John Baptist Cramer (1771-1858): Quinteto para piano, Op. 79 e Franz Schubert (1797-1828): Quinteto para piano, Op. 114 (D. 667) – A Truta

Com instrumentos originais de época, este é um disco muito especial. Tem uma obra de um compositor desconhecido e a justamente célebre Truta de Schubert. Não conhecia a música de John Baptist Cramer. Este compositor nasceu na Alemanha, mas foi levado à Inglaterra quando ainda era criança. Começou a estudar piano muito jovem e conseguiu se estabelecer como um grande pianista. Dizem que chegou a ser respeitado por Beethoven. Foi o editor inglês do Concerto no. 5 para piano e orquestra – “Imperador” – do mesmo Beethoven. Estabeleceu uma amizade gratificante com o autor de a Nona Sinfonia. Compôs obras respeitáveis — sonatas para piano, nove concertos para piano e música de câmara. Neste CD que ora posto, surge o Quinteto para Piano, Op. 79. A outra obra do CD — A PRINCIPAL — é o Quinteto para piano em Lá maior, Op. 114 de Schubert, também conhecido como “A Truta”, pela qual tenho uma grande paixão. Não deixe de ouvir. Boa apreciação!

John Baptist Cramer (1771-1858) – Quinteto para piano in Si bemol maior, Op. 79
01. Allegro moderato
02. Adagio cantabile
03. Rondo (allegro)

Franz Schubert (1797-1828) – Quinteto para piano em Lá maior, Op. 114 (D. 667) – A Truta
04. Allegro vivace
05. Andante
06. Scherzo
07. Theme with variations (andatino-allegretto)
08. Finale (allegro giusto)

Nepomuk Fortepiano Quintet
Jan Insinger, violoncelo
Elisabeth Smalt, viola
Riko Fukuda, pianoforte
Franc Polman, violino
Pieter Smithuijsen, contrabaixo

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Vocês não esperavam um linguado, né?
Vocês não esperavam um linguado, né?

Carlinus / PQP

7 comments / Add your comment below

  1. Carlinus, se te interessar tenho uma gravação ao vivo deste quinteto com a “turminha” do Baremboim no final dos anos 60: sua esposa Jacqueline Du Pré, Itzak Perlman, Pinchas Zukerman mas não lembro quem é o cellista. Te mando maiores informações via lista interna do grupo.

  2. FDP, então poste essa versão!
    A Truta é uma das obras que mais gosto de Schubert, talvez por ter sido a primeira obra que ouvi desse compositor.

  3. Rodrigo, problemas pessoais estão me impedindo de atuar mais no blog, além disso só possuo esta versão em vídeo, e na atual conjuntura, é impraticável subir um arquivo de 1,2 gb para algum servidor. Sugiro procurares em torrents, ou no emule, que foi onde consegui. Na verdade, entendo mais como um registro histórico, porém a interpretação não é uma de minhas favoritas. Existem versões melhores, como a do Amadeus Quartet com o Emil Gilels, ou qualquer uma com o Alfred Brendel. Aqui no PQP já foram postadas outras versões desta obra, basta procurar pelo autor na listagem ao lado.

  4. Interessante quando vi essa postagem lembrei da Lei de Cramer, das matrizes e tal… Pensei: Uai, uma gênio da matemática e ainda um compositor ? Nada que uma ”googliada” não resolvesse. Mesmo assim nunca tinha ouvido deste compositor, e até gostei.
    Abraços.

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