Arnold Schoenberg (1874 – 1951): Concerto for string quartet & orchestra (after Handel’s Concerto Grosso, Op.6/7)

Imaginem Handel, no anos 1930, escrevendo um concerto para quarteto de cordas e grande orquestra? Schoenberg fez aqui um milagre: vestiu o barroco com uma roupagem moderna numa magnífica transcrição do concerto grosso op.6/n.7 de Handel, onde é possível até perceber traços de Brahms (início do último movimento, por exemplo). Eu acho que até os puristas vão adorar. A gravação é raríssima e excelente.

As outras obras do disco resolvi omitir para uma futura postagem.

CDF

Faixas:

1. 1. Largo
2. 2a. Allegro
3. 2b. Largo
4. 3. Allegretto grazioso
5. 4. Hornpipe – Moderato

Performed by San Francisco Ballet Orchestra
with Lark Quartet
Conducted by Jean-Louis LeRoux

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

14 comments / Add your comment below

  1. caro cdf, não seria interessante colocar o disco completo? quando organizo as músicas, prefiro ter discos completos, e não fragmentos. ok, disseste que futuramente irás disponibilizar o restante do material, mas, particularmente, prefiro a obra integral.
    e não é demais reafirmar: este blog é de consulta diária!
    abraço.

  2. Senhores, eu gosto do octeto do Spohr e alguns concertos dele, e Elgar tem passagens bonitas dentro de obras medíocres. Mas como eu disse, para uma futura postagem, quem sabe como um apêndice desse cd.

  3. Meu caro PQP, desculpe-me se estiver errado, mas seu feed está com problemas?? Pois espero post novo pelo google reader faz um mes e acha que você não estava atualizando o blog, mas vi que você está.

    Obrigado.

  4. Olá, sabem… eu fiz um “arranjo” sobre o tema do trenzinho caipira. Na realidade quase uma “variação”, pois um intrumento (flauta)toca o tema e os demais (outra flauta e duas harmônicas) tocam melodias isoladas que se relacionam à primeira apenas harmonicamente, enquanto o violão faz o acompanhamento (no estilo “batidão” mesmo) e simula a idéia de “trêendade”. Gravei caseiramente tocando todos os intrumentos (um de cada vez, é claro) e fiz o upload para o rapidshare. Gostaria de opiniões e sugestões além de criticas, e achei que o melhor lugar para conseguir isso seria aqui… com um público já seleto e com padrões de análise mais requintados do que o padrão “legal” e “chato” aplicado pela grande maioria.

    OBS: as vezes as harmônicas ficam fora de tempo por alguns décimos de segundo (perceptiveis), mas é que eu não sei tocar esse intrumento, peguei na hora e toquei… então a falta de prática as vezes atrapalha um pouco, hehe.

    OBS2:não precisam ter dó não, estou pronto para as críticas mais ácidas. Meu intuito é mesmo o do desenvolvimento e estudo, não o da produção séria, portanto toda idéia é bem vinda.

    OBS3: o arquivo é curtinho mesmo, 1min e 44s, pois só está gravado um ciclo, não tem nenhuma repetição ou desenvolvimento mais sério.
    Obrigado pela atenção. Lá vai:
    http://rapidshare.com/files/190861255/trem.wav.html

  5. Realmente o feed do PQP está congelado no tempo. Uso o Google Reader para tudo – menos para este blog, que acesso manualmente algumas vezes por dia. E faço muito gosto! 🙂

  6. Olá pessoal!
    É! Schoenberg não merece mesmo esta salada com o Spohr e com o Elgar.
    Portanto, na medida em que o FDP se deu ao trabalho de nos poupar da indigesta mistura, penso ser umna iniciativa bemvinda.
    Mas, cada cabeça é um mundo mesmo.
    Isto tanto é verdade que, na minha cabeça (através do que ouvi) penso que o Quarteto de Cordas escolhido para executar a obra realmente a executou, nos privando de apreciar, em sua integralidade, a obra de Schoemberg.
    De qualuer forma, FDP, valeu, pois é uma raridade mesmo. Pena que o violinista do quarteto ache que, por ser Schönberg, ele pode desafinar a vontade.
    Oi, Avoado.
    Acho que deve ser interessante o que você fez.
    Vou baixar e ouvir.
    Depois lhe digo o que ouvi.
    Um abração e parabéns.
    Edson

  7. Olá Edson, um abraço para você também.
    Então, o que achou? Particularmente acho que a introdução com violão ficou muito monótona e longa. Talvez o melhor seja retirá-la, já que o “trem” está totalmente descaracterizado e irreconhecivel mesmo. Quanto ao resto acho que até ficou razoável… popular, com sonoridade meio andina… mas aceitável.

    1. Olá Avoado!
      Ouvi com atenção o que você fez.
      Creio que você tem boas idéias.
      Mas nã basta ter boas idéias, caro amigo.
      É indispensável que elas sejam realizadas com profissionalismo.
      Então, vai ai o meu conselho:

      Encontre bons instumentistas, de alto nível profissional, para apresentar suas idéias musicais.
      Fazendo isto, suas boas idéias vão gerar outras ainda melhores e mais outras e outras mais… …e como são executadas com nível profissional, vão motivar a que outros profissionais também as queiram interpretar.

      Além disso, quando um bom profissional interpreta as boas idéias de um compositor, ele agrega, às mesmas, as idéias dele mesmo (intérprete), as quais lhe foram inspiradas pelas idéias do compositor.
      Assim, a obra se enriquece e ganha público.
      Mas vá em frente com suas idéias que, na medida em que você encontrar bons intérpretes para executá-las, você verá como elas ganharão sempre maior interesse, pois, um bom intérprete é também um gerador de beleza estética.
      Tá?
      Um grande abraço.
      Felicidade, Paz e Luz em seus caminhos.
      Edson

      1. Hahaha, concordo com você. Mas meu intuito não é profissional mesmo, a gravação é só uma “distração” de final de semana, nada pretencioso. Não penso em gravar isso e lançar um CD ou mesmo me lançar como compositor. Agora, realmente, se eu quisesse fazer algo menos despretencioso, como lançar CDs e apresentar a adaptação em lgum lugar, teria que procurar músicos se não profissionais pelo menos bons, ou então eu teria que aprender a tocar bem esses instrumentos além de desenvolver a peça melhor em termos de sonoridade, harmonia e desenvolvimento. Até lá, vou me divertindo com as horrorosos arquivos MIDI(sintetizados) e gravações caseiras. Na realidade a gravação veio para substituir o que eu tinha em MIDI (dá para perceber melhor o diálogo harmônico, mas com uma sonoridade deplorável).
        Mas valeu a dica, se um dia der a louca e eu quiser entrar na carreira de compositor busco isso mesmo (depois de mudar de estilo claro, essa sonoridade andina sinceramente…)(E também buscar uma escola de música, compor tateando no escuro sem mal saber identificar um campo harmonico é barra).
        Felicidade, Paz e Luz em seus caminhos também.

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