocco/Alan Curtis 1:11
18. Il Giustino RV717, ACT 1: Aria: Mio dolce amato sposo Marina Comparato/Dominique Labelle/Francesca Provvisionato/Geraldine McGreevy/Leonardo De Lisi/Laura Cherici/Il Complesso Barocco/Alan Curtis 6:51
19. Il Giustino RV717, ACT 2: Duetto: Mio bel tesoro, mia dolce speme Marina Comparato/Dominique Labelle/Francesca Provvisionato/Geraldine McGreevy/Leonardo De Lisi/Laura Cherici/Il Complesso Barocco/Alan Curtis 1:15

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Regentes:
Christopher Warren-Green
Fabio Biondi
Andrew Parrott
Stephen Stubbs
Charles Medlam
Alan Curtis

Solistas:
Rosemary Furniss
Thomas Bowes
Beverly Davison
Graham Ashton
Gerald Ruddock
Alexander Balanescu
Elizabeth Layton
John Holloway
Roy Goodman
Elina Garanca
Marijana Mijanovic
Dominique Labelle
Francesca Provvisionato
Geraldine McGreevy
Gérard Lesne
Leonardo De Lisi
Janet See
Laura Cherici
Ildebrando D’Arcangelo
Margaret Cable
Patrizia Ciofi
Derek Lee Ragin
David Daniels
Vivica Genaux
Alison Place
Marina Comparato
Emily van Evera
e outros

Orquestras:
Europa Galante
Il Seminario Musicale
Taverner Consort Players
Teatro Lirico
London Baroque
Il Complesso Barocco
London Chamber Orchestra

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O cara
O cara

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The Best Vivaldi 100 (primeira parte – instrumental)

The Best Vivaldi 100 (primeira parte – instrumental)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

A ideia parecia meio idiota: as 100 melhores de Vivaldi… E a contagem não é por obra e sim por faixa! A contagem resultou em 6 CDs, mas… Os caras da EMI colocaram todas as obras completas e pegaram só gente de primeira linha. O resultado é uma tremenda seleção que ouvi com o maior prazer.

Vivaldi guarda parentescos com Mozart e Haydn, mais com o último. Às vezes é feliz demais. Se Mozart por vezes deixa-se tomar pelo mais absoluto drama, Vivaldi nunca o faz. Tanta exposição de felicidade por parte do Padre Vermelho pode ser meio nauseante e é bom interromper a audição para não cansar. Mas que discos, meus amigos, que discos!

A coleção inicia com a discoteca básica das Quatro Estações, mas depois tudo fica interessante mesmo para os ouvintes mais vivenciados com o barroco. É aconselhável consumir aos poucos para dar o resultado esperado: uma grande felicidade.

The Best Vivaldi 100 (primeira parte – instrumental)

Disc 1:
1. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 1 in E (La primavera) RV269 (Op. 8 No. 1): I. Allegro London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:07
2. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 1 in E (La primavera) RV269 (Op. 8 No. 1): II. Largo e pianissimo sempre London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:41
3. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 1 in E (La primavera) RV269 (Op. 8 No. 1): III. Danza pastorale: Allegro London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 4:20
4. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 2 in G minor (L’estate) RV315 (Op. 8 No. 2): I. Allegro non molto London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 5:09
5. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 2 in G minor (L’estate) RV315 (Op. 8 No. 2): II. Adagio London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:05
6. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 2 in G minor (L’estate) RV315 (Op. 8 No. 2): III. Presto London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:33
7. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 3 in F (L’autunno) RV293 (Op. 8 No. 3): I. Allegro London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 5:25
8. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 3 in F (L’autunno) RV293 (Op. 8 No. 3): II. Adagio London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:55
9. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 3 in F (L’autunno) RV293 (Op. 8 No. 3): III. Allegro London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:42
10. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 4 in F minor (L’inverno) RV297 (Op. 8 No. 4): I. Allegro non molto London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:03
11. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 4 in F minor (L’inverno) RV297 (Op. 8 No. 4): II. Largo London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:26
12. The Four Seasons (from ‘Il cimento dell’armonia e dell’inventione’ Op. 8), Concerto No. 4 in F minor (L’inverno) RV297 (Op. 8 No. 4): III. Allegro London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:05
13. Concerto for 3 violins in F major RV551: I. Allegro Elizabeth Layton/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 4:29
14. Concerto for 3 violins in F major RV551: II. Andante Elizabeth Layton/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:15
15. Concerto for 3 violins in F major RV551: III. Allegro Elizabeth Layton/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:15
16. 12 Concerti grossi Op. 3, ‘L’estro armonico’, No. 10 for 4 violins in B minor RV580: I. Allegro Christopher Warren-Green/Rosemary Furniss/Thomas Bowes/Beverly Davison/London Chamber Orchestra 3:53
17. 12 Concerti grossi Op. 3, ‘L’estro armonico’, No. 10 for 4 violins in B minor RV580: II. Largo e spiccato Christopher Warren-Green/Rosemary Furniss/Thomas Bowes/Beverly Davison/London Chamber Orchestra 2:48
18. 12 Concerti grossi Op. 3, ‘L’estro armonico’, No. 10 for 4 violins in B minor RV580: III. Allegro Christopher Warren-Green/Rosemary Furniss/Thomas Bowes/Beverly Davison/London Chamber Orchestra 3:30

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Disc 2:
1. Concerto for 2 trumpets in C major RV537: I. Allegro Graham Ashton/Gerald Ruddock/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:55
2. Concerto for 2 trumpets in C major RV537: II. Largo Graham Ashton/Gerald Ruddock/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 1:22
3. Concerto for 2 trumpets in C major RV537: III. Allegro Graham Ashton/Gerald Ruddock/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:47
4. Concerto for Oboe in C major RV447: I. Allegro Gordon Hunt/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 5:14
5. Concerto for Oboe in C major RV447: II. Larghetto Gordon Hunt/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 4:08
6. Concerto for Oboe in C major RV447: III. Minuetto Gordon Hunt/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 5:05
7. Concerto for Cello in C minor RV401: I. Allegro non molto Andrew Shulman/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 4:26
8. Concerto for Cello in C minor RV401: II. Adagio Andrew Shulman/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:30
9. Concerto for Cello in C minor RV401: III. Allegro ma non molto Andrew Shulman/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:13
10. Concerto for Bassoon in B flat major RV502: I. Allegro Meyrick Alexander/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:16
11. Concerto for Bassoon in B flat major RV502: II. Largo Meyrick Alexander/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 5:40
12. Concerto for Bassoon in B flat major RV502: III. Allegro Meyrick Alexander/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 2:54
13. 12 Concerti Grossi Op. 3, ‘L’estro armonico’, No. 8 for 2 violins in A minor RV522: I. Allegro Alexander Balanescu/Elizabeth Layton/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:23
14. 12 Concerti Grossi Op. 3, ‘L’estro armonico’, No. 8 for 2 violins in A minor RV522: II. Larghetto e Spiritoso Alexander Balanescu/Elizabeth Layton/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 4:12
15. 12 Concerti Grossi Op. 3, ‘L’estro armonico’, No. 8 for 2 violins in A minor RV522: III. Allegro Alexander Balanescu/Elizabeth Layton/London Chamber Orchestra/Christopher Warren-Green 3:07

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Disc 3:
1. Concerto in G major for 2 mandolines and strings RV532: I. Allegro Giovanni Scaramuzzino/Sonia Maurer/Europa Galante/Fabio Biondi 3:58
2. Concerto in G major for 2 mandolines and strings RV532: II. Andante Giovanni Scaramuzzino/Sonia Maurer/Europa Galante/Fabio Biondi 2:46
3. Concerto in G major for 2 mandolines and strings RV532: III. Allegro Giovanni Scaramuzzino/Sonia Maurer/Europa Galante/Fabio Biondi 3:20
4. Concerto in C major per mandolino er archi RV425: I. [Allegro] Giovanni Scaramuzzino/Europa Galante/Fabio Biondi 3:10
5. Concerto in C major per mandolino er archi RV425: II. Largo Giovanni Scaramuzzino/Europa Galante/Fabio Biondi 2:53
6. Concerto in C major per mandolino er archi RV425: III. [Allegro] Giovanni Scaramuzzino/Europa Galante/Fabio Biondi 2:10
7. Concerto in C major for violin & double orchestra RV581, ‘per la Santissima Assenzione di Maria Vergine’: I. Adagio e staccato – Allegro Fabio Biondi/Il Seminario Musicale 5:28
8. Concerto in C major for violin & double orchestra RV581, ‘per la Santissima Assenzione di Maria Vergine’: II. Largo Fabio Biondi/Il Seminario Musicale 2:58
9. Concerto in C major for violin & double orchestra RV581, ‘per la Santissima Assenzione di Maria Vergine’: III. Allegro Fabio Biondi/Il Seminario Musicale 5:00
10. Concerto in G minor for Flute and Strings Op. 10 No.2 RV439, ‘La notte’ Janet See/Taverner Players/Andrew Parrott 8:19
11. Concerto for Multiple Instruments in G minor RV577, ‘per l’orchestra di Dresda’ : I. Allegro Roy Goodman/Taverner Players 3:57
12. Concerto for Multiple Instruments in G minor RV577, ‘per l’orchestra di Dresda’ : II. Largo non molto Roy Goodman/Taverner Players 2:09
13. Concerto for Multiple Instruments in G minor RV577, ‘per l’orchestra di Dresda’ : III. Allegro Roy Goodman/Taverner Players 3:52
14. Concerto in C major for multiple instruments RV556, ‘per la Solennità di S Lorenzo’ : I. Largo – Allegro molto John Holloway/Roy Goodman/Taverner Players/Andrew Parrott 5:43
15. Concerto in C major for multiple instruments RV556, ‘per la Solennità di S Lorenzo’ : II. Largo e cantabile John Holloway/Roy Goodman/Taverner Players/Andrew Parrott 2:30
16. Concerto in C major for multiple instruments RV556, ‘per la Solennità di S Lorenzo’ : III. Allegro John Holloway/Roy Goodman/Taverner Players/Andrew Parrott 4:52

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Regentes:
Christopher Warren-Green
Fabio Biondi
Andrew Parrott
Stephen Stubbs
Charles Medlam
Alan Curtis

Solistas:
Rosemary Furniss
Thomas Bowes
Beverly Davison
Graham Ashton
Gerald Ruddock
Alexander Balanescu
Elizabeth Layton
John Holloway
Roy Goodman
Elina Garanca
Marijana Mijanovic
Dominique Labelle
Francesca Provvisionato
Geraldine McGreevy
Gérard Lesne
Leonardo De Lisi
Janet See
Laura Cherici
Ildebrando D’Arcangelo
Margaret Cable
Patrizia Ciofi
Derek Lee Ragin
David Daniels
Vivica Genaux
Alison Place
Marina Comparato
Emily van Evera
e outros

Orquestras:
Europa Galante
Il Seminario Musicale
Taverner Consort Players
Teatro Lirico
London Baroque
Il Complesso Barocco
London Chamber Orchestra

Apoie os bons artistas, compre suas músicas.
Apesar de raramente respondidos, os comentários dos leitores e ouvintes são apreciadíssimos. São nosso combustível.
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Vivaldi em versão pastoral
Vivaldi em versão pastoral

PQP

.:interlúdio:. Lol Coxhill, Steve Lacy & Evan Parker – Three Blokes

.:interlúdio:. Lol Coxhill, Steve Lacy & Evan Parker – Three Blokes

Sim, jazz de vanguarda. Quem não gosta, que fuja. Este álbum documenta três noites de improviso em duetos ou em trio de três saxofonistas, todos com sax soprano. Não há outros instrumentos e, na verdade, só há um trio: a curtíssima Three Blokes.

O disco é uma fascinante integração entre 3 grandes instrumentistas que se revesam em duplas. Um levando o tema e o outro, digamos, correndo atrás. Gostei muito, mas sei que é para poucos.

Lol Coxhill, Steve Lacy, Evan Parker – Three Blokes

1. The Crawl (Parker-Lacy)
2. Backlash (Parker-Lacy)
3. Glanced (Coxhill-Lacy)
4. Broad Brush (Parker-Coxhill)
5. Three Blokes (Lacy)

All tracks recorded live in Berlin, 25-27/09/1992
Released in 1994 by FMP.

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Os três loucos.
Os três loucos.

PQP

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Preludes & Ballet Suite

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Preludes & Ballet Suite


Um CD curioso. Shostakovich recebendo arranjos de um excelente oboísta russo, certamente desesperado para aumentar seu repertório. O disco não é nenhuma obra-prima, mas mostra a força do repertório leve de Shosta, pois, além das grandes e pesadas sinfonias, quartetos, concertos, etc., o compositor possui vários ballets e peças de circunstância de alto nível. Tudo coisa para ser deglutida sem maiores problemas. Eu curti moderadamente.

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Preludes & Ballet Suite

1 Elegy in F Sharp Minor (transcription for oboe and strings) [04:06]

Ten Preludes, op. 34 (arranged for oboe and strings)
2 Prelude №1 in C Major [01:33]
3 Prelude №16 in B Flat Minor [01:05]
4 Prelude №3 in G Major [02:07]
5 Prelude №8 in F Sharp Minor [01:03]
6 Prelude №11 in B Major [00:51]
7 Prelude №17 in A Flat Major [02:04]
8 Prelude №18 in F Minor [01:06]
9 Prelude №19 in E Flat Major [01:44]
10 Prelude №21 in B Flat Major [09:54]
11 Prelude №22 in G Minor [02:45]

Prelude and Fugue in C Minor, op. 87 (arranged for oboe, cello and piano)
12 Prelude [03:56]
13 Fugue [05:32]

Prelude and Fugue in B Major, op. 87 (arranged for oboe, cello and piano)
14 Prelude [01:26]
15 Fugue [02:32]

Ballet Suite for Flute, Oboe, Strings and Percussion.
Compiled and arranged by Mikhail Utkin from the ballets The Limpid Stream [Svetly ruchey], The Bolt [Bolt], The Golden Age [Zolotoy vek]
16 Andante (Dance of The Negro) [00:51]
17 Allegro (Soviet Dance) [02:20]
18 Pantomima (Kozelkov’s Scene) [03:12]
19 Variation (Dance of The Drayman) [01:59]
20 Polka (Bureaucrat) [02:28]
21 Intermezzo (Saboteurs) [03:36]
22 Duet (Jealous Zina) [01:51]
23 Russian Dance (Lubok) [01:45]
24 Adagio (Zina and Pyotr) [06:18]
25 Pizzicato (Ballerina’s Variation) [01:02]
26 Waltz (Dance of The Ballerina) [03:06]
27 Galop (Coda) [01:56]
28 Adagio [05:05]

Alexei Utkin solo oboe (1 – 24; 26 – 28)
Mikhail Utkin solo cello (12 – 15); cello (24)
Maria Chepurina solo flute (17 – 24; 26 – 27)

All arrangements are by Mikhail Utkin.

HERMITAGE CHAMBER ORCHESTRA

Pyotr Nikiforov 1st violin (1 – 11; 16 – 28)
Ilya Norshtein 1st violin (1 – 11; 16 – 28)
Maria Trishina 1st violin (1 – 11; 16 – 28)
Anna Poletaeva 2nd violin (1 – 11; 16 – 28)
Nadezhda Sergiyenko 2nd violin (1 – 11; 16 – 28)
Andrei Barzov 2nd violin (1; 16 – 28)
Eugeny Sorkin 2nd violin (2 – 11)
Fyodor Belugin viola (1 – 11; 16 – 28)
Zoya Nevolina viola (1 – 11; 16 – 28)
Ekaterina Dossina solo cello (24); cello (1 – 11; 16 – 28)
Olga Kazantseva cello (1 – 11; 16 – 28)
Mikhail Khokhlov double bass (1 – 11)
Gleb Chernobrovkin double bass (16 – 28)
Darja Alyoshina piano (12 – 15)
Andrei Vinnitsky percussion (17; 19 – 21)

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A turma de solistas do CD: os dois Utkin e a Chepurina

PQP

Felix Mendelssohn: Piano Trios Nos.1 & 2 / Robert Schumann: Piano Trio No.2

Felix Mendelssohn: Piano Trios Nos.1 & 2 / Robert Schumann: Piano Trio No.2

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este é o CD Nº 36 desta tremenda coleção de 60 CDs da Philips. É que PQP está apaixonado pelos Trios de Mendelssohn, fazer o quê? O maior dos trios de todos os tempos, o Beaux Arts, interpreta notavelmente um repertório inteiramente dentro de sua especialidade. O que fazem Menahem Pressler (piano, fundador do Beaux Arts em 1955 e que até hoje mantém o grupo), Isidore Cohen (violino, entrou na segunda geração), Bernard Greenhouse (violoncelo, fundador) não é normal. E nem é uma questão de virtuosismo, mas dos caras serem realmente um trio. Para completar, são fantasticamente dirigidos por Pressler. Vamos combinar uma coisa? Jamais deixe de ouvir um CD do Beaux Arts, tá?

Mendelssohn: Piano Trio In D Minor, Op. 49
1 Allegro Molto Ed Agitato 8:45
2.Andante Con Moto Tranquillo 6:15
3 Scherzo (Leggiero E Vivace) 3:19
4 Finale (Allegro Assai Appassionato) 8:20

Mendelssohn: Piano Trio In C Minor, Op. 66
5 Allegro Energico E Con Fuoco 10:21
6 Andante Espressivo 6:26
7 Scherzo (Molto Allegro Quasi Presto) 3:15
8 Finale (Allegro Appassionato) 7:07

Schumann: Piano Trio No.2 in F, Op.80
9 Sehr lebhaft 7:19
10 Mit innigem Ausdruck 7:40
11 In mässiger Bewegung 5:45
12 Nicht zu rasch 5:40

Beaux Arts Trio

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Das várias formações do Beaux Arts, está foi a mais duradoura e clássica. O super Menahem Pressler ainda está tocando (muito) por aí
Das várias formações do Beaux Arts, esta foi a mais duradoura e clássica. Importante: o super Menahem Pressler ainda está tocando (e muito) por aí

PQP

Henry Purcell (1659-1695): O Solitude (árias e canções)

Henry Purcell (1659-1695): O Solitude (árias e canções)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Vir trabalho caminhando pelas ruas de Porto Alegre com Henry Purcell nos ouvidos nesta manhã, foi muito emocionante. Quase chorei. E olha que costumo ter coração duro. Como Scholl compreendeu bem estas maravilhosas canções! Que pessoa culta deve ser, que grande respeito e conhecimento de arte, que senso de estilo!

Esta é a primeira gravação de Scholl da música de Purcell. Sua voz é perfeita para as melodias do compositor Inglês. O álbum inclui peças escritas para o palco, a igreja e para saraus, algumas das quais Andreas Scholl têm cantado por muitos anos em recitais. Como grandíssimas árias, destaco Strike The Viol, Touch The LuteWhat Power Art Thou?, o célebre lamento de Dido,  When I Am Laid In EarthHere The Deities ApproveMusic For A While.

Colaboradora de longa data de Andreas Scholl, a Accademia Bizantina contribui com peças orquestrais.

Henry Purcell (1659-1695): O Solitude (árias e canções)

1. If Music Be The Food Of Love 2:15
2. Come Ye Sons Of Art – Sound The Trumpet 3:00
3. Come, Ye Sons Of Art, Away (1694) Ode For The Birthday Of Queen Mary II – Strike The Viol, Touch The Lute 4:18
4. Purcell: Chacony, Z628 3:37
5. King Arthur, Or The British Worthy (1691) / Act 5 – Fairest Isle 4:55
6. King Arthur, Or The British Worthy (1691) / Act 3 – What Power Art Thou? 3:09
7. Chacony In G Minor Z730 4:07
8. Purcell: The Fairy Queen / Act 2 – One Charming Night 2:24
9. Pausanius, The Betrayer Of His Country. (1695), Z585 – Original Version – Sweeter Than Roses 3:17
10. Dido And Aeneas / Act 3 – When I Am Laid In Earth – Dido’s Lament) 4:05
11. Purcell: The Gordian Knot Untied – Music For The Gordian Knot Unty’d 10:47
12. Ode For St. Cecilia’s Day, ”Welcome To All The Pleasures”, Z339 – Original Version – Here The Deities Approve 4:36
13. Purcell: Oedipus – Music For A While, Z583 4:14
14. O Dive Custos Auriacae Domus, Z504 6:59
15. O Solitude, My Sweetest Choice, Z406 5:32
16. Pavan In G Minor, Z752 4:49
17. An Evening Hymn, Z193 4:34

Andreas Scholl, contratenor
Accademia Bizantina
Stefano Montanari

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Céus, esses canta demais!
Céus, esse canta demais!

PQP

Dukas / Kodály / Shostakovich / Hindemith / Johann Strauss / Beethoven / Mozart: Obras regidas pelo grande Ferenc Fricsay

Dukas / Kodály / Shostakovich / Hindemith / Johann Strauss / Beethoven / Mozart: Obras regidas pelo grande Ferenc Fricsay

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Ferenc Fricsay (1914-1963) foi um maestro genial, grande intérprete de Beethoven e Mozart, assim como dos húngaros Bartók e Kodály. Mas tudo o que tocava virava ouro. Estudou piano, violino, clarinete, trombone, percussão, composição e regência. Viveu pouquíssimo, 48 anos para ser exato. Estudou música com Béla Bartók, Zoltán Kodály, Ernst von Dohnányi e Leo Weiner. Fricsay fez sua primeira aparição como maestro aos quinze anos de idade. Ele se tornou diretor musical da recém formada Orquestra Sinfônica RIAS na Alemanha em 1949. Também foi maestro titular da Orquestra Sinfônica de Houston em 1954. De 1956 até 1958 ele ocupou o mesmo cargo na Ópera do Estado Bávaro, da Ópera Alemã de Berlim e na Filarmônica de Berlim. Do início da década de 1950 até sua morte ele fez inúmeras gravações com a Deutsche Grammophon. Seu último concerto aconteceu no dia 7 de Dezembro de 1961 em Londres, onde conduziu a Filarmônica de Londres da Sinfonia Nº 7 de Beethoven. Faleceu de um vulgar câncer no estômago.

Estas são gravações ao vivo. O som é bom, mas não é aquela coisa translúcida. Já a interpretação, a concepção que Fricsay tinha da música… Isto está completinho.

Dukas / Kodály / Shostakovich / Hindemith / Johann Strauss / Beethoven / Mozart:
Obras regidas pelo grande Ferenc Fricsay

CD 1:

01. Dukas- The Sorcerer’s Apprentice

02. Kodaly- Dances of Galanta

03. Shostakovich- Symphony No 9- I. Allegro
04. Shostakovich- Symphony No 9- II. Moderato
05. Shostakovich- Symphony No 9- III. Presto
06. Shostakovich- Symphony No 9- IV. Largo
07. Shostakovich- Symphony No 9- V. Allegretto

08. Hindemith- Symphonic Metamorphosis- I. Allegro
09. Hindemith- Symphonic Metamorphosis- II. Moderato
10. Hindemith- Symphonic Metamorphosis- III. Andantino
11. Hindemith- Symphonic Metamorphosis- IV. Marsch

12. Strauss, Johann- Kunstlerleben

CD 2:

01. Beethoven- Leonore Overture No 3

02. Beethoven- Symphony No 3- I. Allegro con brio
03. Beethoven- Symphony No 3- II. Marcia funebre. Allegro assai
04. Beethoven- Symphony No 3- III. Scherzo. Allegro vivace
05. Beethoven- Symphony No 3- IV. Finale. Allegro molto
06. Mozart- Overture to Cosi fan tuttte

RIAS-Symphonie-Orchester
Berlin Radio-Symphonie-Orchester
Berlin Wiener Philharmoniker
Ferenc Fricsay

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Ferenc Fricsay, gênio absoluto da direção orquestral
Ferenc Fricsay, gênio absoluto da direção orquestral

PQP

W. A. Mozart (1756-1791): Gran Partita / F. J. Haydn (1732-1809): Noturno Nº 8

W. A. Mozart (1756-1791): Gran Partita / F. J. Haydn (1732-1809): Noturno Nº 8

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na página não parecia… Nada! O princípio simples, quase cômico. Só uma pulsação. Trompas… fagotes… como uma sanfona enferrujada. E depois, subitamente… lá bem no alto… um oboé. Uma única nota, ali pendurada, decidida. Até que um clarinete a substitui, adoçando-a numa frase de tal voluptuosidade… Isto não era uma composição de um macaco amestrado. Era música como eu nunca tinha ouvido.

Este texto é brilhantemente dito por F. Murray Abraham — que ganhou o Oscar de Melhor Ator — em Amadeus (1984), de Milos Forman. Ele está descrevendo o Adágio da Serenata para 13 Instrumentos de Sopro, K. 361, mais conhecida como “Gran Partita“.

Não sei de preciso escrever mais. Talvez deva dizer que Trevor Pinnock pegou um grupo bem jovem e talentoso para fazer este CD muitíssimo bom. E que novamente me deu certa vontade de chorar ouvindo o tal Adágio que não foi escrito por um macaco amestrado e sim por um dos topos da evolução da espécie humana: Mozart.

Serenade in B flat major, K. 361, ‘Gran Partita’, de W. A. Mozart
1. I. Largo – Allegro Molto
2. II. Menuetto
3. III. Adagio
4. IV. Menuetto: Allegretto
5. V. Romance: Adagio
6. VI. Tema Con Variazioni
7. VII. Finale: Allegro Molto

Notturno No. 8 in G major, Hob. II:27, de F. J. Haydn
8. I. Largo – Allegro
9. II. Adagio
10. III. Finale: Vivace Assai

Royal Academy of Music Soloists Ensemble
Trevor Pinnock, regente

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Pinnock, alguns discordam, mas o cara é conhece muito Mozart
Pinnock, alguns discordam, mas o cara conhece muito Mozart. Eu acho.

PQP

Johann Pachelbel (1653-1706): Un orage d’avril: Suites, Canon & Songs

Johann Pachelbel (1653-1706): Un orage d’avril: Suites, Canon & Songs

Amandine Beyer é uma gênia. Por exemplo, não vejo gravação melhor do que a dela para as Sonatas e Partitas para Violino Solo de Bach. Aqui, ela ataca com um compositor bastante negligenciado. O que conhecemos de Pachelbel? Ora, seu famoso Cânon e só! Então vem Amandine, uma musicista da terceira geração historicamente informada, e nos mostra um monte de coisas interessantes que não têm nada a ver com o Cânon. E finaliza com o Cânon, claro. E PQP fica feliz, pois tem alguns antigos vinis que demonstram que Pachelbel não era nada trouxa e falava sozinho que o cara era tri. O título destas peças é Musikalische Ergotzung, algo como “prazer musical”. O que ouvimos é o próprio hedonismo da época. Basta relaxar e deixar o Gli incogniti, o tenor Hans-Jorg Mammel, liderados pelo violino de Amandine Beyer, dando uma exibição de raro conhecimento barroco.

Gli incogniti, nem tanto assim
Gli incogniti, nem tanto assim (vocêm sabem o que significa? Gli incogniti é “Os desconhecidos”)

Johann Pachelbel (1653-1706): Un orage d’avril: Suites, Canon & Songs

Partie V in C major, P374
01. Sonata (01:20)
02. Aria (01:14)
03. Treza (00:30)
04. Ciacona (03:15)

05. Wie nichtig? Ach! Wie flüchtig, P500 (08:07)

Partie II in C minor, P371
06. Sonata (01:30)
07. Gavotte (01:32)
08. Treza (00:31)
09. Aria (01:08)
10. Saraband (01:40)
11. Gigue (01:07)

12. Das Gewitter im Aprilen, P75 (03:21)

Partie VI in B flat major, P375
13. Sonata [Adagio] (01:08)
14. Aria (00:47)
15. Courante (01:07)
16. Gavotte (01:29)
17. Saraband (01:37)
18. Gigue (02:25)

Partie a 4 in G major, P450
19. Sonatina (01:46)
20. Allemand (01:23)
21. Gavott (00:41)
22. Courant (01:01)
23. Aria (00:39)
24. Saraband (01:33)
25. Gigue (01:25)
26. Finale adagio (00:54)

27. Mein Leben, dessen Creutz für mich, P360 (05:19)

Partie III in E flat major, P372
28. Sonata [Allegro] (01:09)
29. Allemand (01:29)
30. Courant (01:01)
31. Gavotte (00:45)
32. Saraband (01:49)
33. Gigue (00:59)

Partie IV in E minor, P373
34. Sonata (01:26)
35. Aria (02:21)
36. Courant (01:00)
37. Aria (00:48)
38. Ciacona (02:35)

39. Guter Walther unser Raths, P180 (01:39)

Partie I in F major, P370a
40. Sonata [Allegro] (00:52)
41. Allemand (01:46)
42. Courant (01:01)
43. Ballet (00:58)
44. Saraband (01:38)
45. Gigue (01:08)

46. O großes Musenliecht, P391 (01:40)

47. Canon & Gigue P37 – Canon a 3 Violinis con Basso c. (03:34)
48. Canon & Gigue P37 – Gigue (01:21)

Hans Jörg Mammel, tenor
Gli incogniti
Amandine Beyer, leader & violin

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Amandine Beyer, gênia barroca
Amandine Beyer, gênia barroca

PQP

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Piano Sonatas Op. 10, 53, “Waldstein”, 54 e 57, “Appassionata”

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Piano Sonatas Op. 10, 53, “Waldstein”, 54 e 57, “Appassionata”

Vamos combinar uma coisa? Ignorem a capa do CD, OK? Muito feia e convencional quando comparada com o conteúdo. Nascido nos arredores de Helsinque, em Espoo, Paavali Jumppanen é mais um finlandês de altíssima categoria no mundo da música erudita. Ele está gravando seu ciclo de Sonatas para Piano de Beethoven, terreno encravado de lendários pianistas e cujo campeão é, provavelmente, Maurizio Pollini. Este CD duplo — segundo volume de uma integral ainda incompleta — é uma joia. Traz seis sonatas para piano: três iniciais do Op. 10 (publicado em 1798) e três sonatas escritas entre 1804-1806 (Op. 53, 54 e 57). A Op. 53, “Waldstein”, concluída após a 3ª Sinfonia, é uma sinfonia heroica para piano e uma das melhores obras já escrita por um filho de mulher. A Op. 57, “Appassionata” é um trabalho mais agressivo, algo como o Inferno de Dante ou Macbeth de Shakespeare. Vale muito a audição.

(Depois do Allegro con brio e do Adagio molto da Waldstein, quando entra o Allegretto moderato, isto, é, quando diminui aquela tensão toda, é impossível não procurar uma posição mais confortável na cadeira).

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Piano Sonatas Opp. 10, 53, “Waldstein”, 54 e 57, “Appassionata”

Disc 1
Piano Sonata No. 5 in C Minor, Op. 10, No. 1
1.I. Molto allegro e con brio 5:19
2.II. Adagio molto 7:51
3.III. Finale: Prestissimo 3:44

Piano Sonata No. 6 in F Major, Op. 10, No. 2
4.I. Allegro 8:34
5.II. Allegretto 3:58
6.III. Finale: Presto 3:24

Piano Sonata No. 7 in D Major, Op. 10, No. 3
7.I. Presto 6:30
8.II. Largo e mesto 10:10
9.III. Menuetto – Trio – Menuetto: Allegro 2:54
10.IV. Rondo: Allegro 3:36

Disc 2
Piano Sonata No. 21 in C Major, Op. 53, “Waldstein”
1.I. Allegro con brio 10:39
2.II. Introduzione: Adagio molto 4:22
3.III. Rondo: Allegretto moderato 7:40
4.IV. Prestissimo 1:53

Piano Sonata No. 22 in F Major, Op. 54
5.I. In tempo d’un minuetto 5:08
6.II. Allegretto – Piu allegro 5:31

Piano Sonata No. 23 in F Minor, Op. 57, “Appassionata”
7.I. Allegro assai 9:51
8.II. Andante con moto 6:28
9.III. Allegro ma non troppo – Presto 7:37

Paavali Jumppanen, piano

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Paavali Jumppanen coçando em casa entre um ensaio e outro
Paavali Jumppanen coçando em casa entre um ensaio e outro

PQP

.: interlúdio :. Diane Schuur: I Remember You: With Love To Stan And Frank (2014)

.: interlúdio :. Diane Schuur: I Remember You: With Love To Stan And Frank (2014)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um tremendo disco desta tremenda cantora cega que vê muito mais do que a esmagadora maioria de nós. Enquanto alguns vocalistas escolhem entre o lucro e o jazz, Schuur leva ambas as carreiras com competência. Ela está constantemente entre as salas de concertos e os pequenos clubes. Seu estilo incorpora tanto a interpretação do jazz sutil quanto o rhythm and blues. Neste recente CD, Diane Schuur dá um banho ao homenagear Mr. Getz (clonado pelo saxofonista Joel Frahm) e o um certo crooner de sobrenome Sinatra. Sua voz parece estar cada vez mais linda. As novas roupagens da músicas são do caraglio, e o bicho pega, principalmente quando Schuur se solta e improvisa.

Diane Schuur: I Remember You: With Love To Stan And Frank (2014)

01. S’ Wonderful (3:32)
02. Nice N Easy (4:11)
03. Watch What Happens (5:09)
04. I’ve Got You Under My Skin (5:21)
05. How Insensitive (5:09)
06. Here’s That Rainy Day (6:42)
07. Didn’t We (5:52)
08. I Remember You (3:02)
09. I Get Along Without You – Don’t Worry ‘Bout Me (5:01)
10. The Second Time Around (4:58)
11. For Once In My Life (2:56)

Diane Schuur: vocals;
Alan Broadbent: arrangements, piano;
Roni Ben-Hur and Romero Lubambo: guitars,
Joel Frahm: saxophone,
Ben Wolfe: bass;
Ulysses Owens Jr.: drums.

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Diane Schuur:
Diane Schuur: que voz!

PQP

Carl Nielsen (1865-1931): Concerto para Violino e Sinfonia Nº4, “Inextinguível”

Carl Nielsen (1865-1931): Concerto para Violino e Sinfonia Nº4, “Inextinguível”

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Sibelius é considerado o grande compositor escandinavo da virada do século. Nada contra o grande careca, mas Nielsen merece ter sua posição revista, o cara foi genial e mereceria estar ao lado do finlandês. Seu Concerto para Violino e Orq. é belíssimo. Por alguma razão, é muito estimulante ouvi-lo. (Seria a introdução de plácidos temas folclóricos no primeiro movimento e seus desenvolvimentos?) E o excelente violinista Arve Tellefsen sendo regido pelo também violinista e lenda Yehudi Menuhin? Que show! O mesmo se pode dizer da Sinfonia Nº 4, Inextinguível, um petardo para ser tocado em um movimento. De peças que deveriam fazer parte do repertório de orquestras e conjuntos de sopros, Nielsen tem seis sinfonias — todas merecem ser conhecidas –, um Quinteto de Sopros e concertos para violino, flauta e clarinete.

Crescido no seio de uma família de poucos recursos financeiros, Nielsen foi maestro, violinista e professor da Real Academia de Música Dinamarquesa. Durante a sua vida, a reputação de Nielsen era considerada como marginal, tanto no seu país como internacionalmente. Apenas mais tarde é que os seus trabalhos foram incluídos no repertório internacional, sendo a década de 1960 um marco de aumento da sua popularidade através de Leonard Bernstein e outros. Na Dinamarca, a sua reputação ficou definitivamente marcada em 2006 quando três das suas composições passaram a ser consideradas nos Cânones da Cultura Dinamarquesa entre as doze grandes peças musicais da música daquele país. Durante muitos anos, sua imagem apareceu em notas de dinheiro dinamarquesas. O Museu Carl Nielsen em Odense, documenta a sua vida e a da sua mulher. Entre 1994 e 2009, a Real Biblioteca Dinamarquesa, completou a Edição Carl Nielsen, disponível na internet, contendo a história e as pautas dos trabalhos de Nielsen, algumas das quais nunca publicadas.

Carl Nielsen (1865-1931): Concerto para Violino
1. I Praeludium: Largo –
2. Allegro Cavalleresco
3. II Poco Adagio –
4. Rondo: Allegretto Scherzando

Carl Nielsen (1865-1931): Sinfonia Nº4, “Inextinguível”
5. I Allegro -/II Poco Allegretto –
6. III Poco Adagio Quasi Andante – Con Anima -/IV Allegro

Arve Tellefsen, violino
Royal Philharmonic Orchestra
Yehudi Menuhin

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Carl Nielsen num momento assim.
Carl Nielsen num momento assim.

PQP

Felix Mendelssohn (1809-1847): Piano Trios Nos. 1 & 2, Op. 49 e 66

Felix Mendelssohn (1809-1847): Piano Trios Nos. 1 & 2, Op. 49 e 66

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Os três são grandes solistas, porém, nesta gravação, Emanuel Ax, Itzhak Perlman e Yo-Yo Ma provam suas qualidades como músicos de câmara. Não há luta pela supremacia. Os músicos honram o fluxo da música e as melodias fluem suavemente do violoncelo para o violino e daí para o piano em qualquer ordem. Eles parecem vir da primavera, dando-nos vontade de cantar junto. A música é romântica, elegante e melódica, refinada como convém a um talentoso intelectual do século XIX, membro de uma rica família de banqueiros e intelectuais judeus da Europa Central.

Felix Mendelssohn (1809-1847): Piano Trios Nos. 1 & 2, Op. 49 e 66

1 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: I. Molto Allegro E Agitato 9:59
2 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: II. Andante Con Moto Tranquillo 6:15
3 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: III. Scherzo: Leggiero E Vivace 3:52
4 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: IV. Finale: Allegro Assai Appassionato 8:56

5 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: I. Allegro Energico E Con Fuoco 11:13
6 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: II. Andante Espressivo 6:41
7 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: III. Scherzo: Molto Allegro Quasi Presto 3:47
8 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: IV. Finale: Allegro Appassionato 8:25

Yo-Yo Ma, cello
Itzhak Perlman, violino
Emanuel Ax, piano

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Completando o texto, Mendelssohn depois converteu-se ao cristianismo
Completando o texto, Mendelssohn depois converteu-se ao cristianismo

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.: interlúdios :. Dois Kennies, o Werner e o Wheeler, e uma confusão

.: interlúdios :. Dois Kennies, o Werner e o Wheeler, e uma confusão

Pois eu peguei dois CDs de Kenny Wheeler e botei para tocar no carro. Achei estranho. O primeiro não parecia ser de Wheeler. Ele estaria tocando uma música dos The Animals, House Of The Rising Sun? Mais do que estranho, mas mesmo assim era bom, muito bom até. Um sonzaço de big band. Aí fui ver e era de Kenny WERNER, de uma big band de Bruxelas. Fui ver o segundo e era mesmo de Wheeler. Os dois Kennies estão aí para vocês os compararem. Menos mal que não era o Kenny G.

Duas excelentes big bands para esta terça-feira.

Kenny Werner & Brussels Jazz Orchestra – Institute of Higher Learning (2011)

1. Cantabile 1st 10:46
2. Cantabile 2nd 10:53
3. Cantabile 3rd 6:28
4. Second Love Song 7:46
5. House Of The Rising Sun 10:11
6. Compensation 13:00
7. Institute Of Higher Learning 10:24

Personnel:
Kenny Werner: piano; Peter Hertmans: guitar; Jos Machtel: double bass; Martijn Vink: drums; Frank Vaganee: artistic director, lead alto and soprano saxphones; Dieter Limbourg: alto and soprano saxophones, clarinet, flute; Kurt Van Herck: tenor saxophone, flute; Bart Defoort: tenor saxophone, clarinet; Bo Van der Werf: baritone saxophone, bass clarinet; Serge Plume: lead trumpet, flugelhorn; Nico Schepers: trumpet, flugelhorn; Pierre Drevet: trumpet, flugelhorn; Joeroen Van Malderen: trumpet, flugelhorn; Marc Godfried: lead trombone; Lode Mertens: trombone; Ben Fleerakkers: trombone; Laurent Hendrick: bass trombone.

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Kenny Wheeler Big Band – The Long Waiting (2012)

1. Canter N.6 [04:18]
2. Four, Five, Six [09:50]
3. The Long Waiting [07:27]
4. Seven, Eight, Nine [05:33]
5. Enowena [11:23]
6. Comba N.3 [07:58]
7. Canter N.1 / Old Ballad [14:11]
8. Upwards [07:47]

Personnel:

John Parricelli – Guitar
Julian Arguelles – Soprano & Tenor Sax
Martin France – Drums
John Taylor – Piano
Kenny Wheeler – Trumpet, Flugelhorn
Pete Churchill – Conductor
Diana Torto – vocals
Ray Warleigh – Alto Sax
Duncan Lamont – Alto Sax
Stan Sulzmann – Tenor Sax
Julian Siegel – Tenor Sax
Henry Lowther – Trumpet
Derek Watkins – Trumpet
Tony Fisher – Trumpet
Nick Smart – Trumpet
Mark Nightingale – Trombone
Barnaby Dickinson – Trombone
Dave Horler – Trombone
Dave Stewart – Bass Trombone
Chris Laurence – Bass

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Werner
Werner
Wheeler
Wheeler

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J.S. Bach (1685-1750): Cantatas Seculares BWV 210 e 204

J.S. Bach (1685-1750): Cantatas Seculares BWV 210 e 204

Mais um bom CD de Cantatas de Bach. Grande trabalho do soprano Dorothea Röschmann, do excelente Les Violons Du Roy e de Bernard Labadie. A BWV 210 é imensa, dura mais de 30 minutos e a 204 não lhe fica muito atrás em dimensões e qualidade. A Cantata é o gênero mais importante de música de câmara vocal do período barroco, o principal elemento musical do culto luterano. Desde o final do século XVIII, o termo foi aplicado a uma ampla variedade de obras, sacras e seculares, na maioria para coro e orquestra, desde as cantatas de Beethoven por ocasião da morte e sucessão de imperadores, até as cantatas soviéticas patrióticas de Shostakovich.

J.S. Bach (1685-1750): Cantatas Seculares BWV 210 e 204

1 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Recitative: O holder Tag, erwunschte Zeit 1:02
2 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Aria: Spielet, ihr beseelten Lieder 7:00
3 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Recitative: Doch, haltet ein, ihr munter Saiten 1:11
4 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Aria: Ruhet hie, matte Tone 6:24
5 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Recitative: So glaubt man denn, dass die Musik verfuhre 2:09
6 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Aria: Schweigt, ihr Floten, schweigt, ihr Tone 4:11
7 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Recitative: Was Luft? was Grab? 1:46
8 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Aria: Grosser Gonner, dein Vergnugen 3:09
9 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Recitative: Hochteurer Mann, so fahre ferner fort 1:22
10 O holder Tag, erwunschte Zeit, BWV 210: Aria: Seid begluckt, edle beide 5:33

11 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Recitative: Ich bin in mir vergnugt 1:47
12 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Aria: Ruhig und in sich zufrieden 7:13
13 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Recitative: Ihr Seelen, die ihr ausser euch 2:03
14 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Aria: Die Schatzbarkeit der weiten Erden 4:15
15 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Recitative: Schwer ist es zwar, viel Eitles zu besitzen 2:22
16 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Aria: Meine Seele sei vergnugt 6:27
17 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Recitative – Arioso: Ein edler Mensch ist Perlenmuscheln gleich 2:35
18 Ich bin in mir vergnugt, BWV 204: Aria: Himmlische Vergnugsamkeit 4:16

Dorothea Röschmann, soprano
Les Violons Du Roy
Bernard Labadie

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Felizes e de boas: Le Violons du Roy
Felizes e de boas: Le Violons du Roy

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Quarteto No. 9 K.169, Quarteto No. 18 K. 464 e Quarteto No. 22 K. 589

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Quarteto No. 9 K.169, Quarteto No. 18 K. 464 e Quarteto No. 22 K. 589

O Quarteto de Cordas é uma forma musical inventada por F. J. Haydn. Poucas coisas parecem ter dado tão certo. Ele foi adotado imediatamente pela maioria dos compositores e mais: mostrou-se como o espaço ideal para experimentações. Beethoven, Bartók, Shosta, Mozart, Schubert, Ligeti, poucos foram grandes sem utilizar o quarteto. Até o Titanic tinha um!

Mozart foi um dos grandes do gênero que, na época, ainda copiava a estrutura básica de quatro movimentos da sinfonia clássica: um movimento rápido inicial, um lento, um minueto e outro rápido para fechar. Logo depois, tudo mudou. O Armida é um excelente quarteto e seu Mozart é ótimo. Parece ser formado por dois casais que se relacionam amorosamente. Um perigo, pois falta o cara mais velho que acalma todo mundo. Espero que nunca briguem!

O primeiro violinista é casado com a violista. E parece que o violoncelista namora o segundo violino. Confusão à vista.
O primeiro violinista é casado com a violista. E parece que o violoncelista namora o segundo violino. Confusão à vista.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Quarteto No. 9 K.169, Quarteto No. 18 K. 464 e Quarteto No. 22 K. 589

String Quartet No. 9 in A Major, K.169
01. I. Molto adagio
02. II. Andante
03. III. Menuetto
04. IV. Rondeau. Allegro

String Quartet no. 18 in A major, K. 464
05. I. Allegro
06. II. Menuetto-Trio
07. III. Andante
08. IV. Allegro non troppo

String Quartet No. 22 in B Flat Major K. 589
09. I. Allegro
10. II. Larghetto
11. III. Menuetto-Moderato
12. IV. Allegro assai

Armida Quartett

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Armida Quartett: duas belas baixinhas e dois caras grandes
Armida Quartett: duas belas baixinhas e dois caras grandes

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Restaurado – J. S. Bach (1685-1750): Sonatas and Partitas for Solo Violin, BWV 1001-1006 – Christian Tetzlaff

Restaurado – J. S. Bach (1685-1750): Sonatas and Partitas for Solo Violin, BWV 1001-1006 – Christian Tetzlaff

Nos últimos dias, publicamos duas versões destas mesmas obras: a primeira por Holloway e a segunda uma estranha transposição para o violoncelo feita por Luolajan-Mikkola. Há dois anos atrás publicamos a melhor gravação que conheço, a de Beyer. Faz parte do jogo da música erudita ouvir várias versões. É um longo diálogo que visa abordar cada vez melhor cada obra. Os nomes citados acima são gente de primeira linha, ninguém é perna de pau, longe disso. Beyer dá, na minha opinião, a versão mais convincente, redonda e firme. Também chega com uma sonoridade linda, assim como Holloway. Tetzlaff é meio mão pesada, mas tem qualidades extraordinárias. Sua Chacona é espetacular.

Numa noite fria do século XVIII, Bach escrevia a Chacona da Partita Nº 2 para violino solo. A música partia de sua imaginação (1) para o violino (2), no qual era testada, e daí para o papel (3). Anos depois, foi copiada (4) e publicada (5). Hoje, o violinista lê a Chacona (6) e, de seus olhos, passa o que está escrito ao violino (9) utilizando para isso seu controverso cérebro (7) e sua instável, ou não, técnica (8). Do violino, a música passa a um engenheiro de som (10) que a grava em um equipamento (11), para só então chegar ao ouvinte (12), que se desmilingui àquilo.

Na variação entre todas essas passagens e comunicações, está a infindável diversidade das interpretações. Mas ainda faltam elos, como a qualidade do violino – e se seu som for divino ou de lata, e se ele for um instrumento original ou moderno? E o calibre do violinista? E seu senso de estilo e cultura? E o ouvinte? E… as verdadeiras intenções de Bach? Desejava ele que o pequeno violino tomasse as proporções gigantescas e polifônicas do órgão? Mesmo?

E depois tem gente que acha chata a música erudita…

J. S. Bach (1685-1750): Sonatas and Partitas for Solo Violin, BWV 1001 – 1006

Sonata I G-Moll / In G Minor, BWV 1001 (15:35)
1-1 Adagio 3:51
1-2 Fuga. Allegro 5:11
1-3 Sicilana 3:16
1-4 Presto 3:17
Partita I H-Moll / B Minor, BWV 1002 (25:59)
1-5 Allemanda 4:29
1-6 Double 2:21
1-7 Corrente 2:46
1-8 Double. Presto 3:02
1-9 Sarabanda 4:05
1-10 Double 3:09
1-11 Tempo Di Bourrée 3:11
1-12 Double 2:56
Sonata II A-Moll / A Minor, BWV 1003 (21:13)
1-13 Grave 3:52
1-14 Fuga 7:24
1-15 Andante 5:01
1-16 Allegro 4:56

 

Partita II D-Moll / D Minor, BWV 1004 (27:43)
2-1 Allemanda 4:15
2-2 Corrente 2:15
2-3 Sarabanda 4:03
2-4 Giga 3:43
2-5 Ciaccona 13:27
Sonata III C-Dur / C Major, BWV 1005 (21:17)
2-6 Adagio 3:48
2-7 Corrente 9:18
2-8 Largo 3:36
2-9 Allegro Assai 4:35
Partita III E-Dur / E Major, BWV 1006 (17:54)
2-10 Preludio 3:18
2-11 Loure 4:40
2-12 Gavotte En Rondeau 2:55
2-13 Menuet I 1:39
2-14 Menuet II 2:26
2-15 Bourrée 1:14
2-16 Giga 1:42

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Christian Tetzlaff, violin

 

Tetzlaff dando uma aulinha
Tetzlaff dando uma aulinha

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[restaurado por Vassily em 6/6/2020]

Fanny Mendelssohn (1805-1847): Canções e Trio

Fanny Mendelssohn (1805-1847): Canções e Trio

frontFanny Cäcilie Mendelssohn, mais tarde Fanny Hensel, foi uma pianista e compositora da Alemanha, irmã de Felix Mendelssohn; ambos netos do filósofo Moses Mendelssohn. Depois de Hildegard von Bingen (1098-1179), foi a primeira importante mulher compositora. Fanny Mendelssohn nasceu em Hamburgo, primeira de quatro filhos. Em 1811, a família fugiu das atrocidades do exército de Napoleão para Berlim. A família era de origem judia, mas tornou-se protestante. Fanny e seus irmãos foram batizados em 1816 em Berlim; neste dia Fanny recebeu o segundo nome Cäcilie. Como mulher, Fanny não podia pensar em exercer uma profissão séria. Por isso, recebeu aulas de música somente para ser amadora e não profissional como seu irmão Felix. Mesmo assim Fanny aprendeu muito e com grande velocidade. Tornou-se uma pianista extraordinária e começou a compor desde criança. Presa aos preconceitos da época, a própria família teve vergonha do fato de que Fanny queria ser compositora e não somente uma dona de casa em uma família tradicional da classe média alta. Em 1829, depois de um namoro de vários anos, Fanny casou com o pintor Wilhelm Hensel e no ano seguinte deu à luz seu único filho, Sebastian Ludwig Felix Hensel. O marido gostava das atividades musicais de sua esposa e ela teve oportunidades de organizar apresentações em casa. Em 1838, ela tocou publicamente, e, em 1846, publicou algumas obras no estilo lied (canção), como as deste disco — faixas de 1 a 14. São conhecidas 466 composições de Fanny. Entre elas predominam os lieder, muito populares na época, e obras para piano — faixa 14. A maior obra dela é o “Oratorium nach Bildern der Bibel” (Oratório segundo imagens da Bìblia), 1831, para coral, orquestra e solistas, uma belíssima obra romântica. Pelos preconceitos da época, a obra nunca foi apresentada e estreou somente em 1987

Além dos belos lieder, o Trio que está neste CD também é esplêndido, pleno de calma e beleza.

Fanny Mendelssohn (1805-1847): Canções e Trio

Lieder
1 Italien 1:47
2 Im Herbste 3:23
3 Sehnsucht 2:38
4 Bergeslust 1:40
5 Ferne 2:47
6 Harfners Lied 2:36
7 Warum Sind Denn Die Rosen So Blaß 2:17
8 Ach! Die Augen Sind Es Wieder 1:30
9 Ich Wandelte Unter Den Bäumen 3:43
10 Abenbild 2:45
11 Nach Süden 1:58
12 Kommen Und Scheiden 2:20
13 Gondellied 3:35

Lied
14 Lied Für Klavier 7:00

Trio Op. 11
15 Allegro Molto Vivace 12:22
16 Andante Espressivo 5:56
17 Lied 2:08
18 Finale 6:03

Donna Brown
Françoise Tillard
Trio Brentano

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Fanny Hensel, antes Fanny Mendelssohn, irmã de Felix
Fanny Hensel, antes Fanny Mendelssohn, irmã de Felix

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J.S. Bach (1685-1750): Cantatas Seculares (Cantata do Café, dos Camponeses e Para Leopoldo) (Les Violons Du Roy / Labadie)

J.S. Bach (1685-1750): Cantatas Seculares (Cantata do Café, dos Camponeses e Para Leopoldo) (Les Violons Du Roy / Labadie)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Excelente versão de três Cantatas Seculares de Bach, as famosas “do Café”, “dos Camponeses” e aquela composta para Leopoldo. A versão de Bernard Labadie e seus Les Violons Du Roy valorizam sobremaneira a música e o estilo destas Cantatas não religiosas. A Cantata do Café tem uma curiosa história:

Schlendrian é um pai grosseiro e está preocupadíssimo porque sua filha Lieschen entregou-se à nova mania de tomar café. Todas as promessas e ameaças para desviá-la de tão detestável hábito foram infrutíferas até que, para dissuadi-la, ofereceu-lhe um marido. Lieschen aceita a idéia com entusiasmo e o pai parte apressadamente para conseguir-lhe um. Esta é a idéia principal da Cantata do Café, obra cômica de J. S. Bach, uma mini-ópera, que foi apresentada entre 1732 e 1735 na Kaffeehaus de Zimmermann, em Leipzig. A primeira Kaffeehaus da cidade foi aberta em 1694 — o café chegara à Alemanha em 1670 — e em 1735 a burguesia podia escolher entre oito privilegiadas casas.

A Kaffeekantate, BWV 211, foi encomendada a Bach por Zimmermann e é, em parte, uma ode ao produto (sim, puro merchandising) e, de outra parte, uma punhalada no movimento existente na Alemanha para impedir seu consumo pelas mulheres. Acreditava-se que o “negro veneno” pudesse causar descontrole e esterilidade ao sexo frágil, mas Bach, em troca do pagamento de Zimmermann, ignorou estes terríveis perigos. Senão, talvez não musicasse uma ária que diz: “Ah, como é doce o seu sabor. / Delicioso como milhares de beijos, / mais doce que um moscatel. / Eu preciso de café”; e nem nos brindaria com estas delicadezas…: “Paizinho, não sejas tão mau. / Se eu não beber meu café / as minhas curvas vão secar / as minhas pernas vão murchar / ninguém comigo irá casar”.

Bach aprendera muito bem, em sua vida familiar e em seu trabalho como professor, que influenciar os jovens não era assim tão fácil. Portanto, adicionou um recitativo no qual os planos de Lieschen são revelados: o homem que quiser casar com ela terá de consentir numa cláusula: o contrato matrimonial preverá que ela possa tomar café sempre que lhe apetecer.

No final, há um breve coro de três cantores, onde o café e a evolução são admitidos como coisas inevitáveis. Esta Cantata — ao lado de outras poucas obras vocais profanas — é uma evidente exceção na obra de Bach. O compositor, que possui a injusta fama de sério, aceitou o convite de Zimmermann para compor uma propaganda de seu Café e, como quase sempre fazia, produziu uma obra-prima, uma pequena comédia que funciona tanto no palco quanto nas salas de concertos. O efeito da primeira apresentação deve ter sido consideravelmente ampliado pelo fato de que às mulheres não era permitido cantar em cafés (nem em igrejas) e o papel de Lieschen foi, provavelmente, interpretado por um cantor em falsete. Bach, com o auxílio do poeta Picander, construiu dois personagens muito humanos e verossímeis: um pai resmungão e rústico e uma filha obstinada e cheia de caprichos. O compositor parece estar à vontade ao traçar a caricatura do pai com o baixo pesado, os ritmos acentuados e a prescrição con pompa, enquanto os violinos rosnam para indicar seu temperamento irascível.

Quando ele ameaça privar Lieschen de sua saia-balão de última moda, Bach indica seu tremendo diâmetro de forma escandalosa. A ária de Lieschen em louvor ao café é convencional, tão convencional que parece que o compositor quer insinuar que ela futilmente adotara tal hábito apenas para seguir a moda, o que seria um gol contra para Zimmermann. Entretanto, seu entusiasmo por um possível marido não é simulado… A alegria expressa na melodia em ritmo de dança popular é contagiosa. Para os puristas, o divino e sacro Bach chega a ser grosseiro: afinal, quando Lieschen diz que quer um amante fogoso e robusto, os violinos e as violas silenciam, como para deixar bem clara aos ouvintes a afirmativa sem rodeios. O Café Zimmermann deve ter vindo abaixo…

J.S. Bach (1685-1750): Cantatas Seculares (Cantata do Café, dos Camponeses e Para Leopoldo)

1. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Recit: Durchlauchster Leopold
2. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Aria: Guldner Sonnen frohe Stunden
3. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Aria: Leopolds Vortrefflichkeiten
4. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Aria: Unter seinem Purpursaum
5. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Recit: Durchlauchtigster, den Anhalt Vater nennt
6. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Aria: So schau dies holden Tages Licht
7. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Aria: Dein Name gleich der Sonnen geh
8. Serenata: Durchlauchtster Leopold, BWV 173a: Chorus: Nimm auch, grosser Furst, uns auf

9. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Recit: Schweigt stille, plaudert nicht
10. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Aria: Hat man nicht mit seinen Kindern
11. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Recit: Du boses Kind, du loses Madchen
12. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Aria: Ei! wie schmeckt der Coffee susse
13. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Recit: Wenn du mir nicht den Coffee lasst
14. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Aria: Madchen, die von harten Sinnen
15. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Recit: Nun folge, was dein Vater spricht!
16. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Aria: Heute noch, lieber Vater, tut es doch
17. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Recit: Nun geht und sucht der alte Schlendrian
18. Schweigt stille, plaudert nicht, BWV 211 (Coffee Cantata): Chorus: Die Katze lasst das Mausen nicht

19. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Sinfonia
20. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria (duetto): Mer hahn en neue Oberkeet
21. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Nu, Mieke, gib dein Guschel immer her!
22. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Ach, es schmeckt doch gar zu gut
23. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Der Herr ist gut
24. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Ach, Herr Schosser, geht nicht gar zu schlimm
25. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Es bleibt dabei
26. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Unser trefflicher lieber Kammerherr
27. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Er hilft uns allen, alt und jung
28. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Das ist galant
29. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Und unsre gnadge Frau
30. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Funfzig Taler bares Geld
31. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Im Ernst ein Wort!
32. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Klein-Zschocher musse
33. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Das ist zu klug fur dich
34. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria col Corne de Chasse: Es nehme zehntausend Dukaten
35. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Das klingt zu liederlich
36. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Gib, Schone
37. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Du hast wohl recht
38. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Dein Wachstum sei feste
39. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Und damit sei es auch genung
40. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Aria: Und dass ihrs alle wisst
41. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Recit: Mein Schatz! erraten!
42. Cantate burlesque: Mer hahn en neue Oberkeet, BWV 212: Chor: Wir gehn nun, wo der Tudelsack

Les Violons Du Roy
Bernard Labadie

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Cantata do Café

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Alberto Ginastera (1916-1983): Panambí e Estancia (Balés Completos)

Alberto Ginastera (1916-1983): Panambí e Estancia (Balés Completos)

O Ortlieb nos enviou dois CDs da música do argentino Alberto Ginastera. Dois CDs excelentes. Como estou realmente ocupadíssimo hoje, recorro à Coleção Folha de Música Clássica com a informação biográfica deste grande compositor nacionalista. Notem como a Folha admite que Buenos Aires é nossa capital cultural… Estou trabalhando e ouvindo o CD. É muito bom e… às vezes parece Stravinski, mas não é cópia. Ginastera tem voz própria e distinta do russo. É grande compositor, sem dúvida.

Aclamado como o compositor argentino mais influente da história contemporânea, Alberto Evaristo Ginastera desenvolveu uma obra clássica que, surpreendentemente, inspirou várias bandas de rock progressivo na segunda metade do século 20. Estimulantes, líricas e vibrantes, suas composições nacionalistas retratavam o folclore argentino com temáticas fantásticas.

De origem humilde, filho de um catalão e uma imigrante italiana que trabalhavam na agricultura, Alberto Evaristo Ginastera nascera em 11 de abril de 1916, na capital cultural da América do Sul, Buenos Aires. Começou a estudar piano aos sete anos de idade. Com 19, recebeu o seu primeiro prêmio, na Associação El Unisono. Em seguida, formou-se no Conservatório Nacional de Buenos Aires, onde, em 1940, realizou a inédita apresentação de sua famosa obra para balé, O Panambí, além das Danças argentinas (para piano), que lhe projetaram nacionalmente.

O sucesso da estréia também lhe rendeu uma vaga como professor titular no Conservatório Nacional da Argentina. Posteriormente, frequentou as aulas de Aaron Copland em Tanglewood, na Fundação Guggenheim, em Nova York, onde entrou em contato com músicos como o maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos.

De volta a Buenos Aires, tomado pela “onda musical nacionalista”, ele e outros compositores argentinos fundaram a Associação Nacional dos Compositores Argentinos, o Conservatório La Plata de Buenos Aires e o Centro Latino Americano para Estudos Musicais Avançados no Instituto Di Tella, do qual se tornou diretor em 1963.

Ginastera foi um compositor completo. Além de desenvolver modernas técnicas de composição, valendo-se do estilo microtonal, construiu um currículo acadêmico respeitadíssimo.

Acumulou cargos em várias instituições, tais como membro do Conselho Internacional de Musica (Unesco), reitor na Universidade Católica Argentina, além de ter sido professor emérito na Universidade de Música no Chile e na Academia Brasileira de Musica. Sua obra – que inclui óperas, balé, música para teatro, concertos para piano e música de câmara, entre vários outros gêneros — foi utilizada até em trilhas sonoras de filmes.

Mas ao contrário de sua agitada carreira, o argentino levou uma vida pessoal com discrição. Depois de passar longos anos entre a Argentina e viagens ao exterior, resolveu mudar-se em 1970 para Genebra, na Suíça, onde conheceu e casou-se com a violoncelista Aurora Natola.

Longe das turbulências políticas e econômicas da Argentina, o compositor passou a utilizar cada vez menos a temática folclórica e dedicar-se mais à criação de obras neo-expressionistas, que foram fontes de inspiração de bandas como o Yes, Gênesis, Emerson Lake and Palmer e Pink Floyd.

Alberto Ginastera morreu no dia 25 de junho de 1983, curiosamente no mesmo ano em que a Argentina voltava à democracia com a convocação de eleições gerais.

Alberto Ginastera – Panambí; Estancia

1. Panambi, Op. 1: Claro de luna el Parana (Moonlight on the Parana) 4:42
2. Panambi, Op. 1: Fiesta indigena (Native festival) 0:26
3. Panambi, Op. 1: Ronda de la doncellas (Girls’ round dance) 1:23
4. Panambi, Op. 1: Danza de los guerreros (Warriors’ dance) 1:58
5. Panambi, Op. 1: Escena (Scene) 2:42
6. Panambi, Op. 1: Pantomima del amor eterno (Pantomime of eternal love) 3:53
7. Panambi, Op. 1: Canto de Guirahu (Guirahu’s Song) 3:21
8. Panambi, Op. 1: El Hechicero se dirige hacia Guirahu (The sorcerer approaches Guirahu) – Aparecen las deidades del agua (The water sprites appear) ? 0:29
9. Panambi, Op. 1: Juego de las deidades del agua (The water sprites play) 2:09
10. Panambi, Op. 1: Reaparece el Hechicero (The sorcerer reappears) – Los gritos del Hechicero (The Sorcerer’s cries) 0:36
11. Panambi, Op. 1: Inquietud de la tribu (The tribe is uneasy) – Suplica de Panambi (Panambi’s prayer) 4:15
12. Panambi, Op. 1: Invocacion a los espiritus poderosos (Invocation to the spirits of power) 1:19
13. Panambi, Op. 1: Danza del Hechicero (Dance of the Sorcerer) 2:10
14. Panambi, Op. 1: El Hechicero habla (The Sorcerer speaks) 0:34
15. Panambi, Op. 1: Lamento de las doncellas (The girls’ lament) 3:12
16. Panambi, Op. 1: Aparicion de Tupa (Tupa appears) – Los guerreros amenazan al Hechicero (The warriors threaten the Sorcerer) 0:51
17. Panambi, Op. 1: El Amanecer (Dawn) 5:09

18. Estancia, Op. 8: Scene 1: El Amanecer – Introduccion y Escena (Dawn – Introduction and Scena) 2:33
19. Estancia, Op. 8: Pequena Danza (Little dance) 2:07
20. Estancia, Op. 8: Scene 2: La Manana – Danza del trigo (Morning – Wheat Dance) 3:21
21. Estancia, Op. 8: Los trabajadores agricolas (The farm labourers) 2:55
22. Estancia, Op. 8: Los peones de hacienda – Entrada de los caballitos (The cattlemen – Entry of the foals) 2:04
23. Estancia, Op. 8: Los puebleros (The townsfolk) 2:19
24. Estancia, Op. 8: Scene 3: La tarde – Triste pampeano (Afternoon – ‘Triste’ from the Pampas) 3:22
25. Estancia, Op. 8: La doma (Rodeo) 2:04
26. Estancia, Op. 8: Idilio crepuscular (Twilight idyll) 2:51
27. Estancia, Op. 8: Scene 4: La Noche – Nocturno (Night – Nocturne) 4:19
28. Estancia, Op. 8: Scene 5: El Amanecer – Escena (Dawn – Scena) 1:41
29. Estancia, Op. 8: Danza final (Final Dance) (Malambo) 3:32

Luis Gaeta, Narrador, Baixo-barítono
London Symphony Orchestra
Gisèle Ben-Dor

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Alberto Ginastera e o gato que pegou emprestado da parede de Poe
Alberto Ginastera e o gato que pegou emprestado da parede de Poe

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Béla Bartók (1881-1945): Os Três Concertos para Piano

Béla Bartók (1881-1945): Os Três Concertos para Piano

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Bem simples. Em quase 59 anos de vida e ouvindo música há pelo menos 45, digo-lhes que este é um dos melhores CDs que conheço. Não era para menos. Aqui temos o gênio do húngaro Bela Bartók + o extraordinário pianista, também húngaro, Géza Anda + aquele que talvez seja o melhor regente de todos os tempos: o igualmente húngaro Ferenc Fricsay. Imaginem que Fricsay, que infelizmente faleceu precocemente aos 49 anos, foi aluno de Bartók. Não dá para descrever o resultado. São pessoas que conhecem e compreendem profundamente um dos maiores compositores do século XX. Aqui nada é normal ou rotineiro. É para se ouvir de joelhos. Aproveitem este verdadeiro tesouro.

Béla Bartók — Concertos para Piano Nº 1, 2 e 3

1. Piano Concerto No.1, BB 91, Sz. 83 – 1. Allegro moderato – Allegro 9:16
2. Piano Concerto No.1, BB 91, Sz. 83 – 2. Andante 8:35
3. Piano Concerto No.1, BB 91, Sz. 83 – 3. Allegro molto 7:12

4. Piano Concerto No.2, BB 101, Sz. 95 – 1. Allegro 9:59
5. Piano Concerto No.2, BB 101, Sz. 95 – 2. Adagio – Più adagio – Presto 12:18
6. Piano Concerto No.2, BB 101, Sz. 95 – 3. Allegro molto 6:12

7. Piano Concerto No.3, BB 127, Sz. 119 – 1. Allegretto 7:23
8. Piano Concerto No.3, BB 127, Sz. 119 – 2. Adagio religioso 10:16
9. Piano Concerto No.3, BB 127, Sz. 119 – 3. Allegro vivace 6:46

Géza Anda, piano
Radio Symphonie Orchester Berlin — Rias SO de Berlim
Ferenc Fricsay

Gravado em outubro de 1960 (1º concerto) e setembro de 1959 (2º e 3º)

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Bartók: não basta gerar o rebento há que amá-lo e brincar com ele
Bartók: não basta gerar o rebento, há que amá-lo e, se o pedido for razoável, fazer o que ele pede

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