Igor Stravínski (1882-1971) – A sagração da primavera

Todo mundo conhece a obra. Apenas aproveito para postar mais essa gravação, com Zubin Mehta e a Filarmônica de Nova Iorque, que fazem bonito.

BAIXE AQUI

CVL

PS.: Ainda vai demorar para eu voltar à ativa. Fiz o reload desta postagem porque hoje é um dia oportuno: início da primavera austral. Ela havia ido ao ar na primavera boreal.

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  1. E por falar em Sagração…
    Alguém conhece outra gravação da versão orquestral do Rudepoema,
    diferente da postada aqui? Eu postei aquele cd na qualidade de 192kbps, por causa da lentidão da minha conexão. Ontem fui rever o cd para postá-lo em 320 kbps e pra minha desagradável surpresa, ele está danificado, cheio de falhas, só outro mesmo. Alguém tem aquele cd em 320 kbps ou sabe onde posso encontrar a imagem ISO ou APE?

    1. Caro amigo, você se refere ao Rudepoema de Villa-Lobos?
      Este eu tenho em 320 e em flac com a Sonia Rubinsky, que é parte do cd:
      Villa-Lobos – Saudades das Selvas Brasileiras, Rudepoema, As três Marias-piano Sonia Rubinsky. Colocarei até amanhã.

  2. Obrigado pelo post, e uma boa primavera a todos nós!!!
    Que tal os colaboradores do blog postarem as Sagrações que possuem em homenagem à Primavera?

    Abraço a todos.

  3. Feliz primavera pra vocês, amigos.
    Antigamente, eu ouvia “As Quatro Estações” à entrada de cada estação. Hoje, vou ouvir essa.
    Confesso que já ouvi Stravinski, mas ele não me cativou. Vou dar uma nova chance para ele com esse post.

  4. Nesse caso realmente não errei, Vanderson. Foi algo que comentei en passant em algum post anterior: eu adoto a nova convenção de grafia de nomes russos em português, disseminada por Lauro Machado Coelho. Caso você tenha a chance de ler algum livro dele (recomendo qualquer um, sem ressalvas), você pode ter noção dessa convenção.

  5. Senhores, direi com certeza de que se trata dos meus ouvidos pouco “treinados”, mas ouvi atentamente a esta obra por 2 vezes e não vislumbrei em hora alguma uma “sagração da primavera”; Fosse quem sabe entitulada a “sagração do inverno”, faria a mim mais sentido. Neste ponto tenho que discordar do colega Vanderson pois, em minha humilde opinião, a “primavera” de Vivaldi é muito mais tocante e representativa desta bela estação que hoje se inicia.
    Abraço a todos!

  6. Brügger, falta de cultura gera essas opiniões. Vale estudar um pouco, dar uma pesquisadinha a respeito da obra, antes de vaticinar. Você nem sabe do que se trata o balé, quer ver Botticelli onde ele não está e fica falando asneira.

    Vanderson, o nome de Stravinsky só estaria grafado “corretamente” em alfabeto cirílico. Como usamos o alfabeto latino, temos que adotar uma das inúmeras transliterações disponíveis. Eu uso a transliteração inglesa, mais universalmente adotada e que por isso reputo como mais prática para pesquisas e indexação.

    Com relação ao “solo de oboé” da “Sagração”, você muito provavelmente se refere ao famoso tema de fagote. O timbre confunde um pouco porque o fagote é solicitado a tocar no registro mais alto possível. A “Sagração” é repleta de instrumentos tocando em registros não-usuais. Por isso a obra tem um som todo peculiar.

  7. Caro José Eduardo, se o acúmulo de cultura me tornar áspero e arrogante, prefiro continuar um ignorante. Caso não tenha notado, no início da minha opinião já alertei que poderia se tratar do meu ouvido pouco treinado, apesar de ser um ouvinte da música clássica há algum tempo e estar iniciando a faculdade de música.
    É claro que, na maioria das vezes, procuro acompanhar os diálogos e opiniões aqui expostos sem me manifestar, mas me senti encorajado a dar minha opinião. Veja bem, resolvi responder à sua provocação porque não pretendo me tornar ainda mais taciturno neste blog, o qual considero fundamental para minha formação musical-cultural.
    Além do mais, ainda acredito que preferir Vivaldi a Stravínski não seja assim uma asneira ou falta de cultura. Trata-se estritamente de predileção.

  8. Realmente quando ouvi Stravinsky pela primeira vez, levei, meio que um choque – tratava-se do bailado Petruchka. Meus ouvidos acostumados com o Barroco e no máximo com o classicismo mozartiano, não entenderam nada e eu acabei frustrado com aquela “descoberta”. Estava iniciando minha apreciação e buscava tudo que estivesse ao meu alcance. Apenas, mais tarde, quando a partir de minhas memórias auditivas, os meus ouvidos começaram a clamar por aqueles sons antes desprezados. Readquiri a obra e fiquei fascinado. Quando tive a oportunidade de escutar obras como A Sagração e O Canto do Rouxinol, eu já admirava quase que completamente a obra do compositor russo.

  9. José Eduardo, a única coisa que ficou clara em sua resposta foi sua arrogância. Inteligência e cultura é muito fácil simular, especialmente na internet.
    Ainda prefiro a gentileza, a curiosidade e Vivaldi.

  10. Caros, não vou intervir porque gosto que vocês falem e troquem ideias – e também porque tanto o Eduardo quanto o Brüger têm sua parcela de razão. Vamos adiante, passando para uma nova discussão sobre a Sagração.

  11. “Sonhei com um grande ritual pagão! Tive uma soberba visão repleta dos mais inusitados efeitos sonoros indefiníveis…”
    Igor Syravinsky

    “A Sagração da Primavera” é um balé em dois atos que conta a história da imolação de uma jovem que deve ser sacrificada como oferenda ao deus da primavera em um ritual primitivo, a fim de trazer boas colheitas para a tribo.

  12. Estou a fazer um trabalho académico sobre o bailado de Stravinsky para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Poderiam entrar em contacto comigo afin de me ajudar em alguns pontos desta obra?
    cumprimentos

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