Michel Richard Delalande (1657-1726): Simphonies pour les Soupers du Roy

Na boa, sabem aquelas músicas que são usadas no cinema para a entrada de reis e rainhas? Pois bem, Delalande é o autor da maioria. É um especialista em babar ovos, ao que parece. As “Sinfonias para os Sopros do Rei” são um blow job de primeira linha. Música boa para colocar quando da primeira visita do sogro em casa ou quando aquele sujeito com um ego imenso entra no recinto. No mais, Paillard e sua turma estão muito bem e o CD ao lado não é o de Paillard, mas tem a mesma música (é que não o encontrei na Amazon).

Michel Richard Delalande (1657-1726): Simphonies pour les Soupers du Roy

Concert de trompettes pour les Festes sur le canal de Versailles
Premier Caprice ou Caprice de Villers-Cotterets
Deuxième Fantaisie ou Caprice que le Roy demandoit souvent
Troisième Caprice

Orchestre de Chambre Jean-Francois Paillard
Jean-Francois Paillard

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Delalande: sonhando com Reis e Rainhas
Delalande: ai, vem cá, meu Rei…

PQP

11 comments / Add your comment below

  1. Delalande pode ter sido um tremendo ‘baba ovo”, mas era também muito talentoso e é pouco conhecido (castigo por ter sido um “puxa-saco” ridiculamente subserviente?). Se suas melhores músicas tivessem a assinatura de Händel, Vivaldi ou outro grande compositor da época (da 2ª metade do século XVII e 1ª metade do Século XVIII) seriam avaliadas com mais justiça, pois são ótimas. Ele foi um grande talento que se deixou apequenar pela mediocridade da vida que escolheu ter (será que teve escolha? Sei pouquíssimo de sua biografia para poder dizer algo sólido contra ou a favor dele) e acabou tendo uma obra muito inferior a sua evidente e grande potencialidade.
    Continuem divulgando obras excelentes de autores pouco conhecidos e/ou injustamente menosprezados.
    Um abraço.

  2. Abraço, Manuel!

    E aí, o que você tem ouvido? Eu estou ouvindo exatamente as Sinfonias para os jantares do Rei… mas num disco que eu tenho, cujo regente é o Hugo Reyne. Isto é, o disco da foto, não o que está disponível no site. Ah, também estou ouvido um disco com os Concertos para piano de Mozart, Nos. 18 e 19, assim como as sonatas do Beethoven, essas do site, interpretadas pelo O’Conor.
    Como vê, bem ocupado…
    Até mais!
    Mário

  3. Oi Mario – veja, no Guia dos Instrumentos antigos, no disco 6 há uma Cantiga No.37 ‘miragres fremosos’ de Afonso X el Sabio, que é se não me engano o 1o.movimento da suite in G major para cello solo de Sebastian Bach.
    Somente depois de ouvir e curtir essas belezas que vocêr diz estar ouvindo, diga algo sobre isso.
    abraços

  4. Você percebeu que a peça se parece de Bach porque é a peça de Bach? Na verdade, os nomes das músicas nestas postagens estão todas erradas. Eu baixei um livro em pdf que acompanha (já não me lembro qual…) no qual há um rol com as peças corretamente nomeadas. No disco 6, as primeiras peças são de Bach, depois tem Telemann, Graun, Handel e dois dos filhos de Bach. Se você não tiver esse pdf, me envie seu e-mail e poderei enviar uma cópia para você…
    De qualquer forma, é um interessante exercício tentar descobrir qual é a peça, não é?
    Abraços
    Mário

  5. Sim, Mário, é muito interessante e instrutivo. Eu tenho o Book de 200pag. e já abri em PDF com o Acrobat e o disco 6 está lá como voce diz: Bach, Telemann, Graun, Händel e dois dos filhos de Bach – certo? Vem em 4 idiomas menos (como sempre) o português. Acho que vou me entreter um pouco. Eu aprecio muito a música religiosa-tem um LP que sempre ouço: a cantata BWV147 Herz und Mund und Tat und Leben – e as Paixões, de Bach então…são monumentos maravilhosos.
    abraços

    manuel

    1. Eu também aprecio muito as peças religiosas, especialmente Bach. Recentemente o pessoal aí do site disponibilizou muita coisa de Bach nessa coleção Bach 2000. Todas as Cantatas, as Paixões. Eu gosto especialmente da Cantata BWV 4, Christ lag in Todesbanden. Além disso, acho a Missa em si menor uma obra maravilhosa. Conheci essa peça pelas gravações do Karl Richter, em LPs que vinham em umas caixas da DG (Archiv Produktion) e, depois, Klemperer e Karajan e Eugen Jochum. Hoje, eu prefiro as interpretações com instrumentos de época. Gosto em especial da gravação do JohnEliot Gardner (que já é bem antiga).
      Mas, enfim, há espaço para diferentes interpretações. O importante é que o que ouvimos nos traga uma boa mensagem e dê alento, não é?
      Forte abraço.
      Mário

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