Robert Schumann (1810-1856): Piano Sonata no1. in F-sharp minor, Op.11 & Carnaval, Op.9

Vocês sabem muito bem que eu não morro de amores por Bob Schumann, mas que há algumas obras que tocam meu duro coração bach-bartokiano. E o Carnaval é uma delas. Ouvi sem emoção a Sonata Nº 1. OK, deve ser uma maravilha e sou um idiota incompreensivo para com as belezas do período romântico. Mas me deixem assim, por favor. É uma questão genética, talvez. Me parece um mela-cueca sem sal, fazer o quê?

No Carnaval, Kissin dá um banho. Gostei muito. Que bom seria se ele abandonasse de vez Chopin e Schumann. Tenho esperanças de que ele canse logo.

Robert Schumann (1810-1856): Piano Sonata no1. in F-sharp minor, Op.11 & Carnaval, Op.9

Piano Sonata no1. in F-sharp minor, op.11
1. 1. Introduzione. Un poco Adagio -… (11:15)
2. 2. Aria. Senza passione, ma espre… (3:36)
3. 3. Scherzo ed Intermezzo. Allegri… (4:26)
4. 4. Finale. Allegro un poco maestoso (11:59)

Carnaval, scène mignonnes sur quatre notes (ASCH), op.9
5. 1. Préambule (2:08)
6. 2. Pierrot (1:09)
7. 3. Arlequin (1:01)
8. 4. Valse noble (2:08)
9. 5. Eusebius (2:09)
10. 6. Florestan (0:54)
11. 7. Coquette (1:33)
12. 8. Rélique (0:55)
13. 9. Papillons (0:41)
14. 10. ASCH/SCHA (Lett… (0:52)
15. 11. Chiariana (1:29)
16. 12. Chopin (1:18)
17. 13. Estrella (0:27)
18. 14. Reconnaissance (1:40)
19. 15. Pantalon et Col… (0:52)
20. 16. Valse allemande (0:55)
21. 17. Paganini (1:11)
22. 18. Aveu (1:09)
23. 19. Promenade (2:24)
24. 20. Pause (0:15)
25. 21. Marche des ‘Dav… (3:20)

Evgeny Kissin, piano

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PQP

12 comments / Add your comment below

  1. “Vocês sabem muito bem que eu não morro de amores por Bob Schumann, mas que há algumas obras que tocam meu duro coração bach-bartokiano.”

    Fiquei feliz em ler isso. Costumava ter a impressão de que eu “não entendia nada de música” porque não gosto muito do Schumann, mas vou tentar o Carnaval pra ver se muda alguma coisa.

  2. PQP, você viu que mandei os links das Suites for Cello de Britten com o Jean-Guihen Queyras não foi? É que você não respondeu nada… Mas acho que viu, afinal, você voltou a postar!
    Abraço!

  3. Ah sim.
    Com todo o respeito, eu não concordo que isso seja só um mela cueca. Ainda mais se levarmos em conta a enorme influência que JSBach exerceu sobre a escrita de Schumann e seus contemporâneos, principalmente com o Cravo bem Temperado.

  4. Emílio, se há enorme influência de Bach, lembre-se que há também influência de Chopin, “tão enorme quanto” ou mais.

    Dito isso, confesso que Schumann é dos meus favoritos, mesmo com seus eventuais arroubos sentimentais, os quais normalmente não chegam a resvalar para o kitsch, ou para a “música leve”. O fato é que, afora a Traumerei (que já traz uma certa carga de angústia), dificilmente ouviremos Schumann como música “de elevador”, ou de “sala de espera”.

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