J. S. Bach (1685-1750) – Sonatas para flauta e baixo contínuo

Esta é ou deve ser a terceira versão destas obras que postamos em PQP Bach. Sem problemas. O registro da flautista Philippa Davies é bom, porém é difícil sobreviver à comparação com o suíço Aurèle Nicolet, na minha opinião o campeão destas obras. Davies tenta algumas novidades e fraseados. Até funcionam, mas sendo bem sincero, a gravação de Nicolet grudou de tal forma em meu cérebro que qualquer desvio parece erro… Mas para quem não conhece essas sonatas, Philippa é um excelente começo.

J.S. Bach – Sonatas para flauta e baixo contínuo

1. Sonata in b minor, BWV 1030: Andante
2. Sonata in b minor: Largo e dolce
3. Sonata in b minor: Presto-Allegro
4. Sonata in E major, BWV 1035: Adagio ma non tanto
5. Sonata in E major: Allegro
6. Sonata in E major: Siciliano
7. Sonata in E major: Allegro assai
8. Sonata in A major, BWV 1032: Vivace
9. Sonata in A Major: Largo e dolce
10. Sonata in A Major: Allegro
11. Sonata in e minor, BWV 1034: Adagio ma non tanto
12. Sonata in e minor: Allegro
13. Sonata in e minor: Andante
14. Sonata in e minor: Allegro
15. Sonata in E flat major, BWV 1031: Allegro moderato
16. Sonata in E flat major: Siciliano
17. Sonata in E flat major: Allegro

Philippa Davies, flute
Maggie Cole, harpsichord
Alison McGillivary, cello

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PQP

4 comments / Add your comment below

  1. Há muito esperava por isto. Na verdade, nem sabia que existia esta gravação. Só conhecia uma gravação da Michala Petri da BWV1034 para flauta doce. Só que como tal instrumento não tem a extensão exigida na partitura, a sonata transformou-se de mi menor para sol menor! Até que a sonoridade ficou interessante. Mas nada como escutar uma “sonata em minor” em mi menor. Muito obrigado pela postagem!
    Dr. Faust

  2. Desculpe PQP mas Nicolet assim como Jean Pierre DU PAU…rs..utilizam-se de flautas modernas metálicas.Sei que você já postou a fantástica gravação de Janet See e Moroney,mas agora recomendo mesmo a gravação do Barthold Kuijken e Demeyere. Kuijken utiliza um Traverso ”Tutz” DE 1730 COM UM TIMBRE que nos faz simplesmente sair correndo qundo ouvimos as Flautas metálicas.
    Saudações!

  3. Conheço pessoalmente a Philipa, professora do Kings College of London. Grande flautista, apesar de utilizar uma flauta moderna ela faz parte de uma corrente de músicos que buscam uma sonoridade mais próxima da performance histórica. Se compararmos o som e o fraseado com os de Barthold Kuijken que utiliza instrumentos de época, notaremos bastante semelhança. Brilhante interpretação das sonatas de Bach.

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