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  1. Parece que a vida musical dessa cidade não é de desprezar, hem?

    CVL e Strava, entre as 3 maiores do Nordeste, SUPONHO (mas NÃO SEI)que Fortaleza nãO entre no páreo de maior vida musical, e que fique entre Salvador e Recife.

    É possível fazer uma comparação/distinção entre Salvador e Recife nesse sentido? Ou estarei julgando mal Fortaleza?

  2. Oi, Ranulfus,

    Fortaleza agora tem uma orquestra filarmônica que até está mantendo uma programação regular, mas nada comparado à Sinfônica de Sergipe, que há quatro anos vem firmando uma programação de ponta e fez até turnê nacional em 2009.

    As sinfônicas da Paraíba e da Bahia não têm se projetado muito (João Pessoa é mais ativa em música de câmara) e a do Recife (que por sinal aniversaria exatamente hoje – 80 anos) tá numa crise interna muito incômoda, que também afeta o nível musical dela há um bom tempo.

    Mas, no somatório de eventos, me parece que a capital pernambucana, é a mais ativa da região, principalmente nos meses de julho e agosto – fora que em setembro tem a Mimo e em dezembro o Virtuosi.

    Consultei um amigo meu de lá e ele me relatou que nesta semana deu-se o pico anual de concertos: todo dia uma ou duas opções de apresentações.

  3. Por nada Vanderson, é sempre um prazer poder ajudar. Pena que ninguém nunca descobriu a música que eu mais procuro na face da Terra. Não é uma música erudita, mas é orquestrada. Escutei numa propaganda de uma agência de turismo que oferece pacotes para a Disneylândia. Sei que ela tem a ver com a Disney, mas também tenho quase certeza que não é uma trilha sonora de filme. Acho que pode ser uma trilha de um dos parques temáticos. Em minhas buscas, acabei até descobrindo uma outra música que eu sempre gostei bastante: “Baroque Hoedown”, tenho certeza que todos conhecem essa melodia.
    CVL, é como você disse mesmo, temos uma filarmônica, e outros pequenos conjuntos de câmara, mas a verdade é que a programação aqui é rara. Mas é bem verdade que eu não saio cascaviando o que vai acontecer, por isso, perco muitas oportunidades.
    A última coisa interessante que vi por aqui, foi uma apresentação ao ar livre da OSESP em um parque aqui da cidade.
    E antes disso eu tinha ido ver um flautista de pã italiano, Michel Tirabosco, tocar numa igreja católica de uma cidade vizinha.
    A verdade é que tenho que ficar mais ligado, se quiser ficar por dentro. Pra vocês terem uma ideia, nunca fui ao Festival de Música Eleazar de Carvalho (nos mesmos moldes do Festival de Campos de Jordão) que acontece anualmente na cidade serrana de Guaramiranga, e olha que nesse período acontecem muitos concertos na cidade e ainda sim, eu nunca vou. Pra não dizer que nunca fui mesmo, fui pra um encerramento do Festival em 2008 e só. Sou muito acomodado e, as vezes, acho que só quero ouvir discos e assistir dvds.

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