Edvard Hagerup Grieg (1843-1907): Violin Sonatas, Op. 8, 13 e 45

IM-PER-DÍ-VEL !!!

A música de Grieg sempre me cativou principalmente por seu lirismo. Já havia postado logo que iniciamos o Blog seu “Peer Gynt”. Por algum motivo desconhecido, desde então ele ficou relegado a um segundo plano. Volto à ele, portanto, com este belíssimo cd com suas sonatas para violino.

Frederic Chu e Pierre Amoyal conseguem em sua parceria estabelecer uma cumplicidade única.

Como bem frisou o resenhista da amazon,

Pierre Amoyal and Frederic Chiu have developed a partnership (apparent in their acclaimed recording of Prokofiev sonatas) that is ingratiatingly balanced and blissfully spontaneous in expression–just savor how Chiu plays the piano’s harmonies off violinist Amoyal’s sweetly focused but uncloying tone. In these passages of heightened lyricism, Amoyal readily mimics the human voice on which Grieg lavished such tenderness in his songs. Recorded at the Skywalker Sound studios, the CD is warmly enveloping and has a fantastic clarity. –Thomas May

Um CD, portanto, para ser degustado sem pressa, acompanhado de um bom vinho, num sábado chuvoso como o de hoje.

Edvard Hagerup Grieg – (1843 – 1907) – Violin Sonatas, op. 8, 13 e 45

1. Sonata in C Minor, Op. 45: Allegro molto ed appassionato
2. Sonata in C Minor, Op. 45: Allegretto espressivo alla Romanza
3. Sonata in C Minor, Op. 45: Allegro animato
4. Sonata in G Major, Op. 13: Lento doloroso – Allegro vivace
5. Sonata in G Major, Op. 13: Allegretto tranquillo
6. Sonata in G Major, Op. 13: Allegro animato
7. Sonata in F Major, Op. 8: Allegro con brio – Andante
8. Sonata in F Major, Op. 8: Allegretto quasi Andantino
9. Sonata in F Major, Op. 8: Allegro molto vivace

Pierre Amoyal – Violin
Frederic Chiu – Piano

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Aposto que você não sabe que eu sou tio-avô de Glenn Gould
Aposto que você não sabe que eu sou tio-avô de Glenn Gould

FDP

14 comments / Add your comment below

  1. Que bom rever vocês, gente! Desde ontem tentava acessar o blog, sem sucesso. A informação era de que meu acesso estava proibido! Pensei numa bobagem: teriam acabado com o blog! Ou então que teria acontecido uma pane que demoraria dias para ser consertada. Fiquei desconcertado. Como disse, é minha oração diária, visitar vocês.
    Hoje, alívio dominical, milagre virtual, como se nada acontecido, tudo volta ao normal.
    Meu coração se alegra, com Beethoven e Grieg. Viva o PQPBach!

  2. Faço minhas as palavras do Jean-Phlippe Rameau, adoro estas sonatas!!!! Algum de vcs tem a sonata de Grieg para piano? Acho que é a opus 7….

  3. Ficou bem esquisito, Nícolas. Pedimos para que dois amigos lessem o texto de 8 páginas com o diálogo e a leitura não saiu nada boa. Mas qualquer hora irá ao ar.

  4. Daqui alguns dias, a gente volta a achar que ficou divertido e lança do mesmo jeito! Queríamos evitar de usar nossas vozes e tudo acabou ficando pra lá de estranho.

  5. Ah, por quê? Não se preocupem se não tiverem a voz de Fischer-Dieskau e Hermann Prey.
    Ficará mais verdadeiro com vocês respondendo por vocês mesmos (!!).

  6. Grata, mais uma vez, pela bela postagem! Depois de mais um Grieg, fiquei com vontade de ouvir o incomparável e magistral concerto para piano em Am. Qual seria o(a) pianista escolhido? Rubinstein? Arrau? Lupu? Fico na ansiosa espera.

  7. Ellen, minha versão favorita, e que possivelmente será postada num futuro não muito distante, é a do Arrau.
    Basta aguardar…
    Att.
    FDP Bach.

  8. Alessandro, estou conseguindo uma integral das obras para piano de Grieg. mas ainda vai demorar alguns dias. Assim que terminar de baixar, disponibilizo aqui a sonata solicitada.
    Att,
    FDP Bach.

  9. Tenho um palpite do porque P.Q.P. não ter lançado o podcast com sua voz e a do Milton: os dois são a mesma pessoa com nomes diferentes!
    Comecei a achar isso quando recebi um e-mail de Milton Ribeiro respondendo à um comentário meu aqui no blog do P.Q.P., depois percebi que os dois tinham uma filha nova, e eventualmente falavam dela, e por último, os posts antigos ficaram agora no nome de “Milton Ribeiro”, e não mais “pqpbach” (existiram outras evidências, mas com o tempo esqueci todas). Quando alguém foi entrevistado por Milton, quem foi? PQP Bach. Portanto a entrevista ficaria meio estranha, se as pessoas falassem com suas vozes reais. Elementar meu caro Nícolas(sei que essa frase nunca foi dita nos livros, mas a uso pela fama que adquiriu).
    Se este comnetário for excluído, não se preocupe que não irei incomodar mais. A exclusão será única. : )

  10. É claro que isso podem ser teorias absolutamente errôneas (inclusive é bastante provável). Desculpo-me por eventuais enganos.

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