Frédéric Chopin (1810-1849) – Os Noturnos, por Nelson Freire

“Se joga, pintosa. Põe rosa” – Leo Áquilla

(As pintosas são vocês aí, fãs de Chopin*)

***

Disc 1
1. Nocturne No.1 In B Flat Minor, Op.9 No.1
2. Nocturne No.2 In E Flat, Op.9 No.2
3. Nocturne No.3 In B, Op.9 No.3
4. Nocturne No.4 In F, Op.15 No.1
5. Nocturne No.5 In F Sharp, Op.15 No.2
6. Nocturne No.6 In G Minor, Op.15 No.3
7. Nocturne No.7 In C Sharp Minor, Op.27 No.1
8. Nocturne No.8 In G Flat, Op.27 No.2
9. Nocturne No.9 In B, Op.32 No.1
10. Nocturne No.10 In A Flat, Op.32 No.2

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Disc 2
1. Nocturne No.11 In G Minor, Op.37 No.1
2. Nocturne No.12 In G, Op.37 No.2
3. Nocturne No.13 In C Minor, Op.48 No.1
4. Nocturne No.14 In F Sharp Minor, Op.48 No.2
5. Nocturne No.15 In F Minor, Op.55 No.1
6. Nocturne No.16 In E Flat, Op.55 No.2
7. Nocturne No.17 In B, Op.62 No.1
8. Nocturne No.18 In E, Op.62 No.2
9. Nocturne No.19 In E Minor, Op.72 No.1
10. Nocturne No.20 In C Sharp Minor, Op.Posth.

BAIXE AQUI

CVL

* Não é provocação: é só onda mesmo.

18 comments / Add your comment below

  1. Muito bem, Ciço. Promessa cumprida. Nelson Freire é um intérprete altamente especializado neste repertório e este CD e é altamente recomendável.
    Para quem tiver acesso ao Canal Brasil, da NET, recomendo o documentário “Nelson Freire” dirigido pelo Walter Salles Júnior, que acompanhou o pianista e alguns recitais, e fez um belo trabalho, mostrando um pouco deste excepcional músico.

  2. Pô, CVL!

    Os links que passei do site russo continham arquivos FLAC. E agora vc vem com esses 128kpbs aí? HAHAHAHAHA. Brincadeira. Obrigado pela bela postagem.

    Atenciosamente,

    Saulo.

  3. Maravilha! Vocês são a Fao Schwartz dos viciados em música. Posts como esse fazem a gente citar Léo Áquila e arriscar o Reboleition. Obrigado.

  4. Na real, com poucas exceções não tenho paciência de ficar ouvindo Chopin, pois É efetivamente muito doce PARA O MEU GOSTO.

    Mas isso não me faz duvidar um segundo da sua grandeza como inventor e desenvolvedor de técnicas pianísticas e de caminhos composicionais, nem de sua importância como passo no caminho da história da música.

    Não lembro as palavras exatas de Carpeaux sobre Chopin, mas é algo como “uma arte esotérica tomada por exotérica por ouvidos superficiais” e “banalizada por gerações de maus intérpretes”.

    Enfim, agora que estou dentro do barco, me comprometo a, mais cedo ou mais tarde, ir à batalha de sanar o que considerei a segunda falta “imperdoável” no blog desde que o conheci: a primeira era a ausência da obra para órgão de César Franck; a segunda é a ausência de Guiomar Novaes – a grande inspiradora de Nelson Freire, segundo o próprio.

    Ainda hei de trazer a Guiomar para cá, e aí vocês vão ser se ela não põe no chinelo a maior parte dos grandes nomes da indústria fonográfica de hoje!… 🙂

  5. É inacreditável como uma pianista do calibre de Guiomar Novaes seja tão desconhecida e esquecida no Brasil.

    Concordo plenamente com vc Ranulfus, quando diz que ela deixa grandes nomes da atualidade a ver navios.

    Abraço

  6. Agora baixei… e consegui ouvir apenas 3 dos Noturnos antes de “fechar o boteco”, mas ainda assim… sim, sim, que beleza!

    BEM no início do primeiro tive certa sensação “ih, ele também está escorregando mais do que é preciso nos rubatos”, mas foi um quase-nada. E embora a interpretação de Freire seja própria, com força pessoal, não há dúvida de que ele recebeu lições de Madame Novaes: sabe conter-se quando poderia, pelo seu jeito pessoal, se derramar e esparramar feito um pudim!

    Já disse, na brincadeira mas é verdade, que sou pluralista: todas as visões têm que ter lugar neste mundo, todas as leituras; não quero eliminar nenhuma delas ao dizer o seguinte, mas…

    … quando é que nós brasileiros vamos parar de ser bobos e complexados? São pouquíssimos os pianistas do mundo cujo Chopin chega a merecer ser comparado com os destes dois brasileiros…

    … e nós ficamos tantas vezes babando ovo pra estrangeiros muito, mas MUITO menores, que a indústria nos quer vender como referência ou como revelação!

    1. Verdade. Sou contra a valorização irrestrita do que “é nosso” quando “lá fora” se faz melhor e bem feito, mas não há coisa pior do que ter verdadeiros talentos em nossas fileiras e não saber prestigiá-los ou não conhecê-los.

  7. Caros,

    Sou completamente leiga e gostaria que vcs dessem nomes aos bois: quem são exatamente os atuais nomes da indústria fonografica a que vcs se referem?
    Por favor, joguem luz nesta igorante que vos fala!

    CVL, muito obrigada por postar este maravilhoso trabalho do Nelson Ayres.

    Abraços cordiais,

  8. Conheci Nelson Freire tocando Villa. Depois, comprei um CD dele tocando os Estudos de Chopin. Não é minha interpretação preferida dos Estudos (Guiomar Novaes e Pollini me impressionaram mais), mas ele é sem dúvida um entendido de Chopin. Vou baixar esse disco para ver se ele manda bem.

  9. PQP BACH só tenho uma coisa a dizer sobre este espaço virtual no qual me manifesto: PQP!!! ótimo trabalho esta aqui, minha sincera admiração e respeito. Ícaro

  10. Vim conhecer Chopin através de um filme com um terrorista sérvio que tocava piano, desde então me apaixonei, agradeço suas postagens. O blog está cada dia melhor, abraços. 😉

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