Les Swingle Singers – Jazz Sébastian Bach – vol. 2

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Jazz Sébastien Bach vol 2
Les Swingle Singers
1968

 Avicenna ataca de novo de Swingle Singers, aquele grupo francês de jazz que interpreta Bach com humor, alegria, ternura e respeito, no go-gó, no blá-blá-blá, acompanhados somente de um contra-baixo e uma bateria.
Em 1968 gravaram o 2º volume do Jazz Sébastien Bach. Novo sucesso mundial!

Mais informações sobre Les Swingle Singers e as cantatas de Bach podem ser encontradas aquí em Bach-Cantatas

1. Vivace from Concerto for Two Violins in D Minor, BWV 1043
2. Prelude and Fugue No.10 in E Minor from The Well-Tempered Clavier, Book 1, BWV 855
3. Cantata, Choral ‘Jesus Shall Remain My Gladness’, BWV 147
4. Gavotte from Partita No.3 for Solo Violin in E Major, BWV 1006
5. Prelude and Fugue No.1 in C Major from The Well-Tempered Clavier, Book 1, BWV 846
6. Fugue in G Major from Prelude and Fugue, BWV 541
7. Adagio from Sonata No.3 for Violin and Harpsichord in E Major, BWV 1016
8. Prelude and Fugue No.3 in C-sharp Major from The Well-Tempered Clavier, Book 1, BWV 848
9. Choral ‘Now Come, The Gentile’s Savior’ from Leipzig Chorales, BWV 859
10. Fugue No.21 in B Flat Major from The Well-Tempered Clavier, Book 1, BWV 866

Jazz Sébastian Bach – vol. 2 – 1968
Le Swingle Singers

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MP3 320 kbps – 66,3 MB – 31 min
powered by iTunes 12.5.1

Oooh, yeah!!

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Avicenna

5 comments / Add your comment below

    1. Sim, Marcelo, os Swingle Singers gravaram “Anyone For Mozart, Bach, Handel, Vivaldi” e “Swingle Singers Going Baroque” com obras de Haendel, J.S. Bach e de W.F. Bach, além de mais um LP sobre Bach: “Bach Hits Back”.

      Tenho gravações deles de obras de Chopin, Brahms e outros, mas ainda não localizei os respectivos LPs.

      Todos os LPs acima mencionados são da primeira fase dos Swingle Singers, dos anos 60 e 70, quando moravam na França. O fundador do grupo, Ward Swingle mudou-se para a Inglaterra em 1973, quando montou um novo grupo Swingle Singers, já mais comercial.
      Gosto mais das gravações da primeira fase.
      Um abraço!

  1. Não vi esta postagem na época, cruzei com ela agora procurando outra coisa. Aí tem o seguinte: eu também sempre acreditei que os Swingle Singers eram vozes + baixo + bateria, até que os vi ao vivo no Parque do Ibirapuera no começo dos anos 90: lá eles explicaram & mostraram que ATÉ o baixo e a bateria (“escovinha”) eram feitos na boca e no gogó. Ou seja, é 100% vozes mesmo!

    Quanto a gravarem outros autores, nunca cheguei a ouvir mas lembro que o Luciano Berio os incluiu na “instrumentação” da sua Sinfonia – ou seja, compôs pensando neles!

    Além disso, desconfio que um dos momentos mais arrepiantes da minha vida foram o 2.º bis que eles deram no Ibirapuera (arrepia de novo agora só de lembrar!): o Largo da Novo Mundo de Dvorak, todo intensidade contida, no lusco-fusco de fim de tarde, com árvores imensas ao fundo. O problema é que mal consigo ouvir as gravações convencionais da Novo Mundo depois disso: a intensidade foi tamanha que tudo mais parece ter ficado pobre…

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