Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736) – Stabat Mater / Salve Regina (link revalidado)

Este tremendo registro do Stabat Mater de Pergolesi é a primeira contribuição de meu outro irmão renegado e deserdado: F.D.P. Bach. Ele acaba de unir-se a mim.

Gravação imperdível com Emma Kirby (soprano) e James Bowman (contra-tenor), sob a regência de Christopher Hogwood e a Academy of Ancient Music.

Pergolesi concluiu seu Stabat Mater no mosteiro franciscano de Pozuolli durante a fase aguda de sua enfermidade, possivelmente tuberculose. Os duetos são uma preciosidade. Vi o canal Film&Arts apresentar esta peça com o mesmo Hogwood, porém com solistas diferentes. Hogwood acerta em cheio. Foi paixão à primeira audição. A gravação que estou disponibilizando é mais especial ainda por ter a presença da Emma Kirkby, voz criada por Deus no oitavo dia para tê-la ao seu lado eternamente. Se meu pai a tivesse conhecido, talvez não perdesse tempo com Marias Bárbaras e Annas Magdalenas.

Stabat mater

Composed by Giovanni Battista Pergolesi
Performed by Academy of Ancient Music
with Emma Kirkby, James Bowman
Conducted by Christopher Hogwood

1. Stabat Mater: I. Stabat Mater – Emma Kirkby/James Bowman
2. Stabat Mater: II. Cujus animam gementem – Emma Kirkby
3. Stabat Mater: III. O Quam tristis et afflicta – Emma Kirkby/James Bowman
4. Stabat Mater: IV. Quae moerebat et dolebat – James Bowman
5. Stabat Mater: V. Quis est homo – Emma Kirkby/James Bowman
6. Stabat Mater: VI. Vidit suum dulcem Natum – Emma Kirkby
7. Stabat Mater: VII. Eja, mater – James Bowman
8. Stabat Mater: VIII. Fac ut ardeat cor meum – Emma Kirkby/James Bowman
9. Stabat Mater: IX. Sancta mater – Emma Kirkby/James Bowman
10. Stabat Mater: X. Fac ut portem – James Bowman
11. Stabat Mater: XI. Inflammatus et accencus – Emma Kirkby/James Bowman
12. Stabat Mater: XII. Quando corpus – Emma Kirkby/James Bowman

Salve regina in C minor
Composed by Giovanni Battista Pergolesi
Performed by Academy of Ancient Music
with Emma Kirkby
Conducted by Christopher Hogwood

13. Salve Regina: I. Salve Regina – Emma Kirkby
14. Salve Regina: II. Ad te clamamus – Emma Kirkby
15. Salve Regina: III. Eja ergo – Emma Kirkby
16. Salve Regina: IV. Et Jesum – Emma Kirkby
17. Salve Regina: V. O clemens – Emma Kirkby

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13 comments / Add your comment below

  1. Prezado Monsieur P.Q.P.Bach,Obrigado por compartilhar essas pérolas de Pergolesi. A música sacra tem lugar especial no coração deste seu amigo católico e nos ouvidos leigos.Hoje falo de outros duetos, embora não sejam fruto do “Oitavo dia da Criação”. Mas valem a pena, quand-même.Amitiés,BetoQ.

  2. Enfim, voltei para agradecer aos ilustres srs. PQP e FDP (nomes que, naturalmente, não estão a altura de tão ilustres selecionadores). Merci por compartilhar a música sacra!!Uma observação é que achei em meio ao êxtase de devoção que é essa coletânea, pasmem! um Mr. B.B.KING, 81 years old, e a quem tive a chance de assistir em sua turnê do 80o. niver em Phoenix, Az, o título da música combina com o acidente musical… Mas não tenham isso em conta de reclamação,diletos srs., sim de registro. Merci beaucoup.BetoQ.

  3. Gente, olha que noticia boa e interessante: “O Brahms que todos aguardavam”, diz a GramophoneSaiu hoje no site da revista inglesa Gramophone (a bíblia da música clássica, junto com a francesa Diapason) a resenha do CD com os dois concertos de Brahms tocados pelo Nelson. O (temido) crítico Jed Distler inicia a avaliação dizendo: “Esta é a gravação dos concertos para piano de Brahms que todos esperávamos”. Vou postar a crítica, na íntegra, numa próxima mensagem.O álbum duplo (lançado este ano pela Decca, no Brasil inclusive) já tinha sido muito elogiado pelo site americano Classics Today (www.classicstoday.com) e por jornais brasileiros. Agora foi coroado com a crítica da Gramophone. Vale a pena adquiri-lo, e não por motivos patrióticos. As interpretações de ambos os concertos são realmente primorosas. Eu as comparei com o registro clássico de Gilels/Jochum (que considero a ‘versão padrão’ dessas obras) e, para minha própria surpresa, gostei mais da do Freire com o maestro Chailly. Os tempi são mais fluentes que os de Jochum e, ainda assim, a clareza orquestral não é sacrificada. Ao contrário: Chailly (e os técnicos da Decca) nos faz(em) ouvir coisas que passam despercebidas em outras gravações. Freire está endiabrado e prova que é um pianista de primeira linha, pois dá conta do recado sem fazer a orquestra pisar no freio e sem embolar as notas. Ele usa, sim, mais pedal do que Gilels, tendo assim mais legato no seu som. Mas não usa esse recurso para esconder imperfeições técnicas. É questão de estilo… e Brahms permite isso (muito mais que Mozart ou Bach). Enfim, quem for fã do Nelson ou desses concerti de Brahms, pode comprar o CD sem medo. Ah, eu não sou funcionário da Decca, nem vendedor da Amazon. Sou apenas um admirador do Nelson e de Brahms.

  4. Lais.Não sabia do lançamento nacional. Encomendei este CD no Musica Bona, mas o Musica Bona virou Music Fayre e ainda não chegou. A loja virou uma bagunça depois da venda.Beijo,PQP Bach.

  5. Se já estava notável com o pqp sozinho, agora com o irmão fdp, não tem pra ninguém. Está um arraso total.Já baixei o Pergolesi, mas como estou fazendo agora em CD de dados, já que está tudo em mp3, estou com o cuidado de juntar um bom número delas para encher o CD Dá muito mais coisa em cada CD de dados, o que economiza lugar onde guardá-los.Você nos colocou uma mina nas mãos.OBRGMagaly

  6. Prezada Laís, Graças à uma boa alma,já possuo essa notável gravação do Freire. Só preciso de alguns dias para postá-la, devido ás correrias do dia a dia. á seu dispor, FDP Bach,

  7. Abençoados sejam! Eu procuro há séculos essas musicas para baixar! Vcs ainda haverão de se juntar a vosso pai no reino dos céus, onde poderão desfrutar de boa musica com Deus e todos os santos (enquanto eu vou para o inferno ouvir esses lixos que passam nas radios atuais…)

  8. Dr. PQP, como ateu, agnóstico e filopaganista estetico, sou um fã devotado da MÚSICA deste Stabat Mater esplêndido, e de toda a opera pergolesiana. O caro PQP conhece a gravação de Lamberto Gardellli, com Magda Kalmar e Julia Hamari (acho que pela Hungaroton)? É estupenda, de uma transparência cristalina. Congratulações apolo-dionisíacas pela sua cruzada libertária. FM

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