F. Chopin (1810 – 1849): Polonaises, com Ele

A Fundação para a Divulgação e Inevitável Imortalização do Guia Genial dos Pianistas Maurizio Pollini fundada por Lais Vogel e P.Q.P Bach descobriu, no último momento, que nossa querida Clara Schumann já tinha postado este CD em 2007. Aqui está seu curto texto de apresentação:

O sexto concurso internacional Chopin (1960) tornar-se-ia célebre porque nem um polaco, nem um russo ganhariam o prémio, mas um italiano de dezoito anos, de nome Maurizio Pollini. Pollini, nestas Polonaises, caracteriza-se por uma interpretação equilibrada, disciplinada, com um forte sentido de ritmo e de tempo, sem , no entanto, perder a sua beleza estética. Uma outra contribuição de Clara Schumann para o acervo de Chopin no PQP Bach.

Mais uma gravação extraordinária que a DG republica em sua coleção “The Originals”, uma das coisas mais legais e honestas produzidas pela gravadora alemã.

IMPERDÍVEL!

Chopin (1810 – 1849): Polonaises

1. Polonaise in C sharp minor, Op. 26 No. 1
2. Polonaise in E flat minor, Op. 26 No. 2
3. Polonaise in A major, Op. 40 No. 1
4. Polonaise in C minor, Op. 40 No. 2
5. Polonaise for piano No. 5 in F sharp minor, Op. 44, CT. 154
6. Polonaise for piano No. 6 in A flat major (“Héroique”), Op. 53, CT. 155
7. Polonaise-fantasy for piano No. 7 in A flat major, Op. 61, CT. 156

Maurizio Pollini, piano

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PQP

21 comments / Add your comment below

  1. Você sabe onde posso encontrar os programas (no caso, o título de cada seção) em portugês de Daphnis et Chloé (Ravel) e de O Pássaro de Fogo (Stravinsky)? E (última tentativa, prometo), poderia me indicar onde encontrar informações esclarecedoras sobre a estrutura e significado de La Atlàntida, de Manuel de Falla? Ele usa todo o poema de Verdaguer, ou apenas alguns trechos? Há isso disponível em algum lugar? A propósito do que você diz, do sentimentalismo em Chopin, ou nos seus intérprtes, seria instrutiva a leitura do ensaio que Mário de Andrade escreveu a respeito, “Atualidade de Chopin”, no livro O Baile das Quatro Artes, onde há considerações muito oportunas sobre o compositor polonês, a diversidade e complexidade de sua obra, e o desserviço que lhe foi prestado por intérpretes limitados, que quiseram reduzí-lo a “namorado canoro das virgens do luar”.

  2. Com todo o respeito pelo venerando deus imortal, criador supremo e sempiterna potência pianística aqui homenageado, Signore Pollini, esta postagem me faz lembrar o vinil que eu guardava junto dele… os Scherzi tocados por Roberto Szidon… com uma capa de Monet e um colorido na interpretação inigualável. Acho que nunca saiu em CD. Quem tem? Vale um copo de Williams!

    …mas essas “polinnaises” são mesmo de arrepiar as barbas do profeta!

  3. POllini tocando piano? Sabe.. tem momentos que me sinto um intruso,pois entrar na música ´clássica é como se eu tivesse entrando num bosque sagrado, um território proibido ao homem pelos deuses…porém eu entro!!!!Ah.. o homem diante de tanta grandiosidade…

  4. O quê Pollini não toca bem? …Beethoven…logicamnete se comparado a Schnabel, Kempff, Brendel, Kovacevich , Barenboim (as recentes em DVD…)…afinal tudo na vida são comparações…abaixo o ”relativismo” politicamente correto ,sem opinião….”Despollinização”….ahaha…esta Italianada gravando Alemães…..huuummm…

  5. O quê Pollini não grava bem? …a obra Solo de Brahms…..Julius Katchen e Walter Klien reinam soberanos…aliás, a turma do blog está em dívida com estes dois, em Brahms Piano Solo…
    No Brahms, Piano concertante, Serkin e Gilels reinam absolutos….ehehe…

  6. Acho que Pollini não toca bem as obras que nao foram concebidas. E já que é para falarmos de relativismos preferenciais, asseguro que é o maior pianista vivo atualmente.

    E já enfrentou Schubert sim, meu amigo cesário. Nas ultimas sonatas para piano, sabia? Simplesmente essa gravação é considerada a referência da D.G.

  7. Nossa querida Clara Schumann foi obrigada a se retirar da equipe do blog por motivos de problemas de saúde na família. Além disso ela está fazendo doutorado, e isso exige muito das pessoas, como deves saber, hikaru.

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